Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

TAMBOR AO VIVO
"A SORTE AMPLIFICADA TOUR 2013"
 * DIA 06 DE JULHO, TEATRO MUNICIPAL DA COVILHÃ, 21h30 *

Tambor tour

Ver Teaser AQUI
Tambor no
 facebook
Tambor Site Oficial
______

 
Depois da apresentação em Lisboa, no passado dia 28 de Maio no Musicbox, Tambor dá início à Tour 'A Sorte Amplificada', no Teatro Municipal da Covilhã,  dia 6 de Julho, pelas 21h30. Um regresso às origens para Alexandra Valentim, que nasceu na cidade da Covilhã, onde, pela primeira vez actuará enquanto vocalista da banda. Um espetáculo electro/acústico num teatro carregado de história, uma das mais belas salas da Beira Interior.

Às músicas dos álbuns anteriores, a banda junta os temas de "Electro Pop", o último álbum, com toda a sua carga eléctrica/analógica. Temas como "Cada Dia Que Passa""Desacelera", ou o mais recente single "Fica", que pode ouvir-se em rotação na rádio a nível nacional, não vão faltar no alinhamento deste concerto que se prevê memorável para a carreira deTambor.

"A Sorte Amplificada Tour 2013": de "Cortina de Fumo" a "Electro Pop", 15 anos de músicas em concerto.
 
Bilhetes à venda no Teatro Municipal da Covilhã.

Ultraleve


A BUSCA PELA CANÇÃO POP PERFEITA ESTÁ AINDA MAIS PERTO!

 

OS ULTRALEVE APRESENTAM O SEU ÁLBUM DE ESTREIA NAS FNACS DE TODO O PAÍS

«Ultraleve», o álbum de estreia homónimo da dupla composta por Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira), editado pela Universal Portugal no passado mês de Maio, vai ser o ponto de partida para as actuações do grupo, na próxima semana, nos auditórios FNAC. Depois da consagração no concerto dado no início do mês, na sala TMN Ao Vivo, em Lisboa, agora chegou a hora de todo o país se deixar contagiar pelas canções pop perfeitas dosUltraleve.

No início de 2013, o primeiro single dos Ultraleve, «A Chata», agitou a crítica e o público. Seguiu-se o álbum, que veio confirmar todas as suspeitas: ao ouvir “Ultraleve” é impossível controlar a vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas realmente coloridas. Para Nuno Markl, «Ultraleve» «é um disco feliz da primeira à última canção, mesmo quando fala de relações falidas, neuroses da meia-idade ou paranóias das sociedades modernas, e não é toda a gente que consegue cantar sobre tais temas com esta euforia e humor, transformando nuvens negras em algodão doce».

No próximo fim-de-semana, as cidades do Porto, Braga, Guimarães e Coimbra receberão os Ultraleve para aquelas que serão as suas primeiras apresentações no centro e norte do país. Segundo Bruno Vasconcelos «a festa está montada, agora resta-nos levá-la ao público».

E a festa dos Ultraleve vai passar por:

Fnac Sta Catarina, Porto, dia 28/ 06 18h
Fnac NorteShopping, Porto, dia 28/06 22h
Fnac Guimarães, dia 29/06 17h
Fnac Braga, dia 29/06 22h
Fnac Coimbra, dia 30/06 17h

Festas de Lisboa encerram com Moonspell na Torre de Belém


Festas de Lisboa encerram com Moonspell na Torre de Belém

Moonspell – Lisboa sob o feitiço da Lua, acontecerá pelas 22:00 de 29 de Junho, na Torre de Belém.

 

À banda juntar-se-ão alguns convidados como Beatriz Nunes, Carlos Maria Trindade, Pedro Ayres Magalhães, António Chainho Anneke Van Giersbergen, Crystal Mountain Singers, Opus Diabolicum e Ignis Fatuus Luna.

 

Com Paço” vai acontecer Rossio, no Jardim de São Pedro e Alcântara e no Jardim da Estrela. 


A partir das 16:30 de 29 de Junho sete bandas filarmónicas encherão de música esses espaços de Lisboa

 

O Fado andará pelas Escadinhas do Bairro América em Santa Engrácia e até domingo animará eléctricos e passageiros com fadistas como Nuno Aguiar e Henriqueta Baptista a entoarem a dolência das suas melodias fadistas.

 

Também o Teatro das Compras, na sua IV edição, transformará até dia 29, nove lojas da baixa lisboeta no cenário de nove histórias, escritas por José Luís Peixoto e encenadas por Giacomo Scalisi e Miguel Fragata.

 

O Cinema São Jorge acolherá de 27 a 30 de Junho S.A.L.13, onde o mar e o surf, se cruzam com a Arte num festival de quatro dias.

 

A 30 de Junho, pelas 15:00, na Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações, as Marchas de Populares despedem-se das Festas e da cidade de Lisboa.

