Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016

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DAVID FONSECA

Conquista Barcelona e Madrid



"Chama-me Que Eu Vou" nomeado para o Prémio Autores 2016, da SPA

David Fonseca regressou a Espanha na passada semana para dois concertos em que apresentou pela primeira vez em palco, o seu mais recente álbum "Futuro Eu". Impressionantemente cheias, Music Hall, em Barcelona, e o Teatro Barceló, em Madrid, renderam-se a David Fonseca e "à sua voz potente e à sua energia inesgotável" como é descrito, por exemplo, no blog nosolofado.com ou "(…) uma experiência do mais gratificante. Desses concertos que se sai com um sorriso na boca e um calorzinho na alma", como conta o Rockingnewsmagazine. Para ler, na íntegra aqui e aqui.

Lo de David Fonseca en el Teatro Barceló el pasado viernes 19 fue una experiencia de lo más gratificante. De esos conciertos de los que sales con una sonrisa en la boca y un calorcito en el alma. 

Com presença regular em Espanha desde 2008, David Fonseca tem consolidado a sua relação com o público espanhol através da edição dos seus trabalhos no mercado local – "Dreams In Color", "Between Waves", "Seasons – Rising – Falling" e, mais recentemente, "Futuro Eu" – bem como dos espectáculos que periodicamente realiza nas mais importantes cidades espanholas. De salientar ainda a presença da comunidade portuguesa aí residente seus espectáculos. 

Alias, também a RTP fez reportagem em Madrid e testemunhou a boa recepção do público presente ao espetáculo e às músicas de "Futuro Eu". 

Por cá, "Chama-me que eu vou", um dos singles extraídos deste álbum, totalmente cantado em português, recebeu a nomeação para o Prémio Autores 2016, na categoria de MÚSICA - Melhor Tema de Música Popular cuja a cerimónia se realizará no dia 22 de Março. Uma situação inédita para David Fonseca já que é a primeira vez na sua carreira que é nomeado para um galardão atribuído pela aquela instituição.
 
Há duas semanas, David Fonseca disponibilizou um novo vídeo do single "Deixa Ser", onde canta em dueto com Márcia. Para ver aqui.


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Letra

 

It's all about you
All about you
Can't say I don't when I do

When I do
When I do
When I do

Can't see myself without you
Can't see me
I would be acting a fool
I would be acting a fool

Yeh mamma
Felling for your love don't stop
Put that thing on me harder
On me harder

Yeh mamma
You set the place on fire
Got my thing rising higher
Rising higher

Till the break of dawn
We'll be loving
We'll be touching
We'll be rocking

Till the break of dawn
Kissing on you
Touching on you
Ain't no stopping
Till the break of dawn

Overtime
I'm putting in overtime
Just to keep that pretty smile
Uppon your face

Overdrive
Engines running on overdrive
And we are compatible
Seems like you were build just form me

Yeh mamma
Felling for your love don't stop her
Put that thing on me harder
On me harder

Yeh mamma
You set the place on fire
Got my thing rising higher
Rising higher

Till the break of dawn
We'll be loving
We'll be touching
We'll be rocking

Till the break of dawn
Kissing on you
Touching on you
Ain't no stopping
Till the break of dawn

Tell me so you miss me
When me gone
Be a dear
Tell me so you want me hold me on

You can't believe
Every girl in the world
Could I never steal me
Because you are the only one

I win the deal
Could you feel me soon
Give me a data
I'll make you a soon

It's all about you
Let me say
That you are not some best friend
You and me forever will be done

Till the break of dawn
Baby let me climb by you
Till the break of dawn
Me never get a girl like you
Till the break of dawn

Till the break of dawn
We'll be loving
We'll be touching
We'll be rocking

Till the break of dawn
Kissing on you
Touching on you
Ain't no stopping
Till the break of dawn

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letar desta música

 



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Sexta, 26 Fevereiro MPLUS abre o BOREAL - Festival de Inverno
O duo do Porto partilha o palco com White Haus e Isaura/Francis Dale

MPLUS é um duo a ter debaixo de olho em 2016 


Na semana passada foi dado o pontapé de partida numa tour que pretende dar a conhecer "Unfold", o trabalho de estreia do projecto.

Depois de Vila Real vai passar por Ovar, Famalicão, Braga, Porto, Coimbra, Viana do Castelo...

