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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

ANA MOURA

Paris rende-se no início da MOURA TOUR



"Resta dizer que Ana Moura não é mais uma cantora como as outras. Aos 36 anos, é uma estrela. Que faz a música portuguesa viajar."


4**** in Le Parisien, 11 de fevereiro

Foi uma casa cheia, a que recebeu Ana Moura e os seus músicos no mítico Olympia em Paris, no passado dia 19, naquela que foi a primeira data da TOUR Mundial de MOURA. Nas duas noites seguintes, Ana Moura foi recebida com lotação esgotada no Casino 2000, no Luxemburgo. Noites inesquecíveis para quem as viveu, como podem testemunhar as reportagens das televisões portuguesas presentes em Paris. Para ver aqui e aqui.
 
Foram também os franceses os primeiros a editar o novo disco no território internacional e continuam a chegar-nos os ecos da imprensa e rádios francesas. Podem testemunhar o que diz o Le Parisien e o Le Figaro, ou ouvir os elogios em francês que Ana Moura recebeu em direto, na rádio nacional France Inter, no dia em que interpretou ao vivo nos seus estúdios dois temas do seu novo disco. 

Entretanto, Ana Moura prepara-se para a estreia do vídeo do novo single de “Moura”, o tema “Tens os Olhos de Deus”. O vídeo tem estreia marcada para o próximo dia 3 de março e online já podem ser vistos duas amostras: Teaser 1 e Teaser 2  

Antes de iniciar a TOUR MOURA em Portugal, a cantora actua por duas vezes na Roménia, para depois então passar pelas maiores salas do País. Ver tour aqui.

 

Letra

 

Tu Não Sabes


Tu não sabes

Quanto tempo vais poder

Dizer: «Este sou eu»,

Gritar que o chão é teu,

Tu não sabes,

Que o céu chama por ti,

Quando à noite te sorri,

Quando as pétalas se abrem

Só por si,

Tu não sabes.

 

Tu não sabes

Quanto tempo irás pedir

Quando o sangue te fugir,

Quando o punho se fechar

Sobre ti,

Tu não sabes,

Que o sonho não morreu

Quando o beijo se perdeu,

Que a manhã não acabou

Só por nós,

Tu não sabes.

 

Que palavras vais usar

Quando o sono não vier,

Quando a noite te disser:

«Vem comigo».

Que loucura irás dizer

Quando a mão que te apertar

Te pedir para ficares

Só mais um dia,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes.

 

Tu não sabes

Quantos rios se vão deter,

Quantos olhos vão beber

Nas palavras que colaste

Junto ao peito,

Tu não sabes,

Que os teus dedos são já meus,

Que se vão fechar nos teus,

Quando os barcos se despedem

Na maré,

Tu não sabes.

 

Que palavras vais usar

Quando o sono não vier,

Quando a noite te disser:

«Vem comigo».

Que loucura irás dizer

Quando a mão que te apertar

Te pedir para ficares

Só mais um dia,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes,

Tu não sabes….

 

Muito Obrigado à Cristina Trigo pelo envio da letra.

 

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DARKO

 

“Prelude” é o EP que marca o regresso de Darko e apresenta o segundo álbum de originais, a ser lançado pela Sony Music Entertainment em Abril de 2016.


Ao sucesso dos temas "Crying Out" e "Fomos Somos", junta-se a composição "Não me Digas" e, ainda, dois inéditos exclusivos desta edição, que inclui também o tema "Bestie", com as participações de Emmy Curl e Mikkel Solnado.


"Não me Digas" assinala o retorno do colectivo de Zé Manel à escrita de temas em português e é um manifesto ao amor e às histórias inacabadas. Com influências de um fado que só ousa emergir da saudade, esta é uma poderosa balada que personifica a redenção de um regresso inesquecível ao passado recente. Para todos os que ousam amar sem temer as imperfeições do caminho.

 

Música
Dia 04
21:30H | 10

 

 

Letra

 

"Leave the devil behind, you should open your mind"

He said, he said

Are you sick of this train, of getting old, insane

It's so sad, so sad

Have you ever really had a doubt, ever really had a doubt 'bout what they said

Have you ever really looked around, ever really looked around and change their way

 

Come on over, make the change

Make it happen through your days

While you're wide awake

Come on over, stop and see

What the world is meant to be

While you're wide awake

You're wide awake

 

You've got bombs on your feet when you walk in the street

In your way, your way

Now the summer is cold, they grabbed you more than gold

What a shame, a shame

Have you ever really had a doubt, ever really had a doubt 'bout what they did

Have you ever really looked around, ever really looked around and disagreed

 

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Obras de Avison, Avondano e García Fajer em estreia no Alentejo

Divino Sospiro abre Festival Terras sem Sombra
 
O Festival Terras sem Sombra de Música Sacra do Baixo Alentejo inicia a sua 12.ª edição no próximo sábado, dia 27, às 21h30, na igreja de Santo Ildefonso, matriz da vila de Almodôvar.Como as Árvores na Primavera: Avison, Avondano, García Fajer é o título deste concerto de abertura, que reúne a lusitana orquestra barroca Divino Sospiro, sob a batuta de Massimo Mazzeo.

