Domingo, 4 de Junho de 2017

 



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Sábado, 3 de Junho de 2017

sofia pires ramos.jpg

 

 

A grande vencedora da 2ª Edição do MEU FADO, foi Sofia Pires Ramos, de 26 anos, licenciada em Teatro, pela Universidade de Évora. A final de O MEU FADO, realizou-se, ontem, dia 31 de Maio, no Auditório da Rádio SIM.

 

Sofia Pires Ramos participou com o fado “Sonho de Ter”, Fado Alvito de Jaime Santos com letra de Paulo Rosado. Para além de um troféu Rádio SIM/Museu do Fado, recebeu um prémio de 1000€ oferecido pela SPA e a possibilidade de gravar um disco com a Universal Music Portugal. Além disso, passa a integrar a programação musical da Rádio SIM.

 

O vencedor na categoria de Melhor Poema foi Tiago Torres da Silva, escritor e encenador, com o poema “Outra Noite” na música do Fado Cravo. Por esse facto, foi-lhe atribuído um prémio de 500€ oferecido pela SPA e um troféu Rádio SIM/Museu do Fado.

 

O evento de ontem contou com a participação especial de Camané e a apresentação de José da Câmara, locutor da Rádio Sim e autor desta iniciativa. Os participantes neste passatempo foram acompanhados por Luis Petisca na Guitarra e Armando Figueiredo na Viola.

 

O Meu Fado é uma iniciativa da Rádio SIM em parceria com o Museu do Fado, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Universal Music Portugal.

 

Ao longo de 10 semanas O MEU FADO procurou novos intérpretes, novas vozes e novos poemas para premiar e dar a conhecer o que de melhor se vai fazendo no género musical que é Património da Humanidade, o Fado.

 

Para Dina Isabel, Directora de Programas da Rádio SIM, “É com muito orgulho que a Rádio Sim procura divulgar novos estilos e novos poemas no fado, desta forma os novos artistas fogem à tentação de imitar os seus ídolos. É isso que nos distingue. Parabéns à Sofia e a todos os talentosos participantes desta 2ª edição de “O Meu Fado”. Um agradecimento especial aos nossos parceiros: Sociedade Portuguesa de Autores, Universal Music Portugal e Museu do Fado, que nos acolheu em sua casa ao longo destas 10 semanas. Sem eles não seria possível!”

 

Todas as informações podem ser encontradas em www.radiosim.sapo.pt

 



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Letra

 

[Verso 1 - Mk Nocivo]
Enquanto fui puto eu sempre tive, uma enorme pressa para crescer
Sem nunca saber pro que corria, sem nenhuma noção do que ia ser
Eu sonhava com essa liberdade, que uma maior idade me iria dar
Sem nunca pensar na verdade, que me sentisse preso ao lá chegar

Outrora tive um olhar mais puro
Também um sorriso bem mais rasgado
Um miúdo ansioso pelo futuro, agora com saudades do seu passado
Uma criança cheia de esperança, que tinha uma vida sem dilemas
De um bolso cheio de guloseimas, a uma cabeça cheia de problemas

Em criança sempre odiei o escuro, eu tinha receios tinha temores
Depois cresci e foi aí que eu vi
Não é lá que estão os maiores horrores
Vi a mentira e oportunismo, vi troca de valores por um salário
Senti o veneno numa amizade, saudades do amigo imaginário

Saudades de cair, fingir que não doeu
Como com amizades que deixei ir
Saudades de ver pequenas coisas, darem-me mais motivos para sorrir
E sem nunca recear tropeçar, bastava um beijo para curar tudo
Hoje em dia bem mais negativo, assim ao menos não me desiludo

[Refrão - Filipe Ribeiro]
Eu quero voltar a ser criança (x3)
E nós com vontade de crescer (x3)
Eu quero voltar a ser criança (x1)
Com vontade de crescer (x1)

[Verso 2 - Mk Nocivo]
Saudades de estar deitado no chão
Para poder contemplar as estrelas
Hoje mesmo preso na escuridão, nem neste escuro consigo vê-las
Para poder acalmar esta dor, é com mesmo fervor então que eu rimo
Pois já não sendo uma criança, dores não passam só com um mimo

Vivia sem nenhum compromisso, e parecia sempre viver com pressas
No Natal a lista de desejos, passou a ser uma lista de tarefas
Tinha uma inocência contagiante, hoje já nem conselhos eu consulto
Queria voltar a ser uma criança, para voltar a acreditar num adulto

Saudades de ter, uma vida pacata
E eu que pensava, que ela era chata
Quando não havia, responsabilidade, E sem sentir o, peso da idade
Feliz a esfolar, joelhos cotovelos, Dormir sem, remorsos e pesadelos
Mas queres saber, qual é o meu medo? Não dizer tudo, e morrer cedo

Ser uma criança que sonha, rir alto e chorar sem vergonha
Não se preocupar que se exponha, pois juízo não há quem lho ponha
Agora adulto eu sonho, voltar atrás enquanto suponho
Sem volta no mundo medonho, resta sorrir enquanto decomponho

[Refrão - Filipe Ribeiro]
Eu quero voltar a ser criança (x3)
E nós com vontade de crescer (x3)
Eu quero voltar a ser criança (x1)
Com vontade de crescer (x1)

 

Letra/Voz: MK Nocivo

 



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valas.jpg

 

VALAS atua no MEO Sudoeste a 4 de agosto 

VALAS é inegavelmente um dos nomes mais falados do hip hop nacional no momento e acaba de ser anunciado que a 4 de agosto vai atuar no festival MEO Sudoeste, na Zambujeira do Mar, no palco LG. 

