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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Abertura na sexta à noite, no anfiteatro do Espaço d’Orfeu
Festival i é já no próximo fim-de-semana!
ÁGUEDA, 13, 14 e 15 MAIO


http://www.dorfeu.pt/i

O Festival i, a grande festa das artes de palco que a d’Orfeu AC dedica ao público infantil e familiar, tem a sua 8ª edição marcada para o próximo fim-de-semana: 13, 14 e 15 de maio, em Águeda. O espetáculo de abertura, com Circobaya (Espanha), terá lugar na sexta à noite, pelas 21h00, no anfiteatro do Espaço d’Orfeu. O programa prossegue no sábado e no domingo, entre as 11h00 e as 19h00 em non-stop, num total de 17 propostas distintas de Portugal e Espanha.


 
ESPETÁCULO DE ABERTURA (entrada livre)
21h00 @ Espaço d’Orfeu - Anfiteatro
El Viaje de Miércoles
Circobaya (ESP)
(p/ todos, 45’)


DESDOBRÁVEL DO PROGRAMA (VERSÃO DIGITAL)
http://www.dorfeu.pt/programacao/festivali/i_2016/desdobravel_festival_i_2016_p_issuu.pdf

 

Letra

 

A DEMORA (radio edit)
Música e Letra: JOANA BARRA VAZ

A demora sobeja dos dias
Como quem tenta navegar sem vento
E o desejo?
Alimentado a pão e água
Vai beijando a fome

Quando a tempestade surge
É sempre sem avisar
Vai e vem
"vai e vem"
Incessante
"Incessante"
E parece maior do que a curva do meu olhar
Toma conta de mim
E perdura
" E perdura"

Que é do sol que se vive querendo? "Vivo querendo"
O que é este querer que só se quer lento? "Só se quer lento"
E a lentidão que te vive sorvendo? "Te vive sorvendo"
Mas quem sacia esta sede que te vai bebendo?
Que é do sal que se vive lambendo." Vivo lambendo"
E em suspenso vai-se vivendo
"Vai-se vivendo"

E a leveza?
É a minha teimosia
Como quem finge que nem sequer sente
Se ninguém sabe bem o que fazer
Com a expectativa a flutuar
Nos nossos brandos dias

Mas quando a bonança surge
É sempre sem avisar
Vai e vem
"Vai e vem"
Sem cessar, sem cessar
E parece que dá p`ra viver de tanto nos espraiar
Toma conta do aqui
E perdura
"E perdura"

Que é do sol que se vive querendo. "Vivo querendo"
O que é este querer que só se quer lento? "Só se quer lento"
E a lentidão que te vive sorvendo? "Te vive sorvendo"
Mas quem sacia esta sede que te vai bebendo?
Que é do sal que se vive lambendo? "Vivo lambendo"
Num querer que te deixa sedento "Deixa sedento"
Nesse sol em que te vives estendendo "Te vives estendendo"
E em suspenso vai-se vivendo,
"Vai-se vivendo"

E perdura
E perdura
E perdura

 

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Música
14 Maio
21:30H | 10€

 

"Muito Depois" é o título que assinala o regresso de Joana Amendoeira aos discos e também a base do concerto que a fadista realiza a 14 de Maio, no Cine-Teatro D.João V, na Damaia.


"Muito Depois", o último álbum de originais que a fadista edita em cinco anos, é um disco que reflecte os mais de 20 anos de vivência no fado de Joana Amendoeira e celebra o "sentido da vida nos seus caminhos mais luminosos como o amor, a amizade, a maternidade, passando igualmente pelos mais sombrios como a desilusão, a perda, a solidão e a saudade". As poesias e as emoções neste contidas, têm por base o fado e outras sonoridades tradicionais portuguesas e os temas evidenciam um "contexto geográfico, o Tejo e a luz de Lisboa, retratados de forma apaixonada".


Tiago Torres da Silva (que também assinou a produção), Joaquim Pessoa, Vasco Graça Moura, Natália Correia, Paulo de Carvalho, José Niza, Manuel Alberto Valente, Pedro Jóia, Bruno Fonseca, Valter Rolo, Marcos Sacramento, Filipe Raposo, Rogério Ferreira, António Quintino e Pedro Amendoeira são os autores das composições incluídas no disco a par de fados tradicionais de Amadeu Ramin, Fernando P. Coelho e Acácio Lopes.


Já no que se refere a convidados especiais, "Muito Depois" contou com Pedro Jóia na guitarra clássica, Filipe Raposo no piano e Paulo de Carvalho, com quem Joana Amendoeira gravou o primeiro dueto da sua carreira. Estes convidados juntaram-se ao "núcleo de maravilhosos músicos" composto por Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Rogério Ferreira (viola de fado) e António Quintino (contrabaixo).

