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O BONS SONS é um dos festivais de música abrangidos pelo novo Programa "Sê-lo Verde", uma iniciativa do Ministério do Ambiente e Fundo Ambiental. Além das acções implementadas nas edições anteriores, este ano há um total de quatro medidas que terão apoio financeiro para sair do papel: a instalação de torneiras redutoras de caudal, a instalação de casas de banho secas no parque de campismo, eco-vídeos de sensibilização para boas práticas ambientais e actividades educativas dirigidas aos mais novos.
O Plano Ecológico desta edição do BONS SONS abarca as medidas já implementadas em anos anteriores do festival, indo mais além com a proposta de novas medidas. Centrado na necessidade de o festival marcar a aldeia e de a aldeia marcar o festival, não só cultural mas ambientalmente, foram definidas medidas adicionais que terão por base a poupança de recursos durante e após festival. A sua implementação será feita numa perspectiva de melhoria contínua, através da instalação de equipamentos e a adopção de práticas que envolvam toda a comunidade BONS SONS: habitantes, visitantes, concessionários e as estruturas regionais em que a Aldeia se insere.
O Programa "Sê-lo Verde" visa incentivar, nos grandes eventos de música, a adopção de boas-práticas ecológicas com impacto ambiental, social e económico, através do financiamento de medidas verdes. Este programa apoia medidas tangíveis e intangíveis que promovam junto do público a vertente ambiental do evento. Recorrendo a esta linha de financiamento do Ministério do Ambiente, o BONS SONS conseguiu apoio financeiro para a implementação de 4 medidas. Serão apoiadas, como medidas tangíveis, a redução dos consumos de água, através da instalação de torneiras redutoras de caudal, assim como a instalação de sanitários secos no Parque de Campismo. Ao nível das medidas intangíveis, o BONS SONS irá desenvolver um conjunto de vídeos de sensibilização, dinamizados por quem "Vive a Aldeia" e destinados a quem "Vem viver a Aldeia", bem como a dinamização de acções de educação ambiental no Espaço Criança.
Serão instaladas torneiras com redutores de caudais nos locais mais adequados, onde se poderão promover usos mais equilibrados (ex. pontos de lavagem de canecas) ou com maiores poupanças de água (ex. banhos no parque de campismo), ou locais que sejam utilizados durante todo o ano (ex: equipamentos da associação cultural SCOCS). Com a instalação destas torneiras são esperados três resultados: a natural redução dos consumos de água, uma melhoria na gestão da água por parte dos utilizadores, e uma redução que se irá estender para lá do período do festival.
Outra medida que racionaliza a utilização de água é a instalação de casas de banho secas no Parque de Campismo. Será a primeira vez que acontece no BONS SONS e prevê-se que, em próximas edições, se aumente a sua utilização, aprendendo com a experiência e melhorando a sua eficácia. Com estes dispositivos prevê-se a redução do volume de efluentes líquidos encaminhados para tratamento em ETAR. Paralelamente, e numa perspectiva de reutilização de recursos, o composto resultante das pilhas de compostagem destes resíduos será disponibilizado à população para utilização nas suas hortas e jardins.
Através de mensagens em vídeo, serão sugeridos ao visitante comportamentos simples que melhoram a pegada ecológica, compreendendo que o espaço não é apenas um recinto, é a casa de muitas pessoas. Os residentes serão eles próprios os protagonistas destes vídeos, tonando-se embaixadores das boas práticas ambientais e, assim, perpetuando a sua actuação além do festival.
No Espaço Criança irão mais além, com actividades dirigidas aos mais novos directamente focadas na aprendizagem de boas práticas ambientais e na transmissão de conhecimentos relacionados com as funções dos ecossistemas (ex. ciclo da água). As faixas etárias mais jovens podem, desta forma, ser sensibilizadas de forma lúdica e didáctica, promovendo a aprendizagem conjunta entre crianças, bem como a transmissão destes valores no regresso à família.
O estabelecimento de um Plano Ecológico do BONS SONS tem sido uma preocupação desde o início do festival. Destaca-se, este ano, a eliminação definitiva dos copos descartáveis de cerveja e refrigerantes, promovendo-se a utilização de copos reutilizáveis. O Plano Ecológico do BONS SONS não se esgota nesta nem nas 4 medidas financiadas através do Programa "Sê-lo Verde". No plano estão previstas ainda a melhoria do sistema de segregação e recolha diferenciada, a promoção da utilização de cinzeiros portáteis e a definição de "Recomendações de Melhoria de Desempenho Ambiental do Concessionário". Todas as acções do Plano Ecológico serão enquadradas por um plano de monitorização das medidas adoptadas.
