SMOOTH ORQUESTRA
Baile
Vamos dançar. Um baile, o prazer da dança e da boa música acompanhada pelos copos e petiscos.
Surgida em 1997, a Orquestra Smooth é um agrupamento musical composto por doze músicos da região Centro de Portugal. Com uma formação orquestral sui generis, possui vozes versáteis que transportam os ouvintes numa viagem alucinante por diversos estilos musicais. A realização de concertos temáticos e de glamorosos bailes são algumas das mais-valias que vão fazer deste baile um espetáculo inesquecível, com temas incontornáveis da música ligeira portuguesa e estrangeira, clássicos de salão e ainda ritmos calientes da América Latina.
Quando a ACERT faz um périplo pelos locais de memória em que habitou ao longo dos seus 40 anos, que melhor poderá haver que um baile num local com lembranças tão íntimas para quem nele viveu momentos inesquecíveis? O Cine-Tejá foi um poiso do Trigo Limpo teatro ACERT na preparação e apresentação dos seus primeiros espetáculos, e por lá passaram diversas companhias de teatro e outros espetáculos de música, saraus, ilusionismo, sessões políticas… O que muitos talvez desconheçam é que também foi sala de baile.
Normal 2,50€ / Associado 2€
Casal 4€ / Casal Associado 3€
Letra
vai vai vai
por ti só só só
ao cais cais cais
do nó do nó
sem ar ar ar
no coração
e o pé no nó
do nó do nosso
amor mor mor
meu meu
mau mau
bom bom
tão bom
quem viu viu viu
piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
teu sopro
vai vai vai
por ti só só só
ao cais cais cais
do nó do nosso amor
vai vai vai
vem vem vem
vai por mim vai por ti
vem por nós meu bem
meu amor mor mor
meu meu
mau mau
bom bom
tão bom
quem viu viu viu
piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
teu sopro
De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música, onde o fado, uma descoberta aos 20 anos por obra do acaso, lhe tinha um lugar reservado. Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado desde 2010 até ao presente, sendo uma voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa. Em Março de 2016 estreia-se na edição com "Retratos D'Alma" o primeiro trabalho discográfico da fadista, com o selo Música Unida, e o apoio da Rádio Amália.
Apresentação do álbum "Retratos d'Alma" no Cine-Teatro D.João V, Damaia, dia 13 de Novembro às 16h00
Rita Santos vai levar ao palco do Cine-Teatro D.João V uma nova alma fadista no espectáculo de apresentação de "Retratos d'Alma" dignificando a sua estreia nas edições discográficas, na editora Música Unida. Ao longo de hora e meia de espectáculo, Rita vai interpretar todos os temas do álbum, onde pontuam os poemas de Carlos Bessa, Tiago Torres da Silva, José Fernandes Castro, Fernando Campos de Castro, Mário, Rainho, entre outros. O concerto vai incluir tambem fados tradicionais já habituais nos seus espectáculos ao vivo, e algumas surpresas.
Maria da Nazaré
O espectáculo conta ainda com a participação dos seguintes convidados especiais que vão partilhar o palco e alguns temas com a Rita Santos:
Maria da Nazaré
João Loy
Miguel Ramos
Emma
Nemanya
A acompanhá-la vão estar os músicos:
Múcio Sá - guitarra portuguesa
Carlos Fonseca - viola de fado
Miguel Silva - viola baixo
Letra
Espelho meu, espelho meu,
procuro os traços da branca de neve
num mundo de traços e linhas,
o oposto de um rosto que dá em traços e linhas,
eu evito o sol posto sem ´tar exposto de frente,
vejo umas rugas, que nojo! que visão deprimente,
já não ´tou ao meu gosto, sinto-me outra de repente
chego a casa e choro por parecer ´tar diferente
já não sei se é do meu espelho ou se será da minha mente,
por trás da cortina escondo uma cara com tinta,
mascaro-me à menina para ficar mais bonita,
sou rica ´pa pagar e ´pa disfaçar os meus trinta
já nem dou valor quando me dizem: és linda
às vezes falo com uma amiga e sinto me tão distante
tenho vergonha de dizer que não sou assim tão brilhante
sou mais insegura do que eu pensava,
virei uma princesa no castelo do nada
Refrão:
Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu
A Luísa é da liza e quer entrar na camisa
que comprou indecisa entre o seu L e o Small,
trouxe o small que hipnotiza e uma promessa perdida
a sua dieta agressiva, foi perdendo o controle,
agora é esquelética, tamanho A de anoréctica
o XS é pa dormir, camisa Small fica-lhe à rapper,
hun, e a mãe quer lhe fazer uma dieta equilibrada
mas como é que ela pode se tá desequilibrada?
