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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

 

Oh, my love, my darling
I've hungered for your touch
A long, lonely time
Time goes by so slowly
And time can do so much
Are you still mine?
I need your love
I need your love
God speed your love to meLonely rivers flow
To the sea, to the sea
To the open arms of the sea
Lonely rivers sigh
"Wait for me, wait for me"
I'll be coming home, wait for meOh, my love, my darling
I've hungered, for your touch
A long, lonely time
Time goes by so slowly
And time can do so much
Are you still mine?
I need your love
I need your love
God speed your love to me
Lonely mountains gaze
At the stars, at the stars
Waiting for the dawn of the dayAll alone I gaze
At the stars, at the stars
Dreaming of my love far awayOh, my love, my darling
I've hungered, for your touch
A long, lonely time
Time goes by so slowly
And time can do so much
Are you still mine?
I need your love
I need your love
God speed your love to me

Songwriters
H. ZARET, A. NORTH

 

comboio fantasma.jpg

 

 

Hard Club acolhe festa de lançamento dos Comboio Fantasma

 

“Alice”, o single de estreia do Comboio Fantasma, será um dos temas que vão ser apresentados ao vivo no próximo dia 4 de setembro, pelas 24h00, na festa de lançamento da banda portuense, que se realiza no Hard Club (Porto). Até porque nesse dia é editado – por enquanto, em formato digital – o primeiro álbum deste projeto, Rebobina Se Caíres”, com o selo da Music In My Soul.

 

Comboio Fantasma é um projeto oriundo da cidade do Porto, influenciado pelas melhores bandas de Rock e Funk nacionais e internacionais. Passando pelo rock psicadélico, o funk e as fusões dos anos 70 até ao grunge e o rock alternativo dos anos 90, o projeto liderado por Joana Rodrigues (voz) carrega uma extensa "bagagem" de fusões que tornam a sua música genuína. No final de 2008, Joana e Luís Ribeiro (baixo) começaram a trabalhar alguns temas em português com o objetivo de criar algo novo e original que retratasse o poder do rock, o groove do funk e a qualidade das palavras da Língua Portuguesa. No verão de 2010, Pedro Pires (bateria) e Artur Silva (guitarra e voz) passaram a integrar o projeto, fazendo com que passasse a existir uma química entre o quarteto, que tornaria o trabalho de melhor qualidade e, definitivamente, muito mais rápido.

 

Nesse mesmo ano, a convite de uma banda amiga (Slow Motion Beer Walk), os Comboio Fantasma fizeram a sua primeira apresentação ao vivo no emblemático Hard Club. Uma noite memorável, que assinalou o ponto de partida – a primeira estação.


Entre 2011 e 2013, intercalaram períodos de composição intensiva enquanto realizavam vários concertos com boa aceitação por parte do público, em casas diversas como Plano B, Contagiarte, Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, Black Box Caldas da Rainha, Theatrix Coimbra e Café Concerto Vila Real e festivais como Barco Rock Fest Guimarães, GSM Barcelos, Lenteiro do Rio São Pedro do Sul e Crockas Rock Castelo de Paiva. Nesse período, também participaram em concursos de bandas de garagem, vencendo alguns.

 

Em 2013 iniciaram a produção do primeiro álbum, uma aventura demorada, principalmente por se tratar de uma produção autónoma. As faixas foram captadas nos Estúdios Sá da Bandeira e a produção esteve a cargo de Pedro Pires, que acumula à função de baterista a de produtor.

 

2015 é o ano em que, através da Music In My Soul, o Comboio Fantasma vai lançar o seu primeiro álbum.

 

COMBOIO FANTASMA

Facebook

https://www.facebook.com/comboiofantasma?fref=ts

 

02 Set, 2015

Ritchaz - Ka Pursi

 

Letra

 

KA PURSI (RITCHAZ)

 

Imigranti bedju, bu busca txeu

Bu spadja pe, bu dexa bus irmons

E bo ki anda mundu, bu djobi vida

Bu fronta txeu na busca pon di fidju (...)

