Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013

Fado é amor


Fado é Amor’ pode ser ouvido em exclusivo no music box a partir de amanhã


 

Uma semana antes de chegar às lojas, ‘Fado é Amor’, o novo disco de Carlos do Carmo, poderá ser ouvido na íntegra, em primeira mão, no music box.


A edição deste álbum coincide com o 50.º aniversário de carreira do fadista e foi neste ambiente que Carlos do Carmo reuniu para este disco os melhores intérpretes de fado da actualidade. Em ‘Fado É Amor’ juntam-se a Carlos do Carmo nomes como Aldina Duarte, Ana Moura, Camané, Carminho, Cristina Branco, Mafalda Arnauth, Marco Rodrigues, Mariza, Raquel Tavares e Ricardo Ribeiro, sempre acompanhados pelo trio formado por José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola de fado) e José Marino Freitas (baixo acústico).


A encerrar o disco, Carlos do Carmo junta-se à sua mãe, Lucília do Carmo, para um dueto póstumo no tema ‘Loucura’, cuja gravação original da sua voz data de 1960.


‘Fado é Amor’ chega às lojas dia 4 de Novembro.


O music box é o primeiro serviço de streaming triple play do mundo que permite o acesso a milhões de músicas no computador, smartphone, tablet e televisão sem limitações nem publicidade associadas.



publicado por olhar para o mundo às 21:47 | link do post | comentar

 

Letra

 

As lágrimas que choro
Não são penas, são só sonhos
Os olhos que choram
Lêem mundo, mil poemas

Só o amor consigo eu resolver...

Provei outro mar 
Sequei outro sol
Vivi, confesso que vivi
Morri e renasci
Em ti
Por ti
Sem ti
Morri
Senti
Não desisti
Por ti



publicado por olhar para o mundo às 17:28 | link do post | comentar

A Naifa reinterpreta canções alheias no novo álbum

A Naifa edita a 4 de novembro um novo álbum, no qual revisita canções da música portuguesa, do pop rock ao fado, e cujas escolhas traçam também a identidade musical da banda.

"As canções d'A Naifa" reúne nove músicas, entre as quais "Libertação", gravada por Amália Rodrigues, "Inquietação", de José Mário Branco, "Sentidos Pêsames", dos GNR, e "Subida aos céus", gravada pelos Três Tristes Tigres.

"Desde 2004 que temos vindo a fazer versões de uma ou outra canção, para os espetáculos ao vivo. Como já tínhamos algumas, decidimos gravar, mas num registo que fosse mais ao vivo", afirmou à agência Lusa o guitarrista Luís Varatojo.

O álbum apresenta canções escolhidas "segundo o critério de gosto" dos músicos - "tinha de ser assim, músicas que gostamos de ouvir" - e que "corresponde também ao percurso da banda", explicou.

São canções que tanto os acompanham desde sempre como fazem parte de afinidades recentes: "No fundo, também são as nossas canções, emprestadas dos outros artistas".

Para primeiro tema a divulgar, A Naifa escolheu "A tourada", de Fernando Tordo, com letra de José Carlos Ary dos Santos, metáfora sobre situação social da ditadura do Estado Novo em 1973, que a censura deixou escapar. "Escolhemos por, entre outras razões, ter uma leitura mais exata do que se passa hoje no país", afirmou Luís Varatojo.

O quarteto apropriou-se ainda, por exemplo, de "Bolero do coronel sensível que fez amor em Monsanto", de Vitorino, com letra de António Lobo Antunes, "Imenso", de Paulo Bragança, e "Desfolhada portuguesa", que Simone de Oliveira interpretou com letra de Ary dos Santos e música de Nuno Nazareth Fernandes.

Para Luís Varatojo, o álbum poderá ser um exercício interessante para os que já conhecem as canções, mas também se dirige aos mais novos, que possivelmente desconhecem este repertório.

O disco, que será lançado oficialmente no dia 30, no Bar Popular, em Alvalde, Lisboa, é editado cerca de um ano depois do álbum "Não se deitam comigo corações obedientes".

Para os concertos, Luís Varatojo, Mitó Mendes (voz), Sandra Baptista (baixo) e Samuel Palitos (bateria) preparam um alinhamento focado sobretudo no novo álbum, ao qual adicionarão algumas canções do repertório original.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:37 | link do post | comentar

 

Letra

 

Antes da chuva no rio
Antes de ser primavera
Antes do corpo vazio
Nunca estive á tua espera
Antes do corpo vazio
Nunca estive á tua espera

Antes da areia quebrar
Nas ondas da maré alta
Senti o cheiro do mar
Não senti a tua falta
Senti o cheiro do mar
Não senti a tua falta

Antes do mal que passei
Antes do bem que vivi
Nunca de ti me lembrei
Nem nunca pensei em ti
Nunca de ti me lembrei
Nem nunca pensei em ti

Antes da estrela cadente
Riscar o céu doutras luas
Antes do quarto-crescente
Não tive saudades tuas
Antes do quarto-crescente
Não tive saudades tuas

Não sei como, nem porquê
Antes *não sei* de que instantes
Meu amor antes de quê
Antes fosse como antes
Meu amor antes de quê
Antes fosse como antes 



publicado por olhar para o mundo às 10:45 | link do post | comentar

 