 

Retirado do HardMúsica

 

Letra

 

You´re talking but your hurting speech
Retaliates,
Throws some messiles away,
It won't cease or kill the pain,
It complicates,
Fucks up my mind and brain,
Oh hold on tease(hold on tease)
Life's destiny not yet totally pleased,
We're all we miss and i can tell
The damage done and swell
will be replaced
By a cold heart hell

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me

You're acting like a masterpiece,
you don't hesitate,
you simply walk away,
playing for keeps, with fake heartbeats
Accelerates,
How I swap love for hate
I faint and stumble on my needs
I desperate,
with my own special bids
We're all we feel and all we felt
The damage done and felt
will be replaced
by a cold heart hell

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me

Oh, hold on tease, life's destiny
not yet totally pleased,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Oh hold on tease
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I...

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me before I die...


 

Letra

 


Por detrás do monte vem o sol nascendo
por detrás do monte vem a luz descendo
vai iluminando este meu caminho
vou subindo o monte andando sozinho

 

Ervas deste monte parece que choram
ervas deste monte parece que escutam
de noite choveu, a terra bebeu

ervas deste monte façam como eu

estendam essas folhas em direcção ao céu
ervas deste monte façam como eu

 

Se encontrar alguém que venha sozinho
se encontrar alguem neste meu caminho

posso convida-lo a subir comigo
ao cimo do monte onde o ar é puro

 

Onde o ar é puro e a vista maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e na manhã clara longe da cidade
volto a encontar a minha liberdade


e no cimo do monte longe da cidade
vamos encontrando ainda a liberdade

E já é tão dificil
manter esta chama acesa
contra tanta tristeza
posso contar contigo
para subir comigo
ao cimo daquele monte

 

No cimo do monte o dia é maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e ao fim do dia de volta à cidade
nós vamos sonhando ainda em liberdade
se achas que sou louco ou só sonhador
sobe aquele monte ao monte maior
pode ser só teu mas não vás sozinho
junta mais alguém
e tem um bom caminho

OS PORTO AO VIVO
CONCERTO INTEGRADO NO CIRCUITO DA BOAVISTA

 PARQUE DA CIDADE (Porto) | 29 DE JUNHO, 17h00

Os Porto
 
Os Porto no facebook

Vodafone | iTunes | music box | MyWay | Deezer | rdio | Nokia Música | eMusic | Amazon | musicload Spotify

 
Este ano marcou o regresso de uma das mais carismáticas bandas portuguesas, os Taxi, agora com novo nome, nova formação e um novo CD. Os Porto, de João Grande (vocalista) e Rui Taborda (guitarra baixo), e o seu novo trabalho Persicula Cingulata, são a grande aposta do momento e vão apresentar-se em palco no próximo dia 29 de Junho, às 17h00, no Parque da Cidade (Porto), num concerto integrado no Circuito da Boavista. Este concerto contará com a interpretação dos novos temas da banda e também dos maiores êxitos dos Taxi.
 
Os porto

 

letra

 

Cruzamos o olhar num momento 
Tão difícil de explicar
Perdi-me na razão
Não posso entender
Não quero entender senão

Falta-me o ar
Suspiros de emoção
Prendem-me o respirar

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo nu 
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como tu, tuuuuuuuuuuuu
Anjo como tu (como tu, como tu, com tu)

Longe de pensar
Que era pura dor em forma de Paixão
Ardi sem te queimar
Não posso entender
Não quero entender senão
Posso acordar
E é contigo que eu para sempre quero estar

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo Nu
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como tu a todos atrai mas só a mim seduz
Um anjo como tu, uuuuuu (como tu, como tu, como tu)
Um anjo como tu
Faz sentido à vida
É dar-me luz
Um anjo como 
Dá sentido à vida
Dá-me luz
Um anjo como tu
Dá sentido à vida
Dá-me luz
Um anjo como tu, uh uh uhhhh

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo Nu
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como a todos atrai mas só a mim seduz
Um anjo como tu, uuuuuu (como tu, como tu, como tu)
Um anjo como tu
Um anjo como tu, como tu
Ahhh, ah ah a
h



Uma família por conta própria

A partir de Braga, a PAD está a fazer algo raro em Portugal: lançar discos com regularidade. Só este ano lançou cinco, dos Dear Telephone a The Astroboy.

 

Está um homem por trás de sintetizadores e maquinaria a pintar as paisagens amplas do seu projecto The Astroboy, devedoras da música cósmica alemã dos anos 1970. É Luís Fernandes, que há-de regressar ao palco para integrar a formação dos La La La Ressonance, paisagistas jazzísticos, com os quais colabora Blac Koyote, projecto de electrónica desafiante. Luís há-de voltar ali com os mais conhecidos Peixe:Avião, autores de pop-rock com ambições progressivas. No mesmo palco, o guitarrista André Covas, também dos Peixe:Avião, juntou-se aos Long Way to Alaska, autores de canções indie de bons sentimentos.

