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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Navegante do Dark Side, chamam-me Luke Skywalker
Do grande clã Jedi venham mais motherfxckers
Viajo pela night, sozinho ou com a tropa
A força tá comigo, a mim ninguém me toca
Ou derrota, nota, tá escrito no céu
Tocar em mim é como tocar na menina do olho de Deus
A.Z.B (Azinhaga do Barruncho) Bitch, B, Béu
Mano neste mundo não há juiz, não há réu
Eu não vou onde vais, eu não vim da tua escola
Aqui na minha turma há chumbo a toda a hora
Quem não corre cai, rotina é vender droga
Niggas querem bairro, bebida e batota
Eu queria dar o fora daqui
Mas eu sei que o diabo não me quer deixar fugir
O fim desse filme eu já vi...
É a minha cara numa camisa que diz R.I.P.

Não bebo enquanto escrevo nem gasto gota num sonho
Estou sóbrio, passeio pela galáxia em ponto morto
Faço um desvio em Urano, com vontade de urinar
Deixo o OVNI estacionado com o motor a trabalhar
Um gole de obsessão é uma ponte para o outro lado
O nevoeiro não me deixa ver o fundo, mas eu salto
A noite é o meu buraco, o meu nome é Ninguém
O silêncio é ausência de sossego também
Poesia é a formalina onde fecho a morbidez
Não tenho alter-ego já o matei mais que uma vez
Já conheço humanos o diabo não me convence que é ruim
Exercício moral difícil lidar com o mal que não está em mim
Sensação que acordo sempre do lado errado da cidade
Danço no escuro com um morto-vivo amigo bipolar
Levo a lucidez passear à noite de carro funerário
Imagina o mundo ao contrário, eu vivo em baixo

 

 

Letra

 

Que a vida são 2 dias já todos sabemos
Mas não ligamos àquilo que nós perdemos
Nada é para sempre não vivas na ilusão
Não percas porque perdeste, procura saber a razão
Se não não encontras solução
Anos e anos na mesma situação
E ganhas e perdes e já nem tens a noção
Amigos são tão poucos mas aos poucos vês quem são
Para que é que querem saber se estás com a tua dama?
Para que é que querem saber como é que fazes a grana?
Para que é que querem saber o valor dos teus bens?
Invejosos e curiosos ambicionam o que tens
Tens que pensar sempre antes de responder
Más respostas provocam mau adormecer
Tens snitches e bitches e tens que te defender
Porque a vida continua e ela passa a correr

Brother procura saber a razão
E se perderes não penses que é punição
Não deixes que ninguém te mande ao chão
Para ganhar noção de que tu podes perder
Tanta coisa que se evita
À pala da paca ou da má língua
E acaba sempre de forma ridícula
Por isso mantém uma mente positiva

Lavagem de roupa suja, conclusão dos termos
Não tens de provar que és homem, foram uns quantos homens por menos
Tu passa ao lado, encara o facto, só tens que ser tu mesmo
Que cobras venenosas morrem com o próprio veneno
Carregar o peso é o preço que acabas a pagar com juros
Quem muito fala pouco aprende e pouco sabe sobre o assunto
Tenho poucos feats. mas duros, tropas fixos não durmo
Passam-me a perna vai dar merda, evita ignorantes e burros
Mais vale poucos que muitos, maus exemplos que andam a dar maus exemplos aos putos
Juntam-se os puros para te reanimar a consciência
Mostrar que todos os factos, falas, boatos têm consequência
É só má língua, histórias com reticencias
Manos não querem mano a mano para resolver divergências
Puxa faca ou puxa gun, mais uma tarde sangrenta
Usa a inteligência, pensa, chega de violência

Olha para o teu reflexo e reflete
Será que dá para levar a vida que muito submete
Foste ganhando a vaidade, não sei se é vontade ou vicio
Foste-te tornando um tornado 1000 voltas no mesmo sitio
Sempre foste-te orientar e tens quem te arranhe a espinha
Mas invejas a do outro e a minha
Mulher na casa do outro quando se ausenta a vizinha
Já não tens capacidade para manter putas na linha
Há quem te passe por cima, mas não por cima da bala
Aquele que fala não xina e aquele que xina não fala
Porque a estala dá-te estrica e a estrica com a boca estala
Viraste aquele que opina porque só queres é piná-la
E se te avisam têm razão
Olha que se eles te avisam sabes que amigos são
Não vivas a vida em prol do outro isso é imitação
Tens que ter a tua própria vida para tu próprio a poderes viver

Brother procura saber a razão
E se perderes não penses que é punição
Não deixes que ninguém te mande ao chão
Para ganhar noção de que tu podes perder
Tanta coisa que se evita
À pala da paca ou da má língua
E acaba sempre de forma ridícula
Por isso mantém uma mente positiva

 

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Apresentação do álbum de estreia de Nada-Nada

Sábado, dia 8 de Abril, Damas: data e local onde será o concerto de apresentação de Nada-Nada, projecto a solo de Claudio Fernandes, dando assim a conhecer os temas que fazem parte do álbum de estreia – DUDEDUDERUDERUDE– previsto para breve e cujo primeiro single é Repente-Repente(que pode ser ouvido em https://soundcloud.com/nada-nada-103151655/repente-repente-single ou https://nadanada.bandcamp.com/track/repente-repente-single).

