Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

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MARCO RODRIGUES

REGRESSA COM «FADOS DO FADO»



QUARTO ÁLBUM MARCA HOMENAGEM AOS HOMENS DO FADO

«A Rosinha dos Limões» é a primeira amostra do disco que
chega às lojas a 10 de Julho, assinalando o arranque das edições mundiais à sexta-feira
 
 
Marco Rodrigues está de volta: «Fados do Fado», o seu quarto álbum, vai ser editado a 10 de Julho, com o selo da Universal Portugal. Com produção de Diogo Clemente (que já trabalhou, por exemplo, com Mariza ou Raquel Tavares), «Fados do Fado» é um registo genuinamente diferente num percurso, desde sempre, ímpar – pela primeira vez sem originais, é um disco dedicado aos homens do fado.
 
«O fado vive da criatividade dos intérpretes»: quem o afirma é o próprio Marco Rodrigues. No entanto, em «Fados do Fado», a reverência estende-se a outros homens - aos que cantaram o fado, sim, mas também aos que o compuseram e aos letristas que deram a palavra a «fados que fazem parte do meu crescimento, que ouvi ao vivo por vários intérpretes ou que aprendi a cantar com outros discos». «Ai Se os Meus Olhos Falassem» ou «Trigueirinha», «Vendaval» ou «A Rosinha dos Limões», o primeiro single, são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros, e marcam a viagem de «Fados do Fado», que foi gravado no Estúdio 6, com Diogo Clemente na viola, e as guitarras portuguesas a ganharem vida com Ângelo Freire, Guilherme Banza e Luís Guerreiro.
 
Ao chegar às lojas a 10 de Julho, «Fados do Fado» carrega, ainda, uma novidade: foi essa a data escolhida, mundialmente, para a sincronização dos novos lançamentos. Em todo o globo, a partir de 10 de Julho, quando se pensar em edições, pensa-se em sexta-feira - tornando a despedida da semana uma espécie de dia oficial da música.
 
Vencedor da Grande Noite do Fado, em 1999, e do Prémio Revelação Amália Rodrigues, em 2007, ao longo de mais de década e meia de carreira, o fado de Marco Rodrigues já viajou pelo país e pelo mundo, com concertos em Londres, no Royal Festival Hall, com Mariza, ou no HSBC, em São Paulo, com Maria Gadu. Estreou-se nos discos em 2006, com «Fados da Tristeza Alegre», ao qual se seguiram «Tantas Lisboas» e «EntreTanto», álbuns que apresentaram um fadista sedento de conhecimento mas também numa constante senda por novas experiências. Ao quarto registo, no entanto, Marco Rodrigues dá um passo de gigante: «Fados do Fado» é, mesmo, o seu disco de afirmação.
 

 



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Letra 

 

Quando ela passa, franzina e cheia de graça,
Há sempre um ar de chalaça, no seu olhar feiticeiro.
Lá vai catita, cada dia mais bonita,
E o seu vestido, de chita, tem sempre um ar domingueiro.

Passa ligeira, alegre e namoradeira,
E a sorrir, p'rá rua inteira, vai semeando ilusões.
Quando ela passa, vai vender limões à praça,
E até lhe chamam, por graça, a Rosinha dos limões. 

Quando ela passa, junto da minha janela,
Meus olhos vão atrás dela até ver, da rua, o fim.
Com ar gaiato, ela caminha apressada,
Rindo por tudo e por nada, e às vezes sorri p'ra mim... 

Quando ela passa, apregoando os limões,
A sós, com os meus botões, no vão da minha janela
Fico pensando, que qualquer dia, por graça,
Vou comprar limões à praça e depois, caso com ela

 



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ENCERRAMENTO FESTAS DE LISBOA’15 - VOZ E GUITARRA

3 E 4 JULHO, TERREIRO DO PAÇO, 22H - ENTRADA LIVRE

 

Festas de Lisboa’15 encerram com duas noites, dois instrumentos – Voz e Guitarra - e 28 artistas portugueses, no Terreiro do Paço, dias 3 e 4 de Julho, às 22h.

Duas noites de música a céu aberto, no Terreiro do Paço, encer­ram um mês de fes­tas na cidade, con­vi­dando 28 artis­tas a inter­pre­tar um vasto reper­tó­rio de música por­tuguesa.

Voz e Guitarra nasce de um projecto discográfico com direcção artística de António Miguel Guimarães e Manuel Paulo e ganha forma nestes concertos com a direcção musical de Tim. Conta já com duas edições discográficas (1998 e 2013), tendo a primeira sido apresentada num grande concerto no Festival dos 100 Dias.

Além dos intérpretes de voz e guitarra, os concertos contam com António Jorge Gonçalves, responsável pela criação – ao vivo - da cenografia, com imagens e desenhos projectados, acrescentando uma nova dimensão a todo o espectáculo.

