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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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“Sunshine” dos Strugglaz Project vai aquecer Almada

 

Os Strugglaz Project iniciaram a contagem decrescente para o verão com a estreia do single “Sunshine”, um dos temas que vão poder ser ouvidos no próximo dia 8 de maio, na FNAC do Almada Fórum, num showcase com início às 22h00. Depois de “Troublemaker”, “Sunshine” é o segundo single do EP “Youthman Uprise”, editado em novembro passado pela Music In My Soul.

 

É a fusão entre Reggae, Soul, Funk e Hip Hop que, possivelmente, melhor caracteriza o som dos Strugglaz Project. Fruto de uma cultura urbana atual e dinâmica, Marcus Harris (voz reggae), Túlio Silva “Hipots” (voz hip hop) e Carlos Elias (guitarra) têm uma missão a cumprir e uma mensagem importante para passar, de forma a alcançar novos horizontes e novas comunidades.

 

Os músicos que se vieram juntar a este projeto são de diferentes áreas musicais, entre Jazz, Funk, World Music e Soul, acabando por formar um pilar bem sólido, mestiço e cheio de groove – os Strugglaz Project nascem, assim, com um reportório cheio de significado e boas sonoridades.

 

Desde de 2011 até à data, já editaram o EP “Keep On Strugglin”, protagonizaram atuações no Club Offbeatz e na BalconyTV e, em 2013, ganharam o concurso para tocar no Festival Sumol Summer Fest. Nesse mesmo verão, atuaram no Music Box e finalizaram o Festival Santa Cruz Summer Sounds.

 

O ano de 2014 trouxe o novo EP da banda, “Youthman Uprise”, já disponível em várias lojas digitais e que teve “Troublemaker” como single de apresentação, um tema que surpreende pelos acordes melancólicos e cuja letra refletirá quem o ouve.

 

 

Letra

 

I was driving across the burning desert
When I spotted six jet planes
Leaving six white vapor trails across the bleak terrain
Like the hexagram of the heavens
Like the strings of my guitar
Amelia, it was just a false alarm

The drone of flying engines
Is a song so wild and blue
It scrambles time and seasons if it gets thru to you
Then your life becomes a travelogue
For the picture post card charms
Amelia, it was just a false alarm

People will tell you where they've gone
They'll tell you where to go
But till you get there yourself you never really know
Where some have found their paradise
Others just come to harm
Amelia, it was just a false alarm

I wish that he was here tonight
It's so hard to obey
His sad request of me to kindly stay away
So this is how I hide the hurt
As the road leads cursed and charmed
I tell amelia, it was just a false alarm

The ghost of aviation
She was swallowed by the sky
Or by the sea, like me she had a dream to fly
Like Icarus ascending
On beautiful foolish arms
Amelia, it was just a false alarm

Maybe I've never really loved
I guess that is the truth
I've spent my whole life in clouds at icy altitude
And looking down on everything
I crashed into his arms
Amelia, it was just a false alarm

I pulled into the cactus tree motel
To shower off the dust
And I slept on the strange pillows of my wanderlust
I dreamed of seven forty sevens
Over geometric farms

 

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Lacre dão 3 showcases em 2 dias

 

Os Lacre vão fazer uma série de três showcases em dois dias, já no próximo mês de maio. A banda de Bragança continua, assim, a promover o álbum “Opus 0”, reeditado pela Music In My Soul e que tem “Ode aDeus” como primeiro single.

 

As datas e os locais por onde os Lacre vão passar:

  • Dia 16 de maio, FNAC do Almada Fórum, às 17h00;
  • Dia 16 de maio, FNAC do CascaiShopping, às 22h00;
  • Dia 17 de maio, FNAC dos Armazéns do Chiado, às 18h30.

 

Da cumplicidade de Miguel Moita-Fernandes e Yazalde Afonso, amigos de infância e companheiros de outros projetos musicais, com a excelência musical dos irmãos Rómulo e Igor Ferreira e a límpida e melodiosa voz de Carolina Vieira nasceram os Lacre.

 

“Encher a alma das pessoas e passar-lhes uma calma inquietante, que as faça pensar, sentir e levitar” é o objetivo destes músicos. Provenientes de Bragança, Mirandela e Ponta Delgada – Povoação, juntaram diferentes vivências que resultaram num trabalho cheio de inspiração. Tanto na parte musical, como no poema das letras, fazem um som intimista completamente acústico. Com o género “Canção” de sabor erudito e levemente temperado com a tristeza e a melancolia do Fado, transportam todas as almas para um estado mais elevado.

 

É com o primeiro álbum “Opus 0”, produzido por António Pinheiro da Silva, que esta banda se apresenta. Nascidos em janeiro de 2012, os Lacre editaram o seu primeiro trabalho um ano e meio mais tarde e foram vários os concertos desde então. Em fevereiro de 2014, foi lançado o primeiro videoclipe do tema “Ode aDeus”, realizado por Rui Pilão e com a direção de fotografia de António Morais. A música, misturada com o ambiente sereno, revela um espetáculo cheio de inspiração e emoção.

 

Letra

 

Corre a gente decidida
Pra ter a vida que quer
Sem repararmos que a vida
Passa por nós a correr
Às vezes até esquecemos
Nessa louca correria
Porque motivo corremos
E para onde se corria

Buscando novos sabores
Corre-s'atrás de petiscos
Quem corre atrás de valores
Corre sempre grandes riscos
E dá pra ser escorraçado
Correr de forma dif'rentre
Há quem seja acorrentado
Por correr contr'a corrente

Num constante corropio
Já nem sequer nos ocorre
Que a correr até o rio
Chegando ao mar também morre
Vou atrás do prejuiso
Vou à frente d'ameaça
Morremos sem ser preciso
E a Correr, a vida passa

Percorrendo o seu caminho
Correndo atrás dum sentido
há quem dance o corridinho
Eu canto o fado corrido
E o que me ocorre agora
Pra não correr qualquer p'rigo
É correr daqui pra fora
Antes que corram comigo
Vou correr daqui pra fora
Antes que corram comigo

 

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“Finally” marca a estreia nacional dos 2Play

 

O single de apresentação dos 2Play, “Finally”, estreia hoje, dia 30 de abril, a nível nacional. O tema ficará disponível nas principais lojas digitais na próxima segunda-feira, antecipando, assim, a edição do primeiro EP desta banda de Vila Real, a editar brevemente pela Music In My Soul.

 

A música é a possibilidade de expressão de sentimentos e emoções. Para os 2Play, “a música é a única linguagem que nos entende”. Tanto pode ter um lado positivo como negativo. No caso da banda de Chaves – composta por Mónica Ferreira (voz) e Cláudio Vital (parte eletrónica e produção) –, e porque nas letras está sempre presente o positivismo com que encaram a vida e as dificuldades que ela apresenta, a música é uma exaltação à vontade de viver, de concretizar sonhos e alcançar objetivos, ou seja, a definição de vida.

 

Mónica Ferreira é natural de Vouzela e começou por ter aulas de música aos 12 anos, tendo aprendido a tocar teclado. A partir daí, o gosto pela música foi crescendo. Nas escolas por onde passou, participava sempre que havia um evento relacionado com música. Fez parte de grupos corais, tunas e grupos de baile e foi nestes últimos, durante 16 anos, que foi crescendo como cantora.

 

Cláudio Vital frequentou, aos 11 anos, aulas de piano e bateria no Luxemburgo, união que manteve desde essa altura. O gosto pela música ganhou tal importância que o sonho de ser jogador de futebol passou, mesmo, para segundo plano. Quando regressou a Portugal, aos 17 anos, foi em busca de novos caminhos, tendo passado por projetos de música ao vivo em bares e grupos de baile. Nos últimos anos, tem-se dedicado mais à produção musical.

 

 

Letra

 

It's a long, long way from canada
A long way from snow chains
Donkey vendors slicing coconut
No parkas to their name
Black babies covered in baking flour
The cook's got a carnival song
We're going to lay down someplace shady
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Walter raleigh and chris columbus
Come marching out of the waves
And claim the beach and all concessions
In the name of the suntan slave
I wrapped that flag around me
Like a dorothy lamour sarong
And I lay down thinking national
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Goodtime mary and a fortune hunter
All dressed up to follow the drums
Mary in a feather hula-hoop
Miss fortune with a rose on her big game gun
All saints, all sinners shining
Heed those trumpets all night long
Propped up on a samba beat
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

Tar baby and the great white wonder
Talking over a glass of rum
Burning on the inside
With the knowledge of things to come
There's gambling out on the terrace
And midnight ramblin' on the lawn
As they lead toward temptation
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

In a plane flying back to winter
In shoes full of tropic sand
A lady in a foreign flag
On the arm of her marlboro man
The hawk howls in new york city
Six foot drifts on myrtle's lawn
As they push the recline buttons down
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

La, la ...
African sand on the trade winds
And the sun on the amazon
As they push the reline buttons down
With dreamland coming on
Dreamland, dreamland
Dreamland, dreamland

 

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António Zambujo, Buraka Som Sistema e Dead Combo entre os nomeados para os Globos de Ouro



Prémios são entregues a 24 de maio no Coliseu de Lisboa

Já são conhecidos os nomeados para XX edição dos prémios Globos de Ouro, que decorrem a 24 de maio no Coliseu dos Recreios de Lisboa.

Na categoria de melhor intérprete individual, António Zambujo e Rodrigo Leão vão a jogo com Carminho e The Legendary Tigerman na procura da distinção.
 
Já os Dead Combo e os Buraka Som Sistema estão nomeados para o prémio de melhor grupo, com DAMA e HMB também na luta. No ano passado os Dead Combo editaram o álbum "A Bunch of Meninos", que reforçou o papel da dupla no contexto musical português, e os Buraka Som Sistema tiveram mais um ano em cheio, com disco novo ("Buraka") e uma digressão mundial que os levou de Portugal para a Austrália, Estados Unidos da América, México e toda a Europa.
 
António Zambujo está ainda nomeado na categoria de melhor música, com a faixa "Pica do 7", do seu último álbum "Rua da Emenda". Capicua, DAMA e Miguel Araújo têm também canções nomeadas para esta distinção.
 
Os Globos de Ouro são entregues pela SIC e pela revista Caras desde 1996. A edição deste ano acontece a 24 de maio.
 
Parabéns a todos os nossos artistas nomeados: Dead Combo, Buraka Som Sistema e António Zambujo, e também a Rodrigo Leão, que acaba de integrar o nosso catálogo.

 

Letra

 

Quando as duas raparigas
Cruzaram o seu caminho
Vinham perdidas de riso
Entre a graça das amigas
Ele, que vinha sozinho
Ficou bastante indeciso

Parou pra melhor as ver
E, nesse olhar reparando
Pararam elas também
E, se uma era fogo a arder
Pois a outra, em lume brando
Queimava como ninguém

Loira uma, outra morena
Uma acendia desejos
Na outra havia mistério
E, enquanto da mais pequena
Queria abraços e beijos
Com a alta o caso era sério

Ao pé delas tarde fora
Dessas duas raparigas
Foi só uma que escolheu
E quem se riu chora agora
Pois entre invejas e brigas
Quase tudo se perdeu
E hoje chegou a hora
De vos contar as intrigas
Porque a escolhida fui eu

 

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Strange Coats dão festa de apresentação em Leiria

 

Leiria é a cidade que vai receber a festa de apresentação dos Strange Coats, dia 15 de maio, no Texas Bar, pelas 23h00. A banda aveirense vai dar a conhecer o seu segundo EP, “After The End”, editado em fevereiro de 2015 pela Music In My Soul. “What’s Not to Love” é o single de estreia deste trabalho, que certamente conquistará aqueles que procuram algo novo no Rock.

 

Embora o projeto exista desde 2010, o atual conjunto com o nome de Strange Coats formou-se em Aveiro e existe apenas desde abril de 2014. Com a atual formação – Miguel Menano (voz e guitarra), António Ventura (guitarra), André Martins (baixo) e Pedro Teixeira (bateria) –, o primeiro concerto aconteceu no dia 1 de maio de 2014, no Aqui Base Tango em Coimbra, e, do grupo, apenas o baterista colabora noutro projeto, intitulado "Os Plutónios”.

 

A banda lançou em 2012 o seu primeiro EP, “Palaver”, e um segundo EP, “After the End”, em fevereiro de 2015. Este último, constituído por quatro temas, deixa perceber as mais diversas influências de grandes bandas do passado, embora sempre com um toque muito moderno e contemporâneo tão próprio da jovialidade e frescura dos quatro músicos.


A música dos Strange Coats é o produto final da junção dos vários géneros musicais que cada elemento da banda costuma ouvir, sendo que as principais influências são Rock Progressivo, Rock Psicadélico e Indie Rock.

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email