Segunda-feira, 6 de Março de 2017

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Luísa Sobral compõe canção vencedora do Festival RTP da Canção

"Amar pelos Dois" foi a canção vencedora da edição deste ano do Festival RTP da Canção, qualificando-se assim para representar Portugal no Festival da Eurovisão, que decorre em Kiev, na Ucrânia, em Maio. A canção, da autoria de Luísa Sobral e com interpretação do seu irmão Salvador Sobral, venceu a final disputada ontem no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, numa gala que também celebrou os 60 anos da RTP.
 
Luísa Sobral lançou o seu mais recente álbum, "Luísa" no final de 2016 e tem integrado semanalmente o top nacional de álbuns mais vendidos. A autora de "Amar pelos Dois" tem percorrido as salas mais prestigiadas do país e prepara-se para editar em breve este seu novo disco no mercado internacional. 

Recorde-se que, já após a meia final, "Amar pelos Dois" se tinha revelado um impressionante fenómeno viral, sendo que, neste momento, as visualizações no YouTube já ultrapassam o meio milhão.

Luísa Sobral :: 

11 Mar - Ponte de Lima, Teatro Diogo Bernardes 
18 Mar - Loulé, Cine Teatro Louletano 
20 Mar - Castelo Branco, Cineteatro Avenida
22 Abr - Marinha Grande, Casa da Cultura Teatro Stephens
29 Abr - Lousada, Auditório Municipal 
6 Mai - Albergaria-a-Velha, Cineteatro Alba
28 Mai - Almada, Teatro Municipal Joaquim Benite
17 Jun - Guarda, Teatro Municipal
22 Jul - Vila Real, Teatro de Vila Real
23 Set - Ovar, Centro de Arte
13 Out - Faro, Teatro das Figuras

 

 



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Letra

 

Coming back to see you smile
It's been a while since I've seen you again
And there's no telling who

Will be the one beneath your fantasies

'Cause all your friends
They've turned back to see you smile
Oh yes they did

'Cause all you've done
Heeyy believing there's a way beneath the waves
Oh you did you did...

Coming back to see you wave
Your smile reveals that you are here to stay
In the street I hear the news
They spread throughout the ears of something true

'Cause all your friends
They've turned back to see you smile
Oh yes they did

'Cause all you've done
Heeyy believing there's a way beneath the waves
Oh you did you did...

Go back and see...
I turn to breathe...

 



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“DISTANCE”, O NOVO SINGLE DOS WELLMAN

 

Depois de se terem apresentado ao vivo no Musicbox no passado mês de Janeiro, é tempo de conhecermos agora o novo single dos Wellman, “Distance”, soalheira composição pop/rock que versa acerca da problemática da distância nos relacionamentos amorosos, e como esta tanto os pode fortalecer ou deitá-los por terra.

 

Este é então o primeiro avanço revelado do registo de estreia do quinteto lisboeta a ser editado com o selo da Music For All e com edição agendada para Abril próximo.

 

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a

 

oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.

 

 



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Letra

 

I know when to go out
And when to stay in
Get things done

I catch a paper boy
But things don't really change
I'm standing in the wind
But I never wave bye-bye
But I try, I try

There's no sign of life
It's just the power to charm
I'm lying in the rain
But I never wave bye-bye
But I try, I try

Never gonna fall for
Modern love walks beside me
Modern love walks on by
Modern love gets me to the church on time

Church on time terrifies me
Church on time makes me party
Church on time puts my trust in god and man
God and man no confessions
God and man no religion
God and man don't believe in modern love

It's not really work
It's just the power to charm
I'm still standing in the wind
But I never wave bye bye
But I try, I try

Never gonna fall for
Modern love walks beside me
Modern love walks on by
Modern love gets me to the church on time

Church on time terrifies me
Church on time makes me party
Church on time puts my trust in god and man
God and man no confessions
God and man no religion
God and man don't believe in modern love

Modern love - Modern love
Modern love - Modern love, walks beside me
Modern love - Modern love, walks on by

 



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BOWIE 70

Entrada directa para #1 do Top nacional de vendas

“…aplaudimos especialmente o facto de este disco poder levar tão belas canções a uma geração que já não cresce a ouvi-las.” Blitz – Fevereiro 17

