
Centenário do Mercado Municipal 1º de Maio
No âmbito das comemorações dos 100 anos do Mercado Municipal 1º de Maio terá lugar o concerto com a Camerata Musical do Barreiro, no próximo dia 5 de outubro, pelas 17h00, neste equipamento.
O Mercado Municipal 1º de Maio situa-se na Av. Alfredo da Silva – Barreiro e tem o seguinte horário de funcionamento: de 2ª a 6ª das 7h00 às 14h00 e das 16h30 às 19h30; Sábados das 7h00 às 16h00.
CMB 2017-09-29
Letra
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Precisamente no aniversário da erupção do Vulcão dos Capelinhos, Luís Alberto Bettencourt lança nas principais plataformas digitais de música, uma obra que juntou grandes nomes da cultura açoriana de homenagem a esse acontecimento que marcou para sempre a Ilha do Faial e os Açores.
De seu nome "O Vulcão Que Veio do Mar", tem Luís Alberto Bettencourt como autor da música, a letra é de Victor Rui Dores, interpretação de Pilar Silvestre e a orquestração de Carlos Frazão.
Luís Alberto Bettencourt, foi agraciado no passado dia 5 de Junho com a InsígniaAutonómica de Reconhecimento numa cerimónia que terá lugar na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Ainda este ano esteve presente no Festival do Avante compartilhando o palco com Zeca Medeiros.
O música açoriano conta com 40 anos de carreira e 10 álbuns gravados e várias bandas sonoras de programas de televisão e algumas das suas composições são consideradas verdadeiros hinos dos Açores, como "Chamateia", "Vapor da Madrugada" ou "Boi do Mar".
As suas músicas são interpretadas por grandes nomes do nosso panorama como António Zambujo ou Kátia Guerreiro.
Letra
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ANA LAÍNS - NOVO ÁLBUM "PORTUCALIS " A 27 OUTUBRO
"PORTUCALIS" ao vivo:
18 Novembro | Museu Nacional de Arqueologia
Mosteiro dos Jerónimos
23 Novembro | Casa da Música | Porto
24 Novembro | Casino da Figueira da Foz
Novidades em breve!!!
Letra
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Eu e Ela
Primeiro, a voz d’Ela. Serena e firme, clara e directa, afirmativa. Voz de menina que sabe de onde vem e de mulher que sabe por onde vai.
Depois, o canto d’Ela. Com palavras e música e sentimento, certezas feitas de perguntas, paisagens de céu e de mar. E gente.
Por fim, Ela e tudo o que d’Ela faz parte e aqui nos é revelado, nota a nota, em sons antigos e outros por inventar.
Nesta voz e neste canto junta Ela o riso e o temor, a querença e a inquietude, o passado e o futuro. Agora e aqui, como sempre, e para sempre.
Einstein, que era sábio e gostava de música, dizia que «o importante é não parar de questionar». E é isso que Ela faz, em busca dos segredos da vida, do amor e da morte, ora em sussurro, ora como um grito.
Alegrias, tristezas, sonhos, ilusões, vontade. De tudo isto se faz o canto d’Ela, como a vida d’Ela, em demanda de um caminho certo tantas vezes feito de mais do que saudade, como uma insónia ou um baile em segredo que se revela nas voltas do mar.
Eu, isto que agora se vos apresenta em formato de cd, é o que resulta desta entrega d’Ela. Um registo que vai para lá da (muita e boa) música que está nele e das palavras que lhe dão sentido, um disco que nos canta.
E um rumo, definido com os poetas e os músicos que Ela quis ter por perto nesta hora de voo quase inicial. Corpo, alma e voz, em busca de uma harmonia de ser. Porque sim. E porque é assim que vale a pena estar.
Ela é tudo isto, e o mais que ainda será. E agora silêncio, que Ela vai cantar.
Letra
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Letra: Marta Oliveira
Música: David Eusébio, Ricardo Fidalgo
Arranjos: The Acoustic Foundation

"É, mais uma vez, Portugal aberto ao mundo. E sim, isso é algo que esta personagem que é também um país sabe mesmo muito bem o que é."Esta frase termina o texto sobre Fado Lelé, assinado por António Pires n'O Fado E Outras Músicas do Mundo, a propósito da edição do álbum de estreia da banda.