Letra

 

Ela saiu da aldeia
foi viver para a cidade
pintou o cabelo ficou sem idade

alugou um apartamento
na baixa de Lisboa
ela tem no corpo sangue de saloia

ela é portuguesa e tem dentro da alma estranha beleza
a mulher saloia chegou à cidade
conquistou o mundo com sua verdade

a mulher saloia
tem estranha beleza

ela arranjou emprego
num décimo andar anda com o patrão
já sabe mandar

vai a todas as festas
da alta sociedade ela agora é
mulher da cidade

já mudou o sotaque
já cheira cocaína
ela agora é uma mulher fina

ela é portuguesa e tem dentro da alma estranha beleza
a mulher saloia chegou à cidade
conquistou o mundo com sua verdade

a mulher saloia
tem estranha beleza
a mulher saloia
tem estranha beleza...



publicado por olhar para o mundo às 08:21 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013

 

Letra

 

 José Mário Branco

 

A contas com o bem que tu me fazes 
A contas com o mal por que passei 
Com tantas guerras que travei 
Já não sei fazer as pazes 

São flores aos milhões entre ruínas 
Meu peito feito campo de batalha 
Cada alvorada que me ensinas 
Oiro em pó que o vento espalha 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Ensinas-me fazer tantas perguntas 
Na volta das respostas que eu trazia 
Quantas promessas eu faria 
Se as cumprisse todas juntas 

Não largues esta mão no torvelinho 
Pois falta sempre pouco para chegar 
Eu não meti o barco ao mar 
Pra ficar pelo caminho 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer 
Qualquer coisa que eu devia perceber 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei 
Porquê, não sei ainda 

Cá dentro inquietação, inquietação 
É só inquietação, inquietação 
Porquê, não sei 
Mas sei 
É que não sei ainda 

Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer 
Qualquer coisa que eu devia resolver 
Porquê, não sei 
Mas sei 
Que essa coisa é que é linda



publicado por olhar para o mundo às 22:50 | link do post | comentar

Vila Navio


Vila Navio 
“Cantinho da Vila”
Concerto


Ritmo e melodia despertam um imaginário da terra e do mar em anseios e afetos ditos por palavras fáceis e simples.

Vila Navio, apresenta o seu disco de estreia “Cantinho da Vila”, música portuguesa de canções originais, influenciado pela música popular e refrescado por uma subtil intervenção jazzística, a par de aromas tropicais, o grupo afirma a sua singularidade.
Trompete, violino e cavaquinho acompanham guitarra clássica, baixo e voz, numa viagem de emoções vigorosas e espontâneas.
Ritmo e melodia despertam um imaginário da terra e do mar em anseios e afetos ditos por palavras fáceis e simples.

Ficha Técnica


André Rodrigues - Voz, guitarra e samples;
Eduardo Soares - Cavaquinho / Guitarra portuguesa;
Nelson Ferreira - Trompete;
Patrícia Lopes – Violino.
Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 26 Out'13, às 21:45

Retirado de Acert 



publicado por olhar para o mundo às 21:50 | link do post | comentar


"Terra da Luz" é o novo disco de Mafalda Arnauth

A fadista Mafalda Arnauth lança o seu novo disco, “Terra da Luz”.

 

Acerca deste novo trabalho, a fadista revelou ao Jornal Hardmúsica que “ao fim de três anos sem gravar, é um disco que ganha uma importância muito grande, e acaba por se concretizar num disco de prazer, um disco muito pessoal, quase todo ele de composições minhas, portanto voltei a criar, voltei a compor e precisava que ele tivesse uma nova roupagem, portanto isso é que eu acho que vai ser a grande novidade”.

 

A Luz e o Fado são elementos indissociáveis na carreira de Mafalda Arnauth. Quando lançou o seu primeiro álbum, em 1999, abriu a caminho a uma nova geração de fadistas, que viriam a dar ao Fado uma espécie de segunda vida, deslumbrante.

 

Seis discos depois, Mafalda Arnauth regressa em força ao seu estatuto de compositora. Sem renegar o seu habitat primeiro, impôs agora à sua veia criativa a urgência de não se compartimentar em qualquer espartilho.

 

Tudo nasceu de uma enorme vontade de voltar a escrever canções. Depois veio o convite ao produtor, Tiago Machado, para em estúdio criarem uma sonoridade diferente. 


Estava assim iniciada esta aventura variada em termos melódicos e instrumentais, oferecendo a estes 12 novos temas que resultam de um enorme impulso de positividade.

 

Hoje em dia falamos muito da musica popular portuguesa, eu penso que se aproxima qualquer coisa ai, mas penso que estamos a criar qualquer coisa muito pessoal” revelou-nos Mafalda Arnauth.

 

“Terra da Luz” marca sem dúvida uma evolução: é um disco que a cantora reconhece como obrigatório, “não é um disco de fado”, apesar de “o fado acabar por estar sempre presente na voz, acaba por estar presente em elementos como a guitarra portuguesa e acaba por estar presente na alma e na forma de interpretar, altera-se subtilmente mas não se transforma”.

 

Nele cabem “De Nós em Nó”, cantado em dueto com Hélder Moutinho, um convite que Mafalda não quis deixar de fazer a uma das pessoas mais importantes na sua carreira e “Fado”, uma versão do tema dos Heróis do Mar.

