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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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António Zambujo revela vídeo para “João e Maria” 

O álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” mantém-se no top 5 de vendas em formato físico e digital

António Zambujo acaba de revelar mais um vídeo retirado do seu último álbum, “Até Pensei Que Fosse Minha”, tendo escolhido agora a canção “João e Maria”. Este é um dos vários clássicos de Chico Buarque que António Zambujo reinterpreta neste seu novo disco, composto somente por canções do mestre da música popular brasileira.

“Até Pensei Que Fosse Minha” tem sido um caso de sucesso junto do público e da crítica tanto em Portugal como no Brasil. Aliás, desde a semana de lançamento que o álbum se mantém firme no top 5 nacional de vendas em formato físico e digital. O disco já conquistou o galardão de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares.

O disco também tem merecido os mais rasgados elogios da imprensa brasileira, nomeadamente de publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Maria Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.

“Até Pensei Que Fosse Minha” conta com a colaboração do próprio Chico Buarque no tema “Joana Francesa”, da cantora Roberta Sá em “Sem Fantasia” e da fadista Carminho no tema “O Meu Amor”.

 

 

 

Letra

 

Mentiroso

Hermano…
Mente, mente, mentiroso…
Mente, mente, mentiroso…
Hermano…
Mente, mente, mentiroso…
Mente, mente, mentiroso…
- (Ei! Espera aí D’Moura! Estão a ligar-me.
Estou Hermano? Como é que é meu puto? Tá-se bem?
Ai é? Um jantar aí com duas amigas?
Ya! Não falho puto! Está combinado então.)

Com o jantar combinado para as nove e um quarto,
Como é habitual em mim chego sempre um beco atrasado.
Abro a porta do chinês e vejo na mesa do canto,
O Hermano acompanhado por um encanto de mulher.

Chego-me a mesa naquela,
Falo ao meu puto, apresento-me a ela não vim aqui segurar a vela.
Mas com a sede que estava nem forças tinha pra’ nada,
Manda vir uma garrafa de vinho da casa.

Conversa puxa conversa,
E depressa oiço com cada rega,
Com que ele prega,
E naquele impulso ia a quebrar gelo, a desmascará-lo.

E de repente paro como um disparo,
Reparo numa Chica que vinha na direcção da cadeira do lado.
Ela dava nas vistas uma verdadeira sereia,
Metade mulher metade baleia.

Mas caga nisso eu não sou esquisito,
Não julgo pelo físico o meu espírito é lúdico.
Encho-lhe o copo e brindo ao momento,
Em quanto o Hermano se bate de maluco.

Ele bebe tanto quanto mente já estava tibado,
Acha-se inteligente cada vez mais enterrado.
Auto promove-se mas vive na fantasia,
Traz-nos sempre algo de novo uma mentira.

Ref. bis
Mente, mente, mentiroso,
Tudo o que sai daquela boca é duvidoso.
Mente, mente, mentiroso,
Tudo o que sai daquela boca é venenoso.

Diz que carrega muita pasta tem bruta casa,
Trafica kiza e ela indecisa acredita.
Fica loca beija-lhe a boca,
Gulosa prova da saliva venenosa.

Mais olhos que barriga queriam ir para a sobremesa,
Aquela chama acesa que não queima mas consome.
Estou tranquilo peço lume chegou a hora do fumo,
Ate que do nada um convite surge.

- Siga ai a nossa casa ver um movie?
Mas fogo em que filme é que eu me meti?
O Hermano estava bem ate estava orientado,
Mas eu não estava minimamente interessado em ir por aí.

- Entrem e fiquem à vontade!
Quando dei por mim já lá estava,
Em casa delas por ali sentado, sofá apertado pró’ álcool que ingeri,
Ou arrocho ou fujo dali?!

- Kastiço, Kastiço acorda! Hum?
- O Hermano?
- Disse que tinha um baptizado combinado não podia falhar.
- Mas falhou! O puto bazou assim sem mim?
- Ya! Parece que sim.