“David por David. Fonseca tocou Bowie de memória” DN, 11.02.17

“Não é fácil pegar num legado assim, mas David Fonseca deu o peito às balas e atirou-se às canções imortais de David Bowie para, com a ajuda de amigos, as tornar made in Portugal”. EXPRESSO, Revista E, 11.02.17

“A abordagem romântica de Absolute Beginners, por Tiago Bettencourt, tal como as excelentes releituras de António Zambujo (Life on Mars?) e Camané (Space Oddity) destacam-se pela sua originalidade e David Fonseca encerra o disco da melhor forma assimilando o dramatismo de Lazarus”. Sábado, Pedro Salgado 02.02.17

Uma carta de amor de David (Fonseca) para David (Bowie)

“Passear os ouvidos por Bowie 70 é uma permanente surpresa. Arranca com um Absolute Beginners em que Tiago Bettencourt parece plantado na folk inglesa dos anos 70 e passa por um Life on Mars em que se diria Zambujo ter mudado o seu centro de gravidade para um universo de excentricidade pop que, com alguma boa vontade, se poderia imaginar chegado dos Flaming Lips; coloca Camané a dar gravidade ao “ground control to Major Tom” de Space Oddity e atira o fadista, assim como Ana Moura em The man who sold the world, para arranjos que se diriam sintonizados com os últimos anos dos Beatles, mas também permite a Márcia vogar por um This is not America com fibra trip-hop.Isto e muito mais, numa carta de amor daquelas que resistem à passagem do tempo.” Público, Ípsilon  10.0.17 

Editado a 17 de Fevereiro de 2017, ”BOWIE70”, o disco que é uma carta de amor de David Fonseca a um nome maior da música, David Bowie, merece entrada directa para a liderança do top nacional de vendas.

Para “BOWIE70”, David Fonseca convidou um elenco de luxo: Afonso Rodrigues (Sean Riley), Ana Moura, Aurea, António Zambujo, Camané, Catarina Salinas (Best Youth), Márcia, Marta Ren, Manuela Azevedo, Rita Redshoes, Rui Reininho e o próprio David Fonseca, emprestam a sua voz a alguns dos temas mais emblemáticos de David Bowie

A coordenação artística de “BOWIE70” e, ainda a interpretação de todos os instrumentos musicais, tem a assinatura de David Fonseca.



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Letra

 

Found a man
I said who are you my friend?
The creep just stepped away

 

He turned back in
Promised me everything
The lies came flooding in

He takes and he takes from me
Blind and dumb to see

Oh, I'm taking it higher

He said something
Sounded like everything
Soon it came clear to see

The front was set
No gold there was nothing left
He took and went away

He takes and he takes from me
Blind and dumb to see
He shook my biggest dreams
Now it's time to leave...

Oh, I'm taking it higher

 



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Letra

 

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela

Os olhos requerem olhos
e os corações corações
e os meus requerem os teus
em todas as ocasiões

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela

Menina estás à janela
com o teu cabelo à lua
não me vou daqui embora
sem levar uma prenda tua

sem levar uma prenda tua
sem levar uma prenda dela
com o teu cabelo à lua
menina estás à janela.

 



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Domingo, 5 de Março de 2017

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Neste que é também o ano da edição em disco do espetáculo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte",  José Cid volta a apresentar ao vivo a obra que lhe valeu a internacionalização, dia 1 de Maio na Aula Magna em Lisboa e 6 de Maio na Casa da Música no Porto. 

Corria o ano de 1978 quando José Cid lançou pela editora Orfeu aquela que viria a tornar-se numa das obras de maior sucesso de Rock Sinfónico do mundo: "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Passados quase 40 anos volta agora a trazer a palco a história ficcional do homem e da mulher que regressam à terra 10.000 anos depois da sua total destruição, para repovoa-la. 

O primeiro álbum de rock espacial português, baseado na ficção cientifica, conta com o mellotron e os sintetizadores para lhe conferir uma sonoridade característica elevando assim o som base de guitarra, baixo e bateria originalmente criado por José com Mike Sergeant, Ramon Galarza e Zé Nabo.

