Segunda-feira, 4 de Julho de 2016

martapereiradacosta.jpg

 

MARTA PEREIRA DA COSTA

 

“ENCONTRO” COM RICHARD BONA

 

MAIS UM TEMA DO SEU ÁLBUM DE ESTREIA, EM VÍDEOCLIP

 

Neste tema, participa o conceituado baixista de jazz Richard Bona. No álbum, participam também Camané, Dulce Pontes, Rui Veloso, Pedro Jóia e Mário Laginha, para além da surpreendente cantora iraniana Tara Tiba.

 

 

 

 

 



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Letra

 

Não  encontrei a letra  desta música

 



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yola araujo.png

 

 

Yola Araújo, a "hit maker" de Angola, está de regresso aos discos com o EP "Serás Pra Sempre" com edição da MediaPlay, composto por duas músicas, uma do conhecido jovem produtor Bass "Bate Bola Baixa" e "Serás Pra Sempre" de Heavy

Este novo trabalho, disponível a nível mundial pelas diversas plataformas digitais como iTunes, Apple Music, Spotify, Youtube, Soundcloud e outras, surge após o nascimento do seu segundo filho.

"Serás Pra Sempre" marca sem dúvida uma nova fase da sua carreira. Com uma maturidade que se reflete na qualidade da sua música e na forma única que faz a sua arte chegar às pessoas.

Com mais mais 12 anos de carreira e de 1 milhão de seguidores no facebook, Yola Araújo lançou o seu primeiro álbum a solo em 2001 e ganhou rapidamente notoriedade ao colocar-se na altura, entre os novos nomes da nossa música angolana.

Em 2003 tem um grande sucesso com o seu segundo disco “Um Pouco Diferente”, atingindo o galardão de Disco de Prata, jáem 2006 lança “Diferente e Mais um Pouco”. É também premiada em diversos concursos e por várias instituições. Um trajeto que a leva a fazer muitos espetáculos pelo país, e a desenvolver parcerias com outros músicos.
A sua aposta continua numa carreira internacional levou-a a Nova Iorque e ao Brazil, gravando participações com vários músicos estrangeiros como o brasileiro Alexandre Pires. Também ganhou grande destaque no horário nobre da tv brasileira, nomeadamente no programa de Jô Soares na Globo

A MediaPlay é uma agência de serviços completos de entretenimento fornecendo diversos serviços artísticos e de produção a artistas e promotores a nível mundial. À mais de uma década no negócio do entretenimento, a equipa da MediaPlay tem a experiência necessária para a gestão integrada de todos os aspetos que uma carreira artística exige nos dias de hoje.

A agência tem no seu catálogo um variado leque de artistas portuguesas, angolanos e norte-americanos, como é exemplo de Telma Lee, Tessy Hill, Franco, Porte, Génio e nova-iorquina Whitney Tai.



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martapereiradacosta.jpg

 

MARTA PEREIRA DA COSTA

 

“ENCONTRO” COM RICHARD BONA

 

MAIS UM TEMA DO SEU ÁLBUM DE ESTREIA, EM VÍDEOCLIP

 

Neste tema, participa o conceituado baixista de jazz Richard Bona. No álbum, participam também Camané, Dulce Pontes, Rui Veloso, Pedro Jóia e Mário Laginha, para além da surpreendente cantora iraniana Tara Tiba.

 

 

 

 

 



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Letra

 

Não me digas, que todo o tempo que foi nosso esmoreceu,
não me digas , que entre medos e desejos nos perdemos,
não me digas, que o silencio e a distancia são irmãos,
não me digas, que as nossas mãos já se despediram.
E se os paradigmas mudaram,
e o leito deserto se inflama,
e se os teus fantasmas voltaram,
para te consumir o que em ti restei.

não te ausentes por correntes de uma magoa que corroí
não te afastes do que somos nos assombros do acaso
não te olvides que amanha trará clareza a nossa estrada
oh não me esqueças nas palavras que não trocamos

não me digas que recusas sentir falta do meu peito
não me digas que é falácia o que o meu amor grita
não me digas que verás futuro em tudo o que eu não sou
não me digas que aí há luz na sombra da nossa historia
e se os nossos laços quebraram
e o teu teu coração pulsa inserto
e se os teus demónios triunfar
Para te consumir o que em ti guardei

não te ausentes por correntes de uma magoa que corroí
não te afastes do que somos nos assombros do acaso
não te olvides que amanha trará clareza a nossa estrada
oh não me esqueças nas palavras que não trocamos

Não me digas,
não me digas,
não me digas,
não me digas.