Acompanha MPLUS e se houver oportunidade de agendarmos entrevista e/ou destacar o disco por favor não hesites contactar. O duo gostava muito de se dar a conhecer melhor

download de "Unfold" aqui
MPLUS no facebook >>
"Unfold" no soundcloud >>



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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016

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PAULO DE CARVALHO

 

A viver uma excelente fase criativa Paulo de Carvalho apresenta Voz & Piano – um espectáculo intimista com o pianista Victor Zamora, interpretando as suas canções mais célebres.


As canções de Paulo - "E Depois do Adeus", "Os Meninos do Huambo", "10 Anos", "Gostava de Vos Ver Aqui", "O Meu Mundo Inteiro", "Nini dos Meus 15 Anos", "Mãe Negra" - são alguns dos temas aqui revisitados, envolvendo o público e levando-o a recordar.


Nome incontornável da música portuguesa, Paulo de Carvalho vai ao palco do Teatro D. João V na Damaia, no dia 12 de Marça de 2016, para um espectáculo inesquecível!

 

Música
Dia 12
21:30H | 12€

 



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Letra

 

Sei que deste o teu melhor
Sei que foste o que o dia deixou
Sei que deste a tua dor
Não te soube dar o meu perdão
Mas talvez esta gota de água
De uma fonte afastada
Tenha mostrado o caminho
Talvez esta ponte escura
Onde a solidão trespassa
Talvez esta aventura
Tenha me levado a casa

Sara
Tudo o que dói Sara
No meu peito grita
Tudo o que acredita
Se fogo leva a dor, fica o que há depois
Longe da paixão, diz-me se há perdão
Sara

Não te soube encontrar
Quando o grito nos cegou
Fraco corpo sobre a praia
Leve sombra que o mar apagou
Mas talvez esta nova espada
Já de frente para a batalha
Nos possa mostrar o caminho
Talvez hoje o mar adentro
Onde o coração dispara
Onde o nosso amor de sempre
Pode nos levar a casa

Sara
Tudo o que dói Sara
E no meu peito grita
Tudo o que acredita
Se fogo leva a dor, fica o que há depois
Longe da paixão, diz-me se há perdão
Sara

Sara
Tudo o que dói Sara
E no meu peito grita
Tudo o que acredita
Se fogo leva a dor, fica o que há depois
Longe da paixão, diz-me se há perdão
Depois do que foi, diz-me se o que dói
Sara

 



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CAIS SODRÉ FUNK CONNECTION APRESENTAM
Soul, Sweat & Cut the Crap
Amanhã* Titanic sur Mer * 23H * entrada entre 10 e 12€

O título do novíssimo álbum dos Cais Sodré Funk Connection, Soul, Sweat & Cut the Crap, diz-nos praticamente tudo o que importa saber sobre a música que fazem: vem da alma, exige energia e entrega, e é honesta e directa. Sem truques, sem artifícios, sem efeitos especiais ou enquadramentos artificiais de modas vazias.
 
Este é já o segundo álbum dos Cais Sodré Funk Connection depois da auspiciosa estreia assinada com You Are Somebody que o próprio grupo lançou em 2012. A estreia discográfica data de um par de anos antes, com o single “Lose It” que foi concebido com a participação de Rickey Calloway. E em todos estes anos, o colectivo foi polindo o verdadeiro diamante que revelaram ser desde a primeira hora: com incontáveis gotas de suor largadas em palco, com pérolas como “Summer Days of Fun” a conquistarem espaço nos nossos ouvidos, corações e ancas e até com o improvável hit que resultou do cruzamento com esse original soul boy que é Paulo de Carvalho no enorme “Mãe Negra”.
 
O som dos Cais Sodré Funk Connection é, obviamente, canalizado através dos grandes: de James Brown e Aretha Franklin, de Marvin Gaye e Eatta James, reis e raínhas que ainda hoje são referências incontestadas onde quer que se valorize o poder da alma acima do ruído das luzes.
 
