
PAPILLON AO VIVO NO PLANO B
Os portuenses Papillon levam a sua irreverente proposta sonora ao espaço Plano B, no Porto, já no próximo dia 3 de Fevereiro, pelas 23h.
A banda do laçarote apresentará ao vivo algumas das canções que integrarão o seu EP de estreia, a ser editado no início de Março com o selo da Music For All, do qual já é conhecido o instigador primeiro single, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Os bilhetes apresentam um custo de 5€
Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.
Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.
Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.
Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.
As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.
Para o primeiro trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia.
Letra
Lyrics (Sebastião Antunes):
Repara Bem que Afinal
Olha à volta e vê bem
tens imagens ao contrário
se calhar não foi ninguém
mas alguém muda o cenário
Não é tudo assim como vês
o que importa é que acredites
ninguém fala dos porquês
mas ensinam-te os limites
São visões
repara bem que afinal
não é normal sentir
tantas contradições
Evidências que alguém te escondeu
embrulhadas num sorriso
Como alguém que se esqueceu
de mostrar o que é preciso
Então pára e volta a reparar
que ainda nada está perdido
Tanta história a melhorar
só pensar já faz sentido

Últimos bilhetes à venda para o Coliseu do Porto a 4 de fevereiro.
Foi no sábado que os Deolinda sopraram as velas do seu décimo aniversário no Coliseu de Lisboa, tendo revisitado todos os álbuns, passando pelos temas mais conhecidos e dando a oportunidade ao público de ouvir músicas que há muito não eram apresentadas ao vivo. No próximo sábado, dia 4 de Fevereiro, é a vez do Coliseu do Porto ser o palco da festa da Deolinda.
Em 2005 aconteceu o seu primeiro ensaio mas só a 24 de Junho de 2016 Deolinda deu o seu primeiro concerto, sendo a partir dessa data que se contam os 10 anos. Desde então viveram-se histórias e criaram-se relações, sendo a mais importante a que mantêm com o público. Para o Coliseu do Porto está reservado um concerto ora intimista, ora festivo, em que Deolinda vai desfiando o seu cancioneiro com brio e emoção.
De fora não poderiam ficar as canções do mais recente álbum de Deolinda, “Outras Histórias”, que é já Disco de Ouro, tendo ocupado durante 4 semanas consecutivas o primeiro lugar do top nacional de vendas e que está a caminho da platina.
Letra
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Festival Sons de Vez começa a 11 de Fevereiro
O festival está nomeado pelo segundo ano consecutivo para Best Indoor Festival nos Iberian Festival Awards
O Festival Sons de Vez está de regresso ao Minho e desta vez com uma edição especial que assinala o 15º aniversário de uma das mais antigas mostras de música moderna portuguesa. Em simultâneo decorre a votação dos Iberian Festival Awards para a qual está nomeado, pelo segundo ano consecutivo, na categoria de Best Indoor Festival. A cerimónia de anúncio dos vencedores terá lugar em Madrid a 16 de Março.
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa e, portanto, o nome escolhido para inaugurar esta edição comemorativa do Sons a 11 de Fevereiro. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, mas tem sido a solo que tem batido todos os recordes. Com várias nomeações para Melhor Canção, Melhor Intérprete Individual e Personalidade Masculina do Ano, traz-nos “Crónicas da Cidade Grande”, um disco que entrou diretamente para o número 1 do iTunes e para o top 3 de vendas. A primeira parte fica a cargo de VIA, diminutivo de Elvira que é um dos talentos emergentes desta edição.
O fim-de-semana seguinte faz-se de revivalismo rock. Primeiro com os Jarojupe, instituição do rock minhoto formada pelos irmãos Parente que acumulam mais de 30 anos de carreira. Trazem consigo uma mão cheia de clássicos e o último disco de originais editado o ano passado e que dá pelo nome de “A force of nature”. A noite de 18 de Fevereiro soma e segue com os UHF de António Manuel Ribeiro. Em quase 40 anos de estrada, fica difícil eleger os momentos mais notáveis da sua carreira, embora “À flor da pele” editado em 1981 e, mais tarde, “Noites negras de azul” sejam marcos na história da música nacional que para sempre vão figurar no top dos discos mais vendidos em Portugal.
A 25 de Fevereiro, o microfone é entregue a Bezegol e à Rude Bwoy Band. Com um disco novo na calha do qual é já conhecido o single com Rui Veloso “Maria”, o repertório promete uma viagem pela discografia do músico cujo timbre de voz não deixa ninguém indiferente. Temas como “Rainha sem coroa” ou “Era tão bom” são hinos da Invicta e não vão ficar de fora deste alinhamento.
O segundo mês de programação do Sons de Vez arranca a 04 de Março com Diogo Piçarra. “Espelho” foi um dos álbuns de maior sucesso na pop portuguesa e originou uma tour que o levou de Norte a Sul de Portugal e às ilhas, tocando para milhares de pessoas, com concertos enérgicos e surpreendentes. Para além dos grandes sucessos do disco “Tu e Eu”, e “Verdadeiro”, fazem ainda parte do seu cancioneiro temas nos quais participa com Jimmy P e Karetus e ainda o seu mais recente sucesso “Dialeto” que marcou o ritmo do verão.