 

Se todos os discos de Mafalda Arnauth podem ser considerados autobiográficos, este transmite essa ideia de forma mais consistente e madura.

As expectativas em relação ao disco são grandes por parte da fadista que não esconde um forte brilho nos olhos. “É algo natural às pessoas esse brilho, se bem que hoje em dia está limitado, de forma que estamos cada vez com menos programas de televisão, estamos cada vez mais com uso das redes sociais, estamos cada vez com menos possibilidade de ter um contacto visual a não ser pelos vídeos e videoclipes, e eu gostaria que este disco tivesse essa possibilidade  nos palcos ou aqui nos mecanismos que vamos inventar aqui como videoclipes onde queremos partilhar com as pessoas algo um bocadinho mais real e portanto a expectativa deste disco é chegar às pessoas com algo novo e estar disponível para lhes revelar o que é que isso significa” disse.

 

Eu acho que nunca fui uma artista fadista e neste momento sinto que este disco é algo de muito pessoal, de muita particularidade que é capaz de não chocar, pois é algo que vim criando e por outro lado é um disco que me volta a aproximar das pessoas” completou a fadista.

“Partiu de Madrugada", com autoria de Nuno Figueiredo, é o single que apresenta “Terra da Luz”


Retirado do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 19:34 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:14 | link do post | comentar

Dead Combo interpretam um álbum por noite na ZDB

Os Dead Combo regressam à Galeria Zé dos Bois, espaço associado à criação da banda, entre os dias 12 e 15 de dezembro, para quatro concertos especiais, comemorativos dos dez anos de carreira do projeto.

 

A dupla reservou para cada uma das noites a interpretação, na íntegra, de cada álbum editado. “VOL.I” será interpretado no dia 12 de dezembro; “VOL.II” no dia 13; “Lusitânia Playboys” no dia 14; e “Lisboa Mulata” no dia 15.

 

As verbas de bilheteira resultantes destes concertos irão reverter para a gravação do novo disco de originais da dupla, cuja edição está prevista para o primeiro trimestre de 2014. A respetiva digressão de apresentação irá decorrer entre março e maio do mesmo ano.

 

Também  no âmbito dos dez anos de carreira, os Dead Combo lançam, a 7 de novembro, “10 anos de Vadiagem” – uma fotobiografia que reúne imagens de bastidores, de concertos e ensaios, captadas por fãs e profissionais, que registam esta década de vida da dupla lisboeta.O livro é uma edição da Chiado Editora e estará disponível nas lojas pelo preço de €15.

 

Nesse mesmo dia, a obra será apresentada na Galeria ZDB, num evento que contará com a presença de Tó Trips, Pedro Gonçalves, do jornalista Mário Lopes e dos responsáveis deste espaço cultural, Sérgio Hydalgo e Naxto, como oradores convidados, pela ligação íntima que têm à origem e percurso da banda.

Ficará depois patente, naquele espaço do Bairro Alto, de 7 a 14 de novembro, uma exposição que destaca algumas das fotografias que integram o livro.

 

Note-se que os Dead Combo passam esta semana pelo México, onde se estreiam no Festival Cervantino, o maior da América Latina. A dupla atravessa, depois, o Atlântico, para uma participação especial no Festival SIM, em São Paulo, em dezembro.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:38 | link do post | comentar



letra


Eu fui ter contigo meu amor


publicado por olhar para o mundo às 08:45 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 23:40 | link do post | comentar

Noidz

HALLOWEEN PARTY!

Noidz + Warmup DJoana + After Party de Nuno Calado.
Dia 31 de Outubro em Almada, estás à espera de quê ?
Bilhetes a 5 Euros na loja oficial


Facebook | Site | Video
 

 

Portugal Festival Awards

 

 

Não deixes também de votar em Noidz para o Portugal Festival Awards!
Estamos nomeados como Cabeças De Cartaz!

Votar


publicado por olhar para o mundo às 21:05 | link do post | comentar

Batida, Riding Pânico, No Age e If Lucy Fell na despedida do Jameson Urban Routes

Sob o epíteto "No Thought Control", o segundo fim de semana de Jameson Urban Routes arranca nesta sexta-feira, 25 de outubro, numa noite onde as paredes do Musicbox, em Lisboa, servirão de contentor para as ideias de uma nova geração. Riding Pânico, If Lucy Fell e No Age serão os rastilhos para uma noite onde se reflete sobre as novas expressões do punk rock. 

Esta sexta-feira inaugura, assim, com "Homem Elefante", o novo trabalho dos Riding Pânico, que voltam às edições em nome próprio. Regresso também para a mistura de hardcore, indie rock e punk dos If Lucy Fell, banda de culto que não sobe a palco desde 2011. A fechar o ciclo de concertos, mais um regresso: o dos norte-americanos No Age (na foto) e o seu "An Object", o recém-editado LP com assinatura Sub Pop. A fechar, Kutmah, de quem é impossível falar sem usar o epíteto lançado por Giles Peterson: "he’s the best DJ you’ve never heard before". A encerrar a noite, o transversal CVLT.

