Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

marafona.jpg

 

 
A MARAFONA é:

Artur Serra – Canto, Adufe, Bilha, Berimbau, composição e letras
Cláudio Cruz – Contrabaixo, composição e canto
Daniel Sousa – Guitarra Clássica, composição e canto
Ian Carlo Mendoza – Percussões, canto e composição
Gonçalo Almeida – Guitarra Portuguesa, Cavaquinho, Campaniça, Gaita-de-foles, Tracanholas, composição e canto
 
Artur Serra – Canto, Adufe, Bilha, Berimbau, composição e letras

Natural de Damaia, Amadora, licenciou-se em Arqueologia pela Faculdade de Letras de Coimbra, um percurso obviamente determinante na sua musicalidade.

Descobre a criação de música aos 14 anos através de uma guitarra, começando imediatamente a compor canções com os primeiros acordes adquiridos.

O exercício da música ganhou contornos maiores aquando da sua deslocação para Coimbra, participando activamente na cena musical da Universidade, dando os primeiros passos no arranjo de temas do cancioneiro popular português.Integrou como vocalista e bandolinista, a Imperial Tertúlia In Vino Veritas, da Associação Académica de Coimbra, tuna masculina dedicada à recolha do cancioneiro de Coimbra registado desde o século XVI ao século XVIII.

Em 2000 de regresso a Lisboa, fundou conjuntamente com Pedro da Silva Martins (Deolinda) o projecto Bicho de 7 Cabeças, compondo temas (música e letra) e assumindo o papel de vocalista.

Em 2004 e 2005, com o Bicho de 7 Cabeças, leva a Paris um concerto de celebração do 25 de Abril com temas originais e novos arranjos para canções de Zeca Afonso, Sérgio Godinho, José Mário Branco e Adriano Correia de Oliveira.....
 
Cláudio Cruz – Contrabaixo, composição e canto

Natural do Pico, Açores, iniciou os estudos de música em 2003 com a Frequência no curso de Contrabaixo, no Centro de Estudos Musicais do Porto.

Frequentou ainda no Porto, a Masterclass de contrabaixo na ESMAE, com Thierry Barbé, assim como os Workshops de Percussão e Jazz Fusão promovidos pela Casa da Música.

Em continuidade na aprendizagem deste instrumento, cumpriu o curso de Contrabaixo, Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa.

Em 2010 terminou o curso superior de Composição, Escola Superior de Música de Lisboa...........

Daniel Sousa – Guitarra Clássica, composição e canto

Nascido em Oeiras, começou a estudar Guitarra com 15 anos na Escola de Música Crescendo em Oeiras.

Passou também pela Escola de Música de Nossa Sra do Cabo e pela Escola Profissional de Música de Almada. Frequentou o curso superior de composição da Escola Superior de Música de Lisboa do qual pediu transferência para o curso superior de guitarra da ESML como aluno de António Jorge Gonçalves onde concluiu a licenciatura.

Tem actuado a solo ou com o quarteto Zyryab por todo o país e num ciclo de concertos na Suécia e integrava o grupo Pano Cru.

Fez a estreia de uma obra para guitarra solo e electrónica em tempo real do compositor Sérgio Leandro no Festival Música Viva no Centro Cultural de Belém.

Lecciona desde a fundação no Conservatório de Música de Cascais e na Escola de Música Crescendo (onde inicíou os estudos).......

Ian Carlo Mendoza – Percussões, canto e composição

Nasceu em Culiácan, Sináloa, México.

Inicia os estudos musicais aos oito anos de idade na disciplina de piano, mas depois dedica-se a estudos de técnicas de percussão de orquestra, na Escuela de Música de la Universidad Autonoma de Sinaloa (EMUAS), na Escuela de Artes Jóse Limon de la Direccion de Investigación y Fomento de la Cultura Regional (DIFOCUR), e master classes, ateliers e workshops na Universidad Autonoma de México, assim como na Academia de Amadores de Música, em Lisboa.

Realizou a sua aprendizagem, entre outros, com: Steve Shick, Duncan Patton, Antonio Sanchez, João Delgalarrondo, Baltazar Hernandez, David Espinoza e Luis Cascão. 

Foi membro fundador dos ensambles de percussão contemporânea, Ketiak Percussion Ensemble e de Kiclaroian Experimental Percussion; convidado especial pela Orquestra de San Nicolas de Hidalgo em Guanajuato, México......