A 11 de Março apresentamos um cruzamento entre o flamengo e o fado em jeito de convite ao público da Galiza. Os Fado Violado protagonizam a noite com a apresentação do seu disco de estreia “Jangada de Pedra” que junta Ana Pinhal e Francisco Almeida na voz e guitarra, e uma mão cheia de virtuosos instrumentistas e back vocals.
O festival Sons de Vez prossegue a 18 de Março em dose dupla. Primeiro com os The Twist Conection que trazem na formação elementos que integraram conhecidas bandas nacionais como WrayGunn, Bunnyranch, Tédio Boys ou Parkinsons. “Stranded Downtown” é o nome do recém-editado primeiro álbum de onde florescem relatos e boas referências e confluem estilos, todos marcantes no trajeto dos músicos, com forte ligação ao blues e ao garage. A segunda banda a pisar o palco são os Bed Legs que se situam algures entre a reivindicação de um blues musculado e o descomprometimento do rock n roll. A sua música assume-se marcada por uma constante “tertúlia” entre uma voz de charme e um power trio de intervenção.
Pedro Abrunhosa, o primeiro artista anunciado desta edição e um dos nomes maiores da música portuguesa, está confirmado para o dia 25 de Março. Acompanhado dos Comité Caviar traz a Arcos de Valdevez o último disco de originais “Contramão” e uma seleção cuidada de hits que marcaram o seu percurso nestes últimos 20 anos de música.
O festival termina a 31 de Março com três representações do hip-hop nacional. Primeiro, Abyss que nos vem apresentar “Segredos do meu diário” com versos carregados de metáforas, num registo de dez faixas que percorre toda a vida do rapper e as suas ambições na música. Logo a seguir, Chillange, que embora de origem moldava tomou o português para rimar e, apesar de não ser esta a sua língua materna, é notória a naturalidade com que escreve e rima no nosso idioma. A fechar a noite, Maze um dos MC’s e produtores do colectivo Dealema. Regressado do Festival Terra do Rap no Brasil, o rapper portuense apresenta-nos o seu mais recente álbum “Entranhas” considerado um dos discos do ano de onde se extraem “Musa” e “Moinhos de vento” que têm permanecido intactos no top das mais ouvidas na Antena 3.
Os bilhetes são colocados à venda na semana respeitante a cada concerto, sempre por contato telefónico pelo 258 520 520; informações adicionais pelo email casadasartes@cmav.pt e em facebook.com/sonsdevez
Letra
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Letra
There's colors on the street
Red, white and blue
People shufflin' their feet
People sleepin' in their shoes
But there's a warning sign on the road ahead
There's lot of people sayin' we'd better off dead
Don't feel like Satan, but I am to them
So I try to forget it, any way I can
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
I see a woman in the night
With a baby in her hand
Under an old street light
Near a garbage can
Now she puts the kid away, and she's gone to get a hit
She hates her life and what she's done to it
There's one more kid that will never go to school
Never get to fall in love, never get to be cool
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
We got a thousand points of light
For the homeless man
We got a kinder, gentler
Machine gun hand
We got department stores and toilet paper
Got styrofoam boxes for the ozone layer
Got a man of the people, says keep hope alive
Got fuel to burn, got roads to drive
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world
Keep on rockin' in the free world

Músico, compositor, autor e produtor, Rodrigo Serrão tem uma carreira consolidada nos mais prestigiados palcos do mundo e participações gravadas em mais de uma centena de discos.
Com uma experiência acumulada ao longo dos anos na companhia dos maiores artistas portugueses, do Jazz ao Fado, da Pop à World Music, é um músico de desafios.
O álbum de estreia "Stick to The Music" tem data marcada para dia 3 de Março.
Dia 3 Fevereiro - Pré-Venda nas plataformas digitais (iTunes, Amazon, Apple Music ....entre outros
Espéctáculo
Apresentação do CD
Local:
Centro Cultural Cartaxo
Dia
11 de Fevereiro
Horas
21:30
Bilhetes
Preço: 3,5€
Reservas de bilhetes
As reservas são válidas até 24 horas antes do início do espetáculo e podem ser efetuadas por telefone ou por e-mail.
Tel. 243 701 600
ccultural@cm-cartaxo.pt
Letra
Ela gosta de comer nos sítios mais caros,
Diz que não anda bem,
E nem rola em qualquer caro.
Roupa da china, lhe traz alergia
Mas moça o meu bolso não faz magia
Segunda eu pago salão,
Terça eu pago as unhas.
Quarta o dinheiro na mão,
Quinta eu pago o ginásio.
Eh, kualê kulê
Tipo meu bolso tem salalé
O meu salário gasto tudo em tí
Mas eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
E o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
Mas moça eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
E o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
Essa miúda não compra nada em promoção
Tem bicos tipo lhe bateu o seu corração
Ela me diz, ao meu pé de conta
E o meu salário dispersa
Sou dado no final do mês,
Quando ela vacila e conta 'singuita'
Porque Segunda eu pago salão,
Terça eu pago as unhas.
Quarta o dinheiro na mão,
Quinta eu pago o ginásio.