Com Soul, Sweat & Cut the Crap este colectivo de irmãos e irmãs soul prova que se pode crescer e tornar ainda mais perfeito o que já era de uma beleza irrepreensível: os metais soam mais coesos, mais sofisticados, os ritmos mais sensuais, as melodias mais luminosas. Os temas – que em termos de autoria resultam quase sempre da combinação dos talentos musicais e poéticos de Tiago Santos, João Gomes e João Cabrita – são poderosas evocações de uma tradição, mas realizados a partir do presente, como se o tempo fosse uma mera ilusão: “Take it Like a Man”, “Soul Lady”, “Ridin’ a Funkin’ Bike” ou “Like No Other” e “Do The Math” são bombas de açúcar para os nossos ouvidos, ímans irresistíveis para os nossos pés e enchem-nos de sorrisos. São lições de groove, precisas e fluídas ao mesmo tempo. Como só a soul sabe ser.
 
João Gomes, Francisco Rebelo, Tiago Santos, João Cabrita, José Raminhos, Miguel Marques e Rui Alves são os inexcedíveis instrumentistas de serviço, poços de bom gosto em que sabe bem mergulhar. À frente, a classe pura de Silk e Tamin que injectam alma em cada tema como se o Cais Sodré fosse ali algures ao lado de Memphis, um sítio obrigatório para passar a caminho dos estúdios da Stax.
 
Soul, Sweat & Cut the Crap sai em 2016, mas podia ter saído em 1966, 1978, 1995 ou 3140. Não importa: música assim não se prende ao tempo, só à alma de quem a ela se entrega.



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JORGE PALMA E SÉRGIO GODINHO

Juntos nos Coliseus a partir de amanhã



Jorge Palma & Sérgio Godinho – Juntos Coliseus a partir de amanhã Presença na discussão do OE2016

É já amanhã, dia 25, que Jorge Palma e Sérgio Godinho levarão ao palco doColiseu de Lisboa a produção "JUNTOS", no primeiro de quatro espectáculos que realizarão nos Coliseus de Lisboa e Porto a 25 e 26 de Fevereiro e a 3 e 4 de Março, respectivamente.
 
Será seguramente o acontecimento do dia a avaliar pelo protagonismo que os dois cantautores tiveram no dia d’ontem quando da discussão do Orçamento de Estado de 2016 em que Governo e grupos parlamentares esgrimiram argumentos recorrendo frequentemente às palavras de Sérgio e Jorge. Nos Coliseus será em discurso directo.
 
Aliás, a frase "A banda sonora das nossas vidas num encontro histórico", utilizada na promoção destes espectáculos, nunca se ajustou mais do que agora – 135 anos de vida e mais de 80 em canções que têm acompanhado o nosso quotidiano desde o início da década de 70 do século passado, atravessado gerações, sempre com a mesma determinação, honestidade e aventureirismo artístico.
 
"Juntos" estreou em Maio de 2015 no Centro Cultural Olga Cadaval e tem desde aí sido pontualmente apresentado em alguns teatros nacionais. No final do ano chegou aos escaparates o registo ao vivo em CD e DVD das apresentações realizadas no Theatro Circo em Braga que se tem mantido na lista dos mais vendidos desde o seu lançamento.
 
A série de apresentações que amanhã se iniciará ainda que tendo por base a selecção de repertório utilizada nos concertos realizados, terá algumas novidades no alinhamento anunciando-se para já a chamada a palco de "It’s All Over Now, Baby Blue", um original de Bob Dylan de 1965, bem como de outros temas de Sérgio Godinho e Jorge Palma preparados especialmente para os Coliseus. 
 

 

 


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Letra

 

As lágrimas que choro
Não são penas, são só sonhos
Os olhos que choram
Lêem mundo, mil poemas

Só o amor consigo eu resolver...

Provei outro mar
Sequei outro sol
Vivi, confesso que vivi
Morri e renasci
Em ti
Por ti
Sem ti
Morri
Senti
Não desisti
Por ti

 

 

 



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DIOGO PIÇARRA

'Tu e Eu' nomeado para os prémios da SPA e da Rádio Nova Era



Concertos em março em Lisboa, Braga e Porto

Com mais de 7.7 milhões de visualizações no canal de VEVO, mais de 1 milhão e 500 mil streams no Spotify, há um ano no airplay de rádio em Portugal, "Tu e Eu"será uma daquelas canções que o tempo não apagará.

