Terça-feira, 5 de Maio de 2015

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Guano Apes e Carminho no Festival do Crato

04 de maio de 2015

Os Guano Apes e Carminho são as mais recentes confirmações para o Festival do Crato.

 

A banda alemã e a fadista juntam-se, no cartaz do certame, aos anteriormente anunciados James Arthur, Selah Sue, Linda Martini e D.A.M.A.

O Festival do Crato regressa ao Alentejo entre os dias 26 e 29 de agosto. Além dos concertos no palco principal, o certame também se alia ao artesanato e à gastronomia que, nesta edição, apresentarão novidades, no que concerne a espaço e animação, disponibilizando também zona de acampamento gratuita e um palco After-Hours.

Os bilhetes para o evento já estão à venda nos locais habituais e custam entre €10 (bilhete diário para os dias 26 ou 27 de agosto), €12 (bilhete diário para os dias 28 ou 29 de agosto), €24 (passe 4 dias) e €27 (passe 4 dias c/ campismo).



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Letra

 

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2015

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Basic Black editam 1º álbum

 

"Machinity". É este o título do álbum de estreia dos Basic Black, cuja pré-venda se realiza no próximo dia 5 de maio – e a venda está prevista mais perto do final do mês. A edição tem o selo da Music In My Soul e “Wizard Ways” é o single de apresentação deste trabalho.

 

Basic Black é uma banda de Granite Rock portuguesa que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.

 

Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana – tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.

 

A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.

 

Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem e vão finalmente ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com o selo da Music In My Soul – que, segundo os músicos, apareceu na altura certa.

 

 



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Letra

 

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O CINETEATRO ALBA VAI RECEBER O ESPETÁCULO ANUAL DE JAZZ

CMJ APRESENTA A 1.ª EDIÇÃO DO ESPETÁCULO ANUAL DE JAZZ


O Conservatório de Música da Jobra apresenta a primeira edição do Espetáculo Anual de Jazz intitulado “Jazz’Art” - “A Música da Lusofonia” no dia 8 de maio, às 21h30, no Cineteatro Alba.


“O CMJ inaugura o seu Espetáculo Anual de Jazz, refletindo a tendência evolutiva do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz para acolher, no seu programa curricular e nos seus repertórios, uma maior variedade de estilos musicais e de músicas do mundo – abordados com padrões de qualidade musical e com os níveis de rigor e de criatividade que a aprendizagem do Jazz estimulam. Em palco vão estar perto de 90 alunos a apresentar um repertório profundamente marcado pela música portuguesa – do Jazz, mas também do cancioneiro português” sublinha o Diretor de Curso Carlos Mendes.


O Espetáculo Anual de Jazz é uma produção do CMJ com Coordenação Geral de Carlos Mendes. A Direção da Orquestra Jazz está a cargo de Paulo Perfeito, a Direção do Coro de Jazz é da responsabilidade de Luís Castro, enquanto a Direção da Orquestra de Guitarras Jazz é tarefa de Carl Minnemann. A Direção da Orquestra de Percussão Jazz foi entregue a Nuno Oliveira, enquanto a Direção do Ensemble de Jazz do CMJ está nas mãos de João Martins e, por último, a Direção do Combo de Jazz do CMJ ficou com Pedro Neves.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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O festival MusicAlvão vai proporcionar 11 concertos em maio, em Vila Real, e pretende ser um palco para divulgar o trabalho dos alunos e professores do conservatório local e a música clássica.

Organizado pelo Conservatório Regional de Música de Vila Real (CRMVR), o MusicAlvão vai na sétima edição e arranca sábado, na Sé Catedral, com a estreia da obra "Laudate Pueri" do compositor italiano Andrea Basevi, que é dedicada ao Coro de Vozes Brancas e Orquestra de Cordas do CRMVR.

O objetivo do evento, segundo anunciou hoje a organização, é promover a música e os artistas, criar referências artísticas para os alunos e instigar a todo o público, o interesse pela arte.