 

Quem é esta gente que partilha projectos tão diferentes e que o mostrou num dos palcos do último Serralves em Festa, no Porto? São artistas da editora PAD, de Braga, que faz algo de raro por cá: lança discos com regularidade. São já 20, desde 2010, e só este ano já são cinco (de Dear Telephone, Long Way to Alaska, Stereoboy, The Astroboy e Tar Feather).

 

A editora surgiu em 2010 para responder a uma necessidade concreta: editarMadrugada, o segundo álbum dos Peixe:Avião (três membros do grupo - Luís Fernandes, André Covas e Pedro Oliveira - integram o núcleo duro da editora). Não encontraram no mercado nada que os satisfizesse: não queriam ser "uma banda de fundo de catálogo de uma major", não queriam "entrar para uma coisa sem a organização" que desejam, explica Pedro Oliveira. Queriam, por exemplo, "ter controlo" sobre o álbum para, por exemplo, poder oferecer temas para download gratuito.

 

Avançaram por conta própria: nascia a PAD. "A melhor decisão foi sermos donos de nós mesmos. O Madrugada correu muito bem", conta Pedro, satisfeito pelo catálogo já alcançado. "Aos olhos de muitas pessoas passará despercebido", mas "já é alguma coisa, já é considerável", sublinha.

Entusiasmados, quiseram aplicar os ensinamentos colhidos na experiência a outros projectos, dos rockers Smix Smox Smux a Old Jerusalem. Regra geral, os artistas pagam a produção física dos discos, a PAD assegura os outros serviços (do design à marcação de concertos). As receitas das vendas ficam com os criadores. "Não ganhamos dinheiro com as edições", afirma Luís. "As edições são, de facto, de autor porque não temos os direitos [de autor] de nenhuma", esclarece André.

 

Efervescência


Musicalmente, não há uma estética única na PAD. "O único ponto de referência que tínhamos era mais social: tem sido tudo edição de bandas nossas ou de amigos", refere André. Ainda assim, há algumas cumplicidades estéticas que ajudam a definir a editora.

 

Em 2013, com reduzidas vendas de discos, uma editora adquire novos papéis e um deles é ser um filtro, uma marca de confiança, uma forma de encontrar música relevante entre milhares de edições (nunca foi tão fácil gravar e editar um disco). "As editoras grandes são uma espécie de banco: são lóbi e o peso de dinheiro. Com as editoras mais pequenas, há pessoas que seguem uma editora e quase confiam em todas as edições", diz André.

 

Para o Serralves em Festa do ano passado idealizaram uma sequência de concertos sem intervalos - o fim de um concerto seria o início do próximo. "Acaba por mostrar a nossa filosofia, que é a interacção que há entre todos os intervenientes da PAD", afirma Pedro. A chuva impediu a concretização da ideia, mas o plano serviu para comprovar uma tese: é esta "interactividade que acaba por unificar aquilo que esteticamente pode não parecer tão unificado".

 

A interactividade pode também tomar a forma de um diálogo entre diferentes gerações artísticas de Braga. No catálogo da PAD, há colaborações entre Luís Fernandes e Miguel Pedro, dos Mão Morta - juntos formam os Palmer Eldritch. A editora faz parte da cooperativa AuAuFeioMau, que alberga projectos dos Mão Morta, como a editora Cobra, e o festival Semibreve, focado nas artes digitais e na música electrónica. Foi no Semibreve que Luís Fernandes, parte da organização, conheceu Hans-Joachim Roedelius, herói pessoal e lenda do krautrock. Daí nasceu a participação dos Qluster, banda de Roedelius, no novo álbum de The Astroboy, Flow My Tears.

 

O amplo catálogo da PAD indicia uma efervescência criativa em Portugal que contrasta com a propalada decadência da indústria fonográfica. "Fazem-se mais discos agora, toda a gente que eu conheço está sempre a fazer discos", nota Luís. Pedro enquadra a questão: "Cada vez mais podes fazer as coisas em tua casa e fazer tudo sem dinheiro e praticamente só com a vontade, mas é cada vez mais difícil chamares a atenção."

 

Uma das formas de chamar a atenção é fazer de cada disco um objecto desejável. É o caso do novo registo de The Astroboy (a primeira edição da Easy Pieces, uma subsidiária criada para ajudar a internacionalizar os projectos de música electrónica da PAD. A segunda, também acabada de editar, é Heavy Metals, de Tar Feather, música electrónica de Diogo Tudela): uma edição limitada a 100 cópias, todas com artwork diferente. "Cada vez mais menos cópias e mais apelativas" é o caminho, revela Pedro. É assim a PAD, "uma alfaiataria de discos".

 

Retirado do Público

 

Letra

 

Moon river, wider than a mile
I'm crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you're going, I'm going your way

Two drifters, off to see the world
There's such a lot of world to see
We're after the same rainbow's end, waiting, round the
bend
My Huckleberry friend, Moon River, and me

Moon river, wider than a mile
I'm crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you're going, I'm going your way

Two drifters, off to see the world
There's such a lot of world to see
We're after that same rainbow's end, waiting, round
the bend
My Huckleberry Finn, Moon River, and me


Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email