Letra
It shook me and deterred me
Father whispers on
We waited long while grieving there
Before words would soar
'He's timid', heard while creeping by
High and up on the city
Does it really matter much how far?
And we'll see just who we are
Come back to see me in a thousand years,
will you?
And we'll see how far we are
Embrace all the love
To find beauty all around
Even though it can't be found
Indulging on your own
Do you want me to stay and lose control?
It's whiskey for the journey
Pops! I'm risking on
Not sure I'll ever see the light of day
These blinders still won't come off
'He's empty', heard while fleeing by
High and up on the city
Does it really matter much how far?
'You're empty', heard while fleeing by
High and up on the city
Does it really matter much how far?
Music - Indian Rubber
Video - Maria Adriana Ventura

Letra
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“BLINDERS”, O NOVO SINGLE DOS INDIAN RUBBER
Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.
O segundo registo dos Indian Rubber já se encontra disponível para escuta em plataformas como o iTunes, Tidal, Google Play, Spotify e The Store com o selo da Music For All, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.
Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.
A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.
Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.
Letra
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“Diferentes Iguais” é o novo single dos A.M.A.
Os A.M.A. continuam a desafiar a criatividade e trabalham para lançar uma música por mês.
O estilo é viciante e irresistível num universo entre os sintetizadores e as melodias de piano. As letras, retratam essencialmente histórias de amor com as duas vozes em uníssono num timbre único e original. Uma verdadeira viagem pela Eletrónica, Pop, R&B.
Letra
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WORD MUSIC
AUDITÓRIO 6€ / 4€ (CARTÃO AMIGO, SÉNIOR e JOVEM MUNICIPAL, CARTÃO D'ORFEU E OUTROS DESC: APLICÁVEIS)
PASSE FESTIM / CME 8€
WORD MUSIC | 75 MIN | M/6
Vibrante, autêntica e tremendamente dançante, a música de Lura convida a uma viagem festiva pelas ilhas de Cabo Verde. Da doçura da morna à forte pulsação do funaná, o público vai poder navegar na rica cultura musical do arquipélago. Dona de uma das mais carismáticas vozes cabo-verdianas da atualidade, Lura goza de um grande prestígio internacional, mesmo fora do mundo lusófono. A artista, com o seu tom profundo e sensual, dá largas à alegria de todo um povo. Cabo Verde, de novo no Festim, vai ser sinónimo de festa e dança num grande concerto.
Lura voz Toy Vieira piano Tuur Moens bateria Paulo Bouwman guitarra Thierry Fanfant baixo
Letra
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Letra
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Se ela vai embora
Eu fico sem chão
Fiquei sem certeza, de que foi em vão
Era o que eu queria, e ela não quis ver
Era tudo o que eu podia
E ela queria sem querer
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Não, eu já não sei
No que é que eu errei
Contudo o que eu te dou
O que é que eu não te dei
Se te vais embora
Leva a estrela que á em mim
Deixa a lua comigo, para poder pensar em ti
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Se ela vai sorriso morre
Se ela vai sorriso corre, para longe de mim
Dia 29, 30 de Junho e 01 de Julho útlimos concertos da Temporada no O'culto da Ajuda
| MÚSICA DE CÂMARA | |
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Suite para oboé e violoncelo - Paulo Chagas e Miguel Mira
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29 de Jun. de 2017 21:30O'culto da Ajuda
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29 de Junho de 2017 | 21h30 Suite para oboé e violoncelo de Paulo ChagasPaulo Chagas oboé Miguel Mira violoncelo A Suite para oboé e violoncelo de Paulo Chagas é uma composição onde se combinam elementos da escrita formal com grafismos não convencionais, cruzando-se material escrito com improvisação orientada. Estruturalmente a peça divide-se em oito secções com caracteres distintos entre si, onde a variedade estilística pode representar um desafio para os intérpretes, no sentido de alcançarem a coesão no somatório das partes. Trata-se pois de um exercício de transversalidade idiomática que evoca uma percepção sensorial global em diferentes dimensões – som, imagem, linguagem.
