Encontros de Fado de Almada
Inscrições Abertas para a Nona Edição
A nona edição dos Encontros de Fado de Almada, concurso de prestígio que o ano passado elegeu como vencedora a cantora e actriz Carina Leitão, vai voltar a ocupar o palco do Auditório Fernando Lopes-Graça, em Almada, durante três noites de Maio e Junho. Iniciativa da Câmara Municipal de Almada, os Encontros de Fado destinam-se mais uma vez à descoberta de fadistas pouco conhecidos ou ainda desconhecidos do grande público e proporcionando atraentes prémios para o vencedor, segundo e terceiro classificados: a gravação de um CD-EP com cinco temas em estúdio profissional para o primeiro classificado e um concerto, em Outubro e no mesmo auditório, dos três primeiros.
O calendário de 2015 dos Encontros de Fado de Almada é cumprido a 30 de Maio (Primeira Eliminatória, com oito concorrentes e o fadista convidado Rodrigo Costa Félix), 13 de Junho (Segunda Eliminatória com oito concorrentes e a fadista convidada Diamantina) e 19 de Junho (Final, com os quatro fadistas apurados em cada uma das eliminatórias e a fadista convidada Maria Ana Bobone).
Cada um dos concorrentes cantará 2 Fados sempre que subir a palco.
Os fadistas interessados em concorrer à edição 2015 já podem consultar o regulamento no site da Câmara Municipal de Almada einscrever-se, até dia 8 de Maio, através desta ligação na internet:
http://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=cmav2&xpgid=cmaform&id=encontrosfado2015
Letra
Damas que não tinham coração
Contra reis de espada na mão
Malhas e manias
Manhas e manilhas no chão
Nada na mesa ou na mão
Damas que ficaram sem par
Ases que ficaram por jogar
Dei azo ao azar
Dei as vazas até ficar
Sem nada na manga ou na mão
Foi no angelus
Foi no angelus
Que perdi a chama
Que caí na lama
O último a sair que apague a luz
Adeus, angelus
Foi só baralhar e partir
Pagar para ver e cair
Não fiquei em casa
Nunca soube dizer que não
Nada na mesa ou na mão
Foi no angelus
Foi no angelus
Que perdi a chama
Que caí na infama
Até que um dia, enfim, fez-se-me luz
Adeus, angelus
Brantner apresentam “You Can’t Be Waiting” em abril
Os Brantner já têm a festa de apresentação marcada: é no próximo dia 10 de abril, na Fnac do GaiaShopping, às 22h00. O showcase servirá para dar a conhecer o mais recente single “We Don’t Feel That Way”, o segundo retirado do álbum “You Can’t Be Waiting”, reeditado em novembro passado pela Music In My Soul.
Ainda este mês, mais concretamente na próxima sexta-feira, dia 27 de março, a banda de Caminha vai passar pela sala de concertos La Pecera, em Vigo (Espanha), com atuação a partir das 22h30.
Os Brantner são um duo determinado, carismático e impetuoso, com uma abordagem muito própria no que respeita à sua música.
Marco Brantner (de Portugal) e Evita Brantner (da Bélgica) juntaram forças em palco e na vida, criando uma mistura direta e sincera de Rock alternativo, apoiando-se em influências tão diversas como The Queen, U2, Pink Floyd, Beatles, Bonnie Tyler, Tinna Turner, CCR, Damien Rice, Ryan Adams e Bon Jovi. A intimidade do artista-compositor mescla-se com a energia do Rock ‘n’ Roll de uma forma muito pessoal e inovadora.
Inspirados no som dos intensos anos 80 e 90, esta banda de Caminha é transversal a várias idades e facilmente conquistará diversos públicos, de Portugal à Belgica, país que tem múltiplas afinidades com a banda.
“You Can’t Be Waiting” apresenta uma sonoridade característica. Um trabalho com 12 temas, onde se destacam são as vozes de Marco e Evita, que se complementam em harmonia, navegando entre os sons mais Rock e as baladas planáveis.
Letra
Se a vida não te é cara de tão cara que está
E sempre que te encara é com cara de má, diz
NaNaNa
Se a culpa deste estado é deste estado que há
E nem com Deus nem com Diabo
nem Alá isto há-de ir lá e
NaNaNa
Sobe o stress e o irs num planeta que aquece
E não há prece que apresse, ao
que parece, o sos, põe
NaNaNa
E se as cartas de amor só te trazem azar
E nem sequer encontras sorte
nas que são de jogar, é
NaNaNa
O mundo acaba, o fundo acaba, tudo acaba
Não se acabe o NaNaNa
O sol acaba, o rock and roll também se apaga
Não se acabe o NaNaNa
Se a estrada estreita quando vais a passar
E se o estado espreita quando vais a pensar, diz
NaNaNa
Se sempre que sais de casa está de chuva
E a sensação é que só em cima de
ti é que andam nuvens é
NaNaNa
Se o rock and roll engole um sapo
O rap irrompe e rapa o tacho e faz
NaNaNa
Se o reggae engasga no tempo fraco
O hip hop importa tudo num pacote intacto só
NaNaNa
O mundo acaba, o fundo acaba, tudo acaba
Nunca acabe o NaNaNa
A bicharada e o fungagá no fundo acaba,
Nunca acabe o NaNaNa
O dia acaba, e um dia o sol também se apaga
Não se apague o NaNaNa
Se tudo passa a uma pressa que tu nem te passa,
Não te passe o NaNaNa
O mundo acaba, o fundo acaba, tudo acaba
Nunca acabe o NaNaNa
A bicharada e o fungagá no fundo acaba,
Nunca acabe o NaNaNa
O dia acaba, e um dia o sol também se apaga
Não se apague o NaNaNa
No fim do dia no fundo um dia tudo acaba
Não se apague o NaNaNa
O sol acaba, o futebol também te apaga,
Não se apague o NaNaNa
A festa passa, e a fresta por onde uma
réstia de sol passa, NaNaNa
A vela apaga, e a caravela passa por ti,
Nunca passe o NaNaNa
Se tudo passa a uma pressa que tu nem te passa,
Não te passe o NaNaNa
Letra
Bye bye Baião
Bye baile da Anunciação
Enquanto e não
Pediu boleia a um camião
"Bye bye paisão
Vou dar ao mundo uma lição"
Um batalhão
De um só faz a revolução
Foi arejar
Foi ver o mar
Não pensa igual
Nesse aspecto é tal e qual
Tantas assim
Que há por aí
Foram ali dar ao mundo uma lição
Na cabeça pouco mais que os fones
Pouco lhe interessa mais do que os Ramones
É hora de ver quem tem mais cojónes
Se é na língua de Camões ou
Na língua de camónes
Por ela tanto faz
Whatever, tanto faz
Gorilas mentol
Fazem bolas muito rock and roll
Alves Redol
É uma rua com muito pouso sol
A vida é boa
Virando as ruas de Lisboa
Tudo é à tua
Fernando pode ser qualquer pessoa
Foi arejar
Foi ver o mar
Não pensa igual
Nesse aspecto é tal e qual
Tantas assim
Que há por aqui
Foram ali dar ao mundo uma lição
Na cabeça pouco mais que os fones
Pouco lhe interessa mais do que os Ramones
É hora de ver quem tem mais cojónes
Se é na língua de Camões ou
Na língua de camónes
Por ela tanto faz
Whatever, tanto faz
DEOLINDA
Letra
Manhã Cinzenta
Faz me chorar
A chuva lembra
O teu olhar
As folhas mortas
Caem no chão
A dor aperta
O coração
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta pra meu peito
Daqui não saias mais
Perdi me AMOR
Pra te encontrar
Na solidão
Do teu olhar
No teu olhar
Se perde o meu
Também o mar
Se perde no céu
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta pro meu peito
Daqui não saias mais
Letra
Não encontrei a letra desta música

Ash is a Robot
Apresentam o EP “Sympathetic Vibration”
FNAC
02 Abril – C.C.Vasco da Gama – 21.30h
03Abril – C.C. Oeiras Shopping – 21.30h
04 Abril - Palácio do Gelo Shopping (Viseu) – 17h
10 Abril – C.C. Alegro – 21.30h
Os Ash is a Robot são uma banda de Post Hardcore formada no ano de 2012 por Cláudio Anibal na voz, Renato Sousa na guitarra, Francisco Caetano no baixo e Vasco Rydin na bateria.
Em 2015 editam o EP digital “Sympathetic Vibration” pela editora Farol Música .
Transformam músicas do álbum de estreia em versões semi acústicas.
“Sleep Paralysis” é o primeiro single.
Letra
Não encontrei a letra desta música
O CBG - Concurso de Bandas de Garagem é uma iniciativa do Gabinete da Juventude, integrado na Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Setúbal.
O concurso, que já vai na 11ª edição, insere-se no mês da juventude, denominado “m@rço.28”, promovido pela autarquia, e destina-se a todas as bandas jovens nacionais, sem contrato discográfico.
O CBG - Concurso de Bandas de Garagem de Setúbal tem assumido um papel fundamental na divulgação, promoção e lançamento de algumas bandas que, atualmente, têm já uma carreira construída, um vasto número de seguidores e muito sucesso.
Mazgani, The Doups, Surveillance, Moe's Implosion e Tio Rex são apenas cinco exemplos.
Através de um conjunto de parcerias, com diversas entidades, a Câmara Municipal de Setúbal consegue, com este concurso, atrair anualmente perto de uma centena de bandas de todo o país, criando, desta forma, intercâmbios e trocas de experiências únicas, entre os diversos grupos que se encontram na competição.
PANDA E OS CARICAS
Espetáculo lotou salas em Dezembro e chega agora a casa de todos os fãs
Letra
Não encontrei a letra desta música
Disco do maestro já está nas lojas e muito bem posicionado nos Tops nacionais
Letra
pedra é pedra, milho é milho
sol a sol a acartar tudo sozinho
pedra é pedra, milho é milho
venha é mais um para levar isto comigo
Pedra é pedra, milho é milho
dás a mão, mas pedem-te o corpinho
Pedra é pedra, milho é milho
até tens razão, mas nunca és ouvido
Se isto se mantém assim
vais ver, sou eu,
este teu quadro manhoso
e um pé de cabra como confidente
do teu escritório vê-se o rio e eu vou
eu cá vou...
mostrar-te a vista, vou
Pedra é pedra, milho é milho
sol a sol a acartar tudo sozinho
Pedra é pedra, milho é milho
falas demais, acabas despedido
Realiza-se no próximo dia 28 de Março o Concerto de Encerramento do 8º Estágio de Banda Loureiros pelas 21h30 no Cine Teatro São João em Palmela. Este concerto terá a direção dos Maestros Frank De Vuyst e Pedro Ferreira e será dedicado à música para Orquestra de Sopros.
Este concerto é o resultado de uma semana de trabalho que traz a Palmela participantes provenientes de diversos pontos do país formando uma orquestra constituída na sua maioria por jovens músicos. A organização é da Sociedade Filarmónica Palmelense “Loureiros”.
A entrada é de 5€.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
ENCAIXA baby ENCAIXA
Encaixa baby Encaixa
Un poco mas
Muevelo así que quiero mas
Encaixa baby Encaixa
Um pouco mais
Encaixa que isto assim é bom demais.
Encaixa Encaixa
Encaixa baby Encaixa
Encaixa Encaixa
Encaixa baby Encaixa
Shake your body
Shake your body
Provocame
Mueve tu cuerpo de la cabeza a los pies
Seduceme
Tu me quemas ven y pegaté
Pega mi cintura
Con sabrosura
Una aventura
Yo me vuelvo loca
Cuando te toco y te beso en la boca
...Brincando,brincando,brincando
i told u babe to go down
Yeessss
I told you babe you're sexy
Yeessss
So come close to my body girl
You feel the heat you can grab me girl
we are gonna move move
like we never gonna stop
You're gonna shake shake
Baby you're gonna make it pop
Enjoy this moment
Now lets stop time
Cuz Im from the dirty
But I'm niiceee
(Ana Malhoa/Jorge Moreira/Diogo Neves/Jorge do Carmo)
ALUNOS VÃO ATUAR EM LISBOA NO DIA 29 DE MARÇO
ALUNOS DO CMJ TOCAM NA 13.ª FESTA DO JAZZ DO SÃO LUIZ
Alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz do Conservatório de Música da Jobra vão participar na 13.ª Festa do Jazz do São Luiz, um evento que terá lugar nos dias 27, 28 e 29 de março, em Lisboa.
O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) vai marcar presença na 13.ª edição da Festa do Jazz do São Luiz, em Lisboa. A Escola será representada pelo Ensemble de Jazz do CMJ, dirigido pelo Professor João Martins, e composto pelos seguintes alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz: Gonçalo Silva (voz e trombone), João Dias (trompete e fliscorne), Henrique Xará (guitarra), Moisés de Jesus (piano), Hugo Sobral (contrabaixo) e João Santos (bateria).
O Ensemble de Jazz do CMJ vai atuar no domingo, dia 29 de março, às 16h00, no Jardim de Inverno. De acordo com Carlos Mendes, Diretor do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz, “o CMJ tem a tradição de marcar uma presença relevante na Festa do Jazz, aliás, em edições anteriores o CMJ foi diversas vezes distinguido com o prémio de melhor combo e com prémios e menções honrosas como instrumentistas”.