Aclamado pela critica, este foi considerado pela revista Billboard como um dos melhores 100 discos de Rock Progressivo do mundo de todo o sempre. Os muitos fãs da obra concordam e é pelos inúmeros pedidos de mais apresentações, desta que é também uma ópera-rock, que agora José Cid voltará a dar-lhe vida em duas datas únicas em Lisboa e no Porto. 



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Letra

 

C4 Pedro, baby

It's another track


You know how we do it right

Esse teu toque, malandro
Tem venêno de mulher
Teu olhar me entimída
Tu já venceste a partida

Mas quem sou eu?
Quem sou eu?
Pra dizer que não[?]
Alguém liga pra minha mãe
Ó mãe, essa mulher vai me levar
Tá mais que claro que eu não vou negar
E se ela disser que esquece o teu pai, tua mãe, meus irmãos, teus amigos
Eu vou ter saudades
Eu vou ter saudades

Jeitosa
Suculenta
Tu serás minha mulher
Teu agarro me ilumina
Brilhas em mim, menina

Mas quem sou eu?
Quem sou eu?
Pra dizer que não[?]
Alguém liga pra minha mãe
Ó mãe, essa mulher vai me levar
Tá mais que claro que eu não vou negar
E se ela disser que esquece o teu pai, tua mãe, meus irmãos, teus amigos
Eu vou ter saudades
Eu vou ter saudades

Minha viola
Minha inspiração
Melodía da minha canção
Tu és flor do meu jardim
Tu és jasmin

Mas quem sou eu?
Quem sou eu?
Pra dizer que não[?]
Alguém liga pra minha mãe
Ó mãe, essa mulher vai me levar (vai levar)
Tá mais que claro que eu não vou negar (não)
E se ela disser que esquece o teu pai, tua mãe, meus irmãos, teus amigos
Eu vou ter saudades
Eu vou ter saudades

Ó mãe, essa mulher vai me levar (vai, vai)
Tá mais que claro que eu não vou negar
E se ela disser que esquece o teu pai, tua mãe, meus irmãos, teus amigos
Eu vou ter saudades
Eu vou ter saudades

 



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NÃO TENHAS MEDO DO ESCURO@EDIÇÃO ESPECIAL 
 

Um ano depois do seu lançamento, Rogério Charraz anuncia uma edição especial do seu mais recente trabalho – Não tenhas medo do escuro.

Para além das onze canções que originalmente compõem o disco, esta nova edição traz duas versões “remasterizadas” dos temas Porto de Abrigo e Sempre que o amor nos acontece, que fazem parte da banda sonora da novela O Sábio, em exibição na RTP1.

Katia Guerreiro, Júlio Resende ou Luanda Cozetti são alguns dos convidados deste disco, que conta ainda com a colaboração importante do jornalista José Fialho Gouveia, autor de cinco das letras do disco.

Este lançamento serve também de mote para o regresso de Rogério Charraz aos palcos, estando a ser ultimada uma digressão que conta já com as seguintes datas confirmadas:
 
 
18 MAR - Auditório Municipal | Peso da Régua
08 ABR - Auditório da Igreja | Rio de Mouro
24 ABR - Salão dos BV | Pinhal Novo
30 ABR - Auditório Municipal | Albufeira (Convidado de Maria Viana)
30 JUN - Largo da Estação | Festas de Rio de Mouro
28 JUL - Casa da Cultura | Setúbal
22 SET - Centro Cultural Olga Cadaval | Sintra
11 NOV - Cine-Teatro Caridade | Moura

 
 Não tenhas medo do escuro – Edição Especial chega às lojas no dia 13 de Março e conta com a distribuição da Secret Penguin.


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Eliseo Parra e Manuel Maio entre os convidados especiais da noite.
Toques do Caramulo apresentam “Mexe!” nas Sextas Culturais!

Link do evento: https://www.facebook.com/events/1846984112237696/



Cinco anos depois, Toques do Caramulo regressam à origem para apresentar o novo álbum “Mexe!” no palco das Sextas Culturais, a 10 de março pelas 22h00. A noite promete ser memorável com a presença de alguns convidados especiais, que se juntarão a um coletivo com década e meia de percurso e que acaba de editar o seu terceiro disco. Com Toques do Caramulo, também Águeda mexe.