VALAS apresentou-se ao grande público em 2016 com o sucesso “As Coisas”, single que no YouTube/VEVO soma, até ao momento, mais de 2,9 milhões de visualizações, além de ter atingido o 2.º lugar do top viral no Spotify. 

Recentemente Johnny Valas revelou dois novos singles, produzidos por Lhast, que já tinha produzido “As Coisas”. “Acordar Assim” e “Alma Velha”, este último em parceria com Slow J, somam em conjunto quase 1 milhão de visualizações. Os vídeos destes novos singles foram realizados por Made in Lx. 

Desde que lançou “As Coisas” que os concertos têm sido uma constante de norte a sul do país. Entre algumas das principais datas de VALAS destacam-se concertos no Vodafone Mexefest, no Primavera Caparica Surf Fest, e no próximo dia 1 de julho atuará no Sumol Summer Fest

 

 

O rapper foi sempre, desde muito novo, um ávido consumidor de todo o tipo de música mas era no hip hop que se encontrava, que se identificava. Rappers portugueses ou norte-americanos, como Sam The Kid, Boss AC, Halloween, Fuse e VRZ, foram sempre as suas maiores influências. 

Com o concerto no MEO Sudoeste a 4 de agosto, VALAS prepara-se para se afirmar como um dos grandes nomes do hip hop da atualidade.

da.



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Letra

 

Deixei a janela aberta
para a fada madrinha entrar
mas ela não apareceu
porque não sabia voar.
 
Deixei-me de merdas e fitas
para ver se olhavas para mim
mas uma flor nunca olhou o chão
e eu nunca serei jardim.

(La la la..)  

E desce, desce rio abaixo até ao mar.
 Desce e aprende a viver.
E hoje és tão diferente
de quem te viu nascer.

E quando cresci tive que reprimir
e trancar a criança que queria sair.
Moldamos o que somos a um mundo mau
que não cura e está a ruir.

  De passo frouxo
olhando o chão.
 Com trinta sóis aos ombros
e nenhum no coração.
  Põe-me a mão no peito
e sente o que tenho para dar.

(La la la..)  
(La la la..) 

  Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.

  (Voei num sonho e caí.
  Tentei jogar e perdi.
  Fechei a porta e então?
Para quê entrar se eu não faço diferença
   à tua presença.
  Esta sentença que me sou.)

(La la la..) 
(La la la..)  

Deixei que a doença estendesse
os seus braços negros por mim.
Estou velho, cansado
e não vi passar.
E o meu rio secou por fim. 
E o meu rio secou por fim.


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Bizarra Locomotiva
 
Precursores da música Industrial no nosso país, os Bizarra Locomotiva são hoje a principal referência do género no panorama musical Português.

A sua história remonta a 1993, quando Rui Sidónio (voz) e Armando Teixeira (voz e maquinaria) formam uma banda com vista a participar no Concurso de Musica Moderna da Câmara Municipal de Lisboa, um evento importante, de âmbito nacional, que já havia dado a conhecer grandes talentos.

Em 24 anos de carreira, já somam 6 álbuns de originais e são considerados a referência principal dentro deste género musical, em Portugal. Participaram no festival francês Printemps de Bourges, em 1994, no Festival MEO Sudoeste, ao lado de bandas como Marylin Manson e Blur ou no Super Bock Super Rock a par com Korn e dos Soulfly e em 2015 subiram ao palco do Reverence Festival Valada.

Rui Sidónio - Voz |Miguel Fonseca - Guitarra |Alpha - Máquinas |Rui Berton - Bateria
 
Fast Edie Nelson
 
Oriundo da cidade do Barreiro, Fast Eddie Nelson, começou a escrever, gravar e editar música no início dos anos 90. Tendo integrado projectos como Gasoline, The Sullens, Los Santeros, Big River Johnson e Fast Eddie & the Riverside Monkeys, tem editado os últimos trabalhos em nome individual.

Num percurso musical que navega livremente entre os Blues, o Rock, o Folk, o Bluegrass e algum psicadelismo, Fast Eddie Nelson tem editado música proliferamente em edições próprias e em participações em colectâneas nas quais se destacam: Barreiro Rocks – Optimus Discos; 10th Anniversary – Hey Pachuco Recs; 15 Anos de Indiegente – Nuno Calado/Antena 3, Sons of Chaputa – Chaputa Records.

Tem apresentado um pouco por toda a europa o seu som que cruza o Rock, o Mississipi Blues e o Folk e que centra a sua atenção ao regresso a uma existência mais simples e em sintonia com mundo. Tem tocado por toda a Europa sozinho, em formato One Man Band e com banda.
 
 
The Poppers
 
 Rock'N'Roll não passa de moda, não entra em desuso e muito menos morre. The Poppers são a prova viva disso mesmo.
Os The Poppers assumem com orgulho a herança do RocK'N'Roll. Sentem-se bem, sobretudo, a tocar ao vivo, ganhando uma intensidade e vitalidade em palco que só quem já os viu ao vivo pode descrever. São uma banda experiente, provocadora, intensa, cativante e cheia de atitude. Não é raro haver convidados especiais no palco a partilhar com eles canções, ou até membros do público chamados para tocar ou cantar expontâneamente com a banda. Os The Poppers têm tanto de imprevisíveis como de perfeccionistas, sempre com grande qualidade aliada à espontaneidade.

O colectivo lançou, em Janeiro, o seu novo disco de originais, «Lucifer», produzido por Paulo Furtado (The Legendary Tigerman / WrayGunn).
 
Peste & Sida
 
 Os Peste & Sida foram uma das históricas bandas dos anos 80 da música portuguesa. Formados em 1986, os Peste & Sida são uma das grandes referências da música Rock feita em Portugal na década de 80.

