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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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DEOLINDA

Novo disco aclamado pela crítica nacional



"Outras Histórias" é um dos melhores álbuns da música popular portuguesa da última década."

5***** Gonçalo Frota in Ípsilon, Público a 12 de fevereiro, 2016

"São um dos maiores fenómenos da música pop portuguesa, ao quarto álbum contam Outras Histórias, mas continuam a fundir ou confundir elementos da música tradicional portuguesa com outros do pop-rock."

Manuel Halpern in Jornal de Letras a 17 de fevereiro, 2016

"Outras Histórias", o quarto álbum do grupo, é o baile de sempre mas com novos passos, vindos de recantos distintos e sempre escolhidos a dedo. 

4**** Tiago Pereira in Observador a 19 de fevereiro, 2016

 "O quarto álbum da banda de Lisboa traz várias 'deolindas' dentro, da veraneante à que dança o funaná."

Lia Pereira in Revista E, Expresso a 20 de fevereiro, 2016

"Quarto álbum dos Deolinda, terceira reinvenção... E em várias direcções, todas certas. (…) As letras (mais crónicas de costumes ou mais colunas de opinião politica) continuam certeiras. E as músicas ainda mais."

5***** António Pires in Time Out a 24 de fevereiro, 2016

Editado há menos de uma semana, "Outras Histórias" tem recebido largos elogios dos meios de comunicação nacionais e tem sido amplamente divulgado, não como mais um disco dos Deolinda, mas como um dos melhores discos nacionais editados em Portugal na última década. Tudo graças à capacidade de se reinventarem de álbum para álbum, experimentando neste diferentes recursos musicais e parcerias, arriscando nos arranjos e interpretação, sempre sem perder de vista as histórias do quotidiano com que nos identificamos, crónicas de costumes narradas com fina ironia. 

O disco será apresentado ao vivo já este fim de semana semana em Famalicão, onde os Deolinda iniciam a nova digressão com dois concertos, dias 26 e 27. Muitas datas e cidades se seguem em Portugal e além-fronteiras, para consultar aqui. Em Lisboa, os Deolinda actuam no Teatro Tivoli BBVA, dia 22 de Abril, e no Porto, dia 6 de Maio, na Casa da Música. A primeira amostra do que serão estes concertos foi revelada no showcase que a banda fez, nos estúdios da TVI: aqui.

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Após 45 anos de carreira, já cantei Portugal de todas as maneiras. Já cantei as saudades e a tristeza da partida de cada imigrante, cumprindo a mesma trajectória de cada português por este mundo. Mas também já cantei as alegrias e as festas de um povo que insiste em ter esperança, de um povo que abre o seu coração e explode de alegria, bastando o estopim do toque de uma concertina, uma caneca de bom tinto, nos serões regados a recordações da Pátria e dos amigos distantes.

"Arrebenta a Festa" é o resumo de uma obra, de uma vida, é o desenrolar da história do Roberto Leal. Canto hoje, neste disco, a minha própria história... canções que saíram da minha própria alma, como Minha Gente, Bate o Pé, Trás os Montes, Casa de um Português, Canto da Terra, mas também canções que fizeram história em Portugal: Arrebita, Tiro Liro, Canção do Mar, O Pastor, Casa Portuguesa, Verde Vinho, Bailinho da Madeira, Cirigoça...


E, quando o trabalho ficou pronto, percebi que triste ou alegre, saudosa, grandiosa ou popular, essa é a música portuguesa: a que traz o coração à boca. Que chora, de olhos fechados e a mão no peito, a intensa agonia da dor do fado, mas que rodopia e salta de alegria, ao som rasgado e vibrante do seu folclore. Tudo explode. Tudo tem alma, tudo vem do fundo, vem de dentro. Não se fala por falar, não se canta sem sentir, não se baila sem se entregar de corpo e alma, num mergulho profundo em cada sentimento. Esta é a alma portuguesa. Isto é "Arrebenta a Festa"!

