OS P4R OU 1MPAR LANÇAM NOVO EP!
Com uma musicalidade que transpira ritmos alegres e contagiantes, os P4R ou 1MP4R lançaram no passado dia 25 de setembro o seu primeiro single - “Baú dos Desejos” - cujo videoclipe será apresentado brevemente. O tema serve de apresentação ao novo trabalho discográfico da banda, também intitulado de “Baú dos Desejos”, lançado no passado dia 2 de outubro com o selo da Music In My Soul.
O projeto musical P4R 0U 1MPAR surgiu em 2012 quase por obra do acaso, quando, num bar em Évora, Ana Velez cantava entre amigos e Pedro Peças a convidou para cantar os seus temas originais há muito guardados na gaveta. Iniciaram então um percurso que os levou a atuar em hotéis, bares e restaurantes sempre no Alentejo, de onde são naturais. Esta ligação, cantada em português, levou à criação de uma sonoridade única nos temas originais, tornando difícil de definir um estilo devido às diferentes influências de cada um: Bossa Nova, Fado, Cante Alentejano, Blues e Jazz.
O nome “Par ou Ímpar”, entre as demais simbologias que representa, traduz também os vários formatos pelos quais já se apresentaram ao vivo, com a colaboração de vários músicos eborenses. O terceiro elemento a fazer parte do projeto foi o músico Nuno Florindo, com responsabilidades acrescidas, uma vez que, além de músico, assume as funções de produtor na gravação dos temas originais, assim como o guitarrista João Cágado, também ele músico e produtor – e desde a primeira hora muito ligado ao projeto. Os últimos elementos a juntarem-se à “família P4R OU 1MP4R” foram Sérgio Gouveia (viola baixo), Nuno Barriga (bateria) e Nuno Páscoa (piano/teclados).
Letra
Se me amas
Se me queres
Não procures aquilo que
Não há em mim
Se me amas
Se me queres
Não me prendas
Sempre ao pé de ti
Se me amas
Se me queres
Não faças de mim palhaço
Não quero ser um fracasso
Nas tuas mãos
Já te disse toma cuidado
Que o amor quere-se bem passado
Quando chega a submissão
Quando chega a obrigação
Há por aí muitas damas
Se me amas
Se me amas
Se me queres
Não me faças nunca
Dizer que não
Se me amas se me queres
Não faças de mim palhaço
Não quero ser um fracasso
Nas tuas mãos...
Já te disse toma cuidado
Que o amor quere-se bem passado
Quando chega a submissão
Quando chega a obrigação
Há por aí muitas damas
Se me amas.
Festival 6 Continentes - 2015
(Festival Internacional da Música Lusófona) 2ª Edição - Dias 17 e 18 de Outubro
2ª Edição do Festival, depois de uma 1ª que envolveu cerca de 70 cidades e Vilas do Mundo e 500 Artistas de Todas as Áreas! O Maior Evento Cultural da Lusofonia
Participação de GUIMARÃES e TERRAS de BOURO, PORTUGAL
Mentor, Director Exclusivo e Coordenador: Filipe Larsen
Representante e Organizador: Lucy Bream
GUIMARÃES, PORTUGAL (158.124 habitantes - 240,95 km2)
Dia 17 de Outubro de 2015:
- 16,00 h - «XI Encontro de Artistas Vimaranenses»
( 2 Mostras: Exposição de Artes Artes Plásticas - Literatura e Artes de Palco)
- 20,00 h - Jantar e Sarau - Concerto de Musica Portuguesa - Grupo «Trio musical "OS BOÉMIOS "»
Programa:
Dia 17 de Outubro - 16, 00h
«XI ENCONTRO DE ARTISTAS VIMARANENSES»
Exposição de Artes Plásticas:
(Pintura, Escultura, Desenho, Fotografia, Artes Decorativas)
- Literatura e Artes de Palco.
Tema: "O Vimaranes"
Inauguração da Exposição das 16,00h às 19,00h:
- Música Portuguesa - Grupo "VOA" com a interpretação "Part(ilha)", composição com que concorreram e ganharam o concurso "Guimarães a Cantar" em 2014, sobre o tema "Nenhum Coração é uma Ilha".
- Artes de Palco:
- Poesia e Gesto Corporal - Grupo "Arte Vadia"
- Literatura - Angelino Pereira - Um Momento com o Autor.