o psiquiatra é a safa, compridos não mata
mas incharam-na tanto que ela parece uma vaca,
voltou a ser gorda e com algo por estrear
Luísa comprou a camisa small e nunca a conseguiu usar,
uma história no meio de muitas por não querermos aceitar
o nosso corpo, o auto-retrato que não queremos cultivar,
e tu playboy, vai com calma...
nunca ouviste dizer que o espelho rouba-te a alma? mano...
Refrão:
Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu
Por que é que achas sempre que ´tás num campeonato par?
onde comparativamente achas que nunca vais ganhar,
desde sempre que fomos induzidos a um reflexo,
com formas e simetrias numa sociedade sem nexo,
parece que somos modelos da comunidade complexo
onde desfilamos todos os dias na passerelle do sexo,
afinal és a tua essência ou uma obra de arte?,
o teu ser inquebrável ou o quadro que se parte?
(Quem sou?, para onde vou?,
onde estou?, quem sou? quem sou eu?)
Quem sou, para onde vou, já nem sei onde estou, larguei o espelho
e ele quebrou, agora já não sei quem sou...
(Quem sou?, onde vou?,
onde estou?, quem sou eu?)
Quem sou eu?
(Quem sou eu?)
Refrão:
Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu
Les Saint Armand
Têm nome francês, mas cantam em português. Assim celebram a vida. Falam de amor e da vontade. Da razão e da loucura. A sua música tem um carácter próprio já marcado por quase dez anos de existência. Em constante mutação e maturação, lançam agora o seu primeiro álbum oficial: "Nó".
http://www.facebook.com/lessaintarmand
EP “Nó” | http://lessaintarmand.bandcamp.com
Les Saint Armand são:
Alex Rodriguez-Lázaro |bateria
José Aníbal Beirão | contrabaixo
André Júlio Teixeira | guitarra clássica/voz/teclas e sopros
António Parra | cavaquinho/teclas/sopros/voz
Tiago Correia | guitarra clássica/voz/letrista
Concerto de apresentação de "Nó"
Sábado, 5 Novembro, 22h00 | Passos Manuel, Porto
https://www.facebook.com/events/878496715618958/
Letra
Não encontrei a letra desta música
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Letra
Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti
Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim
Lembro me do que te disse
Que o tempo é mais que o inicio
O melhor do tempo é quando começas a ser vicio
E agora vejo o precipício
Na mente tenho o teu sorriso
Nos lábios guardo o gosto do teu beijo e mais que isso
Segredos que levo comigo quando confessavas ser mais que um amigo
Meu ombro, o abrigo, a sweat, o tecido
Que enxugava as lágrimas de um anjo caído
Tens tanta força, eu só tenho a forca
Pus o pé na poça, noção tive pouca
Sei fui a gota d'água que caiu
Pôs um fim a uma ligação boa.
Só querias atenção, carinho e dedicação no ninho
Eu fui a colisão sozinho, querias protecção e mimo
Tempos tão bons, se pudesse voltar
Eu dava te tudo o que não pude dar
Largava aquele puto que não quer mudar
Moldava me a ti tipo o teu respirar
Cantava p'ra ti só pra te ver corar
És como exatsy que meti para amar
Nunca te senti como o tempo passar
Só não me entreguei como quis entregar
Lençóis que te cobrem são teus
Abrigos que já foram meus
Escondidos nas nuvens e os céus
Estão negros da cor do adeus
(refrão)
Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti
Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
(não sei ser assim)
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim
(p'ra colares em mim)
Oiço a tua a voz a dizer p'ra voltarmos
Num momento a sós e talvez resolver
O batimento é veloz, quando só penso em nós.
