Letra
Vem ser minha mulher
Vem comigo ao cartório
Tratamos do acessório
E seja o que Deus quiser
E se o essencial
Não cabe no papel
Daremos valor real
Ao ouro do anel
Vamos pensar a quente
Vamos que é para sempre?
Arrumo o nosso espólio
Num carro a gasóleo
E seja o que Deus quiser
Enquanto o sol deixar
Vamos descendo à sorte
Até perdermos o norte
Enquanto houver vagar
Esse sorriso teu
É a razão do meu
Vem ser a minha mulher
E seja o que Deus quiser
Fugimos à socapa
Até não vir no mapa
Baixamos o assento
Dormimos ao relento
E seja o que Deus quiser

A Foz do Arelho recebe, de 17 a 20 de julho, a primeira edição do festival Cabovisão Oeste Fest – “um festival que aposta na música portuguesa”, com um cartaz 100% nacional.
Os Amor Electro, José Cid, Richie Campbell e Memória de Peixe são os cabeças de cartaz do evento, que contará ainda no seu alinhamento com reconhecidos DJs e bandas locais, a atuarem no Palco OneBox.
O certame estará dividido em áreas distintas: Praça do Concelho (espaço diurno e noturno com acesso gratuito, onde estarão instaladas as entidades participantes e onde estará instalado o Palco Fibra, onde diariamente irão ter lugar espetáculos cénicos, concertos, workshops, demonstrações desportivas e ações de sensibilização ambiental) e Área de espetáculos (recinto principal do Oeste Fest, onde estarão instalados dois palcos).
Serão, portanto, promovidas, além dos concertos, diversas atividades paralelas, entre iniciativas lúdicas e desportivas, desde surf a yoga, e atividades dirigidas a toda a família.
Para as iniciativas desportivas e lúdicas as portas do recinto vão abrir às 9h00, estando os concertos e eventos musicais agendados a partir das 20h00.
Os bilhetes, de 10€ para um dia e 25€ para os quatro dias do evento, estão à venda nas lojas Cabovisão (com 20% de desconto) e na TicketLine.
Retirado do Sapo Música
Letra
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Seis espetáculos preenchem a edição deste ano do Ciclo de Concertos “Música nos Claustros”, dedicado à música clássica e que arranca este sábado, em Évora, prolongando-se até 19 de julho, revelou a organização nesta sexta-feira.
O evento musical, organizado pela associação Eborae Mvsica, decorre no Convento dos Remédios e na Igreja do Espírito Santo, contando com a participação de grupos e solistas nacionais e internacionais.
A polifonia, o canto solista e a execução instrumental estão em destaque na programação, que percorre os vários períodos musicais, realçou a organização.
O objetivo, frisou, é contribuir para “qualificar a oferta cultural ao nível do turismo cultural e estabelecer uma programação que dê relevo aos vários períodos da criação musical”.
A Eborae Mvsica pretende, também, “aprofundar a relação entre o património construído, neste caso o Convento dos Remédios e a Igreja do Espírito Santo, e a adequação de uma oferta musical regular à fruição pelo público e à participação de grupos musicais do Alentejo, do país e do estrangeiro, além da criação de novos públicos”.
Esta 15.ª edição abre no sábado, com um espetáculo protagonizado pelo Coro Nacional de Jovens da Polónia, com direção de Agnieszka Franköw-Zelazni.
A formação vai interpretar obras de compositores como Maszyński, Lasocki e Koszewskie, entre outros, estando a atuação agendada para as 21:30.
No dia seguinte, domingo, à mesma hora, sobe ao palco um quinteto formado por solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, integrando também o músico Bruno Nogueira como solista no clarinete.
O programa do segundo espetáculo vai abranger “grandes obras de música de câmara” da autoria de Mozart e de Brahms, para clarinete e quinteto de cordas, explicou a entidade promotora.
O Coro Polifónico Eborae Mvsica, dirigido por Eduardo Martins, atua no dia 12 de julho e, para dia 13, mas na Igreja do Espírito Santo, está agendado um recital de órgão a cargo de Alice Rocha e João Nabo.
Um recital por Joana Godinho (soprano) e José Farinha (guitarra), no dia 18 de julho, e um espetáculo que alia um quarteto de cordas, formado por solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, e a guitarra portuguesa, nas ‘mãos’ de António Eustáquio, no dia 19, também constam do programa.
Para organizar o evento, a associação Eborae Mvsica tem o apoio da Câmara Municipal de Évora, do programa InAlentejo, da Direção-Geral das Artes e da Direção Regional da Cultura do Alentejo, entre outras entidades.