- Musica Portuguesa - Fado
Local 1 - Nas instalações da Associação Assembleia Guimarães)
Rua Professor Egas Moniz (Praça Cidade de Igualada),
Local 2 - No S. Francisco Centro Comercial, Loja 65 A.
(Exposição patente ao público até 31 de Outubro)
Dia 17 de Outubro - 20,00 h (Jantar e Sarau)
- Concerto de Musica Portuguesa - Grupo «Trio musical " OS BOÉMIOS "»
(na Casa de Pasto Fertuzinhos Av. da República, Nº 652, Vila Caldas das Taipas, 4805 - 155, Guimarães
(Com a Colaboração e Apoio - GUIMARÃES:
União de Freguesias da Cidade; S. Paio, S. Sebastião e Oliveira do Castelo - Guimarães,
Equipa organizadora de «Artistas Vimaranenses»,
Associação Assembleia de Guimarães,
Casa de Pasto Fertuzinhos, Caldas das Taipas.
Retirado de Hey Event
2 de Outubro 22 Horas
Entrada Livre
Para todos os públicos e para todos os gostos, o "Mercado da Música" leva sonoridades ao vivo ao mercado municipal.
Se durante o dia há legumes, flores, vestuário e calçado, à noite, no mesmo espaço tudo se transforma. O mercado municipal passa a ser um palco para receber todas as sextas à noite, das 22h às 23h, um concerto. E assim será até 11 de dezembro.
Do fado ao jazz, passando por ritmos ciganos, a música chega a todos! A entrada é livre.
Este ciclo de concertos é uma iniciativa da Câmara Municipal de Amarante e arranca já a 12 de junho, com “Tributo a Chico Buarque”*, ao longo de uma hora de espetáculo.
O “Mercado da Música” também oferece aos visitantes uma Feira do Disco e do Livro, uma Feira de Colecionismo e um Luthier (artesão de instrumentos musicais) da Viola Amarantina.
Letra
Fogo
Arde por dentro
Numa chama
Num lume brando, lento
Toma conta de mim
Queimando meu ser
Deixando cinzas
Espalhadas no mar
Sinto-me só
Ardendo em desejo
Buscando na Morte
O último lampejo
Deste fogo, deste ardiúme doentio
Já nem sei
Nem espero mais de mim
Só quero que este fogo
Me queime no fim
O'culto da Ajuda
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Durante esta Quinta Aberta estaremos à conversa com Vítor Rua que irá apresentar a sua própria obra e a música de Karlheinz Stockhausen. |
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OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
Workshops e sessões especiais de entrada livre
A 12ª edição do OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro - promovido pela OUT.RA - Associação Cultural, com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro arranca já no dia 8 de outubro e prolonga-se até 11 do mesmo mês.
Para além de 21 concertos, o Festival volta a oferecer workshops e sessões especiais, de entrada livre.
No dia 8, EDDIE PRÉVOST, percussionista e membro fundador dos AMM condensará numa sessão única, na Escola Conde de Ferreira, cinquenta anos de música improvisada e várias décadas de partilha na sua "London Workshop".
No dia 9, RUSSELL HASWELL ocupará as oficinas da ADDAC System, empresa lisboeta na vanguarda da síntese modular para, em conjunto com o seu mentor ANDRÉ GONÇALVES, levar os participantes numa viagem pelas novas possibilidades de expressão sónica oferecidas.
No dia 11, pela manhã, uma sessão de yoga única conduzida por LARAAJI, antes do seu concerto nessa tarde, no Yoga Spot Barreiro.
Para participar em todas estas atividades, deverá realizar a sua inscrição através do e-mail workshops@outra.pt, deixando o nome completo e contacto telefónico. No caso do workshop de EDDIE PRÉVOST deverá mencionar o instrumento que pretende levar.
Novos palcos da cidade abrem-se para a edição deste ano, com destaque para o Museu Industrial da Baía do Tejo, a sede da ADAO - Associação Para o Desenvolvimento das Artes e Ofícios -, e a Escola Conde de Ferreira - Centro de Produção e Participação Artística.
O passe global e os bilhetes diários podem ser adquiridos na bilheteira online http://outfest.bilheteiraonline.pt e nos locais associados (Worten, Correios, Fnac, El Corte Inglês, ABEP), na Flur (Lisboa), no Posto de Turismo do Barreiro e no Balcão de informações do Forum Barreiro.
