Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

Roberto Leal

 

Roberto Leal, artista que nos tem surpreendido a cada trabalho seu, seja na música como nos ecrãs da TV, traz-nos mais uma grande novidade: “Obrigado Brasil!” é o seu novo disco. 

 

Hoje, dia 24 de Fevereiro, está disponível em todas as plataformas digitais

 

(iTunesMusicboxVodafone MusicGoogle Play, entre outros) e dia 26 de Fevereiro em formato físico em todas as lojas.

 

 

Gravado especialmente em clima de  Carnaval e da alegria que contagia os brasileiros, “Obrigado Brasil! “ é como um abre alas, um aquecer dos tambores para esta fase que antecede os grandes acontecimentos da Copa  Mundial de Futebol, desporto rei no Brasil.

 

Um disco apenas com sambas, já seria por si só uma grande novidade. Mas Roberto Leal traz-nos pérolas do cancioneiro brasileiro, dividindo a sua interpretação com alguns dos maiores nomes do samba, como AlcioneJorge AragãoArlindo CruzJair RodriguesJairzinhoLuiz Carlos e Luciana Mello.

 

Para que o trabalho saísse perfeito, e nem poderia ser de outra maneira, além de grandes músicos e do Maestro Júlio Teixeira nos arranjos e regência, há o cenário, a inspiração e o calor das baterias que vêm do Rio de Janeiro, a Meca do Samba no Brasil.

 

Mais do que um novo CD, Roberto Leal classifica o seu novo trabalho como um tributo, um agradecimento à terra que o acolheu e sempre o apoiou, um país que não o chamou de estrangeiro e lhe deu a oportunidade de dividir com os seus, o carinho e o reconhecimento de um filho.

 

 

“O Brasil ensinou-me o samba e eu ensinei aos brasileiros a dançar o vira”, refere Roberto Leal.

 

“Antes de tudo, antes do começo, como já relatei no meu livro “As Minhas Montanhas”, eu fui preparado para uma carreira a cantar samba. Logo depois do início, fui ter com aquele que seria o meu primeiro grande empresário e agente, o Curumba. Ele era empresário do Jair Rodrigues e dos Originais do Samba, já sucesso naquela época... e ali, envolvido nos sonhos de principiante, de alguém que via no sucesso a escada para o céu, encontrei, na mesma situação, a Alcione, o Benito de Paula e o Wando. Todos no mesmo barco, todos almejando encontrar uma estrada para o sucesso, a realização. Todos com suas dúvidas e incertezas, dando os primeiros passos. Depois todos seguiram o caminho do samba, cada um no seu estilo, e eu segui o meu caminho. Todos se tornaram em grandes Bambas, Mestres do Samba, nomes consagrados, mas tudo começou ali, todos juntos, como o próprio Jair Rodrigues diz na canção, referindo-se a mim: “Fui eu que apresentei ele p´ro samba!!!”

Dizem que um ciclo só se fecha, quando volta ao ponto de partida.

 

Mais do que um simples CD, este é um tributo a toda esta história, a esta irmandade que teve início lá atrás, no meu “antes do começo”, com esses amigos de alma e companheiros de sonhos.

 

Revendo toda a minha vida, percebo que durante anos busquei as minhas raízes, fui atrás de mim mesmo, até descobrir em cada canto o que havia de Portugal em mim. Cantei, vivi, reconheci e me conheci no meu país.

 

Mas um dia também reconheci que as raízes nos lançam fora da terra, criam galhos, ramificam. Então eu abençoei os frutos gerados nessa terra “em que se plantando tudo dá”. Beijei o chão que me acolheu, a pátria que me chamou de filho, como aos seus próprios. Então eu vesti-me de samba,  e disse: Obrigado Brasil...”

 

 

 

Alinhamento:

 

01. Não Deixe o Samba Morrer - com Alcione

02. Um Dia de Domingo - com Luciana Mello

03. Como Vai Você

04. Você Abusou - com Jairzinho

05. Obrigado Brasil

06. Laranja Madura

07. Enrola na Areia

08. Um Velho me Disse - com Jorge Aragão

09. De Jorge Amado a Pessoa

10. Festa para um Rei Negro - com Arlindo Cruz

11. Mangueira, minha querida madrinha (Tengo-tengo)

12. Tristeza / Triste Madrugada / O Importante é ser Fevereiro - com Jair Rodrigues

13. Português Brasileiro

14. É por amor - com Alcione

15. O Samba Nasceu em Portugal

16. Casa da Tetê - com Luiz Carlos (Grupo Raça Negra)

17. Brasil

 



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Letra

 

No princípio era eu e o verbo imaginar
Banalizava tudo quando banal era criar
Ansiedade em mim, nós os dois numa corrida
Subia 9 andares dum prédio no quarto andar da vida
Perspectiva era grande demais para o tamanho
Tipo saber apertar cordões, o que achava estranho
Primária sem catequese ou comunhões
Outra felicidade outra base de instruções
A ida a escola com a minha irmã, bem tranquila
Ela trazia a matéria na cabeça e eu na mochila
Ouvi-la na rua era um proveito de todas as maneiras
Mas o céu azul não resistia em nos levar para brincadeiras
Já a clareza sumia por astros que eu já via
E chuvas eram pequenos comentários nessa vida
Avó e chá cidreira comigo ao anoitecer
Era uma colher de açúcar e três de prazer
Num acontecer de maternidade numa caneca quente
Que adoçava a disposição para o "até amanhã"
Uma cama com três pacientes
Eu era o mais inexperiente somente a aguardar as 08 da manhã

Casa nova mais uma fotografia
O entusiasmo namorava a euforia
Não havia missa domingo, havia The Beatles e Queen
A aquecer a manhã pela estrada sem ter um destino
Um bafo caseiro, esse calor que perdeu a forma
Perfumes da minha infância trilhados naquela zona
(Às) Duas e Meia havia um ritual de união
Uma bola quase rota, a humildade fazia a conexão
Desentendia a intriga que pais tinham com filhos
Pela cor negra do rosto dos meus melhores amigos
Convívios, estragos, estadia em cada casa
Naquele espaço só o sintoma da noite obrigava a dar o baza
Lembro com brio dias longos, infantes, eu sinto
Onde o futuro era apenas o dia seguinte
Paredes com poemas escritos em tinta
Não importava a roupa suja, apenas alma limpa
Nunca me preocupei com dom, eu só respondia ao som
Harmonia - mal eu sabia o que isso iria ser mim
Aulas de instrumento, outros mundos que ainda escuto
Sem ouvido absoluto, com amor absoluto

REFRÃO (x2)
Diferença numa fase distingue alguns defeitos
Passo a passo a vida muda de compasso
Tens pretéritos perfeitos mas imperfeitos
O meu desenho é igual ao teu mas a diferença está no traço

