A perfect girl, a perfect child A perfect life, a perfect light A perfect man, a perfect heart The perfect skin, the perfect house
A perfect mom, a perfect dad A perfect faith, a perfect land A perfect team, a perfect show A perfect song, a perfect poem
A perfect suit, a perfect tie A perfect colour, a perfect mind A perfect job, a perfect style A perfect car, the perfect bank account
A perfect future, a perfect past A perfect gift, never the last A perfect note, a perfect voice A perfect sound, a perfect vision
A perfect body, a perfect soul A perfect plan, a perfect goal The perfect rage, a perfect age A perfect night, a perfect symphony A perfect you, a perfect me A perfect photo, a perfect tree A perfect word, a perfect world A perfect wedding A perfect drug
A perfect value, a perfect friend A perfect school, a perfect film A perfect kiss, a perfect scream A perfect dream, a perfect nightmare
A perfect death, a perfect loss A perfect fear, the biggest cause A perfect ghost, the solitude A perfect start, the perfect end How lucky you are Now you can live
Can you wait there for so long Can you be there if I fall Can you fall and stay strong Can you dry your eyes and laugh Can you show me your heart once more Can you breath a new life now Can I freeze this moment with you Can my hand fix your heart and you Did you ever touch the ground Can we sing `out of time` in repeat, and look both of us underneath or forget and reset Cause the beat will change your life, and the sweat will turn you on, and your veins will shine outside
They say everything can be replaced They say every distance is not near So I remember every face Of every man who put me here
I see my light come shining From the west down to the east Any day now any day now I shall be released
They say every man needs protection They say every man must fall so I swear I see my reflection Somewhere inside these walls
I see my light come shining From the west unto the east Any day now any day now I shall be released
yonder stands a man in this lonely crowd man who swears he's not to blame ALl day long I hear him hollering so loud just crying out that he's not to blame
I see my light come shining From the west down to the east Any day now any day now I shall be relased
O festival de metal/rock Hardmetalfest vai levar a Mangualde 12 bandas nacionais e estrangeiras, com destaque para a participação dos habituais Mata-Ratos e de nove estreias absolutas, informou hoje fonte da organização. "O cartaz foi pensado para agradar a gregos e a troianos, caracterizando-se pela grande variedade de géneros dentro deste estilo musical que é o hard metal", avançou José Rocha, responsável da Rocha Produções.
A vigésima edição do Hardmetalfest, o festival metal indoor mais antigo de Portugal, vai ter lugar a partir das 15:00 do dia 11 de janeiro, no Centro Cultural de Santo André (Mangualde). "Este ano só vamos repetir três bandas, as restantes nove são estreias", realçou.
De acordo com José Rocha, de além-fronteiras chegam quatro bandas: os alemães Lacrimas Profundere, os finlandeses Convulse, os espanhóis Mind Holocaust e os ingleses Pagan Altar. "São todas bandas com identidade, algumas já são veteranas, como os Pagan Altar, que andam na estrada desde os anos 1980", realçou.
O membro da organização destacou ainda a participação da banda de abertura, os portugueses Inkilina Sazabra. "Trata-se de uma banda com um estilo completamente diferente, que tocam um rock metal industrial. Distinguem-se das restantes bandas", sustentou. Ao palco vão subir ainda as bandas portuguesas Mata-Ratos, Switchtense, Albert Fish, Dementia 13, Dead meat, Head Stoned e Mindfeeder.
O evento da empresa Rocha Produções, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Mangualde e da Rádio Cidade Viseu, terá a encerrar a noite o dj viseense Old Skull. "Este festival, considerado um dos dez festivais de metal indoor mais antigos do mundo e o mais antigo em Portugal, conta com um elenco de luxo nesta vigésima edição. Queremos figurar no calendário de festivais", concluiu.
Things you said to me sentimentally Are always on my mind Seem you harboured me but you set me free Long before you gave me time to escape The next time I'll be on my way 'Cause this time it's true I'm turning my back on you
Don't ya say it ? don't say you need me If you don't mean it ? don't even try Don't ya say it ? don't say you want me If you don't mean it ? don't say goobye
You threw love at me indispensably But you never could give it away And it seems to me that should never be That's why I'll never stay with you You can't hold me down 'cause it's my life too So this time it's true I'm turning my back on you
Os portuenses Papercutz acabam de ver este mês, o seu álbum "The Blur Between Us" re-editado no Japão.