Já no sábado, 26 de outubro, Batida, Chancha Via Circuito, Miles Cleret (Soundway Records) e Nigga Fox vão fazer de Lisboa porto de desembarque das novas tendências da world music, preocupada em criar uma ponte entre as tradições ancestrais e as novas tecnologias da música. No rescaldo de um ano repleto de sucessos (no qual se inclui a edição internacional pela Soundway Records), o projeto de Pedro Coquenão leva ao Musicbox um espectáculo que redescobre a África discográfica dos anos 1970 e a atualiza, juntando-lhe a densidade da música de dança de hoje. A noite prossegue com DJ set de Miles Cleret e Chancha Via Circuito, nome maior da ZZK Records, que apresenta o disco "Rio Arriba". A fechar, um habitué das Noites principe, Nigga Fox, que se estreou este ano nas edições em nome prório.
 
Os bilhetes para o festival encontram-se à venda em blueticket.pt e locais habituais por €13. Os concertos começam às 00h00.

Veja abaixo alguns dos melhores momentos da primeira semana de Jameson Urban Routes 2013, com Throes + The Shine, Little Boots, Darkstar, James Ferraro ou The Field:


Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 20:02 | link do post | comentar

 

Letra

 

É o teu olhar, o teu lugar,
e um desejo no caminho.
Longe, perto, ao redor de mim.

É no céu, no mar, o teu luar,
e eu encontro o labirinto.
Longe, perto, ao redor de ti.

Refrão

E no ar eu solto as asas do desejo,
onde brilham cores vivas para ti.
E no mar eu te mergulho com um beijo,
e te trago em braços para ao pé de mim.

É no teu olhar, no teu lugar,
onde eu guardo os meus segredos.
Longe, perto, ao redor de mim.

É no céu, no mar, o teu luar,
que há estrelas escondidas.
Longe, perto, ao redor de ti.

Refrão (x2)

Asas do desejo...

Refrão (x3)

Para ao pé de mim...(x2
)





publicado por olhar para o mundo às 17:32 | link do post | comentar

 

Letra

 

Só pra dizer que te amo, 
Nem sempre encontro o melhor termo, 
Nem sempre escolho o melhor modo. 

Devia ser como no cinema, 
A língua inglesa fica sempre bem 
E nunca atraiçoa ninguém. 

O teu mundo está tão perto do meu 
E o que digo está tão longe, 
Como o mar está do céu. 

Só pra dizer que te amo 
Não sei porquê este embaraço 
Que mais parece que só te estimo. 

E até nos momentos em que digo que não quero 
E o que sinto por ti são coisas confusas 
E até parece que estou a mentir, 
As palavras custam a sair, 
Não digo o que estou a sentir, 
Digo o contrário do que estou a sentir. 

O teu mundo está tão perto do meu 
E o que digo está tão longe, 
Como o mar está do céu. 

E é tão difícil dizer amor, 
É bem melhor dizê-lo a cantar. 
Por isso esta noite, fiz esta canção, 
Para resolver o meu problema de expressão, 
Pra ficar mais perto, bem mais de perto. 
Ficar mais perto, bem mais de perto. 



publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

João Gil e José Salgueiro querem repetir “junção” musical entre Portugal e China

Um dia depois de atuarem na Fortaleza do Monte no âmbito do Festival Internacional de Música de Macau, os músicos José Salgueiro e João Gil querem voltar a atuar na cidade e procuram projetos de junção musical das culturas portuguesa e chinesa.


Em entrevista à agência Lusa, João Gil garante não ter esquecido a primeira vez que pisou um palco em Macau, no ano de 1986, quando esteve no território integrado no grupo Trovante para as comemorações locais do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

 

Vinte anos mais tarde voltou à cidade para, com a Ala dos Namorados e depois de "nove dias de ensaios à séria", tocar com a Orquestra Chinesa de Macau. "Foi muito interessante e fizemos um trabalho maravilhoso", disse o músico que agora liderou o Quinteto Lisboa no espetáculo na Fortaleza do Monte.

 

João Gil considera o Quinteto Lisboa um projeto "único e gratificante" porque "é quase como uma soma das várias experiências tanto da parte do Zé Peixoto e do Fernando Júdice nos Madredeus" como da sua parte tanto nos Trovante como na Ala dos Namorados e que permite "sintetizar" todas essas experiências num só conjunto.

 

Desejoso por voltar a atuar em Macau com a Orquestra Chinesa, João Gil gostaria de regressar com o seu novo projeto: "Missa Brevis".

 

"Agora vejam vocês o que pode acontecer: um encontro de culturas, um encontro de civilizações com o latim em fundo, como se voltássemos a pôr um marco, desta vez não de granito, não de pedra a dizer que chegámos e isto é nosso, mas sim isto (Macau) é um ponto de encontro de tolerância e de comunicação entre os povos", concluiu.

 

Também José Salgueiro, cujo projeto "Aduf" encerrou a noite de domingo na Fortaleza do Monte e chegou a partilhar o palco com o Quinteto Lisboa, quer manter na cidade os adufes gigantes construídos propositadamente para o Festival de Música de Macau.

 

"Eu gostaria muito que este projeto ficasse em Macau. Pelo menos vai ficar por cá estacionado à espera de o poder fazer ou na periferia ou voltar a fazer em Macau", explicou à Lusa o percussionista que pretende "encontrar uma plataforma de trabalho com percussionistas chineses e assim fundir a cultura portuguesa com a cultura chinesa no campo de percussão".

 

Salientando que a música é uma "linguagem universal", José Salgueiro não esconde a paixão pela Ásia e a inspiração japonesa e chinesa para o projeto Aduf. "Este espetáculo é muito inspirado na Ásia, (…) foi feito inspirado não só na forma de tocar do Japão como nos tambores e nos timbres que se usam muito na China e nos instrumentos chineses e eu acho que é perfeitamente possível encontrar aqui uma forma de juntar as duas culturas", concluiu.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 08:36 | link do post | comentar

Terça-feira, 22 de Outubro de 2013

 

Letra

 

Dizem que vai chover

mas eu sei que irá nevar

 

tudo o que tenho a perder

é o tempo que eu levar

 

 a ser um dia 

o teu natal

 

 

Há tão pouco que te quero já

fiquei sem nada 

e não vou dormir

a lua cheia até parece mar

és tu quem vai fazer-me sorrir

 

e ser um dia o teu natal

e ser um dia o teu natal


foi bonita a festa pá

gastou-se a vida e mais não há

chegar à ceia milagre será

és tu quem vai fazer-me gritar


e ser um dia o teu natal
e ser um dia o teu natal

 

contra tudo e para todos

toca o sino a reunir

boa vontade e amor a rodos

és tu quem vai fazer-me sorrir

 

e ser um dia o teu natal

e ser um dia o teu natal

e ser um dia o teu natal
e ser um dia o teu natal

 

dizem que vai chover

mas eu sei que irá nevar

e ser um dia
o teu natal

 



publicado por olhar para o mundo às 19:39 | link do post | comentar

Guimarães Jazz

 

A próxima edição do Guimarães Jazz, que decorre de 7 a 16 de Novembro, vai da tradição de Ron Carter à contemporaneidade de Andrew D'Angelo, com espaço para a tradição europeia e big bands

 

Das propostas clássicas norte-americanas à tradição europeia, passando pelos cruzamentos com os ritmos latinos e a grandeza das big bands. Todos os matizes do jazz vão passar pelos palcos de Guimarães no início do próximo mês, confirmando o festival da cidade como uma das propostas nacionais mais coerentes dentro deste género musical. Ron Carter, Matial Solal e Chano Dominguez são as figuras de alguns dos principais concertos, mas no programa há também espaço para jam sessions, formação e projectos de criação.

 

O programa do Guimarães Jazz, que ontem foi apresentado, é uma viagem permanente entre os Estados Unidos, a Europa e a América Latina. E todos os territórios que nasceram destes cruzamentos. Este festival define-se como "uma ponte" - tal como ontem ilustrou o seu director artístico desde há duas décadas, Ivo Martins - não apenas entre geografias e linguagens jazzísticas, mas também entre propostas. Por isso, entre 7 e 16 de Novembro, há espaço para concertos com músicos "de inegável valor", formação de jovens criadores e o jazz "na sua componente mais genuína" com quase uma dezena de jam sessions em toda a cidade.

 

O festival começa com um exemplo desses encontros, com o pianista espanhol Chano Domínguez. A forma como cruza as linguagens latino-americanas, em especial o flamenco, e o jazz valeu-lhe o elogio da crítica, regressando a Guimarães 18 anos depois da estreia já como artista consagrado. No espectáculo que apresenta (7 de Novembro, 22h), a FDR Big Band, dirigida por Vince Mendoza, vai interpretar algumas das suas principais composições, com Dominguez como solista.

 

No dia seguinte, há outro regresso ao Guimarães Jazz, o do histórico Ron Carter - contrabaixista do segundo quinteto de Miles Davis ao lado de Herbie Hancock, Wayne Shorter e Tony Williams -, que apresenta o seu Golden Stricker Trio, uma das propostas mais clássicas das várias formações com as quais tem desenvolvido a sua carreira, com Russel Malone (guitarra) e Donald Veja (piano).

 

No dia 9, o palco será preenchido pela Newdecaband, liderada por Martial Solal, que faz a sua estreia em Portugal com esta formação de cariz mais orquestral (dez músicos em palco e a voz de Claudia Solal). Por Guimarães passará outro nome histórico do género, o norte-americano Jack Dejohnette (14 de Novembro). Este baterista norte-americano apresenta-se com a sua banda - George Collingan no piano e Jerome Harris no contrabaixo - convidando o multi-instrumentista e compositor Don Byron para o espectáculo.

 

Há outro cruzamento relevante no programa do festival que acontece no dia seguinte, com o pianista norte-americano Kenny Warner e o saxofonista porto-riquenho David Sanchez, que se apresentam em formato quinteto, numa incursão pelas sonoridades latinas e africanas. Como vem sendo habitual, o festival termina com um concerto de uma big band. Desta feita a convidada para o encerramento (16 de Novembro) é a HR Big Band de Frankfurt, dirigida por Kim McNeely e com o guitarrista John Arbercromble como solista.

 

Os principais concertos do festival realizam-se às 22h e os bilhetes custam entre 7,5 e 20 euros, existindo a possibilidade de se adquirir uma assinatura geral para todo o Guimarães Jazz com o preço de 90 euros. O Centro Cultural Vila Flor (CCVF) assume-se como o principal espaço de apresentação dos concertos, mas há propostas noutros espaços da cidade como o espectáculo do trio liderado pelo belga Ivan Paduart, que traz o seu mais recente trabalho discográfico Ibiza à black box da Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC), no dia 9, às 17h.

 

"Conjunto de iniciativas"


O festival "deixou de ser um conjunto de concertos para ser um conjunto de iniciativas", valoriza José Bastos, vereador da Cultura da Câmara de Guimarães - que continua a partilhar com a associação cultural Convívio e a cooperativa A Oficina a organização do evento. A intenção é dar um "ambiente de festival a toda a cidade", explica, "contaminando" vários espaços com propostas jazzísticas. Por isso, logo a partir do dia 4 de Novembro, haveráperformances musicais em horário-surpresa em vários espaços comerciais de Guimarães e nas escolas secundárias do concelho.

Durante os dez dias de festival há sempre jam sessions no antigo Cinema São Mamede e no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (CAAA), interpretadas por jovens músicos de jazz da região.

 

No café-concerto do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e na sede da associação cultural Convívio, as sessões de improviso estão a cargo de Andrew D'Angelo, Bem Street, Gerald Cleaver e John Egizi. O quarteto será central a vários momentos da programação, apresentando-se em concerto no dia 13 (CCVF, 22h), orientando as oficinas de jazz que decorrem durante todo o evento e dirigindo também o espectáculo que será criado pela Big Band, o Ensemble de Cordas e o coro da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, (dia 10, 17h).

 

No mesmo dia, às 22h, na Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC), acontece outro dos projectos de criação apoiados pelo festival: o concerto que é fruto da parceria entre o Guimarães Jazz e a editora Tone of a Pitc - TOAP. O jovem saxofonista João Guimarães foi o convidado deste ano, reunindo uma formação inédita de músicos nacionais para, sob a sua direcção, criar um espectáculo exclusivo, que será posteriormente editado em álbum.

 

SAMUEL SILVA 

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 19:32 | link do post | comentar

 

Letra

 

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.

José Carlos Ary dos Santos



publicado por olhar para o mundo às 17:40 | link do post | comentar

letra
Quando você vem com essa cara
De menina levada para a brincadeira
dá me um arrepio na pele
sinto água na boca
pra ficar com você

Você não tem um pingo de vergonha
E todo homem sonha, ter alguém assim
Realizando minhas fantasias
Taras e manias você vem pra mim
Uma lady na mesa
Uma louca na cama
Na maior safadeza você diz que me ama
e na minha cabeça desvario e loucura
Quando você começa ninguém mais a segura

E mexe remexe, se encosta, se enrosca
Se abre, se mostra pra mim
Me agarra, me morde, me arranha
Não mude que eu quero você sempre assim (x2)

Quando você vem com essa cara
De menina levada para a brincadeira
Dá-me um arrepio na pele
Sinto água na boca
Pra ficar com você

Você não tem um pingo de vergonha
E todo homem sonha, ter alguém assim
Realizando minhas fantasias
Taras e manias você vem pra mim
Uma lady na mesa
Uma louca na cama
Na maior safadeza você diz que me ama
E na minha cabeça, desvario e loucura
Quando você começa ninguém mais a segura

E mexe remexe, se encosta, se enrosca
Se abre, se mostra pra mim
Me agarra, me morde, me arranha
Não mude que eu quero você sempre assim (x3)

Musica do espectáculo "Deixem o pimba em paz"


publicado por olhar para o mundo às 13:23 | link do post | comentar

Cuca Roseta


Cuca Roseta: ‘Raiz’ é editado em Espanha em Novembro

O álbum estará à venda também a bordo da companhia aérea TAP

 

2013 tem sido um ano de sucesso para Cuca Roseta. A digressão do mais recente disco “Raiz” tem encontrado plateias lotadas, rendidas e emocionadas. Cuca Roseta passou este verão pelos maiores palcos e festivais nacionais, chegando agora a altura de se lançar internacionalmente.

No próximo dia 27 de Novembro “Raiz” é editado pela Universal em Espanha, coincidindo com o concerto que a fadista fará integrado na insigne Mostra Portuguesa de Madrid. ‘Raiz’ será editado no início de 2014 um pouco por toda a Europa.


Já este mês, o segundo disco de Cuca foi colocado à venda a bordo da companhia aérea portuguesa TAP, como reconhecimento de um trabalho de elevada qualidade e prestigio nacional.