O programa completo do Festival e todas as informações podem ser encontrados em www.outfest.pt.
O OUT.FEST é uma realização da OUT.RA – Associação Cultural, em parceria com a FILHO ÚNICO – Associação Cultural, e conta com o financiamento de entidades como a DIRECÇÃO-GERAL DAS ARTES / SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA, a CÂMARA MUNICIPAL DO BARREIRO, a BAÍA DO TEJO e a ENTIDADE REGIONAL DE TURISMO DE LISBOA.
CMB 2015-09-29
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Puedo decir que está vacia
cada una de estas calles
puedo decir que veo gente
y sin embargo no veo a nadie
puede decir que solo los coches me duermen
puedo demostrar que no respiro
el aire que todos respiran
puedo deicr que soy el ultimo testigo de un jardin perdido
que nadie habita
y ahora que mi tiempo ya se acaba
no puedo explicar porque te has ido
no puedo deicr tu nombre sin escalofrios
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
puedo subirme a los tejados
donde solo vive el viento
puedo describirte en el colmado de mim miente de um descaro
en tonos viejos
y ahora que mi tiempo ya se acaba
puedo explicar porque te has ido
no puedo decir tu nombre sin escalofrios
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
alma
me duele ser el alma
te busco como un loco cada noche en mi ventana
no puedo dormir sin el latido de tu voz
me miro en tu mirada y no veo nada
no veo nada
Letra
Não encontrei a letra desta música
"SE ME AMAS" - XUTOS & PONTAPÉS ACÚSTICO
Há muitas histórias dentro da História dos Xutos & Pontapés. A história do «acústico» é uma das mais bonitas. Porque há coisas que não são planeadas mas podem ser muito importantes. Há momentos, inesperados, em que uma banda renasce porque se reencontra: consigo mesma, com as suas canções e com o público.
Em 1995, de uma emissão de rádio, fez-se um disco – Ao Vivo na Antena 3 – que mudou o modo como este país sentiu a força da música dos Xutos & Pontapés. As canções, já feitas hinos, tornaram-se ainda maiores e – depois disso, por causa disso – nada voltou a ser como antes.
Agora, vinte anos depois, Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui revisitam esse momento tão singular nas suas carreiras: «Se me amas» é o regresso dos Xutos & Pontapés ao formato (quase) acústico, por duas noites apenas. Um encontro feliz e raro, feito de desafio e cumplicidade, entre músicos totalmente entregues à essência de canções que fazem parte da vida. Da deles e da nossa.
Preço Bilhetes: de 15€ a 35€
Venda bilhetes: www.ticketline.pt | Galeria Comercial Campo Pequeno | Casino Lisboa | C.c. Dolce Vita | C. c. MMM | C. c. Mundicenter | El Corte Inglés | FNAC | Worten | Abreu Reservas 1820 (24 horas) |Bilheteira Multiusos Guimarães
Retirado de Antena 1
Letra
A
Damn im getting there now
I go harder
You can see the fire in my eyes now
I push harder
B
Strong enough to come alive again
Flames all over me
Don't need your fake love shut up
Don't come to me with that language
And
REFRAO
Let me do the talking
Let me do the talking
Let me do the talking ohh
Let me do the talking
Let me do the talking
I go harder so let me do the talking boy
Supa dupa fly you cant try
But you cant do it like me
You know My own light is something you can't buy
Not even if you stole from me
A2
You tought that i was breathless
No chance to fly
But you cant kill a champion
No matter how hard you try
B
Strong enough to come alive again
Flames all over me
Don't need your fake love shut up
Don't come to me with that language
And
REFRAO
Let me do the talking
Let me do the talking
Let me do the talking ohh
Let me do the talking
Let me do the talking
I go harder so let me do the talking boy
BRIDGE
And i don't know what u talkin boy
shut the hell up sorry fella im not u're damn toy
And i don't know what you talking boy
shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy
And i don't know what you talking boy
shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy
And i don't know what you talking boy
shut the hell up sorry fella i'm not you're damn toy
REFRAO
Let me do the talking
Let me do the talking
Let me do the talking ohh
Let me do the talking
Let me do the talking
I go harder so let me do the talking boy
XANA TOC TOC
Espetáculo no Coliseu do Porto já no próximo Domingo
Letra
Minha mãe como não morro
À vista desta carnagem
Dou por mal paga a viagem
A tais foguetes não corro
Não sei dos meus lavagantes
Nem da mulher que me espera
Quero sair desta guerra
Mesmo agora neste instante
Ai carnes do meu padrinho
Podeis tremer à vontade
Que a vida do teu sobrinho
Vale bem a tua idade
E mais a tua canseira
Em me ensinares que não dorme
Aquele que mata a fome
A quem só tem caganeira
Livra-me dos teus cuidados
Rezo dois mil padre-nossos
Assim me cuidem dos ossos
Sejam eles mil diabos
Agora tenho cagaço
Como quando era menino
E me tolhiam os braços
Temores ao verbo Divino
Levanta ferro meu corpo
Vê se podes dar um passo
Valham-me todos os santos
Das caminhadas que faço
Tão pouco pode a natura
Nestas afrontas mortais
Que um homem morre mil vezes
Mil e uma é já demais
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Oh mar… oh mar…
Que beijas a terra,
Vai dizer à minha mãe
Que não vou p`rá guerra.