E agora, começa a aparecer nas listas de melhores de 2015, como prova a nomeação para o prestigiado Prémio Autores 2016, na categoria de MÚSICA - Melhor Tema de Música Popular, onde concorre com David Fonseca com o tema "Chama-me que eu vou" e Carlão, com "Os Tais"
 
Também agora anunciada foi a nomeação da canção para os Melhores do Ano da Rádio Nova Era, na categoria de Melhor Single Nacional, onde está a concorrer com"Parte-me o Pescoço", de Agir e "Não Dá", dos DAMA

Diogo Piçarra atua dias 10 de março  no CCB, em Lisboa, 12 de março no Theatro Circo, em Braga e 13 de março na Casa da Música, no Porto. Concertos muito especiais que marcam um ano de sucesso de "Espelho", o seu disco de estreia que entrou diretamente para o 1.º lugar do top de vendas.


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Letra

 

OH MY LOVE

 

The wind is blowing through me

While I’m walking down the street

A red light fills the empty beat

That my heart gives

 

There’s some hopelessness inside

Keeping all those dreams blind

No reasons to go or to hide

Hold me

 

Oh my love, oh my love

Dance me through the lights and set me free

I said, oh my love

 

The future seems a big mess

Stumbles on the holes of the past

No fun, no love, no pocket cash

Life, as it is

 

And tomorrow may not come

For me to end this sad song

But what I wanted you to know

Is that you’re the best

 



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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016

 

ANA MOURA

Paris rende-se no início da MOURA TOUR



"Resta dizer que Ana Moura não é mais uma cantora como as outras. Aos 36 anos, é uma estrela. Que faz a música portuguesa viajar."


4**** in Le Parisien, 11 de fevereiro

Foi uma casa cheia, a que recebeu Ana Moura e os seus músicos no mítico Olympia em Paris, no passado dia 19, naquela que foi a primeira data da TOUR Mundial de MOURA. Nas duas noites seguintes, Ana Moura foi recebida com lotação esgotada no Casino 2000, no Luxemburgo. Noites inesquecíveis para quem as viveu, como podem testemunhar as reportagens das televisões portuguesas presentes em Paris. Para ver aqui e aqui.
 
Foram também os franceses os primeiros a editar o novo disco no território internacional e continuam a chegar-nos os ecos da imprensa e rádios francesas. Podem testemunhar o que diz o Le Parisien e o Le Figaro, ou ouvir os elogios em francês que Ana Moura recebeu em direto, na rádio nacional France Inter, no dia em que interpretou ao vivo nos seus estúdios dois temas do seu novo disco. 

Entretanto, Ana Moura prepara-se para a estreia do vídeo do novo single de “Moura”, o tema “Tens os Olhos de Deus”. O vídeo tem estreia marcada para o próximo dia 3 de março e online já podem ser vistos duas amostras: Teaser 1 e Teaser 2  

Antes de iniciar a TOUR MOURA em Portugal, a cantora actua por duas vezes na Roménia, para depois então passar pelas maiores salas do País. Ver tour aqui.


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Letra

 

Tu Não Sabes


Tu não sabes

Quanto tempo vais poder

Dizer: «Este sou eu»,

Gritar que o chão é teu,

Tu não sabes,

Que o céu chama por ti,

Quando à noite te sorri,

Quando as pétalas se abrem

Só por si,

Tu não sabes.

 

Tu não sabes

Quanto tempo irás pedir

Quando o sangue te fugir,

Quando o punho se fechar

Sobre ti,

Tu não sabes,

Que o sonho não morreu

Quando o beijo se perdeu,

Que a manhã não acabou

Só por nós,

Tu não sabes.

 

Que palavras vais usar

Quando o sono não vier,

Quando a noite te disser:

«Vem comigo».

Que loucura irás dizer

Quando a mão que te apertar

Te pedir para ficares

Só mais um dia,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes.

 

Tu não sabes

Quantos rios se vão deter,

Quantos olhos vão beber

Nas palavras que colaste

Junto ao peito,

Tu não sabes,

Que os teus dedos são já meus,

Que se vão fechar nos teus,

Quando os barcos se despedem

Na maré,

Tu não sabes.

 

Que palavras vais usar

Quando o sono não vier,

Quando a noite te disser:

«Vem comigo».

Que loucura irás dizer

Quando a mão que te apertar

Te pedir para ficares

Só mais um dia,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes….

 

Muito Obrigado à Cristina Trigo pelo envio da letra.

 



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DARKO

 

“Prelude” é o EP que marca o regresso de Darko e apresenta o segundo álbum de originais, a ser lançado pela Sony Music Entertainment em Abril de 2016.


