Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Andanças 2013


O Andanças está a renascer. A edição deste ano acontece na Barragem de Póvoa e Meadas, em Castelo de Vide, de 19 a 25 de Agosto, aliando a dança e a comunhão com a natureza.

Com um olhar dos dias de hoje, o Andanças propõe-se reavivar hábitos sociais de viver a música retomando a prática do baile popular através de múltiplas abordagens às danças de raiz tradicional, portuguesas e do mundo, com vista à recuperação das tradições musicais e coreográficas, fundindo-as com elementos contemporâneos.

Assim, é possível aprender no Andanças mais de meia centena de estilos de dança diferentes: este é o resultado das sinergias que se geram entre cidadãos do mundo ávidos de partilhar saberes.

Vejam o programa completo aqui.

Preços: Bilhete Diário 25€ 
Passe 2 Dias 40€
Passe 3 Dias 57€
Passe 4 Dias 72€
Passe 5 Dias 85€
Passe 6 Dias 96€
Passe 7 Dias 105€

Venda na Loja Online - Descontos disponíveis:
- 20 % desconto de 29 JAN a 25 MAR
- 15 % desconto de 26 MAR a 25 MAI 
- 10 % desconto de 26 MAI a 25 JUL 

Os residentes do distrito de Portalegre têm acesso ao festival a um preço mais baixo. O Andanças é gratuito para crianças até aos 12 anos, ou que completem 13 anos durante o festival.

Retirado de Vou Sair


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Letra

 

Eu fui ver a minha amada 
lá prós baixos de um jardim 
dei-lhe uma rosa encarnada 
para se lembrar de mim 

Eu fui ver o meu benzinho
lá prós lados dum paçal
dei-lhe o meu lenço de linho
que é do mais fino bragal 

Minha mãe quando eu morrera 
ai chore por quem muito amargou 
para então dizer ao mundo
ai Deus mo deu ai Deus mo levou 

Eu fui ver uma donzela
numa barquinha a dormir
dei-lhe uma colcha de seda
para nela se cobrir 

Eu fui ver uma solteira
numa salinha a fiar
dei-lhe uma rosa vermelha
para de mim se encantar 

Minha mãe quando eu morrer ... 

Eu fui ver a minha amada
lä nos campos eu fui ver
dei-lhe uma rosa encarnada
para de mim se prender 

Verdes prados verdes campos
onde está minha paixão
as andorinhas não param
umas voltam outras não 

Minha mãe quando eu morrer...

Com Nuno Guerreiro e Natália Casanova nas vozes, Fernando Alvim na Viola e Manuel Paulo no órgão e acordeão em 1992 no Teatro São Luiz em Lisboa.
Visite o Blog dedicado a Carlos Paredes:
http://umaguitarraportuguesa.blogspot.com


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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

quinta 25 Julho, 22h00 – Largo 1º Maio (Agitágueda), ÁGUEDA
sexta 26 Julho, 22h00 – Rossio (Farav), AVEIRO


H’SAO (Chade)


vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jynaNcaekgM

Da aridez do deserto do Chade, no centro de África, chega-nos a cumplicidade a 4 vozes dos H'Sao. Em estreia absoluta em Portugal, estes irmãos e amigos de infância cruzam na perfeição os ritmos afro com o jazz e o gospel. Alternam um impressionante registo a capella com o virtuosismo enquanto instrumentistas. A intensidade e energia vital das suas performances fazem de H’Sao a grande revelação da francofonia africana. Afro-pop a vozes para fechar, da melhor forma, o Festim 2013!

H’SAO (Chade)
http://www.festim.pt/
Rabih Abou-Khalil (Líbano) * Wazimbo (Moçambique)
Susheela Raman (Índia) * D'Callaos (Espanha)
The Klezmatics (EUA) *
 H'Sao (Chade)

21 Junho a 26 Julho 2013 |  5ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA * ESTARREJA * AVEIRO


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC

d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



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Com Luísa Amaro na Viola e Paulo Curado na Flauta em 1992 no Teatro São Luiz em Lisboa.
Visite o Blog dedicado a Carlos Paredes:
http://umaguitarraportuguesa.blogspot.com


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Letra

 

Estico a lona e cravo estacas pelo chão
Sozinho levanto este meu barracão
O circo é meu
E sou só eu
Bem-vindo à minha sessão

Sou palhaço, domador e trapezista
Bailarina, saltador, equilibrista
No meu circo eu sou a única atracção
E é de mim para mim a única ovação

Plumas, serpentinas, terilene
Bem-vindo ao Circo Zen
Cartola, camisa, mise-en-scene
Bem-vindo ao Circo Zen
Alegria sempre tão perene
Bem-vindo ao Circo Zen
Self-made woman, self-made man
Só no Circo Zen

O palhaço triste, o palhaço feliz
Sempre com direito a bis
No meu circo eu sou a única atracção
E é de mim para mim a única ovação

Tenho lantejoulas no meu coração
E a cabeça numa boca de leão
O circo é meu
E cá vou eu
Pelo tiro de um canhão

Plumas, serpentinas, terilene
Bem-vindo ao Circo Zen
Cartola, camisa, mise-en-scene
Bem-vindo ao Circo Zen
Alegria sempre tão perene
Bem-vindo ao Circo Zen
Self-made woman, self-made man
Só no Circo Zen

Vamos ao circo
Todos ao circo
O meu circo
Bem-vindo ao circo
É o Circo Zen



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Terça-feira, 23 de Julho de 2013

The Happy Mess | Novo single 'backyard girl'

 

 

The Happy Mess | Novo single 'backyard girl'

  Disponível em formato digital a partir de 29 de Julho
 
* * *
 

Regressados do Festival Marés Vivas onde actuaram no Palco Santa Casa, The Happy Mess apresentam o single de antecipação do novo álbum 'Songs From The Backyard'.

Depois do sucesso de "Morning Sun", o novo single 'backyard girl' marcará uma nova etapa no percurso de uma das bandas mais promissoras no panorama actual da música nacional.

'backyard girl' foi produzido por Fred Ferreira (Buraka Som Sistema, Orelha Negra), gravado nos estúdios Namouche em Lisboa e masterizado por Tim Boyce nos Estúdios Masterdisc, em Nova Iorque.


The Happy Mess um nome a reter em 2013!





 The Happy Mess no Facebook


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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Xutos & Pontapés no encerramento da Feira de Agosto em Grândola

A banda portuguesa Xutos & Pontapés encerra os espetáculos noturnos da Feira de Agosto deste ano, que acontece entre 21 e 26 do próximo mês, em Grândola, onde também atua o brasileiro Gabriel o Pensador.


A inauguração, no dia 21, do palco principal da centenária Feira de Agosto, Turismo e Ambiente cabe a José Perdigão, que apresenta as músicas do seu mais recente álbum, “Sons Ibéricos”, e conta com a participação especial de José Cid.