Diz, oh mar, à minha mãe,
Que matar não me apraz
No fundo quem vai à guerra
É aquele que a não faz.
Vou cantar a Liberdade,
Para a minha Pátria amada,
E para a Mãe negra e triste
Que vive acorrentada.
Mas a voz do nosso povo,
No dia do julgamento,
Te dirá a ti, oh mar.
E dirá de vento a vento,
Quem são os traidores,
Se é quem nos rouba o pão
Ou se nós os desertores
Que à guerra dizemos «Não».
A organização do primeiro Festival Internacional de Guitarra de Amarante, realizado recentemente, avançou esta quarta-feira, 23 de setembro, à Lusa que, depois do êxito alcançado, já está garantida próxima edição, em 2016.
"Estamos já a trabalhar na segunda edição do festival", assinalou o presidente do Centro Cultural de Amarante, Francisco Laranjeira.
O organizador destacou que, mais difícil do que organizar a primeira edição, é manter ou aumentar a qualidade das edições vindouras".
A "excelência" do festival foi, sublinhou ainda, elogiada por participantes, júri e público.
O evento cultural incluiu um concurso de guitarra clássica que atraiu centenas de participantes, de vários países, como Coreia do Sul, Ucrânia, Dinamarca e Brasil, para além de Portugal.
O primeiro prémio do concurso, no valor de 5.000 euros, foi conquistado por Francisco Morais Franco, um jovem da Covilhã que vai fazer a abertura da edição de 2016.
O segundo lugar foi assegurado pelo ucraniano Marko Topchii, que já ganhou mais de 50 prémios em vários pontos do mundo.
O evento decorreu nas instalações do Centro Cultural de Amarante, de 4 a 21 de setembro, e contou com o apoio da autarquia local.
O festival reuniu quatro grandes nomes da guitarra clássica: Marcin Dylla, Anton Baranov, Rafael Aguirre e Dejan Ivanovic. Os apreciadores puderam assistir a vários concertos, para além de outros momentos relacionados com a guitarra clássica.
Ainda em jeito de balanço, a organização destacou que o primeiro Festival Internacional de Guitarra de Amarante "despertou a atenção de personalidades do mundo da guitarra e do ensino, nomeadamente da musicóloga francesa Sylviane Falcinelli.