A convite de Mori Daichi, o manager da editora independente de Tóquio Kilk Records, que viu um concerto dos Papercutz no festival SXSW e desde então tem acompanhado o trabalho do grupo, surgindo assim esta edição especial que inclui, remisturas dos seus singles por artistas como Ikonika, Synkro, Kyson, Sun Glitters, entre outros.
"The Blur Between Us", é o segundo disco da banda Papercutz constituída por Bruno Miguel, a norte-americana Melissa Veras e Francisco Bernardo, um projeto de música pop de sonoridades sombrias, recortadas e torcidas como as ruas do Porto, cidade onde nasceu e donde foi-se dando a conhecer. Em 2008 integram a compilação "novos talentos Fnac" desde aí têm recebido prémios e reconhecimento mundial.
Exemplos disso são: o segundo Prémio do International Songwriting Competition com "Secret Search", cujo júri é composto por Tom Waits, Robert Smith, entre outros notáveis, participam no Festival South by Southwest, em Austin no Texas, lançam em 2012 o álbum "Sounds of a Playground" em Inglaterra ou a eleição para o Red Bull Music Academy em Nova Iorque.
Este novo álbum foi produzido por Chris Coady (Beach House, Yeah Yeah Yeahs, TV On The Radio) e por Bruno Miguel, mentor da banda, no mítico estúdio "The Carriage House" (onde os Pixies conceberam o agora clássico "Doolittle").
Nele apresenta-se o projeto numa nova fórmula que quebra o lado mais intimista do anterior "Lylac" através de temas mais fortes com uma sonoridade negra.
Com a participação de José Luís Peixoto nas letras, é um trabalho conceptual que segue uma narrativa que se inicia, com a morte de alguém e que desperta uma procura do entendimento do próximo e da importância de partilharmos a nossa vida com outros.
Em 2014 o grupo irá fazer uma pequena série de concertos pelo Japão, para apresentar a nova edição do seu álbum a um exigente público e com mãos, na produção de um novo trabalho em Nova Iorque.
Estão abertas as inscrições, para o Terceiro Fórum Internacional de Jovens compositores até ao dia 31 Janeiro de 2014.
Este Fórum é organizado pelo Sond'Ar-te Ensemble Electric, no próximo mês de Março no Centro Cultural de Cascais e visa estimular a criação e a circulação de novas obras musicais pelos mais jovens.
De 2 a 7 de Março de 2014, o Centro Cultural de Cascais vai receber este evento que pretende ser um centro de pedagogia ao nível da troca de ideias, estética e conhecimentos, sob os vários aspectos da criação musical: composição, interpretação, novas técnicas instrumentais e novas tecnologias ligadas à música.
Durante o Fórum os jovens compositores irão ter a oportunidade, de trabalhar individualmente ou em conjunto com prestigiados compositores tais como: Ângela Lopes, António Sousa Dias, Laurent Cuniot, Miguel Azguime e Simon Emmerson.
Também vão trabalhar com os músicos do Sond'Ar-te Ensemble Electric composto por Elsa Silva no piano, Filipe Quaresma no violoncelo, Nuno Pinto em clarinete, Sílvia Cancela na flauta e Vítor Vieira no violino, já para não falar do Miso Studio que é um projecto de música de computador.
Por outro lado, vão ter ainda a oportunidade de assistir aos ensaios e concertos do Sond'Ar-te Ensemble Electric, durante os seis dias de duração do Fórum cujas aulas são realizadas em inglês.
Os interessados em participar podem fazer a inscrição, como "participantes ativos" ou "ouvintes" até ao final do mês de Janeiro.
Umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá
Herdou da noite a cor que é cor de mistério Mas tinha brancos os cabelos e a alma Tinha nos olhos a certeza que há no sério E no sorriso a doçura e a calma Foram seus braços o meu berço preferido Sua canção foi o feitiço apetecido Que me embalava e eu menino adormecido Ouvia a sonhar
É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá
Suas mãos negras se juntavam a pedir Senhor jesus olha o menino meu senhor Faz que o demónio não o venha a perseguir Senhor jesus mostra-lhe a paz e o amor Sou eu quem peço agora na minha oração Para que deus te mostre a minha gratidão Não te esqueci nem esqueci a tua canção Que canto para ti
É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá É umbadá, umbadeó-umbadá Umbadá
O Santuário de Panóias, a biblioteca, cafés, escolas e teatros vão ser palco para os 38 concertos do Festival de Ano Novo (FAN), que decorre em janeiro, em Vila Real e Bragança, para divulgar a música clássica.
O coordenador do Departamento de Produção e Programação do Teatro de Vila Real, Rui Ângelo Araújo, afirmou hoje à agência Lusa que o festival, que há oito anos dá as boas vindas ao novo ano, arranca no dia 4 de janeiro com dois concertos.
Em Bragança, atua a formação Gospel Collective e, em Vila Real, a Opera per Tutti, um projeto que junta músicos profissionais e cantores líricos e que nasceu com o intuito de levar grandes aberturas e grandes árias de ópera a todo o público.
Sob o lema "Música séria para gente divertida", o FAN pretende chegar a públicos de todas as idades e de todos os gostos e, ao mesmo tempo, incentivar o turismo cultural neste território. Por isso mesmo, a edição deste ano vai destacar o Santuário Rupestre de Panóias, Monumento Nacional desde 1910, que será palco de um concerto a 25 de janeiro pelo Quarteto Assai, que nasceu pela iniciativa de Cândida Oliveira, Hugo Ribeiro, Lurdes Carneiro e Marco Pereira.
A música erudita far-se-á também ouvir na Biblioteca Municipal de Vila Real e, a rubrica Café Vienense, apresentará pequenos concertos informais em quatro cafés do centro histórico de Vila Real. Procura-se assim, segundo a organização, ir ao encontro de “públicos inesperados”. No âmbito do FAN decorrerão ainda “concertinhos” para o público infanto-juvenil, tanto em algumas escolas como no auditório do Teatro de Vila Real.
Durante o mês de janeiro vão realizar-se 38 concertos, com artistas portugueses, espanhóis e provenientes do Reino Unido. O último concerto em auditório decorre a 25 de janeiro. Rui Araújo destacou ainda a presença de dois pianistas britânicos Steven Worbey e Kevin Farrell, que combinam música com humor. Pelos palcos do festival vão passar ainda o grupo Photomaton ou a Banda Sinfónica da PSP.
A programação complementar inclui a peça de teatro musical “A revolução dos que não sabem dizer nós”, uma coprodução ACE/Teatro do Bolhão + 1.ª Avenida, e o programa de Anne Teresa De Keersmaeker, pela Companhia Nacional de Bailado, com música de Debussy, Beethoven e Schoenberg.
O FAN, que é organizado pelos teatros municipais de Vila Real e de Bragança, conta com um orçamento que ronda os 40 mil euros, verba idêntica à do ano passado.
Na última edição, o evento contabilizou 3300 espectadores.
Perguntares como é que eu estou não e quanto baste Quereres saber a quem me dou não é quanto baste E dizeres para ti morri é um estranho contraste Nada mais te liga a mim tu nunca me amaste
Telefonas para saber como vai a vida E mais feres sem querer minha alma ferida E assim rola a minha dor pássaro ferido Que não esquece o teu amor estranho e proibido
Deixa-me só por um dia Deixa-me só por um dia Minha fria companhia Minha fria companhia
Dizes ser tão actual ficarmos amigos No teu jeito natural de enfrentar os perigos Sem saberes que tanto em mim ainda arde a chama Que não perde o seu fulgor que ainda te ama
Deixa-me só por um dia Deixa-me só por um dia Minha fria companhia Minha fria companhia Minha fria companhia
Lisboa acolherá em fevereiro o Festival de Inverno, um evento com concertos repartidos entre o Teatro do Bairro e o Santiago Alquimista e feito apenas de música portuguesa, explicou à agência Lusa o promotor Carlos Vieira.
"Queríamos fazer um festival de inverno, algo que mobilizasse Lisboa numa altura em que por norma é mais parada, tem menos espetáculos", afirmou o promotor.
A primeira edição vai decorrer nos dias 21 e 22 de fevereiro com seis concertos por noite, divididos entre o Teatro do Bairro (Bairro Alto) e o Santiago Alquimista (perto do castelo), com os bilhetes a darem acesso a todas as atuações e aos dois espaços, num modelo semelhante ao festival Mexefest.
Do cartaz deste festival de pequena dimensão apenas foi anunciada ainda a presença dos Mesa e de Balla, ambos no Santiago Alquimista.
Os Mesa, de João Pedro Coimbra e Rita Reis (no lugar de Mónica Ferraz), editaram este ano o álbum "Pés que sonham ser cabeças", enquanto Armando Teixeira, mentor de Balla, lançou no final de 2012 o álbum "Canções" e o disco de remisturas "Balla Redux".
Apesar do cardápio de festivais de música em Portugal contar com bastantes propostas, Carlos Vieira acredita que o Festival de Inverno se pode destacar por ser precisamente no inverno e por ter apenas artistas portugueses "de diferentes quadrantes, uns mais conhecidos e outros em ascensão".
Os bilhetes, entre os 25 (um dia) e os trinta euros (dois dias), serão colocados à venda na próxima semana.
FESTAS DE LISBOA | ANDAR EM FESTA APRESENTAÇÃO DE IDEIAS DE PROJECTOS ARTÍSTICOS
1. ENQUADRAMENTO E OBJECTIVOS
1. À semelhança de outras edições das Festas de Lisboa, a EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, E.M. (empresa municipal que inclui no seu objecto a produção e organização das Festas de Lisboa) pretende desenvolver o bloco de programação denominado ANDAR EM FESTA, que irá decorrer na Cidade de Lisboa, durante o mês de Junho de 2014.
2. ANDAR EM FESTA é uma iniciativa que ambiciona ser participativa convidando todas as pessoas a criar e a recriar, a divertir-se e a fazer parte dum momento num espaço urbano determinado.
3. O principal objectivo do ANDAR EM FESTA é o desenvolvimento de várias disciplinas artísticas nos transportes públicos da Cidade de Lisboa, reivindicando estes “espaços” como meio de expressão e interacção com os cidadãos.
4. Com o presente procedimento a EGEAC pretende incentivar jovens criadores e potenciar a produção de projectos artísticos nas mais diferentes áreas disciplinares.
5. Pretende-se assim com este procedimento seleccionar projectos artísticos com o objectivo de serem apresentados publicamente, no mês de Junho de 2014, no âmbito da iniciativa ANDAR EM FESTA, integrado na programação das Festas de Lisboa’14, e que irá decorrer nos seguintes espaços:
a) Metropolitano de Lisboa; b) Comboios da Linha de Cascais; c) Autocarros; d) Ascensores; e) Barcos (Ligações Fluviais).
Para além dos espaços acima referidos e considerados como obrigatórios, podem adicionalmente ser considerados, nas propostas a apresentar, outros espaços que se enquadrem no âmbito do conceito da iniciativa ANDAR EM FESTA.
Letra A B C Já procurei, cadé você? D E F Perto de ti tudo acontece! G H I Na hora certa vais estar aqui, P'ra mim
Hoje é domingo! Acordei a pensar em ti Que fizeste comigo? Para me deixares assim, Assim dessa maneira, Que eu quero pisar teu chão, Estou na tua mão.
Quero-te segunda feira Na terça, Na quarta. Depois ficas para a quinta. Sexta e no sábado outra vez. Logo mais já é domingo. Quero viver um déjà vu, Onde só estou eu e tu, Esquece o mundo miúda!
