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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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PALAVRA CANTADA
Música/Teatro
10 de Dezembro| Teatro Municipal de Vila do Conde | 16 horas    
Espectáculo para maiores de 3 anos
Duração: 60 min com intervalo Bilhete: 10€ (bilhete pago a partir dos 3 anos)


Chegou a hora…
a versão Portuguesa do projecto Brasileiro “Palavra Cantada” sobe aos palcos nacionais para encantar todas as famílias.

Com mais de 20 anos de sucesso no Brasil, as canções de Sandra Peres e Paulo Tatti são agora recriadas e apresentadas ao público nacional.

Todas as canções do CD/DVD que ocupou os primeiros lugares do top de vendas nacional nos últimos meses e presença regular no Canal Panda, serão agora apresentadas ao vivo num teatro musical imperdível!

Muita música e aventuras num espectáculo divertido para toda a família, conduzido pelas personagens Sandrinha e Paulinho onde não faltarão temas como “ Coloridos”, “Lavar as mãos” ou “ O Caranguejo, Cravo e a Rosa”.

Venham cantar connosco, a Palavra Cantada chegou!

 

 

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O Natal dos Prismatic.

 
 

Estar Presente

"Estar Presente" é a melhor prenda que se pode oferecer a alguém nesta quadra festiva. É estar próximo, é saber que se pode contar com alguém. E é neste espírito que os Prismatic regressam. Depois de terem  o rapper Vilão como convidado em estúdio para “A Minha História”, os Prismatic apresentam um single dedicado à época festiva que em breve se iniciará.

"Estar Presente" é distribuído mundialmente em edição digital e antedece o álbum de estreia.

 

Através de um prisma, uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores. São 7 as cores que o prisma produz. São também 7, as notas musicais através das quais queremos decompor o nosso som, sem preconceitos e com uma roupagem e fusão entre vários estilos, que faz com que Prismatic seja o nosso e o vosso prisma musical. 
 
Somos um trio que actualmente se apresenta com duas das várias vertentes de um prisma cheio de surpresas musicais.

Apresentada a banda Portuguesa, em 2013, com o single XXI, numa versão pop/electrónico. Em 2014,  viaja até aos EUA para nas mãos do conceituado e vencedor de Grammy Awards, Mr. Bob Katz, para que seja finalizado o EP de 3 temas intitulado Prismático que é exposto ao público através de 3 videoclipes. Um dos temas - "Prismático" - conta com Miguel Moura dos Santos como convidado e pode ser visto aqui.
 

 



Tiago Pimentel
Aka Tryambaka mantém uma ligação à música desde a sua infância. A música clássica faz parte da sua formação inicial mas seria o poder da música electrónica, posteriormente marcada pelo trance, que mais iria influenciar a sua cultura artística e criar o movimento frenético e dançável dos Prismatic.

André Prista
Desde cedo começou a usar o lado criativo para dar vida aos seus temas musicais como letrista, compositor e produtor musical. Técnico de som com experiência profissional com nomes como Bob Katz e Brian “Big Bass Brian” Gardner ou músicos como Henning Basse, André Matos e Rafael Bittencourt ajudaram para que o vasto leque de influências e experiências tornassem rica e melodiosa a sonoridade das guitarras e composições dos Prismatic.

Nuno Ramos
Assume-se como um compositor que cria, desde há muito, as suas músicas. O seu vasto leque de influências musicais e experiência como músico de palco marcam a sua versatilidade, coesão, força e paixão por criar e dar voz às histórias verídicas e de ficção transmitida pela sonoridade dos Prismatic.