Eh, kualê kulê
Tipo meu bolso tem salalé
O meu salário gasto tudo em tí
Mas eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
E o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
Mas moça eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
E o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
(Dois sete),
(Uhm), essa dama não quer fazer nada
São 10 da tarde, e ela ainda tá deitada
Se assunto é compras ela é viciada
Nunca tem saldo, mas na cama elá é desbloqueada.
(Yeah), fotos quentes e vida chamadas
Maquiada com Channel e saltos da Prada
Se o assunto é jantar fora ela tá preparada
Se ela ta no Limon eu tou na Murra Angada
(Okay), leva, o teu, dinheiro e, parte, o teu corração.
(You know) Brinca com o cupido mas comigo não não
(Yeah) Acredita no que eu digo man,
Na minha zona o nome dela é conhecido, man
Tem muitos pretendentes mas nenhum Big tem
Ela quer o Anselmo, o Big Man
Mas eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
Que o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
Mas moça eu nao tenho money, money
Pra te sustentar.
Tens tantos vícios,
E o meu bolso não está aguentar
Só vestes Gucci,
So calças Prada.
Só queres Louis.
(Não, na-não)
Bom som.
A ponto Ralph
Plutónio (Guetto Superstars, let's get it)
(Money Money Money)
Klasszik
(Eu não tenho Money Money Money)
Não tenho money
Pra sustentar teus vícios
Naaaa (You know)
Ta duro (oooo)
Ayo Klasszik, desliga esse mambo

Um dos sucessos de 2016 por parte dos Karetus e Diogo Piçarra, agora remisturado por Fat Cap já tem data de lançamento para dia 1 de Fevereiro de 2017.
Ás 20:00h do da próxima Quarta-Feira o produtor português vai disponibilizar a sua remix oficial na sua página de facebook.
Letra
VERSE 1
(Maryo)
Estava preso
Vagueava sozinho na escuridão
E sem forma de encontrar
A estrada do meu coração
Foi magia
Sorte o destino nos poder cruzar
E ao teu lado
Não duvido, sinto que é o meu lugar
Os teus olhos
Dizem-me tudo o que eu preciso saber
E é nos teus lábios, baby
Onde me quero perder
Sinto algo
Tão profundo que não tem uma explicação
Nem razão, nem lógica
No coração
CHORUS
(Maryo)
És minha vida
És o meu céu
És o meu mundo
Meu coração é só teu
És minha vida
E sem duvidar
Irei fazer tudo por ti
Para te poder ver feliz
Minha vida
VERSE 2
(Danito)
Não sei por onde começar
Nem sei como...
Descrever o quanto é bom te amar
Desde o dia que eu te conheci
O meu mundo tinha tudo
Mas porque nunca senti
O que só tu
Me fizeste sentir
E agora sei que amar alguém
É muito mais que isso
É...
Estar sempre do teu lado
P'ra o que der e vier
Olhar-te nos olhos
E dizer que tudo vai dar certo
Compreender-te e demonstrar-te
O meu afeto
Roubar-te um sorriso
Cada vez que estás por perto
Eu...
Não sou perfeito
E nem nunca o quis ser
Mas contigo do meu lado
Eu vejo tudo a acontecer
Não há nada
Que me separe de ti
Nem a tua mensagem
Antes de ir dormir
CHORUS
(Maryo)
És minha vida
És o meu céu
És o meu mundo
Meu coração é só teu
És minha vida
E sem duvidar
Irei fazer tudo por ti
Para te poder ver feliz
Oh...
CHORUS
(Maryo)
És minha vida
És o meu céu
És o meu mundo
Meu coração é só teu
És minha vida
E sem duvidar
Irei fazer tudo por ti
Para te poder ver feliz
Minha vida

“Pensando Nele”, o primeiro single de “Voá”, o novo álbum de Momo já tem videoclip. Realizado por André Tentúgal, o filme representa a visão onírica que a música de Momo nos transmite, de uma forma poética e simples, característica presente ao longo de todo o álbum.
“Voá”, produzido por Marcelo Camelo, será editado a 10 de fevereiro, data em que poderemos ouvir, pela primeira vez ao vivo, uma amostra das novas canções. Momo é um dos nomes confirmados para atuar dias 10 e 11 de fevereiro na 2.ª edição da Avenida Paulista, primeiro no Teatro São Luiz, em Lisboa, depois no Cine-Teatro Louletano.
Fevereiro levará Momo a Ílhavo, à Casa da Cultura, dia 14; a Évora, ao Teatro Garcia de Resende, dia 16; a Ponte de Lima, ao Teatro Diogo Bernardes, dia 17; e a Gouveia, ao Teatro Cine, dia 18, datas em que fará os concertos de abertura de Mariana Aydar e Dani Black.
A pouco menos de um mês de ser editado, “Voá”, o novo álbum de Momo, já se encontra em pré-venda e, em contagem decrescente, serão revelados alguns dos temas do disco. O véu começou a ser levantado com “Esse Mar”, a canção que apresentou Momo no mercado nacional.