Durante o festival, os docentes saem “da sala de aula para o palco” para protagonizarem um concerto solidário, no dia 19, que visa a angariação de fundos para apoiar a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

Os eventos do MusicAlvão são todos gratuitos, mas, neste concerto, os espetadores serão convidados a “contribuir dentro das suas possibilidades”.

A programação inclui ainda o espetáculo “Repertório Osório”, que juntará a música ao teatro e vai ser protagonizado por Luís Fernandes (na voz) e Sónia Sobral (no acordeão) que interpretarão “as mais belas canções de Umor”.

Durante o mês de maio atuarão também Eliseu Silva (violino) e Marian Pivka (piano), o Trio Ruggeri e Flux Ensemble, será apresentado o Projeto Mátria e o festival encerra com o Concerto de Solistas, que leva ao palco os alunos do conservatório.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Rows and flows of angel hair
And ice cream castles in the air
And feather canyons everywhere
I've looked at clouds that way

But now they only block the sun
They rain and snow on everyone
So many things I would have done
But clouds got in my way
I've looked at clouds from both sides now

From up and down, and still somehow
It's cloud illusions I recall
I really don't know clouds at all

Moons and junes and ferris wheels
The dizzy dancing way you feel
As ev'ry fairy tale comes real
I've looked at love that way

But now it's just another show
You leave 'em laughing when you go
And if you care, don't let them know
Don't give yourself away

I've looked at love from both sides now
From give and take, and still somehow
It's love's illusions I recall
I really don't know love at all

Tears and fears and feeling proud
To say, "I love you" right out loud
Dreams and schemes and circus crowds
I've looked at life that way

But now old friends are acting strange
They shake their heads, they say I've changed
Well something's lost, but something's gained
In living every day

I've looked at life from both sides now
From win and lose and still somehow
It's life's illusions I recall
I really don't know life at all
I've looked at life from both sides now
From up and down, and still somehow
It's life's illusions I recall
I really don't know life at all



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Domingo, 3 de Maio de 2015

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BRAND NEW DAWN

É O NOME DO 1.º ÁLBUM DE VITOR BACALHAU
 

Depois de editar o seu primeiro EP EM 2014, Vítor Bacalhau apresenta-se agora com o seu primeiro álbum. O album inclui dez temas, todos eles com música e letra de autoria de Vítor Bacalhau e, conta com a habitual produção de Budda Guedes.


Foi gravado "á antiga" com timbres bastante old-school, e ao vivo tal  como se faziam os álbuns nos anos 60/70.Conta também com a participação especial de Davy Knowles e Budda Guedes em dois solos de guitarra.


Foi gravadonos estúdios da Mobydick Records em formato Power trio onde a guitarra assume um papel central.

Data de Lançamento: 6 de Junho
www.vitorbacalhau.com


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Letra

 

Yesterday a child came out to wonder
Caught a dragonfly inside a jar
Fearful when the sky was full of thunder
And tearful at the falling of a star
Then the child moved ten times round the seasons
Skated over ten clear frozen streams
Words like, when you're older, must appease him
And promises of someday make his dreams
And the seasons they go round and round
And the painted ponies go up and down
We're captive on the carousel of time
We can't return we can only look behind
From where we came
And go round and round and round
In the circle game.

Sixteen springs and sixteen summers gone now
Cartwheels turn to car wheels through the town
And they tell him,
Take your time, it won't be long now
Till you drag your feet to slow the circles down
And the seasons they go round and round
And the painted ponies go up and down
We're captive on the carousel of time
We can't return we can only look behind
From where we came
And go round and round and round
In the circle game

So the years spin by and now the boy is twenty
Though his dreams have lost some grandeur
coming true
There'll be new dreams, maybe better dreams and plenty
Before the last revolving year is through.
And the seasons they go round and round
And the painted ponies go up and down
We're captive on the carousel of time
We can't return, we can only look behind
From where we came
And go round and round and round
In the circle game

 



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“Sunshine” dos Strugglaz Project vai aquecer Almada

 

Os Strugglaz Project iniciaram a contagem decrescente para o verão com a estreia do single “Sunshine”, um dos temas que vão poder ser ouvidos no próximo dia 8 de maio, na FNAC do Almada Fórum, num showcase com início às 22h00. Depois de “Troublemaker”, “Sunshine” é o segundo single do EP “Youthman Uprise”, editado em novembro passado pela Music In My Soul.

