Junho traz concerto de Pedro Madeira a Lisboa
O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, vai receber Pedro Madeira para um concerto no dia 5 de junho, pelas 22h00. O cantor continua a dar cartas no panorama musical português e o seu novo single, “Relógio”, é disso exemplo. Este é o segundo tema de extraído do seu mais recente trabalho, “De Lisboa para ti”, que conta com um vídeo gravado entre Londres e Lisboa, o qual já ultrapassou as 30 mil visualizações no YouTube.
Pedro Madeira nasceu a 11 de novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas. Desde cedo que revelou uma forte aptidão para a música, que se foi desenvolvendo nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro Oficina do Canto de Montemor-o-Novo, ao qual pertenceu durante dois anos.
A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu em 2006, com a participação no Festival da Canção Júnior. Nessa altura, começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, "Deixa-me Sentir". E a 2 de dezembro desse ano representou Portugal na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção Júnior.
Depois de um ano de conquistas, lançou o seu primeiro álbum "Dá-me a tua mão", que o veio sedimentar no panorama musical nacional. Do seu segundo trabalho, "Viagem", lançado em 2009, o single "Descobre-me" fez parte da banda sonora da telenovela da TVI "Sentimentos", contribuindo para um maior reconhecimento do artista. O trabalho seguinte, "Onze", deu continuindade à aposta do cantor, autor e compositor na experiência com nomes de referência para apadrinharem a sua jornada: a Ramón Galarza juntaram-se João Martins e Carlos Juvandes. "Tempo para viver" foi o single de avanço e o tema "Inflamável" marcou mesmo a carreira de Pedro Madeira, batendo alguns recordes. O ano de 2014 trouxe o quarto álbum, "De Lisboa para ti", e com ele nasceu uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo, cativando novos públicos. Os dois temas de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", expressam bem essa evolução. "LX" e “Relógio” são os singles de apresentação e prometem "roubar" o coração dos portugueses.
Sem nunca deixar os estudos para segundo plano, o jovem cantor é licenciado em Comunicação Social e Cultural e tem o Mestrado de Televisão e Cinema, pela Universidade Católica de Lisboa.
Letra
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
Pra sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
Pra sentir-te
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá, blá
É o bê-á-bá da minha existência
Sem ele não há afluência, apetência e ciência
Dizem que uma imagem vale mil palavras
Nunca
Nem um filme inteiro vale mil palavras
E ainda assim, todas essas não chegarão
Para uma dissertação sobre a riqueza do seu filão
Não
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
E sentir-te
Sentir tudo o que se passa há minha volta
Soltar a língua bem solta
Fazer a escada da palavra até ti
E sentir-te
E quando me faltar tudo o resto
Eu terei sempre a palavra
A palavra comprimido para toda a situação
Hum, palavra cantada ao meu ouvido
Palavra de honra
Palavra sussurrada no coração
Palavra inventada pelo poeta e maquilhada pelo esteta
Palavra solta, borboleta
A tua palavra guardada numa gaveta, é a poeira de um cometa
Blá, blá, blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá blá
Eu quero ouvir
Blá, blá, blá
E sentir-te
Blá, blá, blá (blá, blá, blá)
Eu quero ouvir (blá, blá, blá)
Blá, blá, blá (blá, blá, blá)
E sentir-te
M.O.R.G. apresentam “Nightmare of Sound” no Porto
O álbum “Nightmare of Sound” é a afirmação dos M.O.R.G. no panorama musical nacional e tem festa de lançamento agendada já para o próximo dia 5 de junho, na Cave 45, no Porto, a partir das 23h00. Enquanto se aguarda a estreia do segundo single deste trabalho, editado em janeiro pela Music In My Soul, recorde-se que “Criminal Intent” é o single de apresentação.
O início dos M.O.R.G. – abreviatura para "Music Of a Revolutionary Generation" – remonta a 2004 e partiu da vontade de Paulo Caetano (guitarrista) e de João Almeida (vocalista). Os dois músicos decidiram criar uma banda de Thrash Metal com influências do melhor da old school do género a nível mundial, tendo pisado um palco pela primeira vez em julho de 2004.
Ao longo da sua existência, a banda realizou mais de uma centena de concertos e, com a ajuda de vários prémios ganhos nos muitos concursos em que participou, surgiu a oportunidade de entrar em estúdio (Caos Armado) para a gravação do seu EP de estreia, produzido por Daniel Valente e lançado no final de 2010.
Deste então que o grupo, a nível de sonoridade, evoluiu para um estilo muito próprio de Thrash Metal, sendo notórias as influências musicais do Thrash da Bay Area e germânico, com denotações Heavy Metal do fim da década de 80 e inícios da década de 90. Acima de tudo, os M.O.R.G. procuram sempre uma sonoridade com a força e o sentimento dessas décadas, mas sem deixar de ser extremamente atual, repartida por melodias trabalhadas, riffs criativos e com uma lírica muito pessoal, bastante influenciada na imagem que têm da sociedade. Em 2012, conseguiram produzir e lançar o seu próprio videoclipe e, em 2013, entraram novamente em estúdio, para gravar o primeiro set de longa duração.
Durante estes dez anos, a banda experimentou várias mudanças de formação, mas, com a força de Paulo Caetano e João Almeida, persistiu – e, com a entrada do atual guitarrista solo, e baixista, em 2010, ganhou uma nova vida. Atualmente, após a mais recente saída de José Rodrigues, em agosto 2014 (até então, o baterista), os M.O.R.G. são compostos por João Almeida (voz), Paulo Caetano (guitarra ritmo), David Pedrosa (baixo) e Miguel Lima (guitarra solo).
Letra
Santa Maria Summer Fest
O FESTIVAL DE MÚSICA PESADA ONDE A TROIKA NÃO MANDA NADA!
É este o epíteto atribuído a um dos principais festivais de música extrema do país. E porquê? Apenas por uma razão: passe de 3 dias - €15.
Nascido e criado no coração do Baixo Alentejo, em Beja, organizado pela CulturMais, Associação Juvenil da cidade, em colaboração com a Câmara Municipal de Beja e as suas Juntas de Freguesia, o festival tem de ano para ano crescido cada vez mais, tendo começado com 4 edições de entrada livre.
Já não são 4 bandas nacionais que compôem o cartaz, como na sua primeira edição, em 2010, mas sim 22 nacionais e 14 internacionais, oriundas de países como os Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Espanha, França, Alemanha, entre outros.
O seu público tem vindo a crescer de ano para ano, tendo passado pelo festival mais de 1500 visitantes em 2014, um número comparável aos cerca de 50 curiosos da edição de 2010.
A edição de 2015, que marca o 6º ano de festival, acontece a 12, 13 e 14 de Junho, no Anfiteatro Exterior da Casa da Cultura de Beja, e a oferta de actividades cresceu em quantidade e em qualidade.
Letra
Vinyl em concertos de promoção
Os Vinyl dão um concerto já no próximo dia 5 de junho, no Fontória, em Lisboa, pelas 22h00. A banda almadense encontra-se em fase de promoção do seu EP homónimo, editado pela Music In My Soul em fevereiro, do qual “Anjo Meu (Laura)” é o single de apresentação.
Pop/Rock comercial, cantado em português, com letras que respiram esperança, motivação e força de vencer e ultrapassar obstáculos. É como se caracteriza a música dos Vinyl, um som transversal a todas as idades, géneros e etnias.
Cristiano de Sousa (voz), David Vieira (bateria), Dinis Costa (teclas), Pedro Fernandes (guitarra) e Tojan Carvalho (guitarra baixo) juntaram-se em 2003 para formar este projeto Pop/Rock. No currículo, a banda tem o segundo lugar no 3º Concurso de Música Moderna de Almada, promovido pela Câmara Municipal em outubro de 2006. Em julho do mesmo ano, o grupo fez a primeira parte do concerto dos D’zrt no âmbito do Festival Antarte Pop-Rock, que teve lugar em Rebordosa (Paredes), num palco onde também atuaram Expensive Soul, Mão Morta, David Fonseca, Ramp, X-Wife e Karpe Diem.
Passados nove anos de existência, os Vinyl apresentam agora o seu primeiro EP, homónimo, onde a mescla entre o som agressivo das guitarras, com solos envolventes, e um timbre de voz calmo e extensivo tornam a música altamente marcante e muito agradável ao ouvido de um público bastante abrangente.
Letra
It was a cold heart break that caught up with me. I was under the spell
that as death grew near I could pretend it was hardly my prayer
There’s a lonesome cry that parts with my mouth, when I confess
That all I did was tending my shame for closing my hands
Around my last word
Around my last word
I’ll confide in the roots down here: Entwined with my hope, my heart was a well
Where I lost myself, where I lost myself, when I swam to the bottom
Right as rain, I am the colour of nothing, I’m at the right of no one.
So I will lose myself, oh I will lose myself for the hand on my shoulder
You have my last word
You have my last word
When it’s over and done, you’ll be second to no one
Right as Rain, I’m the colour of nothing
Joana Lisboa continua a promover o seu “Rascunho”
O próximo concerto de Joana Lisboa acontece já no dia 5 de junho, no Bar A Barraca (situado no interior do teatro A Barraca, em Lisboa), às 22h00. O single mais recente, “Escrever”, será um dos temas que a cantora irá apresentar e que pertencem ao seu EP de estreia, “Rascunho”, editado em novembro de 2014 pela Music In My Soul.
Artista da voz, compositora experimental espontânea e exploradora dos sons circundantes e interiores. É assim que Joana Lisboa se define.
A cantora nasceu no dia 9 de agosto de 1983, em Lisboa, onde cresceu rodeada de diferentes referências musicais, com destaque para o Jazz, o Blues e o Rock Sinfónico. Na adolescência continuou a sua pesquisa e acrescentou o Grunge, música celta, o Trip Hop, a Eletrónica e a música de Zeca Afonso. Cantou sempre sozinha até aos 23 anos, altura em que começou a atuar ao vivo num projeto de covers acústicas (voz e guitarra) chamado Sacaroles. Mais tarde decidiu ter aulas de Jazz e de Canto, integrando vários projetos de standards de jazz. Também chegou a dar aulas de voz e fez parte de uma banda de originais, os Cromaki.
O início do processo de criação de originais acabou por ser natural, uma vez que Joana sempre foi uma estudiosa dessa arte. Embora conte com um passado musical muito rico e variado, é no som experimental que a artista se prefere destacar. A cantora é quem compõe todas as músicas, letras e coros, o que não invalida de se fazer acompanhar por uma banda nas atuações ao vivo. O EP “Rascunho”, que marca a sua estreia, apresenta uma música tranquila, conduzida por uma voz que transporta, quem a ouve, para outro plano.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Footsteps Echo dão novo concerto em Lisboa
O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, recebe no próximo dia 11 de junho os Footsteps Echo, que editaram recentemente o seu primeiro EP, “No bread for crazy people”. “Lamento fora de tempo” é o single de apresentação deste trabalho, que tem o selo da Music In My Soul, e será um dos temas a ouvir no concerto, que terá início às 22h00.
Os Footsteps Echo são um projeto de originais iniciado em 2008, cujas influências vão do Rock alternativo ao Metal, desde os anos 80 até à atualidade.
Marco Dias (voz), Tiago Fontes (baixo), Anselmo Gomes (bateria) e João Luís (guitarra) são os elementos deste grupo lisboeta, todos já com experiência anterior em bandas.
Desde o início, os Footsteps Echo pretenderam criar um processo criativo inclusivo por parte de todos os membros, tentando originar uma fusão de sons que crie música que se recusa a obedecer a um género.
Letra
Aquela dica nova, tu sabes, tu sabes
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada
Entre o céu e a terra amada (nada)
Entre o céu e a terra amada
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega
Nunca nada te vai chegar aos pés
Tem que ser duro ser assim como tu és
Tudo aquilo que possas conseguir um dia
Só te vai server pra subir um pouco mais a fasquia
Siga, sempre à procura de um alugar acima
Levas o tempo a dançar numa luta de esgrima
Guarda lá a espada um minuto que seja
Aproveita o que tu tens de bandeja antes que seja tarde
Demais para o poderes fazer
A vida é curta, difícil de prever
Pode ser que acabes por ficar rico e sozinho
Consigas perceber como és fútil e mesquinho (vais ver)
Na verdade queres tanto fora de ti
Porque lá no fundo não tens nada dentro de ti
Publicidade enganosa, ente-lhes de novo
Não vão cair, sempre em ti
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega
Ei, bora aí dar uma volta até ao IPO
Murro atrás de murro, até ficares bem KO
Quem sabe se assim páras um bocado
Pensas um bocado, pões essas merdas de lado
Não queiras ter a Kim, só há um Kanye
Tanto dinheiro é crime, é desigualdade e é
Muito ofensivo, no mundo onde vivo
És mais que uma razão pra usar preservativo
Sossega a carapinha
Não vás à casa de banho
Só pra fazer mais uma linha
Segue caminho mais a menina da linha
Fica na tua boy, eu fico na minha
porque se a casa fica onde está no coração
Tu és como um sem abrigo à procura de ração
Obrigado mas não a sério que não
Eu faço questão de te pôr um travão
Nunca, nunca,
Nada, nada, nada (nunca)
Entre o céu e a terra (nada)
Entre o céu e a terra
nunca, nunca
nada, nada, nada
(nunca) chega (chega) sossega

Lewis Fautzi, Backbone e Terzi encerram o leque de DJs para o Vila 2015 Agendado para os dias 26 e 27 de Junho, no complexo desportivo de Lousada, o “Vila – festival da juventude de Lousada 2015” terá a sua estreia absoluta na programação cultural de um dos concelhos mais jovens do país, enquadrado num formato completamente atual e ambicioso.
Assumido como uma vitrina para o que de melhor se faz em Portugal, o novíssimo festival de Verão visa conciliar a excelência e pluralidade entre os vários talentos da música de dança e do pop/rock/rap, ocupando um conceito em falta na região do Vale do Sousa. A poucos dias de encerrar o cartaz inaugural, revelamos esta semana mais três nomes.
Representando a fina seleção de talentos que a nossa curadora Bandit tem despontado no panorama eletrónico nacional, trazemo-vos desta volta três jovens propostas para as noites longas do festival. O barcelense Lewis Fautzi, surpreendente revelação da cena techno europeia, o mondinense Backbone, que tem feito furor pelas mais prestigiadas casas do norte do país e o lisboeta Terzi, promotor e frequentador assíduo da renovada agenda bracarense, encerram assim o leque de produtores deste ano.
A Terzi juntam-se, desta forma, os já anunciados Frankie Chavez, The Glockenwise, Trikk e Steve Parker na sexta-feira, dia 26. Quanto aos restantes (Lewis Fautzi e Backbone), vão dividir palco com os previamente confirmados Salto e Octa Push, no segundo dia de sábado.
Neste momento, estamos em condições de adiantar que apenas faltarão dois nomes – justamente, os cabeças de cartaz – para dar por terminado este ciclo de lançamentos. Encarregada dessa programação, estará a nossa segunda curadora artística, a Covilhete na Mão.
O “Vila - Festival da Juventude de Lousada” é organizado pela associação sem fins lucrativos “Légua Frenética”, em colaboração com a Câmara Municipal de Lousada, que se juntou para recuperar uma alternativa credível na agenda da vila do Tâmega. No nosso Site Oficial e no Facebook, podem encontrar mais informação entre as ações de divulgação já realizadas, os apelos à comunidade bem como os nossos teasers promocionais.
Cartaz
Sexta feira, dia 26:
- Frankie Chavez;
- The Glockenwise;
- Steve Parker;
- Trikk;
- Terzi;
Sábado, dia 27:
- Salto;
- Octa Push;
- Lewis Fautzi;
- Backbone.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Com~Tradição - Concertos em Portugal
17 Julho - Centro Cultural da Malaposta - Lisboa - 21h30
23 Julho - Galeria Atelier Biscoito - Aveiro - 22h00
24 Julho - Casa da Beira Alta - Porto - 22h00
Letra
They can never dry, dry us for life
So before we all left town
Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?
And we let ourselves to rest
Wanting that we've done our best
So before we all left town
Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?
And we let ourselves to rest
Wanting that we've done our best
So before we all left town
Won't you take a chance?
Won't you take a chance?
That's running out on us
I'm letting you know that I
I'm giving up on us
Won't you take a chance?