A banda está a celebrar os 25 anos de carreira com a edição de um livro
Com edição da Ulmeiro Editora, “Peste & Sida – 25 anos de Veneno” assinala a já longa carreira da banda lisboeta:

“Assinado por Augusto Figueira e Renato Conteiro, com prefácio de Miguel Cadete, o livro promete ser o retrato fiel do percurso da banda que pôs o país inteiro a cantar o “Sol da Caparica”, através de dezenas de testemunhos e de centenas de imagens, numa escrita leve e directa, bem ao estilo da banda. O livro inclui um CD tributo com várias participações de bandas portuguesas” (nota de imprensa).

Participaram no CD Tributo “25 anos de Veneno” os seguintes projectos:

Xutos & Pontapés; Tara Perdida; Simbiose; Decreto 77; Barafunda Total; Manuel João Viera; Rat Swinger; Galandum Galundaina; Primata Robot; Albert Fish; Zero à Esquerda; Resposta Simples; Winterspring; Asfixia; Boca Doce; Grog; Defying Control; Vira Lata; Gilberts Feed Band

João San Payo |João Alves |Sandro "Dosha" Oliveira
 
Insch

Os insch surgem em 2014, pela mão de três amigos de longa data. O compromisso, descomprometido, é “matar essa imensa saudade de tocar”.

Da sala de ensaios avistam-se as ondas da Ericeira que rebentam organicamente nas canções dos insch em ecos de Nirvana, Deftones, Nine Inch Nails, Bush ou Incubus.

O caminho é ainda curto mas tão acelerado que fez dos insch "Banda do ano 2015" para a BalconyTV Lisboa, um dos "8 artistas musicais desconhecidos que tem mesmo de conhecer" para a New In Town e ainda presença assídua no top 10 de pedidos dos ouvintes, na SuperFM.

O trio da Ericeira (Manel Gomes (baixo), Miguel Rodrigues (bateria) e Tiago Duarte (guitarra e voz) apresenta o álbum de estreia, “Safe Haven
 


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Letra

 

Letra:
(Girl like)
Não Não Não Não (2x)
Like Não Não Não Não
Assim Não Não Não Não
Ela diz,
Onde é que passas a noite? (x2)

Era suposto acordar com o teu telefonema, ela disse isso
Toda a noite à espera de notícias
Like back in the days era princessa,
Agora tenho de partilhar com essas bitches
Nós eramos wow (nós)
Tu tinhas-me na palma da mão
Nós eramos yes, yes, yes
Agora somos não não não não

Era suposto acordar com o teu telefonema
E podias usar essa mente nasty na minha pussy clean
Mas a pala da tua burrice we don’t fuck no more
Eu não sei se o rabo dessa miuda cabe bem nas minhas jeans
Mas se me trocaste tem que ser por alguém com algum valor
Alguém com algum valor
Tem de ser por algo algo maior, Tu só davas o corpo
Gostas de usar por vaidade, Mas tu não davas amor
Baby, eu sei que tens essas pussys for free. Eu sei que tas a procura dum date novo
Mas se tudo o que elas dão é fake love, então explica porque eu não percebo …

E ela diz
Não Não Não Não (2x)
Ela chora like
Não Não Não Não (2x)
E ela diz
Onde é que passas a noite (3x)
Onde é que pa…

E ela diz
Não Não Não Não (3x)
Assim Não Não Não Não
Ela diz
Onde é que passas a noite (3x)
Porque é que ontem não atendeste essa merda? Huh! Nega! Huh!
Diz-me que ontem adormeceste ou foste ao estúdio! Vai engana-me, força, faz-me de otária uma beca.
Tu olha bem para nós, eu perco a voz e perco a força.
Eu perco a força quando percebo que não é comigo que gastas o nosso tempo.

Mas tu abusas porque eu ainda fico. Porque é aqui que tu tens a vida. Mas ali que tu pões, o dick. O que é que eu fiz?
Tu nunca deixas ver o telemóvel. Essas tuas promessas sabem a pouco. Só queria que fosses um homem (bom)

Olha foi por pouco
Eu não encontrei a foto onde ela tem aqueles brincos que eu achei no crib
Olha foi por pouco
Que Eu ontem não descobri qual foi o fim dessa tua noite com os teus amigos.
Era suposto acordar com o teu telefonema...

(baby like)
Não Não Não Não (2x)
Ela chora like
Não Não Não Não (2x)
E ela diz
Onde é que passas a noite? (3x)
Onde é que…

E ela diz like
Não Não Não Não (2x)
Like Não Não Não Não
Assim Não Não Não Não,
Ela diz
Onde é que passas a noite? (3x)

Ela diz esta com alguém assim é andar pa’ trás
Então a mal ou bem a gente vai acabar
Ela diz esta com alguém assim é andar pa’ trás
Então a mal ou bem a gente vai…

Era suposto acordar com o teu telefonema!

Letra: Gerson "Gson" Costa

 



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Isaura

Estreia-se no Festival MEO Sudoeste a 3 de agosto

Foi hoje anunciado o concerto de Isaura, dia 3 de agosto, no palco LG no MEO Sudoeste. É a estreia de Isaura na Zambujeira do Mar e uma oportunidade de ouvir ao vivo algumas músicas novas, incluindo o single que lançou há uma semana, “I Need Ya”.

 

I Need Ya” é o primeiro avanço daquele que será o álbum de estreia de Isaura, com data de lançamento agendada para os primeiros meses de 2018. Escrito e composto por Isaura, o tema foi co-produzido pela artista em parceria com Kking Kong (‘Agulha no Palheiro’ de Carlão, ‘Erro’ de Diogo Piçarra, em co-produção com Branko). O vídeo foi realizado e produzido por Liliana Ramires.

