Terça-feira, 11 de Agosto de 2015

 

 

Letra

 

Ela é linda, ela é special
Ela passa pelas outras tipo battle
Quando ela passa
Ela sabe o que faz
Fica impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Ela sabe que é capaz
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o

Quando ela entra no club
Ela é so good
I just can't get enough
Ela passa, eu olho
Ela parte-me o pescoço
Que ela tem aquele corpo que eu digo
What the fuck so what, so what, so what
Eu não tenho a culpa
Que ela tenha aquele butt

So what, so what, so what
Ela vai-te dar o corte
Tipo toque mesmo assim, eu vou tentar
Conhecê-la, eu vou tentar
Olho só p'ra ela, eu vou tentar, hmm
Pode ser que eu consiga, siga
Se é p'ra tentar então siga, ainda por cima

Ela é linda, ela é special
Ela passa pelas outras tipo battle
Quando ela passa
Ela sabe o que faz
Fica impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Ela sabe que é capaz
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o

Eu não consigo, não querer
Olhar p'ra trás para ver
Como ela anda, ai eu sou fã
Da maneira que ela sabe tremer
Ela sabe o que fazer
Ela sabe convencer
Com aquela dança
Com aquelas ancas
Numa coisa tu podes crer
Eu vou tentar
Conhecê-la, eu vou tentar
Olho só para ela, eu vou tentar, hmm
Pode ser que eu consiga, siga
Se é p'ra tentar então siga
Ainda por cima

Ela é linda, ela é special
Ela passa pelas outras tipo battle
Quando ela passa
Ela sabe o que faz
Fica impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Ela sabe que é capaz
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Impossível não olhar pra trás
Ela parte-me o

Não olhar, ai não dá, ai não dá, yeah
Não tentar, ai não dá, ai não dá, yeah
E ela sabe que não dá, que não dá
E ela ela parte-me o, parte-me o
E ela ela parte-me o, parte-me o pescoço
Não olhar, ai não dá, ai não dá, yeah
Não tentar, ai não dá, ai não dá, yeah yeah
E ela sabe que não dá, que não dá
E ela ela parte-me o, parte-me o
E ela ela parte-me o, parte-me o

Ela é linda, ela é special
Ela passa pelas outras tipo battle
Quando ela passa
Ela sabe o que faz
Fica impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Ela sabe que é capaz
Ela parte-me o pescoço
Ela parte-me o pescoço
Impossível não olhar p'ra trás
Ela parte-me o

Ya linda
Tu já sabes quem é linda, Haha
A.G.I.R got it, got it

Ela parte-me o
(No, no, no, no)
Yeah
Ela parte-me o
(No, no, no, no)
Yeah
Ela parte-me o
(No, no)
Oh no, no, no, no, no
Ela parte-me o
(No, no)
Yeah
Ela parte-me o
Got it

 



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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2015

 

 


DIOGO PIÇARRA

Estreia videoclip para o novo single - "Breve"



Após estrear-se ao vivo no MEO Sudoeste, um dos mais emblemáticos festivais de música em Portugal, Diogo Piçarra lança um novo videoclip, desta feita para "Breve". Este é o mais recente single retirado de "Espelho".
 
O tema ganhou um grande reconhecimento junto dos fãs. São inúmeras as mensagens que chegam através das redes sociais para que esta canção seja tocada em rádio e tenha um videoclip. "Breve" faz parte da banda sonora da novela "Poderosas".
 
O videoclip, que pode ser visto aqui, foi, como já vem sendo hábito, realizado e co-produzido por Diogo e pelo seu irmão André Piçarra.
 
Entretanto, o  single "Tu e Eu",  um dos temas mais ouvidos no Spotify, acabou de ultrapassar 1 milhão de streams nesta plataforma. Enquanto o videoclip, já ultrapassou os 4 milhões e 300 mil visualizações no VEVO. "Verdadeiro", o videoclip estreado há um mês, já ultrapassou as 300 mil visualizações.
 
Diogo Piçarra editou o seu álbum de estreia, "Espelho", em março, entrando diretamente para o 1.º lugar do top de vendas. Desde essa data que o disco se encontra no top nacional de vendas.
Diogo Piçarra tem estado na estrada com a Tour "Espelho", percorrendo o país de norte a sul, estas são as próximas datas:
 
15 Agosto - Portimão: Festival da Sardinha
16 Agosto - Ílhavo: Festival do Bacalhau
20 Agosto - Alcobaça: Feira de São Bernardo
22 Agosto - Proença-a-Nova: Festa em Honra de São Tiago Maior
27 Agosto - Coimbra: Forum Coimbra
3 Setembro - Almada: Almada Forum
4 Setembro - Faro: Festival F
5 de Setembro - Madeira: Festival MEO Sons do Mar
 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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A Moda Mãe traz o Cante Alentejano ao Caixa Alfama no Novo Palco no Lavadouro Municipal de Alfama.

Entre os concertos do Festival, o Cante Alentejano, canção também elevada a Património Imaterial da Humanidade, enlaçar-se-á com o Fado.


Os responsáveis serão o Grupo A Moda Mãe, composto por cinco das melhores vozes do Alentejo da atualidade – José Emídio, António Caixeiro, Luís Caixeiro, Ruben Lameira e Bernardo Emídio.

O Festival Caixa Alfama tem sabido, desde o primeiro ano, homenagear e promover o Fado, convidando os mais reconhecidos e também os mais promissores intérpretes, juntos numa celebração que faz ecoar a canção lusa no Bairro de Alfama.


Depois de duas edições esgotadas e de uma extensão a Norte, o Caixa Ribeira, o Caixa Alfama está de volta e este ano, nos dias 18 e 19 de setembro.