 

Letra

 

E se essa via não tem saída
E tu sentes que tás perdido
Tu tenta o outro lado
E se algum dia olhares pra vida
E vires que ela não faz sentido
Tás no sentido errado
Porque não aprendes quando cais
Mas quando te levantas para prevenir
Se o caminho que fazes é fácil demais
Apenas uma coisa posso garantir

Tás no caminho errado

Divaguei por mundos e fundos
À procura da vaga, vivi
Não encontrei aquilo que eu esperava
Aquilo que eu sonhava, matei
Com 23 anos eu fiz o meu lar
Pa morar com quem quis
Já com 24 não foi planeado mas eu separei-me
Há quem diga que eu certo não bato
Mas aqui o lema é o mesmo
Lutar, aprender, pensar em crescer
Nunca para ver o outro mais pequeno
Alturas em que damos por nós
Sem saber conter sentimentos
Agarrar na saudade
Pô-la numa mala ou esperar
E curá-la com o tempo
Por o peito para fora
Aproveitar agora que o tempo mudou
Ajeitar a camisa
Agarrar a brisa que o vento levou
Não temos que ser o cair de uma folha
Por vezes na vida nós não temos escolha
E dentro da bolha, é nessa que eu vou
Mas quando eu te vir com a cabeça para baixo
Tu não desanimes
Eu quero ouvir-te a dizer
Tristeza vai embora
Enfrenta a plateia com as mangas pa cima
Porque este espetaculo vai ter que durar
Não tem que acabar no fechar da cortina
Então não desanima brother
Não desanima, irmão
Pra que a tristeza vá embora

E se essa via não tem saída
E tu sentes que tás perdido
Tu tenta o outro lado
E se algum dia olhares pra vida
E vires que ela não faz sentido
Tás no sentido errado
Porque não aprendes quando cais
Mas quando te levantas para prevenir
Se o caminho que fazes é fácil demais
Apenas uma coisa posso garantir

Tás no caminho errado

 

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The Ramblers na última BB Blues Night do ano


Dia 10 de Dezembro, a partir das 22h00, o Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo enche-se de Blues para última BB Blues Night do ano.

Promovidas mensalmente pela Associação BB Blues Portugal, pela CM da Moita e pela União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, as BB Blues Nights apresentam o melhor do Blues nacional e internacional.

Depois de passarem pelo BB Blues Fest de 2014 e de terem feito o warm-up de 2015, os The Ramblers regressam agora ao ambiente intimista do Café-concerto do FCJMF.

A abertura dos concertos de B.B King (Rock 'n' Roll Hall Of Fame), Ian Siegal (UK Blues Hall Of Fame) e Carvin Jones (Guitarrist Magazine 50 Greatest Blues Guitarrists of All-Time) são apenas alguns dos palcos já pisados pela banda lisboeta que, no próximo sábado apresentarão ao público alguns clássicos do estilo a par dos temas originais que os têm acompanhado ao longo dos quase 10 anos de carreira.
 

 

 

09 Dez, 2016

Dillaz - Madrigal

 

Letra

 

Vou tentando andar só de baixo para cima
Que de cima para baixo assim eu não me safo
A tentar limar os ataques na esgrima
De rima para rima de bafo para bafo
Neste pequeno espaço onde circula o tubarão
Andam à procura do Nemo
Se é para fazer rap só com uma maraca na mão
Deixa estar que eu desemerdo-me
Aquilo que eu herdo é tristeza
A minha avó não vê crescer o neto
Deitada na cama daquele hospital
Já sem ver o céu só rezava para o tecto
Afecto não falta, (não não), desde fedelho que nunca faltou
Eu não piso a ribalta, parto os joelhos a quem diz que o Dillaz a pisou
Mandaram mau olhado mas não me acertou
Aposto que a moca me causou estrabismo
Chamaram-me cão mas quem me atiçou
Morreu sem ver marcas no seu organismo
Não sabias que eu e rap só temos contactos por espiritismo?
A meio da noite eu levanto-me da cama a dama até me acusa de sonambulismo
Diz-me tu, porque é que criticas fazendo como por lazer?
Tantas maldades e barbaridades que a tua boca anda a dizer
Tenta acalmar o teu estado
Que há muito sentado no banco do réu
E tu ai pausado com o teu gang falso
Vai acabar descalço e com a picha ao léu
Há quem te esfaqueie por um béu
Há quem queira ter uma casa, levantar um véu
Agradece pelo pitéu
Respeita a cerveja para o chão e um bafo para o céu
Querida tira esse teu robe
Não é preciso um blowjob para subires no piso
E não me venhas chamar filho da puta
Que já sabes que o Dillaz é um filho da peace
E quantos esperam o meu deslize?
Quantos disseram o que eu disse?
Pediram please
Para aparecer e pausar e dizer a cantar tudo isso
Quantos mamaram no pisso?
O feitiço dos haters que andam à beira de morrer
Fazem com que sejam 5 da manhã e eu não consigo adormecer
Só oiço uma voz a dizer

Dillaz?