"Mal de Amor", um dos originais do longa duração, ganha uma assinatura visual que remete ao imaginário das crenças populares nas resoluções dos males-de-coração.
Na tela, contam com a participação especial da artista sevilhana Maré Martinez.
Podem assistir ao vídeo
"Mal de Amor" tem letra e música de Miguel Castro, tendo o video sido realizado por Mónica Moreira, com montagem e edição de Paulo Alexandre Oliveira. A par de "Amor Limão" e "O Fado Lelé", é um dos originais de "Portugal Sabe o Que É!"
FADO LELÉ é : Ana Castelo, voz; Miguel Castro, ukulele baritono e tenor; Filipe Silva, bandolim e trompete; Manu Teixeira, bateria; Luciano Barros (músico convidado), baixo.
Letra
Abres a porta e vais embora
Nem te despedes de mim
Meu amor não fugias agora
Está a chegar a hora
De voltar pra o pé de ti
Deixas a chave à entrada
Num vaso com flores para ti
Nesta última jogada
Vês que ao sair de casa
Não tens como voltar pra mim
Sei, se a noite leva o dia
Não há mais sol para ver
Sei que não voltas aqui
E eu, feito cobarde
Não sigo em frente
Espero por ti
Deixas dor na minha voz
Fica tão áspera de pena
E todos os versos sobre nós
São agora mais que um poema
Pra ler um dia
Se formos avós
Digo baixinho ao ouvido
De quem me quiser ouvir
O meu sonho é ficar contigo
E se eu um dia consigo
Juro nunca mais
Vais fugir de mim
Sei, se a noite leva o dia
Não há mais sol para ver
Sei que não voltas aqui
E eu, feito cobarde
Não sigo em frente
Espero por ti
Letra e Música/Lyrics and Music: Guilherme Alface, João Direitinho

OuTonalidades 2017 - O Circuito Português de Musica ao Vivo chega esta sexta-feira, ao Cine-Teatro de Estarreja
De 29 de setembro a 1 de dezembro o Café-Concerto acolhe 4 concertos: Galandum Galundaina, CRU, Rogério Charraz e Andarilho 2.0
O OuTonalidades 2017- circuito português de música, e marca anual incontornável de intervenção cultural e artística reconhecida entre promotores, e artistas, prossegue a sua missão de incentivo à circulação da música ao vivo em espaços de café-concerto, bares associativos ou pequenas salas.
O município de Estarreja parceiro desde a primeira hora, recebe no Café-Concerto do Cine-Teatro 4 concertos de inegável qualidade. Logo a abrir, a 29 de setembro, chegam os GALANDUM GALUNDAINA considerados os embaixadores da música mirandesa. O seu trabalho de investigação e recolha, junto de pessoas mais velhas com conhecimentos rigorosos do legado musical da região, a par da formação académica na área da música, concretizou-se num sentido renovado no modo de entender as sonoridades que desde sempre conheceram.
Em outubro, dia 31, os portuenses CRU apresentam a sua crua mas refinada, subtil, mas avassaladora, metafórica, mas honesta, a música. Entre o simples "bater o pé" e o "engolir em seco", algo irá com certeza acontecer. Uma homenagem quase paradoxal à transpiração: a deles e a dos ouvintes.
ROGÉRIO CHARRAZ , a 25 de novembro, apresenta-nos as sonoridades diversas por onde se aventura em que o amor é mesmo o único fio condutor. Não Tenhas Medo do Escuro em versão revista e aumentada, para incluir os dois temas mais recentes e que fazem parte da banda sonora da novela O Sábio, em exibição na RTP, é o disco mais recente de Rogério Charraz. Um álbum de melodias simples mas bem conseguidas e com muito humor à mistura, particularmente nos temas escritos por José Fialho Gouveia.
O OUTONALIDADES 2017 encerra esta edição no CTE, a 1 de dezembro, com músico aveirense Rui Oliveira que se junta à criatividade de DJ Deão com o projeto ANDARILHO 2.0 para uma noite com uma sonoridade única: música tradicional eletrónica, tendo como inspiração “a vida aventureira daqueles que não param nunca a caminhada, mesmo sentados”.
Este circuito coordenado pela d’Orfeu Associação Cultural, em colaboração direta com inúmeros parceiros, contribui para a consolidação de uma grande rede de programação que junta grupos emergentes e reconhecidos, todos de inegável qualidade, para grandes noites de Outono, também no Cine-Teatro de Estarreja.