Retirado de Sapo Mag
Letra
"PÕE ESTE SOM BEM ALTO"
É sentida sempre o momento é escasso
À partida nunca falta apoio e aquele abraço
De quem caminha partilha lembranças inesquecíveis
Por mais que mas tentem serão inatingíveis
Energia misteriosa acompanhada da prosa
Dou-te energia para tudo aquilo que se possa
Ter de encarar enfrentar em dia de rotina
Sentir no MP3 aquele som que me fascina
Que me faz esboçar, esforço e empenho
Que por vezes tanto quero mas que nada tenho
Alma dentro, argumento sempre com sentimento
Mexe com massa cinzenta, b-boys no pavimento
Então já sabes bem, vem que eu dou-te com o meu flow
Independentemente do que possa a vir a ser e do que sou
Tu põe este som bem alto
De modo a que quem não goste fique em sobressalto
Tu põe este som bem alto
Provoco vibrações tomo vizinhos de assalto
Tu põe este som bem alto
De modo agitar o mais parado no asfalto
Tu põe este som bem alto
Como se te sentisses na minha pele em cima de um palco
Então já sabes, portas estão abertas
Beat como alvo, rimas como flechas
Este é o nosso hino de toda a minha gera
Que me dá força para enfrentar tudo o que enerva
Maquinaria ligada, dentro madrugada
Crente do que se faz, mesmo quando não sai nada
Então insiste, vá, não desistas
Em tudo que te aplicas, em tudo o que acreditas
Passo em frente, corpo e alma satisfaz
Mais vale consciente do que ser um ás
Ser e refletir aquilo que como Scream dizes
Avaliando a consciência e esquecendo as cicatrizes
E é tudo um vício sem segundas intenções
Aplica-te na mensagem e também nas vibrações
Sonoras, sem contrato e sem diploma
Habilitados sim, para meter colunas em coma
Tu põe este som bem alto
De modo a que quem não goste fique em sobressalto
Tu põe este som bem alto
Provoco vibrações tomo vizinhos de assalto
Tu põe este som bem alto
De modo agitar o mais parado no asfalto
Tu põe este som bem alto
Como se te sentisses na minha pele em cima de um palco
A Banda do Mar está na corrida aos Grammys Latinos. O trio formado pelos brasileiros Marcelo Camelo e Mallu Magalhães e pelo português Fred Ferreira está nomeado em duas categorias.
A lista de nomeados da 16ª edição dos Grammy Latinos foi divulgada esta quarta-feira, 23 de setembro, e é composta essencialmente por artistas da América Latina, do Brasil e de Espanha.
Entre as centenas de nomeados está a Banda do Mar. O grupo disputa o troféu para melhor álbum rock brasileiro (“Banda do Mar”), e para melhor canção brasileira (“Mais ninguém”).
Pablo Albóran, Ricky Martin, Tulipa Ruiz, Maria Bethânia, Seu Jorge, Michel Teló e Alejandro Sanz também estão na corrida aos Grammys Latinos de 2015. Os prémios são entregues a 19 de novembro em Las Vegas.
Em 2014, Carlos do Carmo foi o vencedor do Grammy Latino de Carreira.
Retirado de Sapo Mag
Letra
(Refrão)
Acho que sou só um sacana nervoso! (x3) Com um temperamento temperamental, tempestuoso, provoco tempestades em copos, tento não parecer nervoso, mas...
Cara suada, jornal aberto numa folha ao calhas, um olhar suspeito refugiado atrás das páginas, óculos escuros, gabardine, a rondar nas periferias (porque eu sei que eles sabem que eu sei de muitas patifarias). Levo uma pasta algemada, encostada ao peito. Transporto conteúdo suspeito, mas nunca espreito. Topei um tipo a seguir-me e de olho posto na pasta. Acha que não, mas já o topei há dois quarteirões atrás. Está visto que isto vai dar molho como bungee jumping sem elástico. Acelero o passo até um beco, paro e fico estático... - “O que tens na mala?” - Eu não respondo. Ele aponta-me um revólver às narinas, tipo: - “Consegues sentir o cheiro a morto?” - Calma, man! - “Calma nada! Abre a pasta, palhaço!” - Mas eu não posso! - “Abre ou...” - Ok, ok, eu abro! Hmm... O que é isto? Parece um controlo remoto com um pequeno botão vermelho... - “E o que faz esse aparelho?” - Ya, boa pergunta! O que fará este controlo remoto? Tenho o dedo sobre o botão e estou a ficar com tiques nervosos! Agora, tu é que vês se desafiar o meu bluff é perigoso. Eu não sei, mas eles dizem que eu sou um sacana nervoso! Pode ser um lança-chamas ou uma bomba ou a tua morte, mas a pergunta não é o que é isto, mas sim se hoje te sentes com sorte! Já agora, meu... Está a ficar frio aqui, ou sou só eu? (O tipo cedeu depois da segunda frase feita e desapareceu!) Mas como é que raio é que eu me safei desta? Com uma arma apontada à testa e sem estratégia prévia! Nunca sigo caminhos calculados para fugir à morte. Não tenho Sul nem Norte. Tenho iniciativa e muita, muita sorte!