 



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claudia leal.jpg

 

Cláudia Leal, uma fadista apresenta "Quarto crescente",com um da sua autoria, "O sal vem da saudade".

 

Cláudia Leal, uma fadista apresenta "Quarto crescente",com um da sua autoria, "O sal vem da saudade".

 

O álbum "Quarto crescente" é a estreia discográfica da fadista Cláudia Leal, que canta há 22 anos, e que, apresenta agora o seu primeiro disco

Em, declarações à Lusa, a fadista referiu que este "é um disco apaixonado" e que considerou "ter a maturidade necessária" para se ter abalançado a assinar a música e letra do tema com que fecha o CD.


Cláudia Leal estuda música desde a pré-primária e é filha de um músico, e à Lusa afirmou que assumir esta autoria corresponde a uma necessidade sua, reflectindo "uma certa experiência de vida".

O álbum inclui outros inéditos, letras e melodias, designadamente 'Porque choras coração', de Ricardo Maria Louro, que interpreta no Fado Menor, e 'À procura de amor', de Rui Manuel, com música de Ricardo Ribeiro.

Entre as participações especiais neste álbum, conta-se a de Rão Kyao no tema 'A nossa lua', uma letra de Mário Raínho, com música do próprio Kyao.

Outra participação especial é de Pedro Jóia, no tema "Quem não ama não vive", de António Botto, com música de Jóia, que tem composto para Mariza e Ricardo Ribeiro, entre outros.

A fadista defendeu que "se tem que ter uma certa vivência para se cantar determinadas letras" e reconheceu que as letras que gravou para este CD, "estão marcadas, e não foram escolhidas ao acaso, reflectem vivências e sentimentos".

Para a fadista, dada a "profundidade psíquica que o fado exige" este "só devia ser cantado a partir dos 20 anos, que é quando se tem "alguma vida vivida, e até aí não há dores nem alegrias que se possam expressar com o impacto que o fado exige, e dar-lhes a necessária expressão cantando".

O alinhamento do CD inclui ainda "Meias verdades", letra de António Laranjeira e música de Rodolfo Godinho e Rogério Ferreira.

Referindo-se ao alinhamento, a fadista afirmou que foi uma opção "a escolha de maioritariamente inéditos", mas também dois temas de Fernanda Maria, uma das suas referências, de quem gravou "Bairros de Lisboa " (Domingos Costa/Francisco Carvalhinho) e "Fado e Lisboa" (Guilherme Pereira da Rosa/ F. Carvalhinho) e no qual toca viola, e ainda de Maria Teresa de Noronha, "Fado das horas" (José António Sabrosa/Mª. Teresa de Noronha) e o "fado da defesa" (António Calém e J.A. Sabrosa).

A outra referência que citou foi Amália Rodrigues, de quem não gravou nenhum tema do seu repertório, neste CD.

"Os [temas] inéditos passaram pela escolha de pessoas que admiro muito, nomeadamente Rão Kyao, a quem fui buscar uma melodia com quase 34 anos, e pedi depois ao grande poeta um poema, o Pedro Jóia, o Fernando Girão que assina dois temas, e o Rui Manuel para o qual o [fadista] Ricardo Ribeiro fez um fado tradicional, que é o Fado Cláudia", disse.

A proposta é "um equilíbrio entre a tradição e a inovação, de temas onde o amor está muito presente, assim como Lisboa, que é a capital do fado", rematou.

Entre os músicos que a acompanham, contam-se Carlos Manuel Proença, Daniel Pinto, Vicky Marques, Rogério Ferreira, Pedro Henriques, Rodolfo Godinho e José Manuel Neto.