Desde a sua fundação em 2004, este ensemble tem-se apresentado em importantes palcos nacionais e internacionais. O trabalho de investigação e recuperação do património musical português ou ligado a Portugal, nomeadamente, o do século XVIII, tem sido uma das primordiais prioridades das actividades dos Divino Sospiro. 

Lembrando a tradição italianizante de Charles Avison, mestre britânico pouco ouvido entre nós, Divino Sospiro no Festival Terras Sem Sombra, não só vai recriar uma música portuguesa tão formosa como a do lisboeta Pedro António Avondano, como interpreta uma obra-chave da música espanhola, Las Siete Palabras de Cristo en la Cruz, do riojano Francisco García Fajer.

Um dos traços essenciais do Festival assenta na trilogia Património-Música-Natureza. Após cada concerto – todos os espectáculos ocorrem nos serões de sábado – artistas, espectadores e membros das comunidades locais, no domingo, pela manhã, estão em acções ao serviço da defesa da biodiversidade, tendo por palco diferentes espaços naturais dos concelhos visitados. Isto representa uma excelente oportunidade para conhecer o património natural e cultural desta região, que apresenta alguns dos mais altos índices de preservação da Europa do Sul.

Assim, no dia 28 de Fevereiro, pelas 10h00, realiza-se a acção No Fio da Navalha: Conciliar o Montado com a Agricultura e a Pastorícia, com o objectivo de contribuir para a valorização do montado português. Uma sessão prática de demonstração do método que se deve aplicar na poda de quercíneas. A actividade visa a intervenção num projecto de arborização jovem, permitindo compreender a essência da engenharia florestal, avaliar densidades de povoamento, medir árvores e executar podas de formação.

De entrada livre, o Festival é organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja prolonga-se até  2 de Julho, e segue para Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja sob o título Torna-Viagem: o Brasil, a África e a Europa (Da Idade Média ao Século XX). Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural ao alcance de quem o deseje.

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A MARAFONA anuncia e afirma o seu “ESTÁ DITO”.


Após a edição do EP “TIA MISÉRIA”, considerado entre os melhores da world music portuguesa de 2014, em menos de um ano e meio depois segue-se  o lançamento do primeiro álbum  previsto para 4 de Março de 2016 nas lojas.
 
“ESTÁ DITO” é um disco ambivalente, que se estende entre o passado e o presente, que se afirma como uma chegada e uma partida. Antes de ouvir o disco temos de nos preparar para uma viagem singular, de canção para canção, com o desafio de desenlear da abordagem vibrante da MARAFONA a inspiração na raíz popular portuguesa, tomando o gosto aos pós do corridinho, da chula, do vira, da cantiga de embalar, do fado, da canção de coimbra, da mazurca, da marcha, da alvorada transmontana e da valsa.
 
Em verdade, este é um disco de canções-retrato seja de personagens vilanescas, do amor Bocagiano, da Marafona de Monsanto a descobrir as faustuosas marchas de Lisboa, das histórias do dia-a-dia e do que mais inquieta.
 
A MARAFONA, é um quinteto que une um coro de vozes à voz grave e intensa de Artur Serra, assim como cruza os instrumentos de cordas e percussões da tradição portuguesa como as trancanholas, o cavaquinho, a guitarra portuguesa ou a viola campaniça de Gonçalo Almeida, os bombos e o adufe de Ian Carlo Mendoza, a instrumentos mais clássicos como o contrabaixo de Cláudio Cruz e a viola de Daniel Sousa.
 
A premissa destes músicos é a de criar e recriar, fazer canções originais com pontos de partida mas sem atilhos, abraçar a llinguagem popular e a linguagem contemporânea resultando na sonoridade que apelidam de “MP3 a válvulas”.
 
“ESTÁ DITO” é um disco com a chancela da Editora PontoZurca (Aline Frazão, Melech Mechaya, entre outros), produzido por Sérgio Milhano e pela MARAFONA,masterizado nos estúdios Uwe Teichert’s Mastering Studio (BEL) (Yann Tiersen, dEUS, Placebo, entre outros).


Conta ainda nas ilustrações com o trabalho de Catarina Sobral e com a participação especial de  Ana Bacalhau (Deolinda) e da Mitó (Naifa) na canção “A improvável toponímia da Marcha Popular, assim como de  Luís Peixoto (Júlio Pereira, Sebastião Antunes Trio), no tema “Traz Paz”, com a sanfona.
 
As canções são originais de Artur Serra e de Daniel Sousa, encontrando um tema da autoria de Pedro da Silva Martins (“Chovesse do Tinto” – música&letra) e outro de José Oliveira (“Corridinho das Comadres” – música, com letra de Artur Serra).

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email