Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

image003.jpg

 

 

RadioFunk é o mais novo projecto do baixista Ciro Cruz. Depois de ter editado 3 álbuns em formato físico e digital, “Groove Inside”, “Mandala” e “Music”, Ciro Cruz reaparece com um projeto inovador onde participam vários artistas convidados para a interpretação dos temas. Chama-se “Ciro Cruz & Radio Funk”. É como numa rádio. Uma Rádio Funk!

 

"Isto é Portugal“é o primeiro single de “Ciro Cruz & Radio Funk” e tem como convidado principal, Gonçalo Bilé da banda Trevo.

 

Participaram  também Raphael Lopes nas vozes e guitarra, Ricardo Branco fez o arranjo dos metais e André Silva na bateria. A captação e mix ficaram a cargo de Makotó Yagyu (Paus).

 

 

 

 

terrassemsombra.jpg

 

Terras sem Sombra,
o Festival do território do Baixo Alentejo

O Terras sem Sombra regressa em 2017 para promover, mais uma vez, um território que sobressai pelos valores ambientais, culturais e paisagísticos e apresenta um dos melhores índices de preservação na Europa. Este festival tem como pano de fundo o Baixo Alentejo, realizando-se, em itinerância, nos concelhos de Almodôvar, Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja, de 11 de Fevereiro a 1 de Julho.
 
Considerado um dos cinco melhores festivais do género na Europa, o Terras sem Sombra assenta em três pilares: Música, Património e Biodiversidade. A 13.ª edição pretende sobrelevar ainda mais estes três eixos, explorando e indo ao encontro de um território de gentes, cultura, inovação e empreendedorismo.

A música continua a ser a “porta” para o conhecimento desta região. “Do Espiritual na Arte: Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX” é o mote para esta edição que, lembrando o título de uma célebre obra W. Kandinsky, se centra no diálogo entre a Arte e o Sagrado, numa perspectiva aberta e ecuménica, em que convivem o Cristianismo, o Judaísmo e o Islão, como foi timbre, durante séculos, na Península Ibérica. Depois do Brasil, em 2016, o presente ano tem Espanha como País Convidado.
 
Os concertos programados realizam-se aos sábados, sempre em monumentos, maioritariamente igrejas que sobressaem pelo valor patrimonial e pelas condições acústicas. Mantêm-se também, nas manhãs de Domingo, as acções de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade dos concelhos que o Festival percorre.
Estas acções, nesta edição, vão apresentar novas rotas, pois as caminhadas realizadas passarão ou terão por destino espaços que se destacam por serem exemplos de boas práticas, ao nível do empreendedorismo ou da inovação: turismos rurais, comunidades autóctones, unidades transformadoras, etc.

Este ano, como novidade, o Terras sem Sombra abre as portas, em exclusivo, de espaços que estão normalmente fechados ao público, através de uma visita guiada, no sábado à tarde, pelas cidades e vilas que acolhem o Festival, o que representa uma magnífica oportunidade para conhecer o património mais representativo do Baixo Alentejo.

Na sua missão de incentivar e dar a conhecer os produtos regionais, todos os anos, o Terras sem Sombra destaca um produto de inquestionável referência. Em 2017, o protagonista é o azeite da Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches. Lembrando a inquestionável importância do azeite de qualidade para a cozinha portuguesa. Aliás, ele tem presença obrigatória em qualquer despensa do nosso país – e tem vindo a ganhar terreno no resto mundo.

De entrada gratuita, o projecto Terras sem Sombra, fundado em 2003, é da responsabilidade da Associação Pedra Angular, em estreita ligação com o Departamento do Património da Diocese de Beja que resulta da parceria entre várias entidades. Une-as o amor pelo Alentejo, pela sua arte, história, monumentos e música e o desejo de fazer com que esta mensagem chegue a um público cada vez mais vasto.

trio espiral.JPG

 

 

Em 2017, o trio Espiral apresenta-se com uma formação renovada, com a integração da multi-instrumentista Anne Clément, que tocará flautas de bisel, tin whistle e gaita-de-foles galega.

Com formação clássica e uma vasta experiência musical, a flautista tem desenvolvido um trabalho intenso no projecto de intervenção "Música nos Hospitais", que tem como perspectiva a humanização e melhoria da qualidade de vida em contextos de cuidados de saúde. Paralelamente, também faz parte de outros projectos de música tradicional e música antiga, nomeadamente Bailómondo, Karnnos, Jogralesca e Adufeiras do Porto, entre outros.

O grupo continuará a sua abordagem sobre temas tradicionais dos considerados países celtas, com especial incidência para a Irlanda, Escócia, Bretanha e Galiza, tal como tem vindo a fazer desde 2012 e está patente no primeiro disco homónimo "Espiral", ao mesmo tempo que aprofundará a componente de baile de danças tradicionais europeias e a composição de temas originais.

liliana martins.jpg

 

“Meu Tempo” o segundo disco de Liliana Martins, editado a 9 de Dezembro de 2016 irá ser apresentado nas FNACs neste ano que agora inicia. 
 

JANEIRO
Dia 29 | 16h00 - FNAC Oeiras

FEVEREIRO
Dia 05 | 17h00 - FNAC Colombo
Dia 11 | 17h00 - FNAC Almada
Dia 12 | 17h00 - FNAC Alfragide

 MARÇO
Dia 05 | 16h00 - FNAC Cascais

Liliana Martins será acompanhada pelos músicos António Cardoso na
guitarra portuguesa, Tiago Valentim na viola e Diogo Dias no contrabaixo

“Meu Tempo”  à venda nos locais habituais e disponível nas plataformas digitais.

 

Liliana Martins - Vídeo do single "Toma Conta de Mim"

 

 

 

Letra

 

Num café ao pé da estrada
Encostado a um bar
Lembro o tempo em que dançávamos
Valsas lentas ao luar

Caminhadas de mãos dadas
Nos campos do Tennessee
São memórias inventadas
(duma) Vida a dois que eu não vivi

Lá no fundo da garrafa
Vejo a minha solução
Só um whisky prá viagem
Na estrada da solidão

Já é quase madrugada
Estou sozinho e vou ficar
Num café ao pé da estrada
Encostado a um bar

 

Música e letra: Salsa

 

paus.jpg

 

PAUS

2017 não é ano de descanso para os PAUS

Depois de terem passado o ano de 2016 a promover “Mitra”, o mais recente álbum da banda editado em Fevereiro, a tour MITRA, continua. Em Portugal tiveram concertos importantes como o Nos Alive, o Rock Nordeste ou o Indie Music Fest, tendo ainda passado por França, Holanda, Bélgica. Os Paus voltam agora a França, deste vez para uma tour um pouco mais alargada, gozando do título de serem o 5.º melhor disco português do ano, para os leitores da Blitz,

As datas destes concertos estão em baixo e, em Fevereiro os Paus passam pelas nove cidades francesas:

7 Fevereiro - Angers, “Joker’s Pub”

8 Fevereiro - Paris, “Petit Bain”       

9 Fevereiro - Audincourt, “Le Moloco”

10 Fevereiro - Dunkerque, “Les 4 Ecluses”

11 Fevereiro - Vêndome, “Troisième Volume”

14 Fevereiro - Montaigu, “Le Zinor”

15 Fevereiro - Bourges, “Emmetrop”

16 Fevereiro - Bordeaux, “IBoat”

17 Fevereiro - Montepellier, “Black Sheep”

 

A banda está, igualmente, a preparar uma série de espectáculos especiais, a serem anunciados em breve.

 

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email