 

Na noite seguinte, cerca de 60 músicos da banda da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (SMFOG), também conhecida por Música Velha, dão um espetáculo que junta temas clássicos, interpretados por uma soprano, e ligeiros, com adaptações de músicas pop/rock.

 

O espetáculo de sexta-feira leva a Grândola Richie Campbell e a The 911 Band, com um repertório reggae e soul que passará obrigatoriamente por temas do disco “Focused”, lançado no final do ano passado.

 

O rapper brasileiro Gabriel o Pensador, cujo álbum mais recente, “Sem Crise”, chegou a Portugal em abril, anima o palco principal na noite de sábado, onde são esperados os novos temas, mas também mais antigos, como “Lôra Burra” ou “2345Meia78”.

 

No domingo, a proposta da Câmara Municipal de Grândola, que promove o certame, é um festival de folclore.

 

A edição de 2013 da Feira de Agosto é encerrada, no dia 26, com o concerto de Xutos & Pontapés, que contam já 34 anos de existência e uma lista extensa de êxitos, entre os quais “Não sou o único”, “Contentores”, “A minha casinha” e “À minha maneira”.

 

Nos seis dias do evento, há espaço também para feira franca, expositores, zonas de artesanato e de tasquinhas, um festival hípico e tourada.

 

Segundo a organização, o evento atraiu, no ano passado, mais de 100 mil visitantes ao Parque de Feiras e Exposições de Grândola.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Fecha os olhos e adormece
Mas nao te esqueças de quem és
Amanhã é um novo dia
E tu tens o mundo aos teus pés

Pensa que foi um dia mau
O tempo passa num segundo
Eu sei que custa mas não foi
O tão desejado fim do mundo

Pensa que és um barco à vela
Que segue o rumo que o vento tomar
Pois já não depende de ti
Onde vais ou não chegar

Não penses que nunca mais vais respirar
E que nunca vais curar essa ferida
Pois nada seca mais depressa
Que as lágrimas e a chuva de uma vida

Tudo mudo tudo morre
Tudo fica onde está
Noutra sítio, de outra forma
Noutra vida viverá

Pensa que és um barco à vela
Que segue o rumo que o vento tomar
Pois já não depende de ti
Onde vais ou não chegar



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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

 

"Há Uma Hora"
(Mário Cesariny / Gabriel Gomes, Rodrigo Leão)

Os Poetas

Gabriel Gomes - Acordeão e Metalofone
Rodrigo Leão - Sintetizador
Viviena Tupikova - Violino
Sandra Martins - Violoncelo e Clarinete
Miguel Borges - Voz



«Há uma hora, há uma hora certa
que um milhão de pessoas está a sair para a rua.
Há uma hora, desde as sete e meia horas da manhã
que um milhão de pessoas está a sair para a rua.
Estamos no ano da graça de 1946
em Lisboa, a sair para, o meio da rua.
Saímos? Mas sim, saímos!
Saímos: seres usuais, gente gente! olhos, narinas, bocas,
gente feliz, gente infeliz, um banqueiro, alfaiates, telefonistas,
varinas, caixeiros desempregados,
uns com os outros, uns dentro dos outros
tossicando, sorrindo, abrindo os sobretudos, descendo aos
mictórios para apanhar eléctricos,
gente atrasada em relação ao barco para o Barreiro
que afinal ainda lá estava apitando estridentemente,
gente de luto, normalmente silenciosa
mas obrigada a falar ao vizinho da frente
na plataforma veloz do eléctrico, em marcha,
gente jovial a acompanhar enterros
e uma mãe triste a aceitar dois bolos para a sua menina.
Há uma hora, isto: Lisboa e muito mais.
Humanidade cordial, em suma,
com todas as consequências disso mesmo
e a sair a sair para o meio da rua. (...)»



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Feira de Santiago

 

A Serra da Arrábida dá a tónica a esta edição da Feira de Sant’Iago, certame a realizar entre 20 e julho e 4 de agosto, nas Manteigadas, em Setúbal, com mais de quarenta concertos, diversões, gastronomia e novos espaços temáticos.

O evento, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal e pela Associação Parque Sant’Iago, tem como cabeças de cartaz Deolinda, David Carreira, António Zambujo, Blasted Mechanism e Anjos, além de Rita Guerra, cujo espetáculo pode ser visto logo na noite de abertura do maior certame regional a sul do Tejo.

 

“A grande festa dos setubalenses está de volta, sem esquecer as suas tradições, mas afirmando-se como uma festa moderna, que sabe e deve renovar-se”, salientou a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, na apresentação do programa, hoje à tarde, na Casa da Baía.

A autarca, sublinhando a importância da Feira de Sant’Iago para a promoção do que melhor existe na região, destacou a temática do certame. “Este ano mostraremos com detalhe uma das nossas maiores riquezas. Associamos a divulgação da nossa Serra-Mãe no contexto da candidatura da Arrábida a Património Mundial da Unesco.”

Durante 16 dias, o tema “À Luz da Arrábida”, retratado num pavilhão próprio, instalado perto da entrada junto da Escola Secundária D. Manuel Martins, dá conta das várias vertentes pelas quais a serra deve ser considerada um tesouro a usufruir e preservar pela humanidade.

 

“Este será mais um excelente motivo para ir à feira, para que voltemos a bater recordes de visitantes, como aconteceu em 2012, quando cerca de 410 mil pessoas visitaram o certame”, reforçou Maria das Dores Meira, adiantando mais algumas novidades desta edição.

 

Ao lado do pavilhão sobre a Arrábida fica um espaço do artesanato, uma das novas áreas presentes da Feira de Sant’Iago, que conta, igualmente, na zona do miradouro, com uma feira medieval, com algumas atividades pagas, que inclui um acampamento civil e militar, um mercado, torneios, ceias e artes performativas.

 

Já no pavilhão Setúbal Contemporânea, subordinado ao tema “Participação e Cidadania”, é feita uma retrospetiva do percurso de Setúbal nos últimos quatro anos, com referências aos projetos implementados pela Câmara Municipal durante o atual mandato.

 

No recinto instalado nas Manteigadas marcam presença mais de três centenas de feirantes, assim como algumas empresas que voltam este ano à feira, comprovando a importância deste certame no panorama nacional.

 

Durante 16 dias, há divertimentos, gastronomia, animação e momentos musicais, num cartaz que inclui, no Palco Setúbal, o principal do recinto, nomes como Trio Odemira, More Than a Thousand, Wraygunn, Ana Laíns, Miguel Araújo, Celina da Piedade, João da Ilha e José Malhoa.

 

“Outra das novidades deste ano é a introdução de uma área junto do palco principal, na qual o público pode conviver e interagir de perto com os artistas, também com sessões de autógrafos”, revelou o coordenador-geral da Feira de Sant’Iago, Sérgio Mateus.

 

Numa iniciativa promovida pela rede social Facebook, a organização vai realizar concursos que dão a oportunidade de alguns grupos de pessoas, com número limitado, de visitar os camarins dos artistas e de conhecer os bastidores do palco Setúbal.