Retirado do Sapo Música
Letra
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A 12.ª edição do festival MEO Marés Vivas decorre entre 17 e 19 de julho, em Gaia, e promete ser um evento com um “dos melhores cartazes do ano em Portugal”, tendo já 70% dos ingressos vendidos, anunciou a organização.
É dos melhores cartazes do ano em Portugal”, frisou Jorge Lopes, presidente da organização do festival que foi apresentado nesta quinta-feira e do qual se pode esperar muita “tranquilidade, animação e convívio”.
Depois de ver esgotados os ingressos para a edição de 2013, a organização garante que a venda de bilhetes está neste momento nos 70% e acredita que irá “chegar muito próximo, senão igualar” os resultados anteriores.
Este ano o recinto sofrerá “bastantes melhorias [na questão] da limpeza” e receberá “animações diferentes”, muitas organizadas pelas marcas participantes, já que “um festival não é só música” mas também todo o ambiente criado para uma boa experiência, explicou.
Sobre o festival, o presidente da PEV Entertainment contou que o “as pessoas olham para o Marés Vivas independentemente do cartaz” que procura sempre “agradar a todos” os públicos.
Já para o presidente da Câmara de Gaia, que acolhe o festival, “o Marés Vivas é talvez o mais importante evento com repercussão nacional e internacional que existe em Vila Nova de Gaia”.
Eduardo Vítor Rodrigues assinalou que “apesar dos constrangimentos financeiros” a autarquia tem a “obrigação” de apoiar os que ajudam no processo de internacionalização do concelho e região, tendo este ano subsidiado o festival com 175 mil euros e apoio logístico.
“O festival sempre foi para mim indiscutível. Nunca esteve em causa”, destacou o autarca para quem este “é o mais extraordinário momento na região em termos de festivais de verão”, sendo impossível “objetivar” o retorno que o concelho consegue com o evento que já conta com 50% de espetadores de fora da Área Metropolitana do Porto.
O festival volta a decorrer na praia do Cabedelo, um recinto com capacidade para 25 mil espetadores, arrancando dia 17 de julho com os Xutos & Pontapés “que escolheram o Marés Vivas para ser o grande palco de comemoração do seu aniversário a Norte”, seguindo-se os britânicos The Prodigy, que já atuaram em Gaia em 2008, explicou Jorge Lopes.
Sexta-feira 18 de julho é dia do DJ Skrillex – “um dos maiores DJ do mundo” que até vai montar “uma nave espacial no palco” – e dos “muito acarinhados” James que também regressam a Gaia para apresentarem o seu novo álbum “La Petite Mort”.
Para terminar, sobem a 19 ao palco os The Gift, Joss Stone e os britânicos Portishead: “uma banda que já perseguíamos há alguns anos, que sai um pouco do estilo convencional de um festival mas o Marés Vivas é mesmo isto”.
Questionado sobre a hipótese de o MEO Marés Vivas mudar de margem, e passar a realizar-se na cidade do Porto, respondeu: “não faz qualquer sentido”. “O festival nasceu aqui, é o festival de Vila Nova de Gaia”, frisou.
O preço dos bilhetes para a edição de 2014 mantém-se, tal como em 2013, nos 30 euros para o ingresso diário e sobe para os 60 euros no passe geral dos três dias.
Retirado do Sapo música
Letra
No words could take back the things that we said
We fell heart first
So how did we land on our heads?
I wish I could go back
Like we've been walking, on train tracks
And I heard the sirens
Still there in silence
I knew that someone would get hurt
'Cause I saw the signs
And I chose to ignore them
'Cause I
Thought I could control them
So I'll take the blame
And I'll be the pain in your eyes
'Cause I saw the signs
I saw the signs
Guilty, guilty of playing the part
And it kills me
'Cause I saw the end from the start
And it's always been too late
I knew we were driving, with no breaks
A head on colision, with cristal clear vision
I knew that someone would get hurt
'Cause I saw the signs
And I chose to ignore them
'Cause I
Thought I could control them
So I'll take the blame
And I'll be the pain in your eyes
'Cause I saw the signs
I saw the signs
I wish I could go back
Like we've been walking, on train tracks
And I heard the sirens
Still there in silence
I knew that someone would get hurt
'Cause I saw the signs
And I chose to ignore them
'Cause I
Thought I could control them
So I'll take the blame
And I'll be the pain in your eyes
'Cause I saw the signs
I saw the signs

O cartaz da 9ª edição do AgitÁgueda já está completo.
Os jamaicanos Skatalites, Rui Veloso, GNR, Marta Ren, Richie Campbell, Luis Portugal, Fanfare Ciocarlia, Medhi Nassouli e D8 são as mais recentes confirmações no cartaz do evento, que, de 5 a 27 de julho, oferece várias atuações ao vivo, animação de rua, performances, DJ sets, entre outros programas.
Já haviam sido anteriormente confirmados no certame as presenças dos Innercircle, Os Azeitonas, Dengaz, Ala dos Namorados, Mundo Cão e Pedro Laginha.
O certame, que se distribui pelo rio Águeda, pelo renovado Largo 1º Maio e pela tenda gigante onde decorrem os espetáculos, integra ainda a área AgitaKids, destinada aos mais jovens; inúmeras tasquinhas, que mostrarão o melhor da gastronomia do concelho; uma instalação artística – The Ubrella Sky – que vai encher as ruas da baixa de Águeda de milhares de chapéus-de-chuva coloridos; além de um projeto de arte urbana, em que bancos de jardim, escadarias, colunas, entre outros, são pintados com variações cromáticas apelativas.
A entrada é livre.
Consulte o cartaz completo da edição 2014 do AgitÁgueda:
5 de julho - Ala dos Namorados + convidado Jorge Palma
6 de julho - Luis Portugal (Já Fumega) e Orquestra 12 de Abril
10 de julho - Fanfare Ciocarlia ( Roménia )
11 de julho - Inner Circle
12 de julho- Os Azeitonas
16 de julho - Mundo Cão
17 de julho - Skatalites (Jamaica)
18 de julho - Rui Veloso + Big Band
19 de julho - GNR + convidada Isabel Silvestre
23 de julho - Marta Ren
24 de julho - Medhi Nassouli (Marrocos)
25 de julho – D8 e Dengaz
26 de julho - Ritchie Campbell
27 de julho - Nelson Freitas

General D mostra-se satisfeito por saber que o impacto da sua arte ainda se faz sentir, mas declina qualquer associação ao habitual título de “pai do hip-hop em português”. Diz que gosta de trabalhar e que é pelo trabalho que se dá a conhecer aos outros - não precisa de “se apresentar”. Descontraído, o rapper falou ao SAPO dos 20 anos de ausência, dos planos para os que se seguem e da sua presença no Festival Lisboa Mistura - no primeiro de muitos concertos, espera-se.
“Precisava de um espaço para mim próprio, um espaço cultural, precisava de refletir, reinventar-me, reinventar a revolução, reescrever as coisas que tinha escrito, escrever mais coisas”, começou por contar Sérgio Matsinhe, mais conhecido por General D, considerado por muitos o pai do hip-hop em português e que, sem ninguém esperar, deixou os discos e os palcos nos anos noventa. O regresso levou 20 anos e foram vários os mitos em torno da figura deste então jovem moçambicano revolucionário que hoje é já pai de dois filhos.
“Vivi no Brasil, vivi nos EUA, vivi em Inglaterra, tive contacto com outras Áfricas que não são tão do nosso conhecimento, como Nigéria e Gana, e isso foi super importante porque me deu uma visão mais global do que é ser africano”, continuou o artista, cujo trabalho tem passado sempre pela defesa da cultura africana universal.
“Hoje não sinto que sou só uma pessoa, há pelo menos três em mim: há o Sérgio, que foi enterrado pelo General D, há o Matsinhe, que é o ativista, e que tem trabalhado muito em prol da cultura africana universal e há o General D, que é o músico. Então qualquer trabalho que eu lance espelha sempre esses três vértices”, acrescentou ainda, deixando no ar a hipótese de um novo disco para breve.
Em 20 anos, toda uma geração de novos artistas de hip-hop se formou e fez carreira. Muitos deles, como Boss AC, são claros ao afirmar que General D é uma das suas referências, mas o músico declina os elogios e garante que “é tudo trabalho”.
“Pai só sou dos meus filhos, dois filhos. O resto é trabalho e eu não sinto uma responsabilidade extra por ter começado naquela altura ou começar agora. Naquela altura nunca me passaria pela cabeça que estava a fazer historia e nem me preocupei com isso, da mesma forma como não me preocupo com isso agora”, diz General D, que garante que quer continuar a ser “livre” em vez de ser “escravo da sua própria revolução”.
“Isto é uma jornada pessoal e nesta jornada pessoal eu encontrei muitas pessoas e certamente dizem que influenciei outras tantas, mas nunca houve uma intenção de me tornar isto ou aquilo. (…) Não tenho de me apresentar a ninguém nesta altura, eu só tenho de continuar a trabalhar e deixar que as pessoas me conheçam”, conclui. Músico, ativista, revolucionário, General D continua a articular o seu discurso em torno das disparidades sociais, da cultura africana e sente-se hoje mais apto a “fazer um raio x sobre aquilo que é a diáspora do africano”. Na sua opinião, o primeiro passo para um diálogo equilibrado é “criar espaço para que o africano conte a sua própria história”.
