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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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PAPILLON E O CHARME IRRESISTÍVEL DE “CONCEIÇÃO”

 

Os Papillon vieram decididamente para ficar. Depois de “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim), é tempo de conhecermos “Conceição”, moça de múltiplos encantos que personifica o segundo single deste irreverente projecto portuense que recolhe influências de funk, jazz, swing e as apresenta em irresistível embrulho pop.

 

O single chega-nos com um vídeo bem humorado que conta com a colaboração de 116 pessoas espalhadas por 8 países, todas elas a emprestar a sua visão à caricata letra. Simultaneamente, o EP de estreia homónimo da banda do laçarote chega às principais plataformas digitais através do selo da Music For All.

 

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.

Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.

Para o trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia, com o selo de qualidade da Music For All.

 

 

Letra

 

Once you found me
just a stranger in the crowd
couldn´t believe I was the one
so did I get it wrong?

and I thought you said your heart was mine
I was so proud of this
Then we found a space for us
should I let this go?

refrão
Don't walk away,
don't leave me alone
Let's dance till we find the love
These times were real,
I can't stand to be apart
Let's dance till we find the love
I've had space and time
try to mend this poor heart of mine
What a shame play this game
Don't you feel the same?
We had paradise

I'm searching inside your heart
for a brand new place to land
in your house I found so much joy
I can hardly explain...
So please put your fears aside
I'm taking you as you are
see the words in my eyes
So take me as I am


refrão
Don't walk away,
don't leave me alone
Let's dance till we find the love
These times were real,
I can't stand to be apart
Let's dance till we find the love
I've had space and time
try to mend this poor heart of mine
What a shame to play this game
Don't you feel the same?
We had paradise

Once you're back in her home... home
beneath the sheets of our sleep zone
I need be next to you
You need be next to me
nobody but you, nobody but me
So please put your fears aside
should I let this go?
I want you partener ...


refrão
Don't walk away,
don't leave me alone
Let's dance till we find the love
These times were real,
I can't stand to be apart
Let's dance till we find the love
I've had space and time
try to mend this poor heart of mine
What a shame to play this game
Don't you feel the same?
We had paradise


 

Don’t walk away  João Pedro Coimbra| – Pedro Gonçalves

Festival da Canção 2017

 

Muito obrigado à Anabela Azevedo que nos deixou a letra

 

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The Start” é o novo single do projeto Urban Tales.

Após o regresso no ano passado, com o bem recebido “The Name of Love”, a banda volta ainda mais diferente, marcando decisivamente uma mudança no seu som.

 

“The Start” é rock/pop-Hip Hop, conta com a participação do rapper canadiano Loren Dayle e com a vocalista residente do projeto, Ana Sofia.

 

Apesar de diferente do som que caracterizou os Urban Tales, no novo single existe a mesma melancolia que os consagrou como uma das mais importantes bandas de rock de Portugal; a composição e produção esteve a cargo de Marcos César

 

 

 

Letra

 

Letra:
Nunca entendi o que te ia na cabeça,
Após tanta vaidade distrai-me com a beleza,
Dizeres que nao dizes dizeres que nao fazes,
Farta de ir atrás só pr'a fazermos as pazes,
Discussões mais modestas e a arrogância no alto,
A encenação já acabou já podes sair do palco,
Quem não dá atenção vira segunda opção,
Quem não dá valor reconhece o que é a dor,
[Refrão]
A lâmpada que fundiu o respeito que fugiu,
Passas te a rei malvado do quente para o frio,
Tudo bem eu percebi já me tinham avisado,
Que não eras de uma só mas eu tinha confiado

Tudo o que eu queria era te fazer feliz,
Nunca te magoar foi o que eu sempre fiz,
Tu magoas te me de uma maneira,
Paixão não existia esta foi a minha primeira,
Apaixonar-me por ti pior coisa que eu já fiz,
Traição é o teu forte é o que por aí se diz,
Acho te cada vez mais uma pessoa diferente,
Já sei que não me amas pois amor esse se sente,
[Refrão]

Quem gosta sempre passa quem ama sempre sofre
Só ficas a perder se amar for o teu forte,
Esse ar de superior de quem tem tudo o que quer ,
A mim já não me tens vai para outra mulher

 

Letra e Vozes: Diana Lima

 

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Kika está de volta com novo álbum: “Love Letters”, já à venda

Cantora vai apresentar disco na Fnac NorteShopping no dia 3 de março às 18h30, e no dia 4 na Fnac Santa Catarina também às 18h30

Kika está de volta com o muito aguardado segundo álbum de estúdio, “Love Letters”, do qual já são conhecidos os singles “If This Is Love”, “Colorblind” e “Take Me To The Other Side”, que têm gerado um grande entusiasmo entre a sua crescente base de fãs. O disco está disponível para venda e streaming nas várias plataformas online.