Viagens solitárias de Claudio Fernandes pela Autobahn com os trópicos em fundo e a cabeça em reminiscência feliz da pista de dança. Guitarrista com dedicação e criatividade genuínas em projectos como Debut! ou Cangarra, tem tido nos PISTA o seu maior foco de actividade mais ou menos actual, herdando daí aquela ginga e calor para os transmutar em malhas de uma electrónica viva e em movimento contínuo. Linhas de teclado sonhadoras a flutuar sobre batidas de balanço certeiro como que a unir Urban Tropicsde Juan Atkins com os momentos mais catchydos Cluster e a cair ali algures no mesmo comprimento de onda de Need Want Havede Afrikan Sciences ou Heatsick de tempos recentes.

Na mesma noite, a seguir ao concerto DJ Crazyman, nome de guerra que Afonso Cruz (Filho Único, Gala Drop) tem apresentado enquanto deejay em tempos recentes.

Links:

www.facebook.com/nadanadatudotudo

www.facebook.com/events/2066142610279024/

Sábado, 8 de Abril, 23:00
Damas – Bar . Sala de Concertos

Rua da Voz do Operário, 60 - Lisboa
Entrada livre

01 Abr, 2017

Haka - Purga

 

Letra

 

Quando faço a purga
Nunca peço ajuda
Sei que nessa ocasião sou péssima companhia só que eu não pedi a tua
Sa foda quem me atura
Só memo o tempo é que matura um tipo sozinho na fuga
Só peço a minha cura
Não tenho fé nessa chamada loucura só que a pequena jura

Foi-se o tempo em que eu só fui pedindo
Só porque ele foi mendigo eu não vou ser pedinte
Dou tudo o que tiver
Só que eu não divido quase nada, só se for um camarada é que divido a camarata
Venha quem vier
Ganda fumarada não é venha quem quiser
Foi-se o tempo do lazer
Foi-se o tempo em que efectivamente não havia nada pa fazer
Fui afogado só que agora
Tou com fagaios afagado no que a cota já não chora
Não pego leve quando a vida nunca segue
Faço a minha quando a vida fica frete
Bafo d'Onça, Bafo d'Onça
Fica quieto Bafo d'Onça
Sai da toca Bafo d'Onça, oh Bafo d'Onça, vai
Toma conta da casa, segura a esposa
Não fumes à mesa, não fumes à toa
Não fomos à lua, a culpa é toda tua
Bafo d'Onça... Ya
Só que eu ainda penso igual, que afinal apenas o talento conta
Café sem conta
Fiquei sem sono
Shiva sem conta
Fiquei no sonho
Venha o peso novamente
Venha a pica com que tava antigamente, Bafo d'Onça

Quando faço a purga
Nunca peço ajuda
Sei que nessa ocasião sou péssima companhia só que eu não pedi a tua
Sa foda quem me atura
Só memo o tempo é que matura um tipo sozinho na fuga
Só peço a minha cura
Não tenho fé nessa chamada loucura só que a pequena jura

 

tiago machado.jpg

 

 
Tiago Machado, é um jovem pianista e compositor que efectuou e concluiu os seus estudos de piano no Conservatório de Música Nacional com a professora Carla Seixas.

Em simultâneo aos estudos clássicos, sempre demonstrou uma grande paixão pelo jazz, que foi aperfeiçoando como autodidata, estudando solos de pianistas como Keith Jarret, Herbie Hancock ou Michell Petrucciani a quem dedica um tema.

Em paralelo ao estudo do piano, Tiago Machado tem efetuado inúmeras composições para artistas consagrados, de onde se destaca o tema "Ó gente da minha terra", interpretado por Mariza, que lhe valeu um Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim. Além desta obra, Tiago Machado já efetuou composições como "Melhor de Mim", também interpretado por Mariza, "O Homem do Saldanha" interpretado por Carlos do Carmo e Marco Rodrigues (recentemente nomeado para um Grammy Latino), "Alguém me ouviu" interpretado pelo famoso rapper Boss AC, entre muitas outras obras conhecidas do grande público. Agora, o músico parte numa nova aventura, o seu primeiro projeto a solo, intitulado Soundlapse.