Quero reaver o que em tempos foi meu
Quero esquecer tudo o que sucedeu
Venero o passado mas só ao teu lado
O futuro é quadrado sem ti limitado, morreu.
Eu lembro o olhar que fazias
Quando eu te dizia "és só minha"
Teus olhos vidravam, sorrias,
Dizias "amor não me deixes sozinha"
Meu coração partia quando eu não podia
Fazer o teu dia com o pouco que tinha
Quis-me afastar para resolver a mente
Não estava ciente daquilo que queria
Ao tares distante a minha luz apaga
Não é só minha, todas cá em casa.
Ao tares distante o meu sorriso baza
Em guerra constante sou faixa de Gaza
Tens tanta confiança em ti
Se ao menos eu tivesse em mim
Corria p'ra os teus braços
Mas talvez já tenhas alguém contigo
Juro que não vou falhar como antes
Se deres uma chance eu vou agarrar
Giro e balanços outrora distantes
Corrigir a cor que agora quer brilhar
Olho para cima és rainha no céu
Só penso em ter filhos como tu e eu
Vou-te dar um castelo de madeira
Sim, não tenho nada mas é tudo teu
(refrão)
Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
(mesmo que o tempo passe
sabes que eu vou estar aqui)
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti
(até voltares sei bem x2)
Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
(não há ninguém comigo
não não não não)
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim
(Para colares em mim)
O'culto da Ajuda • art music centre • because sound matters •
01 de Novembro • 21h30
Wilfrido Terrazas | Carlos Santos | Abdul Moimême
Wilfrido Terrazas é um flautista, improvisador e compositor mexicano, cujo trabalho se centra em procurar pontos de convergência entre a música escrita e improvisada, assim como levar a cabo distintas práticas de colaboração e criação colectiva.
É membro de Generación Espontánea y Liminar, uma ‘anti-banda’ mexicana de improvisação, fundada em 2006, tendo ainda realizado cerca de 300 estreias mundiais, escrito cerca de 40 obras e gravado mais de 20 discos, em 26 anos de intensa trajectória musical que inclui a docência em duas escolas superiores de música.
No próximo dia 1 de Novembro o flautista juntar-se-á a dois conhecidos membros da cena da música improvisada Lisboeta, Carlos Santos e Abdul Moimême, cuja colaboração já tem mais de uma década e partilha de um mesmo denominador estético: a improvisação livre contemporânea.
Os três músicos irão improvisar uma ou várias peças em honra de todos os santos e mártires de uma música cuja aceitação se restringe a um pequeno, mas fiel, núcleo de crentes.
Letra
Não encontrei a letra desta música
“Life Is Long”
Written by Rodrigo Leão and Scott Matthew
De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música, onde o fado, uma descoberta aos 20 anos por obra do acaso, lhe tinha um lugar reservado. Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado desde 2010 até ao presente, sendo uma voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa. Em Março de 2016 estreia-se na edição com "Retratos D'Alma" o primeiro trabalho discográfico da fadista, com o selo Música Unida, e o apoio da Rádio Amália.
Apresentação do álbum "Retratos d'Alma" no Cine-Teatro D.João V, Damaia, dia 13 de Novembro às 16h00
Rita Santos vai levar ao palco do Cine-Teatro D.João V uma nova alma fadista no espectáculo de apresentação de "Retratos d'Alma" dignificando a sua estreia nas edições discográficas, na editora Música Unida. Ao longo de hora e meia de espectáculo, Rita vai interpretar todos os temas do álbum, onde pontuam os poemas de Carlos Bessa, Tiago Torres da Silva, José Fernandes Castro, Fernando Campos de Castro, Mário, Rainho, entre outros. O concerto vai incluir tambem fados tradicionais já habituais nos seus espectáculos ao vivo, e algumas surpresas.
