Letra
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Single apresenta o novo disco de Xana Toc Toc, que será editado no final de março
Na sua avioneta, na sua Biclinha Buzina ou no seu Trolipop, Xana Toc Toc tem vindo a conquistar cada vez mais corações com as suas aventuras na Ilha dos Sonhos. Xana já nos abriu as portas da sua casinha e do seu ateliê, já nos apresentou a Quinta Toc Toc e já nos levou à Aldeia Colorida.
Este ano, Xana Toc Toc chega à selva e convida-nos para cantar e dançar com ela de pé descalço na terra, respirando o ar puro da natureza e ouvindo pássaros exóticos que se refrescam na água da cascata.
“Xingú” é a canção que apresenta este “Xana Toc Toc Na Selva”, estando já disponível nas várias plataformas online. Este novo tema também já tem um vídeo, que abre assim o apetite para as muitas aventuras que Xana Toc Toc irá proporcionar aos seus milhares de fãs ao longo deste ano.
O fenómeno em torno de Xana Toc Toc continua a bater recordes: no total, já vendeu mais de 130 mil discos, tem 11 galardões de platina na categoria de DVD, 15 mil livros vendidos, mais de 100 milhões de visualizações no YouTube e ampla divulgação no Canal Panda.
Letra
Ela diz que sou artista, mas não é isso que a conquista, ela quis tar perto mas eu sou
Pessimista e péssimo nisto então vou, mostrar que ainda pára do seu lado ho
Que eu não vim pa dar um pero eu vim dar um show
Agora é ver se ela descola e deixa de me por a vista
Porque eu não ando na escola mas também tenho uma lista
De donzelas daquelas que não querem velas ou telas
Querem por trelas nos fella's é só novelas fatelas
Tenho storyteller's sobre elas mas tipo calma, mordidelas e o clima tá tipo sauna
Ela não nega e entrega-se de corpo e alma eu sou tipo calmo só não misturo os sentimentos
Bitch slow down (slow down, slow down)
Qualquer um vos passa a mão são tipo táteis no fundo querem diversão então vou dar leis
Todas querem relação mas são fáceis querem ter algo fixo mas são portáteis
E não vou dar-te beijos só para não te mentir, eu não vejo love eu só te vejo sentir
Entre nós tá morto não adianta insistir porque...
Tás a confundir (yeah)
Isto para ti não é nada de novo
Tás a confundir (yeah)
Não confundas sexo com love, não tem nexo então ouve
É melhor assim (porque tu)
Tás a confundir (yeah)
Isto para ti não é nada de novo
Tás a confundir (yeah)
Não confundas sexo com love, não tem nexo então ouve
É melhor assim
Ao início era vício de iniciante foi propício e o kissing foi iniciando
Foi tão easy, o início foi deliciante ela disse anda Rúben, não disse Young
Deu-me um coro ao início depois disse amo-te foi desperdício porque é que ela disse tanto
Queria ser a primeira e nem foi chamada pó campo, Tive de esconder a cadeira só para a deixar no banco
Nada acontece por acaso, tentou plantar amor mas ficou só pelo vaso
Tentou construir algo mas ficou só pela base tentou enganar-me mas ficou só pelo quase
Nada acontece por acaso e eu por acaso sempre disse, que devia de haver um espaço...
Entre o nosso corpo e o juízo
Sabes o que queres de mim mas o que tás a fazer, anda-te a confundir
Há coisas que finges não ver, e o que tás a dizer nem sequer tás a sentir [x2]
Tás a confundir (yeah)
Isto para ti não é nada de novo
Tás a confundir (yeah)
Não confundas sexo com love, não tem nexo então ouve
É melhor assim (porque tu)
Tás a confundir (yeah)
Isto para ti não é nada de novo
Tás a confundir (yeah)
Não confundas sexo com love, não tem nexo então ouve
É melhor assim
Tu tás a confundir...

Após a digressão de lançamento do disco de estreia intitulado "Praia da Independência", que passou por Goa, Nova Deli, Bombaim, Pequim, Frankfurt, Bruxelas, Cáceres, Porto e Lisboa, os SENZA divulgam agora as primeiras datas de uma tournée que se inicia em Portugal, França e EUA. Especial destaque para a estreia nos EUA que arranca no coração de Manhattan, numa sala Nova Iorquina de referência - o emblemático Joe's Pub - e que termina em Washington DC num concerto para a Embaixada de Portugal nos EUA.
