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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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O'culto da Ajuda • art music centre • because sound matters  

SÁBADO 11 DE JUNHO  • 21H30

Ciclo de Piano - Piano Extraordinário

Elsa Silva - piano

John Cage – Sonatas e Interlúdios para piano preparado

Arnold Schoenberg – 6 Kleine klavierstücke, Opus 19

Jorge Peixinho – Harmónicos (piano e electrónica)

Filipe Pires - Figurações II

Miguel Azguime – Descriptions de la Matière (piano e electrónica) – estreia absoluta

Piano Alters

Neste recital no Oculto da Ajuda, ouviremos o piano a nu de Schoenberg e Filipe Pires, mas também dois dos seus alter egos: o piano preparado de Cage e o piano com eletrónica de Peixinho e Azguime.

Reuni neste programa alguns dos compositores que mais me fascinam não só pela sua imaginação sem limites mas também pelo poder que tiveram em agitar a história da música, desenhando novos caminhos e quebrando barreiras. Em Piano Alters percorreremos a era moderna do piano desde o serialismo de Schoenberg do Op. 19, onde se opera a busca de um novo idioma musical ligado a uma intensa exploração tímbrica do piano, caminho que nos aparece já cristalizado no dodecafonismo português da obra aberta Figurações II de Filipe Pires, passaremos pelo conceptualismo de Cage que inventa o piano preparado e nos leva a um universo sonoro desconcertante mas de uma riqueza sem par, visitaremos depois um exemplo da “atmosfera sonora onírica” que Peixinho sempre procurou através da obra Harmónicos, num íntimo diálogo camerístico entre o pianista e o seu “alter ego” eletrónico, e terminaremos na polifonia complexa e arrebatadora de Azguime em intensa interação com a eletrónica da obra Descriptions de la Matière.

Elsa Silva

 

 

Letra

 

Se não queres dizer mais nada
Tranca a porta e sai
Não quero a minha mão fechada
Com a mão que trai

Tu marcaste a cru
Teu nome no meu corpo inteiro
És meu norte e sul
Saudade que carrego

Não vou pensar onde estás e onde ficas
Não vou ligar nem olhar para o que dizem
Quero lembrar o olhar que me fez ficar com um nó
Quem vai ganhar no fim será quem sorrir ao errar no amor

Já passou tanto tempo
E eu sem te ver
Não sei que coisas te diria
Nem quero saber

Nunca te esqueci
Teu rosto em mim carrego
Hei-de amar-te assim
Sem toque ou apego

Isto é o Adeus

 

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“Para Não Se Estar Calado”

24 de Junho em formato digital

 

Foi em 2013 que António Justiça (que já tinha feito parte de vários projectos musicais), surgiu com a ideia de um novo projecto.

 

Juntaram-se, André Imaginário (guitarra), Rui Valentim (teclas) Filipe Pires (baixo) e João Malaquias (bateria) e formaram a banda Patinho Feio.

 

Com um ano de 2015 pleno de concertos, surge em Junho de 2016 o primeiro disco “Para Não Se Estar Calado”.

 

O rock em Português está vivo, de boa saúde, recomenda-se e Patinho Feio está aí para provar isso mesmo.

 

O single de estreia chama-se "Poesia Má".

 

 

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“Hunting Desire”

24 de Junho em formato digital

 

O álbum “Hunting Desire” dos Crimson Hall foi escrito em 2014 e gravado entre 2015 e 2016 no Estúdio Zeco.

 

“Hunting Desire” é, claramente, um álbum de rock. Podemos comprová-lo em temas como "Better Safe Than Sorry" (primeiro single da banda editado em Abril) ou na energia de "Awaking", não esquecendo o lado melacólico do disco com "Tonight" ou "Up in the Air".

 

“Tonight” o segundo single dos Crimson Hall.

 

Dizem os Crimson Hall:

“É um tema introspectivo em que o indivíduo reflecte sobre a sua relação melancólica entre a noite, e os seus elementos, e a sua própria mente que por vezes não joga a seu favor. Numa simples saída à noite, a sua mente estabelece-lhe objectivos a cumprir, que geram uma procura por algo ou alguém que o ajude a completar-se.

De início poderá assemelhar-se a uma balada, mas na sua segunda parte o tema torna-se mais um pouco mais intenso, apesar de nunca abandonar o seu carácter melancólico.”

 

Após três apresentações em Lisboa na primeira, os Crimson Hall preparam-se para levar a sua música ao resto do País.

 

Os Crimson Hall são:

  • André Peixoto (voz)
  • David Rodrigues (bateria)
  • João Ferrão (baixo)
  • João Ferreira (guitarra)
  • Ricardo Gomes (guitarra)

 

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Apresentam o single “When I’m Gone”

24 de Junho em formato digital

Os Benshee são de Alenquer e surgiram em 2006.

Em 2009 editam o EP “Waiting For The Lights”.

 

Há um interregno de 5 anos e em 2014 os Benshee regressaram com um novo baterista. A banda está completa e pronta para gravar um álbum.

 

Com edição digital prevista para Setembro, dizem os Benshee:

O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa  sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes.”

 

“When I’m Gone” é o single de estreia. Uma balada que não irá deixar ninguém indiferente.

 

Os Benshee são:

  • Diogo Caramujo – Voz
  • Tiago Caramujo – Guitarra
  • Hélio Ferreira – Baixo
  • Paulo Dias - Bateria

 

 

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