Quarta-feira, 26 de Março de 2014

Espiral Trio

 

 

 

Sábado 29
Club de Vila Real

Av. Carvalho Araújo, 5000 Vila Real
https://www.facebook.com/CLUBVR
Mais informações: eventos.clubvr@gmail.com | 933553666

18h00 | Workshop de danças europeias | 4€ com entrada gratuita para o concerto dessa noite
+
23h30 | Concerto | 3€

ESPIRAL

Sob a inspiração da música celta, o trio ESPIRAL conjuga as sonoridades do violino, da flauta transversal e da harpa celta na recriação de melodias que se destacam pela sua beleza e graciosidade. Uma formação musical que enleva os sentimentos mais românticos e faz de cada actuação um momento especial, com um reportório alegre e delicado, criteriosamente seleccionado. Uma autêntica espiral de emoções!
http://www.facebook.com/espiraltrio


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Letra

 

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Noidz

 

Noidz Dyno Tablet

Os Noidz juntam-se à Dyno para criar um tablet exclusivo da banda, numa edição especial para o continente europeu.
Esta edição especial contém uma aplicação exclusiva Noidz com uma música inédita "Chapéu Preto".
O lançamento deste tablet será marcado por 2 espetáculos nos dias 3 de Maio  no Armazém F/Lisboa (antigo TMN ao Vivo)  e 17 de Maio no Hard Club/Porto.
Aparece!
Concertos Dyno | Noidz
3 de Maio - Armazém F - Lisboa
17 de Maio - Hard Club - Porto
Warmup Dj Nuno Calado


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Terça-feira, 25 de Março de 2014
Nova edição do guia de turismo de Lisboa dirigido ao target LGBT

O novo mapa Lisbon Gay Circuit, dirigido aos turistas LGBT, começará a ser distribuído a partir de Abril. Este directório reúne lojas, bares, restaurantes, discotecas e pontos obrigatórios para os turistas LGBT que visitam a capital. Os conteúdos são disponibilizados em inglês.

 

Além de um mapa em papel com 12 mil exemplares, o projecto inclui uma versão online, já disponível em www.lisbongaycircuit.com e que está customizada para smartphones, tablets e computadores. O mapa é distribuído em pontos turísticos, monumentos, bares, discotecas e lojas de Lisboa ao longo do ano, assim como nos principais eventos LGBT da capital. O projecto conta com o apoio da EGEAC ao nível da divulgação. O mapa será ainda disponibilizado no Porto, Algarve e principais capitais europeias.

 

O Lisbon Gay Circuit é da responsabilidade do dezanove.pt, o principal site de notícias LGBT do país.

 

A Organização Mundial de Turismo (OMT) calcula que o turismo gay representa 10% do fluxo mundial anual de viajantes e 15% da facturação das empresas do sector.



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Letra

 

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Frankie Chavez

 

«HEART & SPINE» É O NOVO DISCO
DE FRANKIE CHAVEZ

«FIGHT» É O PRIMEIRO SINGLE

Álbum chega às lojas no dia 5 de Maio

É um dos mais aplaudidos novos talentos da música portuguesa e está de regresso aos álbuns: «Heart & Spine» é o segundo longa-duração de Frankie Chavez e vai chegar às lojas no dia 5 de Maio, com a chancela da Universal Portugal. «Fight», com o seu rock eléctrico e guitarra hipnotizante, é a primeira amostra do novo disco de Frankie Chavez e já está disponível.

 

«Heart & Spine», o sucessor de aclamado «Family Tree», de 2011, foi registado em diversos locais distintos, entre os tradicionais estúdios – na Valentim de Carvalho e Praça das Flores – e uma antiga mercearia de bairro, a «Mimosa da Lapa». Gravado por Nélson Carvalho e Pedro Cruz, «Heart & Spine» conta com mistura de Tommaso Colliva e masterização de Giovanni Versari. Ao longo do álbum, Frankie Chavez apresenta, ainda, uma série de convidados: Erica Buettner, com quem gravou um dueto, Selma Uamusse, João Correia, Nuno Lucas, Daniel Lima, Pedro Pinto, Fred Martinho, além dos Groove Quartet, em formação completa.