Maria da Nazaré
O espectáculo conta ainda com a participação dos seguintes convidados especiais que vão partilhar o palco e alguns temas com a Rita Santos:
Maria da Nazaré
João Loy
Miguel Ramos
Emma
Nemanya
A acompanhá-la vão estar os músicos:
Múcio Sá - guitarra portuguesa
Carlos Fonseca - viola de fado
Miguel Silva - viola baixo
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Letra
(João Tamura)
coisas no céu… coisas no céu que eu não sei o que são.
quando usas o véu que me deixa no chão e me aperta o pulmão.
quem é o réu dos crimes que eu faço e cometo com a mão?
cometas que vão deixar-nos a nós e ao planeta em fusão.
e tu vens e vais e dás as voltas ao peito a mais…
e os ossos e as coisas que tens no corpo são cristais.
e eu ‘tou bem! não fales comigo amor, eu 'tou bem!
tu queres que a lua e o céu todo caiam, a luz magoa-te? ya, a mim também…
(refrão - João Tamura x Miguel Ropio)
quais são os deuses que crias sem mim?
sei que no teu quarto tudo parece marfim…
as coisas que tomas, as peles que tocas são mais que o meu fim.
NoiteCristal… NoiteCristal sem ti aqui!
(Haze)
não tenho culpa se a vida não corre como queres.
o teu feitiço é pensares diferente,
mas se tu quiseres seguir na via és tu que perdes:
não vou ficar aqui escondido para sempre.
para passar o tempo ou agarrar sem ter-te.
é que eu não quero ver-me a passar sem ver-te.
quando apareces no meu quarto, despida, mostras a arte.
de coração afogado - sou a sorte do teu azar - onde é que eu vim meter-me?
agora a noite foge… o dia aparece. o teu sangue já corre sem o álcool em excesso.
aqui estamos nós, deitados sem stress, depois vê as horas e desaparece!
quem é o mundo para julgar pelo passado? é errado procurares pelo tipo certo.
eu já me vi menos apressado, é um facto, estou descalço mas sei o caminho de regresso…
(refrão)
(João Tamura)
ondas no mar… qual tempestade que são?
nós somos o par das guerras, batalhas, mundo em combustão.
agarras a vida com a força de um bicho só com a tua mão.
aquilo que cegas é aquilo que entregas - nada teu é em vão
eu sei que agora tudo o que tocas se transforma em ouro.
e quando passas aquilo que causas é uma hecatombe!
despes a noite do céu, despes um homem do nome,
despes inteiro o meu sono, deixas o tempo sem dono, é teu o trono!
(refrão)
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Letra
Já não caibo numa casa
Onde o espaço é todo meu
Não são obras que me salvam
Eu só sei crescer
Durmo de janela aberta
Tenho os braços no estendal
Eu podia acenar-vos
Mas só sei crescer
Leio o topo da estante
Tudo livros de engordar
E eu preciso abreviar-me
Mas só sei crescer
Qualquer palmo que me meça
É de mão sem cicatriz
O que eu sou é largo de ossos
Pois só sei crescer
Eu só me caibo cá dentro
Mas bato no peito
Por estar com meu ar rarefeito
Eu inicio o discurso
Citando o sujeito
Primeira pessoa é preceito
Eu nem cá dentro me caibo
Pois bate a cabeça no teto
E cai na travessa
Eu já calei o discurso
Que a língua tropeça
Mas o gigantismo amordaça
Eu já invento virtude
No pico não peco
Lá em baixo ficava marreco
Estou tão em-mim-mesmado
É tiro ao boneco
Gigante barrado no beco
Eu já não sei inventar-me
É só mais do mesmo
Fermento em massa de autismo
Eu nem de mim já me pasmo
Há mar e marasmo
Há ir e voltar aforismo
Mas eu só sei crescer
Letra e música: Samuel Úria
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
nem tudo o que brilha tem uma cor especial
tipo sevilha , uma história real
da minha vida, entre ventos e mares
pedi pra sair, pedi pra voltar
como se o karma fosse o meu esqueleto
falo direito memo drunk o grito vem de dentro
nem tudo é bom quando paro e penso
nem tudo é calmo bate e faço o mesmo
deus que me proteja e ao resto da familia
longa vida á matilha meus dogs nao dão espiga
juntámos a cidade toda na corrida
porque nao ha volta a dar numa estrada sem saida
sa foda estereotipos nada me intimida
o escudo é a pele eu sou fiel ainda
a cada batida a todo o meu principio
que nunca se alterou vai rodando como um ciclo
mais canhoes do que piratas...
