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Oops no underwear..." - SY
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Record Store Day: Discos portugueses editados pela primeira vez em vinil
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Álbuns de Deolinda, Jorge Palma, Maria João & Mário Laginha, Pop Dell' Arte e David Fonseca ganham nova edição para o Record Store Day
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A propósito da 9.ª edição do Record Store Day, que se assinala este sábado, dia 16, e durante o qual se celebrarão as lojas de discos independentes e a sua cultura, serão editados pela primeira vez em vinil um conjunto de álbuns de artistas portugueses, já bastante reconhecidos pelo seu trabalho, além de se dar destaque a um conjunto recente de discos editados em vinil pela Universal Music Portugal. "Só", álbum que Jorge Palma editou em 1991 e no qual revisitou temas seus antigos, a solo e ao piano, "sem rede" e numa abordagem intimista, é destes discos que agora chega ao formato vinil. "Sex Symbol", terceiro álbum dos Pop Dell'Arte, lançado em 1995, é também um trabalho marcante das últimas décadas da música nacional. Conta com canções como "My Funny Ana Lana" ou "Poppa Mundi", além de colaborações de Sei Miguel, Fala Mariam e Ricardo Camacho. O grupo vai interpretar este álbum na íntegra no próximo dia 22, no Titanic Sur Mer, em Lisboa, com a formação que então gravou o disco. "Lobos, Raposas e Coiotes", outro disco marcante da música portuguesa dos anos 1990 e um dos trabalhos mais importantes da discografia de Maria João & Mário Laginha, será também editado em vinil. Neste álbum, lançado originalmente em 1999, o duo contou com a participação da Orquestra Filarmónica de Hannover. |
| Será ainda editado em vinil o primeiro álbum a solo de David Fonseca, "Sing Me Something New", que inclui singles de sucesso como "Someone That Cannot Love" ou "The 80s". Mais recente é "Outras Histórias", quarto álbum de estúdio dos Deolinda, que inclui o single "Corzinha de Verão". O disco esteve quatro semanas consecutivas em primeiro lugar do top nacional de vendas e conta com colaborações de Manel Cruz (em "Desavindos"), Riot (em "A Velha e o DJ"), e da Orquestra Sinfonietta de Lisboa, dirigida pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo. |
Em destaque no Record Store Day estarão ainda algumas das mais recentes edições em vinil da Universal Music Portugal. É o caso de "Moura", o mais recente álbum de Ana Moura, produzido por Larry Klein, que já atingiu a marca de platina. Destaque ainda para "o retiro", de Rodrigo Leão, também disponível em vinil. Este é um dos projetos mais especiais do percurso do músico, concretizando uma colaboração com o Coro e Orquestra da Gulbenkian, além do disco ter sido editado com o selo da prestigiada Deutsche Grammophon. Também estará em destaque neste Record Store Day a edição em vinil de "Mitra", novo álbum dos PAUS, muito aplaudido pela imprensa nacional e do qual foi retirado o single "Pela Boca". |
O “ESPELHO” DE SARA SERPA E ANDRÉ MATOS
A dupla de jazz Sara Serpa e André Matos desvenda “Espelho”, cartão de visita de “All The Dreams”, o novo disco a ser editado em setembro próximo com o selo da norte-americana Sunnyside Records.
Aquele que será o segundo registo de originais da dupla lisboeta radicada em Nova Iorque sucede assim a “Primavera”, álbum de 2014 que recolheu os melhores elogios do público e da crítica especializada.
Magia, encanto, sintonia. Cumplicidade e audácia. Calmo e deslumbrante. Assim se pode descrever o trabalho da dupla lisboeta - agora-nova-iorquina - Sara Serpa e André Matos. A colaborarem desde 2005, a cantora e o guitarrista criaram um mundo sonoro muito pessoal e único, comprometendo-se numa música de atmosferas, sons puros com recurso à melodia e poesia. Juntos, revelam-se numa identidade que combina a sua cultura portuguesa com a criatividade de Nova Iorque.
Nascidos em Lisboa, mas radicados em Nova Iorque, Sara Serpa e André Matos conheceram-se em Boston e actuam juntos há mais de dez anos, tendo vindo a apresentar a sua música em países como o Brasil, Argentina, Uruguay, Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Espanha e claro está, Portugal. Sara Serpa (nos últimos dois anos destacada pela prestigiada revista Downbeat como Rising Star Vocalist, numa votação dos críticos) e André Matos estão em ascensão na cena musical Nova Iorquina, sendo ambos músicos activos, que têm vindo a colaborar colectiva e individualmente com músicos proeminentes como Ran Blake, John Zorn, Leo Genovese, Tony Malaby, Pete Rende, Thomas Morgan, Greg Osby, Danilo Perez, Guillermo Klein entre outros.
“Primavera” (Inner Circle Music), o álbum de estreia do duo, saiu em 2014, sendo um trabalho desenvolvido maioritariamente em torno de música original, criada especificamente de um para o outro, dando ênfase à melodia e poesia e criando um arco de magia para quem ouve o disco do princípio ao fim. As palavras, através de letras originais ou recorrendo a poemas de Alberto Caeiro, e.e. Cummings ou Jeanne Lee, são perfeitamente ilustradas com um ambiente musical que nos envolve na história de cada canção.
No novo trabalho do duo, “All The Dreams” com data de lançamento marcada para Setembro 2016, Serpa e Matos continuam e aprofundam o uso da palavra na língua Portuguesa com poemas de Álvaro de Campos (seguindo nessa viagem Pessoana), Luís Amaro e ainda letras originais quer de Matos, quer de Serpa.
O novo álbum é uma afirmação reforçada da individualidade e originalidade destes dois músicos. O rigor dos arranjos, a criação de camadas sonoras, em que a voz e a guitarra se confundem, e a carga emocional dos poemas selecionados, revelam em Serpa e Matos uma contínua procura e empenho em assumirem a sua música de uma forma natural e honesta.
Para o novo álbum, “All The Dreams”, Serpa e Matos, mantendo o entusiasmo da experimentação, refinaram processos e da criatividade vivida em comunhão sai um conjunto de canções que nos fazem sonhar todos os sonhos do mundo, que afinal é só um.
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