Gonçalo Almeida – Guitarra Portuguesa, Cavaquinho, Campaniça, Gaita-de-foles, Tracanholas, composição e canto 

Natural de Coimbra, iniciou-se no cavaquinho com cinco anos, pela mão do Pai, co-fundador da Brigada Victor Jara, com ele ingressa no grupo E Viva a Música, ainda em actividade.

Na adolescência tocou guitarra em vários grupos “de garagem” e um pouco mais tarde aceita o convite para tocar baixo na banda de covers Wild Angels, já com grande actividade musical no Algarve, onde então residia.

Licenciou-se em Educação Musical, em Viseu e lecciona a disciplina desde 2001 a alunos do 2º ciclo.

Em Viseu abraçou diversos projectos musicais: Espectáculo Ópera do Bandoleiro com Carlos Clara Gomes e Trigo Limpo, do Teatro Acert; o grupo Maré Alta, projecto que homenageava o 25 de Abril e seus cantores; o grupo Nora Luca, banda de originais pop-rock; o quarteto de jazz Zig Jazz; grupos de baile Fórum e República........
 

 

terrassemsombra.jpg
 
Depois de Almodôvar o festival ruma a Sines
 
A 12.ª edição do Festival Terras sem Sombra (FTSS), começou no dia 27 de Fevereiro com a Orquestra Barroca Divino Sospiro a actuar na igreja matriz de Almodôvar que apesar do frio intenso, foi pequena para a multidão que afluiu ao concerto de estreia. Os músicos e espectadores, no Domingo, com a presença de representantes do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, do Município e da Confraria do Sobreiro e da Cortiça aprenderam a podar sobreiros e azinheiras, de modo a valorizar o montado, o mote para esta acção de biodiversidade.
Sempre/Ainda 
ÓPERA "sem vozes" de reflexão sobre a Síria
 
E assim, partimos para Sines, para o segundo fim-de-semana do Festival, que se realiza nos dias 11, 12 e 13 de Março. Três criadores que ostentam os prémios nacionais espanhóis de Design,Composição e Interpretação Musical coincidem no que será, talvez, o espectáculo mais insólito do Terras sem Sombra deste ano: uma “ópera sem vozes”, Sempre/Ainda, a partir de textos procedentes de Damasco Suite, de Alberto Corazón, com música composta por Alfredo Aracil e interpretação ao piano por Juan Carlos Garvayo. Na realização multimédia, inspirada por pinturas de Alberto Corazón, colabora também Simón Escudero.

A “ópera sem vozes” Sempre/Ainda é um espectáculo singular em que a música para piano solo e as imagens projectadas num ecrã nos vão revelando, pouco a pouco, um texto; a sua matéria-prima resulta de umas anotações, tiradas dos seus cadernos de viagem, pelo autor do texto, durante uma transcendental estadia em Damasco antes da tragédia que a assola.

Com uma duração aproximada de pouco mais de uma hora, esta criação estreou-se, em Outubro de 2015, no Museo Universidad de Navarra, em Pamplona, desenhado por Rafael Moneo. Vai ser possível vê-la e ouvi-la, no Centro das Artes de Sines, ainda antes da sua apresentação em Madrid ou Sevilha, o que constitui também uma forma de realçar a contemporaneidade deste projecto cultural.

Preparando a apresentação da ópera, realiza-se a 11 de Março, sexta-feira, às 21h30, na cafetaria do Centro das Artes, uma mesa-redonda com Alberto Corazón, Alfredo Aracil, Juan Carlos Garvayo, Juan Ángel Vela del Campo – director artístico do FTSS –, Ruy Ventura – tradutor do libreto para português – e José António Falcão – director-geral do FTSS. A moderação corre a cargo de José Carlos Seabra Pereira, professor da Universidade de Coimbra.
 
Recolha de lixo marítimo em Sines
 
Após cada concerto - artistas, espectadores e membros das comunidades locais - no domingo, pela manhã, estarão presentes em acções ao serviço da defesa da biodiversidade e no dia 13 de Março, pelas 10h00, realiza-se a acção Mãos à Obra em Sines: O Projecto Coastwatch e a Monitorização Voluntária da Beira-mar com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente e com o apoio da Câmara Municipal de Sines.
 
Coastwatch é um inovador projecto, de âmbito europeu, que permite obter uma caracterização geral da faixa costeira, envolvendo inúmeros voluntários, a título individual ou em grupo. O seu grande objectivo prende-se com a caracterização, ao longo do litoral, de fenómenos-chave, relacionados com os seguintes aspectos: salvaguarda da biodiversidade; zonamento costeiro (zona entre marés, zona supratidal e zona interior contígua); erosão costeira; resíduos; contaminação; pressões antrópicas.
O Festival Terras sem Sombra associa-se à iniciativa com a realização de várias unidades de monitorização na orla costeira de Sines. Paralelamente, será recolhido o lixo marinho encontrado ao longo dos percursos litorais.
 