porque ha quem nao sinta nada como coracoes de lata
o primeiro derrotado leva medalha de prata
tenho observado tudo so nao recordo a data
mas sem palavras mudo johnny valas é nocturno
de capuz do centro ao suburbio
velha vida de um puto que pensa que o horizonte esconde
poesia profunda música ao longe, o mundo
os 4 cantos, eu cozinho em lume brando
mano alentejano amanha nao tenho planos
nem tudo é infinito nao me engano
e nem todo o tipo de gente consegue ser humano
o meu rap é insano reflecte sonhos que arderam
a transicão de dimensão pessoas que morreram
nem tudo fica marcado mas os que me conheceram
levaram um pouco de mim quando habitaram as estrelas... no céu
Escrito & Interpretado Por Johnny Valas
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Letra
Nã o encontreia letra desta música
DEIXEM O PIMBA EM PAZ
Gente do Norte, o grande DEIXEM O PIMBA EM PAZ
vai estar no próximo dia 19 de Novembro no Casino da Póvoa!
Desde sempre fascinado pelo universo pimba, Bruno Nogueira propõe-se dar outra vida a essas canções, juntando Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, e outros músicos que fizeram arranjos de jazz e pop onde eles eram pouco prováveis. O pimba é unificador. Às escondidas, para não parecer mal. Seja numa festa da Quinta do Lago, seja no meio de um churrasco em Massamá, aos primeiros acordes de uma música de Quim Barreiros haverá uma debandada a correr para a pista de dança e a cantar o refrão em alegre e alta voz. Deixem o Pimba em Paz é um concerto e um espectáculo de desconstrução e já não é pouco.
Com Bruno Nogueira, Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais
Casino da Póvoa
19 Novembro às 22h
Preço: 15€
Letra
Não encontrei a letra desta música
Pedro Moutinho apresenta em Setúbal o álbum “O Fado em Nós” no dia em que completa 40 anos de vida.
Trata-se do quinto disco de originais do fadista, lançado em fevereiro deste ano e com a particularidade de ter sido gravado no Museu do Fado, com o cantor a procurar a espontaneidade das interpretações quando estas se libertam do confinamento das paredes de um estúdio de gravação.
“O Fado em Nós” de Pedro Moutinho evoca referências como Hermínia Silva ou Carlos Ramos e inclui poetas incontornáveis como Fernando Pessoa ou Alexandre O’Neill e até outros grandes nomes da atualidade, casos de Manuela de Freitas, Amélia Muge e Maria do Rosário Pedreira.
TÍTULO: "Pedro Moutinho - O Fado em Nós"
SINOPSE: Pedro Moutinho apresenta o mais recente projeto musical, "O Fado em Nós"
AGENDA: 11 de novembro, sexta-feira, 21h30
BILHETES: 10 € Plateia | 8 € Balcão
Retirado de Fórum Luísa Todi
"Bochmann homenageia Bocage"
Onde: Sala Principal
Custo: 5 € Plateia | 4 € Balcão
Concerto integrado nas Comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage e que apresenta, em estreia mundial, “O Suspiro do Rouxinol”, encomenda da LASA – Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão ao maestro, compositor e professor catedrático Christopher Bochmann.
Este evento, integrado nas Comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage, divide-se em duas partes, incluindo a interpretação de obras de grandes compositores da música clássica.
Parte I
“O Suspiro do Rouxinol”, de Christopher Bochmann, por encomenda da LASA – Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão e inspirado no soneto de Bocage “Olha Marília, as flautas dos pastores”.
Suzana Teixeira – mezzo soprano
Fernando Pernas – clarinete
Ana Teles – piano
Parte II
Obras de J. S. Bach, Handel, Purcell, Tellemann e Vivaldi, interpretadas pelos agrupamentos Paganinus, Violetas e Orquestra de Violoncelos, do Conservatório Regional de Setúbal.