Artistas convidados desta edição:

  • Ana Maurício
  • Ana Moura
  • Ana Sofia Varela
  • Anabela
  • Ângelo Freire
  • António Chaínho e Convidados,
  • Artur Batalha
  • Carolina
  • Cuca Roseta
  • Diamantina
  • Diana Vilarinho
  • Diogo Rocha
  • Fado Rezado: Carmo Moniz Pereira, Matilde Cid e Francisco Salvação Barreto
  • Filipa Cardoso
  • Gonçalo Salgueiro
  • Jaime Dias
  • Joana Almeida
  • Joana Amendoeira
  • João Chora
  • João Ferreira Rosa
  • José Gonçalez
  • José Manuel Barreto
  • José Manuel Neto
  • Júlio Resende e Convidados – “Com Que Voz”
  • Luís Matos
  • Luísa Rocha
  • Marco Rodrigues
  • Maria Ana Bobone
  • Maria da Fé & Rodrigo
  • Maria João Quadros
  • Miguel Ramos
  • Nuno Aguiar
  • Os Marialva
  • Pedro Moutinho
  • Pedro Seabra
  • Raquel Tavares
  • Renato Nené
  • Ricardo Dias Ensemble
  • Ricardo Silva
  • Sara Correia
  • Vanessa Alves
  • “Vielas de Alfama” – Tributo a Max
  • Fado à Janela no Largo do Chafariz de Dentro: Flávio Cardoso, Miguel Monteiro, Jorge Silva
  • Fado à Janela no Largo de São Miguel: José Manuel Rodrigues, José Manuel Clemente, Ricardo Anastácio
  • “A Moda Mãe” - José Emídio, António Caixeiro, Luís Caixeiro, Ruben Lameira e Bernardo Emídio
  • Palco Caixa Futuro: Beatriz Felizardo, Daniela Helena, João Leote, Madalena Gil, Marta Alves, Miguel Dias, Rafael Bailão, Victória Leuca


Mais nomes a anunciar brevemente.


O Festival decorre em dez palcos:

  • Palco Caixa,
  • Museu do Fado,
  • Largo das Alcaçarias,
  • Igreja de São Miguel,
  • Escadaria da Igreja de São Miguel,
  • Palco Caixa Futuro - Sociedade Boa União,
  • Grupo Sportivo Adicense,
  • Centro Cultural Dr. Magalhães de Lima,
  • Igreja de Santo Estevão,
  • Fado à Janela - Largo do Chafariz de Dentro e
  • Largo de São Miguel.

 Retirado de Antena 1



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Letra

 

Shorty get down, good Lord
Baby got 'em open all over town
Strictly biz, don't play around
Cover much ground, got game by the pound
Getting paid is a forte
Each and every day, two player way
I can't get her out of my mind
I think about the girl all the time

East side to the west side
Pushing phat rides, it's no surprise
She got tricks in the stash
Stacking up cash
Fast when it comes to the gas
By no means average
As long as she's got to have it
Baby, you're a perfect ten

(I like the way you work it
No diggity, I gotta bag it up)
[x4]

She's got class and style
Seen knowledge by the mile,
Baby never act wild
Very low key on the profile
Catching villains is a no,
Let me tell you how it goes
Curves the words, spins the verbs
Lovers it curves so freak what you heard

Hey yo, hey yo, hey yo, hey yo
Man that girl look good
Hey yo, hey yo, hey yo, hey yo
Play on, play on
Hey yo, hey yo, hey yo, hey yo
She's got class and style
Hey yo, hey yo, hey yo, hey yo
No diggity no

(I like the way you work it
No diggity, I gotta bag it up)
[x8]

 



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Domingo, 9 de Agosto de 2015

 

Produzido por Javier Limón, vencedor de vários Grammy Awards, “Mundo” é o seu primeiro disco novo em cinco anos.

O que resta depois de se ter dado a volta ao mundo?


Há 14 anos, quando uma jovem cantora lançou o seu primeiro disco, poucos acreditariam que a viagem então começada teria sido tão longa e teria ido tão longe. E mesmo o sucesso obtido por essa estreia, Fado em Mim (2001), não faria forçosamente prever o que se seguiu.


Quatro outros álbuns (Fado Curvo, Transparente, Terra e Fado Tradicional), três registos ao vivo (Live in London, Concerto em Lisboa e Terra em Concerto), uma triunfal colecção de êxitos (Best Of), inúmeras digressões e concertos nas salas mais prestigiadas por todo o mundo, prémios e honrarias nacionais e internacionais... A viagem ultrapassou todas as expectativas – e ao regressar a casa, já não se é a mesma pessoa que se era aquando da partida.


Mas isso será mesmo verdade? Já não se é a mesma pessoa?


Esta é a resposta de Mariza: abrir um novo álbum com uma afirmação inteira de quem se é, de onde se partiu - “Rio de Mágoa”, fado mais clássico não há – e a partir daí, encetar uma viagem que espelha o mundo que se conheceu desde então.


“Mundo” é o nome desse novo álbum, o sexto disco de estúdio de Mariza, o seu primeiro álbum inteiramente novo em cinco anos. É apropriado que se chame “Mundo”.


É um disco que traz lá dentro o mundo inteiro – o mundo inteiro que Mariza já tinha dentro de si, mas também o mundo que se lhe abriu com cada nova partida e cada nova chegada.


“Mundo” não esquece o Fado onde tudo começou. Mariza é fadista, e isso nunca a abandonará. Mas o Fado, parafraseando uma frase célebre, é quando um homem quiser. No caso, Fado é o que Mariza quiser que ele seja, porque está lá sempre.


Na sua voz, na sua alma, na sua paixão, quer ela cante Javier Limón ou Jorge Fernando, Paulo de Carvalho ou Carlos Gardel, Amália ou Marceneiro, Pedro da Silva Martins (dos Deolinda) ou Rui Veloso, Mariza é o Fado. Não o Fado de ontem, mas o Fado de hoje, aberto ao mundo, aberto ao mar. Ou não fosse ele uma canção de marinheiros, navegando ao sabor do vento.


