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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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OuTonalidades 2017 - O Circuito Português de Musica ao Vivo chega esta sexta-feira, ao Cine-Teatro de Estarreja

 

De 29 de setembro a 1 de dezembro o Café-Concerto acolhe 4 concertos: Galandum GalundainaCRURogério Charraz e Andarilho 2.0

 

O OuTonalidades 2017- circuito português de música, e marca anual incontornável de intervenção cultural e artística reconhecida entre promotores, e artistas, prossegue a sua missão de incentivo à circulação da música ao vivo em espaços de café-concerto, bares associativos ou pequenas salas.

O município de Estarreja parceiro desde a primeira hora, recebe no Café-Concerto do Cine-Teatro 4 concertos de inegável qualidade. Logo a abrir, a 29 de setembro, chegam os GALANDUM GALUNDAINA considerados os embaixadores da música mirandesa. O seu trabalho de investigação e recolha, junto de pessoas mais velhas com conhecimentos rigorosos do legado musical da região, a par da formação académica na área da música, concretizou-se num sentido renovado no modo de entender as sonoridades que desde sempre conheceram.

Em outubro, dia 31, os portuenses CRU apresentam a sua crua mas refinada, subtil, mas avassaladora, metafórica, mas honesta, a música. Entre o simples "bater o pé" e o "engolir em seco", algo irá com certeza acontecer. Uma homenagem quase paradoxal à transpiração: a deles e a dos ouvintes.

ROGÉRIO CHARRAZ , a 25 de novembro, apresenta-nos as sonoridades diversas por onde se aventura em que o amor é mesmo o único fio condutor. Não Tenhas Medo do Escuro em versão revista e aumentada, para incluir os dois temas mais recentes e que fazem parte da banda sonora da novela O Sábio, em exibição na RTP, é o disco mais recente de Rogério Charraz. Um álbum de melodias simples mas bem conseguidas e com muito humor à mistura, particularmente nos temas escritos por José Fialho Gouveia.

O OUTONALIDADES 2017 encerra esta edição no  CTE, a 1 de dezembro, com músico aveirense Rui Oliveira que se junta à criatividade de DJ Deão com o projeto ANDARILHO 2.0 para uma noite com uma sonoridade única: música tradicional eletrónica, tendo como inspiração “a vida aventureira daqueles que não param nunca a caminhada, mesmo sentados”.

Este circuito coordenado pela d’Orfeu Associação Cultural, em colaboração direta com inúmeros parceiros, contribui para a consolidação de uma grande rede de programação que junta grupos emergentes e reconhecidos, todos de inegável qualidade, para grandes noites de Outono, também no Cine-Teatro de Estarreja.

+ info www.cineteatroestarreja.com

 

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Marco Rodrigues

Depois da edição de “Copo Meio Cheio” apresenta-se na Rússia e na Letónia

Copo Meio Cheio”, o novo álbum do fadista Marco Rodrigues, que teve a sua primeira apresentação ao vivo no passado dia 16 de Setembro, no palco principal do Festival Caixa Alfama, entrou diretamente para o 7º lugar do Top Nacional de Vendas.

Agora, Marco Rodrigues está na Rússia, onde se apresentará hoje em Moscovo. Depois parte para a Letónia, com concerto marcado no dia 30 de Setembro em Riga. Dia 7 de Outubro está de volta a Portugal para um concerto na Casa das Artes em Arcos de Valdevez.

As canções do novo álbum têm sido recebidas com grande entusiasmo. O single “O Tempo”, escrito e composto por Diogo Piçarra e que em apenas 1 semana já conta com mais de 40.000 visualizações no YouTube, foi escolhido para sonorizar a nova novela da TVI “A Herdeira”.

Recorde-se que em “Copo Meio Cheio” Marco Rodrigues desafiou uma série de novos compositores e letristas da música pop nacional como: Diogo Piçarra, Guilherme Alface e João Direitinho, dois membros dos ÁTOA que compuseram o primeiro single “Fado do Cobarde”,  Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), ou Boss AC.

Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.