Isaura estreou-se em dezembro de 2014 com a música “Useless”, cujo videoclipe recebeu mais de 120.000 visualizações no YouTube e chamou a atenção para uma das revelações nacionais dos últimos anos.

Seguiu-se “Change It”, editado pela Universal Music Portugal, ao abrigo da parceria com a plataforma Tradiio. “Change It” reforçou a surpresa, tendo conquistado mais de 170.000 visualizações e antecipado a edição do EP “Serendipity”, em Maio de 2015.

Serendipity” foi acarinhado pelo público e conquistou rapidamente lugar de destaque na plataforma Tradiio, que a levou a apresentar-se ao vivo no Super Bock Super Rock.

“I Need Ya” marca o inicio de uma relação contratual com a Universal Music Portugal.



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Letra

 

Raiva é amor mal canalizado,
É uma prenda enfim,
Que ofereço só a mim
E aceito com agrado.

Raiva é saudade de tudo o que nunca foi teu;
É um tesouro achado,
Que estimo e que guardo,
Como se fosse meu.

E não tens de a esconder,
Quando ela vem,
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.

E a raiva não dá murros,
Não dá turras nem pontapés,
Quem a tem sempre a experimenta,
Dos 8 aos 80 e de lés a lés.

Porque a raiva não é feia,
Não é crime nem é pecado,
É uma fogueira ao frio,
Uma santa com feitio um bocadinho ao lado.

E não tens de a temer,
Quando nada corre bem,
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.
Porque a raiva só é má,
Quando a alma é má também.

Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!
Deixa toda a tua raiva em mim!

E se caso com a alma,
Não distingo o mal do bem,
Guarda longe essa raiva
Antes que mates alguém.
Guarda longe essa raiva
Antes que mates alguém.

 



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Sexta-feira, 2 de Junho de 2017
Luis Represas: estreia hoje vídeo do novo single
 
LUÍS REPRESAS
 
9 DE JUNHO | CASINO DE VILAMOURA
 
10 DE JUNHO | HOTEL ALGARVE CASINO – PRAIA DA ROCHA

 

“Luís Represas ruma a Sul, desta vez para apresentar o espectáculo que comemora os seus 40 anos de música. O cantor e compositor fundador do Trovante, com uma carreira a solo invejável irá apresentar o seu novo single "Se achas que sim” que irá fazer parte do novo disco de originais com saída prevista para Setembro deste ano, nunca esquecendo temas intemporais que acompanharam gerações.”



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Letra

 

Morte do meu pai afundou-me no alcoolismo,
Tu sucumbias se vivesses o meu transtorno,
Querem que eu faça música no meio do cataclismo,
Eu estive perto do abismo sem retorno,
Xeg, viu a minha aura dissolvida,
Não vou dizer aqui, aquilo que fizeste por mim X
Viste a minha paz absorvida pelo desgaste,
X, salvaste-me a vida, tu sabes.
Estava em silêncio a viver a minha miséria,
Decadência funérea como dezembros na Sibéria,
Eu vi a vossa caminhada para o universo Pop,
E vi como emporcalharam o Hip Hop,
Bué sons de brisas e primaveras,
Até curto sons de amor mas bro tu exageras,
Com jeitinho faz beicinho, exibe autoestima,
E acaba esse videoclipe com um beijinho na menina.

Piroso do caralho,
Prodigioso para eles, para nos mais um paspalho.
Crónica ânsia para ser a estrela propalada,
Queres ser a estrela mais falada, com a música mais badalada,
Queres ir da calada, até à ascensão supersónica,
Com essa salada sinfónica de baladas radiofónicas.
Piroso do caralho,
És mesmo o tipo de MC excrementoso que eu estraçalho.
Como se a cultura tivesse sido subornada,
Estamos sem voz há muito tempo, nação desgovernada.
Letras eram granadas agora são gangrenadas,
Rap burro, não temos opinião sobre nada.
Manos em Angola perseguidos por ativismo,
Geração Snapchat ancorada no narcisismo,
3ª Guerra Mundial entre Ocidente e Jihadismo,
E nós com rimas de ostentação e materialismo.

Hip Hop em chamas, tenho de ser o MC bombeiro,
Dizer que somos azeiteiros, vendidos, é lisonjeiro,
Antes sentias o frisson do nosso rap guerrilheiro,
Agora já fazemos alianças com kizombeiros.
Observo as sinalizações,
E o teu estilo de prostituta nessas ritualizações,
Nós só queríamos saber de rimas e inovações,
Agora só preocupados com visualizações.
Tu viralizas, enquanto vigarizas,
10 milhões de views mas quem é visualiza,
Essas mesmas pitas atadas na alienação,
Desesperadas por atenção, descascadas no Instagram.
Nunca conquistas a fama, tu és só cobaia,
Capas de revista, deixa isso para a Maia,
Deixa a passadeira vermelha e essa azáfama,
Globos de Ouro, deixa isso para a Ágata.

Falo sem superioridade moral,
No passado em momentos também fui paradoxal,
Faltou-me essência, para manter a dissidência,
Faltou-me cadência, firmeza, coerência.
Mas estou de volta, para dar a reviravolta
De volta ao rap de revolta, pronto para qualquer embate,
Não há empates, de volta ao rap com tomates,
Não há derrotas, de volta ao rap de combate.
De volta à nudez, ye de volta à rudez,
Outra vez de volta para acabar com tanta mudez,
Outra vez de volta com o feeling do rap português,
Sem porquês, morte ao rap burguês.
Como um bruxo, com o capucho na cabeça,
Rimávamos pobreza hoje rimamos roupas de luxo,
Muito rap meigo, muito rap murcho,
Não se poupa cartuchos estou de volta ao rap sujo!

