Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Gonçalo Tavares


Gonçalo Tavares

“Se”

 

Disponível nas Plataformas digitais pela Farol Música

 

 

Fundou algumas bandas de garagem e de covers, os “Amigos do Presidente”, “Copyvarios” e os “Tempo”, Gravou vários singles e tem produzido e participado em outros tantos álbuns, com a colaboração de grandes músicos.

 

Sonhou e construiu o “TEMPESTUDIO” em 2009, onde começou a produzir os seus próprios temas, tendo já 2 álbuns gravados a solo.

 

Em 2010 Grava o seu primeiro álbum a solo, “O Segredo que nos fez sonhar” com a colaboração de Alfredo Moura, produtor de Daniela Mercury. Em 2010 passou à fase final do Festival RTP da Canção com o tema “Rios”  a primeira faixa do álbum.

 

Em 2012 GT grava o segundo álbum a solo com o nome “SE” que apresenta no Campo Pequeno dia 7 de Dezembro e nos Multiusos de Guimarães a 10.

 

Os 17 temas deste novo álbum vão fluindo numa mistura de baladas, pop e alternativo, em que 6 temas  aparecem como bónus track, retirados do concerto ao vivo no  Campo Pequeno



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Letra

 

Talvez a mãe fosse rameira de bordel

Talvez o pai um decadente aristocrata
Talvez lhe dessem à nascença amor e fel
Talvez crescesse aos tropeções na vida ingrata

 

Talvez o tenham educado sem maneiras
Entre desordens, navalhadas e paixões
Talvez ouvisse vendavais e bebedeiras
E as violências que rasgavam corações
Talvez ouvisse vendavais e beredeiras
E as violências que rasgavam corações

 

Talvez ardesse vagamente em várias chamas
Talvez a história fosse ainda mais bizarra
No desamparo teve sempre duas almas
Que se chamavam a viola e a guitarra

 

Pois junto delas já talvez o reconheçam
Talvez recusem dar-lhe o nome de enjeitado
E mesmo aqueles que não cantam não esqueçam
Nasceu assim, cresceu assim, chama-se fado
E mesmo aqueles que não cantam não esqueçam
Nasceu assim, cresceu assim, chama-se fado

 

Música Fernando Tordo

Letra Vasco Graça Moura



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 Rita Dias com Filipe Almeida - "Fado Nação" from MPAGDP on Vimeo. Letra 
É a casa de fado
Petisco aprumado
Com verde feijão.
Tem um frade na mesa
Tamanha surpresa
Saudosa oração.
Lá no canto, o dueto
Com cordas de preto
O silêncio a fio.
E no cume da escada
Uma voz veludada
A cantar no vazio
Da sala bordada
Com pompa de Infante
Sorriso distante
E um olhar sobre o rio.
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Passeando em Alfama
A saudade de Gama
É um bairro cortês.
Vê-se o Chico na tasca
Laureando uma lasca
Em jargão português.
Cantadeira bonita
A Flor-Peixe Arrebita
Em memória da avó.
Que varina alfacinha
A melhor da sardinha
E pra andar no laró
Quase perdida.
Gente simples e pura
Pregão de ternura
De olhar para nós.

Mas…
Todo o bairro afamado
Com as notas do fado
É um palco nação
Onde o Zeca da Amora
E o Chico da Flora
Fazem confusão.
E trazemos por dentro
Uma salsa, um coentro
Ou um fado-canção
Com azeite no pão.
Uma santa no peito,
Uma falta de jeito
E um poema na mão.


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Letra

 

Eu não sei quem te perdeu 

Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.
E pediu-me
Que lhe levasse o medo,
Eu disse-lhe um segredo:
"Não partas nunca mais".

E dançou,
Rodou no chão molhado,
Num beijo apertado
De barco contra o cais.

E uma asa voa 
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.

Abraçou-me
Como se abraça o tempo,
A vida num momento
Em gestos nunca iguais.
E parou,
Cantou contra o meu peito,
Num beijo imperfeito
Roubado nos umbrais.

E partiu,
Sem me dizer o nome,
Levando-me o perfume
De tantas noites mais. 

E uma asa voa 
A cada beijo teu,
Esta noite
Sou dono do céu,
E eu não sei quem te perdeu.




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Factor X: Definidos os 15 finalistas para as galas


Factor X: Definidos os 15 finalistas para as galas

No passado dia 24 de Novembro, foram revelados os 15 finalistas que irão estar nas galas do Factor X.

 

A vocalista dos The Gift, Sónia Tavares, seleccionou com a ajuda do seu convidado Paulo Praça, os convidados Dário Ferreira, Jair Neves, José Freitas, Sara Ribeiro e Teófilo Sonnemberg na sua categoria de Adultos.

 

O mentor dos Jovens, Paulo Junqueiro, com a ajuda da cantora portuguesa Aurea escolheu Diogo Santos, Diogo Valente, Mafalda Gomes, Mariana Rocha e Rita Cabreira para estarem presentes nas galas.

 

Nos grupos, cujo mentor é PauloVentura os cinco magníficos escolhidos foram Bring Us Tomorrow, Helis&Ela, Netas do Fado, The Proof e X4U.

