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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

29 Set, 2015

Mariza - Alma

 

Letra

 

Puedo decir que está vacia

cada una de estas calles

 

puedo decir que veo gente

y sin embargo no veo a nadie

 

puede decir que solo los coches  me duermen

puedo demostrar que no respiro

el aire que todos respiran

 

puedo deicr que soy el ultimo testigo de un jardin perdido

que nadie habita

y ahora que mi tiempo ya se acaba

no puedo explicar porque te has ido

no puedo deicr tu nombre sin escalofrios

 

alma

me duele ser el alma

te busco como un loco cada noche en mi ventana

no puedo dormir sin el latido de tu voz

me miro en tu mirada y no veo nada

 

alma

me duele ser el alma

te busco como un loco cada noche en mi ventana

no puedo dormir sin el latido de tu voz

me miro en tu mirada y no veo nada

no veo nada

 

puedo subirme a los tejados

donde solo vive el viento

puedo describirte en el colmado de mim miente de um descaro

en tonos viejos

 

y ahora que mi tiempo ya se acaba

puedo explicar porque te has ido

no puedo decir tu nombre sin escalofrios

 

alma

me duele ser el alma

te busco como un loco cada noche en mi ventana

no puedo dormir sin el latido de tu voz

me miro en tu mirada y no veo nada

no veo nada

 

alma

me duele ser el alma

te busco como un loco cada noche en mi ventana

no puedo dormir sin el latido de tu voz

me miro en tu mirada y no veo nada

no veo nada

 

alma

me duele ser el alma

te busco como un loco cada noche en mi ventana

no puedo dormir sin el latido de tu voz

me miro en tu mirada y no veo nada

no veo nada

 

 

 

"SE ME AMAS" - XUTOS & PONTAPÉS ACÚSTICO

  • 28 NOV MULTIUSOS GUIMARÃES
  • 18 DEZ CAMPO PEQUENO


Há muitas histórias dentro da História dos Xutos & Pontapés. A história do «acústico» é uma das mais bonitas. Porque há coisas que não são planeadas mas podem ser muito importantes. Há momentos, inesperados, em que uma banda renasce porque se reencontra: consigo mesma, com as suas canções e com o público.
Em 1995, de uma emissão de rádio, fez-se um disco – Ao Vivo na Antena 3 – que mudou o modo como este país sentiu a força da música dos Xutos & Pontapés. As canções, já feitas hinos, tornaram-se ainda maiores e – depois disso, por causa disso – nada voltou a ser como antes.

Agora, vinte anos depois, Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui revisitam esse momento tão singular nas suas carreiras: «Se me amas» é o regresso dos Xutos & Pontapés ao formato (quase) acústico, por duas noites apenas. Um encontro feliz e raro, feito de desafio e cumplicidade, entre músicos totalmente entregues à essência de canções que fazem parte da vida. Da deles e da nossa.

Preço Bilhetes: de 15€ a 35€
Venda bilhetes: www.ticketline.pt | Galeria Comercial Campo Pequeno | Casino Lisboa | C.c. Dolce Vita | C. c. MMM | C. c. Mundicenter | El Corte Inglés | FNAC | Worten | Abreu Reservas 1820 (24 horas) |Bilheteira Multiusos Guimarães

 

Retirado de Antena 1

 

Letra

 

A

Damn im getting there now

I go harder

You can see the fire in my eyes now

I push harder

 

B

Strong enough to come alive again

Flames all over me

Don't need your fake love shut up

Don't come to me with that language

And

 

REFRAO

Let me do the talking

Let me do the talking

Let me do the talking ohh

Let me do the talking

Let me do the talking

I go harder so let me do the talking boy

 

Supa dupa fly you cant try

But you cant do it like me

You know My own light is something you can't buy

Not even if you stole from me

 

A2

You tought that i was breathless

No chance to fly

But you cant kill a champion

No matter how hard you try

 

B

Strong enough to come alive again

Flames all over me

Don't need your fake love shut up

Don't come to me with that language

And

 

REFRAO

Let me do the talking

Let me do the talking

Let me do the talking ohh

Let me do the talking

Let me do the talking

I go harder so let me do the talking boy

 

BRIDGE

And i don't know what u talkin boy

shut the hell up sorry fella im not u're damn toy

And i don't know what you talking boy

shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy

And i don't know what you talking boy

shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy

And i don't know what you talking boy

shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy

 

REFRAO

Let me do the talking

Let me do the talking

Let me do the talking ohh

Let me do the talking

Let me do the talking

I go harder so let me do the talking boy

 

xanatoctoc.jpg

 

XANA TOC TOC

Esgota Campo Pequeno em Lisboa



Espetáculo no Coliseu do Porto já no próximo Domingo

O Campo Pequeno rendeu-se à Xana Toc Toc! No passado domingo e perante uma sala completamente cheia, a Xana Toc Toc e os seus amigos trouxeram magia a todas as crianças.
 