 

Retirado de Hardmúsica



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Letra


Rodo a saia sempre que bem me apetece
Viro o disco se o antigo me aborrece
Bato com o tamanco, mão na anca, e mexe
Diz que o fado não se dança, até parece!
Saio desta roda se bem me apetece
Diz que o vira se não mexe ainda se aborrece
Manca que manca, mão na anca e mexe
Ai não que não dança, até parece

E se alguma lágrima me aparece
O tamanco manda, a cabeça obedece
São dois para lá para cá outro tanto
A ver o pranto não estanca, até parece
Sempre que o meu fado nesse teu tropece
Desenrolo a teia que o destino tece
Viro a minha vida toda do avesso
A ver se o fado não se dança, até parece

A lua foi embora
Olha a aurora a despontar
Se o fado se canta e chora
Também se pode dançar

E se alguma voz se insurge na quermesse
"Fado assim não sei o que é que me parece"
Paro logo e digo alto e para o baile
Até o xaile eu viro se me apetece
Sai da roda e roda a saia, sobe e desce
Vira o disco e diz que vira assim não mexe
Roda o xaile e baila enquanto o baile deixa,
E vê se o fado não mexe, ai não não mexe

A culpa foi embora
Saudade bem pode esperar
Se o fado se canta e chora
Também se pode dançar

 

Letra e Música: Miguel Araújo Jorge

 



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Domingo, 3 de Julho de 2016

rubera.jpg

 

Rubera Roots Band
22 Julho | 22:00H
Música | 6€

 

Rubera Roots Band vai apresentar no próximo dia 22 Julho no cineteatro da Damaia, pela primeira vez no concelho Amadora, o seu álbum de estreia "Militância Rastafari".


O show vai contar com algumas participações surpresas, de nomes do reggae do panorama nacional.


Este concerto antecede a primeira apresentação da banda no maior festival do mundo Rototom Sunsplash realizado em Espanha no próximo mês Agosto, onde a banda vai estar presente apresentando seu trabalho "Militância Rastafari".


Além dos sons do álbum, a banda promete apresentar temas que vão fazer parte do próximo disco que se encontra em fase de gravações.



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Letra

 

Tens os olhos de Deus
E os teus lábios nos meus
São duas pétalas vivas.
E os abraços que dás,
São rasgos de luz e de paz
Num céu de asas feridas,
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.

Dos teus olhos de Deus,
Num perpétuo adeus
Azuis de sol e de lágrimas,
Dizes: ‘Fica comigo
És o meu porto de abrigo,
E a despedida uma lâmina!'.
Já não preciso de mais,
Não preciso de mais.

Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.

Tens os olhos de Deus,
E cada qual com os seus
Vê a lonjura que quer,
E quando me tocas por dentro
De ti recolho o alento
Que cada beijo trouxer.
E eu preciso de mais,
Preciso de mais.

Nos teus olhos de Deus
Habitam astros e céus,
Foguetes rosa e carmim,
Rodas na festa da aldeia
Palpitam sinos na veia
Cantam ao longe que ‘sim!'.
Não preciso de mais,
Não preciso de mais.

Embarca em mim,
Que o tempo é curto
Lá vem a noite
Faz-te mais perto.
Amarra assim
O vento ao corpo,
Embarca em mim
Que o tempo é curto.
Embarca em mim.

 



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anarchicks.jpg

 

 

As Anarchicks apresentam o seu novo single "Witch One", o segundo retirado do mais recente álbum "We Claim The Right To Rebel And Resist".

Mais que uma música, "Witch One" é uma viagem, uma alegoria dramatizada num videoclipe que nos transporta para o mundo das Anarchicks.


Este vídeo contou com a realização de José Dinis, que já tinha trabalhado com a banda no primeiro single deste mesmo álbum "We Claim The Right to Rebel and Resist"

 

 

 Retirado de HardMúsica



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Letra

 


Transformado na essência
Dos erros que lá vão
O culpado não tem cara
Muito menos razão

Mora dentro das almas penadas
Que só estão bem
Sem ver ninguém
Quando o ego quer vingança
Contra o que o contém

Sai do buraco
E torna-se animal

Culpa o gémeo mau
Que pisa a alma onde dói
Culpa o gémeo mau
Que é triste e insiste no que destrói

Irritado sem motivo
Ou forma de expressão
Vai julgando quem está vivo
Por serem como são

Quer que os outros se mostrem e deixa
O que quer ser
A apodrecer
Vê mentiras nas verdades
Que não quer entender

Até que explode
Rebenta-lhe na mão

Culpa o gémeo mau
Que não aceita a rejeição
Culpa o gémeo mau
Reflexo anexo à solidão

