Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

arde.png

 

“Carrossel” é o novo single dos ArDE

 

O novo single, “Carrossel”, relançou no dia 19 de junho a viagem dos ArDE pelo panorama musical português. Este tema dá seguimento à promoção do EP “Panorama”, editado em março pela Music In My Soul. E sucede a “Vezes demais”, single de apresentação do primeiro trabalho da banda lisboeta.

 

Os ArDE são uma banda de Queluz, que surgiu com a união de elementos vindos de outros projetos – Pedro Portas na voz, Miguel Moreno na guitarra elétrica, Manuel Joaquim no baixo elétrico e Francisco Mourão na bateria.

 

Numa primeira fase, em 2009, juntaram-se para pertencer ao projeto a solo do vocalista. E, na “ressaca” dessa fase, já em 2010, começaram a trabalhar as primeiras músicas em grupo. Para os quatro elementos, este é um trabalho desenvolvido de forma séria e dedicada. O estilo musical insere-se no Rock Progressivo, onde os sons calmos e pesados se misturam de uma forma harmoniosa e sempre cantados na nossa língua. Todos os temas são compostos e escritos pelos ArDE.

 

“Carrossel”, “Vezes demais”, “Pecado” e “Teia virtual” são os temas que compõem aquele que é o primeiro EP da banda.

 

 

 

 

 

Letra

 

Another day, another night
And times goes by
Another war, another fight
And I wonder why
Can’t we all just get along
Walking side by side

Do I really need to kill
To stay alive
Do I really have to steal
My brother’s pride
Just to feel like I’m a better man

Deliver me
I don’t want to live like that anymore
Please set me free, oh Lord
Let me spend my days wishing my fellow man
The best in life

We all bring the same with us
The day we born
We all leave this world behind
The day we die
Is it worth to waste our time
Fighting our own kind
Why are we so blind
We’re brothers and sisters
Under the same sky

credits

from Of All The People EP, released 21 November 2012
My sister Marta helped me out here with some background vocals and Marcos Martins shared his talent on the bass guitar.

 

 

 
FLOWER POWER FEST CELEBRA WOODSTOCK
De 13 a 16 de Agosto
 

  

Tira do fundo do baú as calças à boca-de-sino, a mini saia e tantas outras peças de vestuário que tão bem caracterizam a época e vem comemorar Woodstock e os seus 46 anos... vem reviver aqueles que foram os anos mais hilariantes de todos os tempos..


De 13 a 16 de Agosto, música, artesanato, artes plásticas e performativas, exposições , workshops, cabeleireiro grátis penteados á época , yoga, slackline, exposição de carros clássicos, jogos tradicionais, insufláveis e gastronomia, animam Santo André e a Costa Alentejana. 
O festival da e para a família regressa para a edição 2015 abrangendo três gerações (pais, filhos e netos). 
 
Este festival é o retrato de duas décadas, dois marcos mundiais na cultura (música, moda, artes), politica e religião. Durante quatro dias se fará uma viagem pelos intemporais e hilariantes anos 60/70.
 
A gastronomia, a moda, as artes plásticas e performativas, a música e as viaturas automóveis da época, são alguns dos exemplos da oferta que os festivaleiros poderão usufruir no Flower Power Fest. A organização não esqueceu as crianças e os adultos, instalando no recinto, um parque de insufláveis-gigante para todas as idades.
 
A localidade eleita para a realização do FPW, é a Cidade de Vila Nova de Santo André.
Pelas suas características e localização geográfica, esta Cidade reúne as condições ideias para a realização de um Festival com as particularidades do FPW.
 
O Parque Central localizado no coração da Cidade é o grande ex-libris de Vila Nova de Santo André, destacando-se pelo seu lago e extenso relvado, revelando-se o local ideal para um evento desta natureza. Artesãos e expositores poderão com pouca logística montar o seu ponto de venda/exposição, usufruindo do conforto que um relvado oferece.
 
  

CARTAZ

 
 O Cartaz não podia ser melhor, são vários os Tributos, desde o Rock dos Anos 70, passando pelo Reggae de Bob Marley, Bob Dylan, Queen dos anos 60/70 e não podia faltar o Rei do Rock Elvis Presley... e Dj's com muito Disco Sound.
Os cabeças de cartaz são os FISCHER Z, os quais foram a primeira banda a esgotar um estádio de futebol em Portugal. Decorria o mês de Maio de 1981 e 50.000 encheram o Estádio José Alvalade…. e os ABBA MANIA considerados como a melhor banda de tributo aos Abba do mundo.