Três gerações de artistas mostram o que de melhor se tem feito na música portuguesa nos últimos 30 anos, numa harmonia entre voz e guitarra, em torno de versões e de temas originais.

 

3 de Julho

David Fonseca, Dead Combo, Filipe Cunha Monteiro, Gisela João, Jorge Palma, Kalu, Luísa Sobral, Luís Represas, Mafalda Veiga, Márcia, Mário Delgado, Norberto Lobo, Olavo Bilac, Tim, António Jorge Gonçalves

 

4 de Julho

Ana Bacalhau, Ana Deus, António Zambujo, Carlos Nobre, João Pedro Pais, Luís Varatojo, Miguel Araújo, Moz Carrapa, Rita Redshoes, Samuel Úria, Sara Tavares, Sérgio Godinho, Tim, Vitorino, António Jorge Gonçalves



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O “Cais do Sodré” dos Ar De Kota Blues Band viaja por Lisboa

 

Os Ar De Kota Blues Band têm um novo álbum, “Cais do Sodré”, e, depois da festa de lançamento – que aconteceu no Fontória Blues Caffe, em Lisboa –, vão fazer dois showcases na FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama (dia 4, às 17h00) e do Alegro Alfragide (dia 5, também às 17h00). Editado no passado dia 5 de junho com o selo da Music In My Soul, este trabalho promete consolidar a já longa carreira destes músicos.

 

Os Ar De Kota Blues Band apresentam, tal como o nome indica, um Blues cantado em português, que funde o acústico grave com pequenos solos agudos da guitarra elétrica. As notas cantadas numa frequência baixa e arranhada, altamente expressivas, transportam quem as ouve para o tempo em que o Blues era imperante nas noites das grandes capitais.

 

A banda nasceu em 2013 por iniciativa do cantor Sérgio Romano e o nome (“Ar de Kota”) surgiu em tom de brincadeira, já que os elementos mantêm um espírito jovial. Criado com o objetivo de gravar e acompanhar Sérgio Romano em espetáculos de apresentação do álbum “Fora da Lei”, o projeto apresenta agora um novo trabalho.

 

“Cais do Sodré”, o single de apresentação, ostenta-se de forma sedutora com uma estrutura agradavelmente repetitiva, típica do Blues old school, homenageando o melhor desta icónica zona de Lisboa. Todo este trabalho não seria possível sem a colaboração do produtor Fernando Abrantes, cujo trabalho e profissionalismo é amplamente reconhecido no seio da indústria musical nacional. Neste trabalho, Fernando foi o responsável pela coordenação técnica, produção e gravação.

 

Os Ar De Kota Blues Band vão além da música, assumindo também a missão de marcar a diferença ao nível da responsabilidade social. O projeto que tem como principal objetivo auxiliar os idosos mais carenciados, agregando-se a associações sem fins lucrativos cuja missão seja aumentar a qualidade de vida da população portuguesa sénior.



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Letra

 

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PANDA E OS CARICAS

Novo CD e DVD já nas lojas



"Panda Style" é o novo grande sucesso

"Panda e os Caricas 3" é o novo disco do Panda e os seus amigos e chegou ontem às lojas em CD e DVD. O disco inclui sucessos "Aula de Inglês", "A Minha Família" e "O Areias", para além do êxito "Panda Style", cujo vídeo foi já visto mais de 500 mil vezes na Internet em pouco mais de duas semanas.
 
O disco chega ao mercado após uma digressão do Panda e os Caricas em África, onde deram espetáculos - todos eles esgotados - em Maputo, Benguela, Lubango e Luanda.
 
"Panda e os Caricas 3" promete fazer as delícias dos mais pequenos com músicas divertidas e alegres mas também com faixas educativas. O Panda e os amigos estão também a preparar uma nova digressão para o Natal deste ano.
 
O Matias, a Clarinha, a Pipa e o Pedro conquistaram a amizade do Panda - mas também cativaram a atenção e o carinho das crianças portuguesas. Foram esses meninos e meninas que tornaram o primeiro "Panda e os Caricas" um caso raro de sucesso: o CD e o DVD, que foi número 1 das tabelas durante meses, vendeu mais de 70 mil unidades.
 
Com cenários coloridos, coreografias divertidas e canções memoráveis, o Panda e os seus amigos estão agora de volta com mais um disco que vai animar as crianças neste verão.


