Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014

Orquestra de Violas da Terra, nos Açores, triplicou número de tocadores desde 2011

A Orquestra de Violas da Terra, que atua em fevereiro em Ponta Delgada, triplicou o número de tocadores desde a sua formação, em 2011, um sinal de que este instrumento tradicional dos Açores voltou a estar na moda.

 

“Nós começámos com 23, depois 32 e agora somos 45 [tocadores]”, afirmou à agência Lusa Rafael Carvalho, professor de viola da terra no Conservatório Regional de Ponta Delgada e fundador da orquestra, que conta com tocadores de vários locais da ilha de S. Miguel, com idades compreendidas entre os 10 e os 67 anos.

 

A viola da terra, que durante anos caiu em desuso devido à concorrência de outros instrumentos, voltou a estar na moda, com vários jovens interessados em aprender a tocar este instrumento tradicional quer nas escolas de música criadas para o efeito, quer nas aulas do Conservatório Regional de Ponta Delgada.

 

“Tem renascido. Muita gente tinha violas em casa e claro, se não havia conhecimento local, nem muitos formadores disponíveis, as pessoas não sabiam onde aprender. No caso do Conservatório [de Ponta Delgada] houve uma aposta do Conselho Executivo”, referiu Rafael Carvalho, acrescentando que, atualmente, há 14 alunos inscritos nas aulas de viola da terra da instituição.

 

A viola da terra, que produz um "som característico proveniente do encordoamento de 12 cordas", também é conhecida como viola de arame ou viola de dois corações, sendo semelhante ao violão, mas de dimensões mais pequenas.

 

A Orquestra, que reúne alunos de várias escolas de viola da terra da ilha de S. Miguel, realiza há três anos durante dois dias, em Ponta Delgada, um estágio que permite aos tocadores aprofundarem conhecimentos e criar um espetáculo de música tradicional, com repertório instrumental próprio para estas violas, que este ano terá lugar a 9 de fevereiro no Teatro Micaelense.

 

“Juntar esses tocadores todos é muito difícil. Poderia fazer uma semana de estágio e com outras pessoas, trabalhar e aprofundar, mas já sei que se tiver uma semana de estágio nunca vou ter os 45 [alunos], vou ter dez num dia e 15 no outro”, disse Rafael Carvalho, acrescentando que este ano o concerto contará, pela primeira vez, com a participação especial da flautista Sílvia Oliveira e do acordeonista Tiago Dias.

 

Rafael Carvalho explicou que, este ano, o concerto da Orquestra de Violas da Terra está integrado no programa comemorativo dos 50 anos do Conservatório Regional de Ponta Delgada e contará com a participação de outros músicos da instituição.

 

“Nós mantemos, obviamente, sempre uma linha na qualidade de peças que temos desde o primeiro ano, mas vamos sempre fazendo novos arranjos”, afirmou Rafael Carvalho, acrescentando que o concerto de 2014 terá “alguns temas novos e novos arranjos para temas interpretados anteriormente”.

 

Segundo Rafael Carvalho, “a orquestra está a criar consistência e maturidade”, sendo que há quatro ou cinco tocadores de viola da terra que estão agora a optar, propositadamente, pelo violão para “dar uma consistência mais grave à orquestra, que "faltava nos concertos”.

Ainda sem nenhum CD gravado e com atuações apenas em S. Miguel, a Orquestra da Violas da Terra tem já presença confirmada, este ano, na programação profana das tradicionais festas do Santo Cristo dos Milagres, uma colaboração iniciada há dois anos e que, segundo Rafael Carvalho, “é para continuar” enquanto forem sendo convidados.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Quanto vale o teu sorriso 
Teu siso
Juízo da vida
Essa coisa escondida
Que me faz viajar 

Quanto vale o teu consolo
Teu colo
Descolo prà lua
Essa coisa só tua
Para me azucrinar

Quanto vale a tua voz
Todos nós
Somos sós de paixão
Até ver o clarão
O mistério do dia

Quanto vale o teu afecto
Directo
Alfabeto do ser
E depois sem querer
Ter o dom da alegria