 

Djo djuguta, vida ka purduau

Djo lagadji, distinu ka purduau

Djo djuguta, vida ka purduau

Djo lagadji, distinu ka purduau

 

Djobi cumida e ka pursi

Djobi um casa e ka pursi

Luta strangeru e ka pursi

Luta di pobri e ka pursi

 

E força di vontadi ki fazebu assi

Bai di dianti

E força di um sonhu ki fazebu assi

Bu ta venci

 

davidfonseca.jpg

 

 

Samuel Úria, Cuca Roseta e David Fonseca abrem caminho à rentrée do Cine-Teatro de Estarreja


São mais de 45 eventos que chamam a música, o teatro, dança, cinema, congressos, seminários e oficinas ao palco do Cine-Teatro de Estarreja entre setembro e dezembro de 2015. O edifício de Raul Rodrigues Lima (1909-1979), datado de 1950, bandeira cultural do país, acolhe, por ano, uma média de 300 eventos e 28 mil espectadores de toda a região. Mantém-se uma aposta regular na promoção de projetos artísticos multiculturais, ecléticos, atuais e pertinentes nos desígnios da contemporaneidade.

 

No calendário do último quadrimestre do ano, setembro arranca com o projeto que une a Radar 360º, vencedora da primeira bolsa Isabel Alves Costa, e a Companhia Clara Andermatt. “Novo-Velho Circo – Os Acrobatas do Desejo” chega ao CTE a 19 de setembro, aliando as artes circenses à dança contemporânea. Ainda no mês das vindimas, a música pop dá sumo e corpo a duas castas do norte e centro de Portugal. Primeiro Minta & The Brook Trout (25 set.), com Francisca Cortesão e Mariana Ricardo no Café-Concerto, depois Samuel Úria (26 set.) com luxuosos convidados: Manel Cruz e Ana Bacalhau repartem temas e vozes com o carismático “trovador de partilhas” natural de Tondela.

Logo no primeiro sábado de outubro, dia 3, o CTE recebe a visita do ator, encenador e dramaturgo brasileiro Vinícius Piedade, que apresenta o solo “Identidade”. Um exercício em permanente relação com o público, através da combinação de elementos como a música, a mímica e o teatro.

Em 2015, o Estarrejazz antecipa-se, migrando de novembro para o mês de outubro. O Festival de Jazz de Estarreja mantém lugar cativo no CTE, este ano com João Mortágua Quarteto, Quarteto Pedro Moreira, Trio Azul, com Carlos Bica, Frank Möbus e Jim Black, e o pianista Carlos Azevedo a contracenar com a Big Band Estarrejazz. No registo Afterhours haverá lugar para as formações Otorrino Trio e Samuel Lercher Trio. O Saramago Caffe Bar volta a associar-se ao Estarrejazz na dimensão “fora de portas”, com dois concertos, deixando que os improvisos do jazz contagiem a cidade. De 9 a 17 de outubro o panorama jazzístico nacional e internacional volta a correr nas veias estarrejenses.

A música continua em novembro com o projeto Segue-me à Capela (6 nov.) e sete mulheres que recuperam cantares tradicionais, Cuca Roseta (14 nov.) que apresenta “Riû”, novo disco da fadista, e ainda o desafio superado de Manuela Azevedo, denominado “Coppia”, espetáculo de música e dança que junta o casal Clã (Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves) ao coreógrafo vimaranense Victor Hugo Pontes. No final do mês, mais concretamente no dia 28 de novembro,  o teatromosca apresenta a peça “Moby-Dick”, partindo do romance homónimo de Herman Melville. Considerado pelo semanário Expresso como um dos melhores espetáculos do ano 2013, “Moby-Dick” fala de obsessão e vingança.