+ info www.cineteatroestarreja.com
Letra
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Letra: Marta Oliveira
Música: David Eusébio/The Acoustic Foundation
Arranjos: The Acoustic Foundation

“Copo Meio Cheio”, o novo álbum do fadista Marco Rodrigues, que teve a sua primeira apresentação ao vivo no passado dia 16 de Setembro, no palco principal do Festival Caixa Alfama, entrou diretamente para o 7º lugar do Top Nacional de Vendas.
Agora, Marco Rodrigues está na Rússia, onde se apresentará hoje em Moscovo. Depois parte para a Letónia, com concerto marcado no dia 30 de Setembro em Riga. Dia 7 de Outubro está de volta a Portugal para um concerto na Casa das Artes em Arcos de Valdevez.
As canções do novo álbum têm sido recebidas com grande entusiasmo. O single “O Tempo”, escrito e composto por Diogo Piçarra e que em apenas 1 semana já conta com mais de 40.000 visualizações no YouTube, foi escolhido para sonorizar a nova novela da TVI “A Herdeira”.
Recorde-se que em “Copo Meio Cheio” Marco Rodrigues desafiou uma série de novos compositores e letristas da música pop nacional como: Diogo Piçarra, Guilherme Alface e João Direitinho, dois membros dos ÁTOA que compuseram o primeiro single “Fado do Cobarde”, Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro), ou Boss AC.
Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca.
Letra
Que no huela a canción de despedida
que nunca nos sorprendan en el coche
a gritos y a portazos con la vida
que se queden el arcen con los reproches
Que voltes para mim quando te espero
despindo minha camisa lentamente
no silêncio e em segredo um desejo
de nos tocarmos sem que notem nada
e que nunca te rendas meu amor
y que nada te pueda vencer
que al hablar nos dejemos sin voz
al olvido y su fuego
Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir
e se abrirmos os olhos será
porque queremos vernos
Que si me voy
siempre me eches de menos
sin que te comprometa un solo rato
contemos corazón que ya sabemos
caer de pie, como caen los gatos
vou beijar-te com força meu amor
porque nada te pode magoar
porque nunca me deixas sem voz
se me cruzo contigo
Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir
nos vuelva a cubrir
e se abrirmos os olhos será
porque queremos ver-nos
vou beijar-te com força meu amor
porque nada te pode magoar
porque nunca me deixas sem voz
si me cruzo contigo
Que nos quiten la venda después
cuando el agua nos vuelva a cubrir
y si abrimos los ojos será
porque queremos ver-nos
porque queremos ver-nos
porque queremos ver-nos

Encontram-se esgotados os bilhetes para o concerto de Ana Moura no Convento São Francisco, em Coimbra, dia 4 de Novembro e já disponíveis os ingressos para a data extra, 03 de Novembro. Em Outubro e depois de correr o mundo, Ana Moura regressa a casa para espectáculos intimistas nos Coliseus, primeiro em Lisboa, a 14 de Outubro, depois em Elvas, a 21 de Outubro, e, por fim, no Porto, dia 28. Esta etapa da tour de "Moura" passa ainda pela Arena D'Évora, a 18 de Novembro.
A atual digressão encontra-se na estrada desde o início de 2016, tendo já passado por 3 continentes e ultrapassado os 150 espectáculos. Entra agora na sua recta final em que comemora, também, dois anos da edição do álbum, e, por isso, Ana Moura prepara concertos com novidades no alinhamento e na cenografia.
"Moura" já atingiu a 3ª platina, tendo regressado recentemente ao 1º lugar do Top Nacional de Vendas, a par com "Desfado", o disco português mais vendido da década, que já soma 6 discos de platina.
INFORMAÇÃO DE BILHETEIRA
Coliseu de Lisboa | 14 Outubro de 2017 | 21h30
Coliseu Comendador Rondão Almeida, Elvas | 21 Outubro 2017 | 21h30
Coliseu do Porto | 28 Outubro de 2017 | 21h30
Convento São Francisco, Coimbra | 3 e 4 Novembro 2017 | 22h00
Arena d'Évora | 18 Novembro | 21h30
Letra
Me gusta ver cuando llueve,
pelearse a los nubarrones,
mirar como se enamoran,
las gotas en los terrones.