 

As galas terão inicio no próximo Domingo, dia 01 de Dezembro, que terá a apresentação a cargo de Bárbara Guimarães e João Manzarra.

 

O público terá a partir de agora também um papel activo através do voto telefónico para decidir quem elimina e quem passa às galas seguintes até à grande final.

 

Relembramos que o vencedor do Factor X ganhará para além de 100.000 euros a oportunidade de gravar um disco com a Sony Music Portugal.


Retirado do HardMúsica



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Segunda-feira, 25 de Novembro de 2013

Tekilla, erro perfeito


TEQUILLA
“Erro Perfeito”

Disponível nas Plataformas Digitais pela Farol Música

 

 

"Um dos álbuns mais aguardados do ano está prestes a ser lançado e que álbum”.

 

"ERRO PERFEITO" é o 3º trabalho de originais desta figura incontornável do hip-hop nacional. Depois de TEKILOGIA lançado há quase 10 anos, em 2004 e "A PREVIEW" de 2009 , e de colaborações com Dj Cruz, Dj Kronic, Dj Bomberjack, Dj Assassino, Dj Ride, Dj Player, Kalaf e Conductor de Buraka Som Sistema, GNR, Sam The Kid, Valete, Kacetado, Cool Hipnoise, Otis (saxofonista), Xeg, Regula, T.T, Diana, Agir, Sagaz, New Max (Expensive Soul), S.P, Elaisa, Virgul (Da Weasel), Dino (NSF), surge agora este trabalho que revela a verdadeira essência deste MC e compositor, fruto de um percurso rico em experiências não só a nível musical . 


Mais do que uma sequência de faixas este álbum é um relato honesto do percurso de Telmo Galeano. Um lado mais pessoal é aqui mostrado e é também uma forma de agradecer a quem o acompanhou nesta viagem, e que conta com participações de luxo como New Max de Expensive que participa no 1º single "Nada de novo",Elaisa, Kalaf dos Buraka Som Sistema, Cool Hipnoise, Nigga Poison, Dino, Otis, entre outros. 


Ao longo de 17 faixas e quase uma hora de música Tekilla dá-nos a conhecer este lado, que muitos desconhecem e que pouco vimos nos trabalhos anteriores. Evidente em faixas como AMADURECIMENTO ou O CAMINHO (feat. KALAF  e JOÃO GOMES). Sem dúvida Amadurecimento é a palavra que melhor define este álbum e vão perceber porquê. 


Como a sua personalidade, também "ERRO PERFEITO" é multifacetado, basta ouvir SINÓNIMO ( feat. SAM THE KID ), dedicada aos fãs mais fundamentalistas, TEKILLA brinda-os com este hino ao hip-hop hardcore. " Chega de beats com pipocas" ou " a fazer barulho for real, não há campainhas aqui " são só algumas das punchlines. 


"ACIMA DE TUDO" é a faixa número 6, uma homenagem aos grandes mestres do soul/funk e conta com a voz de Marga Munguábe e Milton Gulli juntamente com o resto do grupo Cool Hipnoise, numa parceria perfeita. 


Um álbum para ouvir em loop, partilhar e preparar essas letras para os concertos ao vivo.



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Letra

 

Diabo no corpo 

Corpo
Como um mapa sagrado,
Em ti desenho o pecado.
Escrevo o mundo no meu
Corpo,
Com um toque divino,
Faço da pele o destino.
Sente nas mãos este meu
Corpo
Uma estátua ardente,
E a cada toque teu,

Até a passerelle devagar
Se vai abrir por ti,
E toda a música que ouvires
Irá ser por existires
Sempre que digo:

Uhuuu, tenho o Diabo no corpo, Uhuuu, tenho o Diabo no corpo Leva o meu
Corpo,
Por um momento eterno,
Fazes-me a vida um inferno.
Escondo um louco no meu
Corpo,
Um infinito prazer,
Por isso: "Qu'est-ce qu'on va faire?".
Só tenho tempo para o meu 
Corpo,
Como uma sombra inquieta,
E nessa voz discreta,

Até a passerelle devagar
Se vai abrir por ti,
E toda a música que ouvires
Irá ser por existires
Sempre que digo:

Uhuuu, tenho o Diabo no Corpo,
Uhuuu, tenho o Diabo no Corpo.




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Mais de 30 músicos despem canções para voz e guitarra em duplo álbum
Mais de trinta artistas portugueses juntaram-se em torno da voz e da guitarra para um álbum "que revela a enorme capacidade artística" de uma nova geração, disse à Lusa um dos directores artísticos, António Guimarães.

O duplo álbum "Voz e guitarra 2", a editar na segunda-feira, reúne 34 canções - quase todas do repertório português - feitas apenas com aqueles dois instrumentos, por músicos como Samuel Úria, Nuno Prata, JP Simões, Ana Bacalhau, Sara Tavares, António Zambujo e Márcia Santos.

O álbum é editado quinze anos depois de um primeiro volume pensado por António Miguel Guimarães, exactamente nos mesmos moldes: desafiar músicos portugueses a interpretarem canções dos próprios ou alheias, apenas com voz e guitarra acústica.