Camané é um dos mais recentes fãs confessos de Momo. “Para além de amigo do Marcelo, fiquei fã da música do Momo. Passei a ouvir os seus discos em casa e a assistir aos seus concertos. É um excelente letrista, com sensibilidade para retratar o quotidiano, em especial, o de Alfama, onde viveu durante este último ano. É esse bairro – pelo qual o Momo é mais apaixonado do que a maioria dos portugueses – que dá nome à canção que me convidou para cantar com ele”, conta o fadista que com Momo canta o tema “Alfama” neste disco.
Letra
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Letra
[Verse 1: KID MC]
Existem certas experiências que quando vividas
Podem condicionar as nossas vidas
E devido a isto passamos pela transformação
Da estática paração, calar não è a solução
Eu não tenho suficiência na bala
Peguei no microfone e confiei na força das palavras
Enquanto a misèria me consumia
Eu interiorizava o trauma que me deu a grande máquina de Rimas
Tornei-me naquilo que não estava nos planos
Interromper a saga dará origem a muitos danos
Talvez eu seja teimoso
Aos olhos dum sistema que me vê como altamente perigoso
Por não querer ver, ouvir e calar
Por ser aquele homem que tenta ver, ouvir e cantar
Mas o quê que esperavam duma criança pertencente a uma Nacão
Onde balas viam de irmãos pra irmãos
Esta filosofia de vida foram vocês que me incutiram
Os vossos conflitos me atingiram
Durante os anos de independência
Marcou-se acontencimentos, que conhecimentos germinaram homens prudentes
Morreu muita gente, Mas entre os sobreviventes havia um puto que era dado como Demente
Um excluido social, Por isso tratem como segwelo dano Colateral
E papel torna-se escuro enquanto as rimas chovem
E a mudança nos ouvidos dos manos que ouvem
A esperança na mente daqueles que promovem
Pois sonham com uma angola melhor e por isso se movem
Numa altura em que a paz já reina entre os homens
Eu levanto pelos que não sonham e não comem
Eu sou um daqueles soldados que já não correm
Não recuam perante a vossa injustiça já não fogem
[Chorus][KID MC]
KID MC, KID MC
Yò este è o flow do derradeiro
O guardião aquele mensageiro que clama pelo paìs inteiro
KID MC, KID MC
Yò, o invisìvel, tornou-se visìvel
Agarrem a coragem nos ombros do homem incorrigìvel
[Verse 2: KID MC]
Se ser correcto è ser um burro formatado
Sem a pròpria opinião, então o KID esta bem ao seu lado
Não escondo nada perante a algazarra desta palhaçada
Que nos conduz ao futuro da nação falhada
A má gerência do que è nosso por ideias com deficiências Que agitam o instincto de sobrevivência
A polìtica do imediato que traz olho grosso
E o estrangeiro põe o que è nosso no bolso
Incorrecto na vossa falta de amor ao pròximo
E o suborno me cobriu a alma nos devora o osso
Incorrecto pela visão destruida
Que põe o angolano num beco onde a frustração è a saida
Por uma lei que por eles não è cumprida
E aplicada no indivíduo que tambêm não tem nada na vida
Na desgraça do preconceito que põe a pior cara na frente
E exclue o genuìno angolano negro
Vejo os olhos vermelhos do povo sofredor
A espera do olhar de compaixão vindo do detentor
Assisto a marginalizãçao que encurrala os meus irmãos
Mandando-os directamente pra prisão
O passado triste e o presente inferno
São o porquê do meu carácter tipicamente incorrecto
E pra mudança não estou disponìvel
Apenas terão de se adaptar ao ser humano incorrigìvel
[Chorus][KID MC]
KID MC, KID MC
Yò este è o flow do derradeiro
O guardião aquele mensageiro que clama pelo paìs inteiro
KID MC, KID MC
Yò, o invisìvel, tornou-se visìvel
Agarrem a coragem nos ombros do homem incorrigìvel
[Hook][KID MC]
E pra mudança não estou disponìvel
Apenas terão de se adaptar ao ser humano incorrigìvel
[Beat Fades]
Letra
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Letra
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Aos 36 anos, Ivan Pedreira, baixista, compositor, cantor, e também produtor, prepara-se para lançar o álbum Fuzamiura.
Apesar deste ser o seu primeiro trabalho de originais como compositor e vocalista, no seio da família onde nasceu e cresceu, em Sintra, a música foi sempre uma constante.
Ivan começou a tocar baixo por volta dos 13, 14 anos, enquanto os irmãos se dedicaram à bateria, à guitarra e ao canto. Cedo percebeu o caminho que iria percorrer e nunca lhe passou pela cabeça optar por qualquer outra profissão, pelo que seguir uma carreira musical foi uma evolução natural.
“A música na nossa casa era uma constante diária, e a nossa porta estava sempre aberta para família, amigos e vizinhos, fazendo dela uma casa sempre cheia, e cheia de animação. Através da música reuníamos muita gente. Era a nossa forma de comunicação e de partilha”.
Por volta dos 15 anos começou a tocar em público nos Avalanche, um animado grupo formado pelos irmãos, irmãs, pai e até um tio, atuando em todo o tipo de festas, desde as populares, da zona onde moravam, entre o Mucifal e Colares (Sintra), até a festas de aniversário e sempre que amigos lhes pediam.