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| IMPROVISAÇÃO | |
O P E N 4 t e t - BECHEGAS | ESTEVES da SILVA | FAUSTINO | MITZLAFF
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30 de Jun. de 2017 21:30O'culto da Ajuda
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30 de Junho de 2017 | 21h30 O P E N 4 t e tBECHEGAS | ESTEVES da SILVA | FAUSTINO | MITZLAFFCarlos Bechegas flautas João Paulo Esteves da Silva piano Rui Faustino bateria Ulrich Mitzlaff violoncelo SINOPSE open4tet - BECHEGAS | ESTEVES da SILVA | FAUSTINO | MITZLAFF ::::::: estima uma viagem planeada, confirmando o itinerário familiar! Neste quarteto, de instrumentistas / compositores multifacetados, a espontaneidade opta por atalhos, não enjeitando a derrapagem controlada, para surpreender e ser surpreendido. No discorrer da improvisação aberta, em solos, duos... explorar ressaltos inusitados, é mote para seguir caminho indeterminado, propondo múltiplas possibilidades. |
| MÚSICA DE CÂMARA | |
Fersina, de Ricardo Guerreiro - estreia absoluta |
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1 de Jul. de 2017 21:30O'culto da Ajuda
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1 de Julho de 2017 | 21h30 FersinaEstreia absoluta de Fersina, de Ricardo Guerreiro, para clarinete baixo, saxofone tenor, eufónio, melódica, piano e electrónica (síntese sonora) gerada ao vivo, cuja composição foi inspirada pela leitura de “Veduta - Hörspiel” de Alberto Velho Nogueira. Paulo Galão - clarinete baixo |
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Letra por Rui David

Letra
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9ª edição do Festim já iniciou a viagem musical ao globo.
Depois de Yamandu Costa, seguem-se Bombino e Susana Baca no Festim!
O “violão” brasileiro de Yamandu Costa conquistou o público do Festim.
O Festim 2017 começou com toque de génio. O brasileiro Yamandu Costa fez a abertura da 9ª edição, com dois inesquecíveis concertos no Cineteatro Alba e no Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, em Oliveira do Bairro. Esta semana, Bombino (29 e 30 de junho) e Susana Baca (1 e 2 de julho) levam o Festim para rua.
Depois de duas noites de abertura ao som do genial “violão” de Yamandu Costa, o Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo prepara agora quatro dias de festa ao ar livre, a começar na próxima quinta-feira e até domingo, com dois grandes nomes: Bombino (Níger) e Susana Baca (Peru).
Bombino, um herói do povo tuaregue, traz o seu blues rock exótico ao Festim para dois concertos absolutamente mágicos. Na quinta-feira, 29 de junho, estará na Quinta do Torreão, em Albergaria-a-Velha. No dia seguinte, é a vez de Esmoriz (Município de Ovar), em plena Praça das Campanhas.
Depois, o Festim recebe a voz da diva peruana Susana Baca, levando-nos a uma viagem maravilhosa por séculos e continentes, com dois destinos: a 1 de julho, no Parque Urbano de Sever do Vouga; no domingo, 2 de julho, a canção afro-peruana volta a fazer-se ouvir na Praça das Campanhas, em Esmoriz (Ovar). Sempre pelas 22 horas.
Semana após semana, até 21 julho, o Festim leva o melhor das músicas do mundo aos Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Ovar, Estarreja, Ílhavo e Oliveira do Bairro. Todos ao Festim!