Curiosidade responde ao que eu não conheço ou conhecia
Já chego ao espelho onde antes nunca me via
Ninguém espera por mim, todos já dormem
E o castigo do tempo é a inocência passar a ser um homem
Ontem ouvia vozes como protecção
Hoje autonomia é um desejo injusto com custo de adesão
Apenas mãos com terra deixavam vestígios
Desta natureza, agora, só colho vícios
Colho inspirações, fontes que eu quis procurar
O tamanho do meu peito já disponível para amar
Curtia ser Caeiro, espontâneo como o vento
Mas o meu rebanho é um estranho monte de pensamentos
Perdidos no fundo, e tive acumulações
Eu sou do que fui nessa mistura de sensações
Cresci depressa e não pedi o meu feito
A puberdade da maturidade é quando o suor se torna frio
Há horas que se vão mas o costume nunca sai
Porque há coisas que estão iguais como as camisas do meu pai
Não me rendo ao mofo, visto isso tudo que me pertence
É a atitude e ideias que deixo que a morte não vence
Não posso tomar a posse odores que eu já perdi
Apenas vou lendo porque é tudo o que eu levo daqui
A minha face é inteira - dois lados de essência
Simplicidade é mestria da vida, é a minha diferença

REFRÃO (x2)
Diferença numa fase distingue alguns defeitos
Passo a passo a vida muda de compasso
Tens pretéritos perfeitos mas imperfeitos
O meu desenho é igual ao teu mas a diferença está no traço

A diferença está no Sérgio e na Joana
Está no Vasco e na Inês, no Francisco e na Ana
A Diferença está na Beatriz, está no Ivo, está no Bruno
e no Tiago, está na minha tia Bela
A diferença está na minha mãe Zulima,
está na Mariana, está no Sexto, está na Boavista
A diferença está na Luci, a diferença está na Luci
por eu, hoje, ser mais do que ninguém.



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Letra

 

É ou não é
Que o trabalho dignifica
É assim que nos explica
O rifão que nunca falha?


É ou não é
Que disto, toda a verdade,
Que só por dignidade
No mundo, ninguém trabalha!

 

É ou não é
Que o povo diz que não,
Que o nariz não é feição
Seja grande ou delicado?


No meio da cara 
Tem por força que se ver,
Mesmo até eu não meter
Aonde não é chamado!

 

Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!

Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!

 

É ou não é
Que um velho que à rua saia
Pensa, ao ver a minissaia:
Este mundo está perdido?!


Mas se voltasse 
Agora a ser rapazote
Acharia que saiote
É muitíssimo comprido?

 

É ou não é 
Bondosa a humanidade
Todos sabem que a bondade
É que faz ganhar o céu?


Mas na verdade, não
Lá sem salamaleque,
Eu tive que aprender
É que ai de mim se não for eu!

 

Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!

Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!

 

Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é!

Ai, não, não é!
Digam lá se assim ou não é?
Ai, não, não é! Pois é!



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Vodafone Paredes de Coura: Mac DeMarco e Goat confirmados  Ler mais: http://blitz.sapo.pt/vodafone-paredes-de-coura-mac-demarco-e-goat-confirmados=f90974#ixzz2uBHzOXc3

 

Vodafone Paredes de Coura: Mac DeMarco e Goat confirmados

 

Mais dois nomes no cartaz do festival minhoto. Conheça aqui mais pormenores.

 

Mac DeMarco (na foto) e Goat são as duas novas confirmações no cartaz do Vodafone Paredes de Coura. O multi-instrumentista canadiano sobe ao palco no dia 21 de agosto e os suecos Goat atuam a 23 de agosto. 

 

O festival minhoto volta a assentar arraiais na praia fluvial do Taboão entre 20 e 23 de agosto e já tinha confirmados no cartaz nomes como Franz Ferdinand e CHVRCHES.

 

Os passes gerais para o Vodafone Paredes de Coura podem ser comprados nos locais habituais e custam 80,00 euros. O cartaz confirmado até à data é o seguinte: 

 

21 de agosto 


Franz Ferdinand 
CHVRCHES 
Mac DeMarco 

22 de agosto 
Buke & Gase 

23 de agosto 
Goat

Retirado do Blitz



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Letra

 

 

Eu sou um gajo que se baralha por fases
Quanto mais cresço decresço pela vontade de dizer centenas de frases
Eu sei que idades reservam decisões feitas a dois
Estou contigo mas ainda não decido sem falar para os botões
Qual o sinónimo ? Eu sei qual o homónimo
É dizermos Amor mas com sentidos pouco próximos
Somos um oposto perfeitamente combinado
Porque nós só concordamos em nunca termos concordado
Eu sempre fugi às regras e prazos
Até daria um espaço no tempo
Se outros tempos não ocupassem tanto espaço
A questão passa por tudo ser baço
Por eu ser mudo e não dar tudo e tu do nada seres um ponto fraco
E de certo modo posso dar-me por vencido
Pelo teu certo modo maternal de lidares comigo
O destino é duro e não o parto, nele parto
É que quando te afronto num futuro eu conto mais que um parto

As idades fazem parecer isto uma falha
Não é por isso que deves achar que não te ouço enquanto falas
Enquanto falas, desabafas e vês-me como um moço
E no silêncio há um pretexto para eu guardar as mãos no bolso
Pensas que eu não sei de nada, enquanto estás deitada ?
A alimentar esperanças com a televisão ligada
Não te sentes bem aqui, e sei que serias realizada
A passear em ruas francesas durante a madrugada
O frio apodera-se das frinchas da janela mal fechada
Do espaço entre os dedos pousados entre nada
De um maço de medos com tabaco lá metido
E tu farta de o amassares de tanto fumares aquilo
O pânico de não estares no teu sítio
E vê-lo nos teus arrumos como um peluche antigo
É ingrato como a arte questionar quem somos nós
E o que é hábito é que se devia habituar a nós

Ao contrário do que eu fiz, cá para mim
Às vezes lembro-me de te encontrar quando sempre estive perdido em mim
O apego que a tua pele dita nas mãos com três dezenas de anos
E por três dezenas vamos ressuscitar os ramos ?
Seria eterno, as minhas mãos na tua face
Até segurar a tua velhice sem que nenhum dos dois notasse
Não sei se era suposto tu seres sempre o meu encosto
Sem ser preciso fechares-me os olhos por algum desgosto
Não há estilos que nos façam comuns porque isso cansa
E tu não, ao ver-te com os pés descalços enquanto danças
Deito-me e entrego todo esse peso ao sono
Enquanto o (meu) cobertor teima com forma do teu corpo

Refrão
Não sei porque é que estás
Não sei porque é que vais
E porque não ficas onde eu estou
Não sei porque é que és
E porque não me dizes
E para onde vais eu também vou