 

 



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kit.jpg

 

“SÒ METADE”, A ESTREIA DE CORPO INTEIRO DOS KIT

 

“O bom e velho rock’n’roll nunca desaparece. Pode hibernar e mergulhar de novo na sarjeta, mas está sempre à espreita na esquina mais próxima. Pronto para regressar mais forte e colossal que antes”. As palavras são de Alex Turner, figura de proa do rock milenial, mas podem ser usadas para descrever a ascensão dos KIT.

 

Educados na escola de mestres como Xutos e Pontapés, UHF ou GNR, os KIT rugem pela força tremenda de “Só Metade”, que os coloca de imediato na lista de promessas do rock nacional a manter debaixo do olho. O tema é o primeiro avanço do EP de estreia do trio, a ser editado em Setembro próximo com o selo da Music For All.

 

                                                                               

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

 

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo é dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade”, promissor cartão de visita do EP de estreia que chegará ao mercado em Setembro próximo, com o selo da Music For All.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 


Letra e Vozes: Em Contraste (João Figueiredo/Mauro Carvalho)
Música : Em Contraste e Pedro Cardoso

 



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via.jpg

 

 

Sexta 2 de junho | 21H30

MÚSICA| 75 MIN | M/6

Auditório | 7,5€

 

VIA

 

O Cine-Teatro de Estarreja apresenta, sexta-feira, dia 2 de junho, às 21H30,VIA num Concerto Solidário a favor da Unidade de Cuidados Continuados Dr. Egas Moniz, Avanca, e integrado na Brainweek’17.

 

Por motivos alheios ao Cine-Teatro, ao Município e à Brain Week’17, informamos que o concerto solidário a favor da Unidade de Cuidados Continuados Dr. Egas Moniz, Avanca, será assumido pela artista VIA. O concerto está marcadopara a próxima sexta-feira, dia 2 de junho, no Cine-Teatro de Estarreja, às 21h30. O preço do bilhete é 7,50 €.

 

Nasceu no Porto e chama-se Elvira Brito e Faro, mas todos a tratam por Via. Autodidata na guitarra e no ukelele,conta já com uma formação musical muito rica e diversa, tendo passado pela Escola Maiorff, pela Valentim de Carvalhoe posteriormente pela Faculdade Nova de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Musicais. Estudou piano jazz no Hot Club, e atualmente na ESMAE.

 

Desde cedo começou a escrever e compor os seus temas mas, assumidamente reservada, só mais tarde decidiu mostrá-los.

 

Depois de 4 anos a estudar em Lisboa, regressa ao Porto em 2014 e no ano seguinte inicia o seu projeto musical, VIA, numa formação com mais 3 elementos. Ao concorrer ao EDP Live Bands, entre mais de 300 bandas, conseguem chegar à final. Estava dado o pontapé de saída para o percurso de um projeto que promete dar que falar na música portuguesa. 

 

Um talento a descobrir neste espetáculo cujas receitas revertem a favor da Unidade de Cuidados Continuados (UCC) Dr. Egas Moniz, localizada em Avanca. O equipamento entrou em funcionamento em 2014 tendo como missão a prestação de cuidados de saúde de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência, promovendo a sua autonomia e bem-estar.

 

A comunidade, no âmbito da Brain Week 2017, tem aqui mais uma oportunidade para apoiar o trabalho da UCC, que resulta num evidente benefício social para a sociedade.

 

 



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Letra

 

Levei um tempo a perceber
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada
Mas hoje eu não durmo sem dizer
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada

1*Verso
Cheguei a conclusão
Que tu nem tens noção
Mais vale um sábio louco
Do que um burro sem razão
Tens sempre opinião
Queres sempre ter razão
Só não esqueças que o mundo
Gira noutra direcção

Refrão
Levei um tempo a perceber
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada
Mas hoje eu não durmo sem dizer
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada

2* Verso
Cansei de te explicar
Mas tu não queres aprender
Não queres dar o braço
Pra não torcer
Mas queres me abraçar
Não dá para entender
Acho que não tens ideia
Que o teu castelo é de areia
Nunca aprendes a lição
Vives num mundo de ilusão

Refrão
Levei um tempo a perceber
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada
Mas hoje eu não durmo sem dizer
Que tu não vales nada
Tu Não Vales Nada

Bridge
E agora sou eu
quem não quer saber
Ahh ahh ahh
Ah ahh ahhhh
Podes me ofender
Que eu não quero saber
Ahh ahh ahh
Ah ahh ahhhh
E até de óculos escuros
Consigo ver
Que tu não vale nada
Tu Não Vales Nada
Tas como esses rappers
a escrever
Tu Não Vales Nada
Tu Não Vales Nada...

 



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Bilhetes à venda (toda a gente devia ter um)


 Aveiro vai conhecer a “Tia Graça”!
quinta 8 junho, 21h30
Aveiro, Espaço GrETUA


“Tia Graça – Toda a gente devia ter uma” é a mais recente criação da d’Orfeu AC e sobe ao palco do Espaço GrETUA, em Aveiro, na próxima quinta-feira (8 de junho), às 21h30. 

“Tia Graça” é um espetáculo de autor, concebido e interpretado por Luís Fernandes, no papel mais maduro do seu percurso criativo, a par de um extraordinário trio de jovens instrumentistas da nova vaga: Joana Soares (oboé), Inês Moreira Coelho (fagote) e Inês Luzio (eufónio). A música original é da autoria de Manuel Maio e a cenografia é assinada por enVide neFelibata.