 

 

 

Letra

 

Que no huela a canción de despedida
que nunca nos sorprendan en el coche
a gritos y a portazos con la vida
que se queden el arcen con los reproches

 

Que voltes para mim quando te espero

despindo minha camisa lentamente

no silêncio e em segredo um desejo

de nos tocarmos sem que notem nada

 

e que nunca te rendas meu amor

y que nada te pueda vencer

que al hablar nos dejemos  sin voz

al olvido y su fuego

 

Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir
e se abrirmos os olhos será
porque queremos vernos

 

Que si me voy
siempre me eches de menos
sin que te comprometa un solo rato
contemos corazón que ya sabemos
caer de pie, como caen los gatos

 

vou beijar-te com força meu amor

porque nada te pode magoar

porque nunca me deixas sem voz

se me cruzo contigo

 

Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir

nos vuelva a cubrir

e se abrirmos os olhos será
porque queremos ver-nos

 

vou beijar-te com força meu amor

porque nada te pode magoar

porque nunca me deixas sem voz

si me cruzo contigo

 

Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir
y si abrimos los ojos será 
porque queremos ver-nos

porque queremos ver-nos

porque queremos ver-nos

 

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Ana Moura

 

Prestes a esgotar os Coliseus, Ana Moura anuncia data extra em Coimbra

Encontram-se esgotados os bilhetes para o concerto de Ana Moura no Convento São Francisco, em Coimbra, dia 4 de Novembro e já disponíveis os ingressos para a data extra, 03 de Novembro. Em Outubro e depois de correr o mundo, Ana Moura regressa a casa para espectáculos intimistas nos Coliseus, primeiro em Lisboa, a 14 de Outubro, depois em Elvas, a 21 de Outubro, e, por fim, no Porto, dia 28. Esta etapa da tour de "Moura" passa ainda pela Arena D'Évora, a 18 de Novembro.

A atual digressão encontra-se na estrada desde o início de 2016, tendo já passado por 3 continentes e ultrapassado os 150 espectáculos. Entra agora na sua recta final em que comemora, também, dois anos da edição do álbum, e, por isso, Ana Moura prepara concertos com novidades no alinhamento e na cenografia.

"Moura" já atingiu a 3ª platina, tendo regressado recentemente ao 1º lugar do Top Nacional de Vendas, a par com "Desfado", o disco português mais vendido da década, que já soma 6 discos de platina. 

 

 

 

INFORMAÇÃO DE BILHETEIRA

Coliseu de Lisboa | 14 Outubro de 2017 | 21h30

Coliseu Comendador Rondão Almeida, Elvas | 21 Outubro 2017 | 21h30

Coliseu do Porto | 28 Outubro de 2017 | 21h30

Convento São Francisco, Coimbra | 3 e 4 Novembro 2017 | 22h00

Arena d'Évora | 18 Novembro | 21h30

 

Letra

 

Me gusta ver cuando llueve,
pelearse a los nubarrones,
mirar como se enamoran,
las gotas en los terrones.

Me gusta prender el fuego,
y poner leche a mi cita,
pa' que se quemen los troncos
hasta que se hagan cenizas.

No me gustan los recuerdos
que trae la tempestad:
muerte, dolor, malos trancos
que a veces tuve que dar.

Tampoco me gusta el río
que arrastra con el sembra'o
que aunque no me pertenece
mis años le he dedica'o.

Yo que no tengo caballo
ni perro para silbar,
mejor que mire la lluvia
para poder olvidar.

Si acaso en la madrugada
me despierto de improviso,
si ha llegado la bonanza
salgo a buscar un camino.

Me gustan y no me gustan
los versos que da la vida,
la noche no entrega nunca
camino de amanecida.

 

Letra de Angel Parra

 

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Ciro Cruz apresenta o álbum “Fénix”  em formato digital | 13 de Outubro

 

“Fénix” é o título do quarto álbum do baixista Ciro Cruz. Conta mais uma vez com convidados ilustres, como o grande acordeonista João Barradas, o génio do Hip Hop brasileiro MC Big Papo Reto e o super talentoso Raphael Lopes, com a sua voz inconfundível. 

 

O tema que dá nome ao álbum “Fénix”, expressa a força do renascer para a vida, interpretado pela força do baixo elétrico de Ciro Cruz. 

 

"Wyza" será o single de apresentação do álbum, e é um tema tributo ao músico Angolano Wyza Kendy. Uma homenagem ao amigo!

 

"One minute" tema  produzido a partir de uma gravação solo autorizada pelo lendário baterista americano Bernard Purdie, dá um toque de jazz ao álbum.