 

Onde «Family Tree» reflectia sobre o desafio de construir uma família, «Heart & Spine» discorre sobre a árdua tarefa que é mantê-la, ao mesmo tempo que se luta por algo em que se acredita e se quer fazer. Reflexo dos últimos anos do percurso de Frankie Chavez, onde a estrada e os concertos ao vivo foram uma constante, «Heart & Spine» foi igualmente influenciado pelas dificuldades que se vivem em Portugal, onde, num curto espaço de tempo, a realidade mudou e as vidas e os comportamentos da generalidade das pessoas foram fortemente alterados. Mais equilibrado e profundamente honesto, «Heart & Spine» segue a panóplia de paixões musicais a que Frankie Chavez já habituou o seu público, explorando as influências dos blues, do rock e da folk acústica.

 

Multi-intrumentista, a viagem de Frankie Chavez começou em 2006, com a edição de «Slight Delay», canção incluída em «Flavours», um documentário sobre a cultura de surf na Indonésia. Três anos depois, compôs e co-produziu a Banda Sonora Original para «Pare, Escute, Olhe», o documentário de Jorge Pelicano que venceu o Festival Internacional de Cinema DocLisboa09. Também assinou a banda-sonora do primeiro “North Canyon Show”, programa apresentado pelo surfista Garret McNamara e que ainda hoje inclui temas do músico. O primeiro EP, homónimo, chegaria em 2010, um ano antes da edição do seu álbum de estreia, «Family Tree». No currículo, Frankie Chavez orgulha-se de ter pisado centenas de palcos, entre Portugal e estrangeiro, com destaque para actuações no Canadá, Estados Unidos, México, Alemanha, Holanda, Itália, Espanha e França.

 

«Heart & Spine» vai ser editado pela Universal Portugal no dia 5 de Maio.



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Rayni Days Factory

 

“ O insano é aquele que nos desperta e transporta ao mundo primitivo, original, aos pecados e às coisas sem sentido ”.

 

A banda nasceu quando três membros da banda “Diva”, Óscar Coutinho (Voz, baixo e teclados), João Vitorino (bateria, percussão e teclados) e Pedro Solaris (guitarras), começaram a ensaiar numa pequena sala em busca de sons atmosféricos e letras emocionalmente envolventes.

 

O primeiro álbum “Ocean of tears” gravado no “Saafran Studio” no ano 2013, de novo com produção a cargo do Amândio Bastos e selo “Ethereal Sound Works” é constituído por 6 novos temas “Speak now”, “Ocean of tears”, “Felt”, “Just once”, “Lost Boys” e “Deep Dive” e, ainda, os 4 temas, com novas misturas, que constituíam o EP.

 

O primeiro EP “It´s your time” lançado no ano de 2012 é composto por quatro temas: “All about love”, “See the light”, “Autistic eyes” e “Sorry”. Foi gravado “ao vivo” durante um fim-de-semana no mês de Setembro de 2011 na Fábrica da Pólvora. A gravação / produção foi da responsabilidade de Amândio Bastos, um amigo de longa data, que foi capaz de captar melhor do que ninguém o que vai na cabeça de cada músico.

 

Os convidados deste álbum são Viviena Tupikova (violino), Sandra Martins (violoncelo) e Ana Teresa Santos (voz).

 

A nossa música continua a ser dedicada aos loucos, inadaptados, rebeldes e agitadores, aos que vêem as coisas de forma diferente e não gostam de regras.

 

Enquanto alguns os encaram como loucos, nós vemo-los como génios, porque os que são loucos o suficiente para pensar que podem mudar o mundo, são aqueles que realmente o fazem.



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Quem dorme à noite comigo
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,
Mas só o medo, mas só o medo

E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão

Gritar: quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.