 

Esse primeiro volume já não se encontra nas lojas, mas vendeu na altura cerca de vinte mil exemplares, atingindo a platina, disse António Guimarães.

 

"A ideia de fazer um segundo volume perseguia-me há muitos anos, mas decidi que só o faria dez a doze anos depois do primeiro, para deixar afirmar uma nova geração que eu tivesse a certeza que tem o seu público e dá atenção às palavras. Neste caso o tempo é bom conselheiro", sublinhou.

 

Ainda que a música portuguesa tenha um repertório para vários volumes com este conceito, só agora é que o produtor, em conjunto com o músico Manuel Paulo, avançou para um segundo álbum, também ele duplo.

 

Do alinhamento fazem parte alguns temas inéditos, mas em particular reinterpretações de canções conhecidas do público português: "É um teste às músicas, saber se resistem ao tempo e a essa condição de apenas terem voz e guitarra. E os artistas também estão mais expostos", disse.

 

Do álbum fazem parte, por exemplo, "Problema de Expressão", dos Clã, pela voz de Sara Tavares, "Lembra-me um sonho lindo", de Fausto, por João Pedro Pais, e "Estrela da tarde", de Fernando Tordo, para a voz de Carlos do Carmo, agora com Ana Bacalhau, dos Deolinda.

 

Tim, vocalista e baixista dos Xutos & Pontapés, que também participou no primeiro volume deste projecto, interpreta agora "Engrenagem", de José Mário Branco.

 

Há ainda Samuel Úria a cantar "Chamar a música", que Sara Tavares interpretou num festival da canção, Rui Reininho a interpretar "Sempre que o amor me quiser", de Luís Fonseca para Lena d'Água, e António Zambujo, a recriar "O meu amor existe", de Jorge Palma.

 

Também se pode encontrar a cantora Maria João a interpretar Da Weasel, Luísa Sobral a recriar um tema de Luís Represas e Márcia Santos em torno de duas canções, uma de Sérgio Godinho, outra, de António Variações.

 

O álbum conta ainda com as vozes de Nancy Vieira, Ana Deus, Mafalda Veiga e Marisa Liz (dos Amor Electro) e a interpretação instrumental dos Dead Combo, Mário Delgado, Luís Varatojo e José Peixoto.

 

O trabalho gráfico do álbum, assim como de um livro com 40 ilustrações, é de António Jorge Gonçalves.

 

António Guimarães quer fazer um terceiro volume, mas é preciso tempo para deixar surgir mais novos músicos, e não descarta a hipótese de passar este trabalho discográfico para palco.

 

Retirado do Sol



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Letra

 

Dizem que já não me queres
Que há outro na tua vida
E que é dele que tu gostas
São as línguas das mulheres
Que vinham lamber-me a ferida
Se me virasses as costas

Se eu não levo isso a peito
Nem olho para a desdita
Como coisa que se veja
Tu tens de perder o jeito
De ser sempre a mais bonita
E despertar tanta inveja

Dizem que já me enganaste
Soprando no meu ouvido
Fados de rara beleza
Não sei se me atraiçoaste
Mas eu senti-me traído
Mesmo sem ter a certeza

Nada disto acontecia
Se desses as tuas voltas
Sempre, sempre, ao meu redor
Tens de perder a mania
De deixar as pontas soltas
Na história do nosso amor



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Letra 

 

Pedes a bica corrida e dás graxa ao sapato

passas no pica da Graça e só desces no Rato

 

compras jornais numa estrela

tomas a meia de Lapa

páras na minha janela 

e reabres o mapa

 

guardas a imagem no Bolso da baixa Chiado

são três postais de Lisboa e do pátio do lado

 

Segues daqui a São Bento

fintas os Santos da estrada

ficas sem pé no sodré mas ninguém te diz nada

 

Põe a Bandeira no peito e a caravela no mar

corta o país a direito até naufragar

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a proa de um povo que teima em cantar

 

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a festa acabada que teima em durar

 

somos a festa acabada que teima em durar

somos a festa acabada que teima em durar

durar

 

Chegas às linhas do norte pela foz da ribeira

pedes aos teus aliados um porto à lareira

tens Boavista na rua e um Campo Alegre no centro

passas as tripas da moda francesa pra dentro

 

Ouves a fala arrojada e um grito dragão

compras a fita azulada ao café do Bulhão

mas pões Serralves ao ombro e campanhã num banquete

regressas à tua viagem com o pica bilhete

 

Põe a Bandeira no peito e a caravela no mar

corta o país a direito até naufragar

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a proa de um povo que teima em cantar

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a festa acabada que teima em durar

 

somos a festa acabada que teima em durar

somos a festa acabada que teima em durar

durar

 

Partes de Chaves com tanto Pinhão na camisa

sobes à Estrela e desces às colchas de Nisa

provas o queijo de Serpa

já nem sabes se és turista

bebes de Sagres e jogas à bisca

 

Põe a Bandeira no peito e a caravela no mar

corta o país a direito até naufragar

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a proa de um povo que teima em cantar