Bola de neve que aumenta e rebenta
E arrasta o pouco que tens
Quem se esconde desculpa e inventa
Ódios e culpas em alguém
E foge ao real

Culpa o gémeo mau
Que pisa a alma onde dói
Culpa o gémeo mau
Que é triste e insiste no que destrói

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música por Uaninauei, letra por Daniel Catarino

 



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Sábado, 2 de Julho de 2016

mistyfest.jpg

 

 

Mais uma vez privilegiando uma oferta de âmbito nacional, o Misty Fest - festival de carácter diferenciado e único - com uma programação que sempre explora dimensões menos exploradas dos outros festivais, anuncia a lista de cidades por onde a festa se expressará este ano.


Em 2016, o Misty continuará a privilegiar na substância a palavra, actualidade musical, o novo, mas também o mesmo convite aos músicos para apresentação de espectáculos de carácter inédito ou único.


Cidades eleitas que serão "casa" deste festival de Outono 2016: Lisboa, Porto, Braga, Espinho, Coimbra, Figueira da Foz, e as novidades Leiria, Torres Novas e Évora.


Porque sabemos que quem ama a música que apresentamos, não vive só em Lisboa e Porto, mais uma vez as melhores salas do país são escolhidas tendo em conta a capacidade para dar a artistas e público as melhores condições para a apreciar ao vivo, entre os dias 1 e 13 de Novembro.


Ser Misty é acreditar que há espaço para fazer a diferença com dimensão e relevância.

CARTAZ 2016

01 de Novembro - PIERS FACCINI - Cinema São Jorge, Lisboa.
02 de Novembro - SELMA UAMUSSE - CCB, Lisboa.
03 de Novembro - PETER BRODERICK - Casa da Música, Porto.
04 de Novembro - MELINGO - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa.
04 de Novembro - RODRIGO LEÃO & SCOTT MATTHEW - Coliseu, Porto.
04 de Novembro - PETER BRODERICK - CCB, Lisboa.
05 de Novembro - HINDI ZAHRA - Grande Auditório Gulbenkian, Lisboa
06 de Novembro - CARMEN SOUZA & THEO PASCAL TRIO - CCB, Lisboa.
06 de Novembro - WIM MERTENS - Casa da Música, Porto.
07 de Novembro - ENRICO RAVA TRIBE- Casa da Música, Porto.
08 de Novembro - ENRICO RAVA TRIBE - CCB, Lisboa.
09 de Novembro - JOSÉ JAMES - Casa da Música, Porto.
09 de Novembro - DOM LA NENA - Teatro Garcia de Resende, Évora
10 de Novembro - DOM LA NENA - Casa da Música, Porto.
11 de Novembro - JOSÉ JAMES - CCB, Lisboa.
12 de Novembro - CARMEN SOUZA & THEO PASCAL TRIO - Casa da Música, Porto.
12 de Novembro - DOM LA NENA - Teatro Micaelense, Açores.


http://www.misty-fest.com/

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Letra

 

Quem tem a lua quer o sol
É indiferente ao luar
E pensa em chuva por dentro
Dorme lá fora ao relento

Quem tem a chuva pede o mar
É indiferente ao seu sal
Procura apenas nadar à deriva
Gastar um mar de saliva

A não dizer o que foi
A não dizer o que quer
O vento passa
É-lhe indiferente o luar
O sol, o mar
O sal, a chuva

Quem se arrepende quer voltar
E fazer tudo outra vez
Mas de uma forma diferente
Mas, e se de repente

O barco não se afundar
Ao fundo aguarda uma terra perdida
Onde se vai encontrar
Novo rumo para a vida

A vida dói ao nascer

Quem fica pensa em partir
Mas não consegue com o medo
E cava a própria cova
Lugar à gente nova

Quem foge pensa em ficar
Lugar nenhum os aconchega
Antiga ferida que cura
Já nova queda se augura

Não vai dizer porque foi
Não vai dizer o que quer
Vem o consolo
Pela porta da dor
E chora e ri
E cresce e morre

A vida dói ao crescer

Quem ladra pensa em miar
Não se arrepende de nada
Se não tiver que chorar
Que chore outro em seu lugar

Quem anda pensa em voar
E mata o pássaro
E quando o voo falha
Quando a morte se espalha