Dá-me luta, dá-me alento
Qualquer coisa pra lembrar

Dá-me o braço, o antebraço
E se eu puder abusar
Desse teu olhar fatal
Dá-me a honra desta dança
Põe-me tonto
Estou em ponto
Quase pronto, por sinal
Porque sabes, afinal
Sou de confiança

Quanto vale a visita
Bonita
Interdita de azar
E tornar a voltar
Só por satisfação

Quanto vale o teu sorriso
Teu siso
Preciso de ver
Acho que vai valer
Todo o meu coração


João Monge / rui Veloso



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Letra

 

Andava eu sem ter onde cair vivo
Fui procurar abrigo nas frases estudadas do senhor doutor
Ai de mim não era nada daquilo que eu queria
Ninguém se compreendia e eu vi que a coisa ia de mal a pior

Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar

Andava eu sozinho a tremer de frio
Fui procurar calor e ternura nos braços de uma mulher
Mas esqueci-me de lhe dar também um pouco de atenção
E a minha solidão não me largou da mão nem um minuto sequer

Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar

Se queres ver o Mundo inteiro à tua altura
Tens de olhar para fora, sem esqueceres que dentro é que é o teu lugar
E se às duas por três vires que perdeste o balanço
Não penses em descanso, está ao teu alcance, tens de o reencontrar

Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és, ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entrelinhas, ninguém se pode enganar
Abre bem os olhos, escuta bem o coração, se é que queres ir para lá morar




publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Foste embora cedo demais

Não matou, Fortalece oque não mata

Parece um bom tema deconversa

Para inicar essa duracarta

Não sei porque escrevo

Talvez por raiva

Medo, Desabafo, Receio

Ou simplesmente para quesaibas

Que tentei compreendermas não me entra na cabeça

Porquê a distância

Para quê a dispensa

Da tua vida

Tenho uma questão

Não foste comprar tabaco

O que foste fazer então ?

Seja o que for

Não voltaste depois

Foste tu, a mãe

Ou o tango dança-se a 2 ?

Será que o sentes por mim

É amor ou ódio

Tens mulher, outro filho

Eu preencho o pódio

Bué dúvidas

O puto é que não mostra

Sempre fui Durão

A minha alma é exposta

Chegava a casa doinfantário

E não te via

1 miúdo que tentava, nãoentendia

O Presente dia do Pai

Era a mulheres queoferecia

Não sou de históriasencantadas

Mas no choro elas eramalmofadas

Não era pouco

As lágrimas não eramsaudade

Nem sabia onde tavas nomeio desse povo

A mãe não entendia omotivo do choro

Havia cenas proibidas

Uma delas : O teu nome

A Mesma mãe

Que sempre se esforçou

Me alimentou, mas praisso nunca descansou

E se eu não me deixolevar por outros

É porque ela me criou

Ela não seguiu o ex. domarido que me abandonou !

 

Refrão

Eu sei que não estás aqui

Mas mesmo assim te digo :

Feliz Dia do Pai para Ti

 

Foram anos

Sem um : filho como tesentes ?

E tal como juntos

O clima entre nós équente

Agora (Damn)

Já vais tarde

Dizem nunca tarde paramudar

E as noites que eu passeina cave

A escrever sobre o pai

Não

Não te vou chamar disso

Pai de verdade não fazpromessas para iludir o filho

Pai de verdade, Só fazchorar quando é preciso

(Yeah)

As memórias que tenho deti

É a tua ausência

Sonhava jogar á bolacontigo

Perdias por falta decomparência

Custa a crer

Mas eu tolero

Dizes não luto por ti

Só luto pelo que quero

Hoje já ligas

Reclamas que não dou obraço a torcer

Nunca deste a mão

Para ver o teu filhocrescer

Será que o pai cumpre as jurasque faz

Trauma em jovem

O homem com 2 pés atrás

Habituei-me a não taresperto

Deus separou

Por linhas tortas Eleescreve correto

E tal como no Natal

Quando o Homem quer é diado Pai

Cumprimentos do Diogo

P.S : Feliz dia do Pai

 

Refrão

D8 ao som de "Pray" de The Game cantou a letra original "Feliz Dia do Pai"


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Sara Alhinho

 

A cantora Sara Alhinho actuou na noite passada no B.Leza em Lisboa onde apresentou o seu álbum "Mosaico".