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Letra

 

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Quinta-feira, 25 de Junho de 2015

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500 ANOS AO TOM D'ELA

Momento artístico único para celebrar os 500 anos do foral de Besteiros

Concerto Comemorativo dos 500 Anos do Foral de Besteiros

14 de julho a partir das 22:00h no Largo Dr. Ferraz de Carvalho

Ana Bacalhau + Filipe Melo + Samuel Úria

Orquestra e arranjos: A Cor da Língua ACERT

 

Três músicos de eleição, com a particularidade de serem tondelenses numa diáspora que, longe de os afastar das terras de besteiros, exerce em cada um deles um fascínio traduzido em regressos contínuos. Consta que foi o próprio Rei D. Manuel, monarca que outorgou o Foral a Tondela em 1515, que exigiu à Câmara de Tondela que, com a ACERT, produzisse um momento musical mágico com Ana Bacalhau, Samuel Úria e Filipe Melo e os  músicos d’A Cor da Língua ACERT. E como “palavra de rei não volta atrás”, reuniram-se os vassalos, arregaçaram-se as músicas e criou-se uma aventura que ficará na história, não sem antes ser o concerto de abertura do Tom de Festa — Festival de Músicas do Mundo ACERT’15. 

Contar o que vai acontecer neste concerto seria revelar o que continuamente a imaginação e a paixão aumentam de dia para dia. Podemos revelar que o espetáculo terá uma componente visual forte, tirando partido do edifício do Tribunal que lhe serve de fundo, mas que temas serão interpretados com a orquestra que está a criar versões novas? Como se estabelecerão os casamentos musicais desta mui nobre e talentosa realeza? Uma certeza poderão ter todos aqueles que se sentem empolgados com esta arrojada façanha: nada será como dantes em Tondela e no Mundo, a partir deste concerto que terá o tribunal como cenário e a Serra do Caramulo como inspiração. A todo o momento, os arautos darão conta da batalha, transmitindo as táticas e os convidados locais a que se juntarão para cantar “500 anos ao Tom D'ela”.  



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CARLOS DO CARMO

Recebe a "Grande Médaille de Vermeil" em Paris no dia 26



Carlos do Carmo será distinguido, na próxima sexta-feira, com a mais alta distinção da Câmara de Paris, a "Grande Médaille de Vermeil". A cerimónia vai decorrer no Hôtel de Ville de Paris, horas antes do início do festival de música lusófona FOLISBOA, Festival onde o fadista atua a 28 de junho. 

Em declarações à agência LUSA, Hermano Sanches Ruivo, vereador da Câmara de Paris afirma: "É a mais alta distinção em termos de medalhas da Câmara [Municipal de Paris]. O Carlos do Carmo é, de facto, um parisiense. Para ele a cidade do coração é Lisboa - não fosse ele essa imagem, essa voz e esse rosto de Lisboa - mas ele admite que Paris é a segunda cidade, a cidade de dezenas de viagens e de centenas de encontros. Ele tem realmente um amor a esta cidade. Eu penso que ele conhece melhor Paris do que muitos de nós que vivemos cá."

Esta condecoração surge a propósito dos 50 anos de carreira celebrados por Carlos do Carmo no ano passado e do novo concerto que o fadista fará na cidade. "Paris é uma cidade também do fado", disse ainda à LUSA Hermano Sanches Ruivo.

Esta cerimónia contará com a presença de Fernando Medina, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa. A "Grande Médaille de Vermeil" já foi atribuída a nomes como Manoel de Oliveira (2001) ou Mário Soares (2013).

O Festival Folisboa decorre de 26 a 28 de Julho no Grand Le Rex, em Paris. Carlos do Carmo é o grande cicerone do último dia, dia em que atuam Ana Moura, Carminho e Camané.

 


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Letra

 

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Depois de País Basco e Bretanha, o Festim propõe viagem ao outro lado do mundo
Este fim-de-semana, directamente da Coreia do Sul, Noreum Machi!

SEX 26 JUNHO, 22:00 – OVAR
Jardim do Cáster
SÁB 27 JUNHO, 22:00 – SEVER DO VOUGA
Parque Urbano (Feira do Mirtilo)

http://www.festim.pt/
http://www.facebook.com/dorfeu.festim



O grupo sul-coreano Noreum Machi conjuga uma alucinante técnica de percussão de tambores e cantos xamânicos, com danças e rituais ancestrais da velha tradição oriental. Apresentam um espectáculo original que funde tradição, exotismo e modernidade, conquistando o público através da profunda emoção da sua performance. Instalado o transe, os Noreum Machi partem para cavalgadas rítmicas de deixar os olhos em bico. Com uma energia digna de Festim, transformam a percussão tradicional coreana em algo que soa tremendamente contemporâneo. O Extremo Oriente chega ao Festim!


