Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017

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DIOGO PIÇARRA apresenta novo disco ‘do=s’ num vídeo medley

O álbum estará em pré-venda a partir de amanhã

Diogo Piçarra lança amanhã, às 19h, um videoclipe com excertos das 10 canções que compõem o seu novo disco "do=s", que chegará às lojas no dia 31 de Março,
mas ficará disponível para pré-venda já a partir de amanhã no iTunes, Fnac   e Worten com ofertas especiais.

“do=s” foi escrito e composto na sua maioria por Diogo Piçarra, que também produz duas músicas e co-produz outras 7, em  parceria com alguns dos maiores produtores da música nacional: BrankoFredJ-CoolKaretusKking KongLhast,  MØTA e Stego (Maraki Music Studios).

Valas e April Ivy são os convidados do disco. O rapper Valas junta-se a Diogo Piçarra em ‘Ponto de Partida’ e April Ivy em ‘Não Sou Eu’.

O álbum foi masterizado por Dave Kutch, no estúdio The Mastering Palace em Nova Iorque. Dave masterizou alguns dos álbuns mais relevantes dos últimos anos, como ‘Lemonade’ de Beyoncé, ‘Mind of Mine’ de Zayn, ‘Beauty Behind Madness’ de The Weeknd, ‘20/20 Experience” de Justin Timberlake ou “This Unruly Mess I’ve Made” de Macklemore & Ryan Lewis.

ALINHAMENTO:

1 – Dois (Letra, Música e Produção: Diogo Piçarra)

2 – Dialeto (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Karetus e Diogo Piçarra)

3 – História (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Lhast e Diogo Piçarra)

4 – Já Não Falamos (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Karetus e Diogo Piçarra)

5 – Caminho (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Branko e Diogo Piçarra)

6 – Ponto de Partida feat Valas (Letra: Diogo Piçarra e Valas; Música: Diogo Piçarra; Produção: J-Cool e Diogo Piçarra)

7 – Erro (Letra: Diogo Piçarra; Música e Produção: Branko e Kking Kong)

8 – Não Sou Eu feat April Ivy (Letra: Diogo Piçarra e April Ivy; Música: MØTA; Produção: MØTA e Stego (Maraki Music Studios)

9 – Só Existo Contigo (Letra, Música e Produção: Diogo Piçarra)

10 – 200 (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Fred; Co-Produção: Diogo Piçarra, Rui Maia e Riot)

 

Sobre o novo disco Diogo Piçarra diz: ” “do=s” simboliza tudo de bom e mau numa relação a dois, uma “História”  de vida que vai do “Dois” ao “200”. Um segundo disco que deixa uma noção de fio condutor entre todas as melodias de voz e letras; um ‘Dialeto’ nascido de um ‘Caminho’, como se a mesma pessoa tivesse sido o ‘Ponto de Partida’ para a inspiração de todas as canções. Um trabalho que é um só, tal como acontece quando duas pessoas se juntam.”

“do=s” ficará em pré-venda a partir de amanhã, com ofertas especiais:

Na Fnac, quem fizer a pré-compra do disco, receberá de oferta uma canção inédita que não estará incluída no disco'Crescente’ (Letra, música e produção: Diogo Piçarra).

Na Worten, o cliente terá direito a um desconto especial, só disponível durante o período da pré-venda.

no iTunesquem fizer a pré-compra do disco terá direito a receber algumas músicas antes do álbum ser editado:

Entrega imediata: Dialeto e História, 28 Fevereiro: Erro, 7 Março: Ponto de Partida e 16 de Março: Já Não Falamos.

