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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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BOÉMIA VADIA LANÇAM “LISBOA SAUDADE”

 

Os Boémia Vadia acabam de desvendar “Lisboa Saudade”, o mais recente single do EP “Circo Amar”, editado em novembro passado.

 

Este é já o terceiro avanço do EP de estreia do grupo, que nos apresenta a sua sonoridade recriada em ambientes electro-cabaret, world music e de pop alternativa. Ainda este ano é esperado o longa-duração de estreia, que se encontra atualmente em fase de produção.

 

A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.

 

Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.

 

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho – que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

 

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.

 

Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 

 

Marco Rodrigues

 

Fadista vai levar o seu "Fados do Fado" a Buenos Aires e Bogotá

 

Marco Rodrigues prepara-se para apresentar o seu mais recente álbum, "Fados do Fado", ao outro lado do Oceano Atlântico, para uma série de datas pela América do Sul. O fadista vai passar pelas cidades de Buenos Aires e Bogotá, para concertos integrados nos Festivais do Fado destas cidades.
 
Estes espetáculos surgem numa fase muito rica do percurso de Marco Rodrigues a nível internacional, depois de já ter apresentado o seu "Fados do Fado" em países como Bélgica, França ou Angola. O fadista foi ainda o único intérprete português a ser convidado a participar no álbum "El Alma del Son – Tributo a Matamoros", que foi nomeado para um Grammy Latino.
 
O álbum que agora Marco Rodrigues apresentará na América do Sul é um trabalho genuinamente diferente num percurso que desde o início se descreveu como ímpar. "Fados do Fado" foi produzido por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares) e é um álbum dedicado aos homens do fado. "Ai Se os Meus Olhos Falassem", "Trigueirinha", "Vendaval" ou "Rosinha dos Limões" são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo, mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros.
 
Em junho Buenos Aires e Bogotá terão assim oportunidade de ouvir uma das vozes mais carismáticas do fado atual que carrega em si uma parte importante da sua história, o que torna Marco Rodriguesverdadeiramente único.

 

Letra

 

Saiu pela noite,
Pelas ruas do Porto,
Procurando os seus olhos
Num copo já morto.
Perdeu-se na vida
Encontrou-a na Foz,
Entre o Molhe e a Avenida
Há tanta gente a sós.
E eu e tu somos iguais.
Esconderam palavras
Por trás das palavras,
Disseram amor
Sem se perceberem.
Dançaram na estrada,
No asfalto dos loucos,
Entre o céu e o nada
Foram morrendo aos poucos.
E eu e tu somos iguais.
E pediram-se um beijo,
Uma mão que os agarre,
Parados no tempo,
Para que o tempo não pare.
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Então os dois foram um,
E o tempo nenhum
Para o que tinham para se dar,
Põe o teu corpo no meu,
Deixa a noite acabar.

Então de um fez-se dois,
E o tempo depois
Foi tão pouco para viver,
Põe o teu corpo no meu
Sente o meu a amanhecer.

Hei, hei, hei, X 4
Eu e tu somos iguais...

Enrolou um cigarro
Que fumaram a dois,
Revivendo o prazer
Que viria depois.
Beberam olhares,
Lugares de veneno,
Nas paredes do quarto
O mundo é tão pequeno.
E eu e tu somos iguais.
Partiram no carro
A voar na cidade,
Encantados nas luzes,
Despistando a vontade.
Deram-se as mãos,
E os corpos também,
A 200 à hora
Não os vai vencer ninguém.
E eu e tu somos iguais.
E pararam o mundo
Numa rua qualquer,
Num abraço sereno
Sem ninguém perceber...
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Refrão

Pedro Abrunhosa - Voz, teclados, loop.
Leanne Carol - Background vocal.
Paulo Pinto - Guitarras acústicas, slide guitar.
Cláudio Souto - Órgão.
João André - Baixo.
Alexandre Frazão - Bateria.
Mr. Cool - Pandeireta.
Ian Humphries - Violino.
Charles Mutter - Violino.
Nic Pendelbury - Viola.
Philip Sheppard - Violoncelo.

 

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Fingertips - Música. Hollywood. Sétima Arte

 

É neste contexto que os Fingertips voltam a pisar o solo de Hollywood. A banda não esconde a emoção de marcar presença em três concertos únicos em Los Angeles.