 

Já o Palco Mundo está reservado para espetáculos dinamizados por artistas da cidade e da região, com noites de fado e sonoridades tradicionais, música multicultural por associações de imigrantes sediadas no concelho setubalense e momentos de animação teatral e de dança.

 

Do programa da Feira de Sant’Iago 2013, além de atuações de teatro de rua, de eventos desportivos no Pavilhão Municipal das Manteigadas e de aulas abertas de grupo no recinto, faz parte uma tourada, a realizar a 3 de agosto, na Praça de Touros Carlos Relvas.

 

A Feira de Sant’Iago, a celebrar este ano 431 anos de existência, adiantou Sérgio Mateus, “segue a linha de conceção iniciada em 2010, com as contratações de artistas fechadas muito cedo, que permite a redução de custos, nalguns casos muito significativo”, acrescentando: “Apesar de ainda não estar fechado, o orçamento deste ano poderá ser um dos mais baixos de sempre.”

 

Com inauguração no dia 20 de julho, às 20h00, o recinto funciona das 14h00 à 01h00 de domingo a quinta-feira, encerrando às 02h00 às sextas e sábados. A programação completa está disponível em www.feira-santiago.org.

 

Cartaz do Palco Setúbal

 

JULHO

Dia 20, Sab
22h00 – Rita Guerra

 

Dia 21, Dom
22h00 – Quim Gouveia Rock’n’Roll
23h00 – Trio Odemira

 

Dia 22, Seg
22h00 – More Than a Thousand
23h00 – Hills Have Eyes

 

Dia 23, Ter
22h00 – “Viagem ao Mundo da Música”, com Carla Ribeiro, Noah, Ana Rita Inácio, Telmo Neto, Filipe Delgado e Be4rs

Dia 24, Qua
22h00 – David Carreira

 

Dia 25, Qui
22h00 – Noite de Bandas Jovens, com Mundo Escuro, Surveillance e Skills and the Bunny Crew

Dia 26, Sex
22h00 – Wraygunn

 

Dia 27, Sab
22h00 – Ana Laíns
23h00 – Miguel Araújo

 

Dia 28, Dom
20h30 – Dia das Famílias – Winx e Vila Moleza
22h00 – Leandro

 

Dia 29, Seg
22h00 – Bandas Rap

Dia 30, Ter
22h00 – Blasted Mechanism

 

Dia 31, Qua

21h30 – Noite de fado setubalense, com Georgette de Jesus, Piedade Fernandes, Deolinda de Jesus, Maria Madalena, Inês Duarte, Fernando Machado, Ramiro Costa, Luís Moreno, Diana Soares e Pedro Calado. Os fadistas são acompanhados à guitarra e viola por Custódio Magalhães e Vítor Pereira

 

AGOSTO

Dia 1, Qui
22h00 – José Malhoa

 

Dia 2, Sex
22h00 – João da Ilha
23h00 – Deolinda

 

Dia 3, Sab
22h00 – Teresa Lopes Alves
23h30 – António Zambujo

 

Dia 4, Dom
22h00 – Celina da Piedade
23h00 – Anjos

 

Retirado de Local.pt



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MEO Marés Vivas 2014 anunciado para 17, 18 e 19 de julho

A próxima edição do Festival Marés Vivas em Gaia já está agendada para os dias 17, 18 e 19 de julho de 2014, anunciou hoje o vice-presidente da câmara que traçou um balanço “francamente positivo” da 11.ª edição.

“O balanço que fazemos da 11.ª edição é francamente positivo, quer em termos da adesão do público, que esgotou os três dias de concertos, com 75 mil espetadores, quer em termos de excelência e qualidade das bandas que passaram” pelos palcos, afirmou à Lusa Firmino Pereira.

O autarca, que lembrou estar envolvido no projeto do festival desde 1998, aproveitou para anunciar estarem já marcadas as datas da próxima edição: 17, 18 e 19 de julho de 2014.

“Estou convencido de que, nos próximos anos, esta marca vai continuar”, assinalou o vice-presidente da Câmara de Gaia, que se diz com “força para preparar mais 12 edições” de Marés Vivas.

Durante três dias, a praia do Cabedelo em Gaia foi palco da 11.ª edição do festival MEO Marés Vivas que terminou no sábado, em euforia, com o concerto dos norte-americanos 30 Seconds to Mars.

Depois de Smashing Pumpkins, Bush, David Guetta, James Morrison e 30 seconds to Mars, o palco do Cabedelo é hoje dedicado aos mais novos, com a primeira edição de “O meu primeiro festival”.

Com uma animação “muito própria”, e a música de “Sónia e as Profissões”, o recinto recebeu hoje cerca de 15 mil crianças da pré-primária e do primeiro ciclo do concelho.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Trabalha noites inteiras

o Almeida Varredor

enxotando a varejeira

pelas ruas ao rigor.

Perguntei-lhe a começar

pela vida e ele disse:

“(…)Eu danço quando ouço cantar

Afina a corda, ó tocador

Que eu vou-me pôr a contar

a vida dum varredor.

Tudo se passa e resume

entre um esgoto que arrota,

o cheirete e o azedume sem sabor

desta vida que se enxota,

e Portugal tem o costume.

 

E varre, varre senhor varredor,

pois com o teu varrer

assim faz outro mundo

 

Portugal tem o costume

de viver com dois extremos

os que lucram com o estrume

do lixo em que nós vivemos.

Também nos caixotes de lixo

tem o País seu retrato

ao lixo atira o rico e muito mais

o que lhe ofende o olfacto –

para o pobre é mata-bicho.

 

Para o pobre é mata-bicho

o que à fome vai sobrando

mas faz das sobras do rico

o bicho que vai matando.

Não tem a cara lavada

quem vive desta sujeira

que é ver gente governada assim,

por outra viver da lixeira,

e ser Almeida sem mais nada.”

 

E varre, varre senhor varredor,

pois com o teu varrer

assim faz outro mundo

Disse então a despedir-me

“muita coisa há p’ra varrer”

Respondeu-me “uma das coisas é

Quem nos faz apoderecer;

Neste trabalho braçal

de tudo varre o varredor :

gato morto e um aborto semanal

o que nos falta em rigor, sim senhor,

é varrer o capital.”

                                (Fausto)



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Domingo, 21 de Julho de 2013

JP Simões quer «voltar a andar pela rua a assobiar»

JP Simões, que atuou no sábado no Festival Músicas do Mundo, em Sines, admitiu que quer “voltar a andar pela rua a assobiar” porque neste momento não tem “coragem”, por causa do “ambiente tão tristonho”.


Em entrevista aos jornalistas, o músico disse que não consegue “estar desligado da vida dos outros” e assobiar poderia parecer que está “a gozar com a realidade social”.

 

Reconhecendo que “é difícil aguentar esta situação”, JP Simões sublinhou: “Eu tenho trabalhado imenso e vou conseguindo pagar a renda, mas sei que há milhões de pessoas que não estão nessa circunstância.”