Saio à noite, confesso, como homem vulnerável
Ao sexo, tipicamente perverso,
Só que noite é uma loja de brinquedos, compras bonecas lindas
Com a pinta, mas pontaria só vê garantia de dois anos
E antes há uma série de planos que não passam de enganos
E ultrapassam a burrice de nos apaixonarmos
Brindam os copos para pingar os corpos e depois põem-te em qualquer lado
E eu tenho quarto, obrigado
" Acabaste há quanto tempo ? Quem foi essa pessoa ? "
E deviam conhecer-te quando falo na primeira pessoa
A base da sedução não é a base da solução
Porque elas puxam tensão para quem só quer atenção
Enlouqueço nessa luta, passo a ter tantos nomes
Que a minha escuta disputa com a voz de dentro por mexer no teu nome
Desculpa não o ter previsto
É porque o teu nome existo enquanto alucino ou enquanto elucido

Não falo à toa, antes tivesse acostumado
Tiraram-me dez mil palavras para não ser bom namorado
Egoísta ? Nem tanto por parecer cagar para tudo
Eu salvo primeiro os meus antes de querer salvar o mundo
Tenho as minhas tripes e vivo numa postura
Moldei o meu rosto ao teu em vez de pô-los numa moldura
(Se) não te disse amo-te mil vezes não foi por ser incapaz
Quanto mais se trabalha menos tempo há para dizer o quanto se faz
Eu trabalhei no meu espaço
E sabes que eu não sou o macho que se alimenta da mulher pelo tacho
Eu curtia ver uma casa t2 para começar
Ou escolher um compromisso sem apontar com o anelar, para já
Sozinho, tudo o que eu sou é posto à prova
E quando perco o fôlego não te vejo a dar-me as dobras
Eu optei por ficares ausente
Contra factos não há argumentos e de facto esse é o meu argumento
E o mesmo podia ser mudado, mas eu sou pouco exacto
Por querer milhares de cenas e a resposta ser sempre " exacto "
Exacto, o que nos une nunca foi óbvio
Somos dois contrários que sempre foram sinónimos
Funcionais como a tv com preto e branco
Distantes um do outro mas precisam-se entre si
E no entanto encaixam por razões boas ou más
O importante não é o que o amor traz, é quem o traz

Refrão
Não sei porque é que estás
Não sei porque é que vais
E porque não ficas onde eu estou
Não sei porque é que és
E porque não me dizes
E para onde vais eu também vou



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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014

 

 

Letra

 

on 24 mila baci 
Oggi saprai perche' l'amore 
Vule ogni istante mille baci 
Mille carezze vuole all'ora

Con 24 mila baci
Felici corrono le ore
D'un giorno splendido perche'
Ogni secondo bacio te

Niente bugie meravigliose
Frasi d'amore appassionate
Ma solo baci chiedo a te
Ye ye ye ye ye ye ye!

Con 24 mila baci
Cosi' frenetico e' l'amore
In questo giorno di follia
Ogni minuto e' tutto mio

Niente bugie meravigliose
Frasi d'amore appassionate
Ma solo baci chiedo a te
Ye ye ye ye ye ye ye!

Con 24 mila baci
Cosi' frenetico e' l'amore
In questo giorno di follia
Con 24 mila baci
Tu m'hai portato alla follia
Con 24 mila baci
Ogni secondo bacio te

 

 

24000 Baci Maria de Medeiros & The Legendary Tigerman, video Jorge Colombo. Para el Cd Pájaros Eternos de Maria de Medeiros.
Music video finger-painted on an iPad by Jorge Colombo, for Maria de Medeiros and The Legendary Tigerman's cover of "24,000 Kisses," an Italian song by Adriano Celentano.
jorgecolombo.com
mariademedeiros.net
legendarytigerman.weebly.com
Special thanks to Özlem Cosen.
Original song at bit.ly/14Pt8
This song is included in "Pájaros Eternos" (Eternal Birds-Nu.Age), Maria de Medeiros' new CD.



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Anunciados primeiros nomes para o Festival Músicas do Mundo, em Sines  Ler mais: http://blitz.sapo.pt/anunciados-primeiros-nomes-para-o-festival-musicas-do-mundo-em-sines=f90982#ixzz2uBHJqihu

 

Anunciados primeiros nomes para o Festival Músicas do Mundo, em Sines

 

Angélique Kidjo, cantora e ativista do Benim, de regresso a Portugal. Conheça as primeiras novidades do cartaz.

 

A 16.ª edição do FMM de Sines, organizado pela autarquia, decorrerá de 18 a 26 de julho em Sines e em Porto Covo, tendo sido anunciados hoje os primeiros nomes do cartaz. 

O destaque vai para Angélique Kidjo, 53 anos, nascida no Benim e radicada nos Estados Unidos, uma das figuras mais icónicas da cultura africana, ativista pelos direitos das mulheres, pelo direito à educação das crianças e embaixadora da boa vontade pelas Nações Unidas. 

Além de Angélique Kidjo, o FMM de Sines contará com a estreia do músico e guitarrista Oliver Mtukudzi (Zimbabué), acompanhado da banda The Black Spirits, e com o regresso da cantora Fatoumata Diawara (Mali), desta vez em parceria com o músico cubano Roberto Fonseca. 

Em Sines estarão ainda os Mamar Kassey, liderados por Yacouba Moumoni, considerado o músico mais popular do Níger.

Retirado do Blitz



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Letra

 

O tambor a tocar sem parar,
um lugar onde a gente se entrega,
o sour do teu corpo a lavar a terra.
O tambor a tocar sem parar,
o batuque que o ar reverbera,
o sour do teu rosto a lavrar a terra.

Logo de manhãzinha, subindo a ladeira já,
já vai a caminho a Maria-Faia,
desenhando o peito moreno um raminho de hortelã,
na frescura dos passos a etrerna paz do Poeta.

Azinheiras de ardente paixão
soltam folhas, suaves, na calma
de teu fogo brilhando a escrever na alma.

Uma pena ilumina o vier
de outras penas de esperança perdida,
o teu rosto sereno a cantar a vida.

Mil promessas de amor verdadeiro
vão bordando o teu manto guerreiro,
hoje e sempre serás o primeiro canto!

Ai, o meu amor era um pastor, o meu amor,
ai, ninguém lhe conheceu a dor.
Ai, o meu amor era um pastor Lusitano,
ai, que mais ninguém lhe faça dano.
Ai, o meu amor era um pastro verdadeiro,
ai, o meu amor foi o primeiro.

Estas fontes da nossa utopia
são sementes, são rostos sem véus,
o teu sonho profundo a espreitar dos céus!

Mil promessas de amor verdadeiro
vão bordando o teu manto guerreiro,
hoje e sempre serás o primeiro canto!



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Letra

 

Se me aproximar

Se me aproximar devagar será que vais fugir?
ou se vou conseguir mais um tempo ao teu lado?
para te entreter mais um pouco ou te fazer sorrir
para ti ou pelo sonho vamos juntos viajar.
Medo é desculpa em leve chuva
e querer morrer de amor não é historia de outro tempo.
Mas se formos novos de novo
Mas se formos juntos 
vamos poder respirar


Se me desculpar entretanto
será que vais passar?
se fingir não querer 
pode ser que não te entregue esta leve dor em tom de chuva
por não querer fugir
por ti ou pelo sonho não consigo desprender
medo é fraqueza como nuvem
e querer morrer de amor nunca é historia de outro tempo
mas se formos novos de novo
mas se formos juntos
vamos poder respirar.