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Terras sem sombra 

 

 

“UM REQUIEM ALEMÃO”, DE BRAHMS, MARCA O INÍCIO DO NOVO FESTIVAL TERRAS SEM SOMBRA

 

n A abertura da décima temporada do Festival Terras Sem Sombra – festival de música sacra do Baixo Alentejo – será assinalada com Ein Deutsches Requiem (“Um Requiem Alemão”) de Johannes Brahms [1833-1897], com interpretação a cargo da soprano Raquel Alão e do barítono Luís Rodrigues, acompanhados pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos e pelos pianistas João Paulo Santos e Kodo Yamagoshi, sob batuta do maestro Giovanni Andreoli. O concerto, de entrada livre, tomará lugar na igreja de Santo Ildefonso, matriz de Almodôvar, no dia 29 de Março, pelas 21h30.

 

A sensibilidade romântica conduziu a uma redescoberta dos valores espirituais que desenvolveria, por seu turno, um novo entendimento do humanismo como “pedra de toque” para a compreensão das relações entre o indivíduo, a sociedade, a natureza e o próprio Deus. Uma aposta em valores como a autenticidade, a intimidade, a fraternidade, sinais de outra empatia artística com as vivências de uma época – o século XIX – marcada pelo progresso, mas também por profundos sentimentos de perda da liberdade, de afastamento das raízes, de injustiças sociais… Tudo isto está presente em Ein Deutsches Requiem, uma das mais famosas obras de Johannes Brahms (1833-1897), que anuncia, em tom comovente, inspirado por um sentido dramático da beleza, mas cheio de expectativa, os “tempos modernos” do século XX.

 

Foi este singularíssimo momento da música europeia o escolhido por Paolo Pinamonti, director artístico do Terras sem Sombra, para o concerto de abertura da 10.ª edição do Festival – o festival de música sacra do Baixo Alentejo –, iniciativa do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja que, realizada em parceria com as câmaras municipais e as “forças vivas” da região, vem dando assinalável impulso à sua vida artística e cultural, permitindo, ao mesmo tempo, o conhecimento de alguns dos principais monumentos, paisagens e santuários da vida selvagem do Sul do país.

 

O espectáculo terá como cenário privilegiado a igreja de Santo Ildefonso, matriz de Almodôvar, no dia 29 de Março, pelas 21h30. Serão intérpretes dois grandes cantores portugueses, a soprano coloratura Raquel Alão e o barítono Luís Rodrigues, acompanhados pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos (que comemora 70 anos em 2014) e pelos pianistas João Paulo Santos e Kodo Yamagoshi, sob a direcção do maestro Giovanni Andreoli. A entrada, como sucede em todos os concertos do Festival Terras sem Sombra, é livre. A igreja matriz abrirá as portas pelas 21h00; recomenda-se essa hora para a entrada, pois não há lugares reservados e este festival caracteriza-se por encher completamente os seus espaços.

 

Um Requiem pelos vivos

 

Composto entre 1865 e 1868 e estreado, a 18 de Fevereiro de 1869, em Leipzig, Um Requiem Alemão foi a primeira composição por Johannes Brahms para grande orquestra, coro e solistas. Apesar do nome, não se destina à liturgia, visando a criação de uma obra majestosa, que servisse de meditação sobre a morte, baseada em fragmentos da Bíblia, na versão de Lutero. Ao escrevê-la numa síntese que une o legado cristão à espiritualidade contemporânea e “laica”, Brahms terá querido homenagear a memória de outro músico genial com quem manteve intensos laços de amizade, Robert Schumann, que perdeu a razão em 1854 e veio a falecer, em 1856, num asilo psiquiátrico.