 

Em conversa com o Hardmúsica referiu que este disco tem influências da musica "cabo-verdiana, mexicana e portuguesa sendo que este disco é construído com as influencias e vivencias que tive".

Classificou o seu género musical como "world music, mas ao longo do disco vemos influencia de morna, fado, batuque, latina" indicando que se "quisermos podemos dizer que este disco é como uma tela de várias cores".

Sendo este o seu segundo concerto em território nacional "convido o publico português a escutar o meu trabalho. Escutar não é ouvir, escutar é vir de coração aberto e entender as mensagens e a partir dai poderem avaliar o meu trabalho".

A artista afirmou ainda "que apesar de não ter nascido em Cabo Verde fui para lá muito nova e cresci lá e considero-me de lá, a minha música tem muita influencia de Cabo Verde" acrescentando que "o facto de Cabo Verde ter sido uma ex-colónia portuguesa faz com que existam lá muitas marcas portuguesas que acabam também por influenciar o meu trabalho".

Em breve serão também revelados os vencedores dos Cabo Verde Music Awards e Sara indicou que "o meu favorito já não está lá pois recusou ir a cerimonia, que é o George pois conseguiu contruir um tema lindíssimo. Portanto visto que ele não estará na entrega dos prémios não tenho nenhum favorito".

Acerca da recusa de alguns artistas em estarem presentes na cerimonia disse "que caso fosse comigo eu não teria essa atitude, até porque este ano os jurados são pessoas que ouvem musica, todo o tipo de música portanto penso que teria agido de modo diferente mas há que respeitar as decisões dos outros".

No concerto que ocorreu no B.Leza a artista interpretou todos os temas que compõe "Mosaico" um disco que "espero que agrade ao povo português e também à grande comunidade cabo-verdiana que reside em Portugal".

 

Retirado do HardMúsica



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Domingo, 2 de Fevereiro de 2014

 

Letra

 

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
Lena... Lena...

Não acredites no que vês 
segue o teu caminho como és
a culpa não é tua 
a culpa não é tua
A culpa não é tua

Não acredites em tudo o que vês
Lena...
Tu bem tentas mas será que vale a pena
A vida ensinou-te a respeitar as leis da rua
A verdade é nua e crua
Mas a culpa não é tua
O teu pai nunca foi pai a tua mãe não tá presente
Não te deixes enganar porque toda a gente mente
Tu sabes bem
Olhas à volta não vês ninguém
Não há amigos nesta vida
Quem dá 50 tira 100
Quanto...
Mais tentas sair
Mais aprisionada estás
Boa entre pessoa más
É tarde para voltar atrás
Acordas a pensar aonde foi que erraste
O que fizeste 
Será que tudo não passa de um teste

Lena Lena

E tudo o que tu querias era estudar
Desenhar não te vão parar
Enquanto conseguires sonhar
Olha pró céu vê o teu futuro
Na lua...
Minha amiga a culpa não é tua

Lena...

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
Lena.. Lena..
A culpa não é tua

Não acredites no que vês 
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
A culpa não é tua
A culpa não é tua

Que te passa lena
Não te deixes abater
Mantém-te serena
Tens de encontrar uma saída
Para o teu dilema
Tu iluminas qualquer sala
Quando entras em cena
Desde que és pequena

Lena...
A única coisa que o teu pai te deu 
Foi a vida
E de repente estás num beco sem saída
Esquece o teu passado o caminho é em frente
Não há dúvidas tu sempre foste diferente
Mais importante
Para ti são os teus papeles
Tu consegues sempre tudo o que tu quieres
Às vezes o mais fácil é fugir e não olhar para trás
Vais estudar e procurar um pouco de paz
E quando passas pelo
Puerto de abrigo
Lembras-te do teu pai e tudo o que passou contigo
E nesta puta vida yo
Não ai amigos
e tentas esquecer todos los peligros
Não vale a pena
A vida é muito pequena
E na rua é a lei do mais forte que reina
Fica sabendo o teu sorriso é a tua riqueza
O meu conselho
Divierte-te princesa

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
Lena... Lena...
A culpa não é tua

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
A culpa não é tua
A culpa não é tua


Youh

Aceita-te como és lena
Não te escondas
Quero perguntar mas se quiseres não respondas
Quantas vezes quiseste chorar?
Diz-me
Quantas vezes quiseste fugir?
Diz-me,fala
Quem te conhece viu-te crescer à beira mar
Tens um sonho que um dia hás-de concretizar
Trabalhas pra ti mesma
Não dependes de ninguém
Não tenhas medo
Tudo há-de acabar bem

Lena..