Mais tarde, quando as irmãs seguiram cada uma o seu rumo, ficaram os três rapazes, passando a chamar-se QuantoBaste.
Nestes últimos anos, e enquanto baixista, tocou com Paulo Gonzo, Sandra Fidalgo, no concurso Operação Triunfo, em Visions, no Casino Estoril, nos Instead, Kilindu, Piece of Cake, entre muitas outras formações, tanto ao vivo como em estúdio.
O baixo tornou-se naturalmente uma paixão para a vida, uma forma de exprimir o que lhe vai na alma, de comunicar com os outros, e um modo de devolver ao mundo tudo o que de bom tem para dar . É ainda fundador da marca Arte dos Sons, direccionada para a composição, produção e ensino.
“Não estamos nesta vida por mero acaso. Existe uma razão, uma mensagem, um ensinamento, algo que se não for partilhado, morre em nós”.
E é por isso que agora nasce Fuzamiura, um disco que encerra uma mensagem forte: que todos temos algo que nos faz andar para a frente, que nos faz acordar, sonhar e acreditar.
Fuzamiura é um projeto do Ivan Pedreira (composição, produção, baixo e voz), com a colaboração do Nozes (Bruno Nogueira – guitarra e produção) e da Carla Entrudo (letras).
O nome do álbum assenta na dualidade masculino/feminino que reside no interior de cada um e no centro de todos os relacionamentos: Fuza, a sensibilidade, delicadeza e fragilidade do lado feminino; e Miura, a força, robustez e determinação do lado masculino. A mensagem a retirar do disco é a de que todos têm valor, mesmo que ainda não o tenham descoberto em e para si próprios. Que cada dia é um novo dia, com uma nova energia, com uma nova oportunidade de se respeitarem e serem felizes.
FuzaMiura, como projeto, nasceu da necessidade que o Ivan Pedreira e a Carla Entrudo sentiram de por a música a falar honestamente de palavras e sentimentos, de libertarem o que sentiam dentro e fora de si próprios. As músicas refletem uma fase das suas vidas.
Próximos concertos:
11 de Fevereiro no Cineteatro D. João V (Damaia) às 21:30
Showcases em Fnacs:
22 Jan às 17h - Alegro (Alfragide);
29 Jan às 17h Fórum Almada;
03 Fev às 22h Cascais Shopping;
19 Fev às 17h Vasco da Gama
4 e 5 de Fevereiro na Culturgest;
4 de Março no Auditório Municipal António Silva;
7 de Abril na Casa da Cultura Lívio de Morais
entre outras salas de concerto.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Music by Leonardo Wawuti & Nástio Mosquito
Lyrics by Nástio Mosquito

Letra
As horas passam e eu passo-me a conta-las
Por isso escrevo prosas, pra canta-las
Fico preso se houverem historias sem eu conta-las
Vejo manos com tolas, pa esquecer vidas ao prova-las
Quero encher salas
Mostrar ao povo como é pregar a peixe
Abram-me as portas, que eu já nao as fecho
Tou sem receios, inseguro só mas deixo
Que o tempo dite tudo, até ao dito meu desfecho
Sou um livro aberto, e há quem me queira ler
Muito olha só a capa e fala sem saber
Outro olha, capta tudo o que eu dou a entender
E vê que só ganha pelo tempo que ta perder em ler
A vida muda e eu só quero dar a quem
As vezes perde a identidade, uma vontade de ser alguem
Coisas mudam com a idade, e só quem passa sabe bem
Que não há preço, pa comprar tempo que faz de nos refem
Eu tou mais velho, com o tempo mais adulto
Hoje, se me ves mais sério, é pelo tedio disto tudo
A minha cota diz, remedio, ainda vais levar com muito
Mas a gente já passou tanto, que me custa crer num rumo
Livre de dramas que têm vindo acontecer
Se as coisas boas passam, eu nao as consigo ver
Só chegam cartas, facas, afiadas pra verter
Lágrimas em casa, quase impossiveis de conter
Impossiveis de inverter, nao tou a inventar
Tou a tentar perceber, como lidar ou como acomodar
Sem me comover, sem me afetar, tou a tentar a ter
A sorte que ha muito tou a espera de encontrar
Mas parar já nao paro, mesmo nao pago, nao parto
Não saio do quarto, enquanto la tiver em criação
Aparte de quem so parte, escrevo apago, escrevo e gravo
Ya eu sou um escravo, em busca da libertaçao

AUDITÓRIO ENTRADA GRATUITA*
MÚSICA | 75 MIN | M/6
Em 2017 será a vez da Banda Bingre Canelense protagonizar o concerto que assinala o 12º aniversário da elevação de Estarreja a cidade.
À semelhança do que tem acontecido, as comemorações da elevação de Estarreja a cidade incluem o trabalho das associações locais que, a convite do Município, encontram no seu próprio concelho de origem, lugar privilegiado para divulgação e fruição da qualidade dos seus projetos artísticos. Detentora de um passado musical invejável, a Banda Bingre Canelense aos 151 anos de existência, goza do estatuto da mais antiga coletividade do Concelho de Estarreja, e uma das mais antigas do Distrito de Aveiro.