HORÁRIOS

 
13 de Agosto , quinta feira
 
19:30| Sunset DJ | Rui Cabanelas
20:45 | Chaka
21:30 | 70 Volts ( tributo ao rock dos anos 70)
23:30 | Kind of Magic & The Flashing Voices ( tributo Queen)
01:30 | Djs Rui Cabanelas | Rui Miguel
 
14 de Agosto, sexta-feira
 
19:30| Sunset DJ | Rui Cabanelas
20:45 | Chaka
21:30 | Elvis & The Memphis Flash ( tributo Elvis Presley)
23:30 | Abba Mania ( tributo ABBA)
01:30 | Djs Rui Cabanelas | Rui Miguel
 
15 de Agosto, sábado
 
19:30 | Sunset DJ | Ligths
20:45 | Chaka
21:00 | Isabella Bretz (tributo Bob Dylan)
22:00 | Uprising (tributo Bob Marley)
23:30 | Fischer Z ( banda original)
01:30 | Djs Rui Cabanelas | Rui Miguel | Ligths
 
16 de Agosto, domingo
 
19:30 | Sunset DJ | Rui Miguel
20:45 | Chaka
22:00 | The Peakles ( tributo Beatles)
00:30 | Djs Rui Cabanelas | Rui Miguel


Bilhetes já à venda nos locais habituais

 

 

É com alguma tristeza que vos comunico que os MAU vão parar por tempo indeterminado.

Nunca é fácil tomar uma decisão destas, afinal são 11 anos das nossas vidas. 11 anos de partilha, de gente que temos como família, de criação, de estrada, de muito sacrifício e de muitas alegrias, quase nenhuma delas relacionada com dinheiro. :)


A culpa não é da industria, não é de quem nos ouve, não é de quem nos promove ou partilha…É nossa. É culpa das nossas frustrações, da nossa impaciência, do nosso desconforto, da nossa saturação com um prazer incontrolável de viver a música, mas que tantas vezes se torna amargo.

Se és verdadeiro no que fazes, o momento de criação tende a ser doloroso. Quando começas a não encontrar estimulo para passar por esse processo psicologicamente penoso, deixas de ter vontade de o fazer. Foi o que aconteceu. Não existe outra justificação.


Obrigado a todos pelo apoio que demonstraram ao longo dos anos. 
Não teríamos insistido nisto durante tanto tempo sem vocês. 
Seria complicado agradecer individualmente a toda a gente que de uma forma ou de outra nos ajudaram neste caminho que se refletiu em 4 discos dos quais nos orgulhamos (uns muito mais do que outros), contudo há algumas pessoas que não podem deixar de ser celebradas. As nossas incrivelmente pacientes famílias; os nossos eternos managers Nuno Sampaio e Luis Benard da Costa; aos amigos que se seguiram na ajuda à organização da banda, David Martins, Joana Dias, Maya Angelou e Bruno Freitas; todos os elementos que fizeram parte no passado da formação dos MAU, Pablo Camp, Shir Comay, Pia Mechler, Jonas Jessen, António Soares, César Gomes, Alex Zuk e Pedro Oliveira; e às duas rádios que teimosamente sempre acreditaram em nós e passaram as nossas músicas, mesmo quando estas fugiam à ditadura do “radio friendly”, a Antena 3 e a Vodafone FM . 
Um agradecimento especial aos meus atuais parceiros de estúdio e palco, Eliana Fernandes, Carlos Costa e Paulo Silva. Continua a ser um privilégio contar com o vosso talento, poder tocar convosco e, acima de tudo, ter-vos como amigos. 
Por último, um abraço forte de gratidão absoluta em forma de palavras ao mais perseverante, igualmente talentoso e ainda mais generoso elemento da banda, que me acompanha há 11 anos nesta casmurrice boa de fazer o que mais se gosta. Fica a saber que quando não tenho vontade de ensaiar, é lembrar-me que me vou encontrar com um dos meus melhores amigos em estúdio que me faz sair de casa. Ainda que não seja nos MAU, continuaremos a fazer musica juntos. Tem de ser, Nuno W. Lamy.


Guardamos o resto das despedidas lamechas para dia 5 de Setembro nos Olivais, data do último concerto dos MAU. Esperamos encontrar-vos por lá. ;)


Aqui vos deixamos um tema inédito nosso e que nos parece apropriado para fechar esta história. Chama-se “Warm” e está disponível para download gratuito. Aproveitem.

https://soundcloud.com/m-a-u/warm

Passou depressa. Obrigado por tudo.

Luís

 

 

Letra

 

This is a song for and about my daughter, Carolina.

lyrics

Baby girl
You make me want to dance
And make a fool of myself
Just to hear you laugh

Baby girl
You gave me a brighter day
And put a smile on my face
When I needed the most

You are the brightest star in the night
You are the sweetest thing in my life

My sweet, sweet little girl
I trade my heart for one single kiss
A kiss from you

Baby girl
I want to see you grow up
And always be there for you
No matter what

Baby girl
This ain’t no easy world
But sweetie I love you so
And that won’t change

credits

from Of All The People EP, released 21 November 2012
Had some good friends playing on this one as well:

Tiago Martins - Melodica
Miriam Macaia - Violin
Emanuel Machado - Xylophone

 

Lucyfer.jpg

 

 

“Filhos de Deus” é o single de estreia de Lucyfer

 

Lucyfer é um nome a fixar. “Filhos de Deus” é o single de estreia deste rapper, divulgado no passado dia 16 de julho. O tema antecipa aquele que será o seu primeiro álbum, a editar pela Music In My Soul.