Lisboa, Portugal, 28 de Maio, 2015 -- Depois de dois EPs bem recebidos e cinco anos a partilhar palcos com bandas como Terror, Death Before Dishonor, Bane, Comeback Kid e Turnstile, SHAPE finalmente gravou o seu primeiro álbum, Crossing Roads, um LP de onze faixas que capturam e fortelecem o amor pelo hardcore pela qual a banda portuguesa é conhecida.
Ouve o novo album "Crossing Roads" no Bandcamp: https://shapehc.bandcamp.com/album/crossing-roads
No YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=9d7Owb9uf4E
Compre através da Hellxis: http://www.hellxis.com/loja-online/musica-hell-xis/shape-crossing-roads/
Booking: info@hellxis.com
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
1ºparte
olivais , antigo vale de relva densa
coberta por alcatrão há uma historia em cada fenda
o sitio onde a canalha usa a navalha e as mortalhas
onde os pássaros já não cantam porque não sobram migalhas
um café e um bagaço faz com que um braço trema
em cheirinho e mais um traço põe o braço numa algema
corpos tocam se excitados em relações que duram um dia
amor? só pela mãe , o sexo é que os alicia
acordar ás 4 da tarde como se fosse normal
porque é a noite que desempregado ganha o salário mensal
corpos deambulados que a beata acaricia
um filtro de um cigarro velho que lhes sabe pela vida
e se tens vida? já todo o mundo sabe..
porque aqui a Quadrilhice é hobby da terceira idade
gritos aflitos que te acordam de madrugada
lembram que nem a dormir o mundo faz para a mágoa
aqui a felicidade faz se de coisas acessíveis
pequenas conquistas fazem parece los incríveis
prédios cinzentos que por dentro trazem cor
que nunca falte o pão a uma casa cheia de amor
mostra me o melhor de ti, traz essa roupa á maneira
aqui mostramos te a barriga o nosso griff é tela cheia
REFRÃO
eu sou do lugar , do andar
onde este corpo é chão
e é onde eu vou estar, a esperar ate chegar a mão
que me leve a maldade a maldade
e me encha o coração
tornar a dor em arte em arte o que estes prédios são
2º parte
olivais , o pulmão da cidade
aqui respiramos vida ate que a morte nos evade
e nos chorámos como qualquer homem chora
ao saber-mos que o gatilho foi mais forte nessa hora
já nada importa nem o que o coração diz
no bairro que brinca connosco ao faz de conta que és feliz
entre historias e suecas o idoso limpa a ferida
fez da vida arte que não foi reconhecida
e os jovens já nascem com uma perna a menos
rotelados como marginais sem sequer sabermos
correm atrás do destino e a policia para os logo
porque para eles correr é porque já roubaram algo
onde formos reconheces é notório
pelos berros e alcunhas e o assobio próprio
pelas casas degradadas e o amor que há nelas
pelas velas em igrejas, pelas roupas nas janelas
aqui mães levam os filhos ao aeroporto ver a vista
e quando os putos crescem cedo se fazem á pista
vão para a escola obrigados mas não levam a mochila
o bairro já os fez sentir o que a escola não ensina
e os que partem , nunca é por vontade
arranjam sempre tradução para a palavra saudade
somos felizes com pouco, só sabendo o motivo
não ter onde cai morto mas ter onde me manter vivo
INSCRIÇÕES DISPONÍVEIS NO SITE DO CMJ
AULA ABERTA DE TROMPA NO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA JOBRA
O Conservatório de Música da Jobra está a organizar uma Aula Aberta de Trompa que terá lugar no dia 6 de junho, entre as 10h00 e as 13h00. Esta atividade destina-se a jovens entre os 13 e os 18 anos.
O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) está a organizar uma Aula Aberta de Trompa. Esta atividade, agendada para o dia 6 de junho, das 10h00 às 13h00, no Centro Cultural da Branca (CCB), destina-se a jovens trompistas e jovens interessados em estudar este instrumento, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos.
A Aula Aberta de Trompa será dividida em duas partes distintas. Das 10h00 às 11h00 os jovens participantes terão a oportunidade de assistir a uma Audição protagonizada pelos alunos de trompa do Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e de Percussão. Posteriormente, das 11h00 às 13h00 vai decorrer uma Aula Aberta com os professores de trompa do CMJ: Ana Duarte e Manuel Herculano. A inscrição para a Aula Aberta de Trompa pode ser feita até ao dia 5 de junho.