Depois de um concerto para o programa “Viva a Música” da Antena 1 (vídeo aqui: https://goo.gl/3Iwyqp) em fevereiro, o projeto criativo mais identitário da d’Orfeu AC prepara-se agora para pisar o palco do Cine-Teatro São Pedro, num concerto integrado nas Sextas Culturais, uma iniciativa da Câmara Municipal de Águeda.
 
O cantautor espanhol Eliseo Parra e o multi-instrumentista português Manuel Maio, que assinam a produção do disco “Mexe!”, vão marcar presença em palco, além de duas exímias instrumentistas que também participam no disco: Sónia Sobral (acordeão) e Ana Conceição (violoncelo). Neste concerto de apresentação do terceiro álbum de Toques do Caramulo, revisitam-se novos e velhos temas do repertório ‘mexido’ da zona serrana do concelho de Águeda.
 
Até 10 de março, numa campanha especial de lançamento, é possível adquirir dois discos por 15€ (sendo o preço unitário de 10€) e cada disco dá sempre direito a um bilhete* para este concerto tão especial. A venda de discos decorre no Espaço d’Orfeu ou, à cobrança, através do e-mail <lojinha@dorfeu.pt>.

Quem já adquiriu o CD deve, na posse do Vale oferecido, proceder à troca pelos bilhetes da sua conveniência num dos Pontos de Venda: Piscinas Municipais, Biblioteca Municipal e Espaço d’Orfeu. Dada a lotação do espaço e a numeração de bilhetes com lugares marcados, as opções de escolha dependem da antecedência com que é feita a compra ou levantamento dos bilhetes.



PONTOS DE VENDA (E TROCA DE VALES):
Piscinas Municipais / Biblioteca Municipal / Espaço d’Orfeu
(Cine-Teatro São Pedro apenas no dia do concerto)
Preço dos bilhetes: pré-venda 5€; no dia do concerto 8€.
* campanha limitada ao stock e à lotação disponível

http://www.dorfeu.pt/toquesdocaramulo
http://www.facebook.com/toquesdocaramulo



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Letra

Não encontrei a letra desta música

 

Music: Melech Mechaya
Lyrics: Maria Del Mar Rodriguez

 



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KADYPSLON E O AMOR À CULTURA HIP HOP

 

Kadypslon sabe do que fala. Natural do subúrbio de Santo António dos Cavaleiros, conhece as ruas como a palma da mão. O hip hop está-lhe nos genes. É nesta forma de ser e estar na vida e na absorção de ensinamentos de figuras como J Dilla, Snoop Dogg, Biggie ou A Tribe Called Quest que dá agora a conhecer “A Cultura”, prosa de amor ao hip hop clássico que nunca partiu e resiste a tendências, movimentos e sub-géneros.

 

Este é já o segundo single extraído de “Refúgio”, o primeiro longa-duração de Kadypslon que já chegou em formato físico às lojas tradicionais com o selo da Music In My Soul e que tem sido apresentado ao vivo pelo país fora.

 

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

 

Depois de uma pequena temporada em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a Portugal e a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

"Debaixo do céu por cima do mar"
Lyrics: Manuel Rebelo
Music: Abel Chaves & Yolanda Soares

 



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Sábado, 4 de Março de 2017

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Os Melech Mechaya estão de regresso com novo álbum.

 

"Aurora" é o 4º longa-duração do grupo e tem lançamento previsto para o mês de Maio.

A comemorar 10 anos de carreira, os Melech Mechaya
apresentam o trabalho mais surpreendente até à data.

 

O disco inclui as participações especiais de Filipe Melo (piano), Noiserv (voz), e Lamari de Chambao (voz). A cantora espanhola colaborou em "Un Puente", o primeiro single de "Aurora".

 

 Maria Del Mar Rodriguez: voz (convidada)
 

André Santos: guitarra
Francisco Caiado: percussão
João da Graça: violino
João Novais: contrabaixo
Miguel Veríssimo: clarinete 

 

 

 

O álbum " Aurora"   terá edição internacional pela histórica editora italiana Felmay em Maio (Portugal incluído).
 