 

Carlos Valerio Kangoma (A.K.A "Lucy") é um rapper angolano residente em Portugal há 27 anos. Nascido a 29 de outubro de 1984 e oriundo do Huambo, abandonou a sua terra natal em tenra idade devido aos conflitos armados que decorriam, na altura, no país.

 

Chegou a Lisboa com apenas três anos, não tendo, por isso, grandes memórias da sua infância em Angola. Os seus pais passaram as dificuldades iniciais de qualquer imigrante, tendo inicialmente vivido numa pequena aldeia na Venda do Pinheiro, onde Carlos fez o ensino primário e o primeiro ciclo.

 

Quando tinha 11 anos, a família mudou-se para Odivelas, uma freguesia já mais desenvolvida e muito mais abrangente em termos de conhecimento do mundo. Carlos começou por frequentar a escola secundária da Póvoa, tendo então acesso a novas realidades, bem como a uma maior convivência com gente dos PALOP – fez amigos e descobriu um bairro que lhe apresentou o mundo do Rap.

 

Entre anos a conciliar a escola com o desporto e o ambiente familiar, conheceu a realidade das ruas, a violência policial, os assaltos e desacatos entre bairros rivais. O seu aproveitamento escolar baixou e o Rap foi fazendo cada vez mais parte da sua vida – identificava-se com as letras, visto estar a passar por situações muito semelhantes. Nessa altura, sentiu necessidade de ir relatando as suas vivências com os amigos, acabando por formar um grupo chamado Mentes Criminosas, que, em 2009, acabou por lançar um primeiro trabalho. O grupo era constituído Lucy, Lennox, Dog Bone e 1st Lady, que ainda hoje vão trabalhando juntos em quase todos os projetos em que participam.

 

Já na faculdade, Carlos iniciou um projeto a solo, Lucyfer, escrevendo e gravando os seus próprios temas. Durante a digressão do álbum “Cara ou Coroa” dos Mentes Criminosas, e em concerto conjunto com Youth Kriminal, decidiu abraçar um novo projeto englobando rappers de Odivelas, chamado ODC Gang – o primeiro trabalho saiu no final de 2012, apenas em formato digital, intitulado “Escumalha (Sons da Pedrada)”.

 

Motivado, Lucyfer retomou o trabalho, as suas memórias, a sua vontade de dizer o que lhe vai na alma, estando agora prestes a lançar o seu primeiro álbum a solo de originais.

 

 

 

LUCYFER

Facebook

https://www.facebook.com/LucyferMentesCriminosasOdcGang?fref=ts

Instagram

https://instagram.com/lucy_odc_gang/

 

 

Letra

 

Refrão:

Abana a cabeça e não digas nada.

Deixa só baitar os roots
antes, tu não digas nada.
Pensamento não é só negro.
A minha mente, elevada.
No momento, desligada.
Um momento, chamada.
É o diabo a quem eu hoje
quero retirar o Prada.
Enquanto uns perdem tempo
a querer meter mc’s em covas,
mato damas só com o meu sorriso
e com duas covas.
Parto camas novas,
faço cenas novas.
Abana a cabeça até doer
este beat é sova.
Este beat é droga até bate por arrasto.
Não sei, tu caíste, deve ser do que tomaste.
isto é md.
Puro.
Sente.
Mexe essa cabeça até pareceres demente.

Refrão:

Abana a cabeça e não digas nada.

Senta no divã
levanta a garrafa,
está sem soutien
a mim agarrada,
ela não é fã
é só um cuarra,
Até de manhã
Todos nesta farra.

Farra a ferro e fogo
Jarra, não bebo do copo
Não gosto de brindar com pouco
ou quase nada.
Cada passo é uma lambada
danço com a vida ,
à espera naquela esquina
quase toda a madrugada.
Pago em notas a rodada
apostei tudo numa só jogada,
tinha quase, não pensei muito
e fiquei sem nada.
Tinha quase tudo não pensei muito
não pensei nada!

Refrão

Para toda a gente que está na casa connosco é só drama.


Para toda gente
que tá na casa conosco,
com o drama no rosto
cada um no seu posto
É SÓ DRAMA!
No sitio onde é suposto
se fazes com gosto
todo o ano é agosto
caso contrário já foste!

Vou para a corda bamba
beber e dançar um bom samba
Nao arrisca nao petisca
se for de boca então levanta,
Se for de boca então canta
espanta males, não cales
vais ver o que vales
abana até mata-los!

Instala-se a chama
estala-se o drama
cala quem chama,
quem quer ir para a cama vá.
Mas que o vosso vipe,
não nos mate o hype e a vibe já,
mate o som que já bate cá,
dropa que a tropa rocka e só quer um som no PA.
Sente o beat que vem como uma onda.
Não há esquemas nesta zona
aqui só esquemas noutra ronda.
Exercício na pista é Jane Fonda
e o som é tipo abraço de anaconda.
Tight.

Refrão

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email