13 Junho a 25 Julho 2015  |  7ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA
OVAR * ESTARREJA * OLIVEIRA DO BAIRRO

Kepa Junkera & Sorginak (País Basco, Espanha)
Jacky Molard Quartet (Bretanha, França)
Noreum Machi (Coreia do Sul)
Hamilton de Holanda e Diogo Nogueira (Brasil)
Brigada Victor Jara (Portugal)
Richard Bona (Camarões)
Orquesta Típica Fernández Fierro (Argentina)
Ferro Gaita (Cabo Verde)

http://www.festim.pt/
http://www.facebook.com/dorfeu.festim


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



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26 e 27 de junho – Palácio Nacional de Sintra

Guillermo Pérez e “Tasto Solo” encerram o ciclo “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”

 

- Sexta-feira e sábado (dias 26 e 27): concertos e conferências

- Recital de organetto por Guillermo Pérez: “Os Órgãos Dizem Cancões”

- “Tasto Solo” apresenta o programa “Le Chant de Leschiquier”

 

No último fim de semana de junho (26 e 27) os concertos noturnos de Guillermo Pérez e de “Tasto Solo” encerram o ciclo de música medieval e renascentista “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, no Palácio Nacional de Sintra.

Têm também lugar os concertos comentado e aperitivo, bem como a conferência que precede o concerto noturno de sexta-feira (26).

 

Sexta-feira, 26 de junho

O programa começa às 14h30 com um concerto comentado do “Ensemble Madrigalescos” da Escola de Música do Conservatório Nacional, na Capela Palatina, cujo programa é composto por obras de Claudio Monteverdi.

Este concerto é de entrada gratuita, mediante aquisição de bilhete para o Palácio (que pode ser visitado antes ou depois do concerto).

 

Às 20h00, na Sala Manuelina, tem lugar a conferência “Ars Nova e Renascimento”, pelo musicólogo Manuel Pedro Ferreira. Na conferência será abordada a distinção entre as épocas da Idade Média e do Renascimento em termos musicais, distinção que é menos clara do que a continuidade artística. Esta conferência é de entrada gratuita, mediante capacidade da sala.

 

Às 21h30, na Sala dos Brasões, tem lugar “Os Órgãos Dizem Cancões”, recital de organetto (música italiana e francesa do século XIV), por Guillermo Pérez, com obras de G. de Machaut, J. Ciconia e F. Landini.

Os bilhetes para este concerto têm um custo de 10 euros.

 

Programa do concerto em anexo.

 

Sábado, 27 de junho

Neste dia, às 12h00, é possível assistir ao concerto aperitivo do “Ensemble Madrigalescos” da Escola de Música do Conservatório Nacional, na Capela Palatina, cujo programa é composto por obras de Claudio Monteverdi. Este concerto é de entrada gratuita, mediante aquisição de bilhete para o Palácio (que pode ser visitado antes ou depois do concerto).

                         

Às 21h30, na Sala dos Cisnes, tem lugar o concerto do agrupamento “Tasto Solo”, sob o título “Le Chant de Leschiquier”, com obras de Binchois e Dufay no Codex Buxheim.

 

O agrupamento é composto por Angélique Mauillon (harpa gótica), Annie Dufresne (soprano), David Catalunya (clavicimbalum de martelos), Guillermo Pérez (direção artística e organetto) e Pau Marcos (viela de arco). Os bilhetes para este concerto têm um custo de 10 euros.

 

Programa do concerto em anexo.

 

Ciclo “Reencontros”

Este ciclo, que decorre até 27 de junho, surge integrado na decisão da Parques de Sintra de dinamizar os Palácios sob sua gestão, e da parceria com o Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal. Prende-se também com o objetivo de preencher uma lacuna ao nível da música medieval e renascentista, dado que não existe nenhum ciclo musical nacional centrado neste tipo de repertório.

 

A programação relaciona-se com as épocas áureas do Palácio Nacional de Sintra - medieval e renascentista -, e pretende revisitar o Palácio através da sua memória musical, recriando o imaginário sonoro que o terá habitado durante o período em que este era um espaço de eleição da Família Real Portuguesa.

 

Informações úteis

Bilhetes à venda nas bilheteiras da Parques de Sintra, online, na FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt e Postos de Turismo de Sintra e Cascais. Este ciclo musical é para M/6 anos.

 

O projeto “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, com direção artística de Diana Vinagre, é cofinanciado pelo POR Lisboa – Programa Operacional Regional, conta também com o apoio da Escola de Música do Conservatório Nacional e do Instituto Gregoriano de Lisboa e com a Antena 2 como media partner.

 

Para aceder ao programa completo do evento, clique aqui.

 



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Letra

 

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Não há desculpa para faltar à 4ª edição do ROCK IN AMADORA que decorre no PARQUE DA RIBEIRA, em Alfragide junto ao Ikea, com ENTRADA LIVRE!!!
 
A melhorar de ano para a ano, a edição de 2015 conta com um excelente elenco e algumas novidades.
 
No dia 26, Pedro Canina, como habitualmente, abre as hostes; segue-se o DJ Vidétta que vai aquecer o ambiente para os AIRPLAY, os FIRE ON WATER e a noite termina com os DESERTO.
 