Um outro Fado, mais aventureiro, expandindo-se em direcção a uma nova identidade, a um novo começo. Um Fado que, sem nunca perder a raiz, cresceu, partiu em direcção ao mundo, com uma voz que sempre quis ir mais longe, mais alto.


“Mundo” é um disco de viagens, em viagem. Que vai do Cabo Verde de “Padoce de Céu Azul” ao flamenco de “Adeus”, poema de Cabral de Nascimento musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de “Caprichosa”, criado por Carlos Gardel em 1930. Na voz de Mariza, com a produção de Javier Limón (regressado depois de “Terra”) atenta às mais ínfimas vibrações de emoção, é fácil acreditar que o mundo é pequeno, e que já não há distância, nem de espaço nem de tempo.


Mariza é Mariza – única, incontornável, insubstituível. O “Mundo” que ela canta é o nosso, sim, do Fado e de todas as músicas que o rodeiam. Mas, sobretudo, é o mundo de Mariza – um mundo que cresceu ao longo de cinco anos sem gravar, um mundo que revela novas paisagens, novos lugares, novas músicas. Como ela o vê. Como ela o canta. Como só este “Mundo” o poderia mostrar.


Venha conhecê-lo com Mariza.

MARIZA - “MUNDO”

1. RIO DE MÁGOA (Rosa Lobato Faria / Mário Pacheco)
2. MELHOR DE MIM (AC Firmino / Tiago Machado)
3. ALMA (Javier Limón)
4. SAUDADE SOLTA (Pedro da Silva Martins / Luís José Martins, Pedro da Silva Martins)
5. SEM TI (Miguel Gameiro)
6. MALDIÇÃO (FADO CRAVO) (Armando Vieira Pinto / Alfredo Marceneiro)
7. PADOCE DE CÉU AZUL (Vlu)
8. CAPRICHOSA (Froilán Aguilar)
9. PAIXÃO (Jorge Fernando)
10. ANDA O SOL NA MINHA RUA (David Mourão-Ferreira / Fontes Rocha)
11. ADEUS (Cabral do Nascimento / Pedro Jóia)
12. MISSANGAS (Paulo Abreu Lima / Paulo de Carvalho)
13. SOMBRA (Jorge Fernando)
14. MEU AMOR PEQUENINO (Paulo Abreu Lima / Rui Veloso)

José Manuel Neto – guitarra portuguesa
Pedro Jóia – viola
Charlie Mendes – viola baixo
Alfonso Pérez – piano e teclas
Israel Suárez “Piraña” - bateria e percussão
Professor Joel Pina – viola baixo em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”
Rui Veloso – piano em “Meu Amor Pequenino”
Javier Limón – guitarra flamenca em “Alma”
Carlos Leitão – viola em “Maldição” e “Anda o Sol na Minha Rua”

Produção de Javier Limón

 

Retirado de Antena 1



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Pus o meu Sonho no navio
E o navio em cima do Mar
Depois abri o Mar com as mãos
Com as mão para o meu sonho
Naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas
Do azul, do azul das ondas
Entreabertas.

E a cor que escorre dos meus dedos
Colore as areias desertas.

O vento vem
Vindo de longe
A noite se curva de frio

Debaixo da água
Vai morrendo o meu sonho
Vai morrendo dentro do navio

Chorarei, quanto for preciso,
Para fazer com que o mar cresça
E o meu navio chegue ao fundo
E o meu sonho
Desapareça.

 



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Sábado, 8 de Agosto de 2015

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Banda luso-canadiana quer conquistar Portugal com lançamento de álbum exclusivo

Os luso-canadianos Ménage vão lançar em setembro próximo um álbum "destinado exclusivamente" ao mercado português, disseram à agência Lusa elementos da banda.

"’The Great American Lie’ (A Grande Mentira Americana) é uma música que vem incluída no álbum homónimo. Pretende transmitir a mensagem que sair de um país como Portugal e vir, tanto para o Canadá, como para os Estados Unidos, nem sempre é fácil", afirmou Basílio Fernando Ferreira, um dos elementos do grupo.

Os Ménage foram formados em 2012 pelos irmãos Bela (voz e teclado), Basílio Fernando (voz e guitarra) e Gabriel Ferreira (bateria), ingressando mais tarde no grupo mais dois elementos, Elliot Boult (guitarra) e Dave Haskett (baixo).

“The Great American Lie” será lançado oficialmente em Portugal em setembro, é um álbum com 10 músicas, gravado exclusivamente para o público português, tendo alguns dos temas sido retirados do único disco lançado na América do Norte em 2012, com o nome da banda.

Fernando Basílio Ferreira disse ainda que a promoção do álbum estará dividida em duas fases. A primeira a ter lugar em meados de setembro, com alguns membros do grupo a deslocar-se a Portugal para uma "promoção em rádios" e com o lançamento oficial a ser assinalado com um espetáculo acústico em lojas que comercializem o disco, para a banda se "apresentar ao país".

Numa segunda fase, em outubro, a banda regressará a Portugal, com todos os elementos, numa vertente de concertos de outra dimensão, após o lançamento do single denominado ‘A Beautiful Disaster'.

A banda afirma-se com um estilo vocacionado para o pop-rock e rock alternativo, no fim de agosto vai atuar em Nova Iorque, nos Estados Unidos, no Rockwood Music Hall, concerto que servirá de preparação para a digressão a Portugal.

Bela Ferreira, uma das vozes da banda, disse não ter dúvidas que os Menage vão ter sucesso em Portugal, recordando que o single de apresentação do álbum tem "um verso em português".

Para a vocalista, o facto de as músicas dos Menage serem cantadas na língua inglesa não é uma dificuldade. "As rádios (em Portugal) costumam passar música tanto portuguesa como inglesa, e em estilos como o pop e o rock. Como amantes de música, vemos essa reflexão na rádio portuguesa. Uma grande parte das músicas que passam são em inglês. Não o considero uma dificuldade", frisou.  