Me gusta prender el fuego,
y poner leche a mi cita,
pa' que se quemen los troncos
hasta que se hagan cenizas.
No me gustan los recuerdos
que trae la tempestad:
muerte, dolor, malos trancos
que a veces tuve que dar.
Tampoco me gusta el río
que arrastra con el sembra'o
que aunque no me pertenece
mis años le he dedica'o.
Yo que no tengo caballo
ni perro para silbar,
mejor que mire la lluvia
para poder olvidar.
Si acaso en la madrugada
me despierto de improviso,
si ha llegado la bonanza
salgo a buscar un camino.
Me gustan y no me gustan
los versos que da la vida,
la noche no entrega nunca
camino de amanecida.
Letra de Angel Parra

Ciro Cruz apresenta o álbum “Fénix” em formato digital | 13 de Outubro
“Fénix” é o título do quarto álbum do baixista Ciro Cruz. Conta mais uma vez com convidados ilustres, como o grande acordeonista João Barradas, o génio do Hip Hop brasileiro MC Big Papo Reto e o super talentoso Raphael Lopes, com a sua voz inconfundível.
O tema que dá nome ao álbum “Fénix”, expressa a força do renascer para a vida, interpretado pela força do baixo elétrico de Ciro Cruz.
"Wyza" será o single de apresentação do álbum, e é um tema tributo ao músico Angolano Wyza Kendy. Uma homenagem ao amigo!
"One minute" tema produzido a partir de uma gravação solo autorizada pelo lendário baterista americano Bernard Purdie, dá um toque de jazz ao álbum.
"O Meu Maracatú" e "Rio de Janeiro" também são destaques e contam com o contributo dos grandes músicos Ricardo Branco, Nanã Sousa Dias, Pedro Azevedo, Nuno Tavares, Jeff Negreiros e Ivo Martins.
Letra
Ó rua do Capelão
Juncada de rosmaninho
Se o meu amor vier cedinho
Eu beijo as pedras do chão
Que ele pisar no caminho.
Há um degrau no meu leito,
Que é feito pra tisomente
Amor, mas sobe com jeito
Se o meu coração te sente
Fica-me aos saltos no peito.
Tenho o destino marcado
Desde a hora em que te vi
Ó meu cigano adorado
Viver abraçada ao fado
Morrer abraçada a ti.
Não sei Porque te Foste Embora
Não sei porque te foste embora
Não que mal te fiz, que importa
Só sei que o dia corre e aquela hora
Não sei porque não vens bater-me a porta
Não sei se gostas d'outra agora
Se estou ou não pra ti já morta
Não sei não sei, nem me interessa
Não me sais é da cabeça
Que não vê que eu te esqueci
Não sei não sei, o que é isto
Já não gosto e não resisto
Não te quero e penso em ti
Não quero e ste meu querer no peito
Nem quero esperar por ti, nem espero
Não quero que me queiras contrafeito
Nem quero que tu saibas que te quero
Depois deste meu querer desfeito
Nem queo o teu amor sincero
Não quero mais encontrar-te
Nem ouvir -te, nem falar-te
Nem sentir o teu calor
Porque não quero que vejas
Que este amor que não desejas
Só deseja o teu amor.
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29 de Setembro | sexta-feira | 22h00| Sala José Afonso
Concertos ZDB
STONE DEAD
Porque também o rock teve uma vida, não faria sentido mergulhar nele sem ter a sua história para contar — em dez músicas, e a cumprir os cânones com os devidos excessos de um disco conceptual, mas sem os abusos decadentes que os levaram a pensar numa narrativa, os Stone Dead personificam o rock na pele de Tony Blue, que vive a sonoridade de cada canção do berço até à campa. “Good Boys” é o documento que faltava no rock nacional, um registo em que uma banda soa a tal e não disputa atenções. O ciclo eletrificante do rock, com a guitarra em punho a puxar na mesma direcção que um baixo proeminente e detalhado com vários apontamentos de melodia, encontra uma nova vida no registo da banda de Alcobaça, que parece ter frequentado todas as escolas de riffs de 66 a 77. Sem se ficarem pelo revivalismo, os Stone Dead beberam de todas fontes certas para criar um curso próprio, em que cada rasgo de guitarra joga com os rendilhados de baixo e com a catadupa incontível da bateria; em que a estranheza psicadélica se insinua de forma quase lânguida às sinapses; em que os ganchos pop não ganham à pujança rock.