Oiça aqui " COMBOIO DE BAMBU" um dos temas inseridos no disco

EP DE ESTREIA HOMÓNIMO DOS FLY THE SUN JÁ DISPONÍVEL
Depois de terem arrebatado o coração e a alma de tudo e todos com o reivindicativo, e arrojado, single “Shout” chegou a vez de abrir a persiana por completo e deixar entrar o sol: o EP de estreia homónimo do quarteto lisboeta, Fly The Sun, já se encontra disponível em formato digital nas principais plataformas de streaming, desenhando inspiração na sonoridade de bandas como Foo Fighters, Interpol ou Two Door Cinema Club.
A Music For All anuncia assim a chegada de cinco poderosos temas, que prometem firmar os Fly The Sun entre os mais promissores nomes do indie rock nacional!
É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.
De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.
Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.
Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.
É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao
dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.
É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.
Letra
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Música: Joaquín Rodrigo
Letra: Dulce Pontes

Memória cantada por Felipe Fontenelle
O novo trabalho de Felipe Fontenelle – M de Memória – será apresentado ao público no próximo dia 17 de março, com a chancela da Smooth FM e distribuição da FNAC.
Para celebrar o lançamento deste novo trabalho, o cantor e compositor estará presente na FNAC de Cascais, no dia 25 de março, e na FNAC do Chiado, no dia 26 de março, nos dois dias às 17h.
Num percurso marcado por trabalhos e participações de várias figuras fortes da música – com especial destaque para Cristina Branco, Joana Espadinha, António Ladeira (letrista de Stacey Kent) e diversos músicos que acompanham Chico Buarque – chega- nos um disco melodioso e cheio de emoções.
M de Memória leva-nos numa viagem ao passado entre memórias de infância de Felipe Fontenelle e textos de autores que marcaram a literatura portuguesa – como Fernando Pessoa. Num trabalho recheado de surpresas não faltam detalhes com ecos do percurso de vida de Felipe, como o vídeo do tema Deus Também Sorri, realizado pelo premiado realizador Pedro Varela; o som da guitarra portuguesa acompanhada pelo sotaque melodioso de Felipe; e, até, algum dialecto macaense.
Sobre Felipe Fontenelle
Felipe Fontenelle nasceu em São Paulo, Brasil, onde cresceu e desenvolveu o seu gosto musical ouvindo muitos dos grandes intérpretes e compositores da Bossa Nova, MPB e Jazz. Estudou no Conservatório Souza Lima em São Paulo e na escola de Jazz Hot Clube Portugal.
Fez parte do elenco do musical infantil “Amigos do Peito”, em 2005, e gravou o disco do projeto que esteve em digressão em Portugal. Editou o seu primeiro álbum a solo em 2007 pela Universal Music em Portugal e no Brasil. Em 2012 editou o disco “Chill Bill”, um projeto experimental de música chill out, do qual foi também produtor.
Gravou e editou em Macau entre 2015/2016, os discos “Tributo a Macau”, “Pessoa” e “Rua 25 de Abril”, do projeto Sunny Side Up, que conta com vários temas de sua autoria.
O seu mais recente single, Deus Também Sorri, é um original de Felipe Fontenelle com parceria de António Ladeira. Este tema foi produzido no Rio de Janeiro por Luiz Claudio Ramos (músico, produtor e arranjador do Chico Buarque) e o vídeo foi realizado pelo premiado realizador português Pedro Varela.
M de Memória foi produzido por Ricardo Cruz e está disponível em todas as plataformas digitais.
Alinhamento M de Memória
1. Entre o sono e o sonho
2. Gato que brincas na rua
3. Os medos
4. Sementeira
5. Tocá música, vêm cantá
6. M de memória
7. A minha vida é um barco abandonado
8. Aos amigos
9. A noite do adeus
10. Deus também sorri
11. Esmeralda
12. Liberdade
13. Mais uma vez
14. Sabe, eu também
15. Não sei quantas almas tenho
16. Tatibitati
Letra
A letra está no vídeo
Música e Letra: Edgar Santos

“AMOR DE ESCOLA” MARCA A ESTREIA D’OS CLÁSSICOS
“Amor de Escola” é título do single de estreia de mais uma aposta nacional da Music For All – Os Clássicos! Este quarteto navega nas inebriantes águas do pop e do rock, cruzando-se também com os movimentos slow-rock e pop/funk, naquela que é uma junção vencedora de talento e arrojo.
No ano em que celebram o terceiro aniversário d'Os Clássicos, Edgar Santos, Leandro Martins, José Moreno e Edgar Milhões anunciam o lançamento do primeiro álbum de longa duração, intitulado “Primeiro Acto”.
Para falar do nascimento do projecto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014.
Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Edgar Milhões, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda. Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interacção com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.
Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.
Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a actuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.
Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em Setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada.