Bela Ferreira explicou ainda a mensagem que tentam transmitir com a música. Cada tema "é como um mini filme", é uma história baseada na vida real, do dia-a-dia.

"As músicas contam a história da paixão que temos pela música. Temos a oportunidade de o partilhar com o nosso público nos diversos países que visitamos", concluiu.



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Milhares de pessoas são esperadas na 22.ª Concentração Internacional de Motos, em Góis, de 13 a 16 de agosto, que inclui a atuação dos Blasted Mechanism, Buraka Som Sistema e Moonspell, entre outras bandas e artistas.

Ponto & Vírgula, David Antunes & Midnight Band, Biscoito Interrompido e Ena Pá 2000 são os outros protagonistas do programa musical, que conta também com a participação de vários DJs.

Jaime Garcia, da organização, disse à agência Lusa que pelo menos 20 mil pessoas deverão passar por Góis, no distrito de Coimbra, durante a concentração.

“Potenciamos o consumo no comércio local”, afirmou Jaime Garcia, presidente da assembleia geral e um dos fundadores do Góis Moto Clube, que promove a iniciativa com apoio da Câmara Municipal, diversas empresas e outras entidades.

O programa tira partido dos recantos, esplanadas e praias do rio Ceira, que atravessa a vila e todo o recinto, na Quinta do Baião, e que, “com as suas sombras e os açudes, será sempre o ‘ex-líbris’ da concentração”, refere a organização numa nota.

Os concertos realizam-se num palco orbital, enquanto, numa tenda eletrónica, os DJs Fontes, Vassalo, Diego Miranda, Olga Ryazanova e Mastiksoul “garantem o melhor som e muita adrenalina”, antes e depois das atuações.

“A aposta musical é sempre forte, com um cartaz bastante apelativo”, sublinhou Jaime Garcia.

Com um bilhete único, ao preço de 25 euros, mais cinco euros do que no ano passado, os ‘motards’ e demais visitantes têm acesso a todos os espaços e momentos do programa, tendo ainda direito a duas bebidas.

A concentração inclui um ‘bike show’, bem como o 17.º Encontro Nacional de Mini-Hondas e o 11.º Encontro Nacional de Vespas.

Apoiada por 300 voluntários, maioritariamente jovens, a organização promove mais uma vez uma campanha de solidariedade com os Bombeiros Voluntários de Góis.

Os participantes são incentivados a comprar uma senha, por um euro, ficando habilitados ao sorteio de um capacete e combustível.

Por decisão da Administração Regional de Saúde do Centro, o Centro de Saúde de Góis “vai funcionar ininterruptamente”, nos quatro dias da concentração mototurística, que integra ainda uma feira com farturas, fatos de cabedal, representações de clubes, tatuagens e todo o tipo de equipamento para motociclistas.

O encontro termina no dia 16, domingo, com um passeio na região, às 10:00, aberto a todos os motociclistas presentes.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

Que culpa tem o destino
Deste destino que eu tenho
Se o desgosto é pequenino
Eu aumento-lhe o tamanho
É meu destino
Se o desgosto é pequenino
Eu aumento-lhe o tamanho

Se o desespero matasse
Eu já teria morrido
Talvez alguém me chorasse
Talvez o tenha merecido
Talvez alguém
Talvez alguém me chorasse
Talvez o tenha merecido

Sinto que cheguei ao fim
Das ilusões que não tive
Mas se alguém gosta de mim
Algo de mim sobrevive
Cheguei ao fim
Mas se alguém gosta de mim
Algo de mim sobrevive

Adeus que chegou a hora
Há muito a venho esperando
E se por mim ninguém chora
Faz-me pena e vou chorando
Já vou embora
E se por mim ninguém chora
Faz-me pena e vou chorando

 



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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2015

bigrollingwheel.jpg

 

 

BIG ROLLING WHEEL

Ano de Formação: 2013

Localidade: Lisboa

Composição da Banda: 
José Cordeiro – voz e guitarra
Rui Vasconcelos – Baixo
Daniel Matias – Bateria

Género e/ou Estilo: Blues

Discografia:
“Big Rolling Wheel” (2015)

Caracterização:
Nascidos em 2013 os Big Rolling Wheel definem-se como um power trio de Blues. Bebendo inspiração a nomes como Joe Bonamassa, Kenny Wayne Shepherd, Derek Trucks, Joe Cocker, B. B. King ou James Brown é impossível ouvir a sua música sem sentir que nasceram para isto e que a vivem e respiram na totalidade. Com os sons quentes que nascem dos instrumentos de Rui Vasconcelos e Daniel Matias e se fundem com a voz rouca e a guitarra poderosa de José Cordeiro, os Big Rolling Wheel vieram para ficar e querem colocar os Blues no mapa da música feita em Portugal.

[FACEBOOK | SOUNDCLOUD]

 

Fonte A Trompa

 

 



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Letra

 

Por teu livre pensamento
Foram-te longe encerrar
Tão longe que o meu lamento
Não te consegue alcançar
E apenas ouves o vento
E apenas ouves o mar
Levaram-te a meio da noite
A treva tudo cobria
Foi de noite numa noite
De todas a mais sombria
Foi de noite, foi de noite
E nunca mais se fez dia.

Ai! Dessa noite o veneno
Persiste em me envenenar
Oiço apenas o silêncio
Que ficou em teu lugar
E ao menos ouves o vento
E ao menos ouves o mar.

 



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filmesdohomem.png

 

 

Pelo segundo ano consecutivo os filmes sobre migrações regressam a Melgaço. O festival de documentário FILMES DO HOMEM, que se realiza de 4 a 9 de Agosto, reúne nesta edição obras produzidas em vários países para mostrar a diversidade de abordagens ao tema das migrações: Portugal, França, Áustria, Bélgica, China, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Perú, Espanha, Polónia, Austrália, Brasil e EUA são alguns dos países com filmes selecionados para exibição. Alguns dos realizadores estarão presentes no festival.