Se é para escolher entre o rap ou a vida
Levem-me a vida que o rap faz falta
Em mim bate como ketamina
É ele que ensina é ele que me exalta
Mas há malta que anda a tentar raptar a vertente
Para tentar vende-la na televisão
E duma maneira pouco inteligente
Ficaram na montra para a exposição

Dillaz tu (pshh) tens a noção com essa dica tu tas a ser mau como as cobras?
Dillaz tu (pshh)

Tu tens a noção de quantos rappers tugas trabalham nas obras?
Não venhas dizer que te matas e esfolas
Com cara de assustado e com a mão nas bolas
Que eu já vi que passas-te no swag e chumbas-te na knowledge
Chamam artistas para encher casotas
Mas estão a cagar-se para aquele que lá toque
Queres baixar o preço? Arranja uma nova
Eu tenho a fofa em casa à espera do envelope
Chama-lhe esforço, chama-lhe sorte
Andar assim não 'tava nos meus planos
Já me disseram que eu estou a galope
Como andaram os meus primos há uns anos
Estão de fininho e estão danadinhos para me verem cair
Não me ponham na boca do povo que eu não vejo lobos
Só cães a ganir
E no dia que o meu barco afundar, tu podes gozar
Tu podes falar que eu não me aflijo
Porque se eu fui um senhor no luxo
Boy, eu vou ser um senhor no lixo!

 

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Circuito abrirá, no dia seguinte, inscrições de grupos para edição de 2017.


20º OuTonalidades termina a 15 de dezembro, depois de 70 concertos!

Kepa Junkera Trío é um dos últimos projetos a pisar os palcos nacionais da 20ª edição do circuito.


A percorrer o país de lés-a-lés desde 21 de setembro, o OuTonalidades 2016 chega este mês ao fim, levando aos palcos do circuito português os últimos nomes da temporada: Uxía & João Gentil, Kepa Junkera Trío, Songbird e César Cardoso Quartet. Há música ao vivo em Estarreja, Ovar, Tavira, Idanha e Guarda até final desta 20º edição.

Esta edição do circuito português de música ao vivo contou com 70 concertos, de 38 grupos, em 40 espaços, distribuídos por Portugal, Galiza e diversas extensões nacionais e internacionais estabelecidas para 2016, fruto de parcerias da d’Orfeu AC. Estas parcerias, em franca expansão, extravasam o tempo e os espaços do próprio circuito OuTonalidades e levaram 14 grupos a realizar 22 concertos em 4 países: Portugal, Espanha, França e, pela primeira vez, no Brasil.

Em Portugal, o melhor da música ao vivo passou por Águeda, Ovar, Albergaria-a-Velha, Santa Maria da Feira, Viseu, Penedono, Tavira, Sever do Vouga, Idanha-a-Nova, Estarreja, Idanha-a-Velha e Famalicão da Serra. Coordenado pela d’Orfeu AC, em colaboração direta com inúmeros parceiros (Municípios, Teatros, Associações), o circuito consolidou, assim, uma grande rede de programação que junta grupos emergentes e reconhecidos, todos de inegável qualidade, resultantes de um processo que iniciou com 253 grupos candidatos.

O próximo OuTonalidades já está em preparação, iniciando-se no dia 16 de dezembro (e até 31 de janeiro) o período para as inscrições de grupos para a edição de 2017 do circuito, que deverão ser submetidas em http://www.dorfeu.pt/outonalidades/.