O disco foi misturado por Tony Harris (que trabalhou com nomes como The Cure, R.E.M., Sinead O'Connor e Verve).



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Letra

 

Absolute Beginners

I've nothing much to offer
There's nothing much to take
I'm an absolute beginner
And I'm absolutely sane
As long as we're together
The rest can go to hell
I absolutely love you
But we're absolute beginners
With eyes completely open
But nervous all the same

If our love song
Could fly over mountains
Could laugh at the ocean
Just like the films
There's no reason
To feel all the hard times
To lay down the hard lines
It's absolutely true

Nothing much could happen
Nothing we can't shake
Oh we're absolute beginners
With nothing much at stake
As long as you're still smiling
There's nothing more I need
I absolutely love you
But we're absolute beginners
But if my love is your love
We're certain to succeed

If our love song
Could fly over mountains
Sail over heartaches
Just like the films
There's no reason
To feel all the hard times
To lay down the hard lines
It's absolutely true

 



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turnoff

 

“Turn Off The Radio”
2º single retirado de Stranded Downtown, o disco de estreia de
The Twist Connection.

'NITE SHIFT" apresentou esta banda de Coimbra, que junta Samuel Silva (The Jack Shits, Los Saguaros, Sonic Reverends) na guitarra, Sérgio Cardoso (É Mas Foice, WrayGunn) no baixo e Carlos Mendes (“Kaló”) (Tédio Boys, WrayGunn, Bunnyranch, The Parkinsons) na bateria.

"Turn Off The Radio" é o tema que se segue 

 

 



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“STARRY NIGHT” – SINGULARIDADES DE UMA LAGOSTA

 

É das cordas vocais de Duarte Cadete Inácio, e das promissoras mentes e dedos de João Costa, Rafael Burguete e João Henriques, que nos chega a mais recente aposta nacional da Music For All. Sob o nome Crying Lobster, este é um projecto de rock onde existe espaço para a riqueza do jazz, para a alma do funk e para a irreverência do stoner e do punk.

 

A estreia acontece ao ritmo de “Starry Night”, poderoso single que apresenta o quarteto ao público nacional. Para o Verão está marcado o lançamento do primeiro EP, ainda sem título, naquela que marcará a estreia do colectivo lisboeta.

 

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical.

 

É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos.

 

Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

O single “Starry Night” serve, assim, de antecipação ao novíssimo EP mas também de celebração do segundo aniversário da Lagosta. Tudo isto apenas se tornará realidade graças ao selo da Music For All.



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Sexta-feira, 3 de Março de 2017

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De 16 de junho a 15 de julho, Beja volta a mostrar Alma Criativa.

 

Está de regresso o Beja na Rua, Festival de arte pública que celebra as artes na rua. Promovido pela Zarcos – Associação de Músicos de Beja, em parceria com associações e entidades do concelho, a iniciativa é uma aposta de Beja na afirmação das indústrias criativas, que fazem desta cidade uma montra para criadores locais e convidados, onde a cultura local se funde com o que de melhor se faz ao nível nacional e internacional.

Juntar universos e estéticas artísticas diferentes, potenciando projetos de fusão é um dos objetivos do evento, que nesta 2ªedição, volta a transformar o Centro Histórico da cidade numa enorme sala de espetáculos e manifestações artísticas ao ar livre, palco de auditórios e galerias improvisadas.

Espetáculos musicais, animações de rua, intervenções de arte urbana, exposições, performances de dança e poesia, "workshops", serão um constante durante as 4 semanas em que decorre o Festival que reúne em Beja muitos artistas.

Ney Matogrosso é presença confirmada a 16 de junho no Beja na Rua

O cantor brasileiro Ney Matogrosso é um dos artistas confirmados no Festival Beja na Rua. Ney regressa a Portugal para um grande espetáculo na Praça da República, no dia 16 de junho, onde vai apresentar-se com a exuberância que o caracteriza. Com ele vem o seu mais recente projeto "Atento aos Sinais", que inclui temas dos consagrados Caetano Veloso, Itamar Assumpção e Paulinho da Viola e dos emergentes Criolo, Vítor Pirralho ou Dani Black.