Está de volta o mundo mágico da Xana e dos seus amigos! Nestes 2 espetáculos, que marcam o regresso da Xana aos palcos, as aventuras são muitas, a criatividade, fantasia e diversão também. No espectáculo serão apresentadas as músicas do último disco da Xana, "Xana Toc Toc no Seu Trolipop", mas também sucessos anteriores como "Espantalho Trapalhão", "A Mala Cor de Rosa" e a sempre presente "Xana Toc Toc".
 
A acompanhar a Xana estão outras personagens além dos Amigos Toc Toc que os mais pequenos já conhecem tão bem. O colorido Trolipop da Xana levam-nos todos viajar à boleia das músicas num espetáculo imperdível e recheado de alegria!
 
Não percas o espétaculo no Coliseu do Porto no próximo domingo, dia 4 de Outubro, às 17h.

 

 

Letra

 

Minha mãe como não morro
À vista desta carnagem
Dou por mal paga a viagem
A tais foguetes não corro

Não sei dos meus lavagantes
Nem da mulher que me espera
Quero sair desta guerra
Mesmo agora neste instante

Ai carnes do meu padrinho
Podeis tremer à vontade
Que a vida do teu sobrinho
Vale bem a tua idade

E mais a tua canseira
Em me ensinares que não dorme
Aquele que mata a fome
A quem só tem caganeira

Livra-me dos teus cuidados
Rezo dois mil padre-nossos
Assim me cuidem dos ossos
Sejam eles mil diabos

Agora tenho cagaço
Como quando era menino
E me tolhiam os braços
Temores ao verbo Divino

Levanta ferro meu corpo
Vê se podes dar um passo
Valham-me todos os santos
Das caminhadas que faço

Tão pouco pode a natura
Nestas afrontas mortais
Que um homem morre mil vezes
Mil e uma é já demais

 

catarina boto.jpg

 

 
O meu nome é Catarina Boto, sou cantora e lancei à pouco tempo o meu primeiro trabalho a solo "No turning back", online e tambem em formato fisico (CD). Fui finalista do programa "Idolos" em 2009, depois disso fiz parte do projecto L.NO.G e Mistah Isaac and the soul food junkies. 
 
Este meu novo trabalho é muito pessoal pois todas as musicas foram escritas por mim. A sonoridade viaja entre o r&b o trap e o hiphop. O meu primeiro single chama-se "Let me do the talking" e recebeu um grande feedback por parte do publico, lancei ha uma semana um novo sinlge juntamente com o MC Ary, "We can fly" é uma critica à industria musical.
 
Vou lançar em Outubro o meu proximo single com videoclip que se chama "Paper in the pocket". Até agora fiz a apresentaçao do meu projecto em casas como Auditorio Carlos paredes e "O Bom O mau e O vilao". 
 

 

davidfonseca.jpg

 
Carta de David Fonseca

 

O meu nome é David Fonseca e sou músico. Faço também muitas outras coisas, algumas pequenas e insignificantes, como desviar os pés das formigas  que constroem um universo desconhecido subterrâneo a 4 metros da minha porta de casa, e outras maiores e fulcrais, mas que acabam por ocupar o mesmo espaço das pequenas. E hoje, no anúncio público do meu novo trabalho discográfico, resolvi ser eu a escrever o press-release que geralmente acompanha estes eventos, habitualmente cheios de adjectivos sonantes e informação genérica carregada de datas e factos mais e menos relevantes. Não que tenha algo contra press-releases e outros mecanismos de promoção anónima, mas este é um momento especial para mim e prefiro falar-vos dele de forma mais pessoal. Vou tentar ser breve, sei bem como o tempo nos escapa a todos. A minha boca encostada ao vosso ouvido, a hesitar entre palavras, como explicar o que me atravessa o coração há tanto tempo?