“Como dizia um amigo meu: eu tenho uma ferida e tu é que me estás a dizer como a minha ferida me dói? Nós precisamos de ter espaço para contar a nossa própria historia. Não tem nada a ver com colocarmo-nos de parte, tem a ver com o termos de evoluir o nosso pensamento coletivo, aquilo que nós entendemos sobre o que é ser africano”.
Claro que Moçambique, a sua terra natal, palco de alguma instabilidade política e social, não escapou desta conversa na Praça do Intendente, em Lisboa. “Acho que o povo moçambicano tem maturidade democrática suficiente para saber ultrapassar problemas. Moçambique é um país em crescimento e eu espero um dia poder estar lá a contribuir para esse crescimento”, assumiu General D.
Quando o discurso muda e se foca no futuro próximo, o cantor é reservado. “Para já tenho este concerto e eu gostava de trabalhar. Há muito trabalho a fazer e muito provavelmente eu vou continuar a trabalhar por aqui…“
A porta fica assim em aberto e é quase certo que ainda há muito para contar, nem que seja pela insatisfação. “Acho que não vim para esta vida para ser contente, eu nunca vou ser contente, eu vou continuar a lutar até o Mais Alto me chamar para perto dele. Nunca vai acabar, há sempre muita coisa a fazer, todos os dias há coisas a fazer, e começa por todos os dias eu lutar contra mim próprio, para me melhorar a mim próprio. A luta e a revolução começam aqui, em nós”, disse General D com a mão aberta sobre o peito, poucos minutos antes de se despedir do SAPO.
General D sobe ao palco do Lisboa Mistura, na Praça do Intendente, em Lisboa, dia 28 de junho, às 22 horas.
Retirado do Sapo Música
Letra
Girl, you got me paralyzed
Ever since you knocked my door
Dangerous like dynamite
Still you got begging for more
Real intentions
But you look the other way
Your attention
I want it right away
You're unpredictable, kinda unusual
But you're so irresistibly beautiful
Sometimes invisible, kinda delusional
Nothing but plain, irresistibly beautiful
Oh you're always lighting up my fire
And I'm getting burned each time
But you're so beautiful
And you mean the world to me
And you mean the world to me
Loving unconditional
That is just the way how I feel
But you're unnegotiable
Still I'm up for sealin' the deal
Real intentions
But you look the other way
Your attention
I want it right away
You're unpredictable, kinda unusual
But you're so irresistibly beautiful
Sometimes invisible, kinda delusional
Nothing but plain, irresistibly beautiful
Oh you're always lighting up my fire
And I'm getting burned each time
But you're so beautiful
And you mean the world to me
Sometimes I keep coming back to my sences
Seeing clear that I'm so defenseless
Still I'm coming back for more
You're unpredictable, kinda unusual
But you're so irresistibly beautiful
You're unpredictable, kinda unusual
But you're so irresistibly beautiful
Sometimes invisible, kinda delusional
Nothing but plain, irresistibly beautiful
Oh you're always lighting up my fire
And I'm getting burned each time
But you're so beautiful
And you mean the world to me
And you mean the world to me
And you mean the world to me
Letra
Mesmo que os cantores sejam falsos como eu
Serão bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo miseráveis os poetas
Os seus versos serão bons
Mesmo porque as notas eram surdas
Quando um deus sonso e ladrão
Fez das tripas a primeira lira
Que animou todos os sons
E daí nasceram as baladas
E os arroubos de bandidos como eu
Cantando assim:
Você nasceu para mim
Você nasceu para mim
Mesmo que você feche os ouvidos
E as janelas do vestido
Minha musa vai cair em tentação
Mesmo porque estou falando grego
Com sua imaginação
Mesmo que você fuja de mim
Por labirintos e alçapões
Saiba que os poetas como os cegos
Podem ver na escuridão
E eis que, menos sábios do que antes
Os seus lábios ofegantes
Hão de se entregar assim:
Me leve até o fim
Me leve até o fim
Mesmo que os romances sejam falsos como o nosso
São bonitas, não importa
São bonitas as canções
Mesmo sendo errados os amantes
Seus amores serão bons
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Festim 2014: A invulgar e vibrante Coetus está a chegar a Estarreja
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O Festim está de volta a Estarreja. Pelo sexto ano consecutivo, o Cine-Teatro de Estarreja celebra a festa das músicas do mundo, desta vez com a espanhola Coetus. Uma orquestra de percussão à escala ibérica que se apresenta ao vivo em Estarreja dia 4 de julho, sexta-feira, às 21h30. |