(2x Refrão)
A lua já mostra a face. Sinto o blues num pequeno bar da cidade. Preciso de descomprimir o stress acumulado à tarde. Já fiz a entrega que tinha a fazer da tal pasta malvada. Não está frio, mas ainda sinto o frio daquela arma na cara! E o bar até tem bom toque, mas não consigo concentrar-me. Preciso de algo forte ou de ser forte para tentar controlar-me. Ontem deixei o tabaco, hoje é o álcool, sem recaídas! Amanhã deixo as seringas e festejo com mais uma bebida. Está uma garina a tirar-me as medidas do outro lado. Ela aproxima-se, tipo: - “Pareces nervoso. Queres um cigarro?” - Afasta-te! Não! Não quero um cigarro! Lá por tu quereres um cigarro, não tens de insinuar que também estou viciado! Desculpa. Não estou nos meus dias, a sério. Não penses que sou esquizofrénico. Isto é o reflexo de um dia péssimo: Agentes secretos, revólveres, tiros, perseguições, logo de manhã, novas missões! É o pequeno-almoço dos campeões! Tu sabes, aquelas cenas. - “A sério? Interessante. Eu vivo afogada em tédio.” - Tira a mão da minha perna! Isso é assédio, cabra! E essa aliança no teu dedo não me está a motivar nada. - “Calma...” - Larga! Conheço e estou muito tenso para esse “tem calma”. E não tenho paciência para donas de casa desesperadas. Mas o que é que posso fazer? Elas curtem um gajo perigoso. Não sou charmoso, acho que sou só um sacana nervoso.
(2x Refrão)
Letra
CUBO DE RUBIK
Claro que a conversa é fútil e só te quis comprar um minuto
e querias sentir-te utilizada, eu utilizava para me sentir útil.
Esta jaula tinha aquele cinzento desmotivador
Mas, até no fim, tu tentaste com a persistência que tornou mágico este cubo de Rubik.
Kubrick da TV para a cara. Máquina laranja, pela ferrugem.
Estive parado demasiado tempo, está na hora de dizer adeus às nuvens.
Poucos assumem que (lá) vão os tempos de sonhar alto e voar baixo,
Sentado, relaxo nestas eternas escadas rolantes, enquanto me desfaço.
Tentei e não tenho mais espaço para a última lâmina na garganta.
Não tenho cordas vocais e esta é a única voz que sangra
O meu nome escreve-se com "N" de "Não chores", de "Não adianta"
e de "Nunca tentes investir demasiadas emoções numa planta".
Eu deixei-te plantada, antes que te tornasses na trepadeira
que foi consumida pela cegueira, porque escolheu não ver fronteiras.
Eu organizei o meu espaço, tu tens de organizar umas ideias
e, de caminho, arranja um espaço teu, organiza-o e leva as teias.
Tentei mas não tem espaço. Eu não posso dar mais passos.
Cada vez mais complicado viver aqui dentro, mas ‘tá-se.
Desfaço-me e não sou o único. Eu vou, mas tu vens comigo
até ver qual de nós dois vai conseguir decifrar este cubo de Rubik.
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
Sempre que a noite se prolonga é isto. Claro que admitir a derrota é triste.
Eu insisto. Insistes: - "Quem é que se foca nisto?" - E quem é que sufoca nisto?
Por favor não me toques, ouviste?
Conseguiste pôr-me entretido, a cuidar do jardim,
lá fora, à chuva, só para não ter de me cruzar contigo! (e nós temos o jardim mais lindo).
Admito, não sou o teu mais-que-tudo
mas eu sei que sou mais que tu, mesmo quando estou mais baixo que nunca.
Cada vez mais fundo.
Os nossos halos não são compatíveis.
Conversas de mentes inversas causam estragos a todos os níveis.
E ontem, enquanto dormias, contei 55 terríveis maneiras de acabar contigo.
Eu sinto-me ridículo. Isto não é saudável.
Isto assim não dá, não. Apetece moldar.
E se pudesse voltar, então esquece, não estava tão perto.
Tão certo como eu nunca lutar por algo inalcançável.
Tentei mas não tem espaço. Eu não posso dar mais passos.
Cada vez mais complicado viver aqui dentro, mas ‘tá-se.
Desfaço-me e não sou o único, eu vou mas tu vens comigo,
até ver qual de nós dois vai conseguir decifrar este cubo de Rubik.