No segundo dia é a vez de subirem ao palco os VARIATION 5, os GEOVANNI's e os CAELUM's EDGE.
 
Durante a tarde e noite os visitante podem deliciar-se na 1ª Feira de Gastronomia e Sabores de Alfragide ou simplesmente relaxar à sombra de uma árvore na companhia de uma bebida refrescante.

 



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Letra

 

Quero ser noutra vida mensageiro de emoções
De elefantes, baleias, cais e canções
Na preguiça do panda, na destreza do lince
Vou abrir a Pandora onde Deus não existe
Entre tudo e nada, saber quem sou

Quero ser noutra vida mensageiro de emoções
De golfinhos e águias, do silêncio das águas
Regressado aos sentidos e à razão dos bichos
Dos espaços perdidos, na asa de condor
No fundo do mar, saber quem sou

Quero ser noutra vida mensageiro de emoções
Porta-voz de ondas, tradutor de ilusões
Ser menos ainda que um pequeno carreiro
Descobrir o mistério do Universo inteiro
Emprestar a vida, descobrir quem sou

 

: letra e música de João Afonso

 



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Letra

 

Nada tenho como certo
Não, o certo nunca foi para mim
A minha pele como um pó
Veio o vento a mudar quem sou
Mas desde que te vi


Com o coração colado ao peito
Já, já tão desfeito do que quis
Sou barco negro e tu farol
Noite escura estendida ao sol
Mão no ar, estou aqui
Vou veloz e vou por ti


Chama-me que eu vou
Já te vejo em todo o lado
Pede-me que eu dou
Chama-me que eu vou

 

 



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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

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Assume novamente a produção e composição do seu segundo álbum, que apresenta ao público através de uma nova pulsação em que os arranjos eletrónicos ganham mais cor e destaque ao longo dos temas. 


No princípio do ano de 2015 lançou o single “Atmosfera” que já toca em algumas rádios locais por todo o país, estando a data de lançamento do álbum marcada para dia 6 de Julho de 2015.


O novo álbum concretiza uma fusão entre a música eletrónica e o POP/ROCK, sendo na sua essência um trabalho mais conceptual com mais ritmo e energia que o seu antecessor.


É dos mais recentes cantores no panorama musical Português que se anuncia como uma das promessas da Musica Nacional para os próximos anos devido à sua voz, capacidade de inovação e criatividade.


Atualmente faz-se acompanhar nos seus espetáculos ao vivo com a sua banda composta por mais quatro elementos: Davis Sousa nos teclados e samplers, Bruno Maié na bateria, Hélder Laranjo no baixo e Nuno Soares na guitarra. 

 

João Lum desde cedo demonstrou interesse pela música, estudou piano durante vários anos, revelando com o passar do tempo gosto e curiosidade por outros instrumentos como a guitarra, o baixo e a bateria. Autodidata e apaixonado pela arte, descobriu e abraçou a produção musical como consequência do seu trajeto de procura de mais conhecimento e insatisfação permanente, característica que define o artista que procura superar-se a cada instante.


Foi percorrendo este caminho que o multifacetado João Lum, apresentou-se ao público português nos inícios de 2013 com o seu primeiro álbum “Mil Cores”. Os “samplers”, ambientes envolventes e a irreverência das guitarras com melodias fortes, dão corpo a temas de Pop/Rock com um carácter universal onde todos se poderão identificar.
 
O primeiro single de lançamento “Chama de Mil Cores” chegou a compor a banda sonora da telenovela da TVI “Espirito Indomável”, tendo o videoclip recebido o prémio de melhor videoclip musical no Festival Internacional “Farcume 2013”.

 

 



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Letra

 

Say something, I'm giving up on you
I'll be the one, if you want me to
Anywhere, I would've followed you
Say something, I'm giving up on you

And I am feeling so small
It was over my head
I know nothing at all

And I will stumble and fall
I'm still learning to love
Just starting to crawl

Say something, I'm giving up on you
I'm sorry that I couldn't get to you
Anywhere, I would've followed you
Say something, I'm giving up on you

And I will swallow my pride
You're the one that I love
And I'm saying goodbye

Say something, I'm giving up on you
And I'm sorry that I couldn't get to you
And anywhere, I would have followed you
Oh-oh-oh-oh say something, I'm giving up on you

Say something, I'm giving up on you
Say something

 

 



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WACK no cartaz do Young Summer Festival 2015

 

A edição deste ano do Young Summer Festival, no Fundão, recebe os WACK para um concerto no Parque do Convento já no dia 27 de junho, por volta das 22h30. Depois da presença no Belém Art Fest, o grupo lisboeta continua a promoção ao EP “Sem Pés Nem Cabeça”, editado em janeiro pela Music In My Soul, trabalho do qual “Carta de Amor” é o single de apresentação.