O álbum contou com a produção executiva de RedOne, célebre produtor que já trabalhou com algumas das maiores estrelas pop da atualidade – Lady Gaga, Nicki Minaj, Jennifer Lopez, One Direction, entre outros – e com quem Kika já tinha colaborado no disco anterior, “Alive”.

 

Ao longo do seu percurso, Kika tem vindo a conquistar admiradores por todo o país (e não só), sendo que o próprio veterano Pedro Abrunhosa não se poupa em elogios a esta nova voz da pop nacional: “A Kika consegue ser ao mesmo tempo uma intérprete e uma artista. Há uma espiritualidade na voz (branca, do Porto, burguesa) da Kika que, inesperadamente, ou não, transpira a imensidão da big black music, do gospel, da soul, do r&b”, afirma o músico.

“Love Letters” é, segundo a própria Kika, um conjunto de “cartas de amor”: “As diversas músicas acabam de uma maneira ou de outra por contar uma história de amor. O amor não é necessariamente romântico e, por isso, em certas músicas podem entender-se as ‘cartas’ como tendo por base relações de amizade ou familiares. Espero que cada ouvinte oiça e interprete estas histórias da forma que para si fizer mais sentido”.

Neste momento, Kika encontra-se bastante entusiasmada com o futuro e em poder apresentar aos seus fãs estas “Love Letters”. “Anseio por mostrar este novo produto de que tanto gosto, desejando que as pessoas gostem tanto dele como eu. Não sou de criar grandes expectativas, mas nada me daria mais prazer do que ver uma reação positiva daquelas que gostam tanto de me ouvir, e daqueles que não gostavam ou não me conheciam! Quero sempre fazer algo melhor que o que fiz antes, e considero essa missão cumprida!”

 

 

 

 

Letra :

Não digas que me amas
Não digas que me queres
Prefiro que digas agora
Do que depois ver te com outras mulheres

Prefiro que sejas sincero
Para de me dar esperanças
Mesmo que não seja o que quero
Ambos não somos crianças

Quando digo que quero esquecer
Mas que te quero aqui a ti para mim
Fecho os olhos
E vejo sempre o teu retrato em mim

Mas não é tão difícil assim
Só preciso que tu me digas
Que não sou eu aquilo que tu precisas

Não digas que me amas
Não digas que me queres ,oh
Não digas que me amas
Diz que tens outras mulheres


Não digas que me amas
Não digas que me queres,oh
Prefiro que digas agora
Do que ver te com outras mulheres, oh no

Vou pedir te então
Que respondas que não
Quando te perguntarem se tu
Sentes saudades de mim

Um não já garantido
Não assume o perigo
Para um prolongado
Coração partido

Então diz que não gostas de mim
Mais facilmente esqueço te assim
Porque um amor não alimentado
Sempre chega ao fim

Mas eu vou revelar então
Que te amo mais que tudo
Um amor que dói
Permanece melhor mudo

Não digas que me amas
Não digas que me queres ,oh
Nao digas que me amas
Diz que tens outras mulheres

Não digas que me amas
Não digas que me queres,oh
Prefiro que digas agora
Do que ver te com outras mulheres

Não digas que me queres
Finge que tu tens outras
Outras mulheres
Mas p´ra mim são só historias

Não digas que me amas
Não digas que me queres
Não digas que me amas
Não digas que me queres

Não digas que me amas
Não digas que me queres,oh
Prefiro que digas agora
Do que ver te com outras mulheres,oh no

 

Letra e Vozes : Diana Lima

 

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Passeio de Barco pelo Rio Mira e estreia do ensemble Polyphõnos em Odemira

O Terras sem Sombra parte agora à descoberta, em Odemira, dos segredos do rio Mira (com destaque para os habitats das lontras, que aí encontram um santuário, e para as pradarias marinhas), apresenta o concerto de estreia do ensemble Polyphōnos e abre as portas da igreja da Misericórdia e de outros monumentos e sítios de referência, para uma visita guiada nos dias 4 e 5 de Março.