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
Lena... Lena...
A culpa não é tua

Não acredites no que vês
Segue o teu caminho como és
A culpa não é tua 
A culpa não é tua




publicado por olhar para o mundo às 17:35 | link do post | comentar

 

Letra

 

Eu te disse que eu era inocente baby,
E não era esse homem que dizias ser,
Mas o teu ciume no teu ouvido pôs algodão.
Eu te disse que te amava e tu sem noção,
Eu fui chamado burro por dançar a tua canção,
Mas não me importei me dediquei de coração.

E do resto do mundo eu não quis saber
Fiz-te meu mundo e tudo fiz para ver
Nem que fosse um sorriso em ti já estava bom.
Meu telefone e email tu tinhas o pin
Dei-te mil motivos para confiares em mim
Mas nada disso foi suficiente pra ti.

Refrão:

Então agora não me toca
Não quero saber de beijos, não me toca
Não quero saber de abraços, não me toca
Não quero saber do teu amor

Então agora não me toca
Não quero saber se faço bem, não me toca
Não quero saber se faço mal, não me toca
Pra ti sou sempre o vilão.

Eu disse que eu era inocente baby
Eu fui sincero
No fundo tu sabias mas ainda assim, tu...
Fizeste escândalos,
Prejudiquei-me várias vezes por caprichos teus,
Teu desrespeito matou o cupido em mim.
Foste egocêntrica, egoista o que é de bom
Queres só pra ti, mas o que cobraste
Tu nunca soubeste dar, não.
Vivi carente de carinho enquanto tu o tens de sobra,
Mas mesmo assim não deixei de ser o vilão.

Refrão:

Então agora não me toca
Não quero saber de beijos, não me toca
Não quero saber de abraços, não me toca
Não quero saber do teu amor

Então agora não me toca
Não quero saber se faço bem, não me toca
Não quero saber se faço mal, não me toca
Pra ti sou sempre o vilão

Me deixa ir (3x)
Em paz, pois eu preciso respirar novos ares
Por aí baby,oohh yeeeeeh
Pois não foi falta de aviso, não foi falta de aviso

Refrão:

Então agora não me toca
Não quero saber de beijos, não me toca
Não quero saber de abraços, não me toca
Não quero saber do teu amor

Então agora não me toca
Não quero saber se faço bem, não me toca
Não quero saber se faço mal, não me toca
Pra ti sou sempre o vilão

O amor que eu te dei agora vejo que foi em vão, tudo foi em vão.
O amor que eu te dei agora vejo que foi em vão, tudo foi em vão.

O carinho que eu te dei
Todo aquele mimo que eu te dei
Todo o amor que eu te dei
Eu agora vejo que foi em vão, em vão!

Me deixa ir (3x)




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Festival Sons de Vez regressa em fevereiro com Jorge Palma, Mundo Cão e Noiserv

Arranca a 8 de fevereiro, em Arcos de Valdevez, a 12ª edição do Festival Sons de Vez, com Jorge Palma, Mundo Cão, Noiserv e Melech Mechaya, entre outros, no cartaz.

 

A Casa das Artes de Arcos de Valdevez volta, em 2014, a ser o palco da mostra de música moderna portuguesa, que se prolongará até 29 de março, distribuída por oito sábados.

 

O certame arranca com um concerto de Jorge Palma e prossegue a 15 de fevereiro, com a música entregue aos bracarenses Ermo, com “Vem por aqui”, editado pela Optimus Discos, na bagagem. Na primeira parte do seu concerto, atuam os ATIC, projeto de tendências pop e eletrónica com sonoridades cénicas e ambientais.