 

WACK, palavra “hiphopiana” para algo mau ou sem qualidade, é um projeto musical que surgiu de improvisos e discussões sobre preocupações sérias entre irmãos, criados por concertos e festas Hip Hop underground na zona de Lisboa.

 

Esta fusão de música Rap com Funk, Soul e Jazz nasceu em 2012, após a edição do álbum “Dia e Noite” por TANB e João “Dikas” Paiva (vocalista). A dupla juntou-se a David Neves (DJ Ketzal) e ao produtor/beatmaker Rui “Raw Muzik” Colaço e editou, em 2013, o EP “Contra Fracos Não Há Argumentos”. Este trabalho, misturado e masterizado por Michael Ferreira (MIC) na Sine Factory, simboliza a busca do som WACK e introduziu este projeto nos espetáculos ao vivo.

 

César Correia (baixista) foi convidado a juntar-se à família em 2014, levando consigo Pedro “Mosca” Rodrigues (baterista) para completar a secção rítmica do projeto.

 

Fruto desta junção, em janeiro de 2015 nasceu o EP “Sem Pés Nem Cabeça”, produzido apenas pela banda e editado pela Music In My Soul. A gravação dos temas teve lugar na LXPRO por Orlando Costa, no Headstart Studio por David Neves e no Dubai por TANB. Misturado por Zé Caeiro (DJ X-Acto), este trabalho fala sobre "ser WACK" – que, para os próprios, simboliza o fugir das expectativas, o quebrar de conceitos e o assumir de individualidades. O single de apresentação, “Carta de Amor”, fala sobre uma relação amorosa, cheia de paixão e drama, através de rimas diretas e de um groove entre o romantismo e a desilusão. A sonoridade vem da mistura de gostos pessoais. Os ambientes Jazz, Funk e Rock presentes não fazem com que se perca a verdadeira essência do grupo. Neste EP, pode-se ainda ouvir a voz já indispensável de Joana Campelo.

 

De palco em palco, a família WACK tem vindo a multiplicar-se, provando que estes músicos não são os únicos que não cedem a uma cultura de aparências imposta pela sociedade. 



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Letra

 

Estaremos juntos separados como amantes
nesta viagem com água sem retorno
entre as queimadas vento norte viajante
é o cacimbo africano Moçambique


Ao terraço e à varanda do avô
passeios da dimensão do anarquista
ao teatro ao professor à fantasia
no matope um sono de marimbas


Limpidez das areias, tem
em teias de caniço
fugir com o cientista, tem
estrelas a perder de vista


São trovoadas que caem no capim
o som do zinco o sentido às caminhadas
passos compridos e a voz dos velhos sábios
são a memória da sombra das acácias


Ondas que cavam as areias do Bilene
e as histórias que contava José Bila
ventos parados ao subir às papaieiras
e a maravilha do canto do magaíça


Limpidez das areias, tem
em teias de caniço
fugir com o cientista, tem
estrelas a perder de vista

 



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Nos dias 3 e 4 de Julho na Mata do Camalhão – São Silvestre – Coimbra terá lugar, segundo os próprios, “o festival de musica moderna mais verde de Portugal.”

 

Com um cartaz diversificado e apostado nas produções nacionais, promete 2 dias de muita música e boa disposição:

DIA 3

MAIN STAGE
The Dixie Boys
King Salami and the Cumberland 3
Casket Kings
Cavemen

DJs
Joana Tê
code-therapy (live)
Ice&Matter (Ice 9 & Unmatter)

DIA 4

DUBBY STAGE
Barbara Starling & The Urban Nature (live)
Leat & Irina Sales Grade (live)
Plurgrim / Veneno (live)

MAIN STAGE
JIBÓIA feat Sequin
Victor Torpedo Karaoke
Tracy Vandal
Destroyers Of All
GAL – Farpas para um país sem lobbies

DJs
Dj A boy named Sue
Julie Ann
Mrs Brucke

O preço dos bilhetes para o Kamalhão Rock Fest é de 5€ dia.

 

Kamalhão Rock Fest
http://kamalhao.wix.com/rockfest
https://www.facebook.com/KamalhaoRockFest


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Letra

 

Vai Trabalhar
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra onde ?
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra longe.
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra quê ?
Vai Trabalhar , Trabalha p’ra comer.
Um homem foge da sua terra, o horizonte no olhar,
Foge da miséria para uma família sustentar.
Quando chega na Babilónia não pode trabalhar,
Esse mano não tem papéis, esse mano é ilegal.
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra onde ?
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra longe.
Vai Trabalhar , Vai Trabalhar p’ra quê ?
Vai Trabalhar , Trabalha p’ra comer.
Grandes cidades privadas de liberdade,
Pequeno homem privado de oportunidade,
Da sua terra sente saudade.
“A miséria aqui é a mesma, se eu soubesse a verdade eu nao
fugia da minha terra, à procura de um futuro.
Polícia Babilónia é tiro no escuro,
As leis só favorecem o bandido de fato,
Enquanto quem trabalha vive com uma
Pedra no sapato.”