 

com um cravo ao sol na lapela

e um talvez nunca chegar

somos a festa acabada que teima em durar

 

somos a festa acabada que teima em durar

somos a festa acabada que teima em durar

durar



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Letra

 

When you´re young sometimes
You don´t realize
All the precious gifts
That were carried on to you
When you lose someone dearest to your soul
You will learn to face your self control

Mother Mother
Come and take me now
Back into your heart
Please just be there
For me once again
Like an old friend...I´ll wait

There were many things 
I would like to have said
But stupidity
Kept it in my head
I will think of you
For so many years
I just hope ´til then
You will still be clear

Mother Mother
Thanks for taking my
Head out of the sand
You made me cherish
What I truly have in my hands
Mother Mother
Come and take me now
Back into your heart
Please just be there
For me once again
Like an old friend...I´ll wait



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Domingo, 24 de Novembro de 2013

 

Letra

 

Meu coração não sei por que 
Bate feliz Quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim, foges de mim...

Meu coração não sei por que 
Bate feliz Quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim, foges de mim...

Ah se tu soubesses como eu sou 
Tão carinhoso e muito, muito 
Que te quero... E como é sincero
Meu amor... Eu sei que tu não 
Fugirias... Mais de mim...
Vem... Vem... Vem... Veeeem... 
Vem sentir o calor dos lábios 
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem... Feliz...

Ah se tu soubesses como eu sou 
Tão carinhoso e muito, muito 
Que te quero... E como é sincero
Meu amor... Eu sei que tu não 
Fugirias... Mais de mim...
Vem... Vem... Vem... Veeeem... 
Vem sentir o calor dos lábios 
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem... Feliz...




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Branko, dos Buraka Som Sistema, terá residência musical em rádio da BBC

O músico e produtor João Barbosa, conhecido como Branko, dos Buraka Som Sistema, inicia, no próximo dia 28, uma residência musical na britânica BBC Radio 1, num programa semanal dedicado à música eletrónica, anunciou a editora Enchufada.


A residência consiste na participação, durante os próximos quatro meses, no programa semanal "In new DJs we trust", que conta com a participação de vários DJ internacionais, como Jackmaster, Mosca e Brodinski.

 

A primeira sessão de Branko estrear-se-á no dia 28, e poderá ser escutada também na Internet em http://www.bbc.co.uk/programmes/b03j5pjb, com o produtor português a apresentar, segundo a BBC, a mais inovadora música eletrónica de todos os pontos do planeta.

 

João Barbosa é um dos fundadores dos Buraka Som Sistema e tem seguido também um percurso a solo, tendo editado este ano a "mixtape" "Drums, Slums & Hums", uma remistura de batidas eletrónicas com a participação de váras vozes, nomeadamente Roses Gabor, Zebra Katz e Kalaf.

 

Os Buraka Som Sistema estão atualmente a preparar um novo álbum de originais e atuam na sexta-feira na Aula Magna, em Lisboa, depois da exibição do documentário biográfico "Off the beaten track", de João Pedro Moreira, que permite perceber a dinâmica do grupo, em viagem por vários países, como Angola, Venezuela, França e Índia.

 

O núcleo duro dos Buraka Som Sistema inclui Kalaf Ângelo, DJ Riot, Branko e Conductor, ao qual se junta a MC e bailarina Blaya.

 

retirado do Sapo Música



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Letra

 

Sou do fado
Como sei
Vivo um poema cantado
De um fado que eu inventei
A falar
Não posso dar-me
Mas ponho a alma a cantar
E as almas sabem escutar-me 
Chorai, chorai
Poetas do meu país
Troncos da mesma raíz
Da vida que nos juntou
E se vocês não estivessem a meu lado
Então não havia fado
Nem fadistas como eu sou 
Nesta voz tão dolorida 
É culpa de todos vós
Poetas da minha vida 
A loucura, ouço dizer
Mas bendita esta loucura de cantar e sofrer 
Chorai, chorai
Poetas do meu país
Troncos da mesma raíz
Da vida que nos juntou
E se vocês não estivessem a meu lado
Então não havia fado



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Letra

 

(Senhoras e senhores, diretamente do 2º piso
Coletivo dealemático, MUNDO SEGUNDO)

Super lirical sempre tenso e complexo
Eis a chave da saída e não a chave do sucesso
Ficarias perplexo se te explicasse verso-a-verso
Que grande parte dos MC's tem um estilo supérfluo
Superficial, trivial, irreal
Falso de fachada, fantasia, Carnaval
Aqui mora o real, hip-hop de Portugal
14 anos de clássicos no panorama musical
Esses que tentam abafar-nos (quê?) não têm vida
Fundo de desemprego (quando?) já de seguida
Aguarda na fila porque já dá a volta ao bloco
Cresce e aparece, procura mérito próprio
Mais um colóquio comitiva dealemática
Sem patilha de segurança, vocal semi-automática
Certo como matemática, insurretos na temática
Psicossomática, gramática, acrobática

(Senhoras e senhores, diretamente do 2º piso


Coletivo dealemático, MC MAZE)

 