Quem disse que o rock estava morto não ouviu Stone Dead. Pese embora a ironia da afirmação na altura de se ouvir “Good Boys” em 2017, o ouvinte será impelido a encarar a viagem nos sapatos de Tony Blue de duas maneiras: ora como entrar num buraco negro com saída directa para o PA de Woodstock, ora como o escrever da lacuna sonora latente no rock português.
Entrada: € 3,00
Reservas válidas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt
Organização: Galeria Zé dos Bois | CMS
Letra
Before we could ignore what we did
We just try to repent but the time that we spent is too much
Before we could believe what we've seen
With our eyes on the screen and our jaws on the floor, we ignored
Before we could resist the temptations
We checked the connections, and showed all the world what we did
We got bad, tripping
We got mad, sipping
Before we could restore the belief
That the word doesn't grief, we just take it don't leave it
Before we could ignore what we did
We just try to repent but the time that we spent is to much
Before we could believe what we've seen
With our eyes on the screen and our jaws on the floor, we ignored
We got bad, tripping
We got mad, sipping
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O Gesto Orelhudo para rir e chorar por mais!
Eis o programa completo.
quarta 4 outubro
18h00 @ Centro de Artes de Águeda
Conversa de abertura: Humor VS Música
Carlos Vidal, Bruno Aleixo, Jorge Serafim e Herman José
participação livre
21h30 @ Centro de Artes de Águeda
Tia Graça – toda a gente devia ter uma
d’Orfeu AC
One (Her)man Show
Herman José
quinta 5 outubro
18h30 @ Espaço d’Orfeu - Latada
Lavoisier
21h30 @ Centro de Artes de Águeda
Salto Vocale
Bernard Massuir (Bélgica)
The Ukulele Orchestra of Great Britain
(Reino Unido)
sexta 6 outubro
18h30 @ Espaço d’Orfeu - Latada
Cantares do Sul e da Utopia
Há Lobos Sem Ser Na Serra
21h30 @ Centro de Artes de Águeda
The Melting Pot Pourri
Los Excéntricos (França / Catalunha)
Desconcerto
Clarinetes Adlibitum
sábado 7 outubro
18h30 @ Espaço d’Orfeu - Latada
Esta Gravata Não Combina Com A Cor Das Meias
José Valente
21h30 @ Centro de Artes de Águeda
Bonecos de Santo Aleixo
CENDREV – Centro Dramático de Évora
A Sbornia Kontratacka
Hique Gomez (Brasil)
e a participação especial do Orfeão de Águeda
Bilhetes à venda
https://goo.gl/6jqaMh
+INFO:
http://www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo
http://www.facebook.com/dOrfeuAC
Letra
Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
ADVERTISING
Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acord' accord
D'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord, d'accord
Acorda, acorda, acorda, acorda, acord' accord
“Até Pensei Que Fosse Minha”, o mais recente álbum de António Zambujo, encontra-se nomeado para um Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de MPB (Música Popular Brasileira), ao lado de artistas como Edu Lobo ou Alexandre Pires.
O álbum, o seu sétimo de estúdio, é um disco muito especial, de tributo a Chico Buarque, que tem feito muito sucesso não só em Portugal e no Brasil, mas também em países como Espanha, França ou Reino Unido, onde o cantor tem atuado.
“Até Pensei Que Fosse Minha” é composto por grandes clássicos do mestre da música popular brasileira e nele António Zambujo contou com a participação de artistas como Carminho, que canta consigo o tema “O Meu Amor”, Roberta Sá, que participa em “Sem Fantasia”, ou do próprio Chico Buarque, com quem faz um dueto em “Joana Francesa”.
O álbum tem merecido os mais rasgados elogios não só da imprensa nacional, mas também dos meios brasileiros, com grandes destaques em publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Marie Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.
Em Portugal, “Até Pensei Que Fosse Minha” já atingiu a marca de platina e chegou ao 1.º lugar do top de vendas, sendo que os concertos que António Zambujo deu no Brasil foram incluídos pelos jornais “O Globo” e “A Folha de São Paulo” no seus Top 10 de Melhores Concertos do Ano.