 

A programação será especialmente intensiva durante o fim-de-semana de 8 e 9 de Agosto, durante o qual propomos um Salto a Melgaço, designação que presta homenagem aos muitos portugueses que até aos anos 70 emigraram para França clandestinamente, ou como se dizia “a salto”. Nestes dois dias haverá visitas guiadas a exposições, apresentação de filmes pelos seus realizadores, sessões com convidados especiais e a entrega do prémio Jean Loup Passek aos vencedores nas várias categorias.

 

Maurilio Mangano e Vittoria Fiumi virão de Itália apresentar os seus filmes Internat e Nermina’s World, respetivamente, David Muñoz, realizador espanhol do filme El Juego del Escondite também estará presente e o realizador francês de origem portuguesa José Vieira apresentará o seu filme Souvenirs d'un Futur Radieux, no qual estabelece uma comparação entre a situação dos emigrantes romenos em França e dos portugueses de antigamente. Outros realizadores presentes durante o festival para apresentar os seus filmes serão Sergio Locatelli (Espanha) com o filme 9546 Km, Mahdi Fleifel (Palestianiano a viver em Londres) com Xenos e Soufiane Adel (França), para apresentar o filme Go Forth.

 

Nas sessões especiais serão projetados dois filmes, seguidos de debate.


Na sessão que decorre no auditório de Lamas de Mouro, à entrada do Parque Natural Peneda-Gerês, será projetado o filme Lorette et les Outres (Dominique Dante, França, 40’, 1973), que retrata a vida da portuguesa Lorette Fonseca, mãe de cinco filhos, moradora de um bidonville nos arreadores de Paris que em 1969 ajudou os seus compatriotas, frequentemente alfabetos, na obtenção dos vistos e das autorizações de residência. Segue-se uma conversa com o marido da personagem principal Carlos da Fonseca, o cantor e compositor Sérgio Godinho e o realizador José Vieira, moderada por Álvaro Domingues.


À noite, a encerrar o festival, numa sessão ao ar-livre na Torre de Melgaço, será projetado o filme O Salto, de Christian de Chalonge. Nessa sessão estarão presentes o produtor de cinema Henrique Espírito Santo e Luís Cília, compositor da banda sonora original do filme.

 

Haverá ainda tempo para uma visita à exposição NÓS, POR CÁ E POR LÁ que será acompanhada por emigrantes que ajudaram a construir as memórias da emigração. Albertino Gonçalves será o anfitrião da visita ao Espaço Memória e Fronteira e no Museu de Cinema de Melgaço será inaugurada a exposição sobre o trabalho que o realizador Manoel de Oliveira desenvolveu na região.

 

Os interessados em participar em todas as atividades que decorrem durante o fim-de-semana do Salto a Melgaço poderão inscrever-se (com ou sem alojamento) na página oficial do festival www.filmesdohomem.pt.

 

O festival FILMES DO HOMEM é organizado pela Câmara Municipal de Melgaço em parceria com a AO NORTE – Associação de Produção e Animação Audiovisual, e pretende promover e divulgar o cinema etnográfico e social, refletir sobre identidade, memória e fronteira e contribuir para um arquivo audiovisual sobre a região.

De 4 a 9 de Agosto a rota das migrações passa por Melgaço.

 

Mais informações em: www.filmesdohomem.pt



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Letra

 

Quem dorme à noite comigo
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,
Mas só o medo, mas só o medo.

E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão.

Gritar quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.

 



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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2015

BombsAndBullets.jpg

 

 

Bombs and Bullets editam “The Real Medication”

 

O álbum de estreia dos Bombs and Bullets, “The Real Medication”, foi editado no passado dia 26 de junho. Deste trabalho,  “The Impossible Dream” é o single de apresentação. Com o selo da Music In My Soul, o álbum marca o início de uma jornada que os músicos pretendem que seja longa e enriquecedora.

 

Os Bombs and Bullets nasceram, no início de 2013, da ideia do seu cantor/compositor Paulo Amado, que, através do produtor Vítor Neves, reuniu um grupo de músicos, os quais rapidamente se tornaram amigos com ideias e objetivos comuns – são eles Dimitar Kókov (guitarra solo e vozes), Carlos Magano (baixo elétrico) e Francisco Lima (bateria).

 

Durante esse ano e grande parte do ano seguinte, trabalharam em conjunto na criação de um novo projeto musical que poderá agora ser apreciado em CD ou ao vivo.

 

Com a sonoridade Rock cantada em inglês, os Bombs and Bullets pretendem ultrapassar fronteiras e tornar­se o mais abrangentes possível, rodando não só nas principais playlists nacionais como também nas internacionais.



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Letra

 

Meu corpo em movimento
Minha voz à procura
Do seu próprio lamento
Meu limão de amargura
Meu punhal a crescer;
Nós parámos o tempo
Não sabemos morrer
E nascemos nascemos
Do nosso entristecer.

Meu amor meu amor
Meu pássaro cinzento
A chorar a lonjura
Do nosso afastamento.

Meu amor meu amor
Meu nó de sofrimento
Minha mó de ternura
Minha nau de tormento:
Este mar não tem cura
Este céu não tem ar
Nós parámos o vento
Não sabemos nadar
E morremos morremos
Devagar devagar

 



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Mafalda Nejmeddine.jpg

 

 

Sonatas portuguesas do séc. XVIII

RECITAL DE CRAVO COM MAFALDA NEJMEDDINE

[+palestra breve de introdução ao reportório a apresentar no recital]

 

Biblioteca Municipal de Santo Tirso (auditório)

8 agosto 2015 | 18h00 | entrada livre

 

 

No próximo sábado (8 de agosto), a cravista Mafalda Nejmeddine apresenta-se na Biblioteca Municipal de Santo Tirso para um recital composto exclusivamente por sonatas portuguesas escritas para instrumentos de tecla na segunda metade do século XVIII.