 

É a fusão entre Reggae, Soul, Funk e Hip Hop que, possivelmente, melhor caracteriza o som dos Strugglaz Project. Fruto de uma cultura urbana atual e dinâmica, Marcus Harris (voz reggae), Túlio Silva “Hipots” (voz hip hop) e Carlos Elias (guitarra) têm uma missão a cumprir e uma mensagem importante para passar, de forma a alcançar novos horizontes e novas comunidades.

 

Os músicos que se vieram juntar a este projeto são de diferentes áreas musicais, entre Jazz, Funk, World Music e Soul, acabando por formar um pilar bem sólido, mestiço e cheio de groove – os Strugglaz Project nascem, assim, com um reportório cheio de significado e boas sonoridades.

 

Desde de 2011 até à data, já editaram o EP “Keep On Strugglin”, protagonizaram atuações no Club Offbeatz e na BalconyTV e, em 2013, ganharam o concurso para tocar no Festival Sumol Summer Fest. Nesse mesmo verão, atuaram no Music Box e finalizaram o Festival Santa Cruz Summer Sounds.

 

O ano de 2014 trouxe o novo EP da banda, “Youthman Uprise”, já disponível em várias lojas digitais e que teve “Troublemaker” como single de apresentação, um tema que surpreende pelos acordes melancólicos e cuja letra refletirá quem o ouve.



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Letra

 

I was driving across the burning desert
When I spotted six jet planes
Leaving six white vapor trails across the bleak terrain
Like the hexagram of the heavens
Like the strings of my guitar
Amelia, it was just a false alarm

The drone of flying engines
Is a song so wild and blue
It scrambles time and seasons if it gets thru to you
Then your life becomes a travelogue
For the picture post card charms
Amelia, it was just a false alarm

People will tell you where they've gone
They'll tell you where to go
But till you get there yourself you never really know
Where some have found their paradise
Others just come to harm
Amelia, it was just a false alarm

I wish that he was here tonight
It's so hard to obey
His sad request of me to kindly stay away
So this is how I hide the hurt
As the road leads cursed and charmed
I tell amelia, it was just a false alarm

The ghost of aviation
She was swallowed by the sky
Or by the sea, like me she had a dream to fly
Like Icarus ascending
On beautiful foolish arms
Amelia, it was just a false alarm

Maybe I've never really loved
I guess that is the truth
I've spent my whole life in clouds at icy altitude
And looking down on everything
I crashed into his arms
Amelia, it was just a false alarm

I pulled into the cactus tree motel
To shower off the dust
And I slept on the strange pillows of my wanderlust
I dreamed of seven forty sevens
Over geometric farms

 



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Sábado, 2 de Maio de 2015

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Lacre dão 3 showcases em 2 dias

 

Os Lacre vão fazer uma série de três showcases em dois dias, já no próximo mês de maio. A banda de Bragança continua, assim, a promover o álbum “Opus 0”, reeditado pela Music In My Soul e que tem “Ode aDeus” como primeiro single.

 

As datas e os locais por onde os Lacre vão passar:

  • Dia 16 de maio, FNAC do Almada Fórum, às 17h00;
  • Dia 16 de maio, FNAC do CascaiShopping, às 22h00;
  • Dia 17 de maio, FNAC dos Armazéns do Chiado, às 18h30.

 

Da cumplicidade de Miguel Moita-Fernandes e Yazalde Afonso, amigos de infância e companheiros de outros projetos musicais, com a excelência musical dos irmãos Rómulo e Igor Ferreira e a límpida e melodiosa voz de Carolina Vieira nasceram os Lacre.