 

A 22 de fevereiro atuam os Mundo Cão, banda de Pedro Laginha, que acaba de editar “O Jogo do Mundo”, logo seguidos, a 28 de fevereiro, pelos Keep Razors Sharp, coletivo que junta músicos dos Sean Riley & The Slowriders, The Poppers ou Riding Panico, entre outros.

 

A 8 de março, é Noiserv e o seu “Almost Visible Orchestra” que tomam conta do palco da Casa das Artes de Valdevez. Seguem-se, a 15 de março, os Fitacola e, a 22, os Melech Mechaya, apontados como a primeira e mais proeminente banda de música Klezmer em Portugal.

 

O Sons de Vez encerra a 29 de maço, com um concerto d’ O Bisonte.

 

A edição 2014 do certame incluirá, também, em duas datas e antes das performances musicais, a projeção dos documentários “Meio Metro de Pedra” e “Música em Pó”, do realizador Eduardo Morais. A mostra é acompanhada, igualmente, por uma exposição fotográfica, que retrata alguns dos momentos mais marcantes da edição trasata.

 

Todos os espetáculos têm início às 23h00 e os ingressos podem já ser adquiridos nas instalações da Casa das Artes, de segunda a sexta-feira, entre as 10h00 e as 18h00, ou no próprio dia dos eventos. Podem também ser feitas reservas pelo número 258 520 520, num limite máximo de quatro ingressos por pessoa. O preço dos bilhetes varia consoante o espetáculo.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

tema: ponto de fuga
do álbum homónimo "peixe : avião", de 2013

"Dúvidas e mil perguntas, dar um passo em frente e outro atrás
detritos espalhando pregos que de tábuas rasas se desmontam

Ficar junto da fogueira sabendo que ainda pode queimar
Os afectos que habituam, tanto dão como também tiram

a ferida quase cura, o tempo abrirá outra vez
num abraço que abeira o corpo, que distante tarda em estar

Corto à faca uma porta aberta
Fico à espera de um ponto de fuga"



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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Rita Guerra regressa aos palcos portuenses em março próximo, para um concerto em nome próprio.

 

A artista sobe, no dia 8, ao palco do Coliseu do Porto, onde vai homenagear a Mulher, no seu dia, e apresentar oficialmente a banda que a irá acompanhar em digressão este ano.

 

2014 será, também, o ano em que Rita Guerra regressa aos discos de originais.

 

Os bilhetes para o concerto, à venda nos locais habituais, custam entre €10 e €25.

 

Retirado do Palco Principal



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Letra

 

ECOS
Nas estradas, que redundam ecos de voz perdida
libertada, de uma lembrança antiga que fez suspirar
tranco o dia a sete chaves esquecendo do que lá fora ficou

a chuva cai como arpões de aço e pedra nas ruas
que molhadas espelham miragens perdidas
a figura que escapa do fundo pouco dura
esferas libertas numa assimetria, flutuando

escutando as horas que passam lentas
abrindo as janelas do corpo, escutando
decifrar a forma das nuvens que passam
perdido na escala deste mar de mil estrelas

ser como danças no ar, brisas
padrões de luz em espiral no escuro
do mero esboço que sou do infinito

ser um espelho de água
partido em pedaços
ser nada mais do que areia



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ANA MOURA E ANTÓNIO ZAMBUJO JUNTOS EM PALCO

 

ANA MOURA E ANTÓNIO ZAMBUJO
JUNTOS EM PALCO



Os Coliseus celebram o Fado
nos dias 19 e 21 de Março

 

 

Depois do avassalador sucesso da apresentação em Outubro no CCB, Ana Moura e António Zambujo vêem-se agradavelmente forçados a fazer novamente espectáculos em conjunto.

 

No dia 19 de Março, a dupla sobe ao palco do Coliseu dos Recreios em Lisboa, viajando depois para o Porto, onde se apresentam dia 21 do mesmo mês, também no Coliseu.

 

Este espectáculo nasceu de um convite do Museu do Fado no início de 2013, no âmbito das comemorações da elevação do Fado a Património Imaterial da Humanidade. A reacção do público foi de tal forma estrondosa, que o CCB ficou esgotado com muitos meses de antecedência.