A B C Já procurei, cadé você? D E F Perto de ti tudo acontece! G H I Na hora certa vais estar aqui, P'ra mim
Boss Ac: Tu percebeste meu interesse, Mas esperaste o meu avanço. Paciente, não me canso, Balanço, mas não danço. Baby tu nem ligavas, Sorrias, dançavas, sabias bem que impressionavas. Né? Eu tranquilo nas calmas, Merecias uma salva de palmas. Foste tu que batizaste kuduro, És tipo google, tens tudo aquilo que eu procuro. E vais abaixo e vens acima. Fosletre és tipo o dima, bomba D'Hiroshima. Foi truque de magia, desaparecemos sem dizer nada. Nem nos viram a sair pela calada, Se não contares, eu não conto a ninguém, O que fiz contigo juro nunca fiz com ninguém, Deste-me o teu número, mas esqueci-me de guardá-lo. Diz-me onde estás, p'ra te ir buscar no meu cavalo.
A B C Já procurei, cadé você? D E F Perto de ti tudo acontece! G H I Na hora certa vais estar aqui, P'ra mim
É certo, É lógico p'ra mim. Mas quero descobrir. Olha quem não joga, não ganha.
A B C Já procurei, cadé você? D E F Perto de ti tudo acontece! G H I Na hora certa vais estar aqui, P'ra mim
A B C Já procurei, cadé você? D E F Perto de ti tudo acontece! G H I Na hora certa vais estar aqui, P'ra mim
Alguns dos maiores nomes do panorama musical português unem as suas vozes num concerto solidário que decorre no dia 3 de abril, no MEO Arena, em Lisboa, para proporcionar a todos uma noite de muita música e boa disposição, contribuindo ao mesmo tempo para uma boa causa.
“Cantar Lisboa” – Concerto por um Novo Futuro tem já confirmadas as participações de Ana Bacalhau (Deolinda), António Zambujo, Carminho, Cuca Roseta, Gisela João, Luísa Sobral, Manuela Azevedo (Clã), Miguel Araújo (Azeitonas), Miguel Gameiro (Pólo Norte), Paulo Gonzo e Tiago Bettencourt. Estes artistas juntam-se numa missão solidária para ajudar a proporcionar um novo futuro a dezenas de crianças e jovens, cheio de sorrisos e esperança.
Esta é a quarta edição dos Concertos por um Novo Futuro, organizados pela Associação Novo Futuro, cujas receitas revertem para a manutenção dos lares de acolhimento da instituição.
A Associação Novo Futuro é uma instituição sem fins lucrativos que apoia 74 crianças e jovens com dificuldades através de oito lares de acolhimento localizados na área da Grande Lisboa.
Ajudar é um Espectáculo!
Informações sobre o Evento:
Data: 3 de abril de 2014
Hora: 21h30
Local: MEO Arena
Preços: Entre 10€ e 40€
Locais de Venda: www.blueticket.pt, Lojas FNAC, Lojas Worten, Agência ABEP, Agência Alvalade, El Corte Inglés, Lojas Media Markt, Turismo de Lisboa.
Sobre a Associação Novo Futuro
A Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens Novo Futuro é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada em 1996 em Portugal. De âmbito nacional e sem fins lucrativos, tem como objectivo o acolhimento em Lar de crianças e jovens privados de ambiente familiar adequado, proporcionando o desenvolvimento humano a que têm direito, ao afecto, bem-estar e privacidade, para além de uma educação que lhes permita uma plena integração na sociedade.
No último dia de 2013, são várias as sugestões para quem quer entrar no novo ano em festa. Há ofertas para todos os gostos:
Para quem gosta de música eletrónica, NYE'14 é a escolha certa. O evento decorre no Cais da Matinha, no Parque das Nações, e tem como confirmados osStereo Addiction e os Buraka dj's.
Ainda na mesma onda, o Espaço Zero recebe Funfarra Electrónica. A festa pretende recriar o ambiente burlesco do circo dos anos 30 e 40 do século XX, e tem como mestre de cerimónias o dj internacional Frivolous.
Continuando em modo dj, o Teatro do Bairro convida os D.M.A a animar a festa, uma dupla que promete diversão e boa música.