 

“Encher a alma das pessoas e passar-lhes uma calma inquietante, que as faça pensar, sentir e levitar” é o objetivo destes músicos. Provenientes de Bragança, Mirandela e Ponta Delgada – Povoação, juntaram diferentes vivências que resultaram num trabalho cheio de inspiração. Tanto na parte musical, como no poema das letras, fazem um som intimista completamente acústico. Com o género “Canção” de sabor erudito e levemente temperado com a tristeza e a melancolia do Fado, transportam todas as almas para um estado mais elevado.

 

É com o primeiro álbum “Opus 0”, produzido por António Pinheiro da Silva, que esta banda se apresenta. Nascidos em janeiro de 2012, os Lacre editaram o seu primeiro trabalho um ano e meio mais tarde e foram vários os concertos desde então. Em fevereiro de 2014, foi lançado o primeiro videoclipe do tema “Ode aDeus”, realizado por Rui Pilão e com a direção de fotografia de António Morais. A música, misturada com o ambiente sereno, revela um espetáculo cheio de inspiração e emoção.



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Letra

 

Corre a gente decidida
Pra ter a vida que quer
Sem repararmos que a vida
Passa por nós a correr
Às vezes até esquecemos
Nessa louca correria
Porque motivo corremos
E para onde se corria

Buscando novos sabores
Corre-s'atrás de petiscos
Quem corre atrás de valores
Corre sempre grandes riscos
E dá pra ser escorraçado
Correr de forma dif'rentre
Há quem seja acorrentado
Por correr contr'a corrente

Num constante corropio
Já nem sequer nos ocorre
Que a correr até o rio
Chegando ao mar também morre
Vou atrás do prejuiso
Vou à frente d'ameaça
Morremos sem ser preciso
E a Correr, a vida passa

Percorrendo o seu caminho
Correndo atrás dum sentido
há quem dance o corridinho
Eu canto o fado corrido
E o que me ocorre agora
Pra não correr qualquer p'rigo
É correr daqui pra fora
Antes que corram comigo
Vou correr daqui pra fora
Antes que corram comigo

 



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“Finally” marca a estreia nacional dos 2Play

 

O single de apresentação dos 2Play, “Finally”, estreia hoje, dia 30 de abril, a nível nacional. O tema ficará disponível nas principais lojas digitais na próxima segunda-feira, antecipando, assim, a edição do primeiro EP desta banda de Vila Real, a editar brevemente pela Music In My Soul.

 

A música é a possibilidade de expressão de sentimentos e emoções. Para os 2Play, “a música é a única linguagem que nos entende”. Tanto pode ter um lado positivo como negativo. No caso da banda de Chaves – composta por Mónica Ferreira (voz) e Cláudio Vital (parte eletrónica e produção) –, e porque nas letras está sempre presente o positivismo com que encaram a vida e as dificuldades que ela apresenta, a música é uma exaltação à vontade de viver, de concretizar sonhos e alcançar objetivos, ou seja, a definição de vida.

 

Mónica Ferreira é natural de Vouzela e começou por ter aulas de música aos 12 anos, tendo aprendido a tocar teclado. A partir daí, o gosto pela música foi crescendo. Nas escolas por onde passou, participava sempre que havia um evento relacionado com música. Fez parte de grupos corais, tunas e grupos de baile e foi nestes últimos, durante 16 anos, que foi crescendo como cantora.

 

Cláudio Vital frequentou, aos 11 anos, aulas de piano e bateria no Luxemburgo, união que manteve desde essa altura. O gosto pela música ganhou tal importância que o sonho de ser jogador de futebol passou, mesmo, para segundo plano. Quando regressou a Portugal, aos 17 anos, foi em busca de novos caminhos, tendo passado por projetos de música ao vivo em bares e grupos de baile. Nos últimos anos, tem-se dedicado mais à produção musical.