 

Esta peça, segundo explica Bernardo Mariano, “assume a subjectividade da proposta e dissipa qualquer pretensão normativa; remete, obviamente, para a língua em que é cantado, mas igualmente para a especificidade alemã e luterana”. A palavra Requiem, que significa “repouso”, “descanso”, mostra que o compositor pretendeu aplicá-la mais aos que ficam do que aos que partiram. No fundo, trata-se de “Um Requiem pelos Vivos”. Algo que constitui um mote apropriado aos desafios que a sociedade de hoje enfrenta, dividida entre o desespero e a esperança, mas que encontra no regresso às origens um poderoso estímulo vital.

 

A sua escolha revela o intuito traçado por Paolo Pinamonti para o lançamento de uma temporada preparada com todo o cuidado. “Este é um ano de comemorações e, como tal, o concerto inaugural representa, antes de mais, uma celebração da vida”, explica Sara Fonseca, coordenadora do Terras sem Sombra. Em 2014 celebra-se o 200.º aniversário da morte de D. Fr. Manuel do Cenáculo, o primeiro bispo de Beja, figura de referência do Iluminismo, que imprimiu notável avanço à cultura portuguesa do seu tempo. Uma estreita associação entre a salvaguarda da herança religiosa, a valorização dos produtos locais e a conservação da natureza tem sido o fio condutor do trabalho do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja, que comemora, em 2014, trinta anos de trabalho, sob a direcção de José António Falcão.

 

A ribeira do Vascão, alvo do voluntariado de artistas, público e comunidade local

 

Do ADN do Festival faz parte, desde 2011, a realização de acções práticas, no terreno, em favor da salvaguarda da biodiversidade, envolvendo, como voluntários, músicos, espectadores e membros de cada comunidade visitada pelo Terras sem Sombra. Isto tem produzido resultados muito interessantes para a causa da protecção da natureza, o que faz todo o sentido numa região com altos índices de preservação ambiental, reconhecidos a nível internacional. Não se trata de meros passeios por belas paisagens: os intervenientes arregaçam as mangas e colaboram com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, autarquias e instituições locais em tarefas concretas.

 

A 30 de Março, artistas e outros voluntários vão ter a oportunidade de conhecer de perto o mundo extraordinário dos invertebrados e de compreender a sua importância nos ecossistemas, através de uma jornada ao longo Ribeira do Vascão, afluente do rio Guadiana que constitui verdadeiro laboratório vivo da biodiversidade. Celebrando ainda a recente classificação deste curso de água como Zona Húmida de Importância Internacional (Convenção de Ramsar), realizar-se-á um percurso para observação de libélulas e libelinhas, grupo que contribuiu para a integração da ribeira na Rede Natura 2000. O percurso será guiado por especialistas e reflecte o trabalho em curso no local, apoiado com êxito pelo Festival.



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Letra

 

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Letra

 

Conta Histórias com H 
Se porque existe, o há de haver 
Ou se persiste, o por saber

Agora é essa a única cor 
Onde se acolhe e se tira

Volta e vai 
Volta e vem 
Volta e diz 
Para quê ser feliz

Agora é sépia o único tom 
que se estende na aguada

Se se estende sem saber 
Ou se rende de se ver 
Numa folha encurrilhada

Foi da metade, meia verdade

Agora é sépia a única lente 
Não encaixa nem que tente

Se faz tudo parecer igual

Volta e vai 
Volta e vem 
Volta e diz 
Para quê ser feliz

 



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Segunda-feira, 24 de Março de 2014

 

 

Letra

 

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Reportório Osório

 

 

 

REPORTÓRIO OSÓRIO

http://www.dorfeu.pt/reportorioosorio
http://www.facebook.com/reportorioosorio

“Reportório Osório” é uma colecção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso. Um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afectivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heróicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem. O resto são... canções, as mais belas canções de umor.

Sábado 29 Março | 22h30
Atrás de Serra Café 
Rua Dr. Alípio da Rocha, 10, 6300-235 Valhelhas
Entrada livre


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Candymoon

 

"Candymoon é o projecto sonhado e materializado por Célia Ramos, Pedro Leónidas e Alessio Vellotti.