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Maria de Medeiros
Maria de Medeiros canta Sophia de Mello Breyner Andresen, e, pela primeira vez, canções de sua autoria no novo álbum, "Pássaros Eternos", que é editado na segunda-feira.

Neste álbum, a cantora, actriz e realizadora canta em diferentes idiomas, o que já aconteceu nos dois álbuns anteriores, mas estreia-se na interpretação de temas de sua autoria, como "Trapichana", "The cougar song", "Noite" e "Diz que é fado", o que não a deixa muito confortável, como confidenciou à Lusa.

 

"É curioso. Por vezes sinto mais à vontade a interpretar temas de outros autores que os meus. Estou desejando que outros artistas interpretem as minhas canções e fico muito comovida quando ouço os músicos improvisarem sobre os meus temas", contou em declarações à Lusa.

Além dos temas em que assina a música e letra, Maria de Medeiros partilha a criação de "Shadow girl", com Legendary Tigerman, e "Nasce o dia na cidade", com Raimundo Amador.

 

O título do álbum surgiu do tema "Nasce o dia na cidade", que escreveu com Raimundo Amador, que é "um artista de enorme prestígio em Espanha, um dos inventores do flamengo-rock, que trouxe o seu virtuosismo na guitarra eléctrica, um pouco à maneira de Jimmy Hendrix, para o flamenco, com o seu mítico grupo Pata Negra".

 

"Ele mostrou-me um tema dele que tinha no computador sem usar e eu achei-o muito bonito e propus escrever uma letra", recordou.

 

A letra conta a história de "uma criança [que] observa o amanhecer numa das nossas cidades europeias, açoitadas pela crise económica".

 

"A criança vê o fluxo cerrado de carros e as pessoas apressadas para o trabalho, enquanto a rádio vai anunciando catástrofes económicas, quedas da bolsa, desemprego, bancos na falência, angústia e depressão ambientes".

 

A cantora admitiu que, neste CD, há "uma crítica social" à actual situação político-económico-social e, jogando com o título do álbum, "Pássaros eternos", questionou: "As terríveis águias ditatoriais que teimam em não morrer, mas também a pomba da paz, reflexos de uma antiquíssima luta de conceitos [serão] eternas?"

 

Um dos temas de actualidade referenciados são os "encontros e desencontros" que a Internet proporciona, precisamente na canção de abertura, "Quem és tu?", de que assina a música e a letra.

 

É um tema que "quis dedicar a todos os desconhecidos que povoam os nossos computadores hoje em dia". "Temos milhares de amigos nas redes sociais, nomes que enchem as nossas agendas e calendários, mas não sabemos quem são. À falta de conseguir identificar todas essas pessoas, ofereço-lhes uma canção", disse.

 

Maria de Medeiros compôs também a música para o poema "A bailarina", de Sophia de Mello Breyner Andresen.

 

"Tive a ocasião de recitar várias vezes em espectáculos o poema magnífico de Sophia, no qual ela cita outro poeta, Arthur Rimbaud, e sempre que o lia, 'ouvia' uma pequena música que surgia das próprias palavras de Sophia, da sua cadência".

 

"Decidi, então, cantar o poema sobre essa melodia, que se me impunha, e assim nasceu a canção, 'Por delicadeza', que fala dessa bailarina que dança dentro de nós".

 

"Será o poema de Sophia autobiográfico? Pode ser. Mas é ao mesmo tempo universal. Porque me parece que, em todos nós, há uma parte que quer dançar pelo mundo e 'só três passos' deu", rematou.

 

À Lusa, Maria de Medeiros disse que "Pássaros Eternos" é um disco que surgiu da prática dos concertos com a sua banda, "as parcerias foram acontecendo" e também a diversidade linguística, pois canta em português, italiano, francês e inglês, o que "é natural".

 

"A diversidade linguística faz parte do meu quotidiano, há muitos anos. E isso reflecte-se no meu trabalho. Não só na música, mas enquanto actriz e na escrita também. Além disso, gosto da música que existe nos próprios idiomas", argumentou.

 

Referindo-se ao álbum, o terceiro da carreira, a intérprete afirmou: "Eu comparo muitas vezes este trabalho, em que pela primeira vez compus e escrevi a maior parte dos temas, ao momento em que nos oferecem a nossa primeira câmara de fotos e nos dedicamos a fotografar o que nos rodeia e o que nos atrai. Assim, naturalmente surgiram músicas de estilos diferentes, que correspondem aos meus gostos musicais".

 

Retirado do Sol



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Sábado, 22 de Fevereiro de 2014

Vodafone Paredes de Coura 2014 com dois novos nomes no cartaz

Mac DeMarco e Goat são as mais recentes confirmações no cartaz do festival Vodafone Paredes de Coura.

 

Mac DeMarco junta-se aos já confirmados Franz Ferdinand e CHVRCHES na programação do dia 21 de agosto, enquando os Goat atuam no sábado, dia 23.

 

Músico, multi-instrumentalista e artista multimédia, o canadiano Mac DeMarco editou três discos de sonoridade singular, nos quais se percebem vagas reminiscências de Steely Dan e Weezer mas, acima de tudo, uma originalidade e talento que urge mostrar ao mundo. “Salad Days”, o novo álbum de Mac DeMarco, tem lançamento agendado para abril e, diz-se, poderá contar com a colaboração de Tyler, the Creator.

 

De outras paisagens geográficas e sonoras surgem os suecos Goat. Um projeto que mistura música alternativa, de fusão e experimental, com uma iconografia e imaginário alegadamente inspirados numa lenda sobre a localidade onde vivem, Korpilombolo, que mistura voodoo e Cruzados. O álbum “World Music”, de 2012, foi considerado um dos melhores do ano pelo “The Guardian”.

 

O festival Vodafone Paredes de Coura regressa à praia fluvial do Taboão nos dias 20, 21, 22 e 23 de agosto. Além destes, já têm presença confirmada no festival Franz Ferdinand, CHVRCHES e Buke & Gase.

 

Esgotados os Fã Pack Fnac Vodafone Paredes de Coura, os passes gerais podem ser adquiridos pelo valor de 80€ nos locais habituais.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Compilação de jovem fadistas apresentada no Museu do Fado

O álbum “Compilação de fadistas do Povo” é uma “síntese” do projeto de residências artísticas na área do fado, que decorreram ao longo do ano passado no espaço Povo, em Lisboa, disse o programador cultural Alexandre Cortês.

 

O álbum é apresentado no sábado, às 21:30, no Museu do Fado, em Lisboa, com a participação dos seis fadistas que fazem parte da coletânea, e que serão acompanhados por Sidónio Pereira, na guitarra portuguesa, e João Penedo, na viola.