Sou malabarista lírico, rei do vocabulário
Incendiário, satírico no comentário
Com salário dependente de datas no calendário
O que é bizarro é que eu nem canto eu falo rápido
É o meu tique, libertação de rimas em cadeia
Sopa de letras contra-indicação, cefaleia
Ginástica acrobática da mente elástica
Rápida, sinapse eléctrica automática
Conteúdo extra-nutritivo pode ser nocivo
Consumido, em sobre dosagem é suicídio
Para novos MC's do fluxo básico, primário
Que absorvem estas rimas como um penso diário
Troco sangue, suor e lágrimas por um honorário
E sentes logo a vibração, a palpitação do teu coração
É dealema em acção, é dealema em acção

 

(Quem?) Mundo, Fuse, Maze e Ex-Peão
(Com) DJ Guze, estamos à patrão
(Quando) Quando o tópico é revolução
(Nós) Damos início a mais uma sessão [x2]

 

(Senhoras e senhores, diretamente do 2º piso
Coletivo dealemático, EX-PEÃO INFILTRADO)

Palavras mágicas, reais e trágicas Imagens rápidas,
reativadas como flashes de ácidos na mente
São os clássicos, dealemáticos com palavras bifurcadas
Por entre as serpentes, liga os máximos
Não consigo ver um palmo à frente
Reconhece a cidade pelo nevoeiro
Juntos nesta missão poética que brilha na métrica
E espalha a mensagem duma visão profética
Eis-nos sempre clarividentes na linha da frente
Como antigos réis do médio Oriente
Usamos tácticas revolucionárias
Tiramos máscaras a gajos cínicos
Não damos mentes plásticas
Com som mecânico e orgânico em simultâneo
Criando pânico, nunca o ódio, decifra o código
Léxico, técnico, ao nível ótico
Assaltamos mentes neste caos babilónico

(Senhoras e senhores, diretamente do 2º piso


Coletivo dealemático, FUSÍVEL, INSPETOR MÓRBIDO)

 

Desci à terra sob a forma de MC, olha para o ar
Fusível, encripta o Céfalo, o meu avatar
Notívago olímpico, dou trepas quando trepo em versos
como um lince ibérico necrófago para encéfalos
Ejaculo em crápulas com particularidades másculas
A vossa fórmula é partícula minúscula na prática
A minha ostentação vernácula é dealemática
Sementes de veneno arrancadas pétala a pétala
Gramática estrambólica, a inoculação de metáforas
é fantástica, Dealema acústica, aeronáutica
A quantidade diabólica de informação melódica
Que te injectamos provoca-te obesidade mórbida
O quinto anjo assim saiu do céu subterrâneo
Mas se no máximo eu vejo a escuridão num grande ângulo
A válvula fica trémula com a literatura sádica
Amplificação, prestem vénia a quem dribla com a lábia

 

(Quem?) Mundo, Fuse, Maze e Ex-Peão
(Com) DJ Guze, estamos à patrão
(Quando) Quando o tópico é revolução
(Nós) Damos início a mais uma sessão [x4]



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Brito Ventura lança álbum de estreia


Brito Ventura lança álbum de estreia "Até sempre"

O advogado criminal de profissão Brito Ventura lança o seu primeiro disco “Até sempre” mostrando seu lado mais intimista.

 

Com apenas uma guitarra transmite-nos a defesa de um amor perdido, indicando-nos que o melhor caminho traçado é o de nunca o fazermos sozinho.

 

Brito embala-nos numa melodia sentida, misturando o som da sua guitarra e da sua voz rouca onde se deixa levar pelo sonho de fazer da musica que o habita, a banda sonora de uma história real.

 

O tema “Até sempre” faz parte da novela da TVI “Destinos Cruzados”, transmitindo a mensagem de amor perdido mas encontrado e muito vivido.

A banda que o acompanha, “Os desalinhados” surgiu de um encontro de amigos, músicos profissionais que se juntaram ao senhor habitualmente de fato e gravata habituado a resolver casos complicados.

 

Brito Ventura mostrou vontade em dar asas ao seu gosto pelo música lançando este seu primeiro disco.

 

Retirado do HardMúsica



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Letra

 

(Quando estiveres na merda, por favor tem calma!
Sobrevivência diária.)
ALERTA!
O ser humano é básico, trágico 
contra a propria raça é sádico.
Um bebé abandonado num saco plástico, 
adolescente apanha a sida com padrasto,
uma cabeça é decapitada num rapto, noticiário:
Invasão d canibais ao estádio,
um imigrante com o crÂnio esmagado dói tanto 
como um pai que perde lentamente o filho ignorado,
o videojogo que acaba em assassinato,
a religião eleva a fé do bombista fanático,
um acidente na estrada pode acabar num obrigado
ou então com a frase: "eu mato-te".
Violência gera violência, violência gera ignorância, ignorância gera violência.
Se és dotado de inteligência quebra a cadeia,
Tu és dotado de inteligência quebra a cadeia!

(REFRÃO)
Ignorância gera violência, nela nunca procurei abrigo.
CUltivo a paz pela subsistência da existência deste universo onde resido.
Se estás a um passo do abismo pensa bem,
será que vale mesmo a pena ir mais além?
A consequência do acto torna-te refém,
não queiras para os outros o que não queres para ti também.

Ele puxou o gatilho da 6 35, bazou,
deixou sangue no recinto.
Ele era um puto normal, um puto bombástico
mas era mal tratado pelo padrasto.
A mãe não tinha tempo para intervir,
trabalhava horas extras numa fabrica para subsistir,
sem tempo para o acompanhar ou dar educação.
Primeiro meteu patelas, depois veio o sabão.
Passou para os kilos, depois veio o filho,
passou para as bases, depois veio o vício
(e a ressaca).
Começaram os assaltos à mão armada a joalharias
com fiat unos gamados e gunaria
de todos os lugares, de todos os bairros
do aleixo ao tarrafal até criar um gang local.
O seu pai estava demente, estava a flipar.
Veterano, ex-combatente do ultra-mar.
Tinha ido para morrer, tinha ido para matar
mas não estava preparado para o que iria enfrentar.
Veio traumatizado com quem tinha matado,
com pastilhas que tinha tomado, obrigado
a ingeri-las com a comida, continha LSD e anfetaminas, drogas quimicas.
O puto acabou condenado, encarcerado,
a mae com o desgosto e o pai alcoolizado.
Pousa essa arma e lê um livro,
não e mau karma, tens livre arbítrio.
Vê se tens calma, vence esse vicio,
andas em circulo, quebra esse ciclo.
Não estás perdido, há um caminho,
tens uma mente, alimenta o espírito.
Planta a semente, sê positivo,
dissipa o ódio e ama o próximo.


(REFRÃOx2)
Ignorância gera violência, nela nunca procurei abrigo.
CUltivo a paz pela subsistência da existência deste universo onde resido.
Se estás a um passo do abismo pensa bem,
será que vale mesmo a pena ir mais além?
A consequência do acto torna-te refém,
não queiras para os outros o que não queres para ti também.



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Sábado, 23 de Novembro de 2013

Cuca Roseta edita “Raiz” em Madrid


Cuca Roseta edita “Raiz” em Madrid

Cuca Roseta vai estar em Madrid para a edição do seu disco "Raiz" e a 27 de Novembro dará um concerto na sala Galileo Galilei.

Cuca será acompanhada por Luis Guerreiro, na guitarra portuguesa, Luis Pontes, na viola de Fado e Frederico Gato, na viola baixo.

O sucesso de Cuca Roseta em Espanha é grande, tendo já estado em Bilbao, Sevilha, Baiona, Oviedo, Barcelona e Salamanca, sempre com lotação máxima. 

A edição de "Raiz" em Espanha é o primeiro passo para a edição do disco a nivel internacional, excepto na Bélgica onde já foi editado, seguindo-se diversos paises através de um acordo de distribuição internacional.

A participação na Mostra Portuguesa em Madrid é o ponto mais alto da divulgação da cultura portuguesa no país vizinho.

“Raiz” conta com a participação de Pedro Pinhal na viola de fado e Rodrigo Serrão no contrabaixo, enquanto a mestria da guitarra portuguesa é partilhada por Bernardo Couto, Luís Guerreiro, Eurico Machado, José Manuel Neto e Bruno Costa. 

Cuca Roseta, uma das mais aclamadas vozes do Fado, editou o primeiro trabalho, “Cuca Roseta”, em Março de 2011, contando com a produção do consagrado produtor argentino Gustavo Santaolalla ,vencedor de dois Óscares e diversos Grammy.

Mas Cuca Roseta não se interessa só por Fado estando ligada a outras formas de arte como a pintura e no desporto é cinturão negro de taekondo, quem diria?.

 

Retirado do HardMúsica

 



publicado por olhar para o mundo às 21:59 | link do post | comentar

 

Letra

 

Tu também (há 10 000 anos atrás)

Há dez mil anos atrás
a areia da praia
já cá estava
mas o instinto foi fatal
dei contigo no metro
estação marquês de pombal
entre aquele mar de gente
que fluía cabisbaixo
tu imovél, uma rocha
com o mar a passar por baixo

cara a cara, frente a frente
a imagem começa a girar
os teus olhos de repente
parecem da cor do mar
da cor do mar quando a tarde cai
da cor do mar quando a noite vem
daquela cor que só o mar tem
o mar e tu também

eu pra li atrapalhado
a lutar contra a corrente
lá consegui ficar parado
a sorrir com todos os dentes
há quanto tempo não te via
ao tempo que te deixei para trás
tu sorriste e respondeste
há dez mil anos atrás!

eu sozinho
e tu também!

Letra: Tim
Música: Xutos & Pontapés



publicado por olhar para o mundo às 19:07 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:09 | link do post | comentar

Letra
Como quando o Porto perde em casa
Ou me deito com o grão na asa 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 

Ou como quando andava nos carrinhos 
Do senhor de Matosinhos 
Perna à banda, bamba assim só de me lembrar 

    
E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti. 

Como quando me negaste um beijo 
Na noite do cortejo 
Fico zonzo, zonzo assim só de me lembrar 

Ou como daquela vez na escola 
No recreio a cheirar cola 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 

E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto de ti. Tonto de ti. 