Roberto Leal

 

 

 

Letra

 

No comboio dos atrasos vai gente que a gente esquece
 
Logo pela madrugada vai o sinal de um bocejo
Vai a noite acordada vai a lembrança de um beijo
Vai quem perdeu quase tudo e quem não tem nada a perder
Vai alguém com um ar sisudo por não ter nada a dizer
Vai uma lágrima solta num olhar desamparado
Um bilhete de ida e volta que nunca foi usado
Um caso de amor secreto com perfume de abandono
Vais um olhar indiscreto e por resposta um olhar de sono
 
No comboio dos atrasos vai gente que a gente esquece
Vai quem nunca chega a horas e às vezes nem aparece
Devagar devagarinho eu conheço tantos casos
De quem passa a vida inteira não comboios dos atrasos
 
Logo pela madrugada vai quem já vai atrasado
Quem nem se quer deu por nada e vai dar ao destino errado
Vai quem quer andar no centro e do centro nunca sai
Vai quem não quer ir lá dentro mas não sabe onde va

 

TIAGO BETTENCOURT



O tema faz parte do último álbum do cantor, "Do Princípio"

O mais recente álbum de originais de Tiago Bettencourt, "Do Princípio" (2014), continua a ser uma autêntica caixa de surpresas. Depois de grandes sucessos como"Morena", "Aquilo Que Eu Não Fiz" e "Maria", é desvendada pela Rádio Comercial uma nova canção deste disco, "Sara", com um vídeo surpreendente e que dificilmente deixará os seus fãs indiferentes.

Sob a direção de André Gaspar, realizador do vídeo, a canção fala-nos de perdão e de regeneração. Filmado do fim para o principio, o movimento circular da câmara transposta-nos para um loop narrativo onde a realidade se confunde com a memória.    
A escrita e interpretação de Tiago Bettencourt já não necessitam de apresentações, mas com o vídeo de "Sara" é-nos proposta uma autêntica viagem visual, centrando-se na intensidade das emoções, dos gestos e da própria fraqueza humana.

"Do Princípio" é um dos trabalhos mais bem-sucedidos da carreira a solo de Tiago Bettencourt, tendo contado com colaborações de Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira (Orelha Negra). O disco foi apresentado com grande sucesso no final do ano passado nos palcos dos coliseus do Porto e de Lisboa, ao lado de convidados comoMárcia, Pedro Abrunhosa ou Paulo Gonzo

 

Letra

 

Fazes no dia que nasce
A manhã mais bonita
A brisa fresca da tarde
A noite menos fria
Eu não sei se tu sabes
Mas fizeste o meu dia também

Esse bom dia que dás é outro dia que nasce
É acordar mais bonita
Trabalhar com vontade
É estar no dia com pica
É passar com a vida e desejar-te um bom dia também
Um bom dia para ti
Não que apenas passa não que pesa e castiga
Não que esqueças mais tarde
Mas o dia em que me digas
Ao ouvido baixinho ai tu fizeste o meu dia também tão bom também

Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém

Fazes no dia que nasce
A manhã mais bonita
A brisa fresca da tarde
A noite menos fria
Eu não sei se tu sabes
Mas fizeste o meu dia também

Um bom dia para ti
E para o estranho que passa
Para aquele que se esquiva
Para quem se embaraça e se cala na vida
Mesmo que não o diga
Ai tu fizeste o meu dia também tão bom também

Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém
Faz também o dia de alguém

 

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Duarte editou o seu último disco em França “Sem dor nem piedade” no dia 20 de Fevereiro. Esgotou as 3 salas onde actuou, Théâtre​ de la Ville |Théâtre des Abbesses  no dia 20 fevereiro e La Courroie nos dias 21 e 22.

Conquistando o público francês com a sua forma original e pessoal de se apresentar no fado.
 
No próximo sábado dia 27 de Fevereiro pelas 21:30h o fadista actua no Centro Cultural do Redondo cuja lotação está esgotada.
 
Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email