*Levantamento de bilhete obrigatório na Bilheteira do Cine-Teatro de Estarreja, até 1 hora antes do início do espetáculo | entrada sujeita à lotação da sala.
Letra
[Verso Slow J]
Eu 'tou tão longe da verdade pura. Dura
À procura da sanidade do outro lado da loucura
Eu 'tou tão longe da verdade pura. Dura
À procura da sanidade do outro lado da loucura
Diz o monge que a verdade cura. Jura
Mas por mais que eu sorria volta sempre chuva
E volto a ser humano e para onde é que ele volta?
Se não és rico, nem pobre, nem preto, nem branco
Qual a camisola, brother? Só me isola, brother
'Tão-me a meter etiquetas, gavetas só tretas
'Pa ver se a minha sola cola
Isto é de solo a solo
O meu caminho a mim pertence
Isto é 'pa toda a gente e eu repito "toda a gente"
Nada nos une, nada nos separa, preso, penso
Teoria insana em que eu vivo, clinicamente tenso
Eu 'tou pronto 'pa conversarmos a sério
E se eu tiver a errar o passo no terraço do prédio
Dá-me a verdade crua e cristalina
Dá-me a tua perspectiva, a chave
Eu já nasci com um olho fechado
Isto não é comida, brother, mas espero que te alimente
A fome desta alma, que aguça o meu pensamento
Abrupta voz da calma, nunca dorme, nunca mente
Passado não alimenta o meu presente, eu paro o tempo
Pernoito raramente em casa, a cota sente a falta
Meus putos no café já dizem que eu esqueci da malta
Eu acho que senti saudade até uma certa idade
Mas lá 'pá sétima mudança o sentimento é claramente bloqueado pela cabeça, eu 'tava mais calado
Puto anestesiado, mo pai 'tá informado
Chegava a casa cada dia, 10 anos cansado
20 anos, 30 anos, nunca o ouvi queixar-se
E vi tão pouco, 18 anos dessa fé dos outros
Se Deus alguma vez me ouviu
Não me culpou pelos loucos amargurados
Já fui tão manipulado, que hoje em dia eu nunca sei se sou culpado, então eu nunca paro
Eu sempre fui diferente, eu não escolhi prová-lo
Eu minto raramente a gente que me ouviu no rádio
Exactamente o mesmo, que me mente a mim o sábio
O mesmo que me minto ao espelho, é tão dúbio o meu lábio
Eu dava tudo por frases de Hemingway
E por falar comigo próprio, honestamente como eu sei que
Poderei um dia vir a ser, eu acredito
Eu sou o meu pior inimigo, o que eu não consigo é
Aceitar as minhas falhas, ver o ser humano
Pensar na escada, passo a passo, quanto tempo tenho?
Chamam-me hipócrita
Apregoador de calma incógnita a mim próprio
Evito viver sóbrio, evito ver que as tenho
Nego ser ignorante, nego ser abençoado
Nego limites, não me imites, acabarás magoado
Nego doutores e horas de sono aconselhado pela ciência, boy
Meu dia tem bem mais que 24
O quarto, o parto, o dar-to um lar, tirar-to
Eu vivo vidas entre linhas, J o encarnado
Achei que isto era really real rap do Tibete
Vai dizer ao Dalai Lama
Que eu hoje 'tou a iluminar a track, nigga
Peace 'pa todo o ser humano que procura paz
Eu 'tou a procura da minha e tanta falta faz
Hoje eu 'tou num daqueles dias em que é complicado
Pensei em enrolar a minha e deixar-te um recado
Tu és da rima ou do canto, tu és preto, ou és branco
Tu vais para qual das gavetas, concentra-te no importante
Se eu viver irrelevante
Leva daqui que eu vi vida a cada instante
Em cada nota do piano
Em cada frase Nach'iana que eu decorei
Cada beat de Dr. Dre, cada Kid Cudi
Cada track de K. dot, rap de tentar
Se não foi 'pa legendary, foi 'pa quê?
Antes de apontar gun, aponta no caderno o teu porquê
Se não der para acabar com a fam' em Saint-Tropez
Quem sabe aos domingos atacarmos o buffet
E chegar a velhinhos, sermos quentes dentro, sorridentes lentos me'mo, orgulhosamente, como cotas no presente
Que só se encontram raramente e isso assusta-me
E muitas outras coisas igualmente
Porque eu não faço sons, nunca ousarei ser tão eloquente
Eu só rezo por música diferente
Eu nunca fui guloso, só quis algo mais que amigo
Fazer ao Rui Veloso o que o Ronaldo fez com o Figo
Fome de ser colosso circulou e o ser colou-se
Ao ser que só queria ser feliz, mesmo que sem abrigo
Eu devo ser um ser antigo
Para parecer-me, deves parecer-te só contigo
Eu devo ser um ser antigo
Para parecer-me, deves parecer-te só contigo
Ligo o mic barro o pão, 80 barras para degustação
Já ninguém me agarra sem a vocação
Isto é de coração
Designs vindos do interior
Nigga, eu faço isso por amor, não por bajulação
Icónico é o ócio de homens que desdenham
O lógico da corja pela imaginação
Se o tópico é um top e cu tópicos nos trópicos
és cómico e tens cotação
Eu sou um homem ou uma mutação
Eu sou óptimo, o óbito da perfeição
Eu não me prendo nessa caixa, eu sou libertação
Eu não sou quente, eu só ostento a minha lentidão
Dá-me uma prenda e sente a pulsação
'Mo mano aguenta tudo o que é pressão
Forjado a aço
No meu braço eu tenho traços de quem nunca faz as pazes com essa estagnação
Hoje eu aprendo mais uma lição
Isto nem é damn, só demonstração
É assim que eu encho tracks tipo bolsos, mãe
97, 98, 99, 100

A temporada de 2017 do Sons do Bussaco regressa à Mata do Bussaco (Luso, Mealhada) no dia 28 de janeiro.