E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto, tonto de ti. 
Tonto, tonto de ti. 


publicado por olhar para o mundo às 15:09 | link do post | comentar

Festival de Música Antiga, de entrada livre, quer promover cultura e património em Idanha-a-Nova

O Festival Internacional de Músicas Antigas - "Fora do Lugar " contará este ano com 20 atividades culturais que visam "promover a cultura e o património" do concelho de Idanha-a-Nova, disse à Lusa o presidente da câmara.


Armindo Jacinto frisou que as atividades decorrerão "em palcos pouco habituais", como casas senhoriais classificadas, casas particulares, capelas, igrejas, num lagar, numa fábrica abandonada ou num palheiro, exatamente para "promover a cultura e o património concelhio", afirmou.

 

"Como o próprio nome diz, este é um festival fora do lugar. Não se restringe a uma única sala de espetáculos, vai muito para além disso. Distribui-se por pontos emblemáticos de todo o concelho, transformando-se num convite para conhecer o bom que Portugal tem no mundo rural e no mundo do património natural e histórico-cultural", acrescentou.

 

O autarca reiterou ainda que o festival também é "uma forma de demonstrar que o mundo rural é um espaço de oportunidade para o desenvolvimento de iniciativas inovadoras" e de "afastar a imagem negativa e miserabilista que, por vezes, alguns têm relativamente ao mundo rural".

 

O festival é organizado pelo segundo ano consecutivo numa parceria entre a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a Associação Cultural Arte das Musas, conta com financiamento nacional e europeu e arranca na sexta-feira, prolongando-se até dia 14 de dezembro.

 

O programa completo conta com concertos com artistas nacionais e europeus, conversas, visitas guiadas, oficinas, mostras e visitas à natureza e pode ser consultado no endereço eletrónico: http://foradolugar.pt/.

 

A entrada nos espetáculos é livre e a organização espera que, "tal como no ano passado", a maioria das atividades tenham "um grande número" de espectadores.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Com fios feitos de lágrimas passadas
Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia.

Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Como um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a como
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar

"; letramus2 = "

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar

Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo

E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar.

 

 

 

Rita Dias e Os Malabaristas - Gente Humilde / Os Meninos de Huambo
Com a participação especial de Paulo de Carvalho
do CD "com os pés na terra" | 2013



publicado por olhar para o mundo às 11:27 | link do post | comentar

 

Letra

 

Há dias em que o tempo nos embala
e fala mesmo sem querer falar.
Guardamos um segredo que nos cala,
porque aprendemos que é melhor calar.
Às vezes há lembranças que não passam
e voltam só para nos fazer sorrir.
Guardamos os sentidos que se amassam,
sabemos quem nos sabe bem sentir!

Eu sei que a vida não nos dá tudo
e às vezes leva o tempo devagar.
O tempo enche as coisas de poeira
Mas não muda as coisas de lugar. (bis)

Há dias que o silêncio não apaga,
lembranças que são mágoas só por si.
Ficamos a esperar que o tempo traga
as águas que passaram por aqui.
E há noites que o silêncio não acalma,
lembranças que a vida não arrumou.
São como um farol dentro da alma,
da luz um barco que nunca ancorou.

Eu sei que a vida não nos dá tudo
e às vezes leva o tempo devagar.
O tempo enche as coisas de poeira
Mas não muda as coisas de lugar. (bis)



publicado por olhar para o mundo às 08:04 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013

 

Letra

 

 

No céu cin zento sob o astro mudo
Batendo asasas pela noite ca lada

Vêm embandos com pés ve ludo
Chupar osangue fresco da ma nada
Se alguém se en gana com seu ar sisudo
E lhes fran queia as portas à che gada
Eles comemtudo eles comemtudo
Eles comemtudo e não deixamnada [bis]

A toda a parte chegam os vampiros
Poisam nos prédios poisam nas calçadas
Trazem no ventre despojos antigos
Mas nada os prende às vidas acabadas

São os mordomos do universo todo
Senhores à força mandadores sem lei
Enchem as tulhas bebem vinho novo
Dançam a ronda no pinhal do rei

Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

No chão do medo tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos na noite abafada
Jazem nos fossos vítimas dum credo
E não se esgota o sangue da manada

Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhe franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada




publicado por olhar para o mundo às 23:29 | link do post | comentar

Pedro Abrunhosa


Pedro Abrunhosa

‘Contramão’ já se encontra em pré-venda no iTunes

Os fãs podem ouvir 90’ de cada um dos temas e na reserva recebem os dois singles

 

‘Contramão’, o novo disco de Pedro Abrunhosa, está em pré-venda no iTunes. A partir de hoje os fãs poderão ouvir 90’ e na reserva do disco, na loja digital, recebem automaticamente os dois singles, ‘Toma Conta de Mim’ e ‘Voámos em Contramão’. Ver aqui.