 

Portanto, e assumindo o objetivo “egoísta” de querer “voltar a andar pela rua a assobiar”, diz que “alguma coisa tem de ser feita”.

 

Viver em paz exige “muito trabalho” e “mil golpes de cintura” e “uma paciência incrível”, na tentativa de concretizar “expectativas e sonhos”, destacou. “O meu país é a coisa mais linda que existe. Um dia, quando eu morrer, vou ficar em paz com ele. Só nessa altura”, ironizou.

 

JP Simões é um assíduo espetador do Festival de Músicas do Mundo, mas nunca tinha tocado no festival. “De repente, dar por mim, aqui, neste palco que eu tanto adoro e respeito, é... enfim, é do caraças”, confessou o músico, que desconcertou muitos durante o concerto, dedicando uma música ao “ditador Berluscão, que fugiu de um canil” e inventando expressões como “Sinestesias” e “Sines qua non”.

 

Na terceira noite do festival de Sines atuaram ainda o brasileiro Hermeto Pascoal e o coletivo luso-angolano Batida.

 

Retirado do Sapo Música



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Boss AC, Pedro Abrunhosa e Marco Rodrigues atuam em Avis

Boss AC, Pedro Abrunhosa e o fadista Marco Rodrigues vão atuar na feira de Avis, no distrito de Portalegre, que decorre de 26 a 28 deste mês com um programa dominado pela música, divulgou hoje o município.


Os espetáculos decorrem nas três noites do evento, no parque de feiras e exposições da vila, com Boss AC a atuar no dia de abertura, Pedro Abrunhosa, dia 27, e o fadista Marco Rodrigues, no encerramento.

 

O presidente do município, Manuel Coelho, explicou hoje à agência Lusa que o certame constitui "o maior evento do concelho e um dos mais emblemáticos do norte alentejano", oferecendo aos visitantes três dias de uma oferta cultural variada dirigida a públicos de todas as idades.

 

Segundo o autarca, o certame representa "uma aposta na valorização das potencialidades naturais, culturais e económicas do concelho" e que oferece aos visitantes muita música, atividades desportivas, exposições, mostra de artesanato e tasquinhas.

 

Segundo o município, a Feira de Avis, apesar de o programa ser dominado pela música, é um certame apostado numa envolvente económica, "interagindo de forma dinâmica com a comunidade residente, com o turismo e com os agentes culturais".

 

O certame, promovido pelo município, conta com o apoio das juntas de freguesia, associações e coletividades daquele concelho do distrito de Portalegre.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Sete saias tem Mariana 
e um emprego em Miraflores 
viveu ontem de recados 
mas hoje vive de amores 

sete carros vão chegando 
pelas tardes de Belém 
com sete homens que a beijam 
entre Sintra e o Cacém 

não tenho amores 
nem tenho amantes pois 
quantos amados não sei 
tenho alguns amadores 
olha para mim 
lá na terra onde morei 
escutava 
pela rádio o folhetim 

sete saias tem Mariana 
à noite no Parque Mayer 
dança bolero em dó menor 
ali num cantinho qualquer 

«ai de mim» - diz Mariana 
se um dia amor me faltar 
ao almoço eu já não como 
e como menos ao jantar 

não tenho amores 
nem tenho amantes pois 
quantos amados não sei 
tenho alguns amadores 
e sustento dois 
lá na terra onde morei 
sem trabalho 
que é da vida p´ra depois 

sete saias tem Mariana 
nesta roda de contraste 
a tua vida serve bem 
aqueles que nunca amaste 

Mariana das sete saias 
se sopra o vento suão 
deixas de ser uma almofada 
entre o mandado e o mandão 

cai-te essa flor do cabelo 
e amores do coração




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Portugueses Brass Wires Orchestra em destaque na revista New Musical Express


O grupo folk português Brass Wires Orchestra é um dos artistas em destaque na publicação inglesa New Musical Express, depois de ter atuado no domingo no festival Optimus Alive (Algés), onde esteve uma equipa de jornalistas do semanário britânico.


Na página da New Musical Express (NME) na Internet, surge um vídeo com uma entrevista a dois dos elementos do grupo, na qual explicam a participação no festival e como têm sido alguns dos concertos do curto percurso.

 

Os Brass Wires Orchestra vão editar em setembro o álbum de estreia, em edição própria, com canções folk que remetem para o universo, por exemplo, dos Mumford & Sons, uma das referêncas assumidas pelos músicos portugueses.

 

O grupo começou, por brincadeira, em setembro de 2011, com uns concertos de rua, com Miguel da Bernarda a convocar músicos amigos para tocar versões de artistas de que gostava. Só depois foram surgindo músicas de um "folk mais moderno" como "Wash my soul" e "Tears of liberty".

 

Os Brass Wires Orchestra já atuaram em Londres, por via do concurso de música "Hard Rock Calling Lisboa", e fizeram parte dos festivais Paredes de Coura, Mexefest e agora do Optimus Alive.

 

Em 2012, a NME também esteve presente no festival Optimus Alive, tendo entrevistado e dado destaque aos portugueses Paus.

 

Este ano, a revista inglesa entrevistou sobretudo artistas estrangeiros, como os Japandroids, Jamie Lidell, Phoenix, AlunaGeorge, Flume e Biffy Clyro, que falaram sobre Portugal, sobre o festival e sobre as digressões de verão pela Europa.

 

Os vídeos das entrevistas - assim como várias galerias de fotografias do festival - estão em destaque na página oficial da NME, assim como uma entrevista com o promotor do festival, Álvaro Covões, que manifestou o desejo de ter em 2014, em Portugal, o grupo Atoms for Peace, de Thom Yorke, vocalista dos Radiohead.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Dir-me-ão se não é uma situação tão caricata
É o fim, e a mim, estar assim, mal do rim, enfim, quase mata
Meu amor é a dor deste choro de amor qual suor desidrata
É um jeito no peito desfeito que contrafeito aceito, gata
Aliás dir-me-ás se és capaz de ir atrás ver que estás sendo assaz insensata
Situação caricata como nó de gravata que não ata nem desata
Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

 

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te, zão

 

é um mal tão fatal, de tal modo infernal, tal e qual o de Dantes
rocambolesco, dantesco, pior que ceausescu é a unesco que garante
berbicacho sem tacho nem pacho, golpe baixo, que eu acho irritante
o que sinto, não minto, só finto ao quinto absinto com espumante
perco a fé, marcha a ré, mas prá frente é que é já diz che, el comandante
dir-me-ão se não é uma situação desconcertante

Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te, zão

Não vai servir resistir vais ouvir repetir um zunir incessante
Meu pedido sentido repetido ao ouvido como altifalante
Podes fugir ir e vir a Alcácer Quibir, nada que te adiante
Ter mais desdém que ninguém aquém e além ousou antes
Será dado este ousado recado em todo o lado que é mais forte e pesado que elefante
é assim que no fim voltarás para mim e não há querubim que não cante


Não me dão razão mas eles não saberão vê-lo
Criticam instigam e picam e ficam com dor de cotovelo

Zão zão zão quero ver-te
Zão zão zão quero ter-te
Zão zão zão quero dar-te
Zão zão zão obter-te



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Sábado, 20 de Julho de 2013

Clã com um laboratório de canções novas no SBSR

Os Clã estão a preparar um novo álbum, mas têm saído do estúdio para experimentar as canções ao vivo, como acontecerá na sexta-feira, no festival Super Bock Super Rock (SBSR), no Meco, Sesimbra.


