3ª feira, às 19h, no Hard Rock Cafe – Entrada Livre
Na próxima 3ª feira, dia 5 de Novembro, João Seilá vai apresentar o seu disco de estreia, “Filhos da TV”, no Hard Rock Cafe, em Lisboa, com um showcase às 19h, de entrada livre.
João Seilá tornou-se conhecido do grande público através de um programa de televisão de revelação de talentos. Embora não tenha sido o vencedor, foi o finalista cuja notoriedade saiu mais reforçada. Os seus enormes dotes musicais, a sua capacidade única de interpretação e composição, tornaram João Seilá na grande revelação da música do último ano.
Após vários meses de trabalho, João Seilá editou no dia 14 de Outubro o seu primeiro álbum de originais: “Filhos da TV”. Composto por 12 temas, “em canção ou num ambiente mais rock, “Filhos da TV” conta a história de um rapaz que procura o seu lugar na música”, refere João Seilá.
“Epifania” é o single de avanço do disco de estreia de João Seilá.
Aos 21 anos, João Seilá apresenta o seu disco de estreia, no qual é autor, compositor e produtor de todos os temas. O músico garante que ““Filhos da TV” não é um bocado de papel para ter naquela gaveta da confusão lá em casa. Podem levar um ano a ouvir o disco, mas quero que o oiçam com a maior das calmas! Se ao fim de um ano a cor da capa estiver gasta de tanto ser mexida e remexida, eu ofereço um disco novo!”.
João Seilá, natural de Rio Maior, começou aos 6 anos a estudar música, a tocar violino e guitarra clássica. Aos 12 anos, influenciado pela puberdade e alguns discos de rock n' roll que se ouviam em sua casa, comprou a primeira guitarra eléctrica e rapidamente começou a tocar com diversas bandas locais.
Com vontade de aprender mais, com 16 anos, no 12º ano de escolaridade, mudou-se para Lisboa e começou a frequentar um curso de jazz. Aos 17 anos foi vencedor de um concurso que visava encontrar o guitarrista para a banda de Mia Rose, tornando-se assim guitarrista da jovem artista.
Por ter perdido uma aposta com uns amigos, participou no programa de televisão, tendo ficado em 4º lugar, o que lhe deu vontade de tentar a sua sorte numa carreira a solo.
João Seilá cresceu em televisão, é ele próprio um “filho da TV”, mas em “Filhos da TV” mostra ser muito mais.
Letra
Sei quase tudo o que tens para me dizer
Que o mundo é curvo e tu tens de saber:
Toda a razão é feita para dar
O teu desejo é mudar.
E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas:
Para voar; Para te dar.
O mar é azul e a tua paz é igual ti.
Tu tens o brilho e tens que cuidar de ti.
Na tua mão corre a vontade
Tu despes o amor e trazes a saudade – ade.
E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas:
Para voar; Para te dar.
À deriva aqui estou,
cortaram-me as asas
não vou levantar voo.
Mas sei quem sou.
Planar no alto,
sonho é dito,
não sei bem se o mundo é meu.
Eu toco no relógio o tempo é teu.
O tempo está escasso
e eu mesmo ali sei eu.
Na falésia, céu no alto,
o vento a passar,
e eu aqui pronto para saltar.
Não tenhas medo de existir, o mundo só quer encontrar
um novo tempo de saber, aquilo que tens para dar.
E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas:
Para voar; Para te dar.
O salto foi dado,
fiquei pasmado,
asas abertas,
planei por todo lado.
Não há quem me agarre.
Falta aqui,
horizonte à vista, até o infinito,
e não há quem me agarre.
Falta aqui,
horizonte à vista, até o infinito,
e acho que está visto.
Agarra em mim
porque mesmo sem asas dei a volta por cima.
Mesmo sem asas dei a volta por cima.
Mesmo sem asas dei a volta por cima.

Mesa de Mistura celebra aniversário com homenagem a Prince
O primeiro aniversário da Mesa de Mistura recebe um concerto único e irrepetível em que as canções de Prince são revistas por uma banda fixa e sete vozes nacionais.
Kika Santos, Orlando Santos, Da Chick, Alex D’Alva Teixeira, Frankie Chavez, Nick Nicotine, Manuel Fúria e Mariana Norton vão estar sob a "batuta" de Fred Oliveira.
Se há Prince que é Rei é Rogers Nelson. Jóia luxuosa da música negra, é um caso raro de transversalidade e magnitude.
Deste ano de trabalho diz Davide Pinheiro:
“Tem valido a pena mas ainda está tudo por fazer. E sexta-feira é um dia muito especial com o concerto do primeiro aniversário. Que seja a festa daqueles para quem existir faz menos sentido sem música. E quem ouve, quer conhecer mais. O hoje a pensar no amanhã sem esquecer que o tempo não existe sem pretérito.
Sexta-feira é o primeiro dia do resto desta vida ainda curta mas intensa”.
Muitos mais anos de trabalho e êxito é o que se deseja à Mesa de Mistura
Retirado do HardMúsica
Letra
Não digas nada - a tua boca já me pertenceu
E agora tenho ciúmes das palavras. o que
Disseres será um beijo pousado nos lábios de
Outra mulher, dor e mais dor, traição maior
Para quem acreditou que o teu amor era para
A morte. não fales - tenho também ciúmes
Da tua voz; ouvir-te é ficar só uma vez mais.
d'Orfeu em Albergaria-a-Velha com dose dupla: Reportório Osório e OuTonalidades!
Após o êxito em Águeda, Reportório Osório apresenta-se ao vivo no Cineteatro Alba!
Luís Fernandes e Sónia Sobral apresentam as mais belas canções de umor. © foto Mário Abreu
“Reportório Osório”, recentíssima e já aclamada criação d'Orfeu, apresenta-se na próxima quinta-feira 7 de Novembro, pelas 22 horas, no Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha). Numa altura em que já grava o disco de estreia, o projecto prossegue a sua primeira temporada de concertos e mostra-se, uma vez mais, ao público da região.
O espectáculo de 7 de Novembro, com entrada livre, acontece no âmbito do OuTonalidades 2013, circuito que o Cineteatro Alba integra pela primeira vez, no âmbito da cooperação em vigor entre a d’Orfeu Associação Cultural e o Município de Albergaria-a-Velha.
“Reportório Osório” é uma colecção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso. Um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afectivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heróicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem. Esta nova criação d’Orfeu é interpretada em duo por Luís Fernandes (que, além de se estrear como letrista, empresta também a voz aos personagens das canções) e pela acordeonista Sónia Sobral.
Tudo sobre o espectáculo na página oficial http://www.dorfeu.pt/reportorioosorio. O “Reportório Osório” está também no facebook e no youtube, onde tem crescido a onda de entusiasmo para com esta nova criação d’Orfeu. O público da região tem nova oportunidade de ver e ouvir, ao vivo, as mais belas canções de umor...
http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC
Letra
amanhã serei
jornais antigos
doente de amor
fabriquei um romance
amanhã morrerei
em voz baixa
pequena de destino
no banco traseiro
ama com egoísmo
começarei por mim própria
imagino-me mais alta
na página seguinte
filha de cabeleireira
sinto-me sempre culpada
a técnica minuciosa
nunca me serviu de nada
amanhã serei
sem abrigo
banco de jardim
com vista para o mar
amanhã morrerei
lição de história
o corpo da criada
ao serviço da casa
O festival Semibreve acontece de 15 a 17 de Novembro no Theatro Circo em Braga.
Considerado pela Pitchfork, no ano passado, como um dos festivais a ter em conta nesse ano e em 2013 selecionado pela Dazed & Confused como um dos 26 festivais mais desafiantes do ano, decorre, como já é habitual, como o apoio da 3.
No Semibreve este ano há: Raime, Philip Jeck + Lol Sargent, Helm, Sculpture, Janek Schaefer, Forest Swords, Atom, The Haxon Cloak, Rafael Toral: Space Collective 3. Aqui fica um video-convite para a edição deste ano:
O Semibreve acolherá também “Love Song”, uma instalação do compositor e artista sonoro britânico Janek Schaefer, vencedor do Paul Hamlyn Award for Composers Prize e do The British Composer of the Year Award in Sonic Art em 2008. Os bilhetes já se encontram à venda com o preço de 25 euros para o passe geral (acesso aos 2 auditórios). Para os concertos na sala principal estão disponíveis as modalidades de 20 euros para 3 dias de concertos e 9 euros para um dia apenas.
Facebook: www.facebook.com/festival.semibreve
Site : www.festivalsemibreve.com
Concerto na Biblioteca Joanina, Coimbra. 26 de Outubro 2013
Piano, e arranjo para violino e piano, Natalia Pikoul
Violino - Richard Tomes

Jorge Palma, Rui Reininho, The Legendary Tigerman e Zé Pedro são alguns dos artistas portugueses que vão participar num concerto, sexta-feira, em Lisboa, dedicado ao músico norte-americano Lou Reed, que morreu no domingo, foi hoje anunciado.
Fonte da autarquia disse à agência Lusa que o concerto decorrerá no Largo do Intendente, por onde irão passar ainda JP Simões, Anamar, Nuno Duarte e Vasco Duarte (a dupla de Homens da Luta), Alexandre Cortez (Rádio Macau), Tiago Bettencourt, João Pedro Almendra (Punk Sinatra), Rita Redshoes, Celina da Piedade e as Anarchicks.
"É uma homenagem que a rapaziada do rock decidiu fazer ao Lou Reed. É um dos artistas mais influentes do rock que dizia que o sucesso de uma banda não se media pelos gritos nos concertos, mas pelo número de pessoas que formavam novos grupos depois de a ouvirem", afirmou à agência Lusa o músico Nuno Duarte (Jel), um dos promotores da homenagem.
No concerto participarão ainda Armando Teixeira (Balla), Pedro Lousada (Blasted Mechanism), Manuel Fúria, Samuel Úria e os bateristas Samuel Palitos (A Naifa) e David Pires (Os Pontos Negros), mas "é natural que o número aumente até sexta-feira", referiu. Os artistas irão interpretar apenas repertório de Lou Reed e dos Velvet Underground.
O dia 1 de novembro, sexta-feira, Dia de Todos os Santos, "é uma homenagem aos que já partiram, neste caso o Lou Reed. É quase como uma beatificação", sublinhou o músico português.
Lou Reed morreu no domingo aos 71 anos, meses depois de ter sido submetido a um transplante de fígado. A solo ou com os Velvet Underground, Lou Reed influenciou várias gerações de artistas e "ajudou a moldar o rock n'roll", como escreveu no domingo o New York Times.
Retirado do Sapo Música
Letra
Não encontrei a letra desta música
Letra
De
noite fico acordado
Por não te
ter a meu lado
Só penso em ti
Só
penso em ti
Esqueci os sonhos
na esperança
De encontrar paz na
distância
Só penso em ti
Só
penso em ti
E eu não vou
poder ser
A certeza desse
amor
Aquele que te faz
voltar
E eu não vou poder
ser
Aquele que não ficou
Perdido sem o teu olhar
Penso em ti
Penso em ti
E eu não vou poder ser
A
certeza desse amor
Aquele
que te faz voltar
E eu não
vou poder ser
Aquele que não
ficou
Perdido sem o teu
olhar
Agora acordo com
medo
De ter esquecido o teu
nome
Só penso em ti
Só penso em
ti
Tão grande é o
silêncio
Onde se perdem os
dias
Só penso em ti
Só penso em
ti
E eu não vou poder
ser
A certeza desse amor
Aquele que te faz voltar

Sete anos depois da estreia, os Cindy Kat, de João Eleutério, Paulo Abelho, Pedro Oliveira e Hugo Leitão estão de volta com um novo álbum, que será apresentado em estreia no Misty Fest (4 de Novembro, Cinema S. Jorge, Lisboa)
O novo disco conta com a voz a tempo inteiro de Pedro Oliveira e Paulo Abelho (ambos da Sétima Legião) mas também com convidados como Gomo, Mariza Liz e Tiago Dias (Amor Electro) ou Samuel Úria, que participa no tema 'Ema', escolhido para 1º single.
O celebrado autor de O Grande Medo do Pequeno Mundo optimiza o facto de ser convidado especial dos Cindy Kat para apresentar igualmente o seu concerto a solo na mesma noite do Misty Fest, provando que as canções são, afinal de contas, a melhor vizinhança e o melhor terreno para construir cumplicidades.
Ao vivo contam também com o baterista Fred Gracias.
Alinhamento do álbum 'Cindy Kat'
Os Herdeiros
Jerusalém
Sua sentença
Ema (com Samuel Úria)
A idade do gelo
Nº 35
Linha Verde
Punhal Shakespeariano
Sem pressa nem vagar
O vermelho e o negro (com Gomo)
O jogo da Esperança
Nanopríncipe
Vídeo de Emma
Letra
Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada
Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas
P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino
Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida

Espetáculo tem lugar a 15 de novembro na histórica sala de concertos de Manhattan.
A fadista subirá ao palco do Carnegie Hall, onde atuou pela primeira vez em outubro de 2005. A sala situada no "borough" de Manhattan é um das mais emblemáticos recintos de espetáculos dos Estados Unidos. Ali deram concertos históricos (e fixados em disco) artistas como Billie Holiday, Nina Simone ou Shirley Bassey. Recorde-se que em 1977 também Amália Rodrigues subiu ao mesmo palco.
Ao longo de doze de percurso discográfico, Mariza foi agraciada com vários prémios importantes (entregues por referências como o MIDEM ou a BBC), colecionou três nomeações para os prémios Grammy e já se apresentou em algumas das mais importantes salas de espetáculos do mundo, como a Ópera de Sydney ou o londrino Royal Albert Hall. O espetáculo no Carnegie Hall decorre a um mês da intérprete portuguesa completar 40 anos.
Os preços dos bilhetes variam entre os 18 e os 115 dólares (13 e 84 euros, respetivamente), estando o início do espetáculo marcado para as 8 da noite locais.
Retirado do Blitz
Letra
Forgive my blindness
Forgive my blindness
Forget my distance
I was breathing
I guess I was just breathing
So many years to tell you friend, all I needed was a good man
Forget my blindness
Forgive my blindness
Forgive my distance
Remember me
Remember my birthday remember I'm here
To take the smiles and the blows
You're more than a friend
Letra
David Carreira
Big Snoop Dogg
We doing this one for the kids
All Love Peace
Jah Rastafari eye
Chegou a hora
Este é o tempo
E os teus sonhos vão sorrir
Cinge o pulso
Este é o momento
E o medo vai ter que sair
Armstrong foi a lua
E todo o mundo pôde ver...
Se sonhares e acreditares
Também tu tens esse poder
Acredita em ti
Como Mohammad Ali
Sê pacífico assim
Como Mahatma Gandhi
Acredita em ti
Como Mandela e Luther King
Como Mandela e Luther King
"I Have a Dream"
Tap Tap Tarap
Tap Ta Rarap
A Força está em nós
Tap Tap Tarap
Tap Ta Rarap
Jah Rastafari eye
Peace in the street
All drama free
So Slick and so quick
But I'm do it honesty
Inspire up
Lift the youth
Leave with direction
Speak only truth
Big Snoop
Got game to obtain for real dog
Come here dog
Do what I feel dog
Turn it up loud
So I can go ahead
And Break it all down
Acredita em ti
Como Mohammad Ali
Sê pacífico assim
Como Mahatma Gandhi
Acredita em ti
Como Mandela e Luther King
Como Mandela e Luther King
"I Have a Dream"

As “Vésperas Solenes para o Nascimento de São João Baptista para a Igreja de São Roque”, compostas no século XVIII, voltam a ouvir-se em novembro, no âmbito da Temporada de S. Roque, em Lisboa, que celebra 25 anos.
A temporada “Música em S. Roque”, coordenada pelo maestro Filipe Carvalheiro, decorrerá em Lisboa, de 8 de novembro a 1 de dezembro, na igreja de S. Roque, no Bairro Alto, no Convento de Santos-o-Novo, a Xabregas, e no Convento da Encarnação das Comendadeiras de S. Bento de Avis, na Mouraria.
Em declarações à Lusa, Filipe Carvalheiro salientou que a programação “privilegia a componente de música feita por portugueses e as estreias modernas de peças, como é o caso das 'Vésperas Solenes para o Nascimento de São João Baptista para a Igreja de São Roque', que é um conjunto de obras de vários autores - portugueses, italianos e anónimos -, que se pressupõe terem sido escritas ou utilizadas para a inauguração da Capela de S. João Batista”.
Estas peças, de compositores como Pedro António Avondano, Antonio Tedeschi e Estêvão Lopes Morago, são apresentadas no dia 23 de novembro, na igreja de S. Roque.
“A programação segue linhas semelhantes desde a sua primeira edição, há 25 anos, até porque está ligada aos espaços onde é apresentada, e tentámos encontrar uma programação que funcione bem com esses espaços, quer em termos estilísticos, quer acústicos”, explicou Carvalheiro.
As peças escolhidas, disse o maestro, foram compostas “mais ou menos na mesma altura em que aqueles espaços foram construídos ou existiram, sendo o forte da temporada, a música coral, fundamentalmente coral sinfónica, do período Barroco”.
A Temporada abre no dia 8 de novembro, às 21:30, na igreja de São Roque, com um concerto sob a direção de Jorge Matta, intitulado “Coimbra - Il seicento em Santa Cruz”, com o Coro Gulbenkian, acompanhado por Reyes Gallardo (violino barroco), Steffano Vezzani (fagote soprano), Elena BIanchi (fagote), Helder Rodrigues (sacabuxa) e Miguel Jalôto (órgão).
A 25.ª Temporada de S. Roque tem previsto 10 concertos em espaços que são património cultural da Santa Casa da Misericórdia que a organiza, com entrada livre.
Filipe Carvalheiro afirmou que a Temporada “tem um público fixo, mas há uma componente variável de que se tem conseguido captar, nomeadamente entre os 18 e os 25 anos”. “O público mais fiel da temporada é a partir dos 55 anos”, acrescentou.
Este ano, o facto de se ter aberto candidaturas, pela primeira vez, através da Internet, permitiu que “grupos de todo o país pudessem concorrer e assim possibilitar, por exemplo que grupos do norte, como o Quarteto Vintage, possam dar a conhecer o seu trabalho ao público e músicos de Lisboa”.
O maestro disse à Lusa que foram apresentadas 95 candidaturas; e escolhidos os intérpretes, metade destes apresenta-se pela primeira vez na Temporada de S. Roque.
Filipe Carvalheiro afirmou que a Temporada de S. Roque “tem refletido o que é a atividade tendencial dos músicos em Portugal, nomeadamente a procura de repertório de música portuguesa que tem estado esquecido nos últimos 200 ou 300 anos, e a reapresentação ao público moderno de repertório que tem estado esquecido nos fundos musicais e nas bibliotecas”.
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, ela própria, tem um fundo musical que está catalogado e disponível, disse.
Do programa da temporada, fazem parte visitas guiadas, trinta minutos antes dos concertos, aos espaços patrimoniais.
Retirado do Sapo Música
Letra
Na rua dos meus ciúmes
Onde eu morei e tu moras
Vi-te passar fora de horas
Com a tua nova paixão
De mim não esperes queixumes
Quer seja desta ou daquela
Pois sinto só pena dela
E até lhe dou meu perdão
Na rua dos meus ciúmes
Deixei o meu coração
Ainda que me custe a vida
Pensarei com ar sereno
Nesse teu ombro moreno
Beijos de amor vão queimar
Saudades, são fé perdida
São folhas mortas ao vento
Que eu piso sem um lamento
Na tua rua, ao passar
Ainda que me custe a vida
Não hás-de ver-me chorar

Os guitarristas portugueses Custódio Castelo e Mário Delgado e o espanhol Alberto López atuam no segundo Festival Internacional de Guitarras de Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira, que arranca a 1 de novembro, foi hoje divulgado.
Após o "sucesso" da primeira edição, o segundo "Milfontes MilGuitarras", que visa mostrar alguns dos melhores executantes de guitarra nas várias expressões e estilos, vai decorrer até 3 de novembro, no Cinema Girassol, naquela vila do litoral alentejano, refere a Câmara de Odemira.
O "pontapé de saída" do festival vai ser dado a 1 de novembro, a partir das 21:30, com um espetáculo de guitarra flamenca de Alberto López, acompanhado por Bernardo Miranda (voz) e Javier Rabadán (percussão).
Segue-se, a 2 de novembro, também a partir das 21:30, o espetáculo de Mário Delgado, que, acompanhado por João Custódio (contrabaixo) e Joel Silva (bateria), irá apresentar o seu mais recente projeto "Guitar Zhero", "onde o jazz e o rock se unem, complementam e libertam".
O festival termina a 3 de novembro com o espetáculo de Custódio Castelo, considerado "o nome maior da guitarra portuguesa da atualidade", que irá atuar acompanhado por Carlos Leitão (guitarra clássica) e Carlos Menezes (contrabaixo), a partir das 18:00.
O "Milfontes MilGuitarras", que resulta de uma parceria entre a Câmara de Odemira, a Associação Cultural Fábrica das Artes e a produtora Notas e Aplausos, visa também "aumentar a oferta cultural, afirmando o concelho de Odemira pela qualidade e pela diversidade dos seus eventos, e, assim, estimular a procura turística em época baixa", explica a autarquia.
Retirado do Sapo Música
Letra
Would you tell me your name if I tell you mine?
Would you give me your life if I dare to try?
Would you find me again if I make you cry?
Would you marry me if I ask two times?
Would you give me your heart only for one night
Would we dance in the rain under the same light
Would we play different roles just to live two lives?
Would you smile again if I stop the time
Would you marry me if I ask you twice?
And if you still have doubts I can ask three times
Would our love be unique both of us unite
Would we sleep side by side, never say goodbye?
Letra
Não encontrei a letra desta música
ANTÓNIO ZAMBUJO EDITA «LISBOA 22:38» DIA 18 DE NOVEMBRO
ÁLBUM AO VIVO RECORDA NOITE INESQUECÍVEL VIVIDA NO COLISEU DOS RECREIOS
«Foi bonita a festa» – Lia Pereira (Blitz)
«Não há desperdício em António Zambujo, antes peças que se encaixam num tronco cada vez mais robusto» – Gonçalo Frota (Ipsilon, Público)
Depois de uma caminhada triunfal, em Dezembro de 2012, António Zambujo festejou o percurso emblemático de «Quinto» da melhor forma: com uma aplaudida estreia num dos mais importantes palcos nacionais, o Coliseu dos Recreios. «Lisboa 22:38» inscreve para a posteridade essa noite de consagração.
O novo registo vai estar disponível em dois formatos – CD e CD+DVD –, a partir de dia 18 de Novembro. Com edição da Universal Music Portugal, «Lisboa 22:38» já está em pré-venda no iTunes, onde é possível ouvir 90 segundos de cada uma das canções desta imensa festa em formato concerto. A pré-compra de «Lisboa 22:38»resulta no download, imediato, de «Readers Digest».
Elogiado no mundo inteiro, com apoiantes tão ilustres quanto Caetano Veloso ou Jô Soares, «Quinto» – que foi eleito pela revista Blitz o melhor álbum nacional de 2012 e que contou com rasgados aplausos do incontornável The New York Times – chegou à marca de Disco de Platina e foi o ponto de partida para o debute de António Zambujo no Coliseu dos Recreios.
Mas o concerto não se limitou ao mais recente disco do alentejano: acompanhado por Bernardo Couto (guitarra portuguesa), José Miguel Conde (clarinetes), Ricardo Cruz (contrabaixo) e Jon Luz (cavaquinho), António Zambujo recordou vários momentos da sua carreira. Uma caminhada inolvidável, celebrada de forma ímpar e, agora, registada para sempre, em «Lisboa 22:38».

Filipe Pinto vence "Best Portuguese Act"
Filipe Pinto, que se tornou conhecido por ter ganho um concurso televisivo de talentos musicais e editou em 2012 o álbum "Cerne", foi eleito o melhor artista nacional pela MTV Portugal e candidata-se ao prémio de "Melhor artista global".
A partir de agora, Filipe Pinto competirá com os restantes vencedores do sul da Europa (Espanha, França, Itália e Grécia), pela oportunidade de ser um dos artistas finalistas, para a luta pelo título de "Melhor Artista Global".
Este é um dos prémios regionais dos Prémios Europeus de Música, atribuídos anualmente pela MTV, e cuja cerimónia acontece a 10 de Novembro em Amesterdão.
Filipe Pinto competia pelo "Best Portuguese Act", juntamente com Os Azeitonas e The Gift, o músico reggae Richie Campbell e a cantora Mónica Ferraz.
Os EMA, prémios anuais da MTV, já com 20 anos de existência, distinguem a recente produção musical do universo pop rock e hip hop.
Este ano, os que somam mais nomeações são o cantor norte-americano Justin Timberlake, repetente nestes prémios, e a dupla do rapper Mackleamore, com o produtor Ryan Lewis, ambos candidatos em cinco categorias.
A MTV, que é hoje uma rede de canais de entretenimento e de música, realiza os prémios EMA desde 1994, ano em que a cerimónia aconteceu em Berlim, junto às Portas de Brandemburgo.
Desde então, a cerimónia decorre todos os anos numa cidade europeia diferente, como Londres, Madrid, Paris, Munique, Liverpool, Belfast e Lisboa.
A MTV Portugal opera no território português desde Julho de 2003.
Retirado do HardMúsica
Letra
Não vale mais um dia que uma hora
se um dia não disser isto que digo
não há dia na vida que eu não morra
para ter uma hora só contigo
Ai se eu te amasse mais do que sabia
ai se eu soubesse o que já sei agora
não vale mais a vida do que um dia
não vale mais um dia que uma hora
Por cada amor que passa nós morremos
morremos desse amor enquanto dura
só quando a vida passa é que sabemos
se o amor é doença, nao tem cura
Não vale mais um dia que uma hora
não vale mais a dor que a despedida
a hora em que tu te foste embora
não cabe num dia da minha vida.
Compositor: João Monge e Amadeu Ramin (Fado Zeca)
Letra
Here she comes again
Running deep down through my veins
And I think it's quite alright
Told you Once
Told You twice
But you won't take my advice
And you make me loose my mind
Yeahh
But I say "Hey Hey Hey I think It's time
For you to go now"
And you turn back at me and say
"Hey hey…"
Then you flow into my brain and make me see
a different point of view
But I know It isn't true
The things I see, they're fake
Unreal, yet good
So good… Intense a rush
But you better go away
The Story of my life
Making progress through my eyes
And I tell you this Ain't right…
"You mess with me I fuck with you
I will not leave you alone
And This song it's what you got"
But I say "Hey Hey Hey I think It's time
For you to go now"
And you turn back at me and say
"hey hey…"
And you crawl under my door
I forget all the troubles in my life
And I try to understand why things
Ain't right
Cause You
Try me
And I pray for you
To leave, go home
But You never go away
It's time for you to see
You should get on your knees
One more time i'm waking up inside
Come on, come on
Alright!
Concerto especial em Águeda, no Espaço d’Orfeu, na próxima sexta 1 de Novembro.
Chega finalmente a Portugal a
Orquestra Europeia FolkMus!
Na próxima sexta 1 Novembro, pelas 22h30, o Espaço d’Orfeu recebe o especial concerto da Orquestra Europeia FolkMus que, a par de músicos da Estónia, Itália, Grécia e Espanha, integra também 3 portugueses: Sara Vidal, João Pratas e Manuel Maio. A d'Orfeu integra este projecto europeu, uma orquestra transnacional de inspiração folk apoiada pela União Europeia, que teve o seu primeiro encontro em Julho passado na Estónia e chega agora a Portugal.
No concerto a que Águeda pode assistir na próxima sexta-feira à noite, a tenda do Espaço d’Orfeu vai encher-se com o lado festivo das tradições, um caldeirão de culturas, a energia de uma folk vibrante. Os músicos cruzam as suas melodias mais genuínas e representativas, revitalizando a memória e os instrumentos tradicionais para os tempos actuais, em forma de orquestra multicultural de fusão.
A comitiva FolkMus, nesta etapa em Portugal, chega a Águeda no início da semana e desdobra-se em formação, ensaios e gravações, uma vez que além do concerto da próxima sexta-feira, o projecto inclui ainda o envolvimento com a comunidade artística local e uma edição discográfica. Ad’Orfeu assume a representação portuguesa nesta iniciativa, juntamente com os parceiros Zètema Progetto Cultura e Archivio Aurunco (Itália), Centro de Música Tradicional da Estónia (Estónia), Departamento Social de Cyclades (Grécia) e Fira Mediterrània de Manresa (Espanha).
Até Abril de 2015, a Orquestra FolkMus, depois de se ter estreado na Estónia e passado agora em Portugal, apresentar-se-á ainda em festivais e centros culturais na Grécia, Itália e Espanha. O projecto FolkMus reúne jovens músicos emergentes de cada país, que numa sequência de residências artísticas em cada país trabalham musicalmente sobre as diversas tradições que compõem a matriz europeia, partilhando a paixão pelas músicas étnicas.
O concerto da Orquestra FolkMus em Águeda está integrado no 17º OuTonalidades - circuito português de música ao vivo, sendo esta a última noite da breve série de concertos na casa-mãe – o Espaço d’Orfeu -, embora o circuito prossiga, por todo o país, até 19 de Dezembro. Todo o programa da 17ª edição do OuTonalidades, semana a semana, pode ser consultado em http://www.dorfeu.pt/outonalidades, onde é possível aceder à apresentação detalhada de todos os grupos e espaços do circuito.
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