Não vou dizer porque foi
Não falhei eu mas as asas
O velho abre o buraco
Onde hei-de cavar
O túnel de outra vida ou não
Ou não

A vida dói ao morrer

(c) 2014 Música: Uaninauei | Letra: Daniel Catarino

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016

estarrejajazzband.jpg

 

 

Big Band Estarrejazz atua no QuebraJazz em Coimbra

 

Mário Laginha, Trio Hot Club, Mingus Project, Big Band Estarrejazz (BBE). Já não é novidade, a BBE surge de novo em cartaz ao lado de músicos consagrados do universo jazzístico e integra a programação do Quebra Jazz 2016, atuando este sábado, dia 2 de julho, às 22h15, num dos espaços mais carismáticos do centro histórico de Coimbra, nas Escadas Quebra Costas. 

 

Numa mostra do melhor jazz que se vai fazendo em Portugal, o Quebra Jazz coloca a cidade dos estudantes na lista dos locais preferidos para atuações dos melhores músicos nacionais e o projeto estarrejense volta a ser convocado para comparecer, acrescentando mais um ponto relevante ao seu currículo.

 

Composta por jovens músicos, a orquestra que nasceu em 2012 no âmbito da vertente formativa do Estarrejazz - Festival de Jazz de Estarreja tem crescido de forma consistente e assim cumprido os objetivos para a qual foi criada: “divulgar e desenvolver a música de jazz, apostar na formação de jovens músicos da região, mas essencialmente dotar o concelho de Estarreja de uma orquestra de jazz jovem com qualidade profissional”, nas palavras do diretor Pedro Moreira, Diretor Artístico e Pedagógico da BBE.

 

Recorde-se que ainda recentemente a BBE dividiu o palco com Luísa Sobral no Dia Internacional do Jazz no Cine-Teatro de Estarreja (30 abril), após uma entrega surpreendente na conceituada sala lisboeta Hot Club de Portugal (22 de março) e antecedendo mais um espetáculo em Coimbra integrado na Queima das Fitas (1 maio).

 

 

Mostrando-se num espaço de excelência para o jazz que se pauta por uma programação de grande qualidade, a BBE apresenta-se no segundo dia do festival de Coimbra que arranca esta noite com o Trio Hot Club.

 

 

[Big Band Estarrejazz]

Andreia Santos | Trombone

Carlos Garrote | Contrabaixo

Diogo Duque | Trompete

Diogo Lopes | Guitarra

Domingos da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Hugo Oliveira e Silva | Trompete

João Pereira | Trompete

João Dias | Trompete

João Ramos | Trompete

José Sampaio | Bateria                                

Margarida da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Miguel Ângelo Valente | Saxofone

Pedro Castro Silva | Saxofone

Ricardo Antão | Trombone    

Ricardo Rosas | Saxofone Alto

Ricardo Neves | Trombone

Rogério Francisco | Vibrafone

Rui Bandeira | Trombone

Tiago Oliveira e Silva | Saxofone

Tiago Couto da Silva | Saxofone Tenor

Tomás Rafael Marques | Saxofone Alto e Soprano

Xavier | Trombone

João Mortágua | Saxofone Alto e Soprano e assistência aos ensaios

Pedro Moreira | direção musical

Paulo Bandeira | coordenação

 

Pedro Moreira desenvolve a sua atividade como saxofonista, compositor, maestro, arranjador e docente. Para além de liderar o seu próprio grupo, colabora com várias formações, compõe em estilos como jazz, big band, música de câmara e orquestra, e colabora frequentemente como arranjador e diretor musical em várias áreas. Faz igualmente direção de orquestra em diversos contextos, nas áreas de jazz e música erudita. Tem um Bachelor of Fine Arts em Jazz e música contemporânea, pela New School University e um Master of Music em composição, pelo Mannes College of Music, ambas de Nova Iorque, para além do curso de Formação Musical do Conservatório Nacional de Lisboa.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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sara serpa.png

 

SARA SERPA E ANDRÉ MATOS EM DIGRESSÃO

 

A dupla de jazz Sara Serpa e André Matos prepara-se para dar início a uma série de datas em Portugal ao longo deste mês de julho, que contemplará datas em Coimbra, Serpa e Lisboa.

 

A dupla lisboeta radicada em Nova Iorque virá apresentar ao vivo as canções de “Primavera” e “All The Dreams”, o novo álbum que editarão em setembro próximo com o selo da norte-americana Sunnyside Records e do qual já foi retirado o single “Espelho”.