"Queremos saber a reação das pessoas. É um exercício saudável que já tínhamos feito com o 'Rosa Carne' e que nos levou a perceber algumas coisas", disse a vocalista, Manuela Azevedo, à agência Lusa.

 

A banda atuará perto das 23:00, no palco onde mais tarde estará o cantor "new soul" norte-americano Miguel, e tem preparado um concerto "mais físico, mais rock n'roll", até porque já tem experiência do tipo de público que ruma a este festival de música.

 

Uma das músicas novas que os Clã vão interpretar será "Apolo em Ascensão", com a participação do músico Samuel Úria (que também subirá ao palco, horas antes, no festival).

 

Além do concerto no SBSR, os Clã têm mantido uma agenda discreta pelo país - o tal laboratório de experimentação ao vivo - para que possam finalizar o novo álbum, que sucederá a "Disco Voador", de 2011, com canções feitas a pensar nos mais novos. O anterior, "Rosa Carne", data de 2007.

 

De acordo com Manuela Azevedo, para o novo disco foram convidados os letristas com quem têm trabalhado ao longo dos últimos anos, como Regina Guimarães, Carlos Tê e o brasileiro Arnaldo Antunes.

 

Os Clã têm dez canções prontas e outras "20 a 30 canções em mãos", mas o grupo ainda está a descobrir a linha musical do disco, porque "as músicas são bastante diferentes umas das outras", disse a cantora.

 

Entre concertos, vão-se mantendo em estúdio, em Vila do Conde, que tem funcionado como um prolongamento da casa do grupo.

 

Os Clã surgiram em 1992 e integram Manuela Azevedo, Helder Gonçalves, Miguel Ferreira, Fernando Gonçalves, Pedro Biscaia e Pedro Rito.

 

A 19.ª edição do Festival Super Bock Super Rock começa hoje e termina no sábado.

 

Além dos Clã, há outros artistas portugueses que atuarão no festival, entre os quais Samuel Úria, Mazgani, Oscat Push, Miss Lava, Anarckicks, Tara Perdida e Manuel Fúria.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 23:25 | link do post | comentar

 

Letra

 

Canto enquanto só
Campari sem dó
É sem gelo e é sem jeito
Quando a eito é o que me ampara no peito nó

Danço e danço só
Tequila sem dó
Vai a eito e é sem gelo
Desenvencilha o novelo que há em nós

É nó cego no meu peito
Quando em oito fica feito
Digo bom dia à noite e canto
Em qualquer canto na praça
No largo ou no salão de desportos
Ou debaixo da ponte

Quem quer, quem quer? Pander se houver
Quem vem, quem vem? Pander, alguém?

Canto e canto só
Talvez se outra voz
Se juntasse ao coro o quanto
Do meu canto ia fazer eco entre vós

Danço e danço só
Mais um passo e passar bem
Esta vida é uma noite
Pé na tábua, pó na estrada e pouco mais

E o nó cego no meu peito
Num outro fica desfeito
Digo bom dia a qualquer canto
Onde me acoito, na estrada no carro
Ou no colchão ou no chão
Ou debaixo da ponte

Quem quer, quem quer? Pander se houver
Quem vem, quem vem? Pander, alguém?



publicado por olhar para o mundo às 17:57 | link do post | comentar

David Fonseca e Aurea no festival «Madeira Island Summer Opening»

Os cantores David Fonseca e Aurea fazem parte do cartaz cem por cento nacional do festival “Madeira Island Summer Opening”, que se realiza nos próximos dias 26 e 27, no Parque de Santa Catarina, no Funchal.


“O festival conta com nomes sonantes da música portuguesa, como David Fonseca e Aurea, mas também com bandas que já conquistaram o seu espaço”, disse hoje à agência Lusa Gonçalo Camacho, da organização, esperando que o público madeirense “valorize” esta opção.

 

Gonçalo Camacho revelou-se convicto de que a aposta “vai ter sucesso”, para o que contribui, também, o preço do passe para os dois dias do festival, no valor de 20 euros.

 

“O valor das entradas teve em conta a conjuntura, mas também [a possibilidade de] dar a oportunidade, ao maior número de pessoas possível, de poder ir ao festival e ver músicos que, indo ao continente, ficaria muito dispendioso”, continuou.

 

O responsável realçou, ainda, a presença de “ADN madeirense” no evento, com bandas do arquipélago que participaram no concurso promovido pela organização.

 

“Este concurso aconteceu num autocarro descapotável que circulou pelo Funchal, no qual três bandas atuaram. Na finalíssima, ganhou o grupo Akoustic Junkies, mas decidimos que também o Projeto Mundo e Vice Versa deviam atuar no festival, de forma a atrair mais público”, explicou.

 

O festival abre portas às 18:00 de sexta-feira da próxima semana, com a atuação das bandas Projeto Mundo e Vice Versa, seguindo-se David Fonseca e Blasted Mechanism.

 

No sábado, último dia do “Madeira Island Summer Opening”, sobem ao palco do Parque de Santa Catarina os Akoustic Junkies, The Black Mamba, Aurea e, no fecho da iniciativa, Richie Campbell.

 

Gonçalo Camacho adiantou que, no decurso do festival, vai decorrer uma ação de solidariedade a favor da Cáritas Diocesana do Funchal e da Sociedade Protetora dos Animais Domésticos.

 

“Apelamos às pessoas que se dirijam ao festival para que tragam alimentos não perecíveis e rações, para ajudar estas duas instituições que estarão com voluntários no local”, adiantou.

 

Além do espaço solidário, o “Madeira Island Summer Opening” inclui uma “zona de atividades radicais, com slide e parede de escalada, outra com insufláveis para crianças, uma zona VIP e outra zen, para proporcionar momentos de puro relaxamento”, acrescentou Gonçalo Camacho.

 

“Somos um festival de música, mas apresentamos outras componentes, para tornar o evento mais dinâmico e atrativo”, disse.

 

retirado do Sapo Música



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Letra

 

Quando a esperança de uma noite de amor
Lhe trouxer vontade para viver mais
E a promessa que a chance terminou
É bobagem é melhor deixar pra trás 

Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar sentir calor
E poder só olhar o universo em torno de você
Brilhando em vida, sorrindo à toa
Só vibrando amor e paz
Sinto a noite, penso em você
Lembro como é bom amar 

Quando você se foi
Chorei, chorei, Chorei
Agora que voltou
Sorri, sorri, sou Rei

Saiba que o simples perfume de uma flor
Pode vir e ser um grande amor na sua vida
Não gaste palavras para viver
De iludir os seus sonhos tão raros com mentiras
Não maltrate o coração
Que dedicou ao seu sorriso as suas batidas
Será livre pra sentir
Anseios de uma paixão a ser uma história linda 

Diga que me adora
Deixe o orgulho e venha, porque já
Está na hora, da gente se encontrar e sermos um
Mas não demora, que é pra chama não desencantar
Se esvair no ar, e só restar lembrança

Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar sentir calor
E poder só olhar o universo em torno de você
Brilhando em vida, Sorrindo à toa
Só vibrando amor e paz
Vejo a Lua, lembro do sonho
Torço pra realizar
Sinto a noite, Penso em você
Lembro como é bom amar 

Quando você se foi
Chorei, chorei, Chorei
Agora que voltou
Sorri, sorri, sou Rei



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Sexta-feira, 19 de Julho de 2013

VIRGEM SUTA ACTUAM AMANHÃ NO MEO MARÉS VIVAS PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO


VIRGEM SUTA ACTUAM AMANHÃ NO MEO MARÉS VIVAS PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO

 

Depois de um concerto épico no palco secundário do festival, os Virgem Suta regressam ao MEO Marés Vivas para actuarem, agora, no palco principal. O concerto é amanhã e será transmitido pela Rádio Comercial, RTP e nos websites do Jornal de Notícias e do festival.

Conhecidos e aplaudidos pela folia que trazem aos palcos, «Doce Lar» trouxe os Virgem Suta de volta aos discos, depois de uma estreia de sucesso, com o disco homónimo a chegar ao Galardão de Ouro. De «Doce Lar», primeiro veio o convite: «Beija-me Na Boca». Mas, agora, a celebração vai ainda mais longe, com «Exporto Tristeza», cujo vídeo pode ser visto aqui.

A festa dos Virgem Suta passará também por Cinfães no próximo domingo, dia 21 de Julho.



publicado por olhar para o mundo às 21:51 | link do post | comentar

Derrokada

 

A OHs21 – Associação Cultural e Multimédia de Oliveira do Hospital tem como um dos seus objectivos o incentivo a projectos de criação cultural e a afirmação de novos valores.


Lançámos no último mês de Setembro um desafio aos músicos da região e de todo o país, o DeROCKarte, I  Concurso de Música Original de Oliveira do Hospital, aberto a projectos unicamente com composições  originais e sem edições comerciais, cujo prazo de inscrições durou até ao final do mês de Maio. Concorreram  cerca de 40 projectos do Algarve até ao Minho, tendo sido validados para competição cerca de 20. Desses
20 projectos o júri constituído pela organização escolheu 4 que apresentamos agora ao vivo, sábado dia 20  de Julho, a partir das 21.30, no Largo do Conselheiro Cabral Metello, em Oliveira do Hospital.

 

Os eleitos são os Casta Way do Fundão, os Black Turbo de Coimbra, os Manila de Vila Nova de Gaia e os The Walks de Coimbra.

 

O Júri do concurso será constituído pela própria organização, um promotor da região, um radialista de referência nacional, um melómano assumido e um representante da Câmara Municipal de Oliveira do  Hospital. 

 

A banda vencedora ganha o direito a gravar um EP promocional de 4 temas, com edição da OHs21 de 200 cópias, à gravação de um vídeoclip e à actuação na próxima edição do DeROCKada. 

 

O concerto tem entrada paga, ainda que seja um valor simbólico de 2 €.


Desafiamos todos os amantes de música, aqueles para quem a música não serve só como “pano de fundo”,  a vir ver, ouvir e apoiar quem se dedica à criação. A qualidade está garantida



publicado por olhar para o mundo às 18:46 | link do post | comentar

 

letra

 

Não tenho nada em meu nome
Somente o fado que faço
O meu coração não tem fome
Mora num pequeno espaço
Vive da vida que passa
De amores que vão e vêm
Nada possuo em meu nome
E nem invejo ninguém 2x

Lamento se não me querias por mim
Não vias o quanto sou rico assim
Um dia virás-me dizer «Não vivi»
Só posso ter pena de ti
Fortuna ganhei tanto quanto perdi
Não tenho posses nem peço
E outras paixões já sobrevivi
Sei dos meus erros confesso
Adeus, não olho p'ra trás
O tempo todo consome
Perde-se o ouro
O amor se desfaz
Não tenho nada em meu nome

O tempo tudo consome
Não tenho nada em meu nome

O teeeeempo...

Lamento se não me querias por mim
Não vias o quanto sou rico assim
Um dia virás-me dizer «Não vivi»
Só posso ter pena de ti
Fortuna ganhei tanto quanto perdi
Não tenho posses nem peço
E outras paixões já sobrevivi
Sei dos meus erros confesso
Adeus, não olho p'ra trás
O tempo todo consome
Perde-se o ouro
O amor se desfaz
Não tenho nada em meu nome

O tempo tudo consome
Não tenho nada em meu nome

Não tenho nada em meu nome 2x




publicado por olhar para o mundo às 17:26 | link do post | comentar

Santa Cruz Ocean Spirit, um festival onde ondas e música se cruzam


Santa Cruz Ocean Spirit, um festival onde ondas e música se cruzam

Já na sexta-feira, 19 de Julho, a Aldeia Neptuno abre portas pelas 21:30 e Frankie Chavez inaugura o palco da 7.ª edição do Santa Cruz Ocean SpirtS, pelas 24:00, conjugando diferentes tipos de sonoridades que reflectem as influências musicais que recebe dos locais por onde vai passando.

O resultado do trabalho de Frankie Chaves é um blue/folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos.


“Family Tree” é o seu primeiro álbum de estreia, cujas gravações terminaram em 2011, foi produzido, gravado e misturado por Nélson Carvalho, nos estúdios da Valentim de Carvalho e contou com a participação de vários convidados, de entre os quais o baterista Kalú (Xutos e Pontapés).


A partir das 01:30 sobe ao palco Lisbon Ground para dar a conhecer um projecto que conta uma história sobre a convergência da música eletrónica nestes últimos 10 anos, onde o house encontra o tech e o deep abraça o techno.

 

Rádio Káset chegam à Aldeia Neptuno no sábado, 20 de Julho, a partir das 22:30. Trata-se de um colectivo de Torres Vedras que, para além de uma Web Radio disponível 24 horas por dia, produz e promove eventos, onde a música é o epicentro. 

Rádio Káset é composto por jovens empreendedores, ávidos não só de música como de cultura e cujos projectos em que têm participado assumem diversas formas, que vão do desporto, a concertos, festivais, até projectos sociais.

 

Souls of Fire, já com dez anos de existência, sobem ao palco pelas 24:00. “Pontas Soltas” é o nome do terceiro álbum da banda, editado em 2012, e na bagagem os Souls of Fire trazem muitos concertos por todo o país.