http://www.festim.pt/
http://www.facebook.com/dorfeu.festim
Yamandu Costa (Brasil) | Bombino (Níger) | Susana Baca (Peru) | Hazmat Modine (EUA) | Lura (Cabo Verde) | Les Violons Barbares (Mongólia, Bulgária, França) | Kočani Orkestar (Macedónia)
22 junho a 21 Julho 2017 | 9ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA
OVAR * ESTARREJA * ÍLHAVO * OLIVEIRA DO BAIRRO
Letra
SÓ ME LEMBRO DE TI
(Letra e música | Gonçalo Tavares)
EM CADA PASSO QUE TU DÁS, EM CADA GESTO TEU
QUERO ESTAR SEMPRE AO TEU LADO PRA TE VER
NAS RUAS DESSE LUGAR ONDE TUDO ACONTECEU
HÁ MILHÕES DE ESTRELAS PARA TE GUIAR
TU CHEGASTE DE UM PLANETA ASSIM
DE LUGARES QUE NÃO TÊM FIM
HOJE FICO A ESPERAR POR TI ATÉ DE MANHÃ
REFRAO
SÓ ME LEMBRO DE TI DE AMANHECER NO JARDIM
RIOS E MARES SEM FIM QUE VOU VOLTAR A PROCURAR
SÓ ME LEMBRO DE TI DE AMANHECER NO JARDIM
QUE AS PALAVRAS QUE OUVI DIZER, ALGUÉM ME FAÇA ENTENDER
SÓ ME LEMBRO DE TI
TU CHEGASTE DE UM PLANETA ASSIM
DE LUGARES QUE NÃO TÊM FIM
HOJE FICO A ESPERAR POR TI ATÉ DE MANHÃ
REFRAO
TENHO AS MÃOS CANSADAS DE ESCREVER
TENHO A VOZ CANSADA DE GRITAR
PONHO OS OLHOS NO AMANHECER
ESTES OLHOS QUE TE PODEM VER SÓ VÃO LEMBRAR
REFRÃO

THE FLOYD PORTUGAL - TRIBUTO A PINK FLOYD
Letra
[Refrão: Rael]
Por onde for, vivo a calçada
Transmite amor, mas ninguém viu nada
Que em cada calçada que eu estava, estava lá mudando o mundo
Muitos não percebiam que ali havia som de conteúdo
[Verso 1: Valete]
Errático como o Éder, tu és maçarico
Sou acrobático na batida, como o Frederico
Neneh Cherry com Paula Perry
A mescla daquele puro movimento anti-fashion
No rap podia ser John Legend ou Chuck Berry
Mas na verdade, eu quero ser Tigerman, o Legendary
O ativista que nunca se agacha
Pelo povo da Síria continuamos na marcha
Tu achas engraçado chachar lá no bar
E dizer que não tem portas, como Bashar Al Assad
Ele só difama a ordem lusitana do R.A.P
Difama mas nunca tira o pijama
Nunca trabalha, só joga na cama
Por isso é que não está no nosso organigrama
Eu represento o IKONO e rimo com idioma
Que destrona wannabes e deixa
Deixa o teu rap nas lonas
Não estás na caderneta, és só cromo da zona
Queres ser vedeta, então estuda os meus cromossomas
É música de encanto que te causa tanta dor
E como se este cantautor rimasse num matadouro
[Refrão: Rael]
Por onde for, vivo a calçada
Transmite amor, mas ninguém viu nada
Que em cada calçada que eu estava, estava lá mudando o mundo
Muitos não percebiam que ali havia som de conteúdo
[Verso 2: Emicida]
Eu tenho o que cães vadios têm: tudo
A eles, a fama, a nós, o mundo
Sarjeta de plateia, calça véia
Nessa dimensão, quebra a cabeça, monta os coração
Por isso as crianças dão atenção
Minha transa é com o som pasmo
Benze que sou Kendrick
Ou Hendrix fazendo a guita com orgasmo
Mente que independe de asno dispersa
Por isso eles visse, a gente versa
Sou rádio sem conversa
Ligo o extremo sem pedágio, igual a porra da Dersa
Sozinho no quarto, uma porrada dessa
É tipo trabalho de parto, mas fico e aqui começa
Gordo Rick Rozay, peso nas caneta
A pele preta estoca flow rei
Não é superficial estilo lá Dr. Ray
Calçadas e barulhos sacam hip-hop hooray
[Refrão: Rael]
Por onde for, vivo a calçada
Transmite amor, mas ninguém viu nada
Que em cada calçada que eu estava, estava lá mudando o mundo
Muitos não percebiam que ali havia som de conteúdo
[Ponte: Capicua]
Toda gente olhou a pedra
E ninguém viu o diamante
(Toda gente olhou a pedra
E ninguém viu o diamante)
Toda gente olhou a tela
E ninguém viu ali a arte
(Toda gente olhou a tela
E ninguém viu ali a arte)
Chapéu vazio no chão e um céu cheio de estrelas
(Chapéu vazio no chão e um céu cheio de estrelas)
E um milhão de sonhadores a tentar ser uma delas
(E um milhão de sonhadores a tentar ser uma delas)
[Refrão: Rael]
Por onde for, vivo a calçada
Transmite amor, mas ninguém viu nada
Que em cada calçada que eu estava, estava lá mudando o mundo
Muitos não percebiam que ali havia som de conteúdo
[Outro: Rael]
Ninguém viu, ninguém viu
Ninguém viu, ninguém viu
Ninguém viu, ninguém viu
Ninguém viu, ninguém viu
Ninguém

Aos 23 anos, depois de uma década de ilusões, desilusões, experiências e uma volta ao mundo, Darth é alter-ego criado por Duarte Silva músico radicado em Coimbra ,que após ter vindo de um ano sabático ,achou que estava na hora de pegar em algumas das canções que tinham ficado na gaveta e outras que entretanto foi escrevendo nas suas viagens e, finalmente partilhar isso com o mundo.