 

A digressão é composta pelas seguintes datas:

 

2 de Julho | Musibéria, Serpa

7 de Julho | Salão Brasil, Coimbra

14-15-16 de Julho | Hot Clube de Portugal, Lisboa

22 de Julho | Centro da Cultura, Setúbal

 

                                           

Magia, encanto, sintonia. Cumplicidade e audácia. Calmo e deslumbrante. Assim se pode descrever o trabalho da dupla lisboeta - agora-nova-iorquina - Sara Serpa e André Matos. A colaborarem desde 2005, a cantora e o guitarrista criaram um mundo sonoro muito pessoal e único, comprometendo-se numa música de atmosferas, sons puros com recurso à melodia e poesia. Juntos, revelam-se numa identidade que combina a sua cultura portuguesa com a

 

criatividade de Nova Iorque.

Nascidos em Lisboa, mas radicados em Nova Iorque, Sara Serpa e André Matos conheceram-se em Boston e actuam juntos há mais de dez anos, tendo vindo a apresentar a sua música em países como o Brasil, Argentina, Uruguay, Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Espanha e claro está, Portugal. Sara Serpa (nos últimos dois anos destacada pela prestigiada revista Downbeat como Rising Star Vocalist, numa votação dos críticos) e André Matos estão em ascensão na cena musical Nova Iorquina, sendo ambos músicos activos,  que têm vindo a colaborar colectiva e individualmente com músicos proeminentes como Ran Blake, John Zorn, Leo Genovese, Tony Malaby, Pete Rende, Thomas Morgan, Greg Osby, Danilo Perez, Guillermo Klein entre outros.

“Primavera” (Inner Circle Music), o álbum de estreia do duo, saiu em 2014, sendo um trabalho desenvolvido maioritariamente em  torno de música original, criada especificamente de um para o outro, dando ênfase à melodia e poesia e criando um arco de magia para quem ouve o disco do princípio ao fim. As palavras, através de letras originais ou recorrendo a poemas de Alberto Caeiro, e.e. Cummings ou Jeanne Lee, são perfeitamente ilustradas com  um ambiente musical que nos envolve na história de cada canção.

No novo trabalho do duo, “All The Dreams” com data de lançamento marcada para Setembro 2016, Serpa e Matos continuam e aprofundam o uso da palavra na língua Portuguesa com poemas de Álvaro de Campos (seguindo nessa viagem Pessoana), Luís Amaro e ainda letras originais quer de Matos, quer de Serpa.

O novo álbum é uma afirmação reforçada da individualidade e originalidade destes dois músicos. O rigor dos arranjos, a criação de camadas sonoras, em que a voz e a guitarra se confundem, e a carga emocional dos poemas selecionados, revelam em Serpa e Matos uma contínua procura e empenho em assumirem a sua música de uma forma natural e honesta.

Para o novo álbum, “All The Dreams”, Serpa e Matos, mantendo o entusiasmo da experimentação, refinaram processos e da criatividade vivida em comunhão sai um conjunto de canções que nos fazem sonhar todos os sonhos do mundo, que afinal é só um.



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Letra

 

MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
EYYEEE UM DIA VOU FICAR RICH

[Verso 1: Zara G]
Zara G nigga
E os niggas sentem raiva porque eu estou atrás do meu
Eles sabem que no game eu posso levar o troféu
Sinceramente eu já estou farto desses niggas
Tipo medico toco no ponto fraco desses niggas
Parto esses niggas
Faço a minha parte pra esses niggas
Verem que aquilo que eu faço é tipo arte ma nigga
Se não curtes pausa não provoca nigga
Porque eu mato qualquer mothafucker nigga
Mothafucker manda boca mas no fundo não compete
Como rappers é por isso que o fininho ta mais fat
Sim também quero
Que a linha me sinta mas espera
Eu não minto que sinto que o meu caminho ta mais perto
Não sei pra onde eu vou, mas nunca esqueço de onde eu venho
Não tenho tudo o que amo, mas amo tudo o que tenho
Sei que parece estranho mas eu ganho motivação e tamanho , a cada vez que me empenho e é por isso que
Eu nunca peço em excesso confesso que peço sucesso
Eu atravesso o acesso que eu tenho a porta do rap
Me sinto bless , converso
Com quem não esquece e aquece
Nunca tropeço sou fast
Vou dar a volta ao mundo do rap
No regresso, com os niggas na back
Bitches querem sexo
Niggas pedem tracks
Eu so quero cheques
Não quero que chegues
Do meu lado bitch mas tu não percebes