 

São as novas canções que os levam a subir a palcos como o Hollywood Roosevelt, onde os Óscares foram entregues pela primeira vez. E se é a música que os une, os Fingertips estão imparáveis: a banda está a preparar surpresas com o produtor Mark Needham.
 
Hollywood dá lugar à música e à sétima arte: desta tour pela Califórnia resulta também o videoclip para o novo single “Kiss Me”, uma exaltação da juventude em canção.
 
Para ouvir as novas músicas e vídeos dos Fingertips visite o seguinte link: http://www.thefingertips.com/pt/epk
 

CONCERTOS

14 Abril
Roosevelt – Hollywood Boulevard

18 Abril
SIR – Sunset Boulevard

21 Abril
World Arts (Los Angeles)

 

Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 

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Telma Lee lança novo single “Toca Em Mim”

 

No próximo dia 29 de Abril será lançado a nível mundial o novo single da cantora internacional angolana Telma Lee, que se encontra atualmente nomeada para os Angola Music Awards 2016 nas categorias de Melhor Artista Internet, Melhor Artista Revelação e Melhor Artista Feminina.

 

Telma Lee, conhecida pelas suas músicas “Meu Vicio” e “Eu te Magoei”, lança no próximo dia 29 de Abril o novo single “Toca Em Mim”. O lançamento será feito em várias plataformas digitais, como o Itunes ou a Spotify.

A viver um momento”fantástico e tranquilo tanto a nível pessoal como profissional”, Telma Lee aposta numa musica em que surge com uma imagem diferente. mais madura e sensual, que retrata, segundo a própria, “uma mulher que apenas quer amar tranquilamente, sem confusões, aproveitando simplesmente o momento.“.

Telma Manuel (Telma Lee), nasceu ao 10 de Maio de 1993 e é já uma certeza da música angolana. Com apenas 23 anos já conquistou uma legião de fãs, no seu pais de origem e em Portugal, que não resistem ao romantismo da letra de “Meu Vício”, o primeiro grande sucesso internacional da cantora, ou a “Eu te Magoei”, outro êxito que continua a manter a artista há várias semanas nos top das músicas mais passadas nas rádios portuguesas.

Em 2007 venceu o 1º Concurso Escolar Cante com a Blue, Pela escola Ngola Nzinga, e como prémio participou do Road Show Blue, em digressão com Anselmo Ralph por mais de 10 Províncias. Participou ainda no Mega concurso Angola Encanta, onde arrecadou o 3º lugar.

Telma Lee é uma artista que no youtube soma milhões de visualizações.
 
 

 

Letra

 

Passo a passo avanças, amargamente,
sobre o mau olhar de sem abrigos.
Sem abrigos que preenchem essa rua
conhecida pela sua amargura.

Sinais por todo lado,
encruzilhando esse teu caminho.
Pára, escuta, sente,
onde só o chão se quebra perante tal gente.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Num gesto pouco hábil
apagas o cigarro que nunca te deixou
e ouves: "simples tudo seria,
se apagar o cigarro fosse o problema do teu dia"

Eu sei que gostas,nessas noites mais quentes,
olhar atentamente a cada vulto
que ameaça essa entrada, mas nada nem ninguém
ousa lançar mau olhar nessa tua estrada.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Sobre esse mau olhar na rua d'amargura,
desfilas nesse passeio como se a rua fosse tua.
Procurando para ti a razão de estares ali,
procurando nesse passeio o caminho de volta.

Twitter - http://www.twitter.com/silvestreoreal
Bandcamp - http://www.tiagosilvestre.bandcamp.com/
Soundcloud - http://www.soundcloud.com/tiago-silve...

 

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O RITMO DO BONS SONS – 9 NOVOS NOMES PARA O CARTAZ DO FESTIVAL QUE FAZ DA SUSTENTABILIDADE UMA TRADIÇÃO
 

O BONS SONS 2016 revela mais 9 nomes que enchem o seu cartaz de música portuguesa. A rocktrónica de João Vieira no projecto White Haus, o turbo-baile de Tocha Pestana, os jogos rítmicos das Adufeiras do Paúl, as canções tresmalhadas de Diego Armés, as quatro baterias deTim Tim por Tim Tum e as canções dramáticas de João e a Sombra são alguns dos novos nomes para o alinhamento desta edição.