CHRISTOPHER BOCHMANN
Nascido em 1950, formou-se em composição pela Universidade de Oxford, como aluno de David Lumsden, Kenneth Leighton e Robert Sherlaw Johnson. Em 1999, obteve o grau de D. Mus. (doutoramento em composição) pela mesma universidade.
Estudou também com Nadia Boulanger, em Paris, e com Richard Rodney Bennett, em Londres. Lecionou em várias escolas na Inglaterra, entre as quais a Escola Yehudi Menuhin. Passou dois anos no Brasil como professor da Escola de Música de Brasília.
Trabalha em Portugal desde 1980. Lecionou em várias escolas na área de Lisboa nomeadamente no Instituto Gregoriano de Lisboa e no Conservatório Nacional. Durante seis anos, foi diretor da Escola Superior de Música de Lisboa, onde também coordenou o curso de Composição de 1990 a 2006.
Desde 2006 é professor catedrático convidado da Universidade de Évora, onde desde 2009 também é diretor da Escola de Artes.
É maestro titular da Orquestra Sinfónica Juvenil desde 1984 com a qual gravou três CD da sua própria música.
Em 2004 foi-lhe atribuído uma Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura e em 2005 foi agraciado pela rainha Isabel II com a condecoração O.B.E. (Officer of the Order of the British Empire).
As suas composições abrangem quase todos os géneros musicais, da música para solistas à música orquestral, da música de câmara à ópera, para além de inúmeras orquestrações e arranjos.
O seu estilo musical passou por uma fase de considerável complexidade e já utilizou muitos processos aleatórios. Mais recentemente, a sua música tem-se tornado algo mais simples, seguindo assim certas tendências do pósmodernismo sem contudo recorrer ao neotonalismo.
Na sua música vocal interessa-se especialmente na exploração de aspetos tanto fonéticos como semânticos do texto.
Toda a sua música revela uma preocupação com a relatividade com que ouvimos e apreciamos o som, numa tentativa de fazer corresponder os processos e as técnicas estruturantes da música cada vez mais proximamente a critérios intrinsecamente musicais.
Retirado de Fórum luísa Todi
Letra
Não encontrei a letra desta música
ROTA DAS AFINIDADES AO VIVO
11 DE NOVEMBRO NO CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL, SINTRA, 22H.
Cais de partidas e chegadas é como se traduz Rota das Afinidades, o novo disco do projecto Caixa de Pandora editado no início de Outubro.
Desde o lançamento do primeiro CD ‘Teias de Seda’, em finais de 2014, Caixa de Pandora pisou inúmeros palcos, quer em Portugal onde se destacaram concertos memoráveis para o grupo, como na Fundação Oriente, o convite do TEDx 2015, o Palácio da Bolsa, quer lá fora entre variadíssimas apresentações em festivais e centros culturais.
As afinidades foram acontecendo e as rotas estenderam-se a participações e concertos pelo Oriente, nomeadamente pela Índia e China. Na Índia, através de experiências com nomes como Gulraj Singh e Manoj Yadav, com quem compuseram e interpretaram temas em colaboração. Na China, o encontro com o produtor, letrista e compositor Joe Lei -, que resultou em diversas parcerias com cantores e instrumentistas tradicionais como Kit Lam, Michele Ng ou Wong Kin Wai.
Em Portugal colaboraram com nomes como Amélia Muge.
A Rota das Afinidades traz 16 novas canções e vem afirmar a consolidação artística do trio e reflecte a cumplicidade dos seus elementos.
Dia 11 de Novembro apresentam-se ao vivo no Centro Cultural Olga Cadaval às 22H, com alguns convidados e várias surpresas.
Letra
Não encontreia letra desta música
Os Benshee apresentam o vídeo “When I’m Gone”
07 de Outubro foi a data de lançamento mundial do álbum em formato digital “There is a World Outside That Door”.
São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não irão deixar ninguém indiferente.
“O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes.”
Música
PromoOnlyPT - A música Portuguesa no Youtube
Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses