
ENCONTROS
21 Maio . 22 Maio . 23 Maio . 24 Maio . 25 Maio . 26 Maio . 27 Maio . 28 Maio . 29 Maio . 30 Maio
CARA (Ano Zero)
Consequência do trabalho desenvolvido desde 2010, tendo em vista criar um centro de alto rendimento artístico em Matosinhos, o projecto CARA (Ano Zero) iniciou-se em Dezembro do ano passado sob a chancela da Orquestra de Jazz de Matosinhos e do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto. Esta performance apresentada agora no âmbito do Música Viva 2015 constitui o primeiro módulo de programação e provocação do projeto CARA, uma iniciativa que congrega a criação artística, a inovação tecnológica e o envolvimento de parceiros externos, abordando a música enquanto organização de som no tempo e no espaço e neste sentido proporcionando ao público uma experiência musical e sensorial única. Para dar corpo a este novo desafio a OJM encomendou cinco peças originais a cinco compositores portugueses: Igor C. Silva, Filipe Lopes, Rui Penha, Rui Dias e Gustavo Costa. Complementando este programa, no fim deste 12.º encontro do Música Viva 2015 ouviremos ainda um fresco electroacústico de Miguel Negrão.
Igor C. Silva, Gin#122 (2014)
para kalimba e electrónica
intérprete: André Dias, percussão
Filipe Lopes, Tombe le silence dans le son (2014)
para electrónica
Rui Penha, no man is an island (2014)
para aerofone e electrónica (elaborada sobre gravações da voz de Helena Caspurro)
intérprete: Gilberto Bernardes, saxofone
Rui Dias, Big Bend (2014)
para electrónica (elaborada sobre gravações da Orquestra de Jazz de Matosinhos)
Gustavo Costa, Halcyonian (2014)
para percussão, trompete e electrónica
Miguel Negrão, Subjective referral backwards in time (2010)
8 pistas, para orquestra de altifalantes
Letra
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Novo single dos Strange Coats: “Crystal Shores”
O novo single dos Strange Coats estreia hoje, dia 26 de maio. “Crystal Shores” é o segundo tema de apresentação do EP “After The End”, editado em fevereiro de 2015 pela Music In My Soul. “What’s Not to Love” foi o single de estreia deste trabalho da banda aveirense, que certamente conquistará aqueles que procuram algo novo no Rock.
Embora o projeto exista desde 2010, o atual conjunto com o nome de Strange Coats formou-se em Aveiro e existe apenas desde abril de 2014. Com a atual formação – Miguel Menano (voz e guitarra), António Ventura (guitarra), André Martins (baixo) e Pedro Teixeira (bateria) –, o primeiro concerto aconteceu no dia 1 de maio de 2014, no Aqui Base Tango em Coimbra. Do grupo, apenas o baterista colabora noutro projeto, intitulado "Os Plutónios”.
A banda lançou em 2012 o seu primeiro EP, “Palaver”, e um segundo EP, “After the End”, em fevereiro de 2015. Este último, constituído por quatro temas, deixa perceber as mais diversas influências de grandes bandas do passado, embora sempre com um toque muito moderno e contemporâneo tão próprio da jovialidade e frescura dos quatro músicos.
A música dos Strange Coats é o produto final da junção dos vários géneros musicais que cada elemento da banda costuma ouvir, sendo que as principais influências são Rock Progressivo, Rock Psicadélico e Indie Rock.
Letra
A letra está no vídeo
EP dos My Enchantment é reeditado
“The Death of Silence”, o EP dos My Enchantment, é reeditado em formato CD no próximo dia 1 de junho, depois de, no passado dia 15 de maio, ter ficado disponível nas principais lojas digitais. Com o selo da Music In My Soul, este trabalho – que teve já uma primeira edição promovida pela própria banda – tem “The Fallen” como single de apresentação.
Os My Enchantment formaram-se em 1999 com o nome Near Death Experience, tocando Black Metal. No ano seguinte, e devido a uma mudança na sonoridade da banda, o nome foi alterado para My Enchantment, praticando a partir dessa altura uma sonoridade com uma componente mais sinfónica e melódica, mas mantendo sempre as suas raízes no Metal. Após várias alterações de line up, conseguiram atingir alguma estabilidade no final de 2003, com Paulo Pereira na voz, João Pepe e João Feio nas guitarras, Fernando Barroso no baixo, João Henriques nos teclados e Ricardo Oliveira na bateria. Esta formação manteve-se até ao início de 2011, tendo editado o CD “SinPHONIC” (em 2006), participado em diversos concursos e marcado presença em vários palcos de todo o país.