Bitch apaixonada ja viste no que isso deu
Eu me vim na tua cara esse filho não é meu
Sou sincero eu já estou drunk
Quero massa pra minha gang
Mais pesado do que um tanque
Doutro mundo eu sou mutante
A bulir no estúdio com o meu brother nigga
Pa cuspir nas ruas tipo cobra nigga
Até já me perguntam quanto cobra o nigga
Estou a viver o meu sonho não me acorda nigga
Atrás da paca tipo sou mendigo
Vou ser o melhor mas eu ja nem digo
Trabalho pra calar a family
Que pensa que no futuro eu vou ser bandido

Eu tou tranquilo eu sei que ja faltou mais
Bitches nunca me faltou mas
Preciso de niggas reais
Pa tar no topo e tambem nas coisas más
Sem nunca me deixar pa tras
Então...

[refrão]
MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
YEAH UM DIA VOU FICAR RICH

[Verso2 : Gson]
I told you eu entrei no game, like
Isto é crítico, (shht) para
All i do is this, (shht) para
O kroa disse go, (shht) para
Para!
Mas deixa a tua grupie chupar
Tu ouves quando o puto dispara
Tu não vês que agente tem de tentar
Isto tem de entrar zara i got it, i got it
Os beats tão a descansar em paz com o osama
Tuga nunca viu nenhum rapaz tão awesome
Vocês querem ouvir emplastro ouçam
Tosse
Tas com o boss
Nigga eu casco a minha e também casco a vossa
Eu , casco a gorda casco a magra e como elas (don)dão gula Támbem caso a grossa
Rossi e fácil posso
Esses bros são problemas onde ?
Quer dizer se eu estou no amanhã então esses putos de hoje pra mim são problema de ontem
É problema pouco
Não é problema meu é problema d' outro
Se há problema eu resolvo o problema todo
Problema é quando tu fazes do meu problema o teu problema e é assim que os problemas voltam
Mas anyway
Tu não tas a ver como os meus tão as cuspir
Isso é virus e views, ouvir os avilos , na vi usar kilos
É currículo de homem
God pediu -me versículos e ordem
Sou o numero um se não vos sinto morrem
Vocês não são o numero 2 nem o 3 nem o 4 é legitimo que se incomodem

Eu não estou a cantar porque o signo disse
Tu não vês o block que eu simbolizo
Motherfuckers colocam no copo opinião porque a marca do struggle não cicatriza

Tropas deslocam a droga para norte
Que a bófia desloca para sic notícias
Eu levo nessa tua hipócrita hip hop
Por tópicos top é só fictício

Por isso é que tu não lidas com o que eu lido
Eu estou a ser seguido pelo teu líder
Estou a por a minha vida no teu ouvido
Eu não sou teu ídolo eu sou ídolo do teu ídolo , v block
Capital de lisboa e eles olham sempre pra liga
Tu queres fazer história no século ?
Epah liga me
E essa dama não e inocente ma nigga
Eu tenho pausado com a tua bith e tu nao tens visto

[Zara g]
E os niggas sentem raiva porque eu estou atrás do meu
Eles sabem que no game eu posso levar o troféu

[Zara G | Gson]
Wet bed Gang(x4)

[refrão]
MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
YEAAH UM DIA VOU FICAR RICH

 



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Dina do Carmo

17 Julho | 17:00H

Música | 7€ 

 

Iniciou a sua carreira em 1970 no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional. Nesse mesmo ano gravou "À Beira do Cais", um êxito que ainda hoje se mantém.


Sempre associada a agências de renome, quer de publicidade, quer de organização de eventos de grandes empresas e instituições, Dina do Carmo acaba por se mover em ambientes fora do tradicional circuito de casas de fado.

Temporariamente não gravou mas em 2012 grava o álbum "Fado", em 2013 o álbum "40 Anos de Carreira", em 2014 "É por Isto que Eu Canto" e em 2015 o álbum "Beija-me e Foge".