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Letra

 

It's a long, long way from canada
A long way from snow chains
Donkey vendors slicing coconut
No parkas to their name
Black babies covered in baking flour
The cook's got a carnival song
We're going to lay down someplace shady
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Walter raleigh and chris columbus
Come marching out of the waves
And claim the beach and all concessions
In the name of the suntan slave
I wrapped that flag around me
Like a dorothy lamour sarong
And I lay down thinking national
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Goodtime mary and a fortune hunter
All dressed up to follow the drums
Mary in a feather hula-hoop
Miss fortune with a rose on her big game gun
All saints, all sinners shining
Heed those trumpets all night long
Propped up on a samba beat
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Tar baby and the great white wonder
Talking over a glass of rum
Burning on the inside
With the knowledge of things to come
There's gambling out on the terrace
And midnight ramblin' on the lawn
As they lead toward temptation
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

In a plane flying back to winter
In shoes full of tropic sand
A lady in a foreign flag
On the arm of her marlboro man
The hawk howls in new york city
Six foot drifts on myrtle's lawn
As they push the recline buttons down
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

La, la ...
African sand on the trade winds
And the sun on the amazon
As they push the reline buttons down
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

 



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António Zambujo, Buraka Som Sistema e Dead Combo entre os nomeados para os Globos de Ouro



Prémios são entregues a 24 de maio no Coliseu de Lisboa

Já são conhecidos os nomeados para XX edição dos prémios Globos de Ouro, que decorrem a 24 de maio no Coliseu dos Recreios de Lisboa.

Na categoria de melhor intérprete individual, António Zambujo e Rodrigo Leão vão a jogo com Carminho e The Legendary Tigerman na procura da distinção.
 
Já os Dead Combo e os Buraka Som Sistema estão nomeados para o prémio de melhor grupo, com DAMA e HMB também na luta. No ano passado os Dead Combo editaram o álbum "A Bunch of Meninos", que reforçou o papel da dupla no contexto musical português, e os Buraka Som Sistema tiveram mais um ano em cheio, com disco novo ("Buraka") e uma digressão mundial que os levou de Portugal para a Austrália, Estados Unidos da América, México e toda a Europa.
 
António Zambujo está ainda nomeado na categoria de melhor música, com a faixa "Pica do 7", do seu último álbum "Rua da Emenda". Capicua, DAMA e Miguel Araújo têm também canções nomeadas para esta distinção.
 
Os Globos de Ouro são entregues pela SIC e pela revista Caras desde 1996. A edição deste ano acontece a 24 de maio.
 
Parabéns a todos os nossos artistas nomeados: Dead Combo, Buraka Som Sistema e António Zambujo, e também a Rodrigo Leão, que acaba de integrar o nosso catálogo.


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Letra

 

Quando as duas raparigas
Cruzaram o seu caminho
Vinham perdidas de riso
Entre a graça das amigas
Ele, que vinha sozinho
Ficou bastante indeciso

Parou pra melhor as ver
E, nesse olhar reparando
Pararam elas também
E, se uma era fogo a arder
Pois a outra, em lume brando
Queimava como ninguém

Loira uma, outra morena
Uma acendia desejos
Na outra havia mistério
E, enquanto da mais pequena
Queria abraços e beijos
Com a alta o caso era sério

Ao pé delas tarde fora
Dessas duas raparigas
Foi só uma que escolheu
E quem se riu chora agora
Pois entre invejas e brigas
Quase tudo se perdeu
E hoje chegou a hora
De vos contar as intrigas
Porque a escolhida fui eu

 



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Strange Coats dão festa de apresentação em Leiria

 

Leiria é a cidade que vai receber a festa de apresentação dos Strange Coats, dia 15 de maio, no Texas Bar, pelas 23h00. A banda aveirense vai dar a conhecer o seu segundo EP, “After The End”, editado em fevereiro de 2015 pela Music In My Soul. “What’s Not to Love” é o single de estreia deste trabalho, que certamente conquistará aqueles que procuram algo novo no Rock.

 

Embora o projeto exista desde 2010, o atual conjunto com o nome de Strange Coats formou-se em Aveiro e existe apenas desde abril de 2014. Com a atual formação – Miguel Menano (voz e guitarra), António Ventura (guitarra), André Martins (baixo) e Pedro Teixeira (bateria) –, o primeiro concerto aconteceu no dia 1 de maio de 2014, no Aqui Base Tango em Coimbra, e, do grupo, apenas o baterista colabora noutro projeto, intitulado "Os Plutónios”.