David Fonseca
e Pedro Jóia chegam em dezembro ao equipamento cultural estarrejense. “Futuro Eu” é o mais recente projeto de David Fonseca (4 dez.), que, de forma inédita, mergulhou no mundo da escrita em português. No espaço Café-Concerto,Pedro Jóia (12 dez.) faz-se acompanhar da guitarra e por um repertório de cariz popular que o próprio revestiu.

Novos desafios para a comunidade e agentes culturais locais

O CTE, como polo cultural determinante na formação de públicos para o consumo artístico e espaço âncora de trabalho do LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa, plataforma municipal regida pelos princípios da educação pela arte e aprendizagem ao longo da vida, trabalha uma relação de proximidade com a comunidade, tendo promovido vários projetos que contam com a participação ativa da população. O próximo, intitulado “Onde é o Lá?”, leitura encenada inserida no programa do Festival Sénior 2015, promovido pelo Município de Estarreja, procura resgatar as “histórias dos avós”. Todos os que têm mais de 50 anos de idade estão convidados a integrar o elenco de “Onde é o Lá?”. Os ensaios decorrem de 26 a 30 de outubro e o espetáculo final será a 31 do mesmo mês, no CTE.

Os agentes culturais têm no CTE palco privilegiado para apresentação dos seus projetos. Depois de ter sido lançado o repto aos Contraponto, em abril deste ano, o grupo juvenil de música a capella regressa para contracenar com os coros do concelho. Esta união de vozes marca o tradicional Concerto de Natal que anualmente tem lugar no CTE.

 

Ainda no âmbito do LAC – Laboratório de Aprendizagem Criativa, o CTE recebe a performance de dança e matemática “O Homem que só pensava em números”, um solo de Pedro Carvalho, com produção da Companhia Instável, cuja sessão para famílias será dia 15 de novembro, às 16h00.

 

Também há espaço para os cinéfilos

Filmes para todas as idades, dos vários géneros e indústrias. Com a entrada do Cinema Digital, quem procura o grande ecrã do CTE encontra um cartaz com filmes atuais e atrativos. “O Pátio das Cantigas” (27 set.), de Leonel Vieira, é o próximo filme em exibição. “Mínimos” e “Missão: Impossível - Nação Secreta” chegam ao grande ecrã do CTE no primeiro domingo de outubro, dia 4, e “You’re Not You”, no dia 18, com mais uma excelente prestação da atriz Hilary Swank. Mantém-se o cicloQuintas de Cinema, uma parceria com o Cine-Clube de Avanca.

 

Toda a programação cultural do Cine-Teatro de Estarreja encontra-se disponível em www.cineteatroestarreja.com, sendo já possível consultar a versão digital da agenda municipal. Os bilhetes para todos os espetáculos e eventos estão à venda na BOL (Bilheteira Online), a partir do dia 24 de agosto e na Bilheteira do CTE, a partir de 9 de setembro.

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__

THE-PLAYAR.PNG

 

 

The Playar: Festa de lançamento em Lisboa

 

O Tokyo Lisboa é o local escolhido pelos The Playar para a festa de lançamento do seu álbum de estreia, Close Enough to the Sky”. O concerto realiza-se já no próximo dia 2 de setembro, pelas 24h00. No dia 6, a banda tem um showcase marcado na FNAC do LeiriaShopping a partir das 17h00. Disponível em formato digital e à venda em CD desde o passado dia 20 de julho, este trabalho tem o selo da Music In My Soul e conta com “Not Alone” como single de apresentação.

 

Os The Playar são um projeto que nasceu em 2009, em Leiria, fruto de várias influências e experiências. Os três elementos fundadores – Luís Emanuel (guitarras e voz), Ricardo Silva (baixo e voz) e Samuel Faria (bateria) –, todos primos, começaram a tocar juntos, criando, improvisando e brincando. Em junho desse ano juntou-se o quarto elemento, o saxofonista Arnaud António. Desde 2012 que a banda conta também com Paulo Cardoso (saxofone) e, já em 2014, Samanta Batista passou a integrar a formação como vocalista principal.

