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Monstros de Aço" é um programa de heavy metal em que cada episódio é dedicado a um tema. Já se fez emissões dedicadas ao Power Metal, ao Thrash metal, ao Metal Nacional, aos anos 80, às demo-tapes de bandas famosas, entre outros.
É emitido na Rádio Utopia em radioutopia.pt todas as Sextas-Feiras entre a 1h e as 2h e está disponível também no Mixcloud em mixcloud.com/Guzman, local onde também se encontram outros programas dedicados a outros sonoridades como a música romântica, bandas sonoras e até músicas para bebés, tudo programas apresentados de uma forma descontraída e algo humorística, satirizando um pouco os clichés dos programas de rádio.
O programa é criado, apresentado e produzido por Gustavo Vieira.
Letra
Para mim música é a alma que me acalma na euforia
É poder desabafar e sentir que a pele arrepia
É o poder de partilhar a minha história, a minha vida
é sorrir, é chorar, é sentir a batida
É viver o sentimento e apurar a escrita
é partilhar o sentimento com quem se identifica
Por cá fora o que vem cá dentro e ter cabeça erguida
Saborear cada momento como se fosse magia
Dar uso à caligrafia duma forma suave
Saber ouvir na melodia os agudos e graves
Pra mim a poesia não é só uma fase
Pra mim a poesia não são apenas frases
Pra mim a poesia é expor o meu dia a dia adquirir sabedoria e tentar ensinar
Não só a minha cria, não só a minha família mas sim a todos aqueles que eu possa ajudar
Pra mim musica é amar, musica é trair
Musica é sonhar e lutar por conseguir
Pra mim musica é vida e eu quero fazer vida da musica
Tenho ambição, a minha paixão é única
Tenho ambição, a minha paixão é lúcida
Pra uns dedicação por uma paixão tão estúpida
Pra mim dedicação por uma paixão tão clássica
Poeta da rua, Madorna a minha máfia ...
Eu sei o que toda a gente quer de ti
E nunca o confesso
Musica eu só posso falar por mim
E sei bem que o que eu quero
Não é o que toda a gente quer de ti
E isso eu confesso
Mas eu só posso falar por mim
E pra ti ser sincero
Eu tento ser sincero agarrado a caneta
E espero pela minha vez no meu mundo a parte
Sentado num dos quatro cantos com a minha caderneta
Abordo a realidade com a minha arte
Abordo a verdade dentro do meu quarto
Musica não é vaidade, é necessidade
Musica é sinceridade, frieza e bondade
Musica não tem estatuto e não tem idade
Musica é a liberdade na minha mão
Musica é liberdade de expressão
Musica é liberdade dos irmãos
Tão trancados numa cela afastados da multidão
Musica é um misto de emoções
é escutar, falar, partilhar sensações
é sentar e sentir conversas com os meus botões
é escrever, gravar para se recordar depois
Musica sou eu e tu
Musica somos nós
Musica é o que eu faço com um beat e a minha voz
Musica é o que eu traço no meu caderno a sós
Musica é o que eu passo e o que passaram os meus avós
Musica é o mundo, não se define numa palavra
é um cota, é um puto, é tudo e não é nada
É o escuro da madrugada
é o inicio e o fim eu não sei nada
Mas sei o que toda a gente quer de ti
Eu sei o que toda a gente quer de ti
E nunca o confesso
Musica eu só posso falar por mim
E sei bem que o que eu quero
Não é o que toda a gente quer de ti
E isso eu confesso
Mas eu só posso falar por mim
E pra ti ser sincero

A sétima edição do ciclo de Fado Nights, Divas, desta vez com uma artista que actua pela primeira vez nas Astúrias e que goza de um momento artístico excepcional na sua carreira. Divas é parte da Mostra Portuguesa que tem o apoio do Instituto Camões e da Embaixada de Portugal. Uma acção musical que promove o nome de Oviedo fora das fronteiras espanholas. Já actuaram no mesmo festival nomes como o de Carminho, Mísia, Joana Amendoeira, Ana Moura, Raquel Tavares, Cristina Nobrega, Carolina, Carla Pires ou Aldina Duarte, entre muitos outros. Este evento está já completamente estabelecido como uma das inevitáveis ofertas musicais e culturais da cidade. Maria Ana Bobone: Voz, Bruno Mira - Guitarra Portuguesa, Pedro Pinhal - guitarra clássica Rodrigo Serrão - Contrabaixo
locais de venda: Campoamor bilheteria do teatro e www.oviedo.koobin.com
Letra
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas
Se a rua chama por mim eu não posso tirar o pé
Bandido desde de puto meu tropa tu queres o que?
Minha vida era loucura o meu futuro era a cana
Mas tirei o pé da lama e mantenho a minha fé
Agarrei me ao RAP com unhas e dentes
Fiz o que tinha a fazer e não falhei o compromisso
Todos diziam tu vais ser como o teu pai
E a minha cota dizia tu não podes papar disso
Vi lágrimas e sorrisos e vi muito subir montanhas
Para cair do precipício, vi tanto a ficar na merda
A cair sem para-quedas na rua a cravar moedas
Para poder matar o vicio
Ossos do oficio, eu na minha vida louca
Para o meu próprio beneficio
Não se passa nada hoje estou trancado no estúdio
Enquanto está de viagem com jarda no orifício
Manda vir, há muito na corrida 20 pacotes no bolso
E o homem pronto para a rotina
O que é que queres ? Sou o louco da família
Vais me apanhar no mato
A dar com os cornos na batida
A vida sobe e desce
Tu cresce com ela desde de puto que sou peste
Não pintes a minha tela
Tu sempre soubeste o que é uma vida bela
Não venhas para aqui dizer que saíste da favela boy
E é só naquela boy se a nossa vida doí
E há muito mother fucker que anda a fazer saber
Toma boy se a minha dica moí
É porque pinto o que sinto e não minto a escrever
Eu agora quero viver e como deves saber
Quem não deve não teme
Sempre o mesmo soldado
Mas sou um homem mudado
Cansei de ser acordado com o barulho da sirene tropa
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas
Se eu não mudo o que sou e o meu som vem da rua
Não posso largar o mundo que me criou
Há muito que pensa que avança e não avança só recua
Quando vês a Lua é como o dia começou
O jogo que tu jogas o teu mano já jogou
Por isso tu não dês para player
Quando a coisa fica feia tu vais chamar a plateia
A plateia bazou, aqui é cada um por si
A vida é uma merda mas tens que viver
Tu olha por ti, agarra na tocha e tenta acendê-la
Andei na má vida e não era uma vida má
Se a guita comanda a vida, mano a guita tava cá
Era um malabarista na pista mas olha lá
Se não fizer aparecer a mim ninguém mo dá, boy
Índios e cowboys aos molhos lá na zona
No meu ghetto, mandamento é abre o olho
E fecha a boca e para tudo que ta lá dentro
Parado no tempo, brotha espera o teu momento
Porque a nossa vida é longa
O meu RAP é bomba, dizem que o meu RAP é bala, mau
Qualquer dia tou de cana a pala da merda da fama
Querem me fazer a cama mas mano eu digo xau
Na lama eu tive mal, és o social do bairro
Eu sou do bairro social
Hoje dou uso ao meu talento
Agora a Clara o sentimento
Ta na cara o momento do aumento capital
Repara a minha gente é diferente do igual
Na cara sentimento, senti menos que o normal
Sentes o meu batimento eu sinto o meu orçamento
E graças a nossa senhora a nossa gente não tá mal
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas