O Brasil em destaque no Festival Terras sem Sombra
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Letra
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Letra
Ô Marcolino, sempre a gritar
Longos pregões sem descansar
Diz Marcolino então o que fazes tu?
"Afio navalhas, facas
E outras coisas mais
Objetos de uso vulgar,
Mas que também podem ser fatais
Limpo chaminés e arranjo
Os vossos jardins,
Mas quando preciso e posso
Também assalto os vossos quintais"
Ô Marcolino, das longas viagens
Diz Marcolino se outra vida tiveste
O que fizeste, o que te fez mudar?
"Já fui camponês, soldado
E a vida foi sempre igual
Insultei patrões, oficiais
E nunca me senti mal
Ganhava pouco, fome de cão
E enchia a pança aos canibais e ainda encho
Fui sempre indisciplinado, pois claro
Que outra coisa posso ser então?"
Ô Marcolino das longas viagens
Da rosa dos ventos com direção
Diz Marcolino, que já viste então?
"Vi um patrão fugir ao som
De uma explosão
Vi uma cadela com dores
Parindo polícias com cabeças de cão
Contra a tese de certos doutores
Vi um povo de armas na mão
E um padre gritando 'socorro, ai ai'
Que me corta o coração"
Ô Marcolino sem medo da morte
Com teu braço forte, o que vais tu fazer?
Diz Marcolino, tens algo a perder?
"A perder nada tenho
Talvez a vida, tanto faz
E na vida tenho a ganhar lutando
Sozinho é que não sou capaz
Mas há muitos como eu,
Talvez centenas de milhares
Dispostos a lutar e vencer
Tudo pra frente, nunca pra trás"
Festival de Sintra regressa para a 51ª edição
- Festival decorre de 12 a 29 de maio
- Concertos em vários espaços do concelho de Sintra
- Programação musical complementada com palestras
Sintra, 11 de abril de 2016 - O Festival de Sintra regressa a 12 de maio para a sua 51ª edição, que decorre até ao dia 29 do mesmo mês nos Palácios Nacionais de Sintra, Pena e Queluz e no Centro Cultural Olga Cadaval. Organizado pela Câmara Municipal de Sintra e com direção artística de Adriano Jordão, o histórico festival abre-se a um público mais jovem e aposta no ecletismo musical, com um programa que é descrito pelo diretor artístico e pianista como “um passeio musical através do tempo e do espaço”.
Este ano, o festival começa com dois concertos do consagrado compositor e pianista Michael Nyman, que decorrem a 12 e 13 de maio, no Centro Cultural Olga Cadaval. Autor de bandas-sonoras para filmes como “O Piano” e de óperas como “Facing Goya”, Nyman tem uma vasta carreira discográfica e apresenta-se em Portugal a solo e ao piano.
No dia seguinte, 14 de maio, o concerto faz-se com dois pianos e quatro mãos. Mário Laginha e Pedro Brumester proporcionarão, também no Centro Cultural Olga Cadaval, uma viagem da Cuba de Copland à Lisboa de Esteves da Silva, do Brasil de Pixinguinha à França de Debussy e Ravel.
Letra
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6, 7 e 8 de maio 2016 | Praça de Santa Cruz e Travessa Padre Abílio Mendes
VII FESTIVAL ENCONTROS – Cores, Sons, Sabores e Saberes
O programa do VII Festival Encontros – Cores, Sons, Sabores e Saberes foi apresentado, em conferência de imprensa, no dia 8 de abril, com a presença de dois dos artistas que vão atuar no evento – Bonga e Valete. O VII Festival Encontros terá lugar a 6, 7 e 8 de maio, na Praça de Santa Cruz e Travessa Padre Abílio Mendes, e procurará, fundamentalmente, refletir o dia-a-dia dos imigrantes na cidade de acolhimento – o Barreiro –, servindo complementarmente como forma de enaltecer as suas imensas e variadas riquezas culturais e sociais. Este Festival conta com um leque de atividades de cariz desportivo, gastronómico e cultural: apresentações de danças típicas; espetáculos de música, atuações de ranchos e coros; workshops de dança; um espaço destinado à infância; entre muitas outras atividades.
A Vereadora da CMB Regina Janeiro, responsável pela Cultura e Intervenção Social, explicou a evolução do Festival desde a sua primeira edição, considerando que atualmente tem uma dimensão muito maior. Realçou o papel das associações de imigrantes na organização do Festival e destacou algumas atividades do programa.
O músico Valete realçou a importância do Festival para a divulgação e partilha de culturas que, na sua opinião, “devia ser reproduzido noutros concelhos”.
CMB 2016-04-11
Letra
Se me tiras o ar
A ti, tiro-te a vida
Uma malha não me vai bastar
Tenho muita garganta
Pouca guita pra tinta
Só descrevo o que quiser cantar
Podes ver-me falhar
Até te mostro uma lista
A vaidade não me vai largar
Amanhã tou melhor
Tenho outras coisas em vista
E a vergonha atrás vou deixar
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser
Amanhã tou melhor
Mas ontem tive na merda
Sem emenda, pra variar
Já não vou entregar o peso desta encomenda
Com trabalho hei de compensar
Faço caras ao espelho
Todas postas à venda
Espero que o preço venha a aumentar
Já nem sei se esta letra
Alguma vez vai tar certa
São só sílabas pra te enganar
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser
Não vou tentar ser alguém, meu amor
Que esta essência nunca vai mudar
Não vou tentar ser alguém, meu amor
Que esta essência nunca vai mudar
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser
(Vou mas é decidir o que vou parecer)
Vou mas é decidir o que vou parecer
(Não quer dizer que eu vá ser)
Não quer dizer que é o que eu vá ser