A Enchufada faz 10 anos e celebra com o BONS SONS. Branko, Rastronaut e Dotorado Pro, nomes emblemáticos da editora criada pelos fundadores de Buraka Som Sistema, vêm encher a noite de ritmos globais.

A primeira fase de venda de bilhetes termina já no final de Abril. Até lá o Passe 4 Dias mantém-se a 25€..


BATEM TRADICIONAL E ELECTRONICAMENTE COMO QUEM CHAMA POR NÓS
 

João Vieira, depois do sucesso aos comandos de X-Wife e DJ Kitten, entrou na composição e produção electrónicas com o projecto White Haus.

A dupla Tocha Pestana, percorrendo deliberadamente a estética pop-rock portuguesa dos anos 80, são os reis do turbo-baile. Pop de bola de espelhos a reflectir nos óculos escuros retro-futuristas.

As Adufeiras do Paúl misturam as palavras das suas recolhas etnográficas com os sons de adufes, peneiras e pedrinhas.

Para lá de Feromona e Chibazqui, projectos que integra, Diego Armés deixa fugir a solo as suas canções frágeis e isoladas, apoiadas no som da guitarra acústica.

As quatro baterias em palco de Tim Tim por Tim Tum (José Salgueiro, Alexandre Frazão, Bruno Pedroso e Marco Franco) comportam um universo tão vasto quanto a imaginação de quem as toca e de quem as ouve.

O actor e músico João Tempera ressuscitou o seu alter-ego musical João e a Sombra. Traz canções negras que consolam as penas e embalam os medos.

Ao celebrar 10 anos, como o BONS SONS, era mais que justo que a festa fosse conjunta. Em Agosto, a Enchufada vai levantar os decibéis em Cem Soldos com Branko, Rastronaut e Dotorado Pro.

Branko, pioneiro da editora, depois de uma residência na BBC Radio 1 e Antena 3, editou o seu álbum “Atlas” em 2015, com uma sonoridade classificada como “sonoridade sensualmente dançante”.

Rastronaut encarna na plenitude a missão da Enchufada, de azimute traçado desde o continente africano até Campo de Ourique.

Dotorado Pro, um dos mais recentes nomes lançados pelo selo português, trabalha num misto de afrohouse e sonoridade progressiva.

 

O Passe 4 Dias encontra-se à venda nos locais habituais por 25€ apenas até ao final de Abril.
Em Maio passa a custar 32€ e em Julho 38€.

Nesta edição, o bilhete para os 4 dias do evento inclui já a oferta da caneca BONS SONS. Ao (re)utilizar a caneca de alumínio, pretende-se que os visitantes contribuam activamente para a redução da pegada ecológica, com diminuição substancial dos resíduos produzidos com os copos de plástico.

Além desta medida, e sabendo que grandes eventos são também grandes estruturas de produção de resíduos, promovemos o respeito pelo espaço que acolhe o Festival — a aldeia de Cem Soldos — desenvolvendo estratégias de sensibilização para a reutilização de materiais, diminuição do desperdício e implementação de sistemas de recolha e tratamento mais eficientes.

Estas boas práticas ambientais e a contribuição para o desenvolvimento local têm sido motivos de reconhecimento do BONS SONS como um dos melhores e mais sustentáveis eventos de música ibéricos: Melhor Contribuição para a Sustentabilidade e Melhor Festival de Média Dimensão no Iberian Festival Awards 2015 e Melhor Festival de Média Dimensão 2015 eFestival Mais Sustentável 2014 no Portugal Festival Awards.

 

A próxima edição do BONS SONS
decorre de 12 a 15 de Agosto de 2016
em Cem Soldos, Tomar.

 

Letra

 

Antigamente este fado
Morria á espera de ti
P’ra nascer na minha voz
Não falava de pecado
E quando te conheci
Passou a falar de nós!
 
Tinha versos distraídos
E nos meus cinco sentidos
Não te sentia distante
No correr de cada hora
A dor da tua demora
Eu sofria a cada instante!

Hoje, vejo-te na rua
Porém sei que não sou tua
Nem tu foste meu um dia!
Mas quando canto este fado
Um grito dilacerado
Minha voz enrouquecia!

Quem me dera que voltasses
E no meu corpo tocasses
Despido de sofrimento
E te pedir que ficasses
P’ra me pedires que cantasse
O nosso Fado Sem Tempo!

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email