De entrada livre, o Festival é organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja prolonga-se até  2 de Julho, e segue para Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja sob o título Torna-Viagem: o Brasil, a África e a Europa (Da Idade Média ao Século XX). Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural ao alcance de quem o deseje.

Programa Sines
11 de Março [21H30]
Centro das Artes
Mesa-Redonda Memória e Criação
 
12 de Março [21H30]
Centro das Artes
Sempre/Ainda: Ópera sem Vozes, de Alfredo Aracil
Textos e imagens Alberto Corazón
Música Alfredo Aracil
Realização multimédia Simón Escudero
Piano Juan Carlos Garvayo
 
13 de Março [10:00]
Mãos à Obra pelo Litoral de Sines: O Projecto Coastwatch e a Monitorização Voluntária da Beira-mar.

 

Letra

 

Alguém que vi de passagem
Numa cidade estrangeira
Lembrou os sonhos que eu tinha
E esqueci sobre a mesa
Como uma pêra se esquece
Dormindo numa fruteira
Como adormece um rio
Sonhando na carne da pêra
O sol na sombra se esquece
Dormindo numa cadeira

Alguém sorriu de passagem
Numa cidade estrangeira
Lembrou o riso que eu tinha
E esqueci entre os dentes
Como uma pêra se esquece
Sonhando numa fruteira

 

diogopiçarra.jpg

 


DIOGO PIÇARRA

Isaura e Real Punch convidados para concertos especiais



10 março: Lisboa | 12 março: Braga | 13 março: Porto

É já no final da próxima semana que Diogo Piçarra atua, pela primeira vez, nos prestigiados palcos do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no Theatro Circo, em Braga e na Sala Suggia da Casa da Música, no Porto. Para estes concertos, com os quais se celebra um ano desde a edição de "Espelho", Diogo Piçarra convidou Isaura, a artista com quem canta em dueto no tema "Meu é Teu", o inédito gravado especialmente para a reedição do disco, lançada no Natal passado; e Real Punch, o rapper algarvio da banda Tribruto, que participou no disco na música "Falso Espelho".

 

Antes disso, no dia 9 de março, Diogo Piçarra atuará, a convite de Marcelo Rebelo de Sousa na sua tomada de posse como Presidente da República. O concerto está marcado para as 20h00, na Praça do Município, em Lisboa, para o qual, o novo Chefe de Estado selecionou para além de Diogo Piçarra, Pedro Abrunhosa, os HMB, Mariza, Paulo de Carvalho, José Cid e Anselmo Ralph. 

rogeriocharraz.jpg

 

 
“Põe de lado o GPS” é o primeiro avanço do novo disco de Rogério Charraz. Uma letra muito inspirada de José Fialho Gouveia que fala da necessidade de, por vezes, seguirmos o nosso instinto e aproveitarmos a vida, sem fazer muitos planos...

O disco tem a edição prevista para o próximo mês de Abril, e terá como título “Não tenhas medo do escuro”. Tendo muitas ligações com os dois discos já editados, será um registo mais acústico, orgânico e ligado às raízes da música portuguesa.

Para além de José Fialho Gouveia, que assina metade das letras do disco, existem outras parcerias relevantes com a fadista Katia Guerreiro, a guitarrista Marta Pereira da Costa, o pianista Júlio Resende e algumas das novas vozes do cante: Buba Espinho, Eduardo Espinho e António Caixeiro.

A produção ficou a cargo do próprio Rogério Charraz e do acordeonista Carlos Lopes.
 
Mais novidades brevemente!

 

Letra

 

Por tudo o que eu passei
Devolve tudo o que eu te dei
O tempo que eu gastei a fingir de cega e de surda
Por tudo o que eu passei ohh
Como eu me sinto eu já não sei

Admito que eu errei e nem me reconheço a mim mesma
Tenho as mãos e os pés na lama


Eu não sou nem nunca fui
Esse gelo que tens em ti
Ah já me queimei assim, já me queimei assim
Leventei a minha defesa


Fui eu quem te ensinou
Fui eu quem te fez mudar de cor uhm uhm
Mostrei te o que é verdadeiremente amar alguém
Mas nunca iremos além


Eu não sou nem nunca fui
Esse gelo que tens em ti
Ah já me queimei assim, já me queimei assim
Levantei a minha defesa


Não existe o para sempre

É um mito, o desespero

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email