Tendo iniciado a sua carreira em 2009 como letrista, compositor e líder da banda "The Back Doors", banda que na altura inovava na cena Pop e, no Ska. A incursão na música Pop com influências de vários estilos desde o Rock Alternativo, Soul ,Indie, Funk ou a pop electrónica com um conjunto de Histórias para contar.
Expressar-se na língua de Camões ,celebrando o amor e a arte de bem viver sem esquecer a crítica social, foi um desafio que acabou por ser natural , devido aos tempos conturbados e a necessidade de passar uma mensagem actual.
“ A Estrada” é o cartão de visita para o disco de estreia com nome provisório “O Poder da Ilusão” do músico de Coimbra com edição prevista para o próximo ano tem a produção e o arranjo de Jaime Santos(Garbo) . É uma canção de verão que fala dos altos e baixos que passamos durante a vida e refere a necessidade de aceitarmos esse facto ,mantendo um desprendimento em relação aos bens materiais em detrimento das experiências e provações que a vida nos presenteia .
Letra
Come to me, I know you want it
Come to me, gonna make it
Come to me, I know you want it
I know you want it x2
Come and get it x4
Come and get it Hoo
I need a little bit of your love tonight
I need a little bit of you and I
I need a little bit of your love tonight
I need a little bit of your love, love
love If you wantin’ it
Refrão
(Come to me)
I know x5
I got want you want
I know what you want
I got want you want
I know, x5
I got want you want
Iou know what you want
I got want you want
I know, x5
Come over I’m your lover
Make me feel like it’s not over
Come over you can touch, you can love, you can love me
I know you wantin’ what u see
I know you wantin’ you and me
I know you wantin’ to be free
If you come over you can be
Hoo
I need a little bit of your love tonight
I need a little bit of you and I
I need a little bit of your love tonight
I need a little bit of your love, love
love If you wantin’ it
Refrão
(Come to me)
I know x5
I got want you want
I know what you want
I got want you want
I know, x5
I got want you want
You know what you want
I got want you want
I know, x5 what you want
I want what you want
So come on stuff
I want what you want
So give me some
I want what you want
I need what you need
I what what you want
so give it , give it to me
What you want
Composer: Van Breda
Authors: Van Breda, Mickey Shiloh
Mix and Master: Pedro Carrilho

VAN BREDA LANÇA A SUA PRIMEIRA PRODUÇÃO A SOLO:
What you want
Van Breda, Dj e Produtor, lança a sua primeira produção a solo, onde convida a cantora e compositora Norte-Americana Mickey Shiloh. Nascida e criada em S. Francisco, Mickey Shiloh já escreveu para artistas como Britney Spears, Iggy Azalea, LL Cool J e Pitbull.
A singularidade da sua voz encantou o produtor Lisboeta, nascendo assim What You Want, um tema com uma base ritmica trendy e uma sonoridade altamente influenciada pelo moombahton.O videoclip, que nos traz cor e movimento, ficou a cargo da dance Crew Funkymonkeys, que se juntou a Edsónia e criou um universo de dança num dos mais enigmáticos túneis da nossa capital.
Dirigido e realizado pelo próprio produtor, Van Breda acredita que o resultado final vai dar que falar e ajudar a afirmar a sua imagem de "party maker". “What U Want” prepara-se para marcar um novo capítulo na carreira de Van Breda, posicionando-o definitivamente como um dos nomes com maior relevância no DJing nacional.