 



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arsha.jpg

 

 
ARSHA
 “REAGE” novo álbum a 06 de Julho
ediçao digital



Os ARSHA são uma banda de Setúbal que se movimenta nos universos do reggae com influências do ska, funk, rock, pop, onde nomes como Bob Marley,  Alpha Blondy, James Brown, Metallica,  Anthony B, The Clash, e Primitive Reason se fazem notar neste som tão próprio dos ARSHA.

No percurso da banda estão um EP homónimo editado em 2006 “ARSHA” , uma participação na colectânea “COPA REGGAE” em 2007 e a edição do seu primeiro disco de originais “SERÁ” em 2008, deste resultaram a participação em duas colectâneas “Morangos com Açúcar” vol.10 e “Rebelde Way”.

O amadurecimento da banda leva-nos á edição de um novo disco de originais onde se notam temas mais incisivos e actuais, com letras que revelam a preocupação social, com uma mensagem fortemente vincada na solidariedade, na paz que todos ambicionam e no amor que tanta falta nos faz.

Os temas escolhidos para servirem de cartão-de-visita são “HORA DO ALMOÇO” que nos alerta para a importância damos hoje em dia à imagem e da motivação social pelo trabalho e ainda o tema “SEMENTE DA PAZ” que é um hino ao amor e união entre os povos e os seus grandes ídolos.

Francisco Neves "Xico" (Voz principal e Guitarra), Fernando Sousa "Fanan" (Voz e Guitarra), Tiago Duarte (Bateria), João Silva "Johny" (Teclados)   com as participações no disco de  João Pujol "Jojo" (Baixo), Maryjuh (Voz).

 
Site oficial
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Letra

 

Não sei se o mundo mudou só por te ter,
talvez seja a noite o sol que se acendeu aqui,
contigo aprendi a ver mais alto a ser maior,
descobrimos tudo o que o amor guardou.

Só tu consegues ter o meu olhar,
escrito nos sonhos abraçado ao mar,
rasgar no vento que é meu,
a saltar o céu e no céu sonhar.
Só tu desenhas o meu coração,
esquecendo o medo espalhado no chão,
inventas no céu a cor para esse amor que pintaste........

Não sei se tudo o que sou é por ti,
talvez tenhas feito em mim o que ninguem mais fez,
contigo cresci acordei estrelas pr'á do calor,
descobrimos como adormecer a dor.

Só tu consegues ter o meu olhar,
escrito nos sonhos abraçado ao mar,
rasgar no vento que é meu,
a saltar o céu e no céu sonhar.
Só tu desenhas o meu coração,
esquecendo o medo espalhado no chão,
inventas no céu a cor para esse amor que pintaste........

Abre as mãos e tudo o que cai
São histórias e vidas que fomos,
Abre os braços e tudo o que sai
É que és tudo o que sempre quis.

Só tu consegues ter o meu olhar,
escrito nos sonhos abraçado ao mar,
rasgar no vento que é meu,
a saltar o céu e no céu sonhar.
Só tu desenhas o meu coração,
esquecendo o medo espalhado no chão,
inventas no céu a cor para esse amor que pintaste
Diz-me onde estás, onde estás tuuuuuuuuuu.................

 



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Letra

 

Fvmily F1rst…
Rockboyz La Familia...

Hein, é a vida do costume,
3 ou 4 boyz, minha click ta no lume,
deixa o meu Dj fazer nuvens de fumo,
E se quiseram me acusar suspeito do costume,
24/7 é parte da rotina!
Os outros tão a nanar as 3, 4 da matina
E se ela quiser nos somos 3, 4 na vagina.
Family F1rst tu sabes qual é o nome da matilha.
Tão fazer a figas para me enterrar,
porque na verdade ninguém acredita que eu sou
Quem traz a mudança e se tu duvidas,
Vai perguntar ao teu rapper favorito quem eu sou.
Mas é só Love ma Nigga tou aceitar convites,
Poque aqui ninguém me papa,
Primeiro da minha zona a fazer isto Big,
Yeah Rua 8 ta no mapa!
Agora tou a incomodar, e eles tão se acomodar,
Porque não sabem como mudar,
Quem não sabe não inventa,
Acabou-se a mama já lá vão os anos 90
Fumo é bebo c o dinheiro q eu ganho,
E se eu não devo nada a ninguém, quem ta mal que se amanhe.
Dizem que eu Tou pior, eu digo que é da idade,
Mas batem pala que não onde eu vou, eu levo a minha cidade.
Toma!!!

