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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Big Band Estarrejazz atua no QuebraJazz em Coimbra

 

Mário Laginha, Trio Hot Club, Mingus Project, Big Band Estarrejazz (BBE). Já não é novidade, a BBE surge de novo em cartaz ao lado de músicos consagrados do universo jazzístico e integra a programação do Quebra Jazz 2016, atuando este sábado, dia 2 de julho, às 22h15, num dos espaços mais carismáticos do centro histórico de Coimbra, nas Escadas Quebra Costas. 

 

Numa mostra do melhor jazz que se vai fazendo em Portugal, o Quebra Jazz coloca a cidade dos estudantes na lista dos locais preferidos para atuações dos melhores músicos nacionais e o projeto estarrejense volta a ser convocado para comparecer, acrescentando mais um ponto relevante ao seu currículo.

 

Composta por jovens músicos, a orquestra que nasceu em 2012 no âmbito da vertente formativa do Estarrejazz - Festival de Jazz de Estarreja tem crescido de forma consistente e assim cumprido os objetivos para a qual foi criada: “divulgar e desenvolver a música de jazz, apostar na formação de jovens músicos da região, mas essencialmente dotar o concelho de Estarreja de uma orquestra de jazz jovem com qualidade profissional”, nas palavras do diretor Pedro Moreira, Diretor Artístico e Pedagógico da BBE.

 

Recorde-se que ainda recentemente a BBE dividiu o palco com Luísa Sobral no Dia Internacional do Jazz no Cine-Teatro de Estarreja (30 abril), após uma entrega surpreendente na conceituada sala lisboeta Hot Club de Portugal (22 de março) e antecedendo mais um espetáculo em Coimbra integrado na Queima das Fitas (1 maio).

 

 

Mostrando-se num espaço de excelência para o jazz que se pauta por uma programação de grande qualidade, a BBE apresenta-se no segundo dia do festival de Coimbra que arranca esta noite com o Trio Hot Club.

 

 

[Big Band Estarrejazz]

Andreia Santos | Trombone

Carlos Garrote | Contrabaixo

Diogo Duque | Trompete

Diogo Lopes | Guitarra

Domingos da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Hugo Oliveira e Silva | Trompete

João Pereira | Trompete

João Dias | Trompete

João Ramos | Trompete

José Sampaio | Bateria                                

Margarida da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Miguel Ângelo Valente | Saxofone

Pedro Castro Silva | Saxofone

Ricardo Antão | Trombone    

Ricardo Rosas | Saxofone Alto

Ricardo Neves | Trombone

Rogério Francisco | Vibrafone

Rui Bandeira | Trombone

Tiago Oliveira e Silva | Saxofone

Tiago Couto da Silva | Saxofone Tenor

Tomás Rafael Marques | Saxofone Alto e Soprano

Xavier | Trombone

João Mortágua | Saxofone Alto e Soprano e assistência aos ensaios

Pedro Moreira | direção musical

Paulo Bandeira | coordenação

 

Pedro Moreira desenvolve a sua atividade como saxofonista, compositor, maestro, arranjador e docente. Para além de liderar o seu próprio grupo, colabora com várias formações, compõe em estilos como jazz, big band, música de câmara e orquestra, e colabora frequentemente como arranjador e diretor musical em várias áreas. Faz igualmente direção de orquestra em diversos contextos, nas áreas de jazz e música erudita. Tem um Bachelor of Fine Arts em Jazz e música contemporânea, pela New School University e um Master of Music em composição, pelo Mannes College of Music, ambas de Nova Iorque, para além do curso de Formação Musical do Conservatório Nacional de Lisboa.

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SARA SERPA E ANDRÉ MATOS EM DIGRESSÃO

 

A dupla de jazz Sara Serpa e André Matos prepara-se para dar início a uma série de datas em Portugal ao longo deste mês de julho, que contemplará datas em Coimbra, Serpa e Lisboa.

 

A dupla lisboeta radicada em Nova Iorque virá apresentar ao vivo as canções de “Primavera” e “All The Dreams”, o novo álbum que editarão em setembro próximo com o selo da norte-americana Sunnyside Records e do qual já foi retirado o single “Espelho”.