 

Marcado para as 18 horas, o recital de Mafalda Nejmeddine vai traduzir-se num verdadeiro momento de partilha com o público de obras musicais que não se encontram disponíveis em suporte áudio ou editadas em partitura, nem tão pouco fazem parte dos programas de concerto dos nossos dias.

 

O reportório a apresentar por Mafalda Nejmeddine resulta de pesquisas sobre o património musical português realizadas no acervo de música da Biblioteca Nacional de Portugal e na Bibliothèque Nationale de France e que conduziram à descoberta de obras musicais inéditas e de compositores desconhecidos da segunda metade do século XVIII.

 

O programa do recital inclui obras de Francisco Xavier Baptista (1741-1797), José Joaquim dos Santos (c.1747-1801), António Joaquim (1787-?); Pedro António Avondano (1714?-1782); José Agostinho de Mesquita (fl1752-1801), Afonso Vito de Lima Velho(fl.1781), Policarpo José António da Silva (1745?-1803) e João Cordeiro da Silva (1735?-dep.1807).



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Letra

 

En las noches de luna y clavel
de Ayamonte hasta Villareal
sin rumbo por el rio, entre suspiros

una canción viene y vá
Que la canta María
al querer de un andaluz.
María es la alegría, y es la agonía
que tiene el sur.

Que conoció a ese hombre
en una noche de vino verde y calor
y entre palmas y fandangos
la fue enredando, le trastornó el corazón.
Y en las playas de isla
se perdieron los dos
donde rompen las olas, besó su boca
y se entregó.

Estribillo:
Ay, María la portugesa
desde Ayamonte hasta Faro
se oye este fado por las tabernas
donde bebe viño amargo
porque canta con tristeza
porque esos ojos cerrados
por un amor desgraciado,
por eso canta, por eso pena.

¡Fado! que me faltan sus ojos
¡Fado! porque me falta su boca
¡Fado! porque se fue por el rio
¡Fado! porque se fue con la sombra

Dicen que fue el te quiero
de un marinero, razón de su padecer
que en una noche en los barcos
de contrabando, p'al langostino se fue.
Y en las sombras del rio,
un disparo sonó.
Y de aquel sufrimiento, nació el lamento
de esta canción.

Ay, María la portugesa
desde Ayamonte hasta Faro
se oye este fado por las tabernas
donde bebe viño amargo
porque canta con tristeza
porque esos ojos cerrados
por un amor desgraciado,
por eso canta, por eso pena

Fado! que me faltan sus ojos
¡Fado! porque me falta su boca
¡Fado! porque se fue por el rio
¡Fado! porque se fue con la sombra

 



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Letra

 

No need to rewind, be kind
and let me go
What's on your mind?
We tried and lost control
No need to rewind, be kind
and let me go!
What's on your mind?
We tried and lost control.

[instrumental break]

No need to rewind, be kind
and let me go
What's on your mind?
We tried and lost control
No need to rewind, be kind
and let me go!
What's on your mind?
We tried and lost control.

(x2)
I'm getting so frustrated
Tryina work it out of vegetating
Know you hated, but we, we really need to talk about

[instrumental break]



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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2015

carmen_miranda.jpg

 

 

Nascida em Marco de Canavezes em 1909, a cantora Carmen Miranda deixou Portugal, chegou ao Rio de Janeiro aos 10 meses de vida e ainda hoje, 60 anos após a sua morte, é símbolo internacional da cultura brasileira.

"A rapidez na fala ficou de herança do sotaque do Porto que ela ouvia em casa, onde começou a cantar marchinhas. Mas as outras características de Carmen Miranda são essencialmente brasileiras", afirmou à Lusa o diretor do museu que tem o nome da cantora, no Rio de Janeiro, César Balbi.

Balbi realçou que a cantora nunca voltou a Portugal após deixar o país, nem mesmo quando esteve na Europa. Carmen Miranda morreu a 5 de agosto de 1955, em Bervely Hills, na Califórnia, após sofrer um enfarte.

O principal legado da cantora, segundo o diretor do museu, foi "levar a imagem de ‘brasilidade’ para locais onde não se conhecia nem a geografia do Brasil", e divulgar manifestações do país, como o samba, com um estilo e voz próprios.

"Em plena segunda guerra mundial, ela [Carmen Miranda] tinha o poder de distrair, do entretenimento. Ela trabalhava o tempo todo, e entrou numa personagem da qual não podia livrar-se. Mesmo estando triste, ninguém percebia", afirmou o diretor do museu.

A cantora é tema de estudos de mestrado e doutoramento no Brasil, além de haver oito biografias escritas sobre a sua vida. "A Carmen Miranda está viva", afirmou Balbi, referindo-se às pesquisas sobre a cantora e ao seu legado.

O interesse do público brasileiro em geral pela artista cresceu apenas após 2005, com a publicação de sua biografia mais famosa, feita pelo escritor Ruy Castro.

Antes disso, contou o diretor do museu, a cantora chamava a atenção dos investigadores brasileiros principalmente das áreas da música, da moda e do cinema e de um público predominantemente de estrangeiros, que costumavam ser a maioria nas visitas ao museu Carmen Miranda, no Rio de Janeiro.

Entre os visitantes mais ativos, segundo Balbi, que trabalha no local há 22 anos, estavam os norte-americanos, que tratavam a cantora como uma estrela de Hollywood, mas também europeus e latino-americanos. Atualmente, os fãs brasileiros estão mais diversificados.

"Carmen tem um público dos cinco aos 100 anos, desde os que conviveram com ela até aqueles que tiveram influências transmitidas pelos pais. Uns veem-na como um ícone da moda, outros pela maquilhagem, outros, principalmente as crianças, pela caricatura, e, os mas antigos, pela voz", disse Balbi, que realçou que a cantora foi pioneira na Música Popular Brasileira.