REFRÃO
Sabes com quem vou tar...
E Quando a luz se apagar.,
Não digas nada
Oh não digas nada,
Hey yoooo Hey yoooo
Já sabem onde eu vou estar
Hey yoooo Hey yoooo
mas Se tu quiseres me encontrar
Eu Tou
Com a cabeça nas nuvens,
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens,
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens,

RAP
Querem saídas a 2,
Agora tudo mudou com festivais e uns Singles depois,
Os outros tão me a difamar eu não tou a ouvir,
Eles querem me arrumar, Boy eu rir me a rir.
A f?*#$% isto como só eu sei,
Não vim para ficar, Boy eu já fiquei!
Visto que eu sou um fora de série
Vao ter que levar comigo e o meu feitio balloteli !
Vim aqui e vim em modo Game Over,
Os querem deals, eu tou Indie all over,
Então Big Up a quem me ouve,
Porque eles sabem quem é o sangue novo
tenho o toque de midas.
Tou com os meus putos atrevidos,
já agora manda vir as amigas
Agora sim, querem o meu buzz,
a minha vida é no no estúdio,
eles tão demasiado tempo no club.

REFRÃO
Sabes com quem vou tar...
E Quando a luz se apagar.,
Não digas nada
Oh não digas nada,
Hey yoooo Hey yoooo
Já sabem onde eu vou estar
Hey yoooo Hey yoooo
mas Se tu quiseres me encontrar
Eu Tou
Com a cabeça nas nuvens,
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens,
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens,

sempre mal acompanhado
Rockboyz la Familia!
Fvmily F1rst
Rockboyz la Familia!

REFRÃO
Sabes com quem vou tar...
E Quando a luz se apagar.,
Não digas nada
Oh não digas nada,
Hey yoooo Hey yoooo
Já sabem onde eu vou estar
Hey yoooo Hey yoooo
mas Se tu quiseres me encontrar
Eu Tou
Com a cabeça nas nuvens,
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Com a cabeça nas nuvens
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens,
Hey yoooo Hey yoooo
C a cabeça nas nuvens

 



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Terça-feira, 23 de Junho de 2015

cem soldos.jpg

Os Pé na Terra regressam a Cem Soldos, três anos depois da sua participação no festival Bons Sons, para apresentar o novo trabalho de originais SARILHO, no dia 27 de Junho, pelas 23:00.
 
Este concerto marca o regresso do grupo aos palcos lusos, depois de terem atuado em Marrocos e Itália. Um concerto de celebração dos 10 anos de carreira da banda portuense  em que se irão escutar novas composições e o melhor do seu reportório. Em palco, transformam a música de raiz numa celebração de modernidade que liberta uma energia contagiante, matriz das suas apresentações ao vivo.
 
A Festa Popular de Cem Soldos é mais uma iniciativa da Associação SCOCS e da comunidade de Cem Soldos, em que os santos populares são o mote para uma das festas  mais coloridas da região. O  largo é engalanado com  luzes e flores de papel para receber três dias de festa - 26, 27, e 28 de Junho - com animação de rua, jogos tradicionais, quermesse, luminiárias, fogueiras sanjoaninas, música e dj sets nas noites de sexta e sábado.
 
Cem Soldos quer é Festa e os Pé na Terra estão nesta!

AGENDA 2015
Junho
7 – Praça Machado dos Santos– Valongo – 18:00
11 - Rabat – Festival Sete Sóis Sete Luas
12 - El Jadida - Théâtre Afifi - 20h30 – Festival Sete Sóis Sete Luas
13 – Tanger - Instituto Ramon y Cajal - 21h00 – Festival Sete Sóis Sete Luas
19 - Impruneta (Toscana, Itália) – Festival Sete Sóis Sete Luas
27 - Festa de Cem Soldos - Tomar

Julho
3 – Leça do Balio
10 – Freamunde - Sebastianas
11 - Festival Castro Galaico - Braga
17 – Rovinj (Croácia) – Festival Sete Sóis Sete Luas
18 – Piran (Eslovenia) – Festival Sete Sóis Sete Luas
19 - Pontedera (Itália) – Festival Sete Sóis Sete Luas
20 – Roma (Itália) – Por confirmar
21 – Genazzano (Itália) – Por confirmar
25 – Frontignan – França - Festival Sete Sóis Sete Luas

Agosto
1 – Festival Flaviafest – Chaves
2 – Festa do Mel – Amarante
11 - Cuenca - Castilla la Mancha - Espanha
12 - Tavernes de la Valldigna – Valencia – Espanha
23 – Marinha Grande
29 – Arredas Folk

Setembro
18 – Festa do Caldo de Quintandona – Paredes

Novembro
27 - Castillo de Fuensaldaña -  20:30 h – Valladolid - Espanha
28 - Aula-Museo - 19 h – Valladolid - Espanha

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
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