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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

DAVID FONSECA  

E a canção de Natal de 2016 é…. “Have Yourself A Merry Little Christmas”

CD exclusivo de clube de fãs com temas de Bruce Springsteen, David Bowie, Elton John, Ryan Adams….

 

E a canção de Natal de 2016 para David Fonseca é….”Have Yourself A Merry Little Christmas”.
 
Todos os anos David Fonseca presenteia o público com uma versão de uma canção de espírito natalício, um hábito já com uma década que nos trouxe temas como “Little Drummer Boy”(2006), “Last Christmas” (2009), “Oh Christmas Tree” (2014) ou, em 2015, “Driving Home For Christmas”.
 
Para o presente ano, “Have Yourself A Merry Little Christmas” mereceu uma versão de carácter intimista de voz e piano, num vídeo “one shot” captado pelo próprio David. A canção, criada por Ralph Blane e Hugh Martin, foi originalmente interpretada por Judy Gardland em 1944 e mereceu até à data algumas reinterpretações destacando-se as de Frank Sinatra, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, The Pretenders ou, mais recentemente, Sam Smith.
 
 
Entretanto, como vem sendo hábito, por esta altura do ano David Fonseca produz para a comunidade “Amazing Cats Club” um CD com gravações nunca publicadas e que são distribuídas em exclusivo e gratuitamente aos membros desta comunidade como prémio pela sua fidelidade. Para edição de 2016, um lote de canções ao vivo em que, para além de temas próprios, se incluem versões, sempre especiais, de David Bowie, Bruce Springsteen ou Elton John, entre outros. A gravação resultou do espectáculo apresentado em Maio passado – “Hit Parade” - em Lisboa e Porto no âmbito do aniversário da Associação CAIS:
 
“CHRISTMAS 2016 – CD AMAZING CATS CLUB
1 - ROCKET MAN (Elton John)
2 - TWO (Ryan Adams)
3 - FUTURO EU (David Fonseca) LET’S DANCE (David Bowie)
4 - ONCE IN A LIFETIME (Talking Heads)
5 - I’M ON FIRE (Bruce Springsteen)
6 - CHAMA-ME QUE EU VOU (David Fonseca)
7 - HOJE EU NÃO SOU (David Fonseca) LOVE WILL TEAR US APART (Joy Division)

Monstros de Aço Pic.jpg

 

 

Monstros de Aço" é um programa de heavy metal em que cada episódio é dedicado a um tema. Já se fez emissões dedicadas ao Power Metal, ao Thrash metal, ao Metal Nacional, aos anos 80, às demo-tapes de bandas famosas, entre outros.


É emitido na Rádio Utopia em radioutopia.pt todas as Sextas-Feiras entre a 1h e as 2h e está disponível também no Mixcloud em mixcloud.com/Guzman, local onde também se encontram outros programas dedicados a outros sonoridades como a música romântica, bandas sonoras e até músicas para bebés, tudo programas apresentados de uma forma descontraída e algo humorística, satirizando um pouco os clichés dos programas de rádio.


O programa é criado, apresentado e produzido por Gustavo Vieira.

15 Dez, 2016

Piruka - Música

 

Letra

 

Para mim música é a alma que me acalma na euforia
É poder desabafar e sentir que a pele arrepia
É o poder de partilhar a minha história, a minha vida
é sorrir, é chorar, é sentir a batida
É viver o sentimento e apurar a escrita
é partilhar o sentimento com quem se identifica
Por cá fora o que vem cá dentro e ter cabeça erguida
Saborear cada momento como se fosse magia
Dar uso à caligrafia duma forma suave
Saber ouvir na melodia os agudos e graves
Pra mim a poesia não é só uma fase
Pra mim a poesia não são apenas frases
Pra mim a poesia é expor o meu dia a dia adquirir sabedoria e tentar ensinar
Não só a minha cria, não só a minha família mas sim a todos aqueles que eu possa ajudar
Pra mim musica é amar, musica é trair
Musica é sonhar e lutar por conseguir
Pra mim musica é vida e eu quero fazer vida da musica
Tenho ambição, a minha paixão é única
Tenho ambição, a minha paixão é lúcida
Pra uns dedicação por uma paixão tão estúpida
Pra mim dedicação por uma paixão tão clássica
Poeta da rua, Madorna a minha máfia ...

Eu sei o que toda a gente quer de ti
E nunca o confesso
Musica eu só posso falar por mim
E sei bem que o que eu quero
Não é o que toda a gente quer de ti
E isso eu confesso
Mas eu só posso falar por mim
E pra ti ser sincero

Eu tento ser sincero agarrado a caneta
E espero pela minha vez no meu mundo a parte
Sentado num dos quatro cantos com a minha caderneta
Abordo a realidade com a minha arte
Abordo a verdade dentro do meu quarto
Musica não é vaidade, é necessidade
Musica é sinceridade, frieza e bondade
Musica não tem estatuto e não tem idade
Musica é a liberdade na minha mão
Musica é liberdade de expressão
Musica é liberdade dos irmãos
Tão trancados numa cela afastados da multidão
Musica é um misto de emoções
é escutar, falar, partilhar sensações
é sentar e sentir conversas com os meus botões
é escrever, gravar para se recordar depois
Musica sou eu e tu
Musica somos nós
Musica é o que eu faço com um beat e a minha voz
Musica é o que eu traço no meu caderno a sós
Musica é o que eu passo e o que passaram os meus avós
Musica é o mundo, não se define numa palavra
é um cota, é um puto, é tudo e não é nada
É o escuro da madrugada
é o inicio e o fim eu não sei nada
Mas sei o que toda a gente quer de ti