Inaugurado no parque do Flamengo em 1976, o museu com o nome da cantora precisava de mais espaço para desenvolver atividades. A nova exposição, que está a ser preparada, ficará num espaço do Museu da Imagem e do Som (MIS), com inauguração prevista entre abril e setembro do próximo ano.

O acervo, com 3.348 itens da artista, entre eles 461 de indumentária e 11 trajes completos de concertos, está em período de restauração e estudo.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

Não sou homem de beber atoa
mas quando bebo viro outra pessoa
e é verdade, isso nunca acaba bem
como fui deixar isso acontecer
nunca tive olhos para outra mulher
mas bebi um shot depois o outro
hum ta promete, nunca mais ka ta acontece!
e pa bo sabé má

a culpa não foi minha, eu não consegui me controlar
a culpa não foi minha, eu tentei mas não deu pra parar
a culpa não foi minha, tava muito aii, bebida de mais sorry
a culpa não foi minha, foi da tequila, foi da tequila
lalalalalala, foi da tequila ( 4 x )

nem sei, bem o que aconteceu,
juro não fui eu, juro não fui eu
sabes que não sou assim
ela abusou de mim
eu não me lembro de nada, nada
foi ultima vez, pode confia baby, confia na mim

a culpa não foi minha, eu nao consegui me controlar
a culpa não foi minha, eu tentei mas não deu pra parar
a culpa não foi minha, tava muito aii, bebida de mais
a culpa não foi minha, foi da tequila, foi da tequila

a culpa não foi minha, não foi minha, não foi minha baby
lalalalalala, foi da tequila ( 4x )
tequila tequila

a culpa não foi minha, eu nao consegui me controlar
a culpa não foi minha, eu tentei mas não deu
a culpa não foi minha, tava muito aii, bebida de mais sorry
a culpa não foi minha, foi da tequila, foi da tequila, foi foi foi
tequila tequila ( 2 x )

 



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13 de Agosto , quinta feira
 
15h00 | Abertura do Recinto: Artesanato | Tasquinhas | Restaurantes | Máquinas de jogos | Slackline | Insufláveis | Cabeleireiro* | Massagens
18h30 | SunSet DJ - Rui Cabanelas | Rui Miguel
20h45  | CHAKA - Instrumental de Shadows
21h30 | 70 VOLTS - Tributo ao Rock dos anos 60/70 
23h30 | KIND OF MAGIC & THE FLASHING VOICES - Tributo a QUEEN  
01h30 | DJS - Rui Cabanelas | Rui Miguel
 
 
14 de Agosto, sexta-feira
 
11h00 | Abertura do Recinto: Artesanato | Tasquinhas | Restaurantes | Máquinas de jogos | Slackline | Insufláveis | Cabeleireiro* | Massagens
18h30| SunSet DJ - Rui Miguel
19h30| Dança e Circo Contemporâneo - In The Times of Cherries, Berries and Satelites, por Teresa Noronha Feio e Francesco Sgró
19h45| Disco Zumba com Milena e Catarina
20h15| DJ - Rui Miguel
20h45 | CHAKA - Instrumental de Shadows
21h30| ELVIS & THE MEMPHIS FLASH - Tributo a ELVIS PRESLEY
23h30| ABBA MANIA - Considerado pela imprensa internacional o melhor tributo Mundial a ABBA
01h30| DJ's - Rui Cabanelas | Rui Miguel | Lights
 
 
15 de Agosto, sábado
 
10h00 | Abertura da Exposição de Automóveis Clássicos
11h00 | Abertura do Recinto: Artesanato | Tasquinhas | Restaurantes | Máquinas de jogos | Slackline | Insufláveis | Cabeleireiro* | Massagens
17h30| Yoga por Nature Activities - Outdoor Travels*
19h00| Workshop de Dança (Disco Sound), por Tó Mané Let's Dance*
20h00 | Dança e Circo Contemporâneo - In The Times of Cherries, Berries and Satelites, por Teresa Noronha Feio e Francesco Sgró
20h15 |CHAKA - Instrumental de Shadows 
21h00| ISABELLA BRETZ  - Tributo a BOB DYLAN
22h00| UPRISING - Tributo a BOB MARLEY
23h30 | FISCHER Z
01h30 | DJS Rui Cabanelas | Rui Miguel | Lights
 
  
16 de Agosto, domingo
 
11h00 | Abertura do Recinto: Artesanato | Tasquinhas | Restaurantes | Máquinas de jogos | Slackline | Insufláveis | Cabeleireiro* | Massagens
18h30 | Sunset DJ – Lights
19h30| “Grease” – Grupo de Dança Jazzbel
19h45| DJ -  Rui Miguel
21h15 | CHAKA - Instrumental de Shadows
22h00 | THE PEAKLES - Tributo a  BEATLES
00h30 |- DJ - Rui Cabanelas | Rui Miguel
 
 

Bilhetes já à venda nos locais habituais: ticketline | blueticket


Facebook oficial 
Press Kit 


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Letra

 

Com que voz chorarei meu triste fado,
que em tão dura paixão me sepultou.
que mor não seja a dor que me deixou
o tempo, de meu bem desenganado.

Mas chorar não estima neste estado
aonde suspirar nunca aproveitou.
triste quero viver, poi se mudou
em tisteza a alegria do passado.

Assim a vida passo descontente,
ao som nesta prisão do grilhão duro
que lastima ao pé que a sofre e sente.

De tanto mal, a causa é amor puro,
devido a quem de mim tenho ausente,
por quem a vida e bens dele aventuro.

 



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sergioejorgepalma.jpg

 

 
JORGE PALMA & SÉRGIO GODINHO



"Juntos" em Setembro a Sul e a Norte

A rentrée para Jorge Palma e Sérgio Godinho será feita com as primeiras apresentações da produção "Juntos" a sul e a norte, com concertos anunciados para dia 19 de Setembro em Loulé e dia 24 em Braga correspondendo assim aos inúmeros apelos do público local.