 

“O CD reúne três temas por cada intérprete, tendo havido a preocupação de escolher os que fossem mais representativo do processo de residência artística no Povo”, explicou à Lusa Alexandre Cortês.

 

Os jovens fadistas estão em residência artística no espaço Povo, durante o qual “tomam conhecimento mais aprofundado com o universo fadistas e são incentivados a descobrir a sua própria individualidade artística”.

 

“A par do fado tradicional, nomeadamente as suas melodias, os jovens fadistas são também desafiados a experimentar coisas novas, a trazerem outros instrumentos para fado e até outras melodias - há neste CD exemplos de tango e flamenco”, acrescentou.

 

No final da residência, o fadista grava um CD que reflete esse seu estágio no Povo, durante o qual canta e apresenta inéditos ou experimenta melodias que não conhecia.

 

Cortês, reconhece que muitos fadistas "quando chegam à residência conhecem um número muito limitado das melodias fadistas e quase sempre cantam os fados mais conhecidos do grande público".

 

Relativamente à “Compilação fadistas do Povo”, o programador cultural afirmou à Lusa que outro fator do critério de seleção “foi a participação de músicos de outras áreas musicais, e a qualidade poética, tendo em conta a grande ligação entre o fado e a palavra dita”.

 

Os fadistas que integram a coletânea são Ana Roque, Jorge Baptista da Silva, Nádia Leirião, Fernanda Paulo, Gustavo Pinto Basto e Cristina Andrade, acompanhados por Sidónio Pereira e João Penedo, contando ainda com os convidados Pedro Carneiro Silva (piano), Celina da Piedade (acordeão), Raquel Reis (violoncelo) e João David Almeida (guitarra).

 

Alexandre Cortês faz um balanço “extremamente positivo” do projeto que e já foi retomado este ano, estando atualmente a residir no espaço Povo, ao Cais do Sodré, em Lisboa, a fadista Marta Rosa.

 

“Uma das mais-valias é que desenvolvam a sua própria personalidade e que esta se marque pela diferença, por outro lado, notamos que para todos os que passaram pelo Povo, este foi uma rampa de lançamento, estando atualmente integrados em muitos cartazes das noites de fado”, afirmou.

 

Para o programador trata-se de “reatar e atualizar” uma tradição, a dos espaços de convívio em que à música se junta a poesia e a gastronomia.

 

Celebrando um ano de um outro projeto, que também a acontece no Povo, dedicado à poesia, na próxima segunda-feira, às 22:00 no restaurante Povo, ao Cais do Sodré, é apresentada a primeira antologia “Poetas do Povo”.

 

“Esta antologia reflete as sessões que desde há um ano acontecem todas as segundas-feiras no Povo, em que são convidados músicos, atores, declamadores e poetas. Cultivamos a palavra numa sessão de tertúlia, sempre subordinada a um tema”, explicou à Lusa Cortês.

 

O programador afirmou que este projeto “nada tem a ver com o universo fadista, apesar de, numa das sessões do ano passado, o tema ter sido ‘Fado e Poesia’”.

 

A antologia “Poetas do Povo: Ano I” inclui originais de Nicolau Santos, Richard Zénith, André Gago, António Poppe, Miguel Manso, Rui Zink, Edson Athayde, Paola D’Agostino, entre outros.

 

“É uma forma de assinalar o primeiro aniversário da iniciativa que, todas as segundas, promove o encontro entre a tradição da poesia escrita e dita e as novas formas da sua expressão”, realçou Alexandre Cortês.

 

Retirado do Sapo música



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Letra

 

Tu não eras assim
Quando te conheci
Sorrias para mim
E falavas de ti

E agora pergunto
Dizes que não é nada
E sonhas acordada
Como uma história encantada

Tu não sentes, tu não tens
Mais nada para me dar
E até já implicas
com o meu respirar

E essas rugas que tens
marcadas no teu rosto
São a história, a memória
Daquilo que já foste

Eu senti que senti
A vida era demais
Eu e tu, tu e eu
Não somos iguais

E tu és a razão
das vidas infernais
Eu não sei, eu só sei
que não te quero mais

Eu não te quero mais
Eu não te quero mais
Eu não te quero mais

Tu não eras assim
Em quem acreditei
És um bobo da corte
Quando já foste rei

E na nossa novela
Eras protagonista
Mas perdeste o papel
por seres egoísta

O inferno que passei
por estar sempre a teu lado
Os amigos que perdi
por ter acreditado

E essas rugas que tens
marcadas no teu rosto
São a história, a memória
Daquilo que já foste

Eu senti que senti
A vida era demais
Eu e tu, tu e eu
Não somos iguais

E tu és a razão
das vidas infernais
Eu não sei, eu só sei
que não te quero mais

Eu não te quero mais
Eu não te quero mais
Eu não te quero mais

Eu senti que senti
A vida era demais
Eu e tu, tu e eu
Não somos iguais

E tu és a razão
das vidas infernais

Eu não te quero mais
Eu não te quero mais
Eu não te quero mais
Eu não te quero mais



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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

A bungavilia

 

A Buganvília - João Afonso e Rogério Pires

http://www.facebook.com/abuganvilia
Um encontro entre dois Amigos - João Afonso e Rogério Pires -, que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única.
A marca autoral de ambos e a comum valorização da palavra cantada tornam-se mais nítidas no formato intimista deste concerto: apenas vozes e guitarras.

A Buganvília é canção que traduz o estado de espírito para uma viagem musical e cultural de dois músicos de excepção. Um Carril de Arte que Rogério Pires com a sua forma delicada e sensível aborda a obra de João Afonso, cantando a língua portuguesa, transportando-nos por um ”coral de missangas” vividos e imaginados por ambos.

São viagens partilhadas de canções de “Missangas” a “Outra Vida” e sensações que só uma verdadeira sintonia, como a deste recital musical, nos consegue aportar. 

Sábado 22 Fevereiro | 21h30
Teatro Mascarenhas Gregório
7,5€ | 5,5€ se os ingressos forem comprados durante a tertúlia na Biblioteca no dia 21 Fevereiro, às 21h30.
 
Domingo 23 Fevereiro | 21h30
Espectáculo "Lembrar Zeca Afonso"
Cineteatro Municipal de Castro Verde 
entrada livre
Vídeo promo:


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Meu e teu

 

- 27 de Fevereiro - 22:30 - Concerto de Apresentação - MusicBox (Lisboa)

- 14 de Março - 00h00 - Iclub (Pataias)

- 15 de Março - 23h00 - FMMC '14 - Banda Convidada (Corroios)

- 22 de Março - 23h30 - InLive Caffé (Moita)

- 05 de Abril - 01h00 - BeatClub (Leiria)

- 17 de Abril - 23h30 - Cine-Incrível (Almada)

 

 

Mais datas a confirmar...