 

 

 



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Letra

 

Trago um fado no meu canto
Canto a noite até ser dia
Do meu povo trago pranto
No meu canto a Mouraria

Tenho saudades de mim
Do meu amor, mais amado
Eu canto um país sem fim
O mar, a terra, o meu fado
Meu fado, meu fado, meu fado, meu fado

De mim só me falto eu
Senhora da minha vida
Do sonho, digo que é meu
E dou por mim já nascida

Trago um fado no meu canto
Na minh'alma vem guardado
Vem por dentro do meu espanto
A procura do meu fado
Meu fado, meu fado, meu fado, meu fado

 



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Ana Deus e Alexandre Soares apresentam “Miopia”, o último trabalho de um dos melhores projectos musicais do panorama musical nacional.

 

 

 

Entrada: € 3,00

Reservas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt

Organização: CMS | Experimentáculo Associação



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Letra

 

Letra:
Eles vêm como aqueles pássaros que vêm e passam e tudo o que vêem comem
Eles comem do bom pedaço e bebem bagaço e o suor dum homem
São eles quem carrega o saco pa encher o papo da grande grei
Foram eles que fizeram o traço do último fato que eu usei

Eu já paguei
Eu dei a Cesar o que é de Cesar deem o meu o corpo a minha mãe (2x)

De tudo que eu ganhei eu não guardei nem um vintém
Eles trazem o rolo da lei eles mandam em Jerusalém
Trabalham em conta de outrem que na testa tem o número 666
Aquele que mordeu de facto o calcanhar do Rei dos reis

Eu dei a Cesar (4x)
E dei a Jesus o que é de Jesus e a minha alma salvei (2x)

 

 



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António Zambujo em Beja a 4 de março

 

O músico bejense, que conquistou o Brasil ao cantar Chico Buarque em São Paulo, num concerto considerado entre os 10 melhores do ano de 2016, no Brasil, está de regresso a Beja a 4 de março.

 

António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja.

Será no sábado, dia 4 de março, que o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.

Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de CarminhoRoberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.

É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".

Uma produção da Câmara Municipal de Beja em parceria com a Produtora Sons em Trânsito com bilhetes à venda no Teatro e na bilheteira online.

Um concerto a não perder, dia 4 de março, pelas 21h30, no Pax Julia - Teatro Municipal de Beja!



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Letra

 

um tema original de Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Letra:

Vou cavalgar por toda a noite
Por uma estrada colorida
Usar meus beijos como açoite
E a minha mão mais atrevida

Vou me agarrar aos seus cabelos
Pra não cair do seu galope
Vou atender aos meus apelos
Antes que o dia nos sufoque

Vou me perder de madrugada
Pra te encontrar no meu abraço
Depois de toda cavalgada
Vou me deitar no seu cansaço

Sem me importar se nesse instante
Sou dominado ou se domino
Vou me sentir como um gigante
Ou nada mais do que um menino

Estrelas mudam de lugar
Chegam mais perto só pra ver
E ainda brilham de manhã
Depois do nosso adormecer

E na grandeza desse instante
O amor cavalga sem saber
Que na beleza dessa hora
O sol espera pra nascer

Estrelas mudam de lugar
Chegam mais perto só pra ver
E ainda brilham de manhã
Depois do nosso adormecer

E na grandeza desse instante
O amor cavalga sem saber
Que na beleza dessa hora
O sol espera pra nascer

 



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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017

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Royal Fado" de Yolanda Soares ajuda refugiados Sírios Universitários
 
Dia 03 de Março
Teatro Gil Vicente | Coimbra
21:30H


A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções, promovem concerto solidário “ Royal Fado” de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.
 

Convidados especiais:
Grupo Coral Alma de Coimbra
Barítono Diogo Oliveira
Marta Chasqueira (bailarina)
Horus Mozarabe ( bailarino)

Músicos:
Harpa - Salomé Pais Matos
Guitarra Portuguesa - Luis Coelho
Guitarra clássica- João Santos
Contrabaixo - Vasco Sousa
Percussão - João Português
Violino - António Barbosa
 
Ouvir o Fado Lianor "Harpeado" e cantado por Yolanda Soares é como entrar directo no coração de Camões.