Em 2011, deu-se uma nova alteração no line up do grupo: Paulo Pereira abandonou a posição de vocalista, sendo substituído por Pedro Fonseca, e João Henriques saiu também dos teclados, entrando Bruno Assunção. Esta nova formação passou por um período de composição e estabilização até novembro desse ano, mês em que regressaram aos palcos nacionais com um espírito renovado, atitude e vontade de triunfar.
Já no início de 2012, surgiu a necessidade de procurar novos elementos, uma vez que Pedro Fonseca, Bruno Assunção e João Pepe abandonaram as suas posições. Em maio, Pedro Alves integrou o lugar de guitarrista e Rui Gonçalves assumiu os teclados pouco tempo depois. Seguiu-se um período de procura de um novo vocalista – contudo, os My Enchantment nunca pararam de trabalhar e eis que, ainda nesse ano (em dezembro), apareceu Alex Zander para o lugar.
Entrando em 2013 com sangue novo e imensa vontade de voltar a pisar os palcos, os My Enchantment apresentaram a sua nova formação em Lisboa num festival com Therion, Tears of Martyr e Ava Inferi, reunindo esforços para realizarem o lançamento de novo material, nomeadamente o segundo álbum de originais. No último trimestre desse ano, entraram mais uma vez em estúdio para um novo registo: gravaram os quatro temas que compõem o novo EP, “The Death of Silence”, editado no primeiro trimestre de 2014 e agora reeditado.
Letra
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Letra
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ISAURA
Letra
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DAVID FONSECA
Single em vinil e digital
Letra
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Letra
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WORLD MUSIC DE YAMI ALOELELA EM EP "PALAVRA MÁGICA"
Após sete anos desde a edição do seu primeiro álbum, o Angolano Yami Aloelela, cantautor, produtor, multi-instrumentista e baixista da fadista Mariza, traz de volta as influências de raízes africanas com o EP digital "Palavra Mágica", pela Show Makers by Blim Records.
EP “Palavra Mágica”, capa, nota de imprensa, fotografias e toda informação - aqui.
O single de apresentação "Leya", para além de disponível em vídeo pode escutar-se, bem como o restante EP, nas principais plataformas digitais. "Palavra Mágica" conta ainda com a participação especial de um dos mais talentosos guitarristas portugueses, Pedro Jóia, no tema "Beijo de Luz", contribuindo com a sua genialidade e toque, inconfundível, mediterrânico.
São 4 as músicas que dão forma a "Palavra Mágica", um excerto da sua longa viagem de 7 anos que nos transporta para um mundo repleto de sonhos, experiências e expectativas. Poderíamos apelidar a sua música de World Music, ou Etno/Pop, mas na verdade quer apenas chegar aos corações das pessoas, onde melhor que ouvi-la, só mesmo senti-la. "Palavra Mágica" é música que celebra a amizade, a família e o amor em toda a sua plenitude.
Yami Aloelela é um misto de culturas, a simbiose perfeita entre os ritmos de África que junta vocabulário Kimbundu a um Português de pronúncia e rítmica negra. Ao longo destes sete anos, Yami tem vindo a materializar o seu projecto de vida, a compilar as suas composições. A vontade de partilhar leva-o a não aguardar por um álbum, surgindo "Palavra Mágica" como um prefácio, uma antevisão para o que nos espera no seu próximo disco, a chegar já no final de 2015.
Letra
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The Glockenwise e Steve Parker juntamse ao cartaz do “Vila 2015” em Lousada.
Agendado para os dias 26 e 27 de Junho, no complexo desportivo de Lousada, o “Vila – festival da juventude de Lousada 2015” terá a sua estreia absoluta na programação lúdica e cultural de um dos concelhos mais jovens do país, enquadrado num formato completamente renovado e ambicioso.
No último fim-de-semana do próximo mês, várias bandas e produtores de música eletrónica de renome nacional estarão em destaque dentro de um cartaz atual, diversificado e dinâmico, assumindo um conceito em falta na região. Até agora, foram revelados alguns nomes de uma sequência que se alongará pela próxima semana.
O reconhecido bluesman lisboeta Frankie Chavez e o talentoso produtor português radicado em Londres, Trikk, são os primeiros nomes conhecidos a atuar na sexta-feira, dia 26. A dupla lisboeta Octa Push, e a jovem banda maiata Salto, são as propostas que se seguem para o segundo dia de sábado. A estes nomes juntam-se agora os dos barcelenses, The Glockenwise, e do consagrado DJ portuense Steve Parker, no lote do primeiro dia.
A estratégia deste projeto assenta num pressuposto de projeção do concelho “fora de portas”. O evento pretende não só envolver os jovens lousadenses para esta iniciativa, mas alargá-la aos concelhos vizinhos. Para este efeito, foram recrutadas as curadorias musicais da produtora, Covilhete na Mão, e da promotora, Bandit, ambas de Vila Real, para se associarem à sua produção, bem como a parceria com a agência de design , Idiot, do Porto, na decoração do recinto.
Frisar também, que no decorrer do festival, várias atividades serão disponibilizadas paralelamente, integradas num espaço de lazer com escalada, slide , parque radical, área de skate e grafitti .
O “Vila - Festival da Juventude de Lousada” é organizado pela associação juvenil “Légua Frenética”, em colaboração com a Câmara Municipal de Lousada, que se juntou para recuperar uma alternativa credível na agenda da vila do Tâmega. Já em finais de Fevereiro, na Feira Internacional de Lisboa, o Vila Festival tinha marcado presença na Bolsa de Turismo de Lisboa 2015.
Esta quinta-feira, a organização realizará junto de outro grande evento do concelho - o Vodafone Rally de Portugal - nova ação de promoção do evento.
Letra
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Letra
Em partes parto os sonhos
vão a fugir
pela agua nos meus olhos
e falham-me as palavras
no fim
calam-se as canções
e eu fui
amado sem perguntar
uma luz
que eu de volta sobre o mar
e perder
só perde quem ao mar se fez
e eu fui
e voltarei a ser
essa luz
e sem aviso a manhã vem
outra vez
Não há ninguém nas ruas
só escombros
cenário de um pós-bomba
e escrevi nas paredes
tantas vezes
porquê?
já sem esperar resposta
e sei
tu foste esse lugar
onde eu fui
pra não poder ficar
esquecer
que a noite chega ao fim
eu fui
e voltarei a ser
essa luz
e sem aviso a manhã vem
outra vez
e sem aviso a luz rompe a manha
outra vez
Que esta noite noite chegue ao fim
sim eu fui
e sei que tudo volte a ser
de novo essa luz
vem a manhã e nasce
outra vez
Basic Black editam álbum e dão concerto no Porto
"Machinity". O álbum é dos Basic Black e, depois de ter estado em pré-venda, passa a estar hoje, dia 22 de maio, disponível nas principais lojas digitais – a venda em formato CD acontecerá no início de junho. A edição tem o selo da Music In My Soul e “Wizard Ways” é o single de apresentação deste trabalho. Quanto à festa de lançamento, realiza-se no próximo dia 6 de junho, no Armazém do Chá, no Porto, a partir das 23h00.
Basic Black é uma banda de Granite Rock portuguesa que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.
Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana – tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.
A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.
Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem e vão finalmente ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com o selo da Music In My Soul – que, segundo os músicos, apareceu na altura certa.
Letra
Letra:
O gravador nos ombros, miúdas em maiô
Colecionavamos cromos da bola, playmobil e iô-iôs
A revista da Gina era o melhor p'ra ler
E no jogo da roda muda carolada até ferver
Vinte escudos dava p'rás Gorila e ainda sobrava p'ra comer
Víamos T.v., o Cocas e o Dartacão
Havia ainda o berlinde e o pião
Levavamos p'ra praia a sandália do peixe-aranha
E as sandes de carne assada cheias de banha
No rádio-cassete o Michael Jackson rei
E no cinema o Rambo é que ditava a lei
A rua era a nossa casa, a bola a nossa mulher
Os nossos lanches eram Tulicreme à colher
Não havia diabetes nem outra doença qualquer
Foi a infância nos 80's!...
Joana França, cantora, autora e atriz.
Com 6 anos estreava-se na série “Trapos e Companhia.