 

Vídeo de Seres alucinados

 

 

 

Mais informação no Facebook da Banda



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Letra

 

Every morning, every day
The sun hits the skies
It warms up the fields and trees
It lights up the dark

Just like you've always been there
All night and day
To warm up my cold heart
To show me the way

Baby, I'm alive
But I need your help
To see the world as a better place
To grab the future with my hands
An hold on to it

To tell the diference
Between right and wrong
It's hard to do
To learn how to fall and rise
To live my life through and through

Cause even when you knew I was wrong
You waited for me
Gave me confort with your tender smile
You made me stronger

Baby, I'm alive
But I need your help
To see the world as a better place
To grab the future with my hands
An hold on to it

You're my secret keeper
Always by my side
You respect me in everything i do
A bright light hides inside of me
I owe in to you

Baby, I'm alive
But I need your help
To see the world as a better place
To grab the future with my hands
An hold on to it



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Fernando tordo pediu ao filho que não entristeça e que não se deixe levar pelos "insultos"

Depois do escritor João Tordo ter dedicado, esta quarta-feira, um texto ao pai, o músico Fernando Tordo, por este último ter decidido emigrar para o Brasil por "cansado deste país", o progenitor respondeu na sua página no Facebook, pedindo-lhe que não entristeça e que não se deixe afectar pelos "insultos" que alguns teceram a respeito da sua partida.

 

O escritor João Tordo publicou, ontem, no seu blogue um texto dedicado ao pai, o músico Fernando Tordo, que ontem aos 65 anos emigrou para o Brasil. No texto 'Uma carta ao pai', o escritor conta que se sentiu "triste" com a partida do pai mas "ao mesmo feliz" pela "coragem de começar outra vez".

 

Na carta, o escritor "lamenta" ainda o "ódio" de alguns manifestado no Facebook, lembrando que em causa está, "quer se queira, quer não," um homem que "faz parte da história da música em Portugal" e que "partiu (...) cansado deste país onde, mais cedo do que tarde, aqueles que o mandam para Cuba (...) ou limpar WC's, encontrarão a terra prometida: um lugar onde nada restará senão os reality shows, as telenovelas e a vergonha". Na resposta, publicada ao final da tarde, o músico escreve na sua página na rede social "carta ao meu filho João. Magoaram-te. Não a mim, cinquenta anos de tudo e mais alguma coisa. Magoaram-te porque achas estranho que se diga de um tipo, que para mais conheces bem, o que algumas pessoas disseram e continuarão a dizer".

 

"Perante a tua carta (...) o que é fica? Tentação de devolver os insultos com o vernáculo que bem me conheces e és admirador? Não. O que fica, meu querido filho, é a tua carta", afirmou Fernando Tordo, endereçando-lhe um pedido: "Não entristeças, João".

 

"Temos dado o melhor de nós e isso não admite gentinha; só aceita dignidade e respeito por vidas que se dedicaram e dedicam não porque têm talento, mas sim porque têm aquele mistério revelado de poderem escrever uma carta como a tua", conclui o músico, deixando um "beijo" ao filho, o escritor João Tordo.

 

Retirado do HardMúsica



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Tame Impala, Woodkid e Legendary Tigerman confirmados no SBSR

Tame Impala, Woodkid e Legendary Tigerman são as mais recentes confirmações no cartaz do Super Bock Super Rock 2014.

 

Estes nomes juntam-se aos anteriormente anunciados Disclosure, Massive Attack, Metronomy, Cat Empire e Jake Bugg, com atuações agendadas para 17 de julho, e The Foals e Albert Hammond Jr, que sobem ao palco no último dia do certame, 19 de julho.

 

O Super Bock Super Rock regressa à Herdade do Cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco, em Sesimbra, nos dias 17, 18 e 19 de julho.

 

Os bilhetes para o festival já estão à venda nos locais habituais e custam entre €48 (ingresso diário) e €90 (passe três dias). Também disponíveis para venda estão os Fã Packs Fnac, cuja edição limitada tem um valor de €70.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 10:09 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

The night we met
I knew I needed you so
And if I ever had the chance
I'd never let you go
So won't you say you love me
I'll make you so proud of me
We'll make 'em turn their heads
Every place we go
So won't you please

Be my, be my baby
Be my little baby
My one and only baby
Say you'll be my darling
Be my, be my baby
Be my baby now
My one and only baby

I'll make you happy, baby
Just wait and see
For every kiss you give me
I'll give you three
Oh, since the day I saw you
I have been waiting for you
You know I will adore you
Till eternity so won't you please

Be my, be my baby
Be my little baby
My one and only baby
Say you'll be my darling
Be my, be my baby
Be my baby now
My one and only baby




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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

os DALAI LUME celebram 8 anos de punk rock em pleno Cais de Sodre.

 

O punk rock dos DALAI LUME celebra 8 anos e a propósito a banda junta-se a alguns convidados para um espectáculo único esta sexta-feira 21 de Fevereiro no Sabotage Club no Cais do Sodré (Lisboa).

 

A festa tem ínicio às 22h com DJ a aquecer a noite para o concerto de aniversário dos DALAI LUME que lançaram recentemente o 2º album intitulado "Sentido Proibido".

 

Para além de um extenso alinhamento que percorre a carreira da banda o espectáculo conta também com vários convidados que irão interpretar alguns temas dos DALAI LUME. 

 

"Os Dalai Lume formaram-se no início de 2006, em Fevereiro com Zorb, Oregos, Cró, Tuka e Rui Loureiro. Entretanto, ainda no decorrer de 2006, Tuka abandonou e Covas juntou-se à banda como 2º guitarrista, período em que a banda gravou cinco músicas que seriam incluidas num split cd editado conjuntamente com os Alison Bentley de Famalicão, trabalho esse que tem o titulo de "Split 07" e inclui dez músicas, cinco de cada uma das bandas. Em 2009, já após a saída de Covas da formação, passando os Dalai Lume a funcionar como quarteto, gravamos o primeiro álbum oficial intitulado "Para Manter a Chama Viva!". Ainda em 2009 entra João Pinto (PunkSinatra) para o baixo, a substituir Cró, sendo que também acaba por sair , em 2010, para dar o lugar a Bernardo. Em 2011 sai Rui Loureiro para entrar Rodrigo Dias (ex-PunkSinatra) para a guitarra. Entretanto, em 2013 a banda grava o seu segundo álbum com o título "Sentido Proibido". Depois de inúmeros concertos ao longo destes 8 anos de existência destacam-se as participações nos concertos em Portugal de bandas como The Business (UK), The Dwarves (USA), Jello Biafra and The Guantanamo School of Medicine (USA) e G.B.H. (UK), assim como a participação em vários concertos com bandas nacionais tais como Gazua, Acromaníacos, PunkSinatra, Asfixia,  Vira Lata, Eskizofrénicos, Mata Ratos, Peste & Sida, Porta Voz, Albert Fish, entre muitos outros.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 21:24 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

 

Dou-te com a mão pesada, 
quando é carinho ou quando é castigo
Olho de cara lavada 
quando te digo que sou perigo
Eu só tenho uma palavra
dita na tua cara, clara como a água
Eu agarro, eu não abraço,
dás o dedo, quero o braço

Rosa dos ventos no cabelo, estrela polar ao peito
Porte de mulher do norte, forte, ar de respeito
Jeito de quem traça a eito, comanda a valsa, 
Feito de ter graça, raça é o conceito
Manda na praça e não disfarça que é rainha altiva
Menina matriarca marca de cidade-diva
Busto de granito esculpido no fio da navalha
Curto é o pavio em rastilho, fagulha brava!

(M7)
Quem é que encanta com o sorriso de catraia
Tem mão na anca, se preciso roda a saia 
Laia levada da breca, senão te curte é direta
Não consegue pôr cara de quem recebe uma caneca
Se o homem não se comporta, troca o canhão da porta
E depois sai louca pa beijar na boca à carioca
Porque tem pêlo na venta, Kahlo como a Frida 
Na vida, não se lamenta, aguenta de cabeça erguida.

A prosa que enfeitiça, maga manha que conquista
Dengosa sem preguiça, atiça a cobiça à vista
Tem alma cigana, cigarra atarefada
Sem calma comanda a cidade à desgarrada.

(M7)
Guerreira, arregaça as mangas e chega onde quer
Veio mudar por estas bandas, o conceito de Mulher
Antes só a fumar charros na banheira
Que ficar a ganhar pó, com dó de si na prateleira
Tripeira, com muito orgulho, tripa por qualquer bagulho
Evita dizer "tem calma!", senão assumes barulho
Quando ama é por inteiro, ergue à volta uma muralha
Mas pensa nela primeiro, não se fica por migalha.

Para onde aponta a bússola, é o azimute
Para quando a afronta é explicita, é atitude
Não iludo trago música translúcida no clube
O zumbido ao teu ouvido é o efeito da altitude
Grito sou guerreira, desnorteio, sou nortenha
E impero porque carrego o meu sonho convicta
Tripo, sou tripeira, de ferro sou ferrenha
E não nego que mantenho o meu trono invicta!



publicado por olhar para o mundo às 20:46 | link do post | comentar

Primeiro Festival de Inverno arranca esta semana em Lisboa

Doze concertos de música portuguesa em dois palcos é a proposta do Festival de Inverno, que acontece pela primeira vez na sexta-feira e no sábado, em Lisboa, entre o Santiago Alquimista e o Teatro do Bairro.

 

O Festival de Inverno pretende afirmar-se como um festival de música, de pequena dimensão, que mobilize os lisboetas, "numa época do ano que habitualmente tem menos espetáculos", por oposição aos meses seguintes, na primavera e no verão, afirmou o promotor Carlos Vieira, à agência Lusa.

 

O festival, com seis concertos por noite quase em simultâneo nas duas salas, abre no Santiago Alquimista com Nicotine's Orchestra, do músico e produtor Carlos Ramos, ligado à cena rock do Barreiro, e no Teatro do Bairro, com Dino D'Santiago, músico que editou em 2013 o álbum "Eva", marcado por raízes cabo-verdianas.

 

No Santiago Alquimista, depois de Nicotine's Orchestra atuam os Mesa, de João Pedro Coimbra e Rita Reis, e também o músico Luís Nunes, conhecido como Walter Benjamin e que assina "The imaginary life of Rosemary and me" (2012).

 

Enquanto isso, no Teatro do Bairro, a seguir a Dino D'Santiago, apresenta-se NBC, considerado um dos primeiros músicos do hip hop nacional, que lançou no ano passado o EP "Epidemia", e os Mad Call Honey, de Nuno Trindade, que têm um álbum de estreia, "Pumping Hearts", a editar.

 

No sábado, a noite de concertos no Santiago Alquimista começa com Thomas Anahory, e com as canções de "Thank You Lucky stars", seguindo-se as Anarchicks, agora com nova vocalista, e Balla, de Armando Teixeira.

 

No Teatro do Bairro, estará a cantora folk norte-americana Erica Buettner, radicada em Lisboa, o músico Denis, que lançou "Twist & Bend" depois de ter vencido o concurso de talentos "Voz de Portugal", e O Martim, projeto do contrabaixista Martim Torres.

 

Os bilhetes, entre os 25 euros (um dia) e os trinta euros (dois dias), dão acesso a todos os concertos em cada uma das salas.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 20:07 | link do post | comentar

DNCAZ is a young jazz - ambient - classical - post-rock influenced producer based on Braga, Portugal.

Music is the soul of the universe.
Everything is music | Music is everything


publicado por olhar para o mundo às 18:40 | link do post | comentar

 

Letra

 

O meu amor por ti, 
meu bem, minha saudade, 
ampliou-se até Deus, 
Os astros alcançou. 
Beijo o rochedo e a flor, 
a noite e a claridade. 
São estes, sobre o mundo, 
os beijos que te dou. 


Todo eu fico a cismar 
na louca voz do vento, 
na atitude serena 
e estranha duma serra; 
no delírio do mar, 
na paz do Firmamento 
e na nuvem que estende 
as asas sobre a terra. 


Vivo a vida infinita, 
eterna, esplendorosa. 
Sou neblina, sou ave, 
estrela, azul sem fim, 
só porque, um dia, tu, 
mulher misteriosa, 
por acaso, talvez, 
olhas-te para mim.




publicado por olhar para o mundo às 17:43 | link do post | comentar

Ivete Sangalo, Boss AC e Aurea no Rock in Rio-Lisboa a 25 de maio

A abertura do Palco Mundo do Rock in Rio-Lisboa, a 25 de maio, fica a cargo de Ivete Sangalo e do dueto inédito de Boss AC e Aurea, anunciou a organização do evento na manhã desta quarta-feira. Nessa noite, Ivete Sangalo será a última artista a subir ao Palco Mundo, depois do concerto do cabeça de cartaz Robbie Williams.

Ivete Sangalo foi a única cantora brasileira que atuou em todas as edições do Rock in Rio-Lisboa. Habitualmente, milhares de fãs presentes no recinto dançam e cantam os maiores êxitos da cantora, como “Poeira”, “Se eu não te amasse tanto assim”, “Quando a Chuva Passar” ou “Beleza Rara”, cenário que promete manter-se na edição deste ano.

A última vez que Ivete Sangalo atuou em Portugal foi em 2012, no Rock in Rio-Lisboa. A artista está a comemorar 20 anos de carreira e, para assinalar a data, gravou, recentemente, o seu quinto DVD, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Este espetáculo contou com a participação de Alexandre Pires, Bell Marques, Saulo e Alexandre Carlo, do Natiruts. 

