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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Vuelvo al sur
Como se vuelve siempre al amor
Vuelvo a vos
Con mi deseo, con mi temor
Llevo al sur
Como un destino del corazon
Soy del sur
Como los aires del bandoneon
Sueño el sur
Inmensa luna, cielo al reves.
Vuelvo al sur
El tiempo abierto y su despues
Quiero al sur.
Su buena gente, su dignidad.
Siento al sur.
Como tu cuerpo en la intimidad.
Te quiero, sur . . .
Te quiero, sur . . .

 

 

Não sei
Não sabe ninguém
Porque canto o fado
Neste tom magoado
De dor e de pranto
E neste tormento,
Todo o sofrimento
Eu sinto que a alma
Cá dentro se acalma
Nos versos que canto

Foi Deus
Que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas
Deu o oiro ao Sol
E prata ao luar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto as andorinhas
Ai, deu-me esta voz a mim

Se canto
Não sei o que canto
Misto de ventura
Saudade, ternura e talvez amor
Mas sei que cantando
Sinto o mesmo quando,
Se tem um desgosto
E o pranto no rosto
Nos deixa melhor

Foi Deus
Que deu voz ao vento
Luz ao firmamento
E deu o azul às ondas do mar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à Primavera
Ai, deu-me esta voz a mim

 

 

 

Letra

 

Say something, I'm giving up on you
I'll be the one, if you want me to
Anywhere, I would've followed you
Say something, I'm giving up on you

And I am feeling so small
It was over my head
I know nothing at all

And I will stumble and fall
I'm still learning to love
Just starting to crawl

Say something, I'm giving up on you
I'm sorry that I couldn't get to you
Anywhere, I would've followed you
Say something, I'm giving up on you

And I will swallow my pride
You're the one that I love
And I'm saying goodbye

Say something, I'm giving up on you
And I'm sorry that I couldn't get to you
And anywhere, I would have followed you
Oh-oh-oh-oh say something, I'm giving up on you

Say something, I'm giving up on you
Say something

 

 

 

 

Letra

 

Oito e meia, o fim chegou de manha
Ver-te partir, encontrar-me outra vez
Há quem diga que eu não vi
Há quem pense que eu fugi
Hoje eu não sei como lidar
Descansa em paz noutro lugar
Hoje eu não sei, tudo é diferente
Um dia rei, outro dicidente
Digo adeus, contigo foi até ao fim
Os dias passam, um vazio no ar


Há quem diga que eu não vi
Há quem pense que eu fugi
Hoje eu não sei, como lidar
Descansa em paz, noutro lugar
Hoje eu não sei, tudo é diferente
Um dia rei, outro dicidente

Hoje eu não sei, como lidar
Descansa em paz, noutro lugar
Hoje eu não sei, tudo é diferente
Um dia rei, outro dicidente
Hoje eu não sei, como lidar
Descansa em paz, noutro lugar
Hoje eu não sei, tudo é diferente
Um dia rei, outro dicidente.

 

 

 

 

Letra

 

Quanto tempo passa
E as histórias ficam
Quantas vezes tenho eu que te dizer
Acreditas nas promessas que são divinas
Mas no fim é o mesmo a perder
Quantas vezes tenho eu que dizer
Vou querer idealizar
Até ao fim
Não quero entender
Não me vou baixar
A luta é assim
Sinto o tempo a prescrever


Quanto tempo passa e nada muda
Quanto tempo falta para perceber
Que hoje é a vida não é nada
Sem ir à luta
E no fim não quero ser eu a perder
Quantas vezes tenho eu que dizer
Vou querer idealizar
Até ao fim
Não quero entender
Não me vou baixar
A luta é assim
Sinto o tempo a prescrever
Sinto o tempo a prescrever


Vou querer idealizar
Até ao fim
Não quero entender
Não me vou baixar
A luta é assim
Quero viver, acreditar
Até ao fim
Não quero perder
Só quero ganhar
Eu sou assim
Quantas vezes tenho eu que dizer

 

 

 

Letra

 

Desavindos dias maus
que nos levam para a cama
com a cabeça a latejar
e a esperança presa à lama

Por mais que tente só sei errar
acho que do chão não passo
quero um novo dia sim
para dar fim ao meu fracasso

Fecho os olhos e acredito
que amanhã consigo

Vou vencer esta barreira
a primeira derradeira
para mim o desafio é morrer
sem querer tentar

Acordei, desliguei
a ficha da covardia
vesti a vida
o sol do meio dia

Hoje o mundo é minha casa
peguei fogo aos papeis
já não escondo a minha cara
e os dedos com anéis

Abro os olhos e já sei
que hoje acertei

 

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