Foi-se a bula, na janta foi-se a guita,
9e15 da matina vou para casa a pata.
O puto deixou-me na m*rda,
E desta vez não há desculpa a mentira tem perna curta

Ref. bis
Mente, mente, mentiroso
Tudo o que sai daquela boca é duvidoso
Mente, mente, mentiroso
Tudo o que sai daquela boca é venenoso

 

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António Vasco Moraes regressa às FNACs para apresentar o seu novo disco "Silêncio", e será acompanhado por Dinis Lavos na guitarra portuguesa e Jaime Santos na viola de fado.

 

04 Dez | 16:00H | FNAC Oeiras
     06 Dez | 19:00H | FNAC Colombo
   08 Dez | 17:00H | FNAC Almada
   17 Dez | 18:00H | FNAC Cascais
 

 

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09 de Dezembro em formato digital
KYRIOS | “INÉDITOS E RARIDADES”

 

Seis anos após terem parado a sua atividade, Kyrios continua a ser uma referência maior da música contemporânea cristã, reunindo fãs de todas as idades.

Para comemorar o 20º aniversário da criação do “Projecto de Vida”(1996), Kyrios apresenta em formato digital o álbum “Inéditos Raridades”.

O álbum junta quase a totalidade do espólio gravado da banda que nunca foi gravado em disco, ou que tenha sido gravado mas com novas versões.

 

São temas gravados entre 1996 e 2010, alguns apenas em demos. Muitas destas canções mostram um formato mais rock do Kyrios, como “We Are One” que está gravado em Português, Francês e Inglês, ou uma versão de Natal de “Atitudes”; um tema que tinha sido lançado no primeiro disco em 1996.

 

“Inéditos e Raridades” é um disco surpreendente, que os fãs de Kyrios irão gostar de descobrir ou de reencontrar algumas canções enérgicas que só conheceram ao vivo como “Somos Como Um Mar” ou “O Melhor dos Meus Sentidos”.

 

“We Are One” é o single de apresentação.    

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Está de volta o Calendário da Rádio SIM para um Natal bem disposto… e solidário!

 

Neste Natal o Calendário da Rádio SIM vale sorrisos e uma ajuda preciosa à Liga Nacional dos Bombeiros Voluntários.

 

Consciente de que os bombeiros não precisam de ajuda só em momentos de catástrofe, a Rádio SIM juntou-se às restantes rádios do Grupo Renascença Multimédia (Renascença, RFM e Mega Hits) e decidiu ajudar a Liga dos Bombeiros Portugueses, na campanha de Natal deste ano.

 

Com as caras dos locutores e sempre com temáticas diferentes, este é um calendário muito esperando pelos ouvintes da estação e as vendas revertem sempre a favor da Campanha de Natal desta rádio. Este ano os locutores mostram, em cada mês, uma foto da sua infância.

 

Para promover a sua campanha de Natal e o Calendário, a Rádio SIM já está em vários quartéis de bombeiros, espalhados pelo país, com programas em direto, sessões de autógrafos e a venda dos calendários.*

 

Desde há 6 anos que a Rádio SIM lança esta iniciativa, sempre com enorme sucesso e edições esgotadas, onde os locutores são os protagonistas e, o fim, o de ajudar uma instituição.

 

Este ano o calendário da Rádio SIM estará á venda por 5 euros, em vários pontos do país.

 

Mais informações em www.radiosim.spo.pt

 

Sessões de autógrafos

29 de novembro – Coimbra (entre as 14h e as 17h)

13 de dezembro – Chaves (entre as 14h e as 17)

15 de dezembro – Barcelos (entre 09h e as 12h)

20 de dezembro – Guimarães (entre as 14h e as 17h)

 

Programas ao vivo

(nos quarteis dos bombeiros locais)

30 de novembro – Viseu

6 de dezembro – Leiria

14 de dezembro – Braga

21 de dezembro - Porto

 

Letra

 

Oub'lá qu'é que 'tás a fazer?
Quero é que tu te bás f o der!
Qual é a tu'identidade?
Perdi-a'í p'la cidade!
P'ra qu'é que 'tás tod'à manière?
And'a ber se faç'uma mulher!

Rouba! Rouba! Rouba! Rouba!
Os que te querem bem!
Rouba! Rouba! Rouba! Rouba!
Os que te querem mal!

Oub'lá qu'é que 'tás a fazer?
Quero é que tu te bás f o der!
Qual é a tua identidade?
Perdi-a'í p'la cidade!
Que fazes c'a carteira do Tó?
Quero guita p'ra ir buscar pó!