Como atriz começa no Musical Amália de Filipe La Féria.
Inúmeras têm sido as suas participações em séries e telenovelas (Feitiço de Amor, Bem-Vindos a Beirais, Camilo e Sarilhos, Maré Alta, Espírito da Lei, Ballet Rose, Médico de Família e Filha do Mar).
Foi actriz residente durante três anos nos programas Portugal no Coração e Praça da Alegria da RTP.
Passou também pelo Parque Mayer participando em duas Revistas à Portuguesa: “Lisboa Regressa ao Parque” e Vá Para Fora ou Vai Dentro”!
Em 2007 é a vocalista da banda portuguesa de Pop/Rock “Pluma”. Temas interpretados pela Joana França integraram as bandas sonoras de várias telenovelas da TVI.
Joana França assina contrato de licenciamento digital com a editora Farol Música em Novembro de 2014.
“This... Is Me!” é o EP que estará à venda em todo o Mundo nas lojas digitais. “Try” é o single de apresentação e faz parte da banda sonora da telenovela “Os Nossos Dias II” emitida pela RTP.
Vídeo “Try”
Letra
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LINDA MARTINI
Canção disponibilizada é o inédito "Dez Tostões"
Letra
A culpada fui eu
E eu nem sei o que me deu
Quando desprezei o teu beijo
E disse moço já não te quero mais
Arrumei a minha mala
E disse vou-me embora
Tu me disseste pensa bem
Não dei ouvidos e basei
Agora que o tempo passou
E sinto falta do teu toque
Toque no meu corpo
Sinto falta do teu colo
Às vezes eu te ligo
Não consigo dizer nada
Só quero mesmo ouvir tua voz
E lembrar de nós os dois
Eu sei que fui eu
Que disse que não dava mais
Me arrependi
E quero de volta o meu bebé (2x)
Quando vejo que contigo estava bem bom
Quero novamente dançar o teu som
Volta para mim bebé
Volta para mim
Porque eu quero
colar tua boca na minha
Vamos torrar farinha
Vou ser a abelha para o teu mel
Agora que o tempo passou
E sinto falta do teu toque
Toque no meu corpo
Sinto falta do teu colo
Às vezes eu te ligo
Não consigo dizer nada
Só quero mesmo ouvir tua voz
E lembrar de nós os dois
Eu sei que fui eu
Que disse que não dava mais
Me arrependi
E quero de volta o meu bebé (2x)
Foste tu mesmo que disseste que acabou
Eu sei, mas eu me arrependi
Porque não querias mais
Mas eu me arrependi
Tiraste o pé e ninguém te obrigou
Mas eu sinto falta
Tu não me amavas mais
A banda portuguesa Secret Lie esteve pela primeira vez nas terras de Sua Majestade há um ano para apresentar o seu álbum de estreia Behind the Truth, perfazendo um total de 10 espectáculos.
O público britânico manifestou um imenso carinho pela banda. e revelou estar muito atento à “Secret Tour”, como consequência da curiosidade que existe em relação à nova música que se faz em Portugal. Também pelos media, a banda foi bem recebida, tendo sido entrevistada por órgãos nacionais e locais, o que justifica, em parte, o sucesso da tour e o número elevado de pessoas presente em todas as salas.
Passado um ano a banda está de volta ao Reino Unido desta vez para apresentar o seu novo álbum Pandora. As novas composições de Pandora reflectem uma evolução, com um som de grande firmeza e consistência.
Começando por "Filling Spaces", um tema que mistura as sonoridades Pop e Rock da banda, passando pela balada "Black Butterflies", pelo som mais pesado de "Until Death do us part" e pelo virtuosismo do arranjo para o clássico de Vivaldi, “As Quatro Estações” (Verão, Presto),Pandora é uma viagem que retrata o espírito plural e livre de cada um dos membros do grupo.