 

A banda lançou em 2012 o seu primeiro EP, “Palaver”, e um segundo EP, “After the End”, em fevereiro de 2015. Este último, constituído por quatro temas, deixa perceber as mais diversas influências de grandes bandas do passado, embora sempre com um toque muito moderno e contemporâneo tão próprio da jovialidade e frescura dos quatro músicos.


A música dos Strange Coats é o produto final da junção dos vários géneros musicais que cada elemento da banda costuma ouvir, sendo que as principais influências são Rock Progressivo, Rock Psicadélico e Indie Rock.



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Sexta-feira, 1 de Maio de 2015

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WACK atuam no Belém Art Fest 2015

 

Os WACK vão marcar presença na edição deste ano do Belém Art Fest, com um concerto no Palco Mini (Museu Coleção Berardo), por volta das 22h00. O grupo lisboeta dá assim continuidade à  apresentação do EP “Sem Pés Nem Cabeça”, editado em janeiro pela Music In My Soul.

 

WACK, palavra “hiphopiana” para algo mau ou sem qualidade, é um projeto musical que surgiu de improvisos e discussões sobre preocupações sérias entre irmãos, criados por concertos e festas Hip Hop underground na zona de Lisboa.

 

Esta fusão de música Rap com Funk, Soul e Jazz nasceu em 2012, após a edição do álbum “Dia e Noite” por TANB e João Paiva “Dikas” (vocalista). A dupla juntou-se a David Neves (DJ Ketzal) e ao produtor/beatmaker Rui Colaço “Raw Muzik” e editou, em 2013, o EP “Contra Fracos Não Há Argumentos”. Este trabalho, misturado e masterizado por Michael Ferreira (MIC) na Sine Factory, simboliza a busca do som WACK e introduziu este projeto nos espetáculos ao vivo.

 

César Correia (baixista) foi convidado a juntar-se à família em 2014, levando consigo Pedro Rodrigues “Mosca” (baterista) para completar a secção rítmica do projeto.

 

Fruto desta junção, em janeiro de 2015 nasceu o EP “Sem Pés Nem Cabeça”, produzido apenas pela banda e editado pela Music In My Soul. A gravação dos temas teve lugar na LXPRO por Orlando Costa, no Headstart Studio por David Neves e no Dubai por TANB. Misturado por Zé Caeiro (DJ X-Acto), este trabalho fala sobre "ser WACK" – que, para os próprios, simboliza o fugir das expectativas, o quebrar de conceitos e o assumir de individualidades. O single de apresentação, “Carta de Amor”, fala sobre uma relação amorosa, cheia de paixão e drama, através de rimas diretas e de um groove entre o romantismo e a desilusão. A sonoridade vem da mistura de gostos pessoais. Os ambientes Jazz, Funk e Rock presentes não fazem com que se perca a verdadeira essência do grupo. Neste EP, pode-se ainda ouvir a voz já indispensável de Joana Campelo.

 

De palco em palco, a Família WACK tem vindo a multiplicar-se, provando que estes músicos não são os únicos a não respeitar os critérios de "bem parecer" impostos pela sociedade. 



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Letra

 

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Vulture apresentam “Doomed to Fail” em Almada e Alfragide

 

"Doomed to Fail", o novo EP dos Vulture, vai ser apresentado em dois showcases no próximo mês de maio: dia 14 na FNAC do Almada Fórum (22h00) e dia 15 na FNAC de Alfragide (21h30). Com uma capa a fazer lembrar os Red Hot Chili Peppers em "The Abbey Road E.P.", este trabalho, editado pela Music In My Soul, já se encontra disponível nas principais lojas digitais.