O formulário está disponível no site do CMJ em www.cmj.pt.
A inscrição poderá ainda ser feita através do contacto 234 541 300 ou diretamente no CMJ.
Letra
This used to be so much fun
But we forgot how we got, here
And now it feels like we are done
We're too tired from this war, babe
Your heart sat into mine
I wish we had more time
But you spin me round and round
You're never gonna let me down
From your Caro-aro
Carousel
From your Caro-aro
Carousel
I can't even tell right from wrong
I don't know what I'm holdin' on
To your Caro-aro
Carousel
To your Caro-aro
Carousel
When the mask you wear comes off
I see behind the lies you sold me
And now it feels like we can't stop
And I can't take it anymore, babe
Your heart sat into mine
I wish we had more time
But you spin me round and round
You're never gonna let me down
From your Caro-aro
Carousel
From your Caro-aro
Carousel
I can't even tell right from wrong
I don't know what I'm holdin' on
To your Caro-aro
Carousel
To your Caro-aro
Carousel
You should take me off
Dizzy
I'm dizzy, I'm dizzy
Now
You should take me off
You should take me off of your carousel
You should take me off
I'm dizzy, I'm dizzy
Right no-o-o-ow
You should take me off
You should take me off of your carousel
But you spin me round and round
You're never gonna let me down
From your Caro-aro
Carousel
From your Caro-aro
Carousel
I can't even tell right from wrong
I don't know what I'm holdin' on
To your Caro-aro
Carousel
To your Caro-aro
Carousel
Regresso de carlos peninha com novas composições e revisitação de outras musicas de sempre
Há já vários anos que Carlos Peninha tem vindo a trabalhar na criação de músicas originais sobre poesia de autores de língua portuguesa, nomeadamente para os projetos poético-musicais e música de cena do Trigo Limpo Teatro Acert. Pontualmente, algumas vozes interpretaram essas canções em espetáculos onde se mesclam a música portuguesa, o jazz e outros ritmos de várias latitudes. Nos últimos anos, o projeto foi criando raízes com um naipe de músicos que partilham os arranjos e novas leituras de um repertório existente, também pontuado por novas canções. Poemas de Jorge de Sena, Mia Couto, Leite de Vasconcelos, Miguel Torga, Eugénio de Andrade ou João Luís Oliva, entre outros, são visitados musicalmente neste espetáculo. Tocar o Chão celebra a poesia de língua portuguesa vestida com música temperada com sabores de multiculturalidade, um encontro onde os convidados prometem partilhar momentos surpreendentes de companhia em muitas viagens.
Auditório 1
Sáb, 30 mai'15 às 21:45
PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€
EVENTO FACEBOOK
Ficha Técnica
Voz: Sara Figueiredo
Guitarras: Carlos Peninha
Baixo Elétrico: Carlos Borges
Percussões: Flávio Martins
Letra
Não encontrei a letra desta música

CUCA ROSETA
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
Em tudo que eu vejo
Vejo apenas um vazio
Vejo o que não deveria existir
Tudo que eu quero, está em mim
Quero o impossível
Desejos, vontades, loucuras
Do que eu preciso?
Canções são doses de tranquilizantes
E as nuvens cobrem o desconhecido
Isto alivia os meus sentidos
Isto alivia os meu sentidos
Você quer ter algo, comigo hoje a noite
Posso te preencher com o que precisa
Ser preenchido em mim
Me deixa saciar suas vontades
Te levar pra outro mundo
Quero te vestir novamente
Vou te deixar inteirinha nua
Vou te dar roupas novas
Entrar dentro do seu ser
E se você me permitir
Não quero apenas estar contigo
Mas sim fazer parte de você
O ÁLBUM
Brand New Dawn
Depois de editar o seu primeiro EP no ano passado, Vítor Bacalhau apresenta-se agora com o seu primeiro álbum - Brand New Dawn.
É um álbum com tanto do Rock clássico de Led Zeppelin e Jimi Hendrix quanto do Blues de Robert Johnson e dos 3 Kings (BB, Albert e Freddie), o que põe Vítor Bacalhau na mesma página que alguns nomes internacionais como Gary Clark Jr., Rival Sons, Joe Bonamassa, entre outros.