O Beja na Rua é, acima de tudo, uma celebração: a celebração das artes na rua. Tudo está em aberto, com a certeza que a criatividade e o envolvimento dos criadores locais são os aspetos centrais da iniciativa e que as nossas artes e tradições estão na rua. Para todos.



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Letra

 

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata,
Cinta de fina escarlata,
Sainho de chamelote;
Traz a vasquinha de cote,
Mais branca que a neve pura.
Vai fermosa e não segura.

 

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

Descobre a touca a garganta,
Cabelos de ouro entrançado
Fita de cor de encarnado,
Tão linda que o mundo espanta.
Chove nela graça tanta,
Que dá graça à fermosura.
Vai fermosa e não segura.

 

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura;
Vai fermosa, e não segura.

 



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3 de Março | sexta-feira | 22h00 | Sala José Afonso

 

Concertos ZDB

 

MEMÓRIA DE PEIXE

 

Depois de óptimas referências nacionais e internacionais ao primeiro disco, os Memória de Peixe estão de volta. A dupla (Miguel Nicolau | Guitarra e Marco Franco | Bateria) apresenta em Setúbal o seu segundo álbum “Himiko Cloud”. Em comunicado, os Memória de Peixe acrescentam que Himiko Cloud também não é só o seu segundo disco, “é uma afirmação da maturidade do jogo de rock-jazz- modernista que Miguel Nicolau e Marco Franco andam a construir há cerca de dois anos e que, neste grupo de canções, transcende a música”.

 

Entrada: € 3,00

 

Reservas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt

 

Organização: CMS | Associação Zé dos Bois

 



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Letra

 

Quando Lisboa anoitece
como um veleiro sem velas
Alfama toda parece
Uma casa sem janelas
Aonde o povo arrefece

É numa água-furtada
No espaço roubado à mágoa
Que Alfama fica fechada
Em quatro paredes de água
Quatro paredes de pranto

Quatro muros de ansiedade
Que à noite fazem o canto
Que se acende na cidade
Fechada em seu desencanto
Alfama cheira a saudade

Alfama não cheira a fado
Cheira a povo, a solidão,
Cheira a silêncio magoado
Sabe a tristeza com pão
Alfama não cheira a fado
Mas não tem outra canção

 

Letra: Ary dos Santos
Música: Alain Oulman

 



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the dirty coal train.jpg

 

 

THE DIRTY COAL TRAIN
Café Concerto
Apresentação em concerto de Super Scum

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 4 mar'17 às 23:30

 

Banda criada em 2010, pelo viseense Ricardo Ramos e por Conchita Coltrane.

Um power trio de instrumentos amaldiçoados, que debitam decibéis suados de inspiração no Diy [“do it yourself”] do punk e no cinema de série B, onde coabitam com monstros, vampiros, múmias, óvnis e demais parafernália.

Depois de dois Lp, uma compilação e três singles, promovidos em Portugal, bem como em outros países da Europa e no Brasil, a banda promove o seu mais recente Super Scum, lançado pela Groovie Records em 2016, com espetáculos ao vivo suados e enérgicos que se tornaram imagem de marca. Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e direto como o género exige.

“Há algo que brilha mais audaciosamente na carreira dos The Dirty Coal Train do que a sua música urgente e brutal em si. A sua submissão e amor árduo que têm pelo seu trabalho!! e constante procura de novos ambientes musicais.”

Victor Torpedo, 2106




Ficha Técnica

Guitarra e voz: Reverend Jesse Coltrane
Bateria e voz: Lena Hurracan Coltrane
Guitarra e voz: Conchita Consuela Coltrane



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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MÚSICA
03 Março| 21:30H |10€

 

Aprendeu a tocar guitarra com a ajuda de um tio e aos 14 anos torna-se guitarrista e vocalista do grupo Cuban Boys, com o qual deu vários concertos em Portugal e Espanha. Também, durante cinco anos, foi locutor da estação regional Extremadura-Badajoz da rádio espanhola S.E.R. Acabou por se tornar conhecido por Paco devido à ascendência espanhola da sua família e pela sua actividade inicial em Espanha, onde os Franciscos são chamados de Pacos, Panchos ou Curros.