A cantora Yolanda Soares escolhe Amália, Camões e Alain Oulman como uma trilogia de expressão artística representativa de si mesma e do seu Royal Fado. Indo ainda mais além escolhendo a Harpa como instrumento principal neste disco para continuar a percorrer os caminhos Amalianos da criatividade, da inquietação e de um coração que bate perfeito desta forma. O coração da artista bate perfeito com uma Lianor de Camões acompanhada de harpa, guitarra portuguesa , percussão , cordas e uma voz que canta um fado que é só seu. Ouvir esta Lianor "Harpeada" e cantada é como entrar directo no coração de Camões..."Descalça vai para a fonte Lianor pela verdura, vai formosa e não segura..." . Yolanda Soares viu na harpa as características perfeitas e o instrumento por excelência para este caminhar de Lianor descrito por Camões. Como uma seta musical de um cupido que escolhe o Fado como alvo da sua paixão e inquietação.
 
"LIANOR" |  Letra:: Camões | Música : Alain Oulman
 

 



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Letra

 

Posso te chamar de porco
Nem boleia tive
Fui pela CP
Posso dizer-te obrigado,
Vieste ter comigo
Não tens de quê

És tão linda
És tão sovina
Sou tão sortudo
És tão burro
Às vezes…

Refrão:
Tu és como a minha primeira vez
Amor és único, mesmo na rapidez
Amor és única, és minha talvez
Mas mesmo na ocasionalidade és para mim:
O meu amor,
Para a vida,
Ao fim de semana
Amor….

Tu és a net do meu PC
Eu dou-te a pass, pergunto-me porquê
Vou me embora vejo-te depois
Fico à tua espera e do sexo a dois
Agora
À lua
A toda a hora

Refrão:
Tu és como a minha primeira vez
Amor és único, mesmo na rapidez
Amor és única, és minha talvez
Mas mesmo na ocasionalidade és para mim:
O meu amor,
Para a vida,
Ao fim de semana
Amor….


Amor vens tocar à minha porta
Não sei se vou estar bem disposta
Acho que já percebi.
Já não gosto mais de ti.

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Composição e letra: Cláudia Pascoal
Voz: Cláudia Pascoal e Pedro Gonçalves

 



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Claudia Pascoal apresenta o single  “Ocasionalidade”. Este é um dos temas que pertence ao futuro EP “Para quem é, bacalhau basta” que brevemente vai ser lançado.

 

Este tema conta com a participação de Pedro Gonçalves, finalista do programa The Voice da RTP, e participante do Festival da Canção 2017. 

 

O tema foi lançado no dia dos namorados, enfatizando a ironia da mensagem da própria música. . 

 

 

 

Cláudia Pascoal

youtube.com/c/CláudiaPascoaloficial

facebook.com/claudiapascoalmusic/

INSTAGRAM: @a_bacalhau

TWITTER: @claudiaApascoal



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Letra

 

No mo-ohh-ohh
This niggas don't like no mo
Só like when I am in the flow
No mo-ohh-ohh

[nga]
Na linha de sintra ouvi um cota
A dizer que um gajo já não volta
Tanto a zona, como fazia outrora
Na esquina, da cota
Passa por lá mas já não me encontra
Eu perguntei então para que meu cota?
Bué de anos lá e tu não deste conta
A mi não nunca abriste nenhuma porta
Agora como o som toca
Te toca, te incomoda, já gostas (já gostas)
Já chamas o teu filho
Para tirar uma foto com o tropa
Que tem ouro na boca
É o loiro nas pontas
Que vives com uma moca
Mas como a minha escola é outra
E eu disse ao monsta
A gente vai para banda, fazer guita
Volta, troca, conta, compra carro tipo roupa
A sair de um brinquedo
Que devia ser de um jogador do atlético
E desta fez não é só mérito do autêntico
Deixo os créditos para o meu exército
Dope-music

[masta]
This niggas no like no mo (that you know me)
But now wat get in involve
Tipo tony montana, no rap sou big home
A desarrumar o logo da entrada da sony
Com o meu home geezy (geezy)
Isso é que é estragar a party
Salta de um mercedes, pra um maserati
Como teu ferrari
Pera miúdas tipo um cavalo
Enquanto eu cheiro a cavalo
Nga macabro

