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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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WACK atuam no Belém Art Fest 2015

 

Os WACK vão marcar presença na edição deste ano do Belém Art Fest, com um concerto no Palco Mini (Museu Coleção Berardo), por volta das 22h00. O grupo lisboeta dá assim continuidade à  apresentação do EP “Sem Pés Nem Cabeça”, editado em janeiro pela Music In My Soul.

 

WACK, palavra “hiphopiana” para algo mau ou sem qualidade, é um projeto musical que surgiu de improvisos e discussões sobre preocupações sérias entre irmãos, criados por concertos e festas Hip Hop underground na zona de Lisboa.

 

Esta fusão de música Rap com Funk, Soul e Jazz nasceu em 2012, após a edição do álbum “Dia e Noite” por TANB e João Paiva “Dikas” (vocalista). A dupla juntou-se a David Neves (DJ Ketzal) e ao produtor/beatmaker Rui Colaço “Raw Muzik” e editou, em 2013, o EP “Contra Fracos Não Há Argumentos”. Este trabalho, misturado e masterizado por Michael Ferreira (MIC) na Sine Factory, simboliza a busca do som WACK e introduziu este projeto nos espetáculos ao vivo.

 

César Correia (baixista) foi convidado a juntar-se à família em 2014, levando consigo Pedro Rodrigues “Mosca” (baterista) para completar a secção rítmica do projeto.

 

Fruto desta junção, em janeiro de 2015 nasceu o EP “Sem Pés Nem Cabeça”, produzido apenas pela banda e editado pela Music In My Soul. A gravação dos temas teve lugar na LXPRO por Orlando Costa, no Headstart Studio por David Neves e no Dubai por TANB. Misturado por Zé Caeiro (DJ X-Acto), este trabalho fala sobre "ser WACK" – que, para os próprios, simboliza o fugir das expectativas, o quebrar de conceitos e o assumir de individualidades. O single de apresentação, “Carta de Amor”, fala sobre uma relação amorosa, cheia de paixão e drama, através de rimas diretas e de um groove entre o romantismo e a desilusão. A sonoridade vem da mistura de gostos pessoais. Os ambientes Jazz, Funk e Rock presentes não fazem com que se perca a verdadeira essência do grupo. Neste EP, pode-se ainda ouvir a voz já indispensável de Joana Campelo.

 

De palco em palco, a Família WACK tem vindo a multiplicar-se, provando que estes músicos não são os únicos a não respeitar os critérios de "bem parecer" impostos pela sociedade. 

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Vulture apresentam “Doomed to Fail” em Almada e Alfragide

 

"Doomed to Fail", o novo EP dos Vulture, vai ser apresentado em dois showcases no próximo mês de maio: dia 14 na FNAC do Almada Fórum (22h00) e dia 15 na FNAC de Alfragide (21h30). Com uma capa a fazer lembrar os Red Hot Chili Peppers em "The Abbey Road E.P.", este trabalho, editado pela Music In My Soul, já se encontra disponível nas principais lojas digitais.

 

Com uma mistura fresca de Grunge, Rock e a sonoridade Doom, os Vulture surgem agora com um novo trabalho. Este grupo de Santarém respeita as suas origens e reconhece-as em cada passo, admitindo ter-se deixado influenciar por detalhes geográficos e humanos exclusivos desta região do país.

 

A banda é composta por Gerald (baixo), Casaca (guitarra), Leo (voz) e Duarte (bateria), músicos que decidiram produzir e gravar tudo no sítio onde estão, não vendo qualquer sentido em ir para estúdios desconhecidos e gravar músicas sobre um mundo diferente. Transportaram o estúdio até ao Ribatejo: procuraram casas antigas e quintas que pudessem utilizar e tentaram trabalhar sempre nesse ambiente único.

 

Os Vulture, que já existem desde junho de 2007, não pretendem mudar nada a não ser eles próprios. Colocam as ideias em cima da mesa, onde o debate é transparente, e encaram as verdades inconvenientes. Influenciados por grandes nomes como Led Zepplin, Faith No More, Manson, Sepultura e, claro, Moonspell, a banda vive dos ritmos pesados e da tensão melódica com voz crua e dura.

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O ano de 2015 começou em glória para os Melech Mechaya e isto não vai ficar por aqui. Depois de terem esgotado os seus concertos de apresentação do novo álbum, “Gente Estranha”, em dois dos mais prestigiados auditórios nacionais – a Casa da Música, no Porto, e o CCB, em Lisboa –, os Melech Mechaya regressam aos palcos de dois países em que já têm um público fiel e cada vez mais alargado, com doze espectáculos em Espanha e dois na Alemanha (e aguardando ainda novas confirmações de datas e de salas).

 

O primeiro concerto deste ano em Espanha, realizado no dia 6 de fevereiro em Arrabal Del Portillo, em Valladolid, também teve lotação esgotada.