 

Para domingo, 21 de Julho, a noite arranca, pelas 22:30 e Sugus (DJ Guga) anima a Aldeia Neptuno a partir das 24:00. Sugus transporta o conceito para as actuações ao vivo e proporciona um clima de festa "non stop" único.

 

Dj Ride e Dj Tiago Bandeiras seguem-se na noite de 22 deJulho, segunda-feira. DJ Tiago Bandeiras abre e fecha a noite, com actuação pelas 22:30 e 01:30. 


Pelas 24:00 é a vez de DJ Ride, um Dj com capacidade para rockar festas sejam elas de que tamanho forem. 


É sound designer e produtor com vários eps e dois álbuns no currículo e mais um – Life in Loops – a caminho. Ride é muitas coisas. Mas basta uma para o definir da forma mais profunda e mais simples: Ride é um apaixonado por música.

 

A 23 de Julho, o palco do Santa Cruz Ocean Spirit recebe, a partir das 22:30, Paul Soir que proporcionará uma noite recheada dum ritmo alegre, com gosto musical muito dentro do Deep house, Disco Sound, Soulfull e Funky.

 

"Em Busca da Canção Pop Perfeita” poderia muito bem ser o título do álbum de estreia dos Ultraleve, o colectivo que reúne Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira). Dez canções repletas de cânones, dos bons, daqueles que nos habituámos a associar às "canções pop perfeitas”. 


“Cabeça no Ar”, “o Fim do Mundo” ou “Super-heróis”, são alguns dos temas que em palco ganham uma nova dimensão sonora reforçada pela partilha singular que os Ultraleve conseguem junto do público.Actuam a 23 de Julho.

 

Dj Bully, que faz parte da Dance Music Scene Nacional, é responsável pelo warm up da noite de 24 de Julho, quarta-feira, aquecendo a Aldeia Neptuno com as suas influências de Soul & Funcky Music. 


Segue-se a atuação de Orlando Santos, pelas 24:00, admirador da cultura jamaicana, que mergulha em territórios próximos do reggae, do rock e da música soul. É um dos raros músicos em Portugal a tocar de forma exímia a “slide Guitar”.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, Diego Miranda marca a sua presença no Santa Cruz Ocean Spirit, na noite de 25 de julho, quinta-feira, depois de Fat & Slim abrirem a noite. 


Fat & Slim é uma dupla de dj´s composta por MR. Heights e LBR que se apresentam num novo formato (djs+vídeo) dedicado ao ElectroSwing: uma mistura da adrenalina do “punk dos anos 20” à eletrónica de hoje. Diego Miranda, um nome que dispensa apresentações actuará pelas 24:00.

 

A Noite Rock, com “A Bela e os Monstros” e “Cenoura”, animará todos os que se escolherem passar uma noite muito bem passada com “pé na areia”. 


Cenoura tem uma longa carreira como DJ, tendo sido residente nas mais emblemáticas discotecas da Zona Oeste. 


Acompanhou a evolução dos mais diversos estilos de música, mas neste momento está concentrado na divulgação do Pop/Rock e é responsável pela música das Festas Rock, da Discoteca Sai de Gatas e da Pista da Piscina da Discoteca Faraó. 

Nessa noite há ainda a registar a presença de “A Bela e os Monstros”, banda torriense que nasceu em 2010 e que é composta por quatro elementos: Bernardo, Pedro, Rodrigo e Madalena.

 

A 27 de Julho, sábado, terá lugar a Festa Mega Hits - Rádio Oficial do Santa Cruz Ocean Spirit 2013, com Nelson Cunha e DJ Rusty, e na última noite deste Festival, 28 de Julho, a despedida está a cargo de vários djs locais. Será a Noite Anos 80.

 

A Aldeia Neptuno, recinto do Festival , funciona desde o início das provas até às 03:00, possui cerca de 6 000 m2 e é composta por: stands institucionais, stands comerciais, um restaurante, um snack-bar, sete bares, uma piscina, um palco, uma tenda pedagógica.

 

O Santa Cruz Ocean Spirit 2013 é uma organização da Associação Ocean Spirit; tem como patrocinador principal a Câmara Municipal de Torres Vedras; Patrocínio da Connected Telecomunicações, Ô Hotels & Resorts, Novo Dia Cafés, Mercedes-Benz/Smart (Tec-Atlântica) e Água do Vimeiro; Apoio à divulgação da Fórum Estudante, Kayaksurf.net, Portal Aventuras, Revista Outdoor, That’s It, Turismo de Lisboa e Turismo do Oeste; Apoio da Connected – Tecnologias de Informação, RedBull e Grafivedras; Rádio Oficial Mega Hits ; e produtos oficiais Effect -Brindes Publicitários.

 

foto Paulo Segadães


Retirado do HardMúsica



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Letra

 

Trago no peito segredos
Amores confessos, ocultos desejos
O tempo apressado, o beijo partido
Inteiro aos pedaços da vida eu duvido
Trago no peito um segredo
Dos mares que desafio. 

Trago no peito o meu mundo
Fagulha, centelha, amor vagabundo
Que bate calado o seu bate fundo
E sempre navega pro mesmo lugar
Trago no peito um segredo 
Dos mares por navegar



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Quinta-feira, 18 de Julho de 2013

Super Bock Super Rock procura reconquistar a confiança do público

Organização promete recinto melhorado.

 

Desde que o Super Bock Super Rock se mudou para a Herdade do Cabeço da Flauta, perto do Meco, que se discute a exequibilidade do recinto onde se realiza. E todos os anos a organização, a cargo da Música no Coração, anuncia novas medidas no sentido de introduzir correcções e produzir melhorias. Este ano não é diferente. O pó, os acessos congestionados, a acumulação de lixo no campismo, a lógica comercial agressiva no interior do recinto (seguida pela esmagadora maioria dos festivais, como se constatou no fim-de-semana passado no Optimus Alive) e a disposição espacial algo desordenada têm motivado críticas.

 

A ampliação de área relvada, o reforço das estruturas de higiene, a criação de novas zonas de estacionamento e o reforço dos transportes, com horários mais alargados, foram algumas medidas anunciadas pela organização.

 

O ano passado houve menos trânsito caótico, mas os espectadores também foram em menor número - 64 mil para os três dias, onde evoluíram Peter Gabriel, Lana Del Rey, M.I.A. ou St. Vincent. Este ano, segundo a organização, a procura de bilhetes tem sido maior, tendo sido fixado um limite de lotação diário para o recinto, na ordem das 30 mil pessoas, para evitar aglomerações.

 

Nesta edição passarão pelos três palcos cerca de 50 grupos, sendo os cabeças de cartaz bandas reconhecidas do universo rock como os Arctic Monkeys, The Killers e Queens Of The Stone Age.