“Maria Virgínia da Graça nunca aprendeu uma nota de música do tamanho de um comboio. Nem ela, nem a mãe, nem as irmãs, nem nenhuma mulher lá de casa. Pelo contrário, todos os homens da família são músicos. Nunca teve filhos, por isso foi mãe do avô, mãe do pai, mãe dos irmãos e agora é mãe dos próprios sobrinhos. Tudo músicos. Hoje, viajada e muito vivida, a Tia Graça está surda que nem uma porta. O que, numa família destas, tem muita graça.”

Assim se apresenta a nova criação da d’Orfeu AC que, depois da estreia em Águeda com lotação esgotada no início de maio, sobe ao palco do Espaço GrETUA (Aveiro) já na próxima quinta-feira, 8 de junho. Os bilhetes estão à venda.



http://www.dorfeu.pt/tiagrac



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Letra

 

All those days, all those days on the water
Here today in the light of each other
You counted out the gains
You counted out the ways
You counted out the days
You're just a step away

And you don't know how, you came too far
Don't you wanna wake up, I'm sure you wanna wake up
And come back to life again

Don't talk don't touch, don't wake me
Don't take me back to where I was
Let me sleep forever more

But you don't know how
You're out too far, don't you wanna wake
up, I'm sure you wanna wake up and
come back to life again
You're out too far, ooh don't you wanna wake up
I'm sure you wanna wake up and come back

When you don't know how you came this far to come
don't you wanna wake up I'm sure you wanna wake up
You know you're out too far, so come
don't you wanna wake up
I'm sure you wanna wake up
And come back to life again

 

Music and lyrics by Nuno Gonçalves, Sónia Tavares and Brian Eno.

 



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shawn.jpg

 

Shawn Mendes conquista rádios de todo o mundo com o single “There’s Nothing Holdin’ Me Back” 

O single entrou no top 5 da tabela Global Spotify com mais de 3,1 milhões de streams diários

Depois do grande sucesso que fez no seu regresso a Lisboa, com o concerto na MEO Arena, o lusodescendente Shawn Mendes continua a conquistar o mundo com o seu mais recente single, “There’s Nothing Holdin’ Me Back”, que é um verdadeiro fenómeno global.

A canção está a conquistar as tabelas de airplay um pouco por todo o mundo. O tema acaba de atingir o 1.º lugar da tabela de airplay no Reino Unido, encontrando-se ainda em 2.º lugar na Alemanha, no top 5 da Austrália e Irlanda, no top 10 da Dinamarca, Holanda e Nova Zelândia e no top 15 dos EUA e Canadá. Em Portugal, “There’s Nothing Holdin’ Me Back” chegou ao top 30 da tabela nacional de airplay, ao lado de Mercy, que alncançou o primeiro lugar.

“There’s Nothing Holdin’ Me Back” está também a conquistar os tops do Spotify por onde passa, tendo entrado recentemente para o top 5 da tabela Global Spotify com 3,1 milhões de streams. O single está ainda no top 5 dos temas mais ouvidos no Reino Unido, Áustria, Alemanha, Irlanda e Dinamarca, no top 10 de Portugal, Austrália, Bélgica, Canadá, Hong Kong, Japão, Holanda, Nova Zelândia, Polónia, Singapura, Suécia e Suíça e top 15 do Spotify nas Filipinas e Taiwan.

O tema também já atingiu o 1.º lugar do top de vendas no iTunes em 18 países, entre eles os EUA, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Brasil, Áustria, Irlanda, Holanda, Filipinas e Suécia. 

“There’s Nothing Holdin’ Me Back” faz parte da reedição de “Illuminate”, o aclamado segundo álbum de estúdio de Shawn Mendes.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e Vozes: Em Contraste (João Figueiredo/Mauro Carvalho)
Música : Em Contraste e Pedro Cardoso

 



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rodrigo.jpg

 

 
Rodrigo
Alteração de data para dia 17 Junho
 
MÚSICA
17 JUN | 21:30H |10€
Classificação Etária M6
 
 
Fadista já lendário e bem popular, é intérprete de um reportório vasto com mais de 30 discos gravados. Tem um estilo bastante original, condicente com a sua maneira (também ela original) de interpretar o Fado.

Da sua carreira destacam-se os inesquecíveis êxitos : Cais do Sodré, letra de Paco Bandeira; Gente do Mar e Eu sou povo e canto esperança, de João Dias; e Coentros e Rabanetes, de Jorge Atayde e o Fado do 31.
 
PROGRAMAÇÃO JUNHO 
 

IN BROADWAY
TEATRO MUSICAL
18 JUN | 17:00H |8€
Classificação Etária M3


LENA D'AGUA
Piano e Voz

MÚSICA
24JUN | 21:30H |10€
Classificação Etária M6


O RECREIO DA ANITA
MÚSICA INFANTIL
25JUN | 16:00H |6€
Classificação Etária M3


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Letra

 

Nunca tá, nunca tá
Parece que nunca estou satisfeito
Tenho tudo feito que eu vou vendo
Se o que eu dissesse fosse feito sempre por mim era diferente
Mas também erro, deixo cenas pra trás
E também peco mas não peço muita coisa
E agradeço tou mais perto
De algum sitio não sei de onde
Mas vou lutar porque acredito
Vou expressar raiva com grito
Sinceridade ao ouvido
O erro não é foder é sentir
É virem se lá dentro e o aperto avaria
Cabeças que são brilhantes
Arrepiam vê-las, ver diamantes
Em vez de quererem uma família
Cada vez estão mais distantes
Do que eu acho sem saída
O Pedro é que é suicida
O Pedro diz a verdade
Não é segredo que eu já falhei
Talvez fosse a necessidade
É da idade ou algo assim
Deixa me regar o meu jardim
Deixa me voar, abrir as asas
E voltar a olhar para ti
Deixa me dar te o que é para mim
Mais importante que o resto
Que nunca te dei ou escrevi