Falemos agora de Edgar Milhões, o baixista d’Os Clássicos! Nasceu em 1997 e sempre foi considerado um músico com talento muito acima de média. Em Setembro de 2012 entra para a ESPROARTE, mais concretamente para o curso de Contrabaixo, o que o leva a, dois anos depois, atingir a orquestra APROARTE e a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). A eterna busca por conhecimento levou-o a participar em diversas master classes com nomes como Alberto Bocini, Yury Aksenov, Manuel Rego, Vladimir Kouznetsov ou Alexandre Storojouk.
2014 seria o ano em que se tornaria Chefe de Naipe da Classe de Contrabaixos da Orquestra Sinfónica ESPROARTE e Segundo Chefe de Naipe da Orquestra APROARTE. Entre 2014 e 2015 integrou a Orquestra Geração Murça/Mirandela, o que o levou a actuar em cidades como São Paulo ou Paris, tendo sido também contrabaixista da JOP em palcos como o CCB, em Lisboa, Bucareste ou Berlim. Actualmente para além de se dedicar ao projecto Os Clássicos é também músico nas Orquestras APROARTE, Jovem Orquestra Portuguesa e Orquestra Clássica Transmontana!
José Moreno, tal como os dois membros acima referidos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE. Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e actualmente para além de baterista d'os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.
O quarto, e último, membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (actualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris. Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projectos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.
2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda edita o seu single de estreia, “Amor de Escola”, através da Music For All, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda para meados do presente ano.
Letra
Não sei como teu ex-damo
te deixou bazar parece anormal
Pois tu és sem igual
Mulher como tu não se encontra
em qualquer lugar, não
Tens um jeito sensual
Que me põe a bater mal
Vou agradecer
Agradecer ao teu ex-namorado
Agradecer por te ter deixado
Vou agradecer
Agradecer ao teu ex-namorado
Graças a ele tu estás comigo
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher
Agora ela é só minha, só minha
e eu sou dela
E tu tens que agradecer
À minha ex
Quem ela teve não
Vá lá e lhe diz o quão eu sou carinhoso
Carinhoso
(Ela dizia que eu não era)
Equanto eu vou agradecer (Eu vou agradecer)
Agradecer ao teu ex-namorado (Obrigado)
Agradecer por te ter deixado (Obrigado)
Equanto eu vou agradecer (Eu vou agradecer)
Agradecer ao teu ex-namorado
Graças a ele tu tás comigo
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher
Agora ela é só minha, só minha
e eu sou dela, dela, dela
E quem tá feliz quando ela agarra
Dá um beijo
Mais um beijo
E quem é que tá feliz quando o damo
Dá um beijo
Mais um beijo
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado (não bate bem)
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher
Agora ela é só minha, só minha (e de mais ninguém)
e eu sou dela, dela, dela (e de mais ninguém)
Letra
[1st Verse]
Some man wanna own everything
And waan be a king, but di whole a dem left out di Lord
Whole a dem try sing, get di fame thing
But nuh have JAH inna dem heart
Me see how nuff a dem a hype, but still nuh reach nowhere yet
Cause di whole a dem a di weakest link and type and that dem can’t forget
[2nd Verse]
Everytime me step pon stage, man a sing full of rage
Cause me know that Jah got me back
In this yah new age, I’m inna diferent page
Babylon dem can't follow my track
Me always think positive, all negativity
I man a push it out of my path
And in JAH man believe, cause H.I.M. provide the needs
Fi we build this musical attack
[Chorus] -2X
Jah Jah Bless me every time
H.I.M. protect me from bad-mind
Dem wanna stress me
Dem wanna test me
But Jah Jah give me strength to back off of dem scheme
[3rd Verse]
Seh me nah think twice
Bun dem lies
Bad-mind dem a defend
Dem a raise dem voice
And chat bare noise
But di message dem nuh send
I man nuh rate none a dem cause fake whole a dem
Me nuh par with no wannabe
Real from root to di stem from start to di end
Cause me know seh that is the key
[4th Verse]
Thru dem bad minded people, study bare evil
We must link up and fight
With di music as our vehicle, we walk through dem invisible
Mixed up, but we always stay bright
Haffi stick to di plan, and same so me 'tan
Going step by step to di light
The mobb came around, just fi listen this song so
We must be doing it right.
[Chorus] -4X
Jah Jah Bless me every time
H.I.M. protect me from badmind
Dem wanna stress me
Dem wanna test me
But Jah Jah give me strength to back off of dem scheme
Lyrics and instrumental by Supa Squad.
Mixed and Mastered by Supa Squad & Sali Rosário.
Música
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