 

Os apelos insistentes dos fãs de ambos para que o concerto fosse reposto surtiram efeito, sendo esta a oportunidade única para ver juntos e ao vivo os dois artistas nacionais de maior sucesso do último ano.

 



publicado por olhar para o mundo às 12:25 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Era sábado à noite, nem vontade tinha para comer
Fechei-me no meu quarto, pus um filme p'ra m'entreter
Não tinha sono... Bateram à porta
Os meus dreads surgiram p'ra irmos dar uma kikorta
Tanto insistiram que acabei por ir, vou-me vestir
Pensando bem, pa'tar assim, mais vale sair
Cangámos uma tarifa era quase uma hora
Pensei qu'a disco ia 'tar vazia, mas 'tava a deitar por fora
Entrei, c'o meu ponto, palito na boca, é aquela base
Abanquei-me num coro sem dizer uma única frase
Bué de damas e mais damas por todo o lado
Vestido apertado, mas não 'tou interessado
No meio de tanta gente 'tava tão sózinho
Levantei-me num coro. Eh lá!!! Vi-te no meu caminho
Corpo perfeito, alta mulata de caracóis
Pernas de sonho, Yes Baby! G'andas faróis
Olhei-te bem nos olhos, mas 'tavas acompanhada
Sorriste sem dar estrilho pa' não seres apanhada
Mas apanhei-te, com'é, desmarca lá o teu namoro
Deixa-me ser o teu pirata, pa'tu seres o meu tesouro
Mas ele pegou-te no braço, levou-te para longe de mim
Quando te vi, bati mal e sei que também ficaste assim
Fingi'tar nas calmas, mas puseste-me à toa
Quem te mandou ser tão boa
Agora não sei o que vou fazer
Tenho que arranjar maneira de te conhecer

REFRÃO

Anda cá, vem ao papá
I want you to be my baby
Anda cá, vem ao papá
I want you to be my lady

'Tavas no bar encostada a beber Pisang Ambon
Aproximei-me e disse "baza dançar esse som"
O teu dread 'tava no WC
'Bora pró cantinho qu'ele lá não nos vê
Hesitaste, por instantes pensei que não me querias
Mas quando me deste a mão, vi que 'tava nos meus dias
Apertei-te, senti o teu coração a bater
O beijo quas'acontecer 
Os nossos lábios tão perto,mas não podia ser ali
Embora pensasse nisso desde o momento em que te vi
"Bora lá fora, aqui dentro 'ta calor"
E pelo caminho imaginava o teu sabor
Saíste primeiro, 'pa não dar estrilho fui atrás
S'o teu dread surgir das-lhe a dica que 'tas mal disposta
Vais apanhar um ar, s'ele desconfiar
Diz-lhe que te espere no bar

REFRÃO

Não démos estrilho, saímos eu e tu, moi et toi
Quero que sejas mamã, anda cá ao papá
Olha essa escada escura, com'é... 'bora até lá
Deitei-te no chão, mas imaginei-te num sofá
Ah! Uh! Esse teu corpinho
Mordi-te a orelha, enchi-te de carinho
Ouvi-te gemer como uma porta entreaberta
Medo de seres descoberta, deixou-t'os sentidos alerta
Explorei o teu corpo, com'um patrão explora um empregado
Descobri pontos fracos em ti por todo o lado
Quieto não pude ficar quando me tocaste daquela maneira
Tomaste o controlo, passaste a fronteira
Tu foste a lenha da minha fogueira, à terceira
Disseste qu'o teu namorado
Devia 'tar à tua procura preocupado
Arranjaste a saia, pintast'os lábios num retrovisor
Mas não quis que te fosses embora sem dizer qu'adorei o teu
sabor
Abraçaste-me, o teu olhar disse tudo...
Contigo senti-me veludo
Foste andando em direcção à discoteca 
Uns minutos depois fui também a pensar em ti boneca
Não vou contar a ninguém o nosso pecado
De repente vi-te a sorrir abraçada ao teu namorado
Eu sabia o porquê de tanta alegria
Mandei-te um beijo discreto e despedi-me até um dia...

REFRÃO



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Epá, o que é isto?Borrei-me todo com este "Mal des...
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