Rouba! Rouba! Rouba! Rouba!
Os que te querem bem!
Rouba! Rouba! Rouba! Rouba!
Os que te querem mal!

O lume aceso, árduo, desta paixão
Adormeceu em mim o canto,
Os puros exercícios da razão,
Levando para longe o encanto,
Sombra e mágoa, de um rosto amado...

Como se faz noite dentro de mim!
O vento uivando nas catedrais...
O ar rarefeito de punhais
São presságios de uma dor sem fim
Na cor poente de um céu inflamado!

 

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DIOGO PIÇARRA

"90" atinge 1 milhão de visualizações 

Dia 19 de dezembro no Casino Lisboa

“90”, a música que Diogo Piçarra compôs para dedicar ao seu irmão gémeo no dia do seu aniversário, atingiu 1 milhão de visualizações no VEVO e ficou disponível em todas as plataformas digitais.

Recentemente, o já clássico single “Tu e Eu” ultrapassou a marca impressionante de  11 milhões de visualizações no VEVO e “Dialeto”, o mais recente single de Diogo Piçarra, está prestes a atingir os 5 milhões.

 

 

 

Letra

 

Não esqueço aquele maio
Foi à 7 anos atrás
A vida é tempo que não espera pela certeza de um até já
A tua mãe dormiu no hospital o meu coração diminuiu
Eu fiquei a torcer por ambos numa noite que não existiu
Sonhei contigo acordado, nessa noite antes de teres nascido
A minha aura anoiteceu foi como eu ter renascido
Não há poesia que descreva tudo aquilo que sentirás
Universo escreve por nós no dia em que o nosso filho nasce
Tinha uma deusa ao meu lado, a quem eu jurei amar
Respeitar e ajudar, deixar que nada nos separe
Deixar que nada nos impeça de sorrir
Nessa manhã voltei para junto de ti este universo não me Deixou dormir
Não sabia mas sentia que estavas bem eu esperei
A tal certeza do até já, estava prestes a ser papá
Não via nada a volta só ouvia os passos até a cama
Onde descansava nos teus braços o meu sorriso do amanhã
Gaspar o nome do meu anjo reluzente
A primeira vez na vida que vi o sonho à minha frente
A primeira vez na vida que vivi fora de mim
A primeira prova viva de um amor que me transcende
Gaspar estou grato abençoado pelos astros
O meu propósito ganhou luz a minha missão é ao teu lado
Contar a tua história difícil sem verter uma lágrima
A dimensão de um coração de pai, é uma dádiva

O meu anjo de luz... Filho és, Pai serás...
Assim como fizeres, assim acharás... [x2]

Aprendi tanto contigo filho, mas demorei
Mas em momento algum, algum momento desperdicei
Era alma sozinha tão escura o meu mundo era tão frio
Era caixa da música a chuva, deste-me corda com sorriso
Desilusão são escombros, mas também constrói quem somos
O peso de uma vida que mendiga quem a carrega nos ombros
Partiram-me o coração filho, disseram que não ias andar
Apanhaste os meus bocados do chão e conseguiste montar
Às vezes dou por mim a perguntar
Se alguma vez mudaria uma escolha nesta viagem, nem pensar
Não precisei de antidepressivos o depressivo não sou eu
Pessoas pintam de cinzento sinto que o colorido sou eu
Azul, índigo, eu nunca tinha percebido
Havia tanta coisa em mim que para mim não tinha sentido
Desencaixado e solitário o universo deu-me um cristal
A peça que me faltava e me completa é o meu filho
Desatentos não enxergam que o teu brilho sobressai
Sonhava tanto com o dia em que pudesse ouvir-te chamar-me Pai
És espírito incansável neste mundo hiperativo
Amor inimaginável neste mundo imperativo
Doí-me o peito quando te vejo a correr atrás de uma amizade
Por isso corro contigo, para que não tropeces na verdade
Esta é a tua história filho é tudo o que o pai sente
Tu guarda o amor contigo, guarda-me para sempre

O meu anjo de luz... Filho és, Pai serás...
Assim como fizeres, assim acharás... [x2]

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email

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