Segundo o autor a sonoridade de Soundlapse é: "Uma fusão de tudo aquilo que eu sou: tem a dimensão do cinema, o dramatismo do fado, a técnica da música clássica e o frenesi do jazz “. Tiago escolhe este título para o seu primeiro álbum, apoiado na retrospetiva da sua vida e na condensação das suas obras ao longo dos anos, todas num só disco. A própria composição que nomeia o disco, "Soundlapse", foi feita em cinco minutos, num movimento contrário de mãos "…como uma viagem de ida e volta…", que compara à técnica de imagem "timelapse", mas associada ao som.
O compositor classifica este disco como uma viagem emocional, onde se passa por vários estados de espírito, e convida os ouvintes a perceber como a música se revela, através dos sentimentos de cada um.

Neste primeiro disco, Tiago Machado conta com a participação dos músicos Vicky Marques na bateria e percussão, Hugo Aly no baixo eléctrico e um ensemble de cordas. Mariza é a convidada especial neste Soundlapse, interpretando um poema de Florbela Espanca intitulado "Meu Portugal".

Para Tiago Machado, este disco é um sonho concretizado, que espera ser o primeiro de muitos, sempre partilhando a sua visão musical e emocional com os ouvintes, dando vida através da música.
 
 
Alinhamento:
 
Positively
Mirage
Crowded Silence
Soundlapse
Meu Portugal (participação com a Mariza)
New Life
Faraway
Mr. Petrucciani
Insomnia
Secrets Behind the Rainbow
 
 

 

 

Letra

 

"Desde puto sempre fui pessimista
São poucos os que entendem o meu ponto de vista
Hoje chamam-me artista, querem me pôr na pista
Mas eu não tenho tempo para fogo de vista!"

Não sei se é coincidência ou paranoia minha
Basta pensar em ti para dares sinal de vida
Passamos dias sem nos ver, dias sem falar
E no momento em que cais no pensamento é quando te vens revelar
Ou no telemóvel, ou te vejo na rua
Tens saudades minhas, também já tive tuas
Dizes que eu estou mudado, eu continuo nas ruas
Apenas aprendi que há fodas que não chegam à lua
Relação é mais que Amor & Sexo
Torna-se tudo complexo quando vês que já não tem nexo
Para quê ter prazer se amanhã vou me arrepender
Respeito é bonito e eu não te quero ofender
Ninguém é de ninguém, tudo é de aluguer
Então cala-te e satisfaz-te enquanto der
Bem me quer mal me quer, para todo o Homem toda a Mulher
Tranca o teu coração e ai ninguém o fere !
Tamos na Era em que confiar é complicado
E quem me dera, que o meu modo de pensar tivesse errado
Foram lições da vida, quando quase tudo me caiu em cima
Cresci com exemplos meus e de quem me aproxima
E hoje em dia eu vejo com outros olhos
Aquilo que antigamente me fritava os miolos
Porque não tenho tempo para isso
E não penso nisso..

"Desde puto sempre fui pessimista
São poucos os que entendem o meu ponto de vista
Hoje chamam-me artista, querem me pôr na pista
Mas eu não tenho tempo para fogo de vista!"

Propz nunca me encheram o bolso
É por isso que dá-me gozo quando dizem que estou famoso
Oiço, falsos rumores, falsas propagandas
Cuidado com quem tu andas, será que sabes quem é
Tens tantas manas, tantos capangas
Mas na hora da verdade quantos tiram o pé?
E isso tu já sabes, não é novidade
Quantidade não tem nada a ver com qualidade
Somos a geração da consequência
Num País onde Políticos taparam-nos até a cabeça
E para isso não há cura não há ciência
Só resta pedir a Deus que tenha paciência
E que olhe por aquele que não tem Família
Aquele que vive com a dívida, aquele que dorme com a Lua na noite fria
Aquele que acorda de barriga vazia
Aquele que perdeu o Respeito pela filha ou mesmo pela vida !
Tanta dúvida que ninguém duvida
A qualquer momento voltas ao ponto de partida
Tanta dor que não é esquecida
É difícil esquecê-la quando ela é sentida
Tento manter-me vivo, pensando positivo
Afastando o mau Karma e tudo o que me der prejuízo
Porque não tenho tempo para isso
Incentivo o meu motivo

"Desde puto sempre fui pessimista
São poucos os que entendem o meu ponto de vista
Hoje chamam-me artista, querem me pôr na pista
Mas eu não tenho tempo para fogo de vista!"

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Antes tarde que nunca, 2014 em 2017

 

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