 

Hoje entram em acção os Arctic Monkeys (1h, palco Super Bock), regressando a um festival onde estiveram em 2011, ano da edição do seu último álbum,Suck It And See. Agora os quatro músicos de Sheffield, praticantes de rock geométrico e vigoroso, que alcançaram fama nos anos 2000, preparam-se para lançar o quarto álbum - AM chegará às lojas em Setembro.

 

Amanhã será a vez dos americanos The Killers (1h, palco Super Bock) apresentarem Battle Born do ano passado, exemplo de rock épico, com guitarras de sonoridade grandiosa e teclados melodramáticos, com a voz do carismático Brandon Flowers pairando sobre toda a estrutura.

 

Grande expectativa está reservada para os Queens Of The Stone Age (sábado, 00h30, palco Super Bock), com uma vasta legião de fiéis do rock mais musculado em Portugal, apesar do novo álbum, ...Like Clockwork, ter dividido as opiniões.

 

Ao longo das três noites, no palco principal, irão evoluir outros nomes relevantes, como a americana Azealia Banks (hoje, 21h50), que se estreará em Portugal, apesar de ainda não ter lançado o álbum de estreia, mas com um passado recente de EP revitalizantes, numa linha onde as electrónicas urbanas e a cultura hip-hop se encontram.

 

O ex-Smiths Johnny Marr (hoje, 23h20) é outro músico sobre o qual recaem expectativas, aguardando-se que apresente canções dos Smiths e outras do álbum a solo The Messenger, enquanto os Black Rebel Motorcycle Club (amanhã, 20h) virão apresentar o rock nocturno de Specter At The Feast.

 

Não haverá muitas estreias em solo português. Para além de Azealia Banks, ou do guitarrista Gary Clark Jr., o relevo será o norte-americano Miguel (amanhã, 00h15, Palco EDP), figura nuclear da renovação das linguagens R&B através do álbum Kaleidoscope Dream. Os Tomahawk, Efterklang, Owen Pallett ou os Chk Chk Chk são alguns dos grupos credíveis, com passado nos palcos portugueses, que também actuarão no Meco.

 

Na zona dedicada às sonoridades dançantes - palco Antena3 - realce para o pioneiro do tecno de Detroit Carl Craig (2h, sábado), para a russa Nina Kravitz (hoje, 2h30) e para o chileno Ricardo Villalobos (amanhã, 3h30). Como sempre haverá também um contingente português alargado, com Clã, Anarchicks, Miss Lava, Manuel Fúria, Mazgani, Octa Push ou Kalu, o baterista dos Xutos & Pontapés. Mais informações sobre acessos, transportes ou campismo em www.superbocksuperrock.pt.

 

Retirado do Público



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Na edição de 2013 Sines festeja a memória dos dias felizes

43 concertos das mais variadas geografias.

Quando, em 1999, arrancou o primeiro Festival Músicas do Mundo, só uma aspiração optimista permitiria sonhar que, passadas 15 edições, estar-se-ia a celebrar o percurso de um dos mais importantes acontecimentos internacionais da world music. Os sete concertos dessa primeira edição, para sete mil visitantes, deram lugar ao impressionante acumulado de quase 250 actuações e uma média anual entre os 80 mil e os 90 mil espectadores. Por isso o programador Carlos Seixas fala de 2013 como "uma espécie de memória dos dias felizes". Essa chamada de atenção para a história do FMM - começa hoje e prolonga-se até 27 - parte de um convite a vários dos artistas que deixaram em Sines concertos memoráveis, casos de Rokia Traoré, Hermeto Pascoal ou Amadou & Mariam.

 

Muitos outros haveria desde que, a partir de 2001 e 2003, o FMM deu um pulo de crescimento, estimulado pelas presenças inéditas em Portugal dos jamaicanos Black Uhuru e Skatalites. Foram as primeiras de muitas enchentes no interior do Castelo de Sines, de que Seixas se vale para afirmar que este é "um festival de serviço público", desde logo por cumprir com uma das principais funções que se atribui a tal missão: a criação de novos públicos. Nesse ponto, foi seguida uma estratégia tão simples quanto eficaz: cada noite misturavam-se linguagens longínquas, podendo viajar-se no espaço de cinco horas por blues do deserto, música caribenha e jazz.

 

A partir de 2003, acabava-se a sensação de que todos os rostos eram familiares e o FMM transformava-se na presente romaria de largos milhares de curiosos em busca de músicas ausentes da agenda mediática. "Aqui não há uma questão comercial a ditar a programação", afirma Seixas. "Sobrepôs-se sempre a tentativa de mostrar a ponte cultural entre os vários meridianos e os paralelos do mundo". Por outro lado, o sucesso tem também sido alimentado por uma ligação de proximidade entre organização e músicos. Essa intenção acabaria por cativar os artistas, promovendo o festival num passa-palavra com outros músicos, mas possibilitaria também uma criação de afectos com o público potenciadora de devotos cultos. "Estes músicos que não acedem aos grandes festivais mais mediáticos sentem que há aqui um público que gosta deles - e isso cria ânimo nos próprios artistas".

 

Prestes a arrancar a 15.ª volta ao mundo sem sair de Sines, Seixas mantém a fé inicial no futuro de um FMM que até hoje era suportado sobretudo por um programa do QREN para o Litoral Alentejano (em fim de vida) e pela autarquia liderada pelo independente Manuel Coelho (que atingiu o limite de mandatos e sairá em Outubro). Por isso, um aviso esperançoso: "Por termos andado a navegar à bolina estes anos todos, correndo riscos de toda a natureza, mas chegando a um ponto de termos - a equipa, a organização, a cidade e o público - temos de alcançar um porto seguro. É uma pena se um jovem de 14/15 anos não tiver futuro". Mecenato, crise, sustentabilidade e resistência são, ainda assim, palavras para depois de dia 27: "Não nos deixemos mergulhar nesta onda negativa de que não se pode gastar em festa porque tem de se gastar em pão. A festa também é pão, é a catarse da nossa própria falta de pão".

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 19:13 | link do post | comentar

 

Letra 

 

Vou voltar sei que ainda
Vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá é ainda lá
Que eu hei de ouvir cantar
Uma sabiá

Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Vou deitar à sombra de uma palmeira
Que já não há
Colher a flor que já não dá
E algum amor talvez possa espantar
As noites que eu não queria
E anunciar o dia

Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
Não vai ser em vão
Que fiz tantos planos de me enganar
Como fiz enganos de me encontrar
Como fiz estradas de me perder
Fiz de tudo e nada de te esquecer

Vou voltar sei que ainda
Vou voltar
Para o meu lugar
Foi lá é ainda lá
Que eu hei de ouvir cantar
Uma sabiá

Vou voltar
Sei que ainda vou voltar
E é pra ficar
Sei que o amor existe
eu não sou mais triste
E que a nova vida já vai chegar
E a solidão vai se acabar




publicado por olhar para o mundo às 17:21 | link do post | comentar

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Letra e música do SiulProdução do Siul Sotnas e Mi...
que puta de letra fdx
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Eu queria a letra dessa música
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