PRÓXIMOS (E ÚLTIMOS) CONCERTOS OUTONALIDADES 2016:

QUA 7 DEZ, 22H00
Uxía&João Gentil | Café-concerto do Cine-Teatro de Estarreja

SEX 9 DEZ, 22h00
Songbird | Centro de Arte de Ovar
Kepa Junkera Trío | Casa do Povo de Santo Estêvão, Tavira

SÁB 10 DEZ, 21H30
Kepa Junkera Trío | V Festival Fora do Lugar, Idanha-a-Velha

DOM 11 DEZ, 18H00
Kepa Junkera Trío | Casa da Cultura de Famalicão da Serra, Guarda

QUI 15 DEZ, 21H30
César Cardoso Quartet ”Bottom Shelf” | Museu Júlio Dinis, Ovar

+ INFO: http://www.dorfeu.pt/outonalidades
Segue o circuito também em http://www.facebook.com/outonalidades

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Omiri, um dos mais originais projectos da actualidade apresenta o seu novo espectáculo "Um músico, dois bailarinos e uma mão cheia de velhinhas..." . O novo concerto estará disponível a partir de Fevereiro de 2017 (para mais informações contactar roots@sapo.pt). Para já fica aqui um aperitivo em video:

 

 

 

2017 marca também uma nova fase para Omiri com concertos já confirmados na Estónia, Bélgica, Espanha e Polónia, República Checa e Cazaquistão. Mais novidades muito em breve.

 

Letra

 

BISPO:

baby eu confesso que tenho sido sacana,
tenho sentido saudade de tanta mana,
foi tanto suor deixado... na minha cama
tanto creme passado pra disfarçar sem dar cana...
Fora d'horas como adoras sorrateiramente,
entras sem espiga mas com pica, andar atraente
xiu... geme pa dentro, a cama treme mas sem medo
ignoro o teu sentimento mas imploro-te segredo
e assim tu sais despenteada... roupa amarrotada...
depois duma noite louca apenas um beijo na cara!
mais uma pequena que desmarca no frio da madrugada,
piu-piu só na calada, tenho sido pirata!
e sinto adrenalina em curvas de menina...
o que é que isso origina? Karma, sina!
calma, respira... Pirataria é rotina
anda faz conchinha, amor da conchinchina;
informação retida na retina tu nem imaginas,
e é rotina sem espigas tu, chegas e pinas hum,
são só umas trincas boo, numa cama eu e tu
e como nas rimas deslizo no teu corpo nu
tu gostas, não evitas, fazes disso um vício
sem compromisso, amizade com benefício
não passa dai, curto a tua companhia...
e eu nunca perdi uma coisa que nunca foi minha.

Refrão
Pirata , eu tenho sido pirata
Tu és um tesouro não quero um namoro
Surfar e mais nada
Porque eu tenho sido Pirata
Só na calada , então guarda segredo
E não tenhas medo morde a almofada

HAROLD

ja pensei talvez fosse amor
as madrugadas que passamos a faze-lo sem pudor
já pensei talvez forço a dor
quando sou pouco sincero e só quero seja o que for
e convidas para um filme afim de matar saudade
jantar a luz de velas vemos o filme so a metade
na calada sou pirata e nao da pra mudar eu quero
meu coração ta em pedra e nao da pra quebrar ao berro
sonhos molhados são passado e alguns nem vê-los
corpos suados mal amados viram pesadelo
disfarço o cheiro escondo cabelos na cama
e esses corpos q nos chamam tem chama sem percebe-lo
e eu me perco em cada curva
gemidos e cada abusa-me usa-me que adoro abuse sem ter a blusa
Confusa não recusas que a tusa nos deixa cegos
E eu danço no teu corpo no ritmo do meu ego
É superficial o que sinto cada momento
Vai de especial a esquisito
Eu não minto que é carnal admito
Da pica as escondidas que fazemos no cúbico
E eu já pensei talvez fosse amor sem serenata
e não posso ser Sinatra sei que só sei ser pirata
Eu sei

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email