[masta]
This niggas no like no mo
This niggas no like no mo
(this niggas don't like)
Só like when I am in the flow
But now wat get in involve
This niggas no like no mo

This niggas no like no mo
Só like when I am in the flow
But now wat get in involve
This niggas no like no mo

[prodígio]
Nah
Têm raiva do puto
Perguntem ao ministério da cultura
Vendo mais que todos famosos juntos
Minha cota disse meu filho
Não rouba comida dos outros
Eu disse mãe Deus não se importa
Se for comida para os mortos
Matamos o game
They don't like us no mo
Se o assunto não é guita
Não falem com o brada
Concorrência aflita amarrem o brada
Puto cheira prata e balenciaga
Mas eu continuo o mesmo
Dizem que eu só falo do mesmo
Deve ser por isso
Que o promotor tá tentar me pagar o mesmo
Que me pagou no ano passado
Mas esse ano tive com damásio
E com anselmo com c4 com a yola semedo
Nós os supremos
Nesse barco sem remos
Isso é tudo que temos
Não exibo motivo com conquista
Todos meus carros são porsche
O puto é porschista
Puto não é bom, é super
Rappers não veem eu pauso no bunker
Miúdas raramente veem na minha cama
Eu arrasto bitsher para minha mesa de snooker
Lanço álbuns que vocês copiam
São todos meus sosias
Eu vendo cópias
Aquilo que vocês vendem é cópias (2da)

[masta]
A força suprema sempre lutou
Para poder garantir seu pão
Mas as pessoas não prestam
E ficam contentes cada vez
Que vais para o chão
Mas esquecem-se que as nossas paredes
Feitas a prova desta vossas invejas
Um desejo esta a dobra tudo aquilo
Que mi nos desejam
This niggas, this niggas, this niggas

This niggas no like no mo
This niggas no like no mo (no mo-oh-oh)
Só like when I am in the flow
(this niggas no like no mo)
But now wat get in involve
This niggas no like no mo

This niggas no like no mo (no mo-oh-oh)
Só like when I am in the flow
But now wat get in involve
This niggas no like no mo

[don-g]
Hey baby
[masta]
This niggas no like no mo
[don-g]
Nga
[masta]
This niggas no like no mo
[don-g]
Mo puto pro
Por mais que eles queres
Eles não conseguem para esta família
Ma nigga
[masta]
This niggas no like no mo
[don-g]
Por mais que eles querem
As street estão connosco
As ruas estão connosco, ma niggas
Isso é união, ma niggas
(isso é união, ma niggas)
Street niggas até morrer, força suprema

 



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 O INÍCIO DA VIDA DA TRAVESSA DO CORRUPIO

 

Movendo-se nas pródigas águas onde o ecletismo do jazz e da música clássica se encontram com o poder e a rebeldia do rock e do folk, a Travessa do Corrupio possui uma linguagem própria, que honra as origens e tradições lusitanas mas que nunca se esquece do mundo globalizado em que habitamos.

 

“A Vida (O Início)” é não só o single de estreia da mais recente aposta nacional da Music For All como também a plena afirmação do grupo enquanto exímios contadores de histórias. Para o segundo trimestre de 2017 está prometida a edição de um EP que promete agitar a música portuguesa!

 

Por entre histórias, sentimentos e emoções esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.

 

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

 

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões e desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Rita Redshoes

“Mulher” é o novo single de “Her”

Dia 22 na Casa da Música, Porto | Dia 23 no Tivoli BBVA, Lisboa

“Mulher” é o novo single de “Her”, o mais recente disco de Rita Redshoes, editado em Novembro do ano passado. Com música e letra de Rita Redshoes, “Mulher” é um dos 3 temas em português do disco, uma estreia que tem sido muito bem recebida pelos fãs. 