Ao sucesso dos temas "Crying Out" e "Fomos Somos", junta-se a composição "Não me Digas" e, ainda, dois inéditos exclusivos desta edição, que inclui também o tema "Bestie", com as participações de Emmy Curl e Mikkel Solnado.


"Não me Digas" assinala o retorno do colectivo de Zé Manel à escrita de temas em português e é um manifesto ao amor e às histórias inacabadas. Com influências de um fado que só ousa emergir da saudade, esta é uma poderosa balada que personifica a redenção de um regresso inesquecível ao passado recente. Para todos os que ousam amar sem temer as imperfeições do caminho.

 

Música
Dia 04
21:30H | 10

 



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Letra

 

"Leave the devil behind, you should open your mind"

He said, he said

Are you sick of this train, of getting old, insane

It's so sad, so sad

Have you ever really had a doubt, ever really had a doubt 'bout what they said

Have you ever really looked around, ever really looked around and change their way

 

Come on over, make the change

Make it happen through your days

While you're wide awake

Come on over, stop and see

What the world is meant to be

While you're wide awake

You're wide awake

 

You've got bombs on your feet when you walk in the street

In your way, your way

Now the summer is cold, they grabbed you more than gold

What a shame, a shame

Have you ever really had a doubt, ever really had a doubt 'bout what they did

Have you ever really looked around, ever really looked around and disagreed

 



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Obras de Avison, Avondano e García Fajer em estreia no Alentejo

Divino Sospiro abre Festival Terras sem Sombra
 
O Festival Terras sem Sombra de Música Sacra do Baixo Alentejo inicia a sua 12.ª edição no próximo sábado, dia 27, às 21h30, na igreja de Santo Ildefonso, matriz da vila de Almodôvar.Como as Árvores na Primavera: Avison, Avondano, García Fajer é o título deste concerto de abertura, que reúne a lusitana orquestra barroca Divino Sospiro, sob a batuta de Massimo Mazzeo.

Desde a sua fundação em 2004, este ensemble tem-se apresentado em importantes palcos nacionais e internacionais. O trabalho de investigação e recuperação do património musical português ou ligado a Portugal, nomeadamente, o do século XVIII, tem sido uma das primordiais prioridades das actividades dos Divino Sospiro. 

Lembrando a tradição italianizante de Charles Avison, mestre britânico pouco ouvido entre nós, Divino Sospiro no Festival Terras Sem Sombra, não só vai recriar uma música portuguesa tão formosa como a do lisboeta Pedro António Avondano, como interpreta uma obra-chave da música espanhola, Las Siete Palabras de Cristo en la Cruz, do riojano Francisco García Fajer.

Um dos traços essenciais do Festival assenta na trilogia Património-Música-Natureza. Após cada concerto – todos os espectáculos ocorrem nos serões de sábado – artistas, espectadores e membros das comunidades locais, no domingo, pela manhã, estão em acções ao serviço da defesa da biodiversidade, tendo por palco diferentes espaços naturais dos concelhos visitados. Isto representa uma excelente oportunidade para conhecer o património natural e cultural desta região, que apresenta alguns dos mais altos índices de preservação da Europa do Sul.

Assim, no dia 28 de Fevereiro, pelas 10h00, realiza-se a acção No Fio da Navalha: Conciliar o Montado com a Agricultura e a Pastorícia, com o objectivo de contribuir para a valorização do montado português. Uma sessão prática de demonstração do método que se deve aplicar na poda de quercíneas. A actividade visa a intervenção num projecto de arborização jovem, permitindo compreender a essência da engenharia florestal, avaliar densidades de povoamento, medir árvores e executar podas de formação.

De entrada livre, o Festival é organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja prolonga-se até  2 de Julho, e segue para Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja sob o título Torna-Viagem: o Brasil, a África e a Europa (Da Idade Média ao Século XX). Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural ao alcance de quem o deseje.


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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A MARAFONA anuncia e afirma o seu “ESTÁ DITO”.


Após a edição do EP “TIA MISÉRIA”, considerado entre os melhores da world music portuguesa de 2014, em menos de um ano e meio depois segue-se  o lançamento do primeiro álbum  previsto para 4 de Março de 2016 nas lojas.
 