Após o serviço militar, ao regressar a Portugal, começa a compor os seus próprios temas, e só então passa a cantar em português, a partir de 1972, como solista, pela mão de Hermínia Silva, no Solar desta famosa artista.


O primeiro dos seus sucessos foi "A Minha Cidade" (mais conhecida por "Ó Elvas, Ó Elvas"), seguindo-se outros tantos êxitos, tais como "É Por Isso Que Eu Vivo", "Chula da livração" ou "Ceifeira Bonita". Em consequência destes êxitos, inicia uma intensa carreira internacional junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, actuando em palcos e televisões de Espanha, Itália , Austrália e Canadá..


Em 1980, edita o álbum "Malhas, Malhões e Outras Canções", com arranjos de Pedro Osório, cujo repertório foi registado também num programa para a RTP, intitulado "A Vez e a Voz".


Em 1987, Paco Bandeira edita o seu vigésimo disco LP, intitulado "Com Sequências"


Seguiram-se temas de muito sucesso como "O Sol do Mendigo", "Minha Quinta Sinfonia", ou "A Ternura dos Quarenta".


Em 1994, edita o seu vigésimo quinto álbum intitulado "Cantigas Entrelaçadas", na mesma altura que preparava um programa para a RTP intitulado "Cantares de Amigo", exibido um ano depois. Ainda em 1995 compõe a banda sonora da telenovela "Roseira Brava", e uma série de programas para a Radio Comercial intitulados "Cantos da Casa". Em 1996 compõe as bandas sonoras das telenovelas "Primeiro Amor" e "Vidas de Sal; em 1997 as telenovelas "Filhos do Vento" e " A Grande Aposta"; em 1998 a telenovela "Os Lobos" e em 2000 "Ajuste de Contas".


Em 2006 lança uma antologia de alguns dos seus maiores sucessos, num duplo álbum intitulado "Paco Bandeira: Uma vida de canções", que se torna um enorme sucesso de vendas e alvo de rasgados elogios por parte de quase toda a crítica especializada. O álbum acabou por encabeçar as listas de melhores do ano de quase toda a imprensa.


Em Outubro de 2007 editou o álbum "Canto do espelho", com dez temas originais, cinco dos quais contam com os coros a cargo do Coral Harmonia de Santiago do Cacem.


Em 2016 editou " O Povo é sempre bom", o seu mais recente trabalho discográfico.


Uma carreira de mais de 50 anos, um nome incontornável da música ligeira portuguesa.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quinta-feira, 2 de Março de 2017

luiz caracol.jpg

 

 
LUIZ CARACOL 
 " Metade e Meia" 
 
O álbum “Metade e Meia”, com edição marcada para dia 10 de Março pela Ampla Portugal, tem já um single a rodar nas rádios, “Por Acaso”, e um segundo “Falhou na Dança", que agora apresentamos e que pode ouvir aqui.

Ao vivo, o álbum está a ser apresentado em concertos e brevemente em showcases nas FNACs.
 

 


 
 
 
PRÓXIMOS CONCERTOS
 
04 Mar | Vila Nova de Famalicão | Casa da Artes
10 Mar | Sesimbra | Cine Teatro João Mota
17 Mar | Cuba | Centro Cultural
30 Mar | Coimbra | Conservatório de Música
07 Abr | Leiria | Teatro Miguel Franco
08 Abr | Silves | Teatro Mascarenhas Gregório
17 Mai | Santa Maria da Feira | Teatro António Lamoso
25 Mai | Porto | Casa da Música
26 Mai | Lisboa |Cinema S. Jorge
 
SHOWCASES FNACs
 
11 Mar | 17h00 | FNAC Colombo
12 Mar | 17h00 | FNAC Almada
31 Mar | 18h30 | FNAC Stª Catarina
31 Mar | 22h00 | FNAC MarShopping
01 Abr | 17h00 | FNAC Gaia Shopping
01 Abr | 22h00 | FNAC Norte Shopping


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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rao kyao.jpg

 

 

Rão Kyao, apresenta espectáculo litúrgico "Sopro de Vida" na Igreja do Mosteiro da Batalha.



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Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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