“A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força”, diz Rita Redshoes sobre o novo single.

A digressão de apresentação de “Her” passa esta semana pelas maiores cidades do país, com um concerto no Porto, amanhã, na Casa da Música, e em Lisboa, quinta-feira, no Teatro Tivoli BBVA. Pela primeira vez Rita Redshoes encontra-se na estrada com um quarteto de cordas - com dois violinos, viola e violoncelo - e os dois músicos que a acompanham habitualmente Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria.

Em "Her", Rita Redshoes envolve-nos nas suas histórias tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler(que já colaborou com REM, Depeche Mode, Marianne Faithful, The Psychedelic Furs, Siouxsie and the Banshees ou Cyndi Lauper). Arrisca como nunca, ao deixar emergir os seus conflitos interiores, de forma subtil mas intensa, ao interpretar pela primeira vez três temas na sua língua materna e ao tocar mais instrumentos do que nos seus anteriores álbuns: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017

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OWAN (Out With A New) é um projeto musical criado e liderado por Danniel Boone (autor, compositor, vocalista e multi-instrumentista).

 

Depois do álbum “And Now You”, os OWAN regressam em 2017 com novo trabalho.

“The Colour of Dreams” é o single de apresentação do álbum que será editado brevemente em formato digital.

 

Sobre “The Colour of Dreams” Danniel Boone diz:

“...É um daqueles temas que já andava há muito tempo na minha cabeça e teimava em não ganhar “vida”, lembro-me de escrever o “rif” da guitarra por volta de 2004… Foi um pedido expresso do nosso produtor Quico Serrano incluir este tema no álbum e tinha toda a razão porque, para mim, está um tema fantástico...um tema “happy” que nos lembra, por vezes, de nos valorizarmos mais...”

 

 



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Letra

 

Não sei como teu ex-damo
te deixou bazar parece anormal
Pois tu és sem igual
Mulher como tu não se encontra
em qualquer lugar, não
Tens um jeito sensual
Que me põe a bater mal

Vou agradecer
Agradecer ao teu ex-namorado
Agradecer por te ter deixado
Vou agradecer
Agradecer ao teu ex-namorado
Graças a ele tu estás comigo

Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher

Agora ela é só minha, só minha
e eu sou dela

E tu tens que agradecer
À minha ex
Quem ela teve não
Vá lá e lhe diz o quão eu sou carinhoso
Carinhoso
(Ela dizia que eu não era)

Equanto eu vou agradecer (Eu vou agradecer)
Agradecer ao teu ex-namorado (Obrigado)
Agradecer por te ter deixado (Obrigado)
Equanto eu vou agradecer (Eu vou agradecer)
Agradecer ao teu ex-namorado
Graças a ele tu tás comigo

Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher

Agora ela é só minha, só minha
e eu sou dela, dela, dela

E quem tá feliz quando ela agarra
Dá um beijo
Mais um beijo

E quem é que tá feliz quando o damo
Dá um beijo
Mais um beijo

Não bate bem esse teu ex-namorado
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher assim
Não bate bem esse teu ex-namorado (não bate bem)
Não bate bem, como é que conseguir perder
uma mulher

Agora ela é só minha, só minha (e de mais ninguém)
e eu sou dela, dela, dela (e de mais ninguém)

 

 



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rafael lapa.jpg

 

DISCO DE ESTREIA DE RAFAEL LAPA JÁ EM PRÉ-VENDA

 

Dissonâncias. Reverbs. Teclados. Caixas de ritmo. Espectros vocais. Bem vindos ao infinito particular de Rafael Lapa, que nos apresenta em “Nem Tudo é Real”, o disco de estreia que chega agora com o selo da Music For All.

 

Antecedido pelo single “Parte de Mim”, o registo de estreia do músico de Viseu cruza influências de pop alternativa e experimental, encontrando-se já disponível em regime de pré-venda nas lojas do iTunes, Google Play e The Store.          

                                                                                    

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

 

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!