“ESTÁ DITO” é um disco ambivalente, que se estende entre o passado e o presente, que se afirma como uma chegada e uma partida. Antes de ouvir o disco temos de nos preparar para uma viagem singular, de canção para canção, com o desafio de desenlear da abordagem vibrante da MARAFONA a inspiração na raíz popular portuguesa, tomando o gosto aos pós do corridinho, da chula, do vira, da cantiga de embalar, do fado, da canção de coimbra, da mazurca, da marcha, da alvorada transmontana e da valsa.
 
Em verdade, este é um disco de canções-retrato seja de personagens vilanescas, do amor Bocagiano, da Marafona de Monsanto a descobrir as faustuosas marchas de Lisboa, das histórias do dia-a-dia e do que mais inquieta.
 
A MARAFONA, é um quinteto que une um coro de vozes à voz grave e intensa de Artur Serra, assim como cruza os instrumentos de cordas e percussões da tradição portuguesa como as trancanholas, o cavaquinho, a guitarra portuguesa ou a viola campaniça de Gonçalo Almeida, os bombos e o adufe de Ian Carlo Mendoza, a instrumentos mais clássicos como o contrabaixo de Cláudio Cruz e a viola de Daniel Sousa.
 
A premissa destes músicos é a de criar e recriar, fazer canções originais com pontos de partida mas sem atilhos, abraçar a llinguagem popular e a linguagem contemporânea resultando na sonoridade que apelidam de “MP3 a válvulas”.
 
“ESTÁ DITO” é um disco com a chancela da Editora PontoZurca (Aline Frazão, Melech Mechaya, entre outros), produzido por Sérgio Milhano e pela MARAFONA,masterizado nos estúdios Uwe Teichert’s Mastering Studio (BEL) (Yann Tiersen, dEUS, Placebo, entre outros).


Conta ainda nas ilustrações com o trabalho de Catarina Sobral e com a participação especial de  Ana Bacalhau (Deolinda) e da Mitó (Naifa) na canção “A improvável toponímia da Marcha Popular, assim como de  Luís Peixoto (Júlio Pereira, Sebastião Antunes Trio), no tema “Traz Paz”, com a sanfona.
 
As canções são originais de Artur Serra e de Daniel Sousa, encontrando um tema da autoria de Pedro da Silva Martins (“Chovesse do Tinto” – música&letra) e outro de José Oliveira (“Corridinho das Comadres” – música, com letra de Artur Serra).



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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2016

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Wushta é Marcelo Graf Reis, nascido no Porto e atualmente a viver em Londres, editou o EP de estreia “Nuit Américaine/ Fête Sur La Plage”, registo que é profundamente inspirado na música disco dos anos 80 e na cultura futurística dessa época com uma imagética baseada no VHS e no Lo-Fi. Este trabalho foi editado pela recém criada editora independente Oh Lee Records, casa mãe de artistas como We Bless This Mess, Alpha Pup, Dirt Miles e Screaming Culture, que tem base no Porto e em Londres.

O EP está disponível, desde 22 de Fevereiro de 2016, em digital e edição limitada em cassete (30 unidades personalizadas e únicas).

- Stream do EP: http://wushta.bandcamp.com/
- Compra da K7: https://ohleerecords.bandcamp.com/album/nuit-am-ricaine-f-te-sur-la-plage

"Monte Carlo" lançado a 19 de Fevereiro, é o seu primeiro single e vídeo.
Foi produzido pela Inês Castanheira, artista do Porto que desenvolve instalações visuais e interactivas (https://vimeo.com/castanheira).
- Vídeo "Monte Carlo" (feat. Dust Devices): http://youtu.be/DD0KJD_bU_s



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Letra

 

Laptop na mão a mala no chão
Um futuro adiado é futuro ou solidão
É cedo para ter saudades tarde para voltar atrás
E ninguém a quem mostrar aquilo de que sou capaz
Curriculum vitae, competências, passaporte
Um perfil adequado e pouco mais que lhes importe
O hostel não é mau a vida não é tão ingrata
Aqui perto há um bar que tem cerveja barata

Já não dá para adiar proibido adivinhar

Às vezes ficar sozinho é uma dor que não se escreve
Quase toda a gente teme mesmo quando não se teme
Fez-se o que havia a fazer a gente dá o que tem
Um diploma na mão aprende-se a acreditar
Mas existe qualquer coisa que me está a faltar
A vida só faz sentido colorida de paixão
Ontem deram-me um sorriso é amor sim ou não

 



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Tio Rex viaja de Norte a Sul com Miguel Reis e Marta Banza nas próximas duas semanas, para apresentar o mundo auto-biográfico do cantautor, compondo o ambiente com a Folk portuguesa dos seus recentes trabalhos, do "Ensaio Sobre a Harmonia" (2015) ao EP "5 Monstros" (2014), passando por diversos temas de discos anteriores.