Para os mais rockeiros, sugerimos uma visita ao Casino Lisboa, que recebe os Amor Electro. A banda de Marisa Liz sobe ao palco depois da meia-noite, e o dj António Coimbra anima a festa noite fora.
Noutro lado da cidade, no bairro da Mouraria, Há Ano Novo na Mouradia. A festa começa às 22h com os Trio Latinidade e a dj Troc'opassos. O evento decorre na Associação Renovar a Mouraria e é de entrada livre.
Para Acabar de Vez com 2013 é outra ideia original, desta vez da Fábrica Braço de Prata. Para afogar as mágoas e esquecer as tristezas do ano que agora termina, a Fábrica organizou um cartaz que conta com nomes como Maria João, Fara Fanfarra ou Nicole Eitner. A animação começa às 20h e só termina às 10h do dia 1 de janeiro.
A não esquecer, naturalmente, a tradicional festa de passagem de ano no Terreiro do Paço, este ano denominada UP Lisboa 2014. Com animação a cargo deHerman José e do dj André Henriques, a festa promete não desiludir, incluindo o habitual fogo-de-artifício à meia-noite. Depois das passas comidas, Pedro Abrunhosa sobe ao palco para receber o primeiro dia de 2014. Como vê, são várias as sugestões para esquecer o frio, sair de casa e vir festejar a entrada no novo ano com a cidade.
22.30 horas – Concerto "Amanhecer" por João da Ilha
24.00 horas – espectáculo de fogo-de-artifício
00.30 horas – DJ Monchike
João da Ilha
"Chega a primeira luz da manhã e começa a fazer dia sobre um porto insular, infindável albergue de canções, poesias, histórias e vidas. É esse o lugar do João da Ilha, com o mar no incógnito horizonte. Está a amanhecer..."
João da Ilha é um cantautor açoriano que faz música portuguesa com inspiração atlântica. De uma das místicas Ilhas Açorianas, a Terceira, partiu um dia o João para “desembarcar” na bela cidade Sadina de Setúbal, onde se juntaram Nuno Carpinteiro (acordeão) e Sandro Maduro (baixo). Começou assim um novo projecto, agora em grupo, dedicado à música moderna portuguesa, tendo como universo de inspiração os Açores, a ambiência da cidade à beira Sado e as influências do mundo.
O álbum "Amanhecer" (2011) surgiu como progressão natural de uma ideia musical que se afirma num estilo próprio, firmando a língua portuguesa e integrando diversas influências que culminam numa sonoridade acústica, calma e sobretudo viajante… É música do Atlântico!
DJ Monchike
A comemorar 20 anos de carreira, o Dj Monchike regressa às origens para animar este fim de ano numa das mais belas baías do mundo.
Apreciador de várias vertentes musicais, a sua energia não deixa ninguém indiferente e contagia qualquer pista de dança, num estilo de house cantado e festivo.
Estreou-se no Complexo Turístico de Tróia e mais tarde obtém, na Praia da Rocha, em Albufeira, um dos seus pontos altos da carreira – Hora H, Pé de Vento e Horta 2 – e foi residente em vários clubes de referência na margem Sul, como o KGB Setúbal, RS Dreams, Comporta Café, Soltroia Beach Club, Bolina, Club do Rio, Avenue Café; partilhando cabine com alguns dos melhores dj’s internacionais: Roger Sanchez, Axwell, Steve Angello, Copyright, Gregor Salto, Mastiksoul, Pete Tha Zouk, Diego Miranda, entre outros.
Em 2007, Pedro Monchique lançou-se também à rádio, com o programa Setúbal Dance Night, na Rádio Voz de Setúbal e, mais tarde, à televisão como editor de imagem, cameraman e apresentador na Setúbal TV.
A passagem de ano em Albufeira será repleta de animação com um programa a iniciar a 28 de Dezembro com destaque para o cantor português de reggae Richie Campbell.
No dia 28 o evento Paderne Medieval invade esta aldeia do barrocal algarvio e leva os visitantes a recuar no tempo. Até 01 de Janeiro, são cinco dias em que é possível visitar o mercado medieval e assistir a desfiles, exibições, actuações musicais e a muitos outros momentos, que possibilitam um regresso ao passado.
Para o último dia do ano a Praia dos Pescadores recebe pelas 22:00 a actuação do algarvio DJ China feat e de Kat Blu, cantora soul norte-americana.
Richie Campbell subirá a palco nesta mesma noite acompanhado da sua 911 Band com um concerto que será, não só o último espectáculo do ano, como da sua digressão.
O artista que encheu o Coliseu do Porto e o Campo Pequeno em Lisboa promete mais um grande espectáculo, ele que pretende "cada vez mais divulgar o reggae em Portugal e afirmar-me lá fora" como referiu em recente entrevista ao Jornal Hardmúsica.
A meia-noite tem também uma celebração especial na zona da Oura, um dos pontos preferidos para o final de ano, com um espectáculo de fogo-de-artifício, que marca o início de 2014.
Já nas Areias de São João, na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, a animação é garantida pela Star Parade, que junta dezenas de artistas de artes circenses com muitas performances quer na rua quer nos estabelecimentos aderentes.
No inicio de 2014, entre 02 e 05 de Janeiro o humor tem também lugar de destaque na programação, com "Espectáculo de humor- SOLRIR" que acontece pela primeira vez no Palácio de Congressos do Algarve, Herdade dos Salgados.
Marine Antunes, a jovem autora do livro "Cancro com Humor", António Raminhos, Aldo Lima, Serafim, João Seabra e Nilton serão alguns dos convidados.
Albufeira convida assim todos os amantes da música e do humor a sair de 2013 a cantar e a entrar em 2014 a rir.
A Orquestra Clássica do Sul (OCS), sucessora da Orquestra do Algarve e que se estreou em outubro passado, anunciou hoje que vai iniciar a sua temporada oficial em janeiro próximo com um concerto em Loulé, dirigido pelo maestro Jean-Marc Burfin.
A OCS apresentou-se pela primeira vez no passado dia 4 de outubro, na igreja do Carmo, em Tavira, e "embora em atividade artística desde outubro de 2013, inicia a sua temporada oficial em janeiro de 2014, que decorrerá até dezembro do próximo ano", acrescentou a orquestra em comunicado.
O concerto de Ano Novo, que abre a temporada, realiza-se no dia 1 de janeiro às 17:30, no Cineteatro Louletano, em Loulé. O programa do concerto, "seguindo a tradição vienense, brinda a chegada de mais um ano com as famosissímas polcas e valsas da família Strauss, nomeadamente a célebre valsa 'Danúbio Azul' e a 'Marcha Radetzky', que encerra o programa", disse à Lusa fonte da OCS.
Além das obras da dinastia Strauss, a OCS interpretará também a Dança Húngara n.º 5, de Johannes Brahms, e a "Dança das Horas", da ópera "La Gioconda", de Almicare Ponchielli. O mesmo programa é apresentado no dia 2 de janeiro, às 21:30, no Cineteatro Sousa Telles, em Ourique, no Baixo Alentejo.
Aquando da sua apresentação à imprensa, em setembro passado, Cesário Costa, maestro titular e diretor artístico da OCS, afirmou a intenção de a orquestra, além do Algarve (onde tem a sua sede), se apresentar no Alentejo, Península de Setúbal e na Andaluzia. No ano de 2014 a OCS prevê também deslocar-se a Angola, anunciou Cesário Costa.
Entre as várias iniciativas para esta temporada, o maestro e diretor artístico anunciou a realização de um concurso internacional de Jovens Maestros, um outro para Jovens Solistas, destinado aos estudantes do sul de Portugal e de Espanha, e um "atelier" para novos compositores dirigido por António Pinho Vargas, a quem a OCS encomendou uma peça que irá estrear.
O maestro Jean-Marc Burfin, que vai dirigir a OCS em Loulé e Ourique, é atualmente professor na Academia Nacional Superior de Orquestra da Metropolitana, em Lisboa, e maestro titular da respetiva Orquestra Académica. Obteve em 1987, por unanimidade, o 1.º prémio de direcção de orquestra na classe de Jean-Sébastien Béreau, no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, e, no mesmo ano, em julho, a convite de Leonard Bernstein, dirigiu a Orquestra Sinfónica de Paris.