 

Letra

 

Mais vale calado ficar
do que refutar e por estúpido passar.
Quando o andamento é muito
a estaleca aumenta, a gente inventa.

E então comparas a vida a rotundas,
onde nos podemos cruzar.
E se não cegarmos juntos iremos aproveitar.

Tu não sabes de onde venho,
quem sou, quem me cultivou.
Não conheces o que passei,
mas não serei mais que ninguém.

E então, comparas a vida a laranjas,
de onde sumo podemos beber.
E se não cegarmos juntos iremos crescer.

Cedo irás perceber
que o limite não preenche o teu ser.
Quando a maioria
te ilude, e te confunde.

E então comparas a vida a um jogo,
onde aprendemos a sorrir.
E se não cegarmos juntos iremos fingir

Twitter - http://www.twitter.com/silvestreoreal
Bandcamp - http://www.tiagosilvestre.bandcamp.com/
Soundcloud - http://www.soundcloud.com/tiago-silve...

 

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GIPSY RUFINA
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 21 mai'16 às 23:30



O folk/blues interpretado por um músico nómada italiano

Um projeto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali.

Nascido e criado entre as montanhas, no centro da Itália (santa Rufina), desejou sempre olhar o que estava para além delas. Foi assim que avançou para Roma, onde tocou em diferentes bandas punk-hardcore. Depois disso, quis ver o que havia do outro lado do oceano. Vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago, por 10 dólares.

De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas, em 2004, e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues por vários países, incluindo Portugal, onde deixou óptimos sinais das suas passagens em 2011 e 2013.

Entrada gratuita

 

 

Letra

 

Take me so
About your death
And take your time


In the back of your mind
On the back of your side
Come get down
Come get down
Come get down

Take me up
On the back of your life
At the end of your time
And You can't stand, right?
And You go and stop

All the days spent on darkness
All the days spent on darkness
All the days spent on darkness
All the days spent on darkness

 

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TIM HOLEHOUSE
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 14 mai'16 às 23:30



Folk e blues por uma voz Tomwaitiana

Tim Holehouse é um bluesman nem sempre muito ortodoxo, com a sua voz grave de crooner e os ritmos compassados do blues cubista à Tom Waits.

A sua carreira tem sido feita na estrada, ao mesmo ritmo que tem editado, o que tem feito do palco o seu habitat natural. É músico de folk e blues e começou a sua aventura a solo em 2005. Editou o seu primeiro álbum, Found Dead On The Shoreline, nos EUA e no Reino Unido. O sucesso deste trabalho empurrou-o para uma carreira que não havia planeado, contando já com uma discografia extensa.

Desde então nunca mais parou. A sua discografia é extensa, mas a maior paixão do músico é a de tocar ao vivo. Tim Holehouse já percorreu o mundo e está sempre em viagem, motivado pelo prazer de tocar e partilhar a sua música.

Entrada gratuita

 

Letra

 

Carta de um emigrante

Ai tu és jovem, inteligente e brilhante,
Vais ver o mundo, vais sair do continente.
A tua tia esteve lá no estrangeiro,
Não viu a frança, empacotou muito dinheiro.

Estudaste muito queres abrir os horizontes,
Chegas lá fora dizem-te - “És um brutamontes!".
- “Não sei porquê a minha escola é muito boa".
Não tens dinheiro pensas que isto é tudo à toa.

[REFRÃO]
Falo 4 línguas, sei fazer balé
Vou explorar o mundo, viver num chalé
Mas chego lá fora, não tenho pilim
Quero estar cá dentro mas puseram-me uns patins

Ai é tão lindo, tu já deste a volta ao mundo,
Vais trabalhar, ensinar a toda a gente.
Tem cuidadinho, ou dás com eles no fundo,
Vai lá com calma, não chateies o gerente.

- “Tenho saudades, eu quero voltar pra aí!
Até o disse, quando veio a TVi.
Mas custa muito já cá tenho a família.
Lembro-me logo da minha tia Marília".

[REFRÃO]

- “Aí não dá, já não há lugar para mim,
Sou jovem, menino e moço, são sete cães a um osso.
Já estou cá fora, já conheço assim assim,
Antes brogesso e parvo, que ser moço de recados".

- “Já sou estrangeiro no meu próprio povo,
Todos me dizem ’’tens um sotaque novo!’’.
Num sei que faça, se ando pra frente ou pra trás
If je me quedo aqui, não me importa tanto faz."

[REFRÃO] 2x

credits

released April 11, 2016
Letra e Música: Francisco Gedeão

Francisco Gedeão: Voz, percussão e sintetizadores
Quim Ezequiel: Vozes de apoio
Alberto Baltazar: Violino

Mistura: Rui Aires
Masterização : André Neto

 

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envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email