 

Sem obedecer a fronteiras, a música veste influências do Folk, Blues e da música pop moderna.

 

Nas lojas digitais 24/03/2014 o single “Take Me”

 



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letra

 

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The Vicious Five dão concerto único no Optimus Alive

Os The Vicious Five são a mais recente confirmação no cartaz do Optimus Alive’14.

 

A banda de Lisboa, que se separou em 2009, passa pelo certame de Algés a 11 de julho, para um concerto único.

 

“Os The Vicious Five anunciaram, em 2009, o fim da banda. Cinco anos depois perceberam que lhes faltou fazer uma coisa simples, fechar o ciclo, tocar pela última vez as músicas que fizeram ‘toda uma nova geração acreditar que os feios também dançam’, tal como afirmam os próprios. Este concerto é para muitos dos fãs um regresso bastante desejado, mas para a banda este será ‘um baile gigante, uma espécie de festa fúnebre de matar saudades, para nunca mais as ter’, pode ler-se em comunicado divulgado pela Everything Is New.

 

Também já confirmados no cartaz do Optimus Alive’14 estão Au Revoir Simone, Arctic Monkeys, Bastille, Buraka Som Sistema, Caribou, Cass McCombs, Chet Faker, Chromeo, Daughter, Elbow, Foster The People, Interpol, Imagine Dragons, MGMT, Parquet Courts, PAUS, SBTRTK, Temples, The 1975, The Black Keys, The Lumineers, The War on Drugs e Unknown Mortal Orquestra.

 

O Optimus Alive'14 tem data marcada para 10, 11 e 12 de julho, no Passeio Marítimo de Algés. Os bilhetes do festival já se encontram à venda nos locais habituais.

 

Retirado de Palco Principal



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Letra

 

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Domingo, 23 de Março de 2014

Na passada quinta-feira à noite, os melhores e mais jovens bigodes de Lisboa estavam concentrados no pequeno auditório da sala à beira Tejo. Estes e os seus portadores, esperavam ansiosos o regresso dos Capitão Fausto, em palco.

 

O alinhamento abre com “Litoral”, com toda a sua pujança rítmica, destacada pela máquina animalesca que é Salvador Seabra.

 

“Nunca Faço Nem Metade” marca uma sonoridade próxima de Tame Impala, ácida, distorcida, psicadélica e garra punk de Yeah Yeah Yeahs. Entre a tempestade e a bonança, os Faustos, apresentam-se melódicos, mesmo enquanto Tomás Wallenstein se adapta a um novo pedal para a guitarra.

 

Depois de uma corda partida e a sorte de haver mais uma telecaster, escondida atras de um amplificador, quebra-se a apresentação de Pesar O Sol, para tocar “Supernova".  A esta hora já pouco era o público que aproveitava o conforto da cadeira e todos se deixavam levar pelo rock intelectual, vestido com casacos de cabedal.

 

Entre distorções, dinâmicas sonoras explosivas e progressivas, o caminho foi-se construíndo, maduro e certeiro. “Flores do mal" foi planeada para ser uma experiência apropriada ao auditório, para ouvir de saborear sem vontade de moches ou crowdsurfing que, mesmo assim, não ficaram longe de acontecer. Uma dedicatória, sobre o brilho de um olhar, explorada numa viagem sonora e visual.

 

Uma jornada intergaláctica, partilhada pelo quarteto, antecede “Célebre Batalha de Formariz”. Sem tempo para retomar o fôlego, em cada intervalo entre canções, há sempre um instrumental presente.

 

A "Febre” pelo revisitar do repertório passado, encheu os corpos de felicidade mesmo antes dos devaneios praticados por Francisco Ferreira, o homem das teclas e do casaco de lantejolas a tocar o final de “Ideias” em cima do banco, com o pé sobre as teclas. A brotar de imagens de tanques de guerra, bombas e carroceis, ouvem-se riffs gritantes e o baixo metálico e encorpado do também estudante de Relações Internacionais, Domingos Coimbra.