 

Esta é uma banda de originais que vai desde o Rock Acústico até ao Hard Rock, com algum sabor a Blues e uma ou outra referência ao Jazz. Com influências diversas, como Dave Matthews Band, Queen, Red Hot Chili Peppers ou Led Zeppelin, são um grupo de criação, improviso, experimentação, sentimento e muito divertimento.

 

O "nascimento oficial" dos The Playar deu-se no dia 18 de julho, na sua terra natal, Leiria, com um concerto organizado pelos mesmos. Ainda em 2009, a 25 de julho, venceram, na Praia do Pedrógão, o concurso de bandas inserido no I Festival de Verão. Desde então, têm participado em vários concursos e eventos musicais: VII Festival Secundário – Gouveia; Festival da Canção TASE 2010 – Santa Eufémia (3º lugar); Concurso de Bandas de Garagem Cano Bravo – Sousel; II Festival de Verão – Praia da Vieira (3º lugar); III Concurso de Bandas de Avelar (1º lugar); Rock Rendez Worten; Levi’s Unfamous Music Awards. De salientar ainda o concerto de 5 de fevereiro de 2011, no Teatro Miguel Franco, em Leiria, e o concerto integrado nas tradicionais Festas em Honra de Nossa Senhora da Conceição e de Cristo Ressuscitado, em Santa Eufémia.


O nome The Playar lê-se precisamente como “the player”, em inglês. Trata-se de um discreto jogo de palavras, que junta “play” (tocar) e “are” (somos): significa “tocamos o que somos”, uma banda que toca o que é e o que vive.

 

Letra

 

PA LIBRA-M (RITCHAZ)

 

Eh! Nha corpu ka ta cansa

Eh! Nha xintidu e longi mi

N'ka tem mumentu pa n'ta durmi

N'ka teni tempu pa n'ta cumi

 

Eh! Mi n'ka dadu nada

Eh! Mi n'ka toma nada

N'ka tem mumentu pa n'bazofia

N'ka teni tempu pa n'ta purfia

 

E mi ki studa mundu, cori mundu, n'ka odjadu

E mi ki lancia mundu, furta mundu, n'ka culpadu

E mi ke mi, ki naxi si pa vivi rabeladu

E mi, so mi, pa la ku li, n'ta sta concentradu

 

Eh! Dja n'ka tem ganacia

Eh! Dja n'ka teni raiba

N'ka tem mumentu pa n'ta durmi

N'ka teni tempu pa n'ta cumi

 

Pa libra-m! Nhos libra-m!

Pa libra-m! Nhos libra-m!

Pa libra-m! Nhos libra-m!

Pa libra-m! Nhos libra-m! (...)

 

Nha caminhu eh longi, nha distinu eh cumpridu

Mi n'ka bem nem pa n'dura, nha distinu eh...

 

Hora ki n'txiga n'ta ri! Ma n'ta ri!

Mi n'ta ri! N'tem ki ri! (...)

 

festadasvindimas.jpg

 


Palmela em festa

A cultura tem lugar de destaque. Às manifestações tradicionais que o povo mantém com fervor, junta-se um movimento associativo dinâmico e uma agenda de eventos recheada de propostas de qualidade reconhecida a nível nacional e internacional, em áreas como o teatro, a música ou a dança.

A Festa das Vindimas de Palmela é a maior festividade do concelho, numa celebração da vinha e do vinho. Ao longo de seis dias, momentos de grande tradição como, a Pisa da Uva e a Bênção do Mosto, do Cortejo de Camponeses ou dos Cortejos Etnográficos deslumbram milhares de visitantes. A promoção dos vinhos, os espetáculos musicais, o simulacro do incêndio do castelo (fogo de artifício) e a eleição da Rainha das Vindimas são alguns dos momentos que fazem a festa.

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Retirado de CM de palmela

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