Burfin frequentou "masterclasses" orientadas por Franco Ferrara, Charles Bruck, Pierre Boulez e Vitaly Kataev e é diplomado pela Academia de Verão do Mozarteum, em Salzburgo, na Áustria.
Em 1991 Jean-Marc Burfin foi finalista laureado do Concurso Internacional de Jovens Diretores de Orquestra de Besançon, em França, e recebeu um prémio especial da Orquestra da Rádio-Televisão de Moscovo.
O maestro francês dirigiu várias orquestras no seu país natal e também a Potsdam Phillarmonie, Würtembergische Phillarmonie e a Sinfónica de Oviedo, entre outras. Na temporada de 2003/04 foi diretor artístico da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Dois dos maiores artistas portugueses juntam-se pela primeira vez num concerto duplo numa das salas mais icónicas de Portugal, numa festa de passagem de ano que vai ficar para a história.
Jorge Palma acompanhado pelos seus músicos, e Manuel João Vieira e os míticos Ena Pá 2000 vão assim receber 2014 na mítica sala da Voz do Operário na Graça, numa noite única e irrepetível, cheia de entretenimento e encanto.
Em breve serão anunciadas mais confirmações para este grande evento.
► Local: Voz do Voz Operário (Graça) ► Morada: Rua da Voz do Operário nº 13 ► Hora: 20h / 06h
Would you catch me if I fall Deep in the dark of me And shape my tears into butterflies A perfection that no-one seized
I awake let me suffocate Can't breathe right now I'm begging and screaming Let me out!
I run, I fall, I try but I break I'm crying, I'm screaming Let me out!
Let me fall into your hands Take me up make me shine again Let me fall into your hands
I escape, let me suffocate Can't see right now... I'm blind with despair, help me out I'm dreaming, insane, I'm running away Can't take it, I'm screaming Let me out!
Let me fall into your hands Take me up make me shine again Let me fall into your hands
Embrace my skin, erase the sorrow Encourage me to see tomorrow And let me fall into your hands
A banda Kandia, proveniente do Porto, venceu na sexta-feira, com a canção “Scars”, a segunda edição do concurso mundial Global Rockstar, que consiste numa votação digital ao longo de vários meses.
Em comunicado assinado pela vocalista Nya Cruz, a artista refere que este momento assinala o “fim de quatro meses de árdua votação” que culminam com uma “vitória mais que merecida”.
O concurso contou com a participação de centenas de artistas internacionais, tendo a banda Saraha da Tanzânia ficado em segundo lugar, e atribui aos vencedores um prémio de 10 mil dólares (7,3 mil euros) “em dinheiro e equipamento”.
“Ao fim de quatro meses, esta banda sediada no Porto que conta já com seis anos de vida e algumas vitórias pelo caminho - o seu álbum foi lançado através de uma plataforma de financiamento coletivo financiada a 100% pelos fãs - vê assim o prémio ser entregue a Portugal numa vitória mais que merecida”, refere o comunicado.
O concurso Global Rockstar foi fundado em outubro de 2012 por Christof Straub e Ronny Steibl, uma dupla que, na página da competição, afirma ter decidido avançar por “adorar canções” num mundo onde há “tanta música por descobrir e a que vale a pena ouvir”. “O objetivo é que os artistas recebam o máximo de visibilidade e de lucro financeiro (…) para garantir um resultado justo utilizadores de todo o mundo compõem o júri via redes sociais”, acrescentam.
I'm here to stay Too many characters I haven't played And when you thought I'd lost my way I got myself back on my feet again And you should know that I See it in your eyes I'm here to suffice... and this is more than I asked for
These scars upon my face? They prove I lived And I left my pain behind myself deep in the dark These scars inside my brain go deep within And I know that I'm good but am I good enough for you?
It's me again With all my baggage and the foolish blame I know you thought I went astray But I came back to win another game I know you think that you're mastering the ways to control my own will I'm dragging myself and there's no second skin I'm playing all the parts
Lift this burden off my arms And take this pain away from me 'cause this is more than I asked for
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