Na 13.ª edição da Festa do Jazz do São Luiz, o Ensemble de Jazz do CMJ “continua a propor vias inovadoras, apresentando um repertório que aposta na valorização da música portuguesa”, sublinha Carlos Mendes. Do alinhamento fazem parte os seguintes temas: Epifania (Henrique Xará); A Morte Saiu à Rua (Zeca Afonso, arranjo de Paulo Perfeito); Lisboa que Amanhece (Sérgio Godinho, arranjo de João Martins) e Lembra-me um Sonho Lindo (Fausto, arranjo de António Pedro Neves).
Letra
I can't realize
all my dreams
without you
This will be untrue lovers
again
and again
I will be
here with you
I will be
forever with you
In health
it's all i want
Letra
Não encontrei a letra desta música
Pedro Alsama edita álbum de estreia ainda este mês
O primeiro álbum de Pedro Alsama, homónimo, é editado esta segunda-feira, dia 30 de março, com o selo da Music In My Soul. “Health” é o single de apresentação deste trabalho promissor, com influências Folk e Indie.
Pedro Alsama é um projeto que existe desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.
O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.
Com o álbum de estreia, surgem agora dez temas de um Pop alternativo. “Health”, o primeiro single, é um tema que antecipa um trabalho em perfeita harmonia com o que de melhor a música pode oferecer.
Letra
Lá fora há sol
não é mais que um sol
mas os homens olham-no
e depois cantam.
Eu não sei do sol.
Eu sei a melodia do anjo
e o sermão quente
do último vento.
Sei gritar até amanhecer
quando a morte pousa nua
em minha sombra.
Eu choro debaixo do meu nome.
Eu agito lenços na noite
e barcos sedentos de realidade
dançam comigo.
Eu oculto cravos
para escarnecer aos
meus sonhos enfermos.
Lá fora há sol
Eu visto-me de cinzas
“Subnutridos” é o álbum de estreia do cantautor Luís Formiga, é constituído por 12 temas folk à guitarra e voz, género com o qual Luís se apresenta mais confortável, acompanhado por Pedro Campos no contrabaixo e uma instrumentação que mantém o foco na voz e nas composições do autor. O álbum, gravado e produzido por Hugo Pereira e saído a 24 de Junho, é editado com o selo da Pássaro Vago e está disponível para venda no iTunes e para streaming no Spotify.
facebook.com/luisformigamusic
bandcamp
luisformiga.com
Letra
Uma jangada perdida
Chega a um porto qualquer
Vem quebrada, vem sumida
Traz a fome adormecida
No ventre duma mulher
Ouvem-se ao longe tambores
Há uma lua que brilha
Bebendo a seiva das flores
A mulher morre de amores
Pela voz daquela ilha
Fado mulato... fado que ao nascer do dia
Traz o perfume do mato... agarrado á melodia
Fado que embala... um sono que sem aviso
Descobre a voz da sanzala... no sonho do seu sorriso
Aquela mulher perdida
Encontra um homem qualquer
E ao dar-lhe a sua vida
Ela fica mais perdida
Não lhe dando o que ele quer
Ao longe o vento que passa
Não sabe dar testemunho
De ver nascer uma raça
Onde Dezembro se enlaça
Ás tardes calmas de Junho
Mais uma bala perdida
Trespassa um corpo qualquer
E há uma pátria que vencida
Tenta estancar a ferida
Com o que a terra lhe der
A terra dá-lhe suspiros
E a terra dá-lhe canções
Vazam-se as noites com tiros
Rasgam-se as almas com vírus
Que matam mais que canhões
Uma guitarra perdida
Dedilha um fado qualquer
Levanta a voz destemida
E diz que por estar vencida
Não deixou de ser mulher
Se alguém souber, que me explique
Como é que um perfume chora
Mas mesmo que aqui não fique
Hei-de levar Moçambique
Pela minha vida fora

DIOGO PIÇARRA
Concertos de apresentação dias 30 de Abril em Lisboa, 1 de Maio no Porto
Letra
Imparável movimento
Que não deixo de sentir
Solto o medo que me prende
É impossível resistir
No Império dos sentidos
É onde me vou perder
Provo o fruto proibido
No princípio do prazer
Os olhares ganham vida
Em desejos minimais
E a certeza de um só gesto
Simplifica tudo o mais
No Império dos sentidos
É onde me vou perder
Dou a alma ao destino
E tudo a acontecer
Música
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