Estreado no passado mês maio em três datas esgotadas no Centro Cultural Olga Cadaval, "Jorge Palma & Sérgio Godinho - Juntos" retrata o encontro em palco de dois nomes maiores da música nacional numa partilha, também com o público, de quatro décadas da banda sonora das nossas vidas.

As apresentações em Loulé e Braga decorrerão, respectivamente, no Cineteatro Louletano, no dia 19, e no Theatro Circo, no dia 24. Os bilhetes para estas apresentações poderão ser adquiridos a partir de hoje nas bilheteiras dos locais..

Com Jorge Palma e Sérgio Godinho, em palco, "Juntos": Nuno Rafael & Pedro Vidal, nas guitarras e direcção musical; Nuno Lucas, baixo; João Cardoso, teclados; João Correia e Sérgio Nascimento, nas baterias.


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Letra

 

Silêncio!
Do silêncio faço um grito
O corpo todo me dói
Deixai-me chorar um pouco.

 

De sombra a sombra
Há um Céu...tão recolhido...
De sombra a sombra
Já lhe perdi o sentido.

 

Ao céu!
Aqui me falta a luz
Aqui me falta o mistério.
Chora-se mais
Quando se vive atrás dela.

 

E eu,
A quem o céu esqueceu
Sou a que o mundo perdeu
Só choro agora
Que quem morre já não chora.

 

Solidão!
Que nem mesmo essa é inteira...
Há sempre uma companheira
Uma profunda amargura.

 

Ai, solidão
Quem fora escorpião


Ai! solidão
E se mordera a cabeça!

 

Adeus
Já fui para alémda vida
Do que já fui tenho sede
Sou sombra triste
Encostada a uma parede.

 

Adeus,
Vida que tanto duras
Vem morte que tanto tardas
Ai, como dói
A solidão quase loucura.

 



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Terça-feira, 4 de Agosto de 2015

 

 

“Um não sei quê de alegria”
Letra – Tiago Torres da Silva
Música – Tozé Brito
Arranjos e Produção Musical – Fernando Martins
Técnicos de estúdio – Samuel Rodrigues, assistido por Quico Barros

Letra:
Não há passado ou presente
Nem há hora tão tardia
Em que a rádio não invente
Uma nova melodia
Pode ir escrevendo o futuro
Pode às vezes dar saudade
Mas é nela que eu descubro
Um sabor a novidade

Com ela senti o valor da amizade

No final de uma canção
Antes de vir a seguinte
O silêncio é a paixão
Entre a rádio e o ouvinte
Entre o drama e a comédia
Na aldeia ou na cidade
FM ou onda média
Ensinando a igualdade

E foi ela que anunciou a liberdade

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Sei que a rádio é uma escola
Ouvimos o que ela diz
Desde os relatos da bola
Às notícias do país

E porque é nossa a vitória

A pé ou de bicicleta
A Rádio é que conta a História
De quem vai cruzar a meta
Quem a inventou com certeza era um poeta

Se a selecção sofre um golo
A rádio é que se levanta
E é ela que dá consolo
Se a tristeza se agiganta

Quando o sol ‘stá a cair
E a noite se inquieta
A rádio não vai dormir
Segue sempre em linha recta

É uma paixão que o coração quer secreta

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada
A rádio é que me diz bom dia

Nas horas de festa
A rádio empresta
Um não sei quê de alegria
Em contradição
Quando há solidão
Ela é que me faz companhia
Mora aonde eu moro
Chora quando choro
E ri porque quer que eu me ria
Não me pede nada
E de madrugada

A rádio é que me diz bom dia.


RTP. Sempre Ligados

 



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Sara Paço.jpg

 

 

Uma surfista na costa alentejana

Sara Paço no MEO Sudoeste

Cantora tem estado em Londres a preparar carreira internacional

 

Sara Paço cativa. Já foi modelo, formou-se em Economia, o Sol, o Mar e o Surf fazem parte do seu ADN, mas é na música que faz a sua aventura de vida. Tem uma extraordinária voz e as músicas por si compostas e cujas letras são também de sua autoria, deram já origem a um álbum. “Waking Up The Drums” que mistura de forma soberba blues, jazz, soul, funk e pop, foi também por si produzido e dele saiu uma das músicas da banda sonora da telenovela “Mar Salgado”.

 

Enquanto vai atuando tanto em Portugal como no estrangeiro - a sua próxima participação será no próximo Domingo no MEO Sudoeste - Sara Paço prepara já o álbum que irá suceder a “Waking Up The Drums” e está firmemente decidida em lançar-se numa carreira internacional.

 

A produção das músicas que tem estado a compor, vão estar desta vez a cargo de um importante nome internacional e é em Londres que Sara tem estado a preparar afincada e apaixonadamente o futuro da sua carreira.

 

Acompanhe Sara Paço em:

www.facebook.com/saramcpaco

www.youtube.com/user/xSaraPacox

https://twitter.com/sarapaco

Agenciamento: www.espelhodecultura.pt

 



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Letra

 

Não namores os franceses
Menina, Lisboa,
Portugal é meigo às vezes
Mas certas coisas não perdoa
Vê-te bem no espelho
Desse honrado velho
Que o seu belo exemplo atrai
Vai, segue o seu leal conselho
Não dês desgostos ao teu pai

Lisboa não sejas francesa
Com toda a certeza
Não vais ser feliz
Lisboa, que idéia daninha
Vaidosa, alfacinha,
Casar com Paris
Lisboa, tens cá namorados
Que dizem, coitados,
Com as almas na voz
Lisboa, não sejas francesa
Tu és portuguesa
Tu és só pra nós

Tens amor às lindas fardas
Menina, Lisboa,
Vê lá bem pra quem te guardas
Donzela sem recato, enjoa
Tens aí tenentes,
Bravos e valentes,
Nados e criados cá,
Vá, tenha modos mais decentes
Menina caprichosa e má

Lisboa não sejas francesa


 



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