Com dez discos a solo lançados, Ivete tem mais de 6 milhões de CDs e DVDs vendidos em todo o mundo e já atuou com artistas como Brian McKnight, Gilberto Gil, Alejandro Sanz, Juan Luis Guerra, Juanes e Shakira. O "Multishow Ao Vivo – Ivete Sangalo no Maracanã", lançado em 2007, foi o DVD mais vendido de sempre pela Universal Music, em todo o mundo.

Boss AC e Aurea pela primeira vez em dueto 

Neste dia, o Palco Mundo abre com uma atuação única: Boss AC e Aurea atuam pela primeira vez em dueto.  Neste concerto, que está já confirmado repetir-se no Rock in Rio 2015, os dois artistas vão mergulhar nas influências dos seus estilos musicais e apresentar canções de ambos. 

Esta não é a estreia de Aurea no Rock in Rio: ainda em setembro passado, na edição do Rio de Janeiro, Áurea atuou, em dueto com os The Black Mamba.

No ano 2010, a cantora de 26 anos editou o seu primeiro álbum, “Aurea”, que conquistou o 1º lugar no top bacional de vendas, no qual se manteve durante 9 semanas e conquistou dupla platina. 

Em 2011, Aurea ganhou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Intérprete Individual e neste mesmo ano foi também nomeada para ‘Best Portuguese Act’, nos MTV Music Awards, categoria que acabou por vencer. O segundo álbum “Soul Notes”, editado em 2012, foi um sucesso junto do público, com canções como “Scratch My Back” e “Star”. 

Boss AC é um dos pioneiros do rap em Portugal. Começou nos anos 1980 e editou cinco álbuns de originais. O rapper já participou no Rock in Rio em Lisboa e no Brasil. Atuou no Rock in Rio-Lisboa em 2008, em dueto com António Vitorino, e também em 2010, com o angolano Yuri da Cunha. Também esteve na edição brasileira de 2011 do Rock in Rio, no Rio de Janeiro, onde teve oportunidade de cantar em dueto com a brasileira Paula Lima e o norte-americano Afrika Bambaataa. Este ano, é a vez de subir ao Palco Mundo, no dia 25 de maio, e misturar o rap com a soul de Áurea.

Para Zé Ricardo, diretor artístico deste momento, “este será um momento inesquecível, em que dois estilos musicais carregados de paixão se vão encontrar. São dois artistas plenos, que já conquistaram o público, e que agora prometem surpreender, em conjunto.”  

O Rock in Rio-Lisboa 2014 realiza-se nos dias 23, 25, 30 e 31 de maio e 1 de junho, no Parque da Bela Vista. A organização anunciou que os bilhetes para a edição deste ano vão manter-se inalterados, no valor diário de 61€. 

Além de Ivete Sangalo, Boss AC e Áurea está já confirmada a presença de Robbie Williams, dia 25 de maio; dos Capital Inicial, Queens of the Stone Age, Linkin Park e DJ Steve Aoki, a 30 de maio; e a Homenagem a António Variações e os Arcade Fire, confirmados para 31 de maio. A 1 de junho, a organização já anunciou Nile Rodgers e Chic, Jessie J e Justin Timberlake.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:12 | link do post | comentar

Festival Rescaldo abre quinta-feira com 10.000 Russos e The Jack Shits

Os portugueses 10.000 Russos e The Jack Shits abrem, na quinta-feira, na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, o Festival Rescaldo, um evento que promove a nova música portuguesa de vanguarda, do rock à música exploratória.

 

A abertura é com os portuenses 10.000 Russos, de João Pimenta e Pedro Pestana, e com The Jack Shits, banda recente de garage rock que junta Diogo Augusto e Samuel Silva (Marinha Grande) com Nick Nicotine (Barreiro).

 

À sétima edição, o Festival Rescaldo contará com mais artistas fora do eixo artístico de Lisboa e servirá de palco para a apresentação de novos álbuns da editora independente portuguesa Shhpuma.

 

"Terá menos nomes conhecidos, mas a programação está mais coerente e com qualidade. Há mais músicos fora de Lisboa – que tem sido o centro de grande movimentação – e revela o que os músicos têm estado a fazer", explicou o programador Jorge Travassos numa recente apresentação do festival.

 

No total, o Rescaldo contará com doze concertos e uma sessão de DJing entre quinta-feira e 1 de março, repartindo-se - com exceção do dia de estreia - entre a Culturgest e a loja de discos Trem Azul.

 

Na sexta-feira, na Culturgest, apresentam-se o guitarrista Nuno Rebelo, numa atuação a propósito da recente antologia "Removed from the flow of time – guitar solos 1992-2002", e o pianista Rodrigo Pinheiro (do RED Trio), com o músico alemão Thomas Lehn.

 

No sábado, o festival passa pelo pianista Tiago Sousa, que, pela primeira vez, junta a palavra à sua música com a ajuda da declamação de Maria Leite, e pela atuação do harpista Eduardo Raon com o músico esloveno Tomaz Grom.

 

O pianista e investigador Sérgio Costa, com peças para piano preparado e altifalantes, os Sturquen, dos portuenses César Rodrigues e David Arantes, e os Fat Freddy – ao fim de oito anos de silêncio - atuam no dia 27 de fevereiro.

 

No dia 28, apresentam-se o baterista portuense Nuno Aroso, com o espetáculo “Asperes”, com recurso a “matérias sonoras não convencionais, como pedras e metais”, e o guitarrista Peixe (Ornatos Violeta), ainda à boleia do álbum “Apneia”.

 

O Rescaldo termina na Trem Azul, a 1 de março, com os Kilimanjaro, de Barcelos, e com uma atuação do músico Vítor Rua (ex-GNR e Telectu), em versão DJ.

 

Entre os álbuns a apresentar estão "On the drive for impulsive actions", de Eduardo Raon, "Timespine", que junta Adriana Sá, John Klima e Tó Trips, e um álbum do pianista Simão Costa.

 

Em complemento aos concertos, a Trem Azul exibirá uma exposição de ilustração de Amanda Baeza.

 

retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 10:58 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Outros amores já tiveste
Maiores talvez do que este
Mas uma coisa eu sei bem
Depois que um beijo me deste
Todos os outros esqueceste
E a quem os deste também

Um dia, p’ra me esquecer
Amarás outro qualquer
Mas teu mal não terá fim
Podes amar quem quiseres
Que em cada beijo que deres
Hás-de lembrar-te de mim

Aos outros a quem amares
É melhor beijos não dares
P’ra não sofreres o castigo
De em mim nem sequer pensares
Mas sentires, quando os beijares
Que os atraiçoas comigo



publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014
DNCAZ is a young jazz - ambient - classical - post-rock influenced producer based on Braga, Portugal.

Music is the soul of the universe.
Everything is music | Music is everything

DNCAZ

www.facebook.com/dncazmusic
www.soundcloud.com/dncaz
www.twitter.com/DNCAZMUSIC


publicado por olhar para o mundo às 19:24 | link do post | comentar

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que puta de letra fdx
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