 

À Gazela e à manga, vão buscar os truques harmoniosos, de onde vem “Santa Ana”, pronto a alimentar-se da plateia sedenta de sons dançantes. O capitão Salvador, perdeu-se num solo de bateria, onde a única maneira de tocar na perfeição seria com o cabelo á frente dos olhos.

 

Entra o Diogo do baixo, seguido pelas as teclas cósmicas do maestro Ferreira, sucedido pela inconfundível lead guitar de Manuel Palha e por último chega Tomás, o rei da camisa de folhos, da voz hipnótica e sorriso rasgado.

 

“Maneiras Más” embala e leva as palavras a passear pelos lábios de quem era iluminado pelos flashes do palco. Com um turbilhão de varias fases, o compasso foi crescendo...até se dissipar.

 

Wallenstein introduz os lisboetas amigos e entusiastas, a uma canção “antiga mas actual”. “Verdade”, pronta para a festa, foi a música de despedida.

 

O truque do encore volta a funcionar sem  complicações. “Lameira” vem calma, sublime e leve, ideal para refrescar um dia de calor, numa roadtrip pelo interior de Portugal.


Duas horas depois, sem margem para dúvidas, a conclusão era certa: estes são os filhos do rock dos dias de hoje.

 

Texto: Sara Fidalgo

 

retirado do Palco Principal



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Letra
Gato morto lá na estrada 
Foi corrido à pedrada 
Nem à mãe disse adeus. 

Do básico ao xadrez 
Nem homem se fez 
Sete vidas de cão. 

Perde o fio à manada 
Pega o cio à carneirada 
Cria vida indesejada. 

Ó mãe fui eu, 
Ó mãe fui eu quem te fez: 
Fez chorar. 

Agreste com a bicharada 
Um miado, uma piada 
Uma fraude planeada. 

Tenta a sorte noutro sítio 
Simpático no início, 
Conta de fio a pavío. 

A vida foi bem madastra 
Tenta assim a compaixão 
Indo ao fundo do coração. 

Ó mãe fui eu, 
Ó mãe fui eu quem te fez: 
Fez chorar.
Álbum de lançamento dos Alice, "Discórdia", disponível em:
- iTunes: http://www.bit.ly/1iaDFs9
- Spotify: http://www.bit.ly/1d2jGgD

"Gato Morto" é o primeiro single do álbum de lançamento dos Alice, "Discórdia". O videoclip foi filmado, dirigido e editado por Ronnie Fortes no decorrer do mês de Fevereiro de 2014.

Música gravada, misturada e masterizada por Wilson Silva nos estúdios WRecords em Setúbal no verão de 2013. Produzida por Guilherme Baptista e Wilson Silva.

Letra e música por Afonso Alves e Diogo Borges.


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Letra

 

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Letra

 

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Sábado, 22 de Março de 2014

 

Letra

 

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Music produced by The Walks & Victor Torpedo
Music recorded and mixed at Estúdios Sá da Bandeira (ESB), Porto
Co-Produced by João Brandão (ESB)
Assistant Engineer: Cláudio Tavares (ESB)
Mastering by Miguel Pinheiro Marques at Bender Mastering Studios, Porto
Video Footage from archive.org



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Estágio

 

7º ESTÁGIO DE BANDA – LOUREIROS

PALMELA 2014

  

É com muito prazer que a Sociedade Filarmónica Palmelense "Loureiros" vai levar a cabo mais um Estágio de Banda. Será a 7ª Edição este ano e iremos contar com a direcção do Maestro Lorenzo Della Fonte (Itália) e do Maestro Pedro Ferreira (Banda dos Loureiros).

Este ano convidamos também como Professores orientadores o Professor João Pedro Silva (Madeiras) e o Professor Marco Fernandes (Percussão).

Esta edição irá decorrer entre os dias 08 e 12 de Abril de 2014

 

CLICA AQUI PARA FAZERES A TUA INSCRIÇÃO

 

Inscrições limitadas até dia 31 de Março. 