25 FEV - PORTO - Casa do Livro [+info]
26 FEV - RÉGUA - Teatrinho [+info]
27 FEV - SERTà- Clube Café

5 MAR - GUIA - Fnac AlgarveShopping (16h)
5 MAR - FARO - SRAF - Os Artistas [+info]
6 MAR - FARO - Fnac Faro (16h)

http://www.facebook.com/tiorexmachine
http://birutarecords.bandcamp.com/album/ensaio-sobre-a-harmonia
http://birutarecords.bandcamp.com/album/5-monstros



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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hugotorres.jpg

 

 

O ano 2016 arrancou para Hugo Torres da melhor forma com três concertos em palcos Suíços. Para além de vários espetáculos já marcados - destacamos por exemplo um grande concerto nas Festas de São João de Braga -, lançará já antes do Verão o seu DVD e disco gravados ao vivo no Theatro Circo e, mais para frente o segundo disco, “Cores”.


No novo trabalho contará com a participação de Miguel Faria(Dona Lu) e Yami Aloelela na composição de alguns temas. Na mesa está também o desejo de realizar gravação de duetos ao lado de nomes sonantes da música portuguesa.

 

Agenda HT

(Em constante atualização nas páginas oficiais)
27 de fevereiro - Penafiel 
5 de Março - Especial Dia da Mulher  (Merelim S.Pedro) 
16 de Abril - Auditório Vita 
20 de Junho - São João De Braga 
23 de julho - Santiago Fraião
14 de Agosto - Parada de Gatim

 

 



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Letra

 

Eu tou na noite
Em casa eu não estava bem
vim p'ra noite
Ninguém discutiu com ninguém
Mas estava meio estranho
Um clima pesado
Não sei como explicar

Mas também não quero explicar
Só sei que hoje vou-me estragar
estragar, estragar, estragar
(2x)

Mas também não quero explicar
Só sei que hoje vou-me

Já sei que vão-me chamar de louco
Quando eu voltar para casa
Mas enquanto isso eu peço um favor
abre a garrafa
Que o calor, me traz gelo, gelo
E água para molhar o cabelo
Vodka me arrepia o pelo, pelo

Mas não vou-me explicar
Só sei que hoje vou-me estragar
estragar, estragar, estragar
(2x)

Mas também não quero explicar
Só sei que hoje vou-me

Hoje tou tipo american
Que garrafa, yes we can
Nem sem quantas são
Devem ser eight, nine ou ten
Será que daqui a pouco eu não estiver
mais aqui não
Procura na zona vip
Eu estarei no meio do salão

Porque eu vim-me
estragar, estragar, estragar
Mas também não quero explicar
Só sei que hoje vou-me estragar
estragar, estragar, estragar
(2x)

Eu estrago de entrada a zona vip
Olho para a lady que ela curte a minha onda tipo
que vai acontecer, ela transpira confiança
a bela ai está com azar porque eu tou pronto pá matança
Eu não sei o que dizer
Eu sei que ela veio para aqui beber
Isso só facilita
Porque quando ela bebe
Quando ela bebe ela fica
Crazy

E eu não sei como explicar
Eu amo essa lady

Mas também não quero explicar
Só sei que hoje vou-me estragar
estragar, estragar, estragar
(3x)

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016
 
 

Em 2016, o CINCO MINUTOS DE JAZZ comemora 50 anos de emissões !


O indicativo sonoro do programa foi escrito e interpretado por Lou Donaldson, o saxofonista norte-americano que tem hoje 89 anos.
Os 50 anos do programa de rádio serão assinalados com três concertos protagonizados pelo saxofonista Steve Potts (73 anos, frequentador do Hot Club e que participou, nos anos 1970, na gravação do primeiro disco de jazz ao vivo em Portugal) nos dias 25, 26 e 27.