O disco inclui dez temas, todos eles com música e letra de autoria de Vítor Bacalhau e conta com a produção de Budda Guedes (Budda Power Blues, Mundo Cão, Monstro Mau, Trio Pagú, Balão de Ferro). Foi gravado "á antiga" com timbres bastante old-school, e ao vivo em estúdio, como se faziam os álbuns nos anos 60/70. Conta também com a participação especial de Davy Knowles e Budda Guedes em dois solos de guitarra.
Brand New Dawn é um álbum bastante dinâmico e eclético, que vai desde o power dos refrões Rock, à alma do Blues, até à melancolia esperançosa da balada que dá nome ao disco, o que faz dele uma autêntica viagem!
O lançamento está marcado para dia 6 de Junho, e como não poderia deixar de ser será apresentado pela primeira vez no mítico Bafo de Baco em Loulé, no Algarve.
Para mais informações, datas e pré-venda do álbum consulte o site www.vitorbacalhau.com.
ALINHAMENTO
1- MEAN WOMAN ft. Budda
2- GONE TOO SOON
3- TOO MUCH OF A GOOD THING
4- NICOTINE
5- YOU'VE GOT NOTHING ON ME
6- FREE WOLF
7- BRAND NEW DAWN
8- CAN'T GET USED
9- CUT ME LOOSE
10- SUNDAY MORNING BREAKDOWN ft. Davy Knowles
CRÉDITOS
Vítor Bacalhau: Voz / Vocals, Guitarra / Guitar, Resonator, Coros / Backing Vocals
Luís Trindade: Baixo / Bass, Coros / Backing Vocals, Percussão / Percussion
João Ventura: Bateria / Drums, Percussão / Percussion
Gravado, Misturado e Produzido por / Recorded, Mixed and Produced by Budda,
@ Mobydick Records Studios
Masterizado por / Mastered by Frederico Cristiano no / at October Mastering Sessions
Design / Artwork Nico Guedes
Fotografias / Photos Tiago Xavier
Editora / Record Label Mobydick Records
Editado em / Released in 2015
Guests / Participações
Guest guitar solo on Mean Woman by Budda
Guest guitar solo on Sunday Morning Breakdown by Davy Knowles
Hammond on Gone Too Soon, Nicotine and Brand New Dawn by Manuel Beleza
Backing Vocals on Mean Woman, Nothing On Me and Brand New Dawn by Budda
Backing Vocals on Gone Too Soon by Ana Newton
www.facebook.com/vitorbacalhauguitar
Management & Booking: Mobydick Records
mobydickrecords@yahoo.com
Letra
Primeira noite quente
mais uma lambreta na messe
Quem é que se apresenta
quem vai ver o que acontece
Leva a charanga toda
que essa bota já mexe
é é
mexe
As fardas vão de carro
e os paisanas seguem a ralé
Os outros passaram
para além do cais do sodré
O chegadinho é tal
que o povo canta todo em pé
é é
em pé:
A polícia fica louca
quando a canção cabe na boca
No meio da via
bacia com bacia
empurra em sintonia com o de trás
Apaziguam-se os agentes da paz
E a carícia intensifica a cada flash
Vermelho luzia
o suor escorria
e o povo que assistia
já sabia doutra vez:
Não dances onde não deves
senão comes onde não queres
Folga o resto da cidade sem vocês
Tantas forças numa parada
paradas para dançar
Tantas facas juntas sem queijo
sem queijo para mostrar
Deixam sempre uns quantos pintelhos
pintelhos por rapar
Ouve os meus conselhos
estou velho
e mais velho vou ficar
Sabes que o bigode
já não está na moda
nem com buços do vinho
dá mais música à bófia
Chegas para o pagode
já não está na hora
é mais um prego no preto
e um tirinho para a memória
dá música à bófia
Um tirinho para a memória
dá mais música à bófia
Sacode-a
Bota abaixo
Um passo em falso
e o cinto encaixa
Pega
Pega
a pegar no colega
Esfrega
Esfrega
a esfregar no colega
Música
PromoOnlyPT - A música Portuguesa no Youtube
Cultura
Sites dos Músicos Portugueses
Músicos Portugueses