Para mais informações enviar email para o endereço de correio electrónico

estagiobandapalmela@gmail.com

Ou consultar a nossa página

www.facebook.com/loureirospalmelaestagio

 



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Letra

 

Tenho um primo convexo
Fadado para amnistias
Em torno de ele nadam
Plantas carnívoras
Agitando como plumas
As cordas violáceas
O meu primo dormita
Glu glu entre palmeiras
Suspenso numa rede
De suor e preguiça
Corvos bicam-lhe os pés
Trincam-lhe os calos
Enquanto a tarde jaz
E a mao suspende
O gesto de acordá-lo
E a terra treme
Mas de nada o meu primo se apercebe



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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

 

Letra

 

You're never with me
you're never near me
What time is it?
What time?
Whose time is this?
Give yourself a chance to breathe
I'll give you the room you need

You're never here
You're never near here
What day is this?
What day?
Whose day is this?
Put me in your supermarket list
I'm here, I'm real, it's true, I do exist

Today you may feel a little sleepy
Maybe the morning is too soon
I guess I'll have to borrow
One of your sunny afternoons
But afternoons they never come
There's nothing left for me to borrow

I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow

You're wasting me
You're breaking, you're wasting me
Can this be love?
Is this?
Whose love is this?What is wrong with you?
I don't know
No place in you for me
And me, I need you so

And if you want to be by yourself
No one disturbing, that's alright
I guess I'll have to borrow
A little of yourself tonight
But tonight it never comes
There's nothing left for me to borrow

I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow

It may seem a little hollow
But I'll try again tomorrow

There's nothing left for me to borrow
I guess I'll try again tomorrow




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SILENCE 4

“5 PARA A MEIA NOITE” dedica
a próxima semana aos Silence 4

Bandas de Leiria recriam temas do grupo

 

Numa iniciativa inédita, o programa da RTP “5 Para A Meia Noite” vai dedicar a próxima semana à música dos Silence 4 através de recriação de algumas das suas canções emblemáticas por artistas emergentes oriundos de Leiria, cidade que também viu nascer os Silence 4.

 

Este conceito, consagra a importância que o percurso feito pelos Silence 4 teve e ainda tem na criação musical naquela zona do país, designadamente na “cena” actual com invulgar destaque nas edições da Omnichord Records, editora curadora desta programação. 

 

Um autêntico “Leiria Calling” na próxima semana do “5 Para A Meia Noite”:

   24/03 – Nice Weather For Ducks com “Dying Young”

   25/03 – Born A Lion feat. Gil Jerónimo com “My Friends”

   26/03 – First Breath After Coma com “Angel Song”

   27/03 – André Barros com “To Give”

 

A última noite, 28 de Março, está reservada para a presença dos Silence 4 num programa inteiramente dedicado à banda de David, Sofia, Tozé e Rui. O início, os motivos da reunião, os concertos e a edição da caixa retrospectiva serão o pano de fundo da conversa com Nilton.

 

Os Silence 4 actuam dia 22 na Praça do Mar (Funchal), dia 29 no Multiusos de Guimarães e dia 5 de Abril na Meo Arena, em Lisboa.

 

A discografia integral da banda foi editada numa caixa especial com3 CDs + DVD e digitalmente pode ser encontrada em todas as plataformas digitais:

iTunes

Spotify

MEO Music

Vodafone Music

Deezer

Xbox Music

Google Play

Rdio

Nokia MixRadio

Rara

7Digital



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Zé Perdigão

 

 

Viernes 21 de marzo, 20 hs

Lugar: Usina del Arte
Agustín Caffarena 1,
esquina Av. Pedro de Mendoza.
La Boca. Buenos Aires, Argentina.

Entrada libre y gratuita
Nacho Cabello: Director Musical
Victor Lopes: Productor General

Con el apoyo de
Fado Argentino
Red Cultural PortugalArgentina



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Letra


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