 

A digressão é composta pelas seguintes datas:

 

2 de Julho | Musibéria, Serpa

7 de Julho | Salão Brasil, Coimbra

14-15-16 de Julho | Hot Clube de Portugal, Lisboa

22 de Julho | Centro da Cultura, Setúbal

 

                                           

Magia, encanto, sintonia. Cumplicidade e audácia. Calmo e deslumbrante. Assim se pode descrever o trabalho da dupla lisboeta - agora-nova-iorquina - Sara Serpa e André Matos. A colaborarem desde 2005, a cantora e o guitarrista criaram um mundo sonoro muito pessoal e único, comprometendo-se numa música de atmosferas, sons puros com recurso à melodia e poesia. Juntos, revelam-se numa identidade que combina a sua cultura portuguesa com a

 

criatividade de Nova Iorque.

Nascidos em Lisboa, mas radicados em Nova Iorque, Sara Serpa e André Matos conheceram-se em Boston e actuam juntos há mais de dez anos, tendo vindo a apresentar a sua música em países como o Brasil, Argentina, Uruguay, Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Espanha e claro está, Portugal. Sara Serpa (nos últimos dois anos destacada pela prestigiada revista Downbeat como Rising Star Vocalist, numa votação dos críticos) e André Matos estão em ascensão na cena musical Nova Iorquina, sendo ambos músicos activos,  que têm vindo a colaborar colectiva e individualmente com músicos proeminentes como Ran Blake, John Zorn, Leo Genovese, Tony Malaby, Pete Rende, Thomas Morgan, Greg Osby, Danilo Perez, Guillermo Klein entre outros.

“Primavera” (Inner Circle Music), o álbum de estreia do duo, saiu em 2014, sendo um trabalho desenvolvido maioritariamente em  torno de música original, criada especificamente de um para o outro, dando ênfase à melodia e poesia e criando um arco de magia para quem ouve o disco do princípio ao fim. As palavras, através de letras originais ou recorrendo a poemas de Alberto Caeiro, e.e. Cummings ou Jeanne Lee, são perfeitamente ilustradas com  um ambiente musical que nos envolve na história de cada canção.

No novo trabalho do duo, “All The Dreams” com data de lançamento marcada para Setembro 2016, Serpa e Matos continuam e aprofundam o uso da palavra na língua Portuguesa com poemas de Álvaro de Campos (seguindo nessa viagem Pessoana), Luís Amaro e ainda letras originais quer de Matos, quer de Serpa.

O novo álbum é uma afirmação reforçada da individualidade e originalidade destes dois músicos. O rigor dos arranjos, a criação de camadas sonoras, em que a voz e a guitarra se confundem, e a carga emocional dos poemas selecionados, revelam em Serpa e Matos uma contínua procura e empenho em assumirem a sua música de uma forma natural e honesta.

Para o novo álbum, “All The Dreams”, Serpa e Matos, mantendo o entusiasmo da experimentação, refinaram processos e da criatividade vivida em comunhão sai um conjunto de canções que nos fazem sonhar todos os sonhos do mundo, que afinal é só um.

 

Letra

 

MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
EYYEEE UM DIA VOU FICAR RICH

[Verso 1: Zara G]
Zara G nigga
E os niggas sentem raiva porque eu estou atrás do meu
Eles sabem que no game eu posso levar o troféu
Sinceramente eu já estou farto desses niggas
Tipo medico toco no ponto fraco desses niggas
Parto esses niggas
Faço a minha parte pra esses niggas
Verem que aquilo que eu faço é tipo arte ma nigga
Se não curtes pausa não provoca nigga
Porque eu mato qualquer mothafucker nigga
Mothafucker manda boca mas no fundo não compete
Como rappers é por isso que o fininho ta mais fat
Sim também quero
Que a linha me sinta mas espera
Eu não minto que sinto que o meu caminho ta mais perto
Não sei pra onde eu vou, mas nunca esqueço de onde eu venho
Não tenho tudo o que amo, mas amo tudo o que tenho
Sei que parece estranho mas eu ganho motivação e tamanho , a cada vez que me empenho e é por isso que
Eu nunca peço em excesso confesso que peço sucesso
Eu atravesso o acesso que eu tenho a porta do rap
Me sinto bless , converso
Com quem não esquece e aquece
Nunca tropeço sou fast
Vou dar a volta ao mundo do rap
No regresso, com os niggas na back
Bitches querem sexo
Niggas pedem tracks
Eu so quero cheques
Não quero que chegues
Do meu lado bitch mas tu não percebes

Bitch apaixonada ja viste no que isso deu
Eu me vim na tua cara esse filho não é meu
Sou sincero eu já estou drunk
Quero massa pra minha gang
Mais pesado do que um tanque
Doutro mundo eu sou mutante
A bulir no estúdio com o meu brother nigga
Pa cuspir nas ruas tipo cobra nigga
Até já me perguntam quanto cobra o nigga
Estou a viver o meu sonho não me acorda nigga
Atrás da paca tipo sou mendigo
Vou ser o melhor mas eu ja nem digo
Trabalho pra calar a family
Que pensa que no futuro eu vou ser bandido

Eu tou tranquilo eu sei que ja faltou mais
Bitches nunca me faltou mas
Preciso de niggas reais
Pa tar no topo e tambem nas coisas más
Sem nunca me deixar pa tras
Então...

[refrão]
MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
YEAH UM DIA VOU FICAR RICH

[Verso2 : Gson]
I told you eu entrei no game, like
Isto é crítico, (shht) para
All i do is this, (shht) para
O kroa disse go, (shht) para
Para!
Mas deixa a tua grupie chupar
Tu ouves quando o puto dispara
Tu não vês que agente tem de tentar
Isto tem de entrar zara i got it, i got it
Os beats tão a descansar em paz com o osama
Tuga nunca viu nenhum rapaz tão awesome
Vocês querem ouvir emplastro ouçam
Tosse
Tas com o boss
Nigga eu casco a minha e também casco a vossa
Eu , casco a gorda casco a magra e como elas (don)dão gula Támbem caso a grossa
Rossi e fácil posso
Esses bros são problemas onde ?
Quer dizer se eu estou no amanhã então esses putos de hoje pra mim são problema de ontem
É problema pouco
Não é problema meu é problema d' outro
Se há problema eu resolvo o problema todo
Problema é quando tu fazes do meu problema o teu problema e é assim que os problemas voltam
Mas anyway
Tu não tas a ver como os meus tão as cuspir
Isso é virus e views, ouvir os avilos , na vi usar kilos
É currículo de homem
God pediu -me versículos e ordem
Sou o numero um se não vos sinto morrem
Vocês não são o numero 2 nem o 3 nem o 4 é legitimo que se incomodem

Eu não estou a cantar porque o signo disse
Tu não vês o block que eu simbolizo
Motherfuckers colocam no copo opinião porque a marca do struggle não cicatriza

Tropas deslocam a droga para norte
Que a bófia desloca para sic notícias
Eu levo nessa tua hipócrita hip hop
Por tópicos top é só fictício

Por isso é que tu não lidas com o que eu lido
Eu estou a ser seguido pelo teu líder
Estou a por a minha vida no teu ouvido
Eu não sou teu ídolo eu sou ídolo do teu ídolo , v block
Capital de lisboa e eles olham sempre pra liga
Tu queres fazer história no século ?
Epah liga me
E essa dama não e inocente ma nigga
Eu tenho pausado com a tua bith e tu nao tens visto

[Zara g]
E os niggas sentem raiva porque eu estou atrás do meu
Eles sabem que no game eu posso levar o troféu

[Zara G | Gson]
Wet bed Gang(x4)

[refrão]
MA NIGGA EU TENHO PAUSADO COM A TUA BITCH E TU NÃO TENS VISTO
MINHA GUITA TEM AUMENTADO NO DIA A DIA E TU NÃO TENS VISTO
BOLSO JÁ TÁ MAIS PESADO EU SINTO QUE UM DIA VOU FICAR RICH
YEAAH UM DIA VOU FICAR RICH

 

dina do carmo.jpg

 

 

Dina do Carmo

17 Julho | 17:00H

Música | 7€ 

 

Iniciou a sua carreira em 1970 no Centro de Preparação de Artistas da Emissora Nacional. Nesse mesmo ano gravou "À Beira do Cais", um êxito que ainda hoje se mantém.


Sempre associada a agências de renome, quer de publicidade, quer de organização de eventos de grandes empresas e instituições, Dina do Carmo acaba por se mover em ambientes fora do tradicional circuito de casas de fado.

Temporariamente não gravou mas em 2012 grava o álbum "Fado", em 2013 o álbum "40 Anos de Carreira", em 2014 "É por Isto que Eu Canto" e em 2015 o álbum "Beija-me e Foge".


Uma retrospetiva de carreira que Dina do Carmo e alguns convidados especiais vão apresentar no Cineteatro D. João V na Damaia.

 

Letra

 

Espero-te
Como quem espera o futuro
Sem ciência, só por adivinhação
Não sei se és tu quem procuro
Mas é tarde pra tudo
Tarda-me o coração

Tenho-te nesta ideia que fiz de dois
Um qualquer, a mim já não me dobra
E entre um sim e um pois
Tu não matas nem mais
E o meu corpo já sobra

E às vezes dou por mim
Quando ninguém está a ver
Será que é por tanto crer
Que ninguém me quer
Sozinha na moldura
Na casa dos meus pais
Dizem que estou madura
E eu não quero esperar mais

Deixa que esta noite nos leve
Ai de mim, se não for agora
Que a razão só me pede
Que mata esta sede
E encerra a demora

Não sou eu, é o tempo que atraso
Me arrasta aos tombos pelo chão
Eu só quero um inquilino
Que paga no prazo
Esta solidão

E às vezes dou por mim
A queimar as janelas
Se ninguém me quer assim
E amo os maridos delas
Me acusem de pecados
Que me chamem nomes feios
Nos solteiros encalhados
Tenho eu os bolsos cheios

E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim
E às vezes dou por mim.

 

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A Minha História

O trio Prismatic entra em estúdio com um convidado ligado ao Hip-Hop Português e é lançado o single “A Minha História” que juntamente com o rapper Vilão mostra um lado mais rebelde e alternativo.

"A Minha História" é editada mundialmente, através da distribuição digital, no próximodia 18. Antecede o álbum de estreia de Primastic, em produção.

 
 
Através de um prisma, uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores. São 7 as cores que o prisma produz. São também 7, as notas musicais através das quais queremos decompor o nosso som, sem preconceitos e com uma roupagem e fusão entre vários estilos, que faz com que Prismatic seja o nosso e o vosso prisma musical. 
 
Somos um trio que actualmente se apresenta com duas das várias vertentes de um prisma cheio de surpresas musicais.

Apresentada a banda Portuguesa, em 2013, com o single XXI, numa versão pop/electrónico. Em 2014,  viaja até aos EUA para nas mãos do conceituado e vencedor de Grammy Awards, Mr. Bob Katz, para que seja finalizado o EP de 3 temas intitulado Prismático que é exposto ao público através de 3 videoclipes. Um dos temas - "Prismático" - conta com Miguel Moura dos Santos como convidado e pode ser visto aqui.
 

 



Tiago Pimentel
Aka Tryambaka mantém uma ligação à música desde a sua infância. A música clássica faz parte da sua formação inicial mas seria o poder da música electrónica, posteriormente marcada pelo trance, que mais iria influenciar a sua cultura artística e criar o movimento frenético e dançável dos Prismatic.

André Prista
Desde cedo começou a usar o lado criativo para dar vida aos seus temas musicais como letrista, compositor e produtor musical. Técnico de som com experiência profissional com nomes como Bob Katz e Brian “Big Bass Brian” Gardner ou músicos como Henning Basse, André Matos e Rafael Bittencourt ajudaram para que o vasto leque de influências e experiências tornassem rica e melodiosa a sonoridade das guitarras e composições dos Prismatic.

Nuno Ramos
Assume-se como um compositor que cria, desde há muito, as suas músicas. O seu vasto leque de influências musicais e experiência como músico de palco marcam a sua versatilidade, coesão, força e paixão por criar e dar voz às histórias verídicas e de ficção transmitida pela sonoridade dos Prismatic.

 

Letra

 

Sentir de novo
Aquela dor
A pouco a pouco respirar
Aquele amor que foi
Vivido e esquecido
Em segredo
Como ninguém

Perdoar
Como perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Acordar
Deixar o dia passar devagar
Assim ficar

Sentir de novo
Aquele amor
A pouco a pouco consolar
Aquela dor que foi sentida e sofrida
Em silêncio

Chegar de novo
Sentir o amor
Voltar a casa sem pensar
Deixar a luz entrar
Esquecer aquela mágoa
Sem ter medo
Como ninguém

Encontrar
Poder encontrar
Todas as coisas que eu não soube dar
Saber amar
Perdoar
Saber perdoar
Há tanto tempo que eu queria mudar
Queria voltar
Aceitar
Deixar que o tempo te faça voltar
Saber esperar

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email