 

"O Meu Maracatú" e "Rio de Janeiro" também são destaques e contam com o contributo dos grandes músicos Ricardo Branco, Nanã Sousa Dias, Pedro Azevedo, Nuno Tavares, Jeff Negreiros e Ivo Martins. 

 

 

 

Letra

 

Ó rua do Capelão

Juncada de rosmaninho 
Se o meu amor vier cedinho 
Eu beijo as pedras do chão 
Que ele pisar no caminho. 

Há um degrau no meu leito, 
Que é feito pra tisomente 
Amor, mas sobe com jeito 
Se o meu coração te sente 
Fica-me aos saltos no peito. 

Tenho o destino marcado 
Desde a hora em que te vi 
Ó meu cigano adorado 
Viver abraçada ao fado 
Morrer abraçada a ti. 

Não sei Porque te Foste Embora 

Não sei porque te foste embora 
Não que mal te fiz, que importa 
Só sei que o dia corre e aquela hora 
Não sei porque não vens bater-me a porta 

Não sei se gostas d'outra agora 
Se estou ou não pra ti já morta 
Não sei não sei, nem me interessa 
Não me sais é da cabeça 
Que não vê que eu te esqueci 
Não sei não sei, o que é isto 
Já não gosto e não resisto 
Não te quero e penso em ti 

Não quero e ste meu querer no peito 
Nem quero esperar por ti, nem espero 
Não quero que me queiras contrafeito 
Nem quero que tu saibas que te quero 

Depois deste meu querer desfeito 
Nem queo o teu amor sincero 
Não quero mais encontrar-te 
Nem ouvir -te, nem falar-te 
Nem sentir o teu calor 
Porque não quero que vejas 
Que este amor que não desejas 
Só deseja o teu amor.

 

Não encontrei os créditos desta música

 

 

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29 de Setembro | sexta-feira | 22h00| Sala José Afonso

 

Concertos ZDB

 

STONE DEAD

 

Porque também o rock teve uma vida, não faria sentido mergulhar nele sem ter a sua história para contar — em dez músicas, e a cumprir os cânones com os devidos excessos de um disco conceptual, mas sem os abusos decadentes que os levaram a pensar numa narrativa, os Stone Dead personificam o rock na pele de Tony Blue, que vive a sonoridade de cada canção do berço até à campa. “Good Boys” é o documento que faltava no rock nacional, um registo em que uma banda soa a tal e não disputa atenções. O ciclo eletrificante do rock, com a guitarra em punho a puxar na mesma direcção que um baixo proeminente e detalhado com vários apontamentos de melodia, encontra uma nova vida no registo da banda de Alcobaça, que parece ter frequentado todas as escolas de riffs de 66 a 77. Sem se ficarem pelo revivalismo, os Stone Dead beberam de todas fontes certas para criar um curso próprio, em que cada rasgo de guitarra joga com os rendilhados de baixo e com a catadupa incontível da bateria; em que a estranheza psicadélica se insinua de forma quase lânguida às sinapses; em que os ganchos pop não ganham à pujança rock.

Quem disse que o rock estava morto não ouviu Stone Dead. Pese embora a ironia da afirmação na altura de se ouvir “Good Boys” em 2017, o ouvinte será impelido a encarar a viagem nos sapatos de Tony Blue de duas maneiras: ora como entrar num buraco negro com saída directa para o PA de Woodstock, ora como o escrever da lacuna sonora latente no rock português.

Entrada: € 3,00

Reservas válidas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt

Organização: Galeria Zé dos Bois | CMS

 

https://stonedeadpt.bandcamp.com/

 

Letra

 

Before we could ignore what we did
We just try to repent but the time that we spent is too much
Before we could believe what we've seen
With our eyes on the screen and our jaws on the floor, we ignored
Before we could resist the temptations
We checked the connections, and showed all the world what we did

We got bad, tripping
We got mad, sipping

Before we could restore the belief
That the word doesn't grief, we just take it don't leave it
Before we could ignore what we did
We just try to repent but the time that we spent is to much
Before we could believe what we've seen
With our eyes on the screen and our jaws on the floor, we ignored

We got bad, tripping
We got mad, sipping

 

Não encontrei os créditos desta música

 

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