A nomeação para o Grammy Latino vem reforçar o estatuto de António Zambujo enquanto um dos maiores artistas nacionais da atualidade.
Os vencedores dos Grammys Latinos serão conhecidos a 16 de novembro, numa cerimónia a ter lugar em Las Vegas.
Datas concertos no Brasil:
14 novembro - Florianópolis - Teatro Ademir Rosa - CIC
17 novembro - Salvador - Castro Alves
18 novembro - RJ - Circo Voador
19 novembro - SP - Tom Brasil
23 novembro - Santos - Sesc Santos
24 novembro - Belo Horizonte - Palácio das Artes
26 novembro - Brasília - Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Letra
Crossroads are what they are
A new turn to get you very far
Hot wheels in roads that roar like a lion
Hot summers on the edge of a new day
Life could have been that simple
To the left, to the left, to the left
We chose to make it harder
To the right, to the right, to the right
Some plans just fall apart
New ones come to your heart
Some sixteen hundred miles still ahead 'til next year
Some sixteen million more still to come
Life could have been that simple
To the left, to the left, to the left
We chose to make it harder
To the right, to the right, to the right
Life could have been that simple
To the left, to the left, to the left
We chose to make it harder
To the right, to the right, to the right
Life could have been that simple
To the left, to the left, to the left
We chose to make it harder
To the right, to the right, to the right
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Music is the more abstract, thus the most pure, of art forms!
All the music in this project was composed, written, arranjed, recorded, produced, mixed and mastered by one person in about a month.
There was no objective behind this music! Thus, it was written just because the composer wanted to physically manifest the sounds he was earing in his head.
In a lifetime of bands, either making original music or cover bands, there was always compromise. In a band, things have to be done by consensus. So every idea is filtered by the aspirations of all the members, sometimes ending up with something completely different from the original Idea.
This music was done with no filters, no need to reach consensus, no objective other than bringing it to existence. Because of that, it may sound strange at times, with many things crossing their paths through out the themes, from classical music, to heavy metal, to tango, to fado, to so many other different styles.
The music supports a story about doubts, about how life might make you loose faith, about passion, about love, about loss and death. About meaning. About prayers. About questions that are not answered.
“Things never change, no matter how much you pray!” is said along the way!
But it is also a story of hope. And of miracles.
May peace be with all who read these words!

Pela primeira vez na história, Braga tem um Festival internacional de Blues!
Fruto da paixão de Budda Guedes e Micha Rudowski pelo Blues, o Nova Arcada Braga Blues conta com a programação da Editora bracarense Mobydick Records.
Feito em Braga para Braga, este festival pretende ser uma celebração do género, nas suas mais variadas facetas, com uma fortíssima componente de criação de públicos.
De forma a envolver a cidade, o Festival acontecerá em múltiplos locais com
o Apoio indispensável do Nova Arcada Centro Comercial e da Câmara Municipal de Braga.
O Festival que culmina com 3 espectáculos imperdíveis no Theatro Circo em dois dias, estende-se por uma semana, tendo início a 27 de Outubro e terminando a 3 de Novembro. Além do centro Comercial Nova Arcada, o Blues marcará presença em alguns dos mais importantes clubes de música ao vivo da cidade de Braga, como o Station Blues, o Pelle e o Setra, e, nos principais cafés centrais : A Brasileira e o Ferreira Capa. Também nas escolas de Música Salão Mozart e Escola de Jazz de Braga.
Favorecendo a diversidade e a criação de públicos o festival disponibiliza workshops, entrevistas e concertos.
Devido à natureza ecléctica dos eventos os preços de entrada variam, sendo a maior parte gratuita.Veja aqui as Bandas confirmadas! www.bragablues.com
Letra
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Letra
Que bonita é Pilar
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Que bonita é Leonor
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Inês sabe quanto vale
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Carolina quer-me bem
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Júlia diz que quer também
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Ana dança para mim
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Margarida faz que sim
Mas eu não a quero
Mas eu não a quero
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Quero é Maria
Maria sabe quem sou, por trás das luzes
Sabe quem sou, por trás da luz
Sabe quem sou, por trás das luzes
Sabe quem sou, por trás da luz
E só eu sei, quem, Maria, é
Só eu sei, quem, Maria, é
Letra e Música: Tiago Bettencourt
Música
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Cultura
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Músicos Portugueses