Letra
[Refrão: Rael]
Aos meus amigos de verdade
Seja no sol ou tempestade
Só age na sinceridade
Sempre por inteiro e nunca na metade
Aos meus amigos de verdade
Até o final, não só de passagem
Sem diz me diz, triste ou feliz
Irmão de raiz, essa aqui eu fiz em tua homenagem
[Verso 1: Emicida]
Skate no terminal, no pente, uns instrumental
É quente, nóiz viu o Kamau
Né, Tico? Ô, daora
Chegou agora, conto 'pucêis'
Imagina, eu, Rashid, Projota
Rachando um dog em três
Djose de Acid, PCs à lenha com Zala
Discos na mala, indo depois da Penha
Tribo do tape deck, fez-se rap, cote
Sente, e o gerente do MC era o Fióti
Nyack nem pick-up tinha, band
Mundiko na Santa Efigênia, trampando em algum stand
Nunca esqueço quando eu vi DJ Vand, chapei
E a mão que nóiz tombou KL Jay
O Brown colou na Olido, cusão, cé loko
Nesse dia nóiz até perdeu o último busão
Norte, celeiro do suingue sujão
Edi Rock, Spainy & Trutty
Relatos da invasão
Gratidão
[Verso 2: Capicua]
Ei, amiga, foste embora, deixaste-nos sós
Mas eu não vou falar da morte, eu vim falar de nós
Que nos braços dos outros apertamos muito
E que na hora do aperto nós ficamos juntos
No fim brindámos a ti, contando histórias
Rimos e chorámos por ti, falamos horas
Da velha casa, as nossas fotos das recordações
E até da sesta no sofá e dos teus palavrões
E quando nada era real ou fazia sentido
Nós corremos uns para os outros para estar contigo
Na falta, na espera, na perda, na merda
Na vida ou na morte, amizade é eterna
E na hora do aperto, apertou-se o laço
E não na mão como um balão, coração ao alto
À tua volta ali à porta em conjunto
Foi claro, foste embora, mas deixaste-nos juntos
[Refrão: Rael]
Aos meus amigos de verdade
Seja no sol ou tempestade
Só age na sinceridade
Sempre por inteiro e nunca na metade
Aos meus amigos de verdade
Até o final, não só de passagem
Sem diz me diz, triste ou feliz
Irmão de raiz, essa aqui eu fiz em tua homenagem
[Verso 3: Valete & Rael]
Na abundância e nas migalhas
Te chamo de meu mano ou de my bro
No meio do perigo e da escumalha
É nóis, até o final
Amigo que é amigo nunca falha
É pra qualquer parada, demorô
Sempre contigo em qualquer batalha
É nóis, até o final
Na abundância e nas migalhas
No meio do perigo e da escumalha
Amigo que é amigo nunca falha
Sempre contigo em qualquer batalha
Na abundância e nas migalhas
No meio do perigo e da escumalha
Amigo que é amigo nunca falha
Sempre contigo em qualquer batalha
[Refrão: Rael]
Aos meus amigos de verdade
Seja no sol ou tempestade
Só age na sinceridade
Sempre por inteiro e nunca na metade
Aos meus amigos de verdade
Até o final, não só de passagem
Sem diz me diz, triste ou feliz
Irmão de raiz, essa aqui eu fiz em tua homenagem

Letra
Yeah
Estou a ver que eles estam e eu não estou
A ver que eles são e eu não sou
Eu sei que assusta
Mas Baby caga nisso e chama que eu vou
Viver contigo tem valor
Viajar contigo sem telefone
E se eles chamarem eu não vou
Yeah
O que é dos outros deveria ser indeferente
Porque ninguém sabe o que os outros sentem
Se o meu sorriso não for inpendente
Não vou ser feliz nem que os outros tentem
Já ninguém vê nada
Têm tudo e não notam
Querem ter a vida que ninguém vive
Não têm mas mostram
Querem estar na minha e não posso deixar que o estado da minha vida seja medido pelo numero de quantos gostam
Baby é nice quando tiras a roupa
Para quem te ama e não para quem te segue
Para estás a viver paranoia
Porque essa inveja está em quem te segue
Querias o que ele tinha e não o que ele sentiu
Eu queria sucesso mas nem tudo o que ele me deu
Já não querouma casa cheia e um coração vazio
E então sei que estou errado mas
Estou a ver que eles estam e eu não estou
A ver que eles são e eu não sou
Eu sei que assusta
Mas Baby caga nisso e chama que eu vou
Viver contigo tem valor
Viajar contigo sem telefone
E se eles chamarem eu não vou
Yeah
Queres sosie Bitch Funk Likes e Retwittes Bitch
Se tu ficares viciado nisso não vais ser feliz