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Um invulgar concerto encerra a programação deste quadrimestre no Cine-Teatro de Estarreja com a orquestraCoetus. Liderada por Eliseo Parra, figura incontornável na renovação da música tradicional espanhola,Coetus, com origem na Catalunha, é um arrojado projeto de percussão, cuja missão passa por resgatar a presença de um vastíssimo número de instrumentos que, ao longo da história, foram usados para acompanhar canções, procissões, festas e danças por toda a Península Ibérica. Utensílios do quotidiano rural, como cântaros, almofarizes ou frigideiras fazem parte desse rol de objetos que Coetus transforma em instrumentos musicais, retirando-lhes todas as possibilidades sonoras. O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. Com lotação limitada a 8 crianças, o serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo. Ficha de inscrição Babysitting |
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http://www.cineteatroestarreja.com |
Letra
Eu ninguém
Eu ninguém comigo só
Posso ser
Travesti de quem quiser
Manequim de bazar
Ou rainha do lar
Madame Butterfly
Barbie, Suzie, Dolly, Polly Pocket
Tudo bem
Mas eu posso ser também
Emanuelle
Lady, miss, mademoiselle
Num harém meretriz
Ou apenas actriz
O espelho me diz
Gueixa, Vénus, Eva, dama, virgem, mãe
É que eu sei
O que eu sou e o que não sou
Mas é claro
O que eu for eu sou
Sem ninguém
Só o que eu tenho a saber
É quem de nós cem
Hoje eu vou ser
Sei lá, sei lá
Sei lá, sei lá
Sei lá, sei lá
Sei lá
FREDDY LOCKS
(download do single aqui)
Iration é um tema acústico do álbum Rootstation de 2012, esta musica surge com um novo arranjo feito com banda, em rock-steady, um estilo de beat do reggae Jamaicano.
Foi gravado em take directo e o vídeo é o registo dessa gravação.
Esta nova versão vem ainda ao encontro das comemorações de uma década de carreira de Freddy Locks, que em meados de Março ofereceu aos seus fãs o álbum “ RootsRockStruggeling” que esteve guardado durante 10 anos.
Com largas horas da sua infância passadas nas ruas do seu bairro, Alvalade, foi aí absorvendo influências das bandas Punk locais, e assim se foi forjando uma atitude observadora e crítica do meio urbano que o rodeava. Esta atitude era, claro está, aliada a um apurado sentido artístico que se plasmava nos projectos musicais nos quais participava...: Desde as iniciais experiências Punk, até aos projectos de cariz Reggae, vertente onde se especializou.
A sua biografia musical deixa-nos claro que encara a Música como a sua vida, com rebeldia e positividade, e sempre com o horizonte aberto a novas abordagens e perspectivas.
Ao longo destes 10 anos Freddy Locks gravou 4 álbuns de originais, muitos concertos, muitas participações e revelou uma consistência que o coloca como um dos maiores nomes de sempre da música reggae em Portugal e um diamante no mundo da música Portuguesa.
Estes "10 anos" são um marco na sua vida artística, que continuamos a celebrar no Festival Musa no dia 05 de Julho e no dia 15 de Agosto no Festival O Sol da Caparica
Próximas datas:
Festival Musa | 05 de Julho| Carcavelos
Festival O Sol da Caparica | 15 Agosto | Costa da Caparica
www.osoldacaparica-festival.pt
Letra
Nã oencontrei a letra desta música
Diego Gil-Fortoul
“ A Prueba de Bala” – disponível nas plataformas digitais a 07/07/2014.
Diego Gil Fortoul é um músico venezuelano que vive em Portugal e este ano lança o seu primeiro trabalho a solo, chamado "A prova de bala".
É um álbum cantado em espanhol que percorre os sentimentos mais transversais.
A sua música move-se entre world music, pop e música alternativa.
"À Prova de Bala" é o nome de uma das canções do álbum; uma adaptação da música " Bullet Proof Wish I Was ", do álbum "The Bends", dos Radiohead.
Esta é a única versão em espanhol aprovada pelo grupo britânico.
O álbum também tem a versão de "Sólo Pido a Dios" do grande compositor argentino, Leon Gieco.
Os restantes nove temas têm letra e música de Diego Gil-Fortoul; falam metaforicamente das relações humanas, da vida e da morte ("Robinson"), o importante e o descartável da existência ("Extraño"); e retrata ainda no tema "Pedro e Inés" a visão de Diego Gil-Fortoul, da verdadeira história de amor do século XIV (Inês de Castro e Pedro I de Portugal).
É, sobretudo, um álbum sincero de alguém que ama a música.
Letra
Tô louco pra fazer
Um rock pra você
Tô punk de gritar
Seu nome sem parar
Primeiro eu fiz um blues
Não era tão feliz
E de um samba-canção
Até baião eu fiz
Tentei o tchá tchá tchá
Tentei um yê yê yê
Tô louco pra fazer
Um funk pra você
E tá consumado
Tá consumado
Tá consumado
Tá consumado
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você
Pra todo mundo usar
Pra todo mundo ouvir
Pra quem quiser chorar
Pra quem quiser sorrir
Na rádio e sem jabá
Na pista e sem cair
Um samba pra você
Um rock and roll to me
E tá consumido
Tá consumido
Tá consumido
Tá consumido
Fiz uma chanson d'amour
Fiz um love song for you
Fiz una canzone per te
Para impressionar você
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Artur Fernandes e Bitócas viajam Ao Toque da Concertina no Bar do CTE
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A abertura do fole está marcada para esta sexta-feira, às 22h30. Ao Toque da Concertina junta a concertina de Artur Fernandes à percussão de Bitócas num café-concerto de garantido virtuosismo, focado na multiculturalidade do instrumento diatónico. |
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Os dois irmãos, Artur e Bitócas Fernandes, propõem uma viagem musical pelas linguagens que a concertina assume nas várias latitudes. A música tradicional de países em contacto com o Oceano Atlântico - onde se destacam o tempo forte latino, o contratempo celta e a polirritmia africana - faz parte do roteiro, numa constante surpresa de ritmos e paisagens. |
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SEX 27 JUN 22H30 |
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http://www.cineteatroestarreja.com |
Letra
Não encontrei a letra desta música
ESTREMOZ | TEATRO BERNARDIM RIBEIRO | 05 JUL | 22:00
«As 3 Marias» em palco, na Feira do Livro de Estremoz
As «As 3 Marias» vão estar em Estremoz no próximo dia 05 de julho, a convite da Estremoz Editora, para mais uma Noite de Letras. Marcado para as 22.00, o concerto faz parte do calendário de eventos da Feira do Livro de Estremoz.
O projeto «As 3 Marias», tem Cristina Bacelar na voz e na guitarra, Fátima Santos no acordeão e Ianina Khmelik no violino. Assenta num novo estilo musical que atravessa gerações, a que o crítico de música António Pires chamou de “novo tango da Invicta”.
O mais recente álbum, «Bipolar», foi lançado no final de 2013, num espetáculo que teve lugar na Casa da Música, com sala cheia e críticas que reiteram a qualidade musical do grupo. O percurso destas artistas tem sido de ascensão, o que lhes permitiu atuar já em vários países e fazer deste um movimento artístico reconhecido internacionalmente, pela forma harmoniosa e até divertida como aborda o «tango-fusão».
Local - Estremoz | Teatro Bernardim Ribeiro
Data - Dia 05 de Julho de 2014
Hora - 22:00 horas
Preço do bilhete - 10 euros
Reservas - estremozeditora@gmail.com | 925 071 506
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Letra
Sou gaivota de luar
Em liberdade nos céus
Sem rumo a procurar
Carícias dos olhos teus
Com penas cor de saudade
Em voo cego e errante
Fugindo da claridade
Faço da lua minh’amante
Onde se escutam somente
Roucos gemidos do mar
Ergo a voz inutilmente
Na esperança de te alcançar
Vive de amores perdidos
Quem já esqueceu meu fado
Entregue a gestos mentidos
Não voa mais a meu lado
Sou gaivota que se aninha
Num amor que perpetua
Esta noite que é só minha
E nunca mais será tua

O Festival Ao Largo abre no dia 26, com a comemoração dos 70 anos do Coro do Teatro de S. Carlos, e até dia 27 de julho apresentará um cartaz que inclui vários concertos e um bailado.
Do cartaz faz parte uma homenagem à soprano Elisabete de Matos, com a participação do barítono Sergei Leiferkus, e a atuação, entre outros, da Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP), da Orquestra Metropolitana, da Companhia Nacional de Bailado, da banda sinfónica da GNR e da Orquestra Chinesa de Macau.
O Festival Ao Largo, que se realiza tradicionalmente no começo do verão no largo fronteiro ao Teatro Nacional de S. Carlos (TNSC), em Lisboa, é uma iniciativa do Organismo de Produção Artística (Opart), que tutela o TNSC, com os respetivos corpos artísticos, nomeadamente a OSP, o Coro e a Companhia Nacional de Bailado.
Segundo fonte da organização, o orçamento da edição deste ano do Festival Ao Largo é de 100.000 euros.
A homenagem a Elisabete Matos, com a direção musical de John Neschling, realiza-se nos dias 18 e 19 de julho, com a participação da cantora, que o pianista Adriano Jordão, administrador do Opart, aponta como "a maior e mais atual referência portuguesa do canto lírico".
Além da "participação especial" do barítono russo Sergei Leiferkus, que já atuou para plateias portuguesas e faz parte do cartaz do Festival de Sintra deste ano, no concerto de homenagem à soprano portuguesa participam ainda os cantores líricos Dora Rodrigues, Paulo Ferreira e Carlos Guilherme, devendo ainda participar um barítono a anunciar.
Completam o cartaz destas duas noites o Coro do TNSC, o Coro Juvenil de Lisboa e a OSP.
No dia 14 de julho celebra-se França, com o espetáculo "French Swing Café", com Sylvie C acompanhada por Gabriel Godoy (guitarra), Jorge A. Silva (piano e acordeão), Rui Silva (contrabaixo), Milton Batera (bateria) e Jean-Marc Charmier (trompete). O programa é constituído por canções como "C'est si bon", "For me, Formidable" e "Et Si Tu n'existais Pas".
A Orquestra Chinesa de Macau atua no dia 16 de julho, sob a direção de Pang Ka Pang, e conta com a participação da fadista Maria Ana Bobone, sendo ainda solistas Deng Li (pipa), Jia Lei (sheng) e Tian Ding (suona).
A orquestra foi constituída em 1987 pelo Instituto Cultural de Macau e é formada por 34 músicos que tocam instrumentos tradicionais chineses.
O concerto que apresentam no Festival inclui peças de Shi Wanchun, Huang Huaihai, Xiao Jiang e ainda "Fado Xuxu", "Auto Retrato" e "José embala o Menino", entre outros.
Uma das parcerias do certame é com o Festival Cistermúsica, do concelho de Alcobaça, no âmbito da qual, nos dias 4 e 5 de julho, a OSP, sob a batuta de Emil Tabakov, interpreta três poemas sinfónicos.
O programa, proposto pelo compositor Alexandre Delgado, diretor artístico do Cistermúsica, é constituído por "In Memoriam Alexandre Herculano", de Frederico de Freitas, "Tamara", de Mily Balakirev, "Dom Quixote", de Richard Strauss, e ainda a Fantasia para trombone e orquestra, de Paul Creston.
"No dia 4 de julho, o concerto será exclusivamente de Irene Lima com a Sinfónica Portuguesa e no dia 05 participa o trombonista Gabriel Antão. Esta participação resulta da colaboração entre o Festival Ao Largo, o Cistermusica e o Festival de Música do Estoril, que prevê que o vencedor do 15.º Concurso de Interpretação do Estoril/Prémio El Corte Inglés, realizado o ano passado, se apresente num único concerto em cada um deste eventos", disse a mesma fonte.
A maestrina Joana Carneiro, titular da OSP, não dirige nenhum dos concertos do Festival. Segundo a mesma fonte, "apesar dos esforços desenvolvidos quer pela maestrina, quer pelo pianista Adriano Jordão, no sentido de garantir a direção da OSP no Festival, compromissos internacionais assumidos pela maestrina há mais de um ano, para todo o mês de julho, inviabilizaram a desejada participação".
O Festival ao Largo encerra com a apresentação do bailado "Orfeu e Eurídice", de Christoph Willibald Gluck, segundo coreografia de Olga Roriz, nos dias 25, 26 e 27 de julho.
Do cartaz do festival faz ainda parte a atuação da Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional, com o Coro Juvenil da Escola de Música do Conservatório, no dia 17 de julho, o concerto "Noite Russa", pela Sinfónica Portuguesa, sendo solista o violinista Ilya Grubert, nos dias 10 e 11 de julho, a atuação da Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Artes do Montijo, sob a direção de Francisco Sequeira, no dia 9 de julho, e o concerto pela banda sinfónica da GNR, sob a batuta de João Cerqueira, no dia 3 de julho.
Completam a programação do Festival a Orquestra Metropolitana de Lisboa, que toca Mozart e Luís de Freitas Branco, no dia 1 de julho, sob a direção de Pedro Amaral, o Coro Juvenil de Lisboa que, com Nuno Margarido Lopes, na direção e no acompanhamento ao piano, atua no dia 2 de julho, interpretando coros de zarzuelas.
Retirado do Sapo Música

Concertos
27 Junho,6ªFeira 22.30 TEATRO MARIA MATOS, Lisboa
24 Julho, 22:00 SALÃO BRASIL / Festival CITEMOR, Coimbra
31 Julho, 22:00 SABOTAGE, Lisboa
Anda por aí um Melhor Amigo a tocar desde 24 de Maio. A banda nas últimas semanas passou pelo Primeiro Andar, Largo Café Estúdio, Club OFFBEATZ do MusicBox, Museu Arpad Szenes- Vieira da Silva (Lisboa) e pela Festa da Preguiça Magazine no Nariz Teatro (Leiria). Mas a esta série de concertos, juntam-se ainda mais 3. Junho não acaba sem mais uma aparição em Lisboa, desta vez a 27 de Junho (6ª feira) no Teatro Maria Matos, em Lisboa, inserido no evento Mais para Menos do que pra Mais idealizado pela coreógrafa Vera Mantero & Convidados.
Gui Garrido é o MELHOR AMIGO de António Pedro Lopes, e juntos fazem canções pop sobre errância, amores experimentais, atravessando a nossa época entre ataques de pânico, clarividência e desejos de liberdade. Garrido & Lopes são artistas do espetáculo, encontraram-se a primeira vez em palco em 2008 para escreverem um cabaret de revelações, em que cantavam canções de Velvet Underground, Moldy Peaches e Sinéad O'Connor enquanto saltavam em cima de pianos e faziam stage-divings. No MELHOR AMIGO, os dois vestem-se de rock para fazer as canções virar chão de xadrez, para uma voz que ataca a partir do pulmão e encontra uma guitarra ou um piano qualquer estacionado no coração numa performance que olha de frente.
Apareçam, tragam amigos e passem a palavra. E se não quiserem perder nadica, o Melhor Amigo está aqui.
Até já!
O vosso,
MELHOR AMIGO
António Pedro Lopes & Gui Garrido
Youtube http://www.youtube.com/channel/UC4njxnZC7SfawWqLw0Lwl9Q
Vimeo https://vimeo.com/melhoramigo
SoundCloud https://soundcloud.com/melhor-amigo
BandCamp https://melhoramigo.bandcamp.com/
Email melhoramigomusica@gmail.com
Letra
Em sonho lá vou de fugida,
Tão longe daqui, tão longe.
É triste viver tendo a vida,
Tão longe daqui, tão longe.
Mais triste será quem não sofre,
Do amor a prisão sem grades.
No meu coração há um cofre,
Com jóias que são saudades.
Tenho o meu amor para além do rio,
E eu cá deste lado cheiinha de frio.
Tenho o meu amor para além do mar,
E tantos abraços e beijos p'ra dar.
Ó bem que me dá mil cuidados,
Tão longe daqui, tão longe.
A lua me leva recados,
Tão longe daqui, tão longe.
Quem me dera este céu adiante,
Correndo veloz no vento.
Irás a chegar num instante,
Onde está o meu pensamento.

Nesta quarta-feira, 25 de junho, os Diabo na Cruz regressam aos palcos em Lisboa, no teatro Tivoli, para um concerto gratuito que esgotou em duas horas e meia, segundo a organização.
"Vida de Estrada" é o mais recente single do grupo e um tema "sobre a vida portuguesa na actualidade, por um lado, e sobre o Diabo na Cruz, por outro. É sobre as vidas que todos levamos, sobre o que nos ocupa, o que nos distrai, o que nos consome", explica a banda em comunicado. "Mas é também o nosso regresso, enquanto Diabo na Cruz, à nossa vida que é a Vida de Estrada."
A ideia deste concerto surge da vontade do grupo em encontrar-se com o seu público. Neste concerto, os Diabo na Cruz apresentarão algumas canções do novo disco, a editar ainda este ano, e um pouco de todo o reportório do passado do grupo.
Os bilhetes para este concerto podiam ser levantados nas bilheteiras do Tivoli a partir de terça-feira (13h00) e na quarta-feira (13h00 até à hora do espetáculo), mas já se encontram esgotados.
Retirado do Sapo Música
“Wonder Why” com Aurea
disponível em todas as plataformas digitais
A partir de hoje, o novo single dos The Black Mamba, “Wonder Why” com Aurea, está disponível em todas as plataformas digitais:
…
“Wonder Why” é o single de avanço do segundo disco de originais dos The Black Mamba que será editado este Verão.
O primeiro encontro entre a banda e a cantora deu-se no último Rock in Rio no Brasil, em Setembro de 2013. O entendimento e o sucesso atingido foram óbvios que a gravação de um dueto tornou-se inevitável. “Wonder Why” une assim as vozes do soul de Tatanka e Aurea no primeiro single do novo disco dos The Black Mamba.
PRÓXIMOS CONCERTOS (Junho e Julho):
28 de Junho - Cordoba (Espanha) - Rock & River Blues Festival
4 de Julho - Ponte de Sor - Festas da Cidade
12 de Julho – Lisboa - Optimus Alive
19 de Julho – Vila Nova de Gaia - Festival Marés Vivas
Letra
É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve um gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi
E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi.
Música
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Cultura
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