 

 



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Letra

 

PARTE 1
Já se inquieta o mar
Toma o leme o coração
Dita o rumo a paixão
E a vontade de te amar

Já se inquieta o mar
Se embarco na tentação
De me guiar em ilusão
Pela luz do teu olhar


REFRÃO
E a tua imagem é quase uma miragem
Desse imenso mar
Que se estende no teu olhar
E a vontade de te amar


PARTE 1
Dito a minha perdição
Perco-me em teu olhar
Esse imenso mar
Que se inquieta sem razão


REFRÃO

 

Musica Original: Paulo Bastos
Letra: João Paulo

 



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Marco Rodrigues em estúdio e em França

Marco Rodrigues entrou ontem em estúdio para gravar o álbum que irá suceder a ‘Fados do Fado’, nomeado para um Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Folk.

O novo disco, com edição prevista para Junho, terá produção de Tiago Machado, com quem já tinha trabalhado no acalmado disco ‘Tantas Lisboas’ e em “EntreTanto”.

Em estúdio, a acompanhar Marco Rodrigues, está o seu habitual trio de fado composto por Nelson Aleixo na viola de fado, Frederico Gato no baixo acústico e Pedro Viana na guitarra portuguesa, mas este não será um tradicional disco de fado. Muitas surpresas serão reveladas em breve.

Ainda esta semana, Marco Rodrigues viajará até França, para dois concertos em Sucy-en-Brie, Paris, nos dias 24 e 25 de Fevereiro.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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PASSE 4 DIAS EM VENDA ANTECIPADA POR 25€

A Aldeia de Cem Soldos volta a realizar o BONS SONS. Este ano, o aguardado evento que reúne o melhor da expressão musical portuguesa decorre entre 11 e 14 de Agosto.

Até ao final de Fevereiro, os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais ao preço especial de 25€ por cada Passe 4 Dias. Esta é a oportunidade para quem reconhece a qualidade do evento e pretende adquirir o ingresso antecipadamente por um valor muito apetecível.
A partir de Março, os Passes 4 Dias passam a custar 40€ e os Bilhetes Diários serão disponibilizados pela primeira vez por 20€.



9 NOMEAÇÕES PARA OS IBERIAN FESTIVAL AWARDS

O Iberian Festival Awards divulgou os finalistas da sua 2ª edição, com o BONS SONS referido em nove das 19 categorias de prémios e assumindo-se como o festival com mais nomeações.
Para dez das categorias, os finalistas foram obtidos por votação online do público. Os nomeados das restantes nove categorias foram determinadas por um júri composto por três elementos de Portugal, três de Espanha e três convidados internacionais.
O BONS SONS está nomeado para os seguintes prémios:


CATEGORIAS DECIDIDAS PELO JÚRI

• Melhor Programa Cultural
• Melhor Comunicação
• Melhor Activação de Marca (Strongbow)
• Melhor Acolhimento e Recepção
• Melhor infraestrutura
• Contribuição para a sustentabilidade


  CATEGORIAS DECIDIDAS PELO PÚBLICO

• Melhor festival de Média Dimensão
• Melhor Alinhamento
• Melhor Zona de Campismo
• Melhor Espectáculo ao Vivo Nacional (Jorge Palma)


Estas nomeações reflectem bem o esforço de toda a equipa do BONS SONS que se envolve na organização comunitária do evento. A Aldeia de Cem Soldos mobiliza-se com dedicação e entrega à música portuguesa para apresentar o festival que é uma referência no panorama nacional e ibérico.

Na passada edição do Iberian Festival Awards, o BONS SONS foi nomeado para quatro categorias tendo arrecadado o galardão ibérico em duas delas: Melhor Festival de Média Dimensão e Contribuição para a Sustentabilidade.

Os vencedores serão conhecidos na gala de atribuição dos prémios, que decorrerá a 16 de Março no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), inserido na programação do 6º Talkfest – International Music Festivals Forum para aquela cidade espanhola.