Queres sosie Bitch Fuck Likes e Retwittes Bitch
Se tu ficares viciado nisso não vais ser feliz
Yeah
Hoje tenho un single e uma chain de ouro
E duas certezas de um amor duradouro
Se comparas a roupa e o Ed

O Consulado Geral de Portugal na Bahia abre as comemorações ao Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com uma programação que realça a simbiose das relações culturais luso-brasileiras. Celebrado mundialmente no dia 10 de junho, este ano a data nacional de Portugal terá o foco das comemorações no Brasil, como uma forma de enaltecer a História comum aos dois países e as relações entre os seus povos. Na capital baiana, acontecem palestras no Gabinete Português de Leitura de Salvador, visitas ao Navio-Escola Sagres que estará ancorado no porto desta cidade e ainda uma noite de fado com uma das maiores vozes de Portugal, o fadista Nuno da Camara Pereira, com participação especial de Saulo, Cláudia Cunha e Alexandre Leão.
De acordo com a Cônsul Geral de Portugal na Bahia, Nathalie Viegas, “Salvador é uma das cidades brasileiras que mais preservam a ligação com Portugal. Faz todo sentido que tenhamos uma celebração à altura dessa História comum”. Ainda segundo a Cônsul, além da chegada da Sagres, “esse ano o caráter da festa será voltado à música e à cultura. Fernando Pessoa é o nosso símbolo maior na Literatura, assim como o Fado é o cartão de visita da nossa identidade musical, que se aprimora quando combinado com outras sonoridades como a MPB e o Axé. Queremos que o público luso-baiano venha conhecer mais um exemplo tão rico deste diálogo entre culturas”, completou.
Letra
I think I’m stuck
I cannot move
Too many lines
Don’t wanna run
Still have to prove
That this isn’t right
I wanna know who runs this fucking world
You love to hide
But I’m done with you and your lies
Silence, silence everywhere
Feels like you wanted to start to play
The same old, the same old dirty game
But you didn’t have to go, go, woah yeah
This world is mine too
We have to share
So don’t put me limits
I’ve noticed that you do not care
That you’re such a chicken
I wanna know who runs this fucking world
You love to hide
But I’m done with you and your lies
Silence, silence everywhere
Feels like you wanted to start to play
The same old, the same old dirty game
But you didn’t have to go, go, woah
Silence, silence everywhere
Feels like you wanted to start to play
The same old, the same old dirty game
But you didn’t have to go, go, woah
No you didn’t have to go, no
Music and lyrics: Mary N
Video: Miguel Cilindro Figueiredo

Letra
count to ten
To calm myself down
Once again
My heart starts to doubt
You’re hard to reach
But you’re all I seek
I drew some lines
I was afraid
I lost time that cannot be replaced
It’s time to change
Time to find my place
So many lies I had to believe
Now I say goodbye
‘Cause I can’t, I can’t, I can’t breathe
I just wanna know where you are
I’ve asked every single star
To shine a light on you
But they love to lead me in the wrong way, way, way, way
Where are you?
Where are you?
I walk slow
So I won’t fall
My head hurts
There were some walls I forgot
I’ll break them down
I’ll figure something out
So many lies I had to believe
Now I say goodbye
‘Cause I can’t, I can’t, I can’t breathe
I just wanna know where you are
I’ve asked every single star
To shine a light on you
But they love to lead me in the wrong way, way, way, way
Where are you?
Where are you?
I just wanna know where you are
I’ve asked every single star
To shine a light on you
But they love to lead me in the wrong way, way, way, way
Where are you?
Where are you?
I just wanna know where you are
I’ve asked every single star
To shine a light on you
But they love to lead me in the wrong way, way, way, way
Where are you?
Where are you?
Music and lyrics by Mary N.
Produced and performed by Mary N.
Mixed and mastered by Miguel Ferrador
Música
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