Este festival tem a particularidade de associar a cada concerto uma acção de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade dos diversos concelhos que o Terras percorre, a qual acontece aos domingos de manhã, congregando músicos, espectadores, membros das comunidades locais, autarcas e técnicos. E, também, uma visita, na tarde de sábado, à vila de Odemira, o que representa uma magnífica oportunidade para conhecer o património edificado mais representativo do Baixo Alentejo.

 

Conhecer a música portuguesa de inspiração mariana

O segundo fim-de-semana da 13.ª edição do Terras sem Sombra começa às 14h30 do dia 4, com uma visita guiada ao património do centro histórico de Odemira, onde é dada a oportunidade de se conhecer, entre outros valores patrimoniais ainda pouco conhecidos do público, a surpreendente igreja da Misericórdia, que possui extraordinárias pinturas murais. A orientação é dos historiadores António Martins Quaresma e José António Falcão.

Às 21h30 deste mesmo dia, Polyphōnos, o ensemble recentemente fundado pela soprano Raquel Alão e cuja direcção artística se encontra a cargo do barítono e musicólogo José Bruto da Costa, tem a estreia em Odemira. Polyphōnos é um termo grego que designa a coexistência de muitos sons ou vozes, o que se revela muito apropriado a um agrupamento vocal e instrumental de excelência no campo da música antiga, que se propõe resgatar da sombra reportórios nacionais que são escassamente ouvidos entre nós.

Para o concerto na igreja de São Salvador, o ensemble inclinou-se para a música portuguesa de invocação mariana dos séculos XVI, XVII e XVIII, com autores da craveira de Estêvão de Brito, Duarte Lobo, D. Pedro da Esperança, Diogo Dias Melgás, João Rodrigues Esteves ou Francisco António de Almeida. Alguns são naturais do Baixo Alentejo: por exemplo, Brito nasceu em Serpa, ao redor de 1570, e Diogo Dias Melgás em Cuba, em 1638. Trata-se, pois, de uma espécie de “regresso” às origens, fazendo justiça ao grande destaque alcançado pela música no Alentejo durante esses períodos.

 
 
De barco, pelos meandros do rio Mira
 
Na manhã de domingo, o percurso dedicado à biodiversidade explorará, numa viagem a bordo de barcos, os meandros do Mira, propondo um olhar renovado sobre os gradientes do grande rio do Sudoeste. Este tem a particularidade de, tal como o Sado, empreender um curso de sul para norte. Nascendo na serra do Mú, percorre cerca de 150 km, ao longo dos quais se podem encontrar habitats muito distintos.
 
É precisamente no troço inferior do rio, já próximo do estuário, que se localizam algumas das características únicas deste curso de água: as pradarias marinhas e uma população de lontra peculiar muito. As pradarias marinhas representam alguns dos habitats mais ameaçados a nível mundial. 

Ao longo de um percurso de barco, serão reconhecidos, os pontos mais relevantes deste rio, que se caracterizam pela sua espectacular cenografia, e analisadas as principais ameaças que se fazem sentir sobre eles. A iniciativa, organizada com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e da Câmara Municipal de Odemira, conta com a presença de investigadores das universidades de Lisboa e Algarve.
 
De entrada livre, o Festival é organizado pela Pedra Angular (Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja) e pelo Departamento do Património desta Diocese e prolonga-se até  2 de Julho, seguindo para Ferreira do Alentejo, Santiago do Cacém, Castro Verde, Serpa, Sines e Beja, sob o título Do Espiritual na Arte Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX.
Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural.
Programa Odemira
4 de Março

Património
14:30 – 17:30 – Visita ao Centro Histórico
Ponto de encontro: Igreja de São Salvador
Local em destaque – Igreja da Misericórdia
 
Música
21H30 – Polyphōnos
De Beata Virgine Maria: Música Portuguesa de Invocação Mariana
Local: Igreja de São Salvador
 
Soprano Raquel Alão
Alto Carolina Figueiredo
Tenor Marco Alves dos Santos
Baixo Tiago Mota
Violoncelo barroco Ana Raquel Pinheiro
Órgão Sérgio Silva
Mónica Antunes, Rosa Caldeira, Manon Marques, Patrícia Mendes, Rui Miranda
Direcção musical José Bruto da Costa
 
5 de Março
Salvaguarda da Biodiversidade
Pelos meandros do Mira – um olhar sobre os gradientes do grande rio do Sudoeste
10:00 – Saída – Cais de Vila Nova de Milfontes
Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email