Há um ano e meio entrei numa casa vazia a poucos metros do mar, o Inverno a empurrar o vento contra as janelas, a familiaridade de uma casa onde curei desilusões e alimentei sonhos, quase todos impossíveis como os sonhos devem ser. Um computador, uma máquina de escrever, um microfone, um teclado e uma guitarra foram montados no meio da sala e, desligado do mundo lá fora, deixei o meu mundo interior tomar conta daquele local, a minha voz a bater nas paredes, fita-cola a prender as teclas num acorde só, cordas que partiam com a agitação e ânsia do momento. O caos de ideias e sons de muitas horas deu lugar a um longo e solene silêncio, de onde abruptamente emergiu a minha voz a cantar estas palavras:

"Não vás
Não deixes um momento só levar
A luz do teu lugar"

Foi assim que, sem o ter decidido conscientemente, o meu primeiro disco inteiramente cantado em língua portuguesa começou a acontecer. Algures no meu mundo interior, encontrei-me de frente com esse sítio que tão poucas vezes explorei na minha vida. O que me levou até esse sítio é uma história mais longa e dura, pouco dada à brevidade do formato de um press-release, fica para outro sítio, outro dia.

Olho para esta página em branco e tento imaginar uma forma de descrever este disco sem recorrer aos lugares comuns habituais como "o disco mais pessoal de sempre" ou a insuportável "pedrada no charco", mas não me ocorre nada que possa exaltar de forma precisa o meu entusiamo com este conjunto de canções. Nunca um trabalho musical esteve tão perto da minha forma desajeitada, inconstante, revoltada, inquieta e sedenta de viver os dias, as horas, os segundos, as pessoas, os sítios, as mãos que me agarram, o amor, sempre o amor. Não sei descrever música, duvido que alguém o saiba verdadeiramente, mas a intensidade com que toda esta aventura foi vivida traz à tona esses lugares abstractos e infinitos que fogem à normalização dos dias, à uniformização dos sons e ideias que atravessam o nosso espectro sonoro em melodias de fundo no centro comercial, ao encontro suave ou violento com as emoções que não encontro noutro lugar senão na música. Talvez seja um disco emocionalmente político, a contar a minha história  também na esperança de encontrar os meus pares de aventura do outro lado da linha. Corro para a frente, é o único sítio que tenho para correr na esperança de te encontrar. E vou parar por aqui, há quanto tempo estamos aqui deitados?

Onde, como, porquê, quem:

"Futuro eu" chega às lojas no dia 16 de Outubro e está em pré-venda  a partir de hoje no iTunes e Fnac a um preço especial até à data de lançamento.

Até à data deste press-release foram lançadas 3 canções de "Futuro eu" e 3 lados-B, todos editados digitalmente e em vinil numa edição limitada, todas com vídeos realizados por mim (à excepção de "Hoje eu não sou", filmado pelo talentoso André Tentúgal) e cujos bastidores incluem um mundo de aventuras que nunca poderei partilhar com ninguém pelo seu conteúdo sórdido e vagamente ilegal. Se nunca os viram ou ouviram, convido-vos a fazê-lo neste momento solene de campanha discográfica:
 
"Futuro eu" + "Sem Aviso"
"Chama-me que eu vou" + "É-me Igual"
"Hoje eu não sou" + "Senso"
 
Este é o alinhamento do disco:
1. Futuro eu
2. Chama-me que eu vou
3. Não dês só para tirar
4. Deixa ser (com Márcia)
5. Só uma canção no mundo
6. Hoje eu não sou
7. Eu já estive aqui
8. Funeral
9. Mais do mesmo
10. Deixa a tua voz depois do tom
11. Agora é a nossa vez
 
"Futuro eu" tem data marcada para ser apresentado ao vivo em Lisboa e Porto, onde toda esta fantasia musical se tornará em algo real e possível de agarrar com as próprias mãos. Sem momentos virtuais ou painel de likes, convido-vos a desligarem os telemóveis e a entrar neste barco agitado comigo pela primeira vez, as velas a rasgar com o vento, o mundo a desaparecer lá fora, como na casa onde tudo isto começou.

Lisboa, Centro Cultural de Belém, 30 de Outubro.
Porto, Casa da Música, 31 de Outubro.
 
Cordialmente me despeço com o desejo sincero que nos encontremos em breve, 
"olhos nos teus olhos, 
emocionados pelo espanto de ser, 
de aqui estar
contigo."
 
David Fonseca

 

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