 

Com uma mistura fresca de Grunge, Rock e a sonoridade Doom, os Vulture surgem agora com um novo trabalho. Este grupo de Santarém respeita as suas origens e reconhece-as em cada passo, admitindo ter-se deixado influenciar por detalhes geográficos e humanos exclusivos desta região do país.

 

A banda é composta por Gerald (baixo), Casaca (guitarra), Leo (voz) e Duarte (bateria), músicos que decidiram produzir e gravar tudo no sítio onde estão, não vendo qualquer sentido em ir para estúdios desconhecidos e gravar músicas sobre um mundo diferente. Transportaram o estúdio até ao Ribatejo: procuraram casas antigas e quintas que pudessem utilizar e tentaram trabalhar sempre nesse ambiente único.

 

Os Vulture, que já existem desde junho de 2007, não pretendem mudar nada a não ser eles próprios. Colocam as ideias em cima da mesa, onde o debate é transparente, e encaram as verdades inconvenientes. Influenciados por grandes nomes como Led Zepplin, Faith No More, Manson, Sepultura e, claro, Moonspell, a banda vive dos ritmos pesados e da tensão melódica com voz crua e dura.



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O ano de 2015 começou em glória para os Melech Mechaya e isto não vai ficar por aqui. Depois de terem esgotado os seus concertos de apresentação do novo álbum, “Gente Estranha”, em dois dos mais prestigiados auditórios nacionais – a Casa da Música, no Porto, e o CCB, em Lisboa –, os Melech Mechaya regressam aos palcos de dois países em que já têm um público fiel e cada vez mais alargado, com doze espectáculos em Espanha e dois na Alemanha (e aguardando ainda novas confirmações de datas e de salas).

 

O primeiro concerto deste ano em Espanha, realizado no dia 6 de fevereiro em Arrabal Del Portillo, em Valladolid, também teve lotação esgotada.

 

Datas confirmadas em Espanha:

 

16 de Maio - Madrid (Fiestas de San Isidro)

23 de Maio - Madrid (Centro Cultural Paco Rabal)

12 de Junho - Móstoles (Teatro del Bosque)

20 de Junho - La Cabrera (Centro Cultural Sierra Norte)

27 de Junho - Pinto (Teatro Francisco Rabal)

1 de Agosto - Valencia de Alcantara (TBA)

7 de Agosto - Huelva (TBA)

6 de Novembro - Lekunberri (Festival Ensueños de Folk)

7 de Novembro - Irurtzun (Festival Ensueños de Folk)

8 de Novembro - Elizondo (Festival Ensueños de Folk)

14 de Novembro - Castejón (Festival Ensueños de Folk)

15 de Novembro - San Adrian (Festival Ensueños de Folk)

 

Datas confirmadas na Alemanha:

 

25 de Outubro – Dresden (TBA)

16 de Novembro – Munique (TBA)

 

Melech Mechaya são:

João Graça - violino

Miguel Veríssimo- clarinete

André Santos - guitarra

João Novais - contrabaixo

Francisco Caiado – percussão

 

 

Melech Mechaya
+351 968 947 230 | +351 964 389 756
www.melechmechaya.com



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Letra

 

OS TEUS PASSOS

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Levo a cabeça ao peito
e os restos mortais,
já não sou de ferro,
já não sou demais
como achava ontem.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Levas a arma às costas
e o saco de pedras,
deitas a carga fora
e o coração às feras.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Lavas as mãos do fogo
que deixaste na estrada,
eu tinha sangue novo
e não sobrou nada.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

Abertura na sexta 15 Maio à noite, em plena Rua da Venda Nova!
“Festival i” na 7ª edição com o
 maior programa de sempre!

 

festivali.png

 



PROGRAMA COMPLETO JÁ DISPONÍVEL
http://www.dorfeu.pt/i

O Festival i, a grande festa das artes em família, chega à sua 7ª edição. É um festival já crescidinho e, quando chega, a Primavera põe-se mais alegre e divertida. De 15 a 17 de Maio, a d’Orfeu apresenta um fim-de-semana inteiro de programação non-stop para público infantil e familiar, no programa mais extenso de sempre do festival, com 22 propostas distintas entre sexta e domingo.