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
este cubo de Rubik (Rubik) este cubo de Rubik (Rubik)
Letra
Foi assim, era costume
Tu vinhas pedir-me lume
Ao balcão daquele bar
Eu disse que não, primeiro
Depois, comprei um isqueiro
E até voltei a fumar
As noites que nós passamos
Quantos cigarros fumámos
Tanto lume que eu te dei
Um dia acordei com frio
Estava o cinzeiro vazio
E nunca mais te encontrei
Mas ontem, naquele bar
De repente, vi-te entrar
Foste direita ao balcão
Como era o teu costume
Vieste pedir-me lume
Mas eu disse-te que não
Se quando te foste embora
Deitei o isqueiro fora
Que lume te posso eu dar?
Pede a outro que te ajude
P'ra bem da minha saúde
Eu já deixei de fumar
Sem dormir de madrugada
Ouvi teus passos na escada
Vi da janela, o teu carro
Debaixo do travesseiro
Encontraste o meu isqueiro
E acendeste-me o cigarro
Zé Pedro, Tó Trips, Samuel Palitos, Paulo Franco e Donovan Bettencourt são os Ladrões do Tempo, o grupo rock português que edita esta sexta-feira, 25 de setembro, o álbum de estreia, intitulado "1º Assalto", pela Sony Music.
"1º Assalto" é a materialização em álbum de um projeto que nasceu em 2011, quando Zé Pedro, o guitarrista dos Xutos & Pontapés, se juntou com vários músicos para gravar uma versão de "Moro na filosofia", um tema de Caetano Veloso.
Essa música acabou por integrar nesse ano o álbum a solo "Convidado: Zé Pedro", mas estava aí germinada uma nova banda rock.
Além de Zé Pedro, nessa altura a banda tinha Tó Trips e Pedro Gonçalves, dos Dead Combo, Samuel Palitos, ex-Censurados, Paulo Franco, dos Dapunksportif. Dessa formação, Pedro Gonçalves deu lugar no baixo a Donovan Bettencourt, irmão de Nuno Bettencourt.
"1º Assalto" tem nove canções de filiação rock e cuja composição foi repartida por praticamente todos os elementos do grupo. Paulo Franco, vocalista, escreveu "Mais", Samuel Palitos assina "Rua", Tó Trips fez a letra de "Transmissões em direto" e Zé Pedro surge nos créditos de "Quase nada".
O primeiro tema a ser divulgado foi "Oxalá", num alinhamento que não escapa à realidade portuguesa, como se ouve em "Bomba": "Sou uma bomba prestes a rebentar/Não quero saber/das novelas na tv/nem dos comentários da televisão/sofro de excesso de informação".
O álbum de estreia dos Ladrões do Tempo será apresentado ao vivo a 8 de outubro no Musicbox, em Lisboa.
retirado de Sapo Mag
Letra
Há momentos em que o mundo pára
Tudo muda e nem dás por nada
Tu chegaste e eu fiquei sem reação
Passava horas a ouvir-te falar
Ficava tarde mas eu queria ficar
Tudo o que eu queria eras tu, tu, tu e eu
E um abraço teu, é tudo
Sinto-me livre contigo, sinto-me vivo
Tu preenches o vazio
Contigo sei que consigo
Escuta o que te digo... Somos mais que dois amigos
Eu procuro um trocar de olhar, um sinal que vai dar
É tudo o que eu quero
Sinto-me livre contigo
E assim quero ficar
Apaixonado para sempre
Não estava a espera de perder a noção
Mas fiquei doido quando me deste a mão
Olhos nos olhos vou dizer: sentes o mesmo?
Abraço teu, foi tudo
Sinto-me livre contigo
Sinto-me vivo
Tu preenches o vazio
Contigo sei que consigo
... Somos mais que dois amigos
Eu procuro um trocar De olhar, um sinal que vai dar
Eu quero
Sinto-me livre contigo
e assim quero ficar
apaixonado para sempre
n vou deixar o momento escapar-me
tu sabes bem. eu estou a apaixonar-me
sou livre contigo
tão vivo
tu preenches o vazio
contigo sei que consigo
... somos mais que dois amigos
eu procuro um trocar de olhar, um sinal que vai dar
e tudo o que eu quero
sinto-me livre contigo
e assim quero ficar
sinto-me livre contigo
e assim quero ficar
apaixonado para sempre
Letra
Não encontrei a letra desta música
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