PEDRO ABRUNHOSA
"Viagens" vai ter reedição comemorativa 20 anos depois de se ter quebrado o silêncio
Letra
Não encontrei a letra desta música
“Daisy Chains” o segundo disco de Mikkel Solnado é editado dia 10 de Novembro.
O Sucessor de “It’s only love, give it away”, é nas palavras de Mikkel, bastante diferente – “Sonoramente é mais “escuro”, mas também mais alternativo e pessoal, emocional e melancólico.”
“E Agora?”, primeiro single em dueto com Joana Alegre, arrisca Mikkel a cantar e compor em Português – “já tinha um tema, “Como um fado”, no primeiro disco e esta vai ser cada vez mais a minha realidade, é bem possível que o próximo disco seja cantado 100 % em Português”.
Para além do dueto com Joana Alegre, e de uma incrível versão acústica do tema de dança do ano “Get Up”, “Daisy Chains” tem ainda a participação de Ana Free, Elisa Wagner e de Davide Rossi, habitual colaborador dos Coldplay.
Mikkel Solnado, nasceu na Dinamarca, mas a infância e a adolescência foram passadas em Portugal. Aos 20 anos regressou a Copenhaga, onde criou uma banda que funcionou também como empresa criadora de jingles. Em 2010 o músico deixou a produtora e começou a escrever canções para si mesmo.
Nos dias de hoje, Mikkel divide o seu tempo, entre a sua própria carreira e a produção e composição para outros artistas.
“DAISY CHAINS” está nas lojas dias 10 de Novembro.
Letra
Can't they understand that the freak that they see is as normal as you and me?
Can't they understand that if they stab him he'll bleed just like you and me
I've got a dirty mind
Heavily burnt
Can't they seem to know that from the minute he shows the whole thing explodes
Can't they seem to know that I am a savage?
The spotlight is calling me
Heavily burnt
All the things that make you cry are the ones that make me smile
Após lançamento do vídeo oficial do tema, Contornos, single de estreia da artista aveirense Fia, está agora disponível no iTunes.
Pré-venda a partir de 29 de Outubro 2014 | Lançamento oficial a 4 de Novembro 2014
ENCONTROS SOBRE MÚSICA E PERFORMANCE
Nos dias 30 e 31 de Outubro de 2014 inaugura o O’culto da Ajuda situado na Travessa das Zebras, nº 25/27 (à calçada da Ajuda em Belém). O’culto da Ajuda é um novo espaço da Miso Music Portugal para a pesquisa, a experimentação, a comunicação e a partilha de criações artísticas, que fomentam relações entre música e espaço, entre música e poesia, entre música e teatro, entre música e movimento, entre música e design; sendo a nova ópera com meios tecnológicos o nosso foco principal.
Letra
Não encontrei a letra desta música
CUCA ROSETA
Canta no disco de homenagem a Nelson Motta
Letra
quebro a ponta do lápis quando o telefone começa a tocar
labuta está interrompida, e eu estava mesmo a adivinhar
a mensagem de imagem promove a desconcentração
a vontade até que era boa, mas isso não perdoa a intenção
e esse assento não ajuda a produção
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
para não deixar acontecer
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
razão da distração só pode ser mulher
deixas que seja o convite a rasgar a folha de papel
e o mal que já está feito, é tinta onde não há pincel
evades o ofício, sem dizer nada ao patrão
a vontade até que era boa, mas isso não perdoa a intenção
e esse assento não ajuda a produção
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
para não deixar acontecer
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
razão da distração só pode ser mulher
lava-se a vergonha em chuveiro por água,
enquanto da camisa se aperta o botão
por trás da cara lavada à luz do dia,
fica a cama desfeita de colchão
e hora que passou de repente,
deixou pernas de cueca na mão
a vontade até que era boa,
mas isso não perdoa a intenção
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
para não deixar acontecer
tem que haver sempre um rabo de saia qualquer
razão da distração só pode ser mulher
só pode ser mulher
Letra
sabes que não é crime ir para casa antes das 3
não tens que beber os copos todos de uma vez
faz o que tens a fazer,
faz tu que eu hoje não vou querer
hoje eu não nasci só para morrer
a desculpa que agora usas é a mesma que usaste da ultima vez
aprendes a lição todos os dias, mas dás-te ao erro outra e outra vez
faz o que tens a fazer,
faz tu que eu hoje não vou querer
agora é tudo tão lindo
mas quando chegar o amanhecer
nem o teu amigo espelho te vai querer ver
faz o que quiseres fazer
por mim podes fazê-lo até morrer
um mês a juntar dinheiro
pra dar tudo ao cozinheiro
que é teu amigo mas de ti não quer saber
A Renascença lança esta semana uma nova campanha para reforçar notoriedade e afirmar o seu posicionamento de rádio generalista. “É tudo o que precisa de ouvir”, como sublinha a assinatura.
Presente em rádio, televisão, imprensa, internet, outdoor, a campanha pretende mostrar a diversidade de conteúdos que diariamente a Renascença apresenta. Um desafio para que as pessoas se deixem surpreender com uma marca que aposta numa oferta ampla e completa de conteúdos em diferentes plataformas.
A campanha institucional assenta na Música desde os anos 80 até à actualidade, que tem vindo a ganhar cada vez mais fãs; na Informação rigorosa e de qualidade, que se pode ver, ler e ouvir – através da rádio, da televisão por subscrição, na internet (site, redes sociais e Web TV Renascença V+) e nos dispositivos móveis – e no programa da manhã da Renascença. O Olá Manhã completou recentemente 1 ano, com muitos convidados, reportagens e histórias surpreendentes, com os animadores Dina Isabel, Óscar Daniel em estúdio e Renato Duarte e Miriam Gonçalves diariamente em reportagem pelo país.
Para João Lobo, director de marketing da Renascença, “esta campanha mostra como a Renascença tem uma combinação perfeita de música, informação e uma grande equipa de animadores, que dá às pessoas tudo o que precisam para ter um excelente dia!”
Letra
ance above the water, and when the time is coming he´s just beneath the end
it's when he´s going down that folks falls apart
it's when he´s growing up that something is not right
he ran more than one July
he had 24 and died
i would go there, go there and fight with him
he didn't reach the 29
but he tried seven or eighty times
i would go there, go there and fight with him
dance across the water, and when the time is coming he´s just beneath the end
he keep walking and talking alone
and when he stops, all the rest become as one
this is a story of a guy
who had a dream and that's alright
Don't feel sorry, sorry this time again
he didn't reach the 29
but he tried seven or eighty times
i would go there, go there and fight with him
Lançado há cerca de um ano, o segundo álbum do grupo portuense As 3 Marias, “Bipolar”, é agora reeditado com um surpreendente tema-bónus, “No Teu Poema”, que conta com a voz de Simone de Oliveira, uma das melhores cantoras portuguesas de sempre e uma das primeiras pessoas a interpretar esta maravilhosa canção assinada por José Luís Tinoco.
Mas, se o dueto de Simone de Oliveira com As 3 Marias é surpreendente, o processo que levou à sua gravação não é propriamente uma surpresa. Por um lado, a época de ouro da canção ligeira portuguesa (entre 1965 e 1975), os seus intérpretes (Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, a própria Simone de Oliveira…) e os seus compositores e poetas (José Luís Tinoco, Nuno Nazareth Fernandes, José Carlos Ary dos Santos…) são uma importante referência na música d’As 3 Marias, ao lado do tango, do fado e das outras músicas que fazem a música do grupo. Por outro, As 3 Marias deram no início deste ano alguns concertos em que tiveram como convidada especial Simone de Oliveira, que interpretou com o trio um original d’As Três Marias, “Tango Maria” e também, precisamente, “No Teu Poema”. A química entre as quatro funcionou tão bem que rapidamente resolveram juntar-se em estúdio para registar o encontro. Esta é também uma forma encontrada pelo grupo de homenagear essa época de ouro da canção portuguesa, e logo na companhia de um dos seus símbolos maiores.
“Bipolar” mostra o trio de Cristina Bacelar (voz, guitarra, letras e composição), Fátima Santos (acordeão) e Ianina Khmelik (violino) no pico da sua maturidade enquanto compositoras e instrumentistas. E se o álbum de estreia, “Quase a Primeira Vez” (2009), serviu essencialmente como laboratório de experiências musicais e tinha como matriz principal o tango (embora com desvios), o segundo é já uma excelente montra dos vários caminhos sonoros que o grupo tem trilhado mais recentemente. O tango continua lá, sempre (oiça-se a fabulosa versão de “Libertango”, de Astor Piazzolla), mas estão lá também o fado, a bossa-nova, o jazz, o flamenco, o rock ou o kitsch assumido do divertidíssimo “Maryjoana”, em dueto com Alberto Almeida, dos Cabaret Fortuna.
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Letra
O Crato
vem decretando alegremente
quem quem quem
coisas contra a classe docente
quem
armada em saliente
o bandido é pra já vê lá bem
O tanso
era um coelho e disse assim
amém amém
olhou pro Crato e disse muito bem
o desgoverno é de quem tem um amigo em belém
e lá no ministério
esforçam-se a tramar
matam-se a lixar
os professores que ainda há
a voz do Crato ai é mesmo desacato
jogo de cena com o tanso
ai é mato
mas o costado final
quando cairem todos
temos peru no natal
quem quem quem
em belém cai também
ai cai
cai o chato
cai o chato de Belém
quem quem quem quem
em belém cai também
cai o chato
cai o chato de Belém
o chato
do lado certo da oposição
quem quem
olha pró Crato e manda-lhe um não
acha molhas a ninguém
de lado meu bem
O tanso
era um coelho e disse assim
amém amém
olhou pro Crato e disse muito bem
o desgoverno é de quem tem um amigo em belém
e lá no ministério
esforçam-se a tramar
matam-se a lixar
os professores que ainda há
a voz do Crato ai é mesmo desacato
jogo de cena com o tanso
ai é mato
mas no estado final
quando cairem todos
temos peru no natal
quem quem quem
em belém cai também
ai cai
cai o chato
cai o chato de Belém
quem quem quem
em belém cai também
ai cai
cai o chato
cai o chato de Belém
cai o chato de belém
SÉRGIO GODINHO
"Liberdade" nas lojas esta semana
Letra
Não encontrei a letra desta música
Novo Single do próximo Álbum a sair em Novembro. Hino da luta contra a leucemia. Toda a receita deste novo disco reverte para a APCL (Associação Portuguesa contra a Leurcemia).
Letra e Música: Maria Ana Bobone/Rodrigo Serrão
New single of the next Album to be released in November. A Hymn for the fight against leukaemia. Revenues from this album will be fully donated to APCL (Portuguese association against leukaemia).
Lyrics and music: Maria Ana Bobone/Rodrigo Serrão
https://itunes.apple.com/us/album/my-...
8 DE NOVEMBRO | AMAC
CONCERTO - MÁRCIA
O Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, recebe, no dia 8 de novembro, o Concerto com Márcia. Neste espetáculo, marcado para as 21h30, vai ser apresentado o mais recente trabalho “Casulo”.
8 de novembro | 21h30 | Auditório Municipal Augusto Cabrita
MÁRCIA
Apresenta “Casulo”
"Casulo" sucede ao aclamado álbum de estreia "Dá". Editado originalmente em novembro de 2010, "Dá" teve uma nova edição em novembro de 2011, na qual, ao alinhamento original, se juntou o tema "A pele que há em mim (quando o dia entardeceu)" em dueto com JP Simões. Um tema que se mantém desde a sua edição entre os mais vendidos nas plataformas digitais, que no YouTube já ultrapassou largamente um milhão de visualizações e que valeu a Márcia uma nomeação para os Globos de Ouro.
"Casulo" promete seguir-lhe os passos com excelentes críticas da imprensa e aceitação do público. No palco, Márcia contará com a participação de Filipe Monteiro (guitarras e teclados), Rui Freire (bateria), Manuel Dordio (guitarras) e David Santos (baixo).
Público-alvo - Maiores de 6 anos
Ingressos – 10,00€ plateia | 7,50€ frisa
Venda de bilhetes:
Auditório Municipal Augusto Cabrita | Parque da Cidade | Barreiro | Contatos 21 214 74 10 | bilheteira@cm-barreiro.pt
Posto de Turismo | Largo do Mercado 1º de Maio | Barreiro | Contato | 21 099 08 37
CMB 2014-10-27
LUÍSA SOBRAL
"Lu-pu-i-pi-sa-pa" já disponível, em exclusivo, no MEO Music
Letra
Saturday morning
Jumped out of bed
And put on my best suit
Got in my car
Raced like a jet
All the way to you
Knocked on your door
With heart in my hand
To ask you a question
Cause I know that you're
An old fashioned man
Yeah, yeah
Can I have your daughter
For the rest of my life?
Say yes, say yes, cause
I need to know
You say I'll never
Get your blessing till
The day I die
Tough luck my
Friend, but the
Answer is
No!
Why you gotta be so rude
Don´t you know I'm human too
Why you gotta be so rude
I'm gonna marry her anyway
Marry that girl
Marry her anyway
Marry that girl
No matter what you say
Marry that girl
And we'll be a family
Why you gotta be so rude?
I hate to do this
You leave no choice
I can't live without her
Love me or hate me
We will be boys
Standing at that altar
Or we will run away
To another galaxy you know
You know she's in love with me
She will go anywhere I go
Can I have your daughter
For the rest of my life?
Say yes, say yes, cause
I need to know
You say ill never
Get your blessing till
The day I die
Tough luck my
Friend, cause the
Answer still
No!
Why you gotta be so rude
Don´t you know I'm human too
Why you gotta be so rude
I'm gonna marry her anyway
Marry that girl
Marry her anyway
Marry that girl
No matter what you say
Marry that girl
And we'll be a family
Why you gotta be so rude?
Can I have your daughter
For the rest of my life?
Say yes, say yes, cause
I need to know
You say I'll never
Get your blessing till
The day I die
Tough luck my
Friend, but no
Still means
No!
Why you gotta be so rude?
Don't you know I'm human too?
Why you gotta be so rude?
I'm gonna marry her anyway
Marry that girl
Marry her anyway
Marry that girl
No matter what you say
Marry that girl
And we'll be a family
Why you gotta be so rude?
O Centro Cultural de Belém, em Lisboa, deu “carta branca” à cantora Manuela Azevedo, que partiu da palavra “Coppia” (parelha ou dupla, em italiano) para unir um reportório variado com dança, no dia 1 de novembro.
Além da vocalista dos Clã, vai estar em palco outro elemento da banda, o guitarrista Hélder Gonçalves, além dos bailarinos Joana Castro e Valter Fernandes, sob direção cénica de Victor Hugo Pontes, outro colaborador de longa data do grupo.
“Fui buscar dois cúmplices para as duas coisas. Para a parelha musical, o Hélder, com quem me entendo muito bem há muitíssimos anos e em quem confio absolutamente nas escolhas que faz, na maneira como estica a corda nesses desafios, e o Victor Hugo Pontes, que é nosso cúmplice já desde 2004, em várias vertentes”, disse à Lusa Manuela Azevedo.
Quando do convite por parte do Centro Cultural de Belém, a artista decidiu que havia uma coisa que “não podia fazer” e outra que “não queria fazer”: “A que eu não podia fazer era envolver os Clã aqui, porque nós tínhamos acabado de sair de um processo de gravar um disco novo, de preparar uma digressão nova e era muito injusto estar a pegar neles e a pô-los num processo criativo. (…) A que eu não queria fazer tinha que ver com a ideia de construir um espetáculo que fosse mais previsível, as canções da minha vida, a cantora Manuela Azevedo”.
Depois da escolha do conceito e dos seus “cúmplices”, o próximo passo passou a ser a escolha de repertório, que teria de estar ligado ao tema a desenvolver e ao som “bastante minimal” a ser criado em palco, despido de banda.
“Ainda não está completamente fechado o repertório. Eventualmente teremos duas canções dos Clã, há algumas canções em português inevitavelmente. Para nós era muito importante passar a ideia do conceito às pessoas e a melhor maneira é também através da compreensão do texto e, se for em português, é mais fácil”, explicou a artista.
De um total de 50 canções selecionadas passou-se para menos de metade, tendo sido descartados temas tão distintos como “They are in Love”, do ex-Talking Heads David Byrne, ou “Amor de Parceria”, de Noel Rosa.
“Algumas foram retiradas porque falavam ambas da mesma coisa, e havia uma que era mais clara; outras ficaram pelo caminho, porque esse exercício de as tornar mais cruas não funcionava. E, depois, também foi uma escolha feita um bocado a três, pensar com o Victor e com o Hélder o que é que eles achavam mais interessante”, disse Manuela Azevedo, que, durante o ensaio pediu à Lusa - entre risos - para não divulgar o nome das canções todas, para que as surpresas ainda fossem possíveis aos eventuais espectadores.
Para Manuela Azevedo, o “trabalho em parceria é das coisas mais maravilhosas e mais ricas”, o que a levou a usar a ideia de “Coppia”, uma palavra que chegou a estar numa lista de nomes para álbuns dos Clã, para “usar esse conceito (…), tendo duas ‘coppias’ em cena, que pudessem servir de eco uma da outra, de sombra uma da outra, de complemento, até de oposto uma da outra”.
letra
There are secrets hidden in silence
Feelings I'm dying to share
I know I never want you to leave me
I don't know why I'm so afraid (2x)
Não tenhas medo de me quereres em segredo
De pensar que não resulta porque ainda é muito cedo
De tirares a tua escuta porque ainda não entendes
De me dares muito mais luta
Porque eu não sou de sentimentos
Mas percebe que contigo é diferente
Que apesar da minha fama eu estou pronto e consciente
Para enfrentar os teus traumas
Abraçar as tuas causas
Quero-te 24 horas sem te usar qualquer pausa
E por isso baby perde essa timidez
De me quereres mas ter medo
Vê se me queres de uma vez
Porque eu quero e sinto
Só que tu não avanças
Só achas que te minto
E estou com falinhas mansas
E às tantas eu não sei o que faça
Roubo as estrelas do céu
E te as entrego numa taça
QUero que respondas
E não oiço os teus segredos
Não preciso que te escondas
Preciso que não tenhas medo
There are secrets hidden in silence
Feelings I'm dying to share
I know I never want you to leave me
I don't know why I'm so afraid (2x)
Queria dar-te tudo
Mas tu não sabes o que queres
Levantas o escudo
E mando aquele SMS que eu sei que curtes
E ficas desorientada
Quando o clima surge
Baby eu sei que consigo
Mas tu consegues?
Esquecer todos os teus medos e mostrar que me queres
Eu sei os teus segredos
Porque é que não cedes
Sei que ainda é cedo
Mas vê lá se percebes
Que eu quero mais e tudo o resto sabe a pouco
Podemos ser uma obra de arte e não passamos de um esboço
Por isso não me descartes nem a tudo o que é nosso
Se precisares de provas tu sabes que eu posso mover mundos
Para sentires que és aquela
Roubo as cores do arco-iris para pintares aguarelas
lembras-te, lembras-te?Sabes que sou capaz
Só quero perceber-te mostra-me como se faz
There are secrets hidden in silence
Feelings I'm dying to share
I know I never want you to leave me
I don't know why I'm so afraid (2x)
Reaching for you my hands are shaking
I'm stepping far from fall
I'll never know
I'm letting go of all the chases of the past
and starting new with you
There are secrets hidden in silence
Feelings I'm dying to share
I Know I never want you to leave me
I don't know Why I'm so afraid (2x)
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Ricardo Ribeiro com “Largo da Memória” no Cine-Teatro de Estarreja
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A voz robusta de Ricardo Ribeiro vai preencher o auditório do Cine-Teatro de Estarreja. O fadista regressa ao espaço cultural no próximo dia 1 de novembro, para apresentar o segundo trabalho discográfico: “Largo da Memória”. |
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Aos 33 anos, Ricardo Ribeiro é dono de uma das melhores vozes do fado masculino. Os críticos da área não lhe poupam elogios e o público rende-se ao seu talento. O génio artístico de Ricardo Ribeiro está consolidado, com o lançamento de “Largo da Memória” a dar todas as justificações. |
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http://www.cineteatroestarreja.com |
Letra
Eu tive um cavalo ruço
Que se chamava gingão
De uma capona bravia
Que eu queria, sentia
Como um bom irmão
Era o cavalo mais lindo
Que nasceu no ribatejo
E eu nunca tive outro assim
Tão manso que enfim
Ainda o desejo
Saltava que era um primor
Tudo fazia com graça
Era bom a tourear
A derribar sem vacilar
No campo ou na praça
Corria lebres com gosto
E nenhum galgo o passava
Quando o viam correr
com prazer sem sofrer
A todos pasmava
A brincar lá na lezíria
O íam admirar
Inda parece que o vejo
À beira do Tejo
A correr a saltar
Foi um touro que o matou
Num dia de infelicidade
E eu nunca mais montei
Nem sei se o farei
Tal é a saudade
Caixa de Pandora
apresenta-se publicamente em 2013, com diversas atuações em Portugal e no estrangeiro, mas é em 2014 que definitivamente se afirma com o lançamento do seu 1º CD - Teias de Seda.
Os membros que integram este Pandórico trio, já com uma sólida relação musical de 10 anos, inspiram e conspiram por entre o clássico e a world music, assinalado pelo talento e a criatividade na composição dasTeias de Seda. Sem que possa ser rotulada, a sua música é proporcionadora de uma amplificação-emocional, no sentido que promete suscitar as mais recônditas e tímidas emoções, e transportá-las até onde o espectro criativo, de quem ouve esta música, o permitir.
Os músicos:
Rui Filipe Reis
Pianista/multi-instrumentista/compositor/produtor musical
Começou a estudar música no Instituto Gregoriano e aos 20 anos tornou-se músico profissional.
Realizou um vasto trabalho de composição e direção desde a 2ª metade da década dos anos 90, altura em que colaborou com Dulce Pontes - participação em 4 CDs e espectáculos ao vivo - mas é a partir de 2006 que lhe é conferida uma nova etapa artística com os projetos Xaile e RosaNegra, este último laureado com o prémio Carlos Paredes. Outras colaborações tiveram lugar no seu percurso - Paulo Gonzo, Maria João, entre muitos outros - assim como em programas de TV, música para bailado e peças de teatro.
O seu trabalho de composição é cada vez mais premente, e Teias de Seda é prova disso mesmo ao apresentar 16 temas, todos eles originais da sua autoria. Caixa de Pandora revela o lado mais emocional do autor que se deixa levar livre e criativamente para conduzir o seu público a estados de contemplação oníricos versus momentos de pura catarse.
Cindy Gonçalves
Violinista
Nascida em França, de pais portugueses, aos 7 anos inicia estudos musicais ainda em Tourcoing, sua terra natal. Mais tarde, e já em Portugal, ganha o concurso “Juventude Musical”, o que lhe permite continuar e terminar os seus estudos musicais na Academia Metropolitana de Lisboa e, ao mesmo tempo, frequentar um curso de Formação Teatral na Universidade Lusíada.
Violonista e performer de rara sensibilidade e curiosidade, Cindy tem diversificado as suas atividades, entre os quais se destacam projetos ligados à dança, ao teatro e teatro de marionetas.
Foi membro integrante de RosaNegra, um projeto musical que cruza o fado e as origens mediterrânicas sefarditas, mas é em Caixa de Pandora que se sente em casa, lugar onde expõe a sua ousadia e que acolhe a sua arte.
Sandra Martins
Violoncelista/clarinetista
Sandra começou a estudar clarinete aos 5 anos e violoncelo aos 7, na Academia Luísa Todi, tendo mais tarde continuado os seus estudos na Escola Superior de Música do Porto.
Muito cedo a música tornou-se o seu modo de vida, e as suas intervenções como violoncelista têm sido muitas e variadas com diversos artistas, entre os quais Rodrigo Leão, Júlio Pereira, entre outros.
Integrou também o projeto RosaNegra, espaço musical onde o trinado do fado e a ornamentação moçárabe revelaram-se-lhe desafiantes.Sempre ligada a projetos de linguagem folk tradicional, danças europeias de abrangência world music, Sandra, depois de muitas viagens, tem na Caixa de Pandora um lugar que é seu, um papel único e original feito à medida do seu talento e capacidade artística.
https://www.facebook.com/pages/Caixa-de-Pandora/641109972572878?fref=ts
Letra
Não encontrei a letra desta música
"Maneiras de Ser (Contrariedades)" já está disponível nas plataformas online iTunes, Spotify e Amazon, e nas rádios nacionais. Vê o vídeo e partilha nas redes sociais.
Links:
Letra
Se eu amo e não posso dizer
E sei que com esta canção tu nunca vais saber
Porque não ouves a rádio que eu oiço
É um pouco marginal
Se eu amo e sei que não é correto
Mas o amor não escolhe o que está certo
Eu não escolhi tanto esquecer
Sem saber como esconder
Mas fui eu quem forçou tudo a
Tudo a terminar
Sinto tua falta aqui
Sinto tua falta aqui
Sei que estás a escrever sobre nós
Não sabes falar, preferes escrever
E fá-lo tão bem, mas elas ficam aquém
Porque não saem da tua boca
O problema é que te achas superior
Em coisas tão simples como a dor
A tua é sempre mais forte
O teu cansaço militante
E isso é tão frustrante
Mas fui eu quem forçou tudo a
Tudo a terminar
Sinto a tua falta e não quero ser
Mais uma estranha para ti
Sinto tua falta aqui
Sinto tua falta aqui
Mas fui eu quem forçou tudo a
Tudo a terminar
Sinto a tua falta aqui e não quero ser
Mais uma estranha para ti
Para ti
Para ti
Sei que nós ficamos por aqui
Música
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