 

Esta semana está a ser gravado o videoclip deste segundo tema e um especial de televisão. O álbum, previsto ser editado a 2 de Dezembro, conta com as participações de Camané e Duquende. Camané dispensa apresentações, é um dos mais geniais fadistas da sua geração. Duquende tem no seu currículo colaborações com grandes nomes do flamenco, casos de Juan Carmona, Juan Gómez, Paco de Lucia e Vicente Amigo. Fazer um dueto com um flamenquista e com Duquende em particular era, para Pedro Abrunhosa, um sonho antigo agora tornado realidade.

 

‘Contramão’ é o 7.º disco de estúdio de Pedro Abrunhosa, o sucessor do multi-platinado ‘Longe’.



publicado por olhar para o mundo às 22:02 | link do post | comentar

 

Letra

 

Relembrando tudo o que vivi
Acordo um dia e só penso em ti
Viajo por entre pequenas glórias
Sem nada, nem ninguém aqui

Espero por ti
Sem poder falar 
Preciso de alguém para amar
Espero por ti
Recordo o olhar´
Preciso de te abraçar

Queria ver-te só mais uma vez
E o teu mundo poder alcançar
Essa saudade quero abafar
Para te poder conquistar

Espero por ti
Sem poder falar
Preciso de alguém para amar
Espero por ti
Recordo o olhar
Preciso de te abraçar




publicado por olhar para o mundo às 17:33 | link do post | comentar

Xana Toc - Toc


CONHEÇAM AS NOVAS MÚSICAS DA XANA TOC TOC «NA ALDEIA COLORIDA»!

NOVO CD E DVD MUSICAL VÃO SER EDITADOS A 25 DE NOVEMBRO

 

Estará também disponível a

Boneca Xana Toc Toc


No dia 25 de Novembro, chegam às lojas o novo CD e DVD musical da Xana Toc Toc. O novo registo «Na Aldeia Colorida» é composto por dez canções e vídeos absolutamente contagiantes que irão, certamente, conquistar a atenção dos mais novos… e não só!


É «Na Aldeia Colorida» que vivem os amigos Toc Toc e onde acontece toda a magia e divertimento. É neste reinado de cor que vamos conhecer o carinhoso Amigo Descolorido e o divertido Bicho Maluco. Alegria e fantasia misturadas com pozinhos de felicidade espalhados pela Fadinha que vive no Jardim Encantado fazem do DVD musical uma criação fantástica que irá surpreender e conquistar todas as crianças e graúdos. A magia volta a acontecer, desta vez «Na Aldeia Colorida»


No primeiro DVD musical “Xana Toc Toc”, que conta já com quatro platinas, a Xana Toc Toc deu-nos a conhecer a Ilha dos Sonhos onde aprendemos quem é a Xana Toc Toc  e conhecemos "A Mala Cor-de Rosa" , "A Biclinha Buzina", os amigos Toc Toc e muito mais. 


Em "A Festa é Nossa", também multiplatinado, ficamos a conhecer os "Animais da Quinta Toc Toc", "O Espantalho Brincalhão" e a "Dança Toc Toc".  


Para além de compôr e cantar, a Xana Toc Toc gosta de desenhar, pintar, escrever e contar as suas histórias repletas de aventura, as quais apresentou em dois DVDs: “As Histórias da Xana Toc Toc” e “As Histórias da Xana Toc Toc na Quinta”. O sucesso foi tão grande que as histórias passaram do ecrã de televisão para livros de histórias.


A par de tudo isto estará também disponível para este Natal a Boneca Toc Toc.


A magia está de volta com a Xana Toc Toc!    



publicado por olhar para o mundo às 12:39 | link do post | comentar

 

Letra

 

Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar

 

Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar

 

Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

Já vejo a vida a fugir


Da força de resistir
Já não consegue respirar

Do céu eu vejo descer


O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar

Ai, que eu estou a delirar


O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

 

Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar


São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...
Impressionar...



publicado por olhar para o mundo às 10:54 | link do post | comentar

 

Letra

 

Desculpa lá... se não te disse tudo que eu queria dizer
Desculpa lá... se quis ser perfeita e ainda assim te fiz sofrer
Não foste só mais um, eu posso jurar
Ainda que não queiras acreditar

Ai se eu pudesse fazer o tempo voltar atrás
Mas sei que não basta pedir-te perdão 
Foi uma loucura perdi a razão
Mas se não dá, se já não dá, desculpa lá

Desculpa lá... se escondi o jogo e acabei por trair
Desculpa lá... agora sei que o amor não nos deixa mentir
É tarde e estou só e só vou ficar
Tu não me perdoas, não posso voltar

Mas se não dá, se já não dá, desculpa lá
Desculpa lá... se quis levar-te a jogo e te fiz perder
Desculpa lá... por ter dado as cartas sem as conhecer
Agora que eu volto só tens de me ouvir

Depois me dirás se eu volto a partir
Ai se eu pudesse fazer o tempo voltar atrás 
Mas sei que não basta pedir-te perdão 
Foi uma loucura perdi a razão

Mas se não dá, se já não dá, desculpa lá
Desculpa lá...Desculpa lá
Desculpa lá...Desculpa lá
Mas se não dá, se já não dá, desculpa lá




publicado por olhar para o mundo às 08:31 | link do post | comentar

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