Este ciclo de concertos prossegue, no dia 25 de fevereiro (sábado de carnaval) com o concerto do grupo Forró Miór, composto por músicos oriundos do Brasil, Argentina e Itália. No dia 4 de março será a vez do projecto O Gajo subir ao palco do Convento de Santa Cruz. Time For T é o projecto luso-britânico liderado por Tiago Saga, que no dia 8 de abril se vai apresentar a solo. E a noite de 20 de maio está reservada ao projeto “On The Road” de Tó Trips e Tiago Gomes.
Quem visita o Bussaco e a sua mata não pode deixar de admirar o antigo Convento de Santa Cruz. Fundado em 1628, o Convento dos Carmelitas Descalços é um edifício em perfeita comunhão com a natureza, onde se evidencia a simplicidade do espaço. Ao entrar na igreja aguarda-o um conjunto de obras de arte sacra que valem pela sua singularidade e pela sua história. Este é o cenário perfeito para os concertos do ciclo "Sons do Bussaco".
Terry Lee Hale (USA)
Sábado, 28 janeiro, 21h30
Convento de Santa Cruz
Mata do Bussaco - Luso, Mealhada
Terry Lee Hale nasceu em 1953, em San Antonio, Texas, e desde cedo viajou pelos EUA, aprendendo música, escrevendo e fascinando-se com os sons da guitarra. Terry recorda na sua infância a viagem desde o Texas, no banco de trás de um velho Nash Rambler, por Cellilo Falls, o ferry-boat ao longo do rio Columbia, Hank a tocar na rádio, a música de Fats Domino, de Tennessee Ernie Ford, de Jim Reeves e de Johnny Cash até Seatle.
Três anos após o lançamento do magnífico “The Long Draw”, Terry Lee Hale editou em 2016 “Bound, Chained, Fettered”, um disco composto por nove canções elegantes, sonhadoras e que destilam intimidade.
Letra
Tu eras tudo
Eras o meu mundo
E eu nunca imaginei que fosses ser assim
Eu dava tudo o que pedias (só por ti)
Fazia tudo o que querias (my baby)
Agora ligas-me a dizer que queres voltar
Não passou de um erro a gente terminar
Mas isso não vai ser assim
Agora vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar para mim
Agora tu vais ter que chorar
Fartei-me de esperar por ti
Agora vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar agora
Agora vais ter que chorar
Tantas vezes eu pedi não me fizesses chorar
E eu tentei te provar que não era perfeito
Mas tu não quiseste nem saber
Porque eu dava tudo o que querias
Fazia tudo o que pedias
Agora ligas-me a dizer que queres voltar
Não passou de um erro a gente terminar
Mas isso não vai ser assim
Agora vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar para mim
Agora tu vais ter que chorar
Fartei-me de esperar por ti
Agora vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar agora
Agora vais ter que chorar
Vais ter que chorar
Vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar para mim
Agora tu vais ter que chorar
Fartei-me de esperar por ti
Agora vais ter que chorar
Se tu quiseres voltar agora
Agora vais ter que chorar

O Rock precisava de um disco assim!
RAIO-X
10 e 11 de FEVEREIRO - em LIVE SESSION
Estúdios Namouche (Lisboa), 22h00
O novo álbum dos seBENTA é uma radiografia que mostra a banda no seu melhor…
O melhor do rock!
Os seBENTA apresentam o álbum RAIO-X no formato de Live Session nos próximos dias 10 e 11 de Fevereiro às 22h00 nos Estúdios Namouche, com dois concertos que visitarão o novo álbum, bem como, alguns dos mais conhecidos temas da banda! Este novo registo é o seu melhor álbum de sempre, e contou com as participações de Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e do mundialmente reconhecido surfista Garrett McNamara, no single “VIVE”.
Os seBENTA assumem cada vez mais um lugar de excelência no panorama do rock nacional como uma das melhores bandas da atualidade, com qualidade inquestionável de álbum para álbum, espetáculo para espetáculo! Estando sempre junto dos seus fãs, a sua história é hoje maior que ontem, porque acreditar é mais que tudo... É ir até ao fim do mundo!
Dias 10 e 11 de Fevereiro todos os caminhos acertam Namouche!
Um espetáculo imperdível onde o rock será visto, filmado e gravado a Raio-X!
Os seBENTA gritam VIVE porque a vida é para ser vivida!