Junho
19 | Bristol
20 | CalvertStock Festival
21 | Ilfracombe
22 | Bath
23 | TBA
24 | TBA
Letra
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ENCONTROS
21 Maio . 22 Maio . 23 Maio . 24 Maio . 25 Maio . 26 Maio . 27 Maio . 28 Maio . 29 Maio . 30 Maio
INSTALAÇÕES . CONFERÊNCIA . CURSOS E WORKSHOPS
European Art Science Technology Network . art of technologies, technologies of the art with Annie Luciani (ICA . Grenoble), Claude Cadoz (ACROE . Grenoble), Ludger Brümmer (ZKM . Karlsruhe), Anastasia Pistofidou (FabLab . Barcelona), Alexandros Kontogeorgakopoulos and Olivia Kotsifa (Cardiff School of Art and Design - Cardiff Metropolitan University, Fab Lab Cardiff), Iannis Zannos (Ionian University . Corfu) with presentations of Genesis, Mimesis, Zirkonium software applications among others.
Orquestra de Altifalantes e vídeo
António de Sousa Dias, António Ferreira, Daniel Gomes, Jaime Reis, Pedro Patrício, projecção sonora
Jaime Reis, Fluxus, Lift (2013)
estéreo, para orquestra de altifalantes
Pedro Patrício, Perpetual Melody - contrasting moments (2015) . EA
estéreo, para orquestra de altifalantes
António Sousa Dias (música)/Isabelle Tripelon (realização), Réflexion faite... (2004)
filme de animação com música electrónica para orquestra de altifalantes
António Ferreira, Les Marchands de Sable (2015) . EA
estéreo, para orquestra de altifalantes
Daniel Gomes, Invergent Flex, for alloy (2015) . EA
16 pistas, para orquestra de altifalantes
Orquestra de Altifalantes e vídeo
Ludger Brümmer, projecção sonora
Ludger Brümmer (música)/Bernd Lintermann (vídeo), Spin (2014)
para orquestra de altifalantes e vídeo
Ludger Brümmer (música e vídeo), Speed (2006)
para orquestra de altifalantes e vídeo
Ludger Brümmer (música e vídeo), Shine (2007)
para orquestra de altifalantes e vídeo
Ludger Brümmer (música)/Volker Kuchelmeister (vídeo), Deconstructing Double District (2011)
para orquestra de altifalantes e vídeo
Orquestra de Altifalantes
Virtual City . EA
A metáfora do mapa da cidade serve como a base deste concerto interactivo, Virtual City, onde o público é convidado a participar na criação de uma Cidade Virtual sonora.
Sons gravados em certas localidades de uma cidade são aqui exibidos num mapa espacial virtual e através de uma orquestra de altifalantes. Através dos seus telemóveis os visitantes do concerto podem fazer login no mapa da cidade, que contém indicadores dos sons e da sua origem. Estes sons são activados por cada telemóvel através de um servidor e tocados no lugar concreto do espaço do concerto. Alguns filtros, manipulados em tempo real, asseguram a evolução dos sons ao longo da duração do evento. Neste ambiente os visitantes improvisam e brincam com diferentes colecções de sons em constante sobreposição.
Virtual City constitui assim um soundwalk condensado dentro da sala de concerto, que proporciona uma experiência completamente nova de participação num evento musical, dando ao público uma oportunidade única de não apenas passivamente ouvir o que lhe é apresentado, mas de activamente contribuir para a criação de uma composição, fruto de um imaginário sonoro colectivo.
Letra
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“What’s Up Girl” é o single de estreia dos Action 4 Crew
Os Action 4 Crew apresentam-se oficialmente com “What’s Up Girl”. O single estreia amanhã, dia 22 de maio, e faz antever aquele que será o primeiro trabalho do grupo, que terá o mesmo nome e será editado com o selo da Music In My Soul.
Formado em princípios de 2013, o grupo Action 4 Crew (A4C) é composto por três elementos – Bnasty, Lau Lau e New Prince –, que decidiram juntar-se e fazer um canal através do qual os mesmos pudessem transmitir o seu Rap.
Inspirados nas suas vivências diárias e naquilo que observam, os três rapazes de nacionalidade angolana e residentes em Portugal trazem, através dos seus poderes vocais, liricismo e flows, fortes mensagens onde as pessoas facilmente se reveem e se identificam – principalmente aqueles que se enquadram na faixa etária dos integrantes do grupo.
Os Action 4 Crew tentam diferenciar os seus trabalhos, embarcando de vez em quando em estilos próximos ao Rap, como o R&B e o Soul ou até mesmo o Zouk ou Kizomba, mas mantendo sempre a sua linha identificativa – que é o Rap.
Música
PromoOnlyPT - A música Portuguesa no Youtube
Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses