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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Footsteps Echo dão novo concerto em Lisboa

 

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, recebe no próximo dia 11 de junho os Footsteps Echo, que editaram recentemente o seu primeiro EP, “No bread for crazy people”. “Lamento fora de tempo” é o single de apresentação deste trabalho, que tem o selo da Music In My Soul, e será um dos temas a ouvir no concerto, que terá início às 22h00.

 

Os Footsteps Echo são um projeto de originais iniciado em 2008, cujas influências vão do Rock alternativo ao Metal, desde os anos 80 até à atualidade.

 

Marco Dias (voz), Tiago Fontes (baixo), Anselmo Gomes (bateria) e João Luís (guitarra) são os elementos deste grupo lisboeta, todos já com experiência anterior em bandas.

 

Desde o início, os Footsteps Echo pretenderam criar um processo criativo inclusivo por parte de todos os membros, tentando originar uma fusão de sons que crie música que se recusa a obedecer a um género.

 

 

 

 

 

Letra

 

Aquela dica nova, tu sabes, tu sabes
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada
Entre o céu e a terra amada (nada)
Entre o céu e a terra amada

nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega

Nunca nada te vai chegar aos pés
Tem que ser duro ser assim como tu és
Tudo aquilo que possas conseguir um dia
Só te vai server pra subir um pouco mais a fasquia
Siga, sempre à procura de um alugar acima
Levas o tempo a dançar numa luta de esgrima
Guarda lá a espada um minuto que seja
Aproveita o que tu tens de bandeja antes que seja tarde

Demais para o poderes fazer
A vida é curta, difícil de prever
Pode ser que acabes por ficar rico e sozinho
Consigas perceber como és fútil e mesquinho (vais ver)

Na verdade queres tanto fora de ti
Porque lá no fundo não tens nada dentro de ti
Publicidade enganosa, ente-lhes de novo
Não vão cair, sempre em ti

Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra

nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega

Ei, bora aí dar uma volta até ao IPO
Murro atrás de murro, até ficares bem KO
Quem sabe se assim páras um bocado
Pensas um bocado,  pões essas merdas de lado

Não queiras ter a Kim, só há um Kanye
Tanto dinheiro é crime, é desigualdade e é
Muito ofensivo, no mundo onde vivo
És mais que uma razão pra usar preservativo

Sossega a carapinha
Não vás à casa de banho
Só pra fazer mais uma linha
Segue caminho mais a menina da linha
Fica na tua boy, eu fico na minha

porque se a casa fica onde está no coração
Tu és como um sem abrigo à procura de ração
Obrigado mas não a sério que não
Eu faço questão de te pôr um travão

Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra

nunca, nunca
nada, nada, nada

(nunca) chega (chega) sossega

 

 

Lewis Fautzi, Backbone e Terzi encerram o leque de DJs para o Vila 2015 Agendado para os dias 26 e 27 de Junho, no complexo desportivo de Lousada, o “Vila – festival da juventude de Lousada 2015” terá a sua estreia absoluta na programação cultural de um dos concelhos mais jovens do país, enquadrado num formato completamente atual e ambicioso.

 

Assumido como uma vitrina para o que de melhor se faz em Portugal, o novíssimo festival de Verão visa conciliar a excelência e pluralidade entre os vários talentos da música de dança e do pop/rock/rap, ocupando um conceito em falta na região do Vale do Sousa. A poucos dias de encerrar o cartaz inaugural, revelamos esta semana mais três nomes.

 

Representando a fina seleção de talentos que a nossa curadora Bandit tem despontado no panorama eletrónico nacional, trazemo-vos desta volta três jovens propostas para as noites longas do festival. O barcelense Lewis Fautzi, surpreendente revelação da cena techno europeia, o mondinense Backbone, que tem feito furor pelas mais prestigiadas casas do norte do país e o lisboeta Terzi, promotor e frequentador assíduo da renovada agenda bracarense, encerram assim o leque de produtores deste ano.

 

A Terzi juntam-se, desta forma, os já anunciados Frankie Chavez, The Glockenwise, Trikk e Steve Parker na sexta-feira, dia 26. Quanto aos restantes (Lewis Fautzi e Backbone), vão dividir palco com os previamente confirmados Salto e Octa Push, no segundo dia de sábado.

 

Neste momento, estamos em condições de adiantar que apenas faltarão dois nomes – justamente, os cabeças de cartaz – para dar por terminado este ciclo de lançamentos. Encarregada dessa programação, estará a nossa segunda curadora artística, a Covilhete na Mão.

 

O “Vila - Festival da Juventude de Lousada” é organizado pela associação sem fins lucrativos “Légua Frenética”, em colaboração com a Câmara Municipal de Lousada, que se juntou para recuperar uma alternativa credível na agenda da vila do Tâmega. No nosso Site Oficial e no Facebook, podem encontrar mais informação entre as ações de divulgação já realizadas, os apelos à comunidade bem como os nossos teasers promocionais.

 

Cartaz

 

Sexta feira, dia 26:

- Frankie Chavez;

- The Glockenwise;

- Steve Parker;

- Trikk;

- Terzi;

 

Sábado, dia 27:

- Salto;

- Octa Push;

- Lewis Fautzi;

- Backbone.

 

Letra

 

They can never dry, dry us for life
So before we all left town
Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?

And we let ourselves to rest
Wanting that we've done our best
So before we all left town
Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?

And we let ourselves to rest
Wanting that we've done our best
So before we all left town
Won't you take a chance?

Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?

 

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SHAPE LANÇA O ALBUM DE ESTREIA "CROSSING ROADS"

Grupo de hardcore Português lançou o álbum de estreia, ‘Crossing Roads’, pela Hellxis Records.

Lisboa, Portugal, 28 de Maio, 2015 -- Depois de dois EPs bem recebidos e cinco anos a partilhar palcos com bandas como Terror, Death Before Dishonor, Bane, Comeback Kid e Turnstile, SHAPE finalmente gravou o seu primeiro álbum, Crossing Roads, um LP de onze faixas que capturam e fortelecem o amor pelo hardcore pela qual a banda portuguesa é conhecida.

 

Ouve o novo album "Crossing Roads" no Bandcamp: https://shapehc.bandcamp.com/album/crossing-roads

No YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=9d7Owb9uf4E

 

Compre através da Hellxis: http://www.hellxis.com/loja-online/musica-hell-xis/shape-crossing-roads/

 

Booking: info@hellxis.com

29 Mai, 2015

KARA - OLVS

 

 

Letra

 

1ºparte

olivais , antigo vale de relva densa
coberta por alcatrão há uma historia em cada fenda

o sitio onde a canalha usa a navalha e as mortalhas
onde os pássaros já não cantam porque não sobram migalhas




um café e um bagaço faz com que um braço trema
em cheirinho e mais um traço põe o braço numa algema

corpos tocam se excitados em relações que duram um dia
amor? só pela mãe , o sexo é que os alicia

acordar ás 4 da tarde como se fosse normal
porque é a noite que desempregado ganha o salário mensal

corpos deambulados que a beata acaricia
um filtro de um cigarro velho que lhes sabe pela vida

e se tens vida? já todo o mundo sabe..
porque aqui a Quadrilhice é hobby da terceira idade

gritos aflitos que te acordam de madrugada
lembram que nem a dormir o mundo faz para a mágoa

aqui a felicidade faz se de coisas acessíveis
pequenas conquistas fazem parece los incríveis

prédios cinzentos que por dentro trazem cor
que nunca falte o pão a uma casa cheia de amor

mostra me o melhor de ti, traz essa roupa á maneira
aqui mostramos te a barriga o nosso griff é tela cheia


REFRÃO

eu sou do lugar , do andar
onde este corpo é chão
e é onde eu vou estar, a esperar ate chegar a mão

que me leve a maldade a maldade
e me encha o coração
tornar a dor em arte em arte o que estes prédios são




2º parte

olivais , o pulmão da cidade
aqui respiramos vida ate que a morte nos evade

e nos chorámos como qualquer homem chora
ao saber-mos que o gatilho foi mais forte nessa hora

já nada importa nem o que o coração diz
no bairro que brinca connosco ao faz de conta que és feliz

entre historias e suecas o idoso limpa a ferida
fez da vida arte que não foi reconhecida

e os jovens já nascem com uma perna a menos
rotelados como marginais sem sequer sabermos

correm atrás do destino e a policia para os logo
porque para eles correr é porque já roubaram algo

onde formos reconheces é notório
pelos berros e alcunhas e o assobio próprio

pelas casas degradadas e o amor que há nelas
pelas velas em igrejas, pelas roupas nas janelas

aqui mães levam os filhos ao aeroporto ver a vista
e quando os putos crescem cedo se fazem á pista

vão para a escola obrigados mas não levam a mochila
o bairro já os fez sentir o que a escola não ensina

e os que partem , nunca é por vontade
arranjam sempre tradução para a palavra saudade

somos felizes com pouco, só sabendo o motivo
não ter onde cai morto mas ter onde me manter vivo

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email