Nunca tá demais com fé
Há sempre algo em falta
E a malta até
Nunca vais ser feliz se não fores sincero
É como Deus quiser
Tudo à Lagardère [x2]

Quanto mais tenho mais vou querer
Mas vou dizer pra parecer bem que não, que confusão
Vou me perder à pala dele não pode ser
Isso só sustenta vícios nunca ossos do oficio
Foram benefícios ver se vierem pode ser
Podem vir bençãos aos pontapés
Meto numa casa a viver
Minha família a ver marés
Aquilo que vão dizer vou meter entre os meus pés
Um papel amachucado no chão fintas à dez
Esquerda, direita, choque solta e corre diz o mister
O gajo até pode ser bom mas sem esforço morre liso
Ya eu chuto opiniões vivo daquilo que acredito
Só falo de tantas nuvens porque vi o céu bonito
E agora tá meio esquisito
Puto acorda não faz sentido
Estica a corda, limpa o ouvido
Evita só falar dá tua pedra de fininho
Cada ser tem o seu destino
Um sonho um caminho
Ainda é de borla sonhar

Nunca tá demais com fé
Há sempre algo em falta
E a malta até
Nunca vais ser feliz se não fores sincero
É como Deus quiser
Tudo à Lagardère [x5]

 



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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017

bacalhau.png

Ana Bacalhau

Mais de 100 mil visualizações do vídeo de “Ciúme” em menos de uma semana

Estreou no passado dia 25 “Ciúme”, o primeiro single de “Nome Próprio”, o álbum que marca a estreia a solo de Ana Bacalhau, a voz dos Deolinda. Com música e letra de Miguel Araújo, “Ciúme” estreou no mesmo dia do seu lançamento o videoclipe, que já soma mais de 100 mil visualizações. O vídeo, realizado por Sérgio Rosário e Igor Fioravanti, com direcção criativa de Joaquim Albergaria, tem estado no TOP de trends do Youtube.

 

Nome Próprio” já se encontra em pré-venda no iTunes e na Fnac, loja que tem uma edição exclusiva com uma canção extra: “Dama da Noite”, de António Zambujo e João Monge.

Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão são outros dos nomes que constam de “Nome Próprio”. Ana Bacalhau também se aventura na composição em “Deixo-me Ir”, canção para a qual também escreveu a letra, o mesmo acontecendo em “Só Eu” e “Menina Rabina” (ambas com música de Henrique Janeiro). 

Na gravação do disco, Ana Bacalhau contou com a preciosa mestria de Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho,bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo), Alexandre Frazão (bateria, percussão), músicos que a acompanharão ao vivo. Em “Ciúme”, o primeiro single agora estreado conta ainda como músicos convidados Mário Delgado (guitarra eléctrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho).



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Letra

 

Todos me dicen el negro, llorona
Negro pero cariñoso
Todos me dicen el negro, llorona
Negro pero cariñoso
Yo soy como el chile verde, llorona
Picante pero sabroso
Yo soy como el chile verde, llorona
Picante pero sabroso
Ay de mí, llorona
Llorona, tú eres mi chunca
Ay de mí, llorona
Llorona, tú eres mi chunca
Me quitarán de quererte, llorona
pero de olvidarte nunca
Salías del templo un día, llorona
Cuando al pasar yo te ví
Salías del templo un día, llorona
Cuando al pasar yo te ví
Hermoso huipil llevabas, llorona
Que la virgen te creí
Hermoso hipil llevabas, llorona
Que la virgen te creí
Si porque te quiero quieres, llorona
Quieres que te quieres más
Si porque te quiero quieres, llorona
Quieres que te quieres más
Si ya te he dado la vida, llorona
¿Qué mas quieres?
¿Quieres más?
Si porque te quiero quieres, llorona
Quieres que te quiera más
Si porque te quiero quieres, llorona
Quieres que te quiera más
Si ya te he dado la vida, llorona
¿Qué más quieres?
¿Quieres más?


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duetos.jfif

 

"Duetos", novo disco de Paulo de Carvalho, entra diretamente para o 2.º lugar do top nacional de vendas

A 8 de julho, Paulo de Carvalho dá concerto de celebração de 55 anos de carreira e 70 anos de vida na Praça do Município, em Lisboa

Nome incontornável na música portuguesa das últimas décadas, Paulo de Carvalho assinalou os seus 55 anos de carreira com o lançamento de um novo álbum, intitulado “Duetos”, para o qual convidou algumas das vozes mais importantes do panorama nacional. O álbum entrou diretamente para o 2.º lugar do top nacional de vendas.

Estes 55 anos de carreira, e 70 anos de vida, serão celebrados de forma muito especial num concerto a ter lugar na Praça do Município, em Lisboa, no próximo dia 8 de julho.

Duetos”, o novo disco de Paulo de Carvalho, reúne várias vozes importantes da música portuguesa de diferentes gerações. Diogo Piçarra é uma das vozes que se ouvem no disco, no single “Flor Sem Tempo”, que é também o tema de abertura. Agir, que é também produtor do álbum, canta com Paulo de Carvalho o tema “O Meu Mundo Inteiro”.

 

Entre os convidados deste “Duetos” estão ainda artistas como Carlos do Carmo (no icónico “Lisboa Menina e Moça”), António Zambujo (“Os Meninos de Huambo”), Camané (canta em “Os Putos”), Raquel Tavares (“O Homem das Castanhas”), José Cid (“Nini Dos Meus Quinze Anos”) ou Marisa Liz (no histórico “E Depois Do Adeus”, que serviu como primeira senha no 25 de Abril de 1974).