 

Datas confirmadas em Espanha:

 

16 de Maio - Madrid (Fiestas de San Isidro)

23 de Maio - Madrid (Centro Cultural Paco Rabal)

12 de Junho - Móstoles (Teatro del Bosque)

20 de Junho - La Cabrera (Centro Cultural Sierra Norte)

27 de Junho - Pinto (Teatro Francisco Rabal)

1 de Agosto - Valencia de Alcantara (TBA)

7 de Agosto - Huelva (TBA)

6 de Novembro - Lekunberri (Festival Ensueños de Folk)

7 de Novembro - Irurtzun (Festival Ensueños de Folk)

8 de Novembro - Elizondo (Festival Ensueños de Folk)

14 de Novembro - Castejón (Festival Ensueños de Folk)

15 de Novembro - San Adrian (Festival Ensueños de Folk)

 

Datas confirmadas na Alemanha:

 

25 de Outubro – Dresden (TBA)

16 de Novembro – Munique (TBA)

 

Melech Mechaya são:

João Graça - violino

Miguel Veríssimo- clarinete

André Santos - guitarra

João Novais - contrabaixo

Francisco Caiado – percussão

 

 

Melech Mechaya
+351 968 947 230 | +351 964 389 756
www.melechmechaya.com

 

 

Letra

 

OS TEUS PASSOS

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Levo a cabeça ao peito
e os restos mortais,
já não sou de ferro,
já não sou demais
como achava ontem.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Levas a arma às costas
e o saco de pedras,
deitas a carga fora
e o coração às feras.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

Lavas as mãos do fogo
que deixaste na estrada,
eu tinha sangue novo
e não sobrou nada.

Quando os teus passos andam para trás
eu não vivo mais,
nem te sei de cor.
Nem te sei de cor.

 

Abertura na sexta 15 Maio à noite, em plena Rua da Venda Nova!
“Festival i” na 7ª edição com o
 maior programa de sempre!

 

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PROGRAMA COMPLETO JÁ DISPONÍVEL
http://www.dorfeu.pt/i

O Festival i, a grande festa das artes em família, chega à sua 7ª edição. É um festival já crescidinho e, quando chega, a Primavera põe-se mais alegre e divertida. De 15 a 17 de Maio, a d’Orfeu apresenta um fim-de-semana inteiro de programação non-stop para público infantil e familiar, no programa mais extenso de sempre do festival, com 22 propostas distintas entre sexta e domingo.

No dia de sexta, o Festival i interage com a comunidade escolar do concelho de Águeda, com vários espectáculos dirigidos especificamente às turmas escolares, envolvendo centenas de alunos.

A abertura pública do festival dá-se na sexta-feira à noite, em plena Rua na Venda Nova, num convite aberto à cidade. A noite de abertura, desta vez com a companhia italiana “Teatro Dei Piedi”, pretende fazer jus à magia que o público sentiu, na última edição, ao ver a rua transformada em auditório ao ar livre. Desta vez, o público pode começar a chegar mais cedo, pois a Venda Nova vai estar animada nas suas entranhas, a partir das 21h00.

Depois, no sábado e no domingo, o habitual non-stop das 10h30 às 19h30, num roteiro que inclui Espaço d’Orfeu, Auditório do CEFAS, Biblioteca Municipal Manuel Alegre, Auditório Ana Paula Silva, Junta de Freguesia de Águeda/Borralha e várias zonas da cidade. O programa inclui uma nova série de fascinantes propostas artísticas, desde os bebés até aos mais espigadotes, sempre numa perspectiva de fruição familiar.

Uma das grandes novidades desta edição do festival é o Encontro de trad’Orquestras Infantis, que culminará, no domingo de manhã, com a apresentação conjunta da opÁ! – orquestra percussiva de Águeda e do Coro das Escolas Básicas de Miranda do Douro, projectos congéneres cruzando culturais regionais,
com largas dezenas de pequenos músicos, de Águeda e do planalto mirandês, juntos para novas tradições.

O Festival i é uma mostra de referência da melhor criação artística nacional, desta vez também com a presença de artistas internacionais oriundos de Espanha, França e Itália. O público vai cirandar de espectáculo em espectáculo e, este ano, terá que decidir bem o que quer ver, pois há cada vez mais programação simultânea, acompanhando a evolução de espectadores que o Festival i tem tido.

O i é uma iniciativa da d’Orfeu Associação Cultural em co-produção com o Município de Águeda e o apoio oficial da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes, entre muitas outras parcerias. As pulseiras individuais (válidas para todo o fim-de-semana) estão já à venda e podem ser adquiridas na d'Orfeu - até 15 de Maio – ou nos locais dos espectáculos, durante o festival. Venham todos fazer um grande i!


DESDOBRÁVEL DO PROGRAMA - VERSÃO DIGITAL
http://issuu.com/dorfeu/docs/desdobravel_festival_i_2015_web-02/1

 




http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC

 

Letra

 

Sitting in a park in Paris, France
Reading the news and it sure looks bad
They won't give peace a chance
That was just a dream some of us had
Still a lot of land to see
But I wouldn't stay here
It's too old and cold and settled in its ways here.

 

Oh, but California
California, I'm coming home
I'm going to see the folks I dig
I'll even kiss a sunset pig
California, I'm coming home.

 

I met a redneck on a Grecian isle
Who did the goat dance very well
He gave me back my smile
But he kept my camera to sell
Oh the rogue, the red red rogue
He cooked good omelets and stews
And I might have stayed on with him there
But my heart cried out for you, California
Oh California, I'm coming home
Oh make me feel good rock'n roll band
I'm your biggest fan
California, I'm coming home

 

Oh it gets so lonely
When you're walking
And the streets are full of strangers
All the news of home you read
Just gives you the blues
Just gives you the blues

 

So I bought me a ticket
I got on a plane to Spain
Went to a party down a red dirt road
There were lots of pretty people there
Reading Rolling Stone, reading Vogue
They said, How long can you hang around?
I said a week, maybe two
Just until my skin turns brown
Then I'm going home to California
California, I'm coming home
Oh will you take me as I am
Strung out on another man
California, I'm coming home

 

Oh it gets so lonely
When you're walking
And the streets are full of strangers
All the news of home you read
More about the war
And the bloody changes
Oh will you take me as I am?
Will you take me as I am?
Will you?
Will you take me as I am?
Take me as I am

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email

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