No dia de sexta, o Festival i interage com a comunidade escolar do concelho de Águeda, com vários espectáculos dirigidos especificamente às turmas escolares, envolvendo centenas de alunos.

A abertura pública do festival dá-se na sexta-feira à noite, em plena Rua na Venda Nova, num convite aberto à cidade. A noite de abertura, desta vez com a companhia italiana “Teatro Dei Piedi”, pretende fazer jus à magia que o público sentiu, na última edição, ao ver a rua transformada em auditório ao ar livre. Desta vez, o público pode começar a chegar mais cedo, pois a Venda Nova vai estar animada nas suas entranhas, a partir das 21h00.

Depois, no sábado e no domingo, o habitual non-stop das 10h30 às 19h30, num roteiro que inclui Espaço d’Orfeu, Auditório do CEFAS, Biblioteca Municipal Manuel Alegre, Auditório Ana Paula Silva, Junta de Freguesia de Águeda/Borralha e várias zonas da cidade. O programa inclui uma nova série de fascinantes propostas artísticas, desde os bebés até aos mais espigadotes, sempre numa perspectiva de fruição familiar.

Uma das grandes novidades desta edição do festival é o Encontro de trad’Orquestras Infantis, que culminará, no domingo de manhã, com a apresentação conjunta da opÁ! – orquestra percussiva de Águeda e do Coro das Escolas Básicas de Miranda do Douro, projectos congéneres cruzando culturais regionais,
com largas dezenas de pequenos músicos, de Águeda e do planalto mirandês, juntos para novas tradições.

O Festival i é uma mostra de referência da melhor criação artística nacional, desta vez também com a presença de artistas internacionais oriundos de Espanha, França e Itália. O público vai cirandar de espectáculo em espectáculo e, este ano, terá que decidir bem o que quer ver, pois há cada vez mais programação simultânea, acompanhando a evolução de espectadores que o Festival i tem tido.

O i é uma iniciativa da d’Orfeu Associação Cultural em co-produção com o Município de Águeda e o apoio oficial da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes, entre muitas outras parcerias. As pulseiras individuais (válidas para todo o fim-de-semana) estão já à venda e podem ser adquiridas na d'Orfeu - até 15 de Maio – ou nos locais dos espectáculos, durante o festival. Venham todos fazer um grande i!


DESDOBRÁVEL DO PROGRAMA - VERSÃO DIGITAL
http://issuu.com/dorfeu/docs/desdobravel_festival_i_2015_web-02/1

 




http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Sitting in a park in Paris, France
Reading the news and it sure looks bad
They won't give peace a chance
That was just a dream some of us had
Still a lot of land to see
But I wouldn't stay here
It's too old and cold and settled in its ways here.

 

Oh, but California
California, I'm coming home
I'm going to see the folks I dig
I'll even kiss a sunset pig
California, I'm coming home.

 

I met a redneck on a Grecian isle
Who did the goat dance very well
He gave me back my smile
But he kept my camera to sell
Oh the rogue, the red red rogue
He cooked good omelets and stews
And I might have stayed on with him there
But my heart cried out for you, California
Oh California, I'm coming home
Oh make me feel good rock'n roll band
I'm your biggest fan
California, I'm coming home

 

Oh it gets so lonely
When you're walking
And the streets are full of strangers
All the news of home you read
Just gives you the blues
Just gives you the blues

 

So I bought me a ticket
I got on a plane to Spain
Went to a party down a red dirt road
There were lots of pretty people there
Reading Rolling Stone, reading Vogue
They said, How long can you hang around?
I said a week, maybe two
Just until my skin turns brown
Then I'm going home to California
California, I'm coming home
Oh will you take me as I am
Strung out on another man
California, I'm coming home

 

Oh it gets so lonely
When you're walking
And the streets are full of strangers
All the news of home you read
More about the war
And the bloody changes
Oh will you take me as I am?
Will you take me as I am?
Will you?
Will you take me as I am?
Take me as I am

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

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