Elogiado pelo público e pela crítica, “Raiz”, o segundo álbum de Cuca Roseta, apresentou a fadista no papel de autora e compositora de quase todos os temas, num resultado surpreendente. O disco foi produzido por Mário Barreiros, com co-produção de Cuca. "Raiz" sucedeu ao homónimo álbum de estreia de Cuca Roseta, o qual atingiu o Galardão de Ouro.



publicado por olhar para o mundo às 12:19 | link do post | comentar

 

Letra

 

Fora de tempo pôs-se o sol 
e a lua fora de tempo também 
fora de tempo nasceram dois 
filhos da mesma mãe

 

Fora de tempo brotaram da terra 
flores e espinhos também 
fora de tempo ficaram longe 
mais longe do que convém

 

Fora de tempo o que era quente 
gelou até matar tudo 
se um cantava no silêncio 
fora de tempo ouviu-se um grito mudo

 

[refrão] 
O tempo também se engana 
nas casas onde mora 
o mau tempo que faz dentro 
nem sempre é tão bom de fora

 

Fora de tempo o que era água 
teimou em ser areal 
fora de tempo já se notava 
que um vê bem e o outro mal

 

Fora de tempo tudo voltou 
ao tempo que era atrás 
e dentro do tempo um partiu mais cedo 
e o outro ficou para amar



publicado por olhar para o mundo às 08:38 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21 de Outubro de 2013

Caríssimas canções


Sérgio Godinho: “Caríssimas Canções” chega às lojas a 25 de Novembro

O espectáculo passa ainda por Sintra (25 Out) e Portimão (26 Out)

 

Não só têm sido surpreendente, como muito bem aceite esta experiência de Sérgio Godinho em recriar a obra de personalidades tão marcantes na história da música popular, como são o caso de Bob Dylan, Serge Gainsbourg, Jim Morrison, Caetano Veloso, Ray Davies, Chico Buarque, Rolling Stones, Beatles, Violeta Parra ou de Zeca Afonso. O espectáculo baseado no seu livro de crónicas “Caríssimas 40 Canções – Sérgio Godinho & As Canções dos Outros” é uma evocação dinâmica de alguns dos temas, intérpretes, autores e compositores que marcaram o percurso artístico de Sérgio Godinho.


Os concertos que decorreram no final de Junho, em Lisboa e Porto, foram prova disso – as salas esgotaram e o espectáculo voltou à estrada. Depois de S. João da Madeira e Figueira da Foz, é agora a vez de Sintra e Portimão receberem Caríssimas Canções. Sérgio Godinho actua dia 25 de Outubro no Centro Cultural Olga Cadaval e dia 26 de Outubro no Tempo-Teatro Municipal.


‘Caríssimas Canções’ será editado em CD dia 25 de Novembro, havendo ainda um formato em CD e DVD, o qual incluirá o registo da sala de ensaios  e depoimentos dos intervenientes: Nuno Rafael, Hélder Gonçalves e Manuela Azevedo, os cúmplices de Sérgio Godinho em palco.



publicado por olhar para o mundo às 21:16 | link do post | comentar

Palmela

 

A Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana realiza no próximo Sábado, dia 26 de Outubro, pelas 21h30 um concerto na Igreja de São Pedro em Palmela. Este concerto insere-se no IX Festival Internacional de Música Palmela “Terra de Cultura” e terá a direcção do Maestro Jean-Sébastien Béreau.

 

Serão interpretadas obras de Wagner, Grieg e Paul Hindemith. Este concerto terá como convidada solista a jovem Sofia Sousa em Viola D’Arco.

 

A entrada é livre.

 

 

www.facebook.com/fim.palmela
https://www.facebook.com/Loureiros



publicado por olhar para o mundo às 19:11 | link do post | comentar

 

Letra

 

Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada

Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas

P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino

Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo

Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida

Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo

E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida



publicado por olhar para o mundo às 17:35 | link do post | comentar

Dead Combo

10 Anos de Vadiagem, o livro, sai a 7 de novembro. Em dezembro, Tó Trips e Pedro Gonçalves tocam cada um dos seus quatro álbuns na íntegra.

Os Dead Combo celebram este ano uma década de atividade. 

Do plano dos festejos faz parte a edição de 10 Anos de Vadiagem , um livro de fotos, mas também outras iniciativas. 

Com imagens de vários fotógrafos (incluindo de Rita Carmo, da BLITZ), 10 Anos de Vadiagem sai pela Chiado Editora e estará nas lojas a 7 de novembro, por 15 euros. 

No mesmo dia, o livro é apresentado na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, onde ficará patente uma exposição com algumas fotos, até 14 de novembro. 

Recentemente, os Dead Combo gravaram também "Esas Lagrimas Son Pocas" para o novo álbum de Mísia, Delikatessen Café Concerto , e uma versão de "Visões Ficções", de António Variações, com Márcia, para o álbum Voz e Guitarra 2 . 

Entre 12 e 15 de dezembro, Tó Trips e Pedro Gonçalves vão ainda tocar na íntegra cada um dos seus quatro álbuns: Vol. I , de 2004, a 12 de dezembro; Vol. II , de 2006, a 13; Lusitânia Playboys , de 2008, a 14, e Lisboa Mulata , de 2011, a 15. 

As receitas angariadas com a venda dos bilhetes para este concerto irão ajudar a custear a gravação do disco novo dos Dead Combo, que deve sair no começo de 2014, e a digressão do mesmo, entre março e maio do próximo ano. 

Também em dezembro, os Dead Combo tocam num festival em São Paulo, no Brasil.

Retirado do Blitz



publicado por olhar para o mundo às 12:18 | link do post | comentar

 

Letra

 

Se os versos sobrevivem aos poetas
E às almas que os gritaram como loucas
Porque é que nas paixões, por mais secretas
Os beijos não sobrevivem às bocas?

 

Os beijos são os versos que os amantes
Recitam, quando as noites são eternas
Palavras sem vogais nem consoantes
Que escorrem no suor das nossas pernas

 

Vou ser poeta, sim! oh minha musa
Poeta do silêncio e do desejo
E se a eternidade nos recusa
Serei eterno em ti, em cada beijo

 

Não quero mais canções! quero os teus lábios
Abertos para os meus, com tal magia
Que os nossos corações ficam mais sábios
E os beijos sobrevivem à poesia



publicado por olhar para o mundo às 08:48 | link do post | comentar

Domingo, 20 de Outubro de 2013

O fadista António Mourão, de 78 anos, faleceu esta noite na Casa do Artista, em Lisboa, disse hoje à Lusa fonte da instituição.


Conhecido pelo tema "Oh tempo volta p'ra trás',  afastou-se do mundo artístico nos anos 90.

 

As causas da morte de António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, não foram divulgadas.

 

António Mourão, que morreu hoje de madrugada na Casa do Artista, Lisboa, nasceu no Montijo a 05 de Junho de 1935 e ganhou notoriedade em 1965 quando gravou o tema "Oh tempo volta p'ra trás".

 

A voz de António Mourão começou a ser notada durante o Serviço Militar Obrigatório, quando principiou a cantar como amador em casas de fado em Lisboa.

 

Em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, casa típica de fados de Argentina Santos, onde se estreou como profissional.

 

Depois da Pareirinha de Alfama, foi contratado pelo fadista Sérgio para atuar na casa de fados Viela, em Lisboa, altura em que o seu nome é já muito rodado na Emissora Nacional.

 

Em 1965, o cantor ganhou notoriedade quando na revista "E viva o velho", no Teatro Maria Vitória, interpretou "Oh tempo volta p'ra trás".

 

RCA, Valentim de Carvalho e Movieplay foram editoras para as quais António Mourão gravou.Com letra de Manuel Paião e música de Eduardo Damas, gravou este tema 1965 que se tornou num dos grandes êxitos de música ligeira.

 

"É sempre sucesso" (1968), "Folclore das províncias" (1970), "Meu amor, meu amor" (1971), "Se quiseres ouvir cantar" (1973), "Canto e Recanto" (1980) e "Oh razão da minha vida" (1987) são alguns dos trabalhos gravados por António Mourão.

 

O cantor foi um dos primeiros portugueses a gravar sucessos de Amália Rodrigues, nomeadamente "Maria Lisboa", com letra de David Mourão-Ferreira e música de Alain Oulman .

 

"Não há fado sem verdade" (1989) foi o último trabalho gravado por António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, após o que o artista fez uma digressão pelo estrangeiro para cantar para as comunidades portuguesas.

 

Pouco tempo depois retirou-se da vida artística e do convívio social.

 

Uma das facetas menos conhecida de António Mourão é a de autor, tendo escrito algumas letras que interpretou, nomeadamente "Aquilo que canto é fado", com música do maestro Ferrer Trindade.

 

 

Retirado do Sol



publicado por olhar para o mundo às 21:39 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não negues, confessa
Que tens certa pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena.

 

Pois eu não gostava,
Parece-me a mim,
De ver o teu rosto
Da cor do jasmim.

 

Eu não... mas enfim
É fraca a razão,
Pois pouco te importa
Que eu goste ou que não.

 

Mas olha as violetas
Que, sendo umas pretas,
O cheiro que têm!
Vê lá que seria,
Se Deus as fizesse
Morenas também!

 

Tu és a mais rara
De todas as rosas;
E as coisas mais raras
São mais preciosas.

 

Há rosas dobradas
E há-as singelas;
Mas são todas elas
Azuis, amarelas,
De cor de açucenas,
De muita outra cor;
Mas rosas morenas,
Só tu, linda flor.

 

E olha que foram
Morenas e bem
As moças mais lindas
De Jerusalém.


E a Virgem Maria
Não sei... mas seria
Morena também.

Moreno era Cristo.


Vê lá depois disto
Se ainda tens pena
Que as mais raparigas
Te chamem morena!





publicado por olhar para o mundo às 17:42 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
mais sobre mim
posts recentes

O Blog Mudou de casa

Fado Insulano - José Mede...

Cantiga da terra - Zeca M...

"Aprendiz de Feiticeiro -...

Milhafre das Ilhas - Luis...

Sara Tavares - Ter Peito ...

Banho Maria - Não Há Amor...

Sara Tavares - Fitxadu ft...

JUNGLE EVA - TT SYNDICATE

João Granola estreia vide...

arquivos

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

links
comentários recentes
Pena estes rapazes não terem mais popularidade. A ...
Nome do autor da letra?Não se escreve?Falta de res...
A LETRA É ASSIM!!!E NÃO ASSADO!!!!MaMãe, tu estás ...
As partes que não consegui perceber estão com reti...
https://www.google.pt/amp/s/www.musixmatch.com/pt/...
Vou adicionar nos meus favoritos, sou brasileira, ...
" Para que o tremoço o almoço e o alvoroço demorem...
Letra e música do SiulProdução do Siul Sotnas e Mi...
que puta de letra fdx
Epá, o que é isto?Borrei-me todo com este "Mal des...
Posts mais comentados
blogs SAPO
subscrever feeds