Uma retrospetiva de carreira que Dina do Carmo e alguns convidados especiais vão apresentar no Cineteatro D. João V na Damaia.



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Espero-te
Como quem espera o futuro
Sem ciência, só por adivinhação
Não sei se és tu quem procuro
Mas é tarde pra tudo
Tarda-me o coração

Tenho-te nesta ideia que fiz de dois
Um qualquer, a mim já não me dobra
E entre um sim e um pois
Tu não matas nem mais
E o meu corpo já sobra

E às vezes dou por mim
Quando ninguém está a ver
Será que é por tanto crer
Que ninguém me quer
Sozinha na moldura
Na casa dos meus pais
Dizem que estou madura
E eu não quero esperar mais

Deixa que esta noite nos leve
Ai de mim, se não for agora
Que a razão só me pede
Que mata esta sede
E encerra a demora

Não sou eu, é o tempo que atraso
Me arrasta aos tombos pelo chão
Eu só quero um inquilino
Que paga no prazo
Esta solidão

E às vezes dou por mim
A queimar as janelas
Se ninguém me quer assim
E amo os maridos delas
Me acusem de pecados
Que me chamem nomes feios
Nos solteiros encalhados
Tenho eu os bolsos cheios

E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim.

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

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A Minha História

O trio Prismatic entra em estúdio com um convidado ligado ao Hip-Hop Português e é lançado o single “A Minha História” que juntamente com o rapper Vilão mostra um lado mais rebelde e alternativo.

"A Minha História" é editada mundialmente, através da distribuição digital, no próximodia 18. Antecede o álbum de estreia de Primastic, em produção.

 
 
Através de um prisma, uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores. São 7 as cores que o prisma produz. São também 7, as notas musicais através das quais queremos decompor o nosso som, sem preconceitos e com uma roupagem e fusão entre vários estilos, que faz com que Prismatic seja o nosso e o vosso prisma musical. 
 
Somos um trio que actualmente se apresenta com duas das várias vertentes de um prisma cheio de surpresas musicais.

Apresentada a banda Portuguesa, em 2013, com o single XXI, numa versão pop/electrónico. Em 2014,  viaja até aos EUA para nas mãos do conceituado e vencedor de Grammy Awards, Mr. Bob Katz, para que seja finalizado o EP de 3 temas intitulado Prismático que é exposto ao público através de 3 videoclipes. Um dos temas - "Prismático" - conta com Miguel Moura dos Santos como convidado e pode ser visto aqui.
 

 



Tiago Pimentel
Aka Tryambaka mantém uma ligação à música desde a sua infância. A música clássica faz parte da sua formação inicial mas seria o poder da música electrónica, posteriormente marcada pelo trance, que mais iria influenciar a sua cultura artística e criar o movimento frenético e dançável dos Prismatic.

André Prista
Desde cedo começou a usar o lado criativo para dar vida aos seus temas musicais como letrista, compositor e produtor musical. Técnico de som com experiência profissional com nomes como Bob Katz e Brian “Big Bass Brian” Gardner ou músicos como Henning Basse, André Matos e Rafael Bittencourt ajudaram para que o vasto leque de influências e experiências tornassem rica e melodiosa a sonoridade das guitarras e composições dos Prismatic.

Nuno Ramos
Assume-se como um compositor que cria, desde há muito, as suas músicas. O seu vasto leque de influências musicais e experiência como músico de palco marcam a sua versatilidade, coesão, força e paixão por criar e dar voz às histórias verídicas e de ficção transmitida pela sonoridade dos Prismatic.


publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Sentir de novo
Aquela dor
A pouco a pouco respirar
Aquele amor que foi
Vivido e esquecido
Em segredo
Como ninguém

Perdoar
Como perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Acordar
Deixar o dia passar devagar
Assim ficar

Sentir de novo
Aquele amor
A pouco a pouco consolar
Aquela dor que foi sentida e sofrida
Em silêncio

Chegar de novo
Sentir o amor
Voltar a casa sem pensar
Deixar a luz entrar
Esquecer aquela mágoa
Sem ter medo
Como ninguém

Encontrar
Poder encontrar
Todas as coisas que eu não soube dar
Saber amar
Perdoar
Saber perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Aceitar
Deixar que o tempo te faça voltar
Saber esperar

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

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