Os seBENTA são::
Paulecas (voz/Baixo)
André Fadista (Bateria)
Ruben Gomes (Guitarra)
Ricardo Galrão (Guitarra)
Letra
[Intro: Slow J]
Quando eu deixar de ser um inútil eu aviso
Quando me pagarem pa' esquecer o que eu preciso
Quando me apagarem da memória tudo o que eu senti
Até esquecer que sinto só não há tempo p'ra isso é preciso pr'eu
[Hook]
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo
Quem vai contar contigo?
[Verse 1: Slow J]
O meu pai trabalhou pa' ti a vida toda
Side effects da disciplina de um génio, e em dívida de oxigénio
Ele olhou por mim a vida toda
Agora o Jota não te deve nada cala a boca
Yo tudo o que eu sou, eu devo à terra toda
O meu oxigénio compra
O meu oxigénio compra
O meu oxigénio compra
[Interlude: José Mujica]
Y lo que estamos gastando es tiempo de vida, porque cuando yo compro algo, o tú, no lo compras con plata, lo compras con el tiempo de vida que tuviste que gastar para tener esa plata. Y la única cosa que no se puede comprar es la vida. La vida se gasta
[Hook]
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo
Quem vai contar contigo?
[Verse 2: Gson]
Tudo o que eles dizem é pagar as contas
Pagar as contas
Ninguém sai da praga com o Placard aqui tu pagas ou apagam-te cala a boca
Eles cagam contos
E quando te fazem marketing ao rabo a tua matemática acaba se acabas broke
E tu pagas roubos
Não declaram o crime
Isto é real life não são os movies que vês no Tarantino
Bófia, a gente enrola pa' se emocionar a cana
Enquanto outros enrolam pa' solucionar a carapinha
Há que pagar as contas
What the fuck ele devia (espera!) deixa-me procurar versão mais simples
'Tou a trazer o Tupac à década do rap trap e quando eu pego no rap eu levo a década à evolução na shit
Isto é porque a mamã bule desde as sete, às sete, e às sete
Se não tiver no bules depois o cheque não chega a chefe
Paga tarde money porque é que não chegas sempre mais cedo
Daí a mentalidade ser cachet, cachet, cachet
Há que pagar as contas
[Verse 3: Papillon]
Quanto mais tens mais te cobram
Quanto mais alto tu 'tás mais te dobram
Ainda dói mais quando assopram
Sustentamo-nos com migalhas e só as que sobram
Banca a paz, o amor e a liberdade
Banca o gás, a água e eletricidade
In god we trust but I don't fuckin' trust your god
Foda-se é só portagens no caminho pa' felicidade
Sabes que és o elo mais fraco se entras cedo e sais tarde
À espera que o cheque te mate essa dívida majestade
Em modo Kill Bill a tentar aumentar a stack
A paca fala mas a puta fala com sotaque
Outro bizno outro biscate força até soltar um traque
Tentei tudo dei pa' que o payday venha tipo um bukkake
Cansei de pitar areia imaginando a Cerelac
Eu bem sei que vim das barracas mas vou chegar a Barack, fuck!
(Cá se faz cá se paga)
Aposto que até no céu um gajo vai ter que prestar contas
(Cá se faz cá se paga)
Então enterrem-me com os meus recibos ao lado dos meus cotas
(Cá se faz cá se paga né?)
Quando és só tu contigo quem é que vai aguentar contigo?
(Cá se faz cá se paga)
Until I give my money right motherfucker depois eu digo
[Reprise: Gson]
Pagar as contas
Saldar as contas
Foder as...
Esquecer as...
Pagar as contas
Saldar as contas
Esquecer as contas
Foder as contas
Contar as contas
Contas com quem és
Quando és só tu contigo

Os WUD (Wait Until Dark) são uma espécie habitante no sub-solo cuja genética só permite emergir à superfície depois do sol-pôr. Nesse sub-mundo afastado da vida ao cimo da terra e do quotidiano humano, estes seres dedicam-se à construção de uma galeria de ideias longe da vista do mundo mortal.
É através da música, das artes visuais e do storytelling sensorial, que os WUD saem das catacumbas onde residem, por questões intrínsecas à sua natureza, para disparar um conjunto de mensagens com a consciência humana como alvo.
"Heart x Cortex" é a realidade paralela desenvolvida por este projecto virtual, cuja narrativa, suportada por personagens "soricomorphas" antropomorfizadas, remete directamente para os seus criadores. Desta construção, onde o rock industrial se funde com electrónica negra e difusa, resulta uma fábula satírica numa interpretação da actual condição humana.
WUD:
-André Ferreira - Vocals; Synths and Keys.
-Gustavo Liberdade - Programming; Guitars; Keys; Back Vocals; Character Design and Animation.
-David Ventura - Live Visuals.
HEART x CORTEX
1. Anaphrodisiac
2. Higher
3. Helical
4. Mute Love
5. Silver Goat
6. Persona
7. Metanoia
8. Mercy
9. Silent Trophy
10. Kiss From Death
11. Basorexia
12. Curia
Singles:
1- Higher
2- Helical
3- Basorexia
Letra
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Música
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