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

REFRÃO
Ai, agora é que me eu maneio,
É que me eu maneio,
É que me eu rebolo.
Nos braços do meu amor,
Ai, agora é que me eu consolo.

PARTE
Não te encostes à parreira,
Que a parreira deita pó.
Encosta-te à minha beira,
Sou solteiro e vivo só.

Encosta-te à minha beira
Bem apertadinha vem dançar
Esta moda à maneira
Que é bonita e não troca o par

REFRÃO

PARTE
Encosta-te à minha beira
Bem apertadinha vem dançar
Vem ser sol da minha Eira
Almofada do meu “lar”

Vem ser sol da minha Eira
Nesta dança a Balançar
Porque o forno e a Lareira
São os braços do meu par

REFRÃO

PARTE
Sou Solteiro e vivo só
Mas assim não quero ficar
Não temas amor amar
Porque o que eu quero é dar…o nó

Sou Solteiro e vivo só
Mas assim não quero ficar
Vem ser sol da minha Eira
Alma, Fada do meu Lar

REFRÃO

 

Musica Original: Tradicional Portuguesa (Maneio)
Letra: Tradicional e Paulo Bastos



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017

 

Letra

 

I woke up this morning
It was still dawn
Heard the birds dem singing

 

With the rising sun

I know it's gonna be a good day
And nothing will stand in my way
And I don't want it to end
I wanna live it again

What a beautiful day
Everything's all right
What a beautiful day
When me see the sunshine
What a beautiful day
I feel so fine
What a beautiful day
Everything's sweet
Everything's all right

What a beautiful day
When me wake up this morning and see the sunshine
What a beautiful day
Pon me face there's a smile and I feel so fine
What a beautiful day
While the music a play me give thanks for life
What a beautiful day
Everything's sweet
Everything's all right

I feel so fine
I even made a summer song
I wish I could stop time
So the sun could never set down

I know it's gonna be a good day
And nothing will stand in my way
And I don't want it to end
I wanna live it again

What a beautiful day
Everything's all right
What a beautiful day
When me see the sunshine
What a beautiful day
I feel so fine
What a beautiful day
Everything's sweet
Everything's all right

What a beautiful day
When me wake up this morning and see the sunshine
What a beautiful day
Pon me face there's a smile and I feel so fine
What a beautiful day
While the music a play me give thanks for life
What a beautiful day
Everything's sweet
Everything's all right

If you're feeling good
It's one of those days
And if you're in the mood
It's one of those days
You wake up feeling so fine
It's one of those days
It's a beautiful day, one of a kind

What a beautiful day
When me wake up this morning and see the sunshine
What a beautiful day
Pon me face there's a smile and I feel so fine
What a beautiful day
While the music a play me give thanks for life
What a beautiful day
Everything's sweet
Everything's all right

So beautiful
What a beautiful
So beautiful
What a beautiful
So beautiful
What a beautiful day

Everything's sweet
Everything's all right

 



publicado por olhar para o mundo às 22:15 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Name: Supa Squad - Some More [Official Audio]
Songwriters: Isaac Rosário/ Marley Rosário (Supa Squad)
Composers: Isaac Rosário/ Marley Rosário/ Sali Rosário
Musicians: Isaac Rosário/ Marley Rosário/ Sali Rosário

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

supa squad.jpg

 

 
#SOMEMORE - O NOVO SINGLE DOS SUPA SQUAD
 
O Dancehall português ganha um novo fôlego cada vez que os Supa Squad anunciam um novo lançamento. 
 
E não é para menos: nos últimos anos Mr. Marley e Zacky Man têm criado verdadeiras obras de arte como “Gyal Move”, “Squeeze Me”, “That Body” ou mais recentemente “Beautiful Day”. 
 
Em “Some More” voltam em grande força com uma fusão dos habituais ritmos quentes que caracterizam a sua música com um balanço marcadamente afro-beat e é sem supresa que constatamos que estamos na presença de (mais) um verdadeiro dancefloor killer.
 