 

"Cinco Minutos de Jazz" é o programa diário - de segunda a sexta - mais antigo da Rádio portuguesa. A primeira emissão foi em 21 de Fevereiro 1966.
Desde 1993 na Antena 1, tem como objetivo divulgar música jazz de todos os estilos e de todos os anos.
Jazz de New Orleans
, swing dos anos 30, bebop dos anos 40, hard bop dos anos 50, estilos que coabitam até com o free jazz.
A sua abertura e fecho pertencem já à História da Rádio portuguesa.

Vencedor do Prémio de Melhor Programa de Rádio da SPA em 2014.

De Segunda a Sexta, na Antena 1 às 02:55 e 21:55 (edição Original) com José Duarte.

Ouvir programas

 

Retirado de Antena 1



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

 

 

Excuse me


If I bore you
When I talk about the things I like to do
Excuse me
If I'm not like them
I'd always liked to think there's something else out there

For us the world is a gift
A spin as a day
A turn as a year
And if the day give us rain
Let's stare at the falling drops

In the air that I breathe when you wonder outside
Touch of sunlight when the words getting dark
Slow down the pace of the clocks in our heads
So we can keep shaping the clouds

Excuse me
Is what you told me
When I didn't listen what you had to say
Maybe I am just like them
Forgetting you could also choose a way

Your view land they'd mind
Are two colour filters blazing my sky
Alone but together we'll share
The touch, the taste, the smell

Oh, the air that I breathe when we're wonder outside
Touch of sunlight when the words getting dark
Slow down the pace of the clocks in our heads
So we can keep shaping the clouds

Excuse me
Is what you told me
When I didn't listen what you had to say
Maybe I am just like them
Forgetting you could also choose a way

Your view land they'd mind
Are two colour filters blazing my sky
Alone but together we'll share
The touch, the taste, the smell

Oh, the air that I breathe when we're wonder outside
Touch of sunlight when the words getting dark
Slow down the pace of the clocks in our heads
So we can keep shaping the clouds

 

Letra e Música: Salvador Sobral/Leo Aldrey

 



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outonalidades.png

 

 

Conselheiros entram em acção e Espaços de música ao vivo já se podem inscrever!
São 253 os grupos candidatos a tocar no OuTonalidades 2016, ano da 20ª edição!


Terminado o prazo de inscrição de grupos, foram 253 as candidaturas recebidas para a 20º edição do OuTonalidades - circuito português de música ao vivo, que percorrerá Portugal no próximo outono. Segue-se agora a fase de pré-seleção, com o apoio de inúmeros Conselheiros. Simultaneamente, abre o período de adesão de Espaços de música ao vivo interessados em acolher os concertos do OuTonalidades 2016!


Oficialmente encerrado o período de candidaturas, os grupos candidatos passarão agora por uma pré-seleção, por forma a constituir-se a bolsa restrita de grupos que será disponibilizada aos Espaços de música ao vivo que, por todo o país, acolherão os concertos do 20ª OuTonalidades, circuito coordenado pela d’Orfeu. Em 2016, prosseguirá a estratégia de colaboração com outros circuitos e festivais, tanto no estrangeiro como em Portugal, pelo que as oportunidades do circuito vão bem além do outono!

Os 253 grupos inscritos nesta fase prévia, cujo processo decorreu no portal web do OuTonalidades, são maioritariamente portugueses (184) mas também há 69 grupos estrangeiros (que se propõem realizar intercâmbios com o circuito português nos seus países) de Espanha, França, Reino Unido, Malta, Macedónia, Itália, Suécia, Dinamarca, Suíça, Marrocos, Canadá e Brasil.

Reforçando uma prática das edições anteriores, para o processo de pré-seleção de grupos a d’Orfeu está a convidar vários músicos, jornalistas, produtores e programadores do meio cultural, na qualidade de Conselheiros do OuTonalidades 2016.

Paralelamente, decorre já o período de inscrição dos espaços de música ao vivo (cafés-concerto, bares de teatros, espaços culturais associativos e pequenos auditórios) interessados em acolher concertos da 20ª edição do circuito português de música ao vivo. O processo de adesão e, brevemente, de agendamento e programação dos grupos desenrola-se na plataforma web http://www.dorfeu.pt/outonalidades/.

 

http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



publicado por olhar para o mundo às 20:13 | link do post | comentar

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