Eu sei o que toda a gente quer de ti
E nunca o confesso
Musica eu só posso falar por mim
E sei bem que o que eu quero
Não é o que toda a gente quer de ti
E isso eu confesso
Mas eu só posso falar por mim
E pra ti ser sincero

 

 

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FADO NIGHTS "DIVAS" - MARIA ANA BOBONE 20:30 H.

A sétima edição do ciclo de Fado Nights, Divas, desta vez com uma artista que actua pela primeira vez nas Astúrias e que goza de um momento artístico excepcional na sua carreira. Divas é parte da Mostra Portuguesa que tem o apoio do Instituto Camões e da Embaixada de Portugal. Uma acção musical que promove o nome de Oviedo fora das fronteiras espanholas. Já actuaram no mesmo festival nomes como o de Carminho,  Mísia,  Joana Amendoeira, Ana Moura, Raquel Tavares, Cristina Nobrega, Carolina, Carla Pires ou Aldina Duarte, entre muitos outros. Este evento está já completamente estabelecido como uma das inevitáveis ofertas musicais e culturais da cidade. Maria Ana Bobone: Voz, Bruno Mira - Guitarra Portuguesa, Pedro Pinhal - guitarra clássica Rodrigo Serrão - Contrabaixo 

locais de venda: Campoamor bilheteria do teatro e www.oviedo.koobin.com

15 Dez, 2016

Piruka - Sirenes

 

Letra

 

Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas

Se a rua chama por mim eu não posso tirar o pé
Bandido desde de puto meu tropa tu queres o que?
Minha vida era loucura o meu futuro era a cana
Mas tirei o pé da lama e mantenho a minha fé
Agarrei me ao RAP com unhas e dentes
Fiz o que tinha a fazer e não falhei o compromisso
Todos diziam tu vais ser como o teu pai
E a minha cota dizia tu não podes papar disso
Vi lágrimas e sorrisos e vi muito subir montanhas
Para cair do precipício, vi tanto a ficar na merda
A cair sem para-quedas na rua a cravar moedas
Para poder matar o vicio
Ossos do oficio, eu na minha vida louca
Para o meu próprio beneficio
Não se passa nada hoje estou trancado no estúdio
Enquanto está de viagem com jarda no orifício
Manda vir, há muito na corrida 20 pacotes no bolso
E o homem pronto para a rotina
O que é que queres ? Sou o louco da família
Vais me apanhar no mato
A dar com os cornos na batida
A vida sobe e desce
Tu cresce com ela desde de puto que sou peste
Não pintes a minha tela
Tu sempre soubeste o que é uma vida bela
Não venhas para aqui dizer que saíste da favela boy
E é só naquela boy se a nossa vida doí
E há muito mother fucker que anda a fazer saber
Toma boy se a minha dica moí
É porque pinto o que sinto e não minto a escrever
Eu agora quero viver e como deves saber
Quem não deve não teme
Sempre o mesmo soldado
Mas sou um homem mudado
Cansei de ser acordado com o barulho da sirene tropa

Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas

Se eu não mudo o que sou e o meu som vem da rua
Não posso largar o mundo que me criou
Há muito que pensa que avança e não avança só recua
Quando vês a Lua é como o dia começou
O jogo que tu jogas o teu mano já jogou
Por isso tu não dês para player
Quando a coisa fica feia tu vais chamar a plateia
A plateia bazou, aqui é cada um por si
A vida é uma merda mas tens que viver
Tu olha por ti, agarra na tocha e tenta acendê-la
Andei na má vida e não era uma vida má
Se a guita comanda a vida, mano a guita tava cá
Era um malabarista na pista mas olha lá
Se não fizer aparecer a mim ninguém mo dá, boy
Índios e cowboys aos molhos lá na zona
No meu ghetto, mandamento é abre o olho
E fecha a boca e para tudo que ta lá dentro
Parado no tempo, brotha espera o teu momento
Porque a nossa vida é longa
O meu RAP é bomba, dizem que o meu RAP é bala, mau
Qualquer dia tou de cana a pala da merda da fama
Querem me fazer a cama mas mano eu digo xau
Na lama eu tive mal, és o social do bairro
Eu sou do bairro social
Hoje dou uso ao meu talento
Agora a Clara o sentimento
Ta na cara o momento do aumento capital
Repara a minha gente é diferente do igual
Na cara sentimento, senti menos que o normal
Sentes o meu batimento eu sinto o meu orçamento
E graças a nossa senhora a nossa gente não tá mal

Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha vida
A rua nunca foi saída
Desde criança que eu ouço sirenes e não (não)
Não quero isso para a minha filha
Por isso procurei mudar de vida, mas

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email