Em “Duetos” estão reunidos alguns dos maiores êxitos de Paulo de Carvalho, graças aos quais se afirmou como uma das mais importantes vozes da música nacional nestes últimos 55 anos, aqui partilhadas com vozes de diferentes panoramas musicais, refletindo assim o quão marcante e influente é o seu percurso.

Como intérprete já percorreu muitos caminhos e viveu várias experiências. Foi, por exemplo, duas vezes vencedor no Festival RTP da Canção (Portugal – 1974 e 1977) e participou em festivais na Bulgária, Polónia, Bélgica, Chile, Rio de Janeiro e Espanha. Aos 30 anos de profissão foi homenageado pela Casa da Imprensa na Grande Noite do Fado.

Como autor-compositor tem mais de 300 canções escritas, compondo canções para muitos companheiros de profissão como Carlos do CarmoSimone de OliveiraSara TavaresMartinho da VilaAnabelaVasco RafaelLena D’Água ou Mariza.

Paulo de Carvalho foi condecorado com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade, em 2009, pelo Presidente da República, sendo nesse mesmo ano eleito uma das melhores vozes portuguesas de sempre pela revista Blitz.



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Agenda Concertos Music For All_Flyer Junho.png

 

 

AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JUNHO

 

O mês de Junho traz uma série de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes:

 

A Travessa do Corrupio inaugura o mês com uma apresentação ao vivo a 2 de Junho na FNAC Alfragide que servirá para apresentar ao público as canções de “Resumo”, o EP de estreia onde se encontram influências de jazz, rock e folk combinados com a alma da música tradicional portuguesa. Segue-se mais um showcase a 18 de Junho na FNAC Vasco da Gama. Oportunidade ideal para conhecer ao vivo e a cores o projeto da banda de “A Vida (O Início)”.

 

Também Ritchaz Cabral continua a levar o seu EP “Mal Famadu” às FNAC portuguesas. Depois de atuações em Almada, Vasco da Gama e Alfragide, o músico luso-cabo-verdiano chega agora às FNAC de Oeiras (3 de Junho) e Colombo (26 de Junho), preparando-se para brindar uma vez mais os presentes com a sua sonoridade bem urdida em torno de elementos da cultura musical africana.

 

Por fim, Luciana Araújo entra em cena a 24 de Junho com um showcase marcado para a FNAC Alfragide. A cantautora luso-brasileira encontra-se a promover o álbum “Essências”, o disco de estreia que se espraia em territórios da MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos, de onde já foram extraídos os singles “Mais” e “É Segredo”.



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Letra

 

Nuno Adriano Moreira Ramos
Padre da igreja de Carnide há seis anos
Respeitado e admirado por toda a freguesia
Todos adoram a sua simpatia e sabedoria
Na missa ele defende com valentia
A necessidade de abstinência sexual e da homofobia

Todos aplaudem, alguns concordam
Todos aplaudem, alguns discordam

À noite no seu quarto solitário
Seu corpo acende fogos como um incendiário
À cabeça vêm-lhe imagens de homens incorporados
Assustado masturba-se e viaja no prazer interditado
Vendo mais imagens, agora dos acólitos da igreja
Crianças que ele tanto observa e tanto deseja
Ele ejacula e chora

"Entre o prazer e a religião, fica uma alma que se apavora"
"Entre o prazer e a religião, fica uma alma que se apavora"

Lurdes Conceição Torres Bragança
Casada há oito anos, mãe de três crianças
Na cama com o marido entrega-se para o satisfazer
Mas nunca se sentiu excitada
Nunca sentiu prazer

Lurdes nunca o amou e é o desamor que lhe arrasa
Ela casou porque toda a gente casa
A toda gente ela diz que nunca esteve tão feliz
Sorri e ilumina os olhos melhor do que qualquer atriz
À noite quando ele dorme, ela chora

"Entre o desamor e a resignação, fica uma alma que se apavora"
"Entre o desamor e a resignação, fica uma alma que se apavora"

Rui Fontes Palma Furtado
Arquiteto de sucesso consagrado e abastado
Todos o admiram
Todos o invejam
Todos o bajulam
Todos o cortejam
E ele pavoneia-se com tanta subserviência
Julga-se o senhor eminência
Desfila com opulência

Ele é bem sucedido mas o seu sonho era ser trompetista
Ter uma banda de jazz, ser elogiado em revistas
Ele tem dinheiro e prestígio
Mas do seu sonho de vida nunca viu nenhum vestígio
Quando ouve Miles Davis, ele chora

"Entre o sonho e o desencanto, fica uma alma que se apavora"
"Entre o sonho e o desencanto, fica uma alma que se apavora"

Padre Nuno, Lurdes, Rui
Estão os três no teatro, a ver a peça "baile de máscaras" que estreou com aparato
Os três adoram teatro
Acham que é um espetáculo graúdo

Onde em cima do palco tu estás acima de tudo
Onde o que mais se liberta é exaltado e aclamado
Onde podes ser o que queres sem ser sentenciado
Onde os imunes à pressão são celebrados e enaltecidos
Onde até os desintegrados são aplaudidos!

O teatro é nossa casa!
O teatro é nossa casa!
O teatro é nossa casa!

 



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singularity.jpg

 

 

Depois de nos estrearmos em 2016 com o EP homónimo através da Enough Records.

Em 2017 marcamos uma nova fase com o lançamento de um novo single "Singularity" que retrata a auto-consciência, o processo de olharmos para nós como a peça fundamental do enorme puzzle que é a vida.

O single foi lançado em exclusivo através da idioteq.com e está disponivel na nossa página do Bandcamp e brevemente tambem estará no Spotify, Google Play e iTunes.


http://thenewgeometry.bandcamp.com/track/singularity-single

 

 



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