 
 

 

 


publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

kadypsilon.png

 

 

KADYPSLON AO VIVO NO COPENHAGEN BAR

 

Depois de ter iniciado um périplo pelas FNAC portuguesas e numa altura em que a edição física de “Refúgio” já chegou às lojas tradicionais, Kadypslon apresenta-se ao vivo no Copenhagen Bar, em Lisboa, pelas 23h do próximo dia 22 de Fevereiro, quarta-feira.

 

Oportunidade para escutar algumas das canções que compõem este novo registo - como “Malta Perdida”, “Vida” ou “Revelação” - ancorado na escola do hip hop clássico. A entrada é livre.

 

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Atualmente a residir em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre do ano edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

dulce.jpg

 

 
Peregrinar é percorrer um caminho para encontrar algo.

Foi o que Dulce Pontes, cantora, instrumentista, compositora, arranjadora, produtora, fez nos últimos 5 anos.

Álbum duplo, Peregrinação é o resultado deste caminho, uma viagem interior e emocional sobre a vida em momentos difíceis e menos difíceis.

Cantado em português, castelhano, galaico-português e com um tema em inglês, Peregrinação reflecte a vivência da artista, conciliando harmoniosamente diferentes autores e estilos musicais.

Em Março, esta Peregrinação será partilhada com todos, no Teatro Tivoli BBVA.
 
 
Teatro Tivoli BBVA
10 Março - 21h30
 

 



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Letra

 

Faltamos à peça principal
Saímos de cena
Ficamos com pena
Saltamos o final

Gritam palavras de ordem
A raiva pela manhã
Falam com quem desconhecem
Outros adormecem

O dia é um tédio mas não vejo remédio
É só mais uma vez

Ter e não ter
Ganhar e perder
Antagonias
Ironias
Tantas figuras
De estilo e de modo
Avançamos logo!

Companhia tardia
Desperta a simpatia
De quem nunca sorriu
Ficam mais lentos, menos atentos
Verbos sonolentos
Inspira respira
Comédia em três actos
Sejamos mais sensatos

O dia é um tédio mas não vejo remédio
É só mais uma vez!

Ter e não ter
Ganhar e perder
Antagonias
Ironias
Tantas figuras
De estilo e de modo
Avançamos logo!

Vem
Sabes bem!
Estamos presos nesta dança
Mas ninguém sabe bem!
Que é hora de mudança!

 
 

 



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deolinda kinzimba.png

 

Deolinda Kinzimba passa à final do Festival da Canção

Cantora participou no festival com a canção “O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos”, da autoria de Rita Redshoes e Senhor Vulcão

A jovem cantora Deolinda Kinzimba, que ficou conhecida depois de se ter sagrado vencedora da edição de 2015 do concurso “The Voice Portugal”, passou à final do Festival da Canção, depois de ter interpretado ontem à noite, na primeira semifinal do festival, a canção escolhida por Rita Redshoes.

Deolinda Kinzimba concorre ao festival com "O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos", uma canção da autoria de Rita Redshoes e Senhor Vulcão, graças à qual vai atuar na final do Festival da Canção, a 5 de março. Este ano o festival conta ainda com canções assinadas por artistas como Luísa Sobral, Pedro da Silva Martins (dos Deolinda), Nuno Figueiredo (dos Virgem Suta), entre outros.  

Esta participação no Festival da Canção de 2017 sucede-se à sua estreia em nome próprio com o single “Primeira Vez”, cujo vídeo oficial soma mais de 195 mil visualizações no YouTube, enquanto o vídeo da apresentação deste tema no palco do “The Voice Portugal” de 2016 já ultrapassou as 320 mil visualizações.

O single foi escrito e composto por Guilherme Alface, dos ÁTOA, e produzido por Diogo Piçarra. No final do ano passado, Deolinda Kinzimba participou ainda na versão portuguesa do popular filme de animação “Cantar!”, tendo dado voz à personagem de Meena.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

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