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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Deolinda celebram 10 anos de carreira nos Coliseus e com edição especial de "Outras Histórias"

Os Deolinda celebram uma década de canções, concertos, discos, viagens, prémios e memórias nos Coliseus, primeiro em Lisboa, a 28 de Janeiro, depois no Porto, a 4 de Fevereiro. A escrita do guião destes dez anos encontra-se actualmente no capítulo "Outras Histórias", o último álbum de originais de onde foram retirados os singles "Corzinha de Verão" e "Manta para dois", e ainda o tema "A velha e o DJ" que, em colaboração com Riot (Buraka Som Sistema), acentua a faceta mais festiva e a facilidade que os Deolinda têm em estabelecer um diálogo com outros estilos musicais.

"Outras Histórias" acaba de ser reeditado numa edição especial que, para além do álbum, inclui o CD com os concertos de Lisboa, no Tivoli BBVA e Porto, na Casa da Música, com a participação de Manel Cruz (Ornatos Violeta) no tema "Desavindos" e ainda versões ao vivo dos grandes sucessos dos Deolinda como "Fado Toninho", "Movimento Perpétuo Associativo", "Um Contra o Outro" ou" Seja Agora", entre muitos outros.

12 Dez, 2016

Aurea - Blind Woman

 

Letra

 

I love you
Felt like I couldn't see
But when you came back
My eyes, I came back to me

I made mistakes
A lot I'm not proud of
If you're planning on leaving me
It will be the greatest tragedy

I know for sure

I'd rather be a blind woman
Than watch you walk out my life
I'd rather be a blind woman
Than see you leaving me twice

Ohh I'd rather be blind
Ohh I'd rather be blind
Blind woman

Who said loving me was easy?
God knows that ain't
Time after time you tell me we're through
I swear if you leave, my whole world is blue

My vision is clear whenever you're near
I need ya, I need ya

I'd rather be a blind woman
Than watch you walk out my life
I'd rather be a blind woman
Than see you leaving me twice

Ohh I'd rather be blind
Ohh I'd rather be blind
Blind woman

Break it down

Blind woman
I'd rather be a blind woman
Than watch you walk out my life
I'd rather be a blind woman
Than see you leaving me twice
Ohh I'd rather be blind
Ohh I'd rather be blind
Ohh I'd rather be blind
Ohh I'd rather be blind
Blind woman
Blind woman

 

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DUARTE
 
2016, é sem dúvida um ano de reconhecimento para o fadista Duarte. Com muitos espectáculos realizados no  nosso país e várias salas esgotadas em França. Vê ainda o seu disco “ Sem dor nem piedade” ser editado em França através da editora Aztec Music e já pertinho do final do ano o fadista ganha 2 prémios.
 
 “Mais Musica 2016 “ pela Revista Mais Alentejo e o prémio “José Melo" da Associ' Arte – Associação de Comunicação e Artes  que tem como lema a Coragem de Ficar e premeia os artistas e comunicadores que tem a coragem de ficar no Interior, nomeadamente no Alentejo, e daqui fazerem as suas carreiras. Como reconhecimento deste prémio, Duarte recebeu um belo quadro feito pela pintora eborense Elisabete Barradas.
  
Duarte nasceu em Évora em 1980 e viveu a sua infância e adolescência na Vila de Arraiolos.
Aos sete anos, Duarte iniciou a sua aprendizagem musical e começou a cantar fado. Até 1997 Duarte frequentou a Academia de Música Eborense onde concluiu o 3º ano de Piano, o 2º ano de História da Música, o 4º ano de Guitarra Clássica e o 7º ano de Formação Musical.

O seu primeiro trabalho discográfico, de título “Fados Meus”, foi apresentado em 2004 e o seu tema “Dizem que o meu fado é triste”, um poema seu na música do Fado Menor do Porto, integrou a colectânea “Fados do Porto”, inserida na colecção “100 anos do Fado”, organizada pelo jornal “Público”.
 
“Aquelas Coisas da Gente” titulo do seu segundo disco editado em 2009, onde o fadista pretende aliar o fado tradicional a novas sonoridades.

“ Sem dor nem Piedade”- Fados para uma relação acabada em quatro actos é seu terceiro álbum editado em 2015, assumidamente um disco cinzento. Uma fuga ao “mainstream” que se vive no fado actual. A importância de viver e sentir o lado mais escuro dos dias, não fugindo a